Cartas - 04/07/2010

BYE, BYE, COPA

, O Estado de S.Paulo

04 Julho 2010 | 00h00

Tour pela África

E agora? Com o fracasso da seleção brasileira, como vai terminar o tour do presidente Lulla pela África? Esperava receber uma coroa... que não virá.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@estadao.com.br

Cunha

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Marcha à ré

Considerando que o objetivo principal dessa nova viagem de Lulla à África era faturar dividendos de um eventual hexa da selecinha, além de adular ditadores, como é do seu feitio, agora ele poderia bem engatar uma marcha à ré, o que proporcionaria alguma economia aos contribuintes.

NESTOR R. PEREIRA FILHO

rodrigues-nestor@ig.com.br

São Paulo

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O outro lado da moeda

Tudo tem um lado bom. Perdemos a Copa, mas vamos economizar bastante, já que Lulla e comitiva não deverão ir à África do Sul para assistir à final (sem contar o não-faturamento eleitoreiro).

ANGELA CARACIK

angelacaracik@terra.com.br

São Paulo

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Sem ufanismo

É, nem tudo são lágrimas, choro e ranger de dentes. O lado positivo da eliminação do Brasil na Copa é que, felizmente, não haverá carreatas pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com a seleção desfilando em trios elétricos e Lula na boleia dos caminhões tocando vuvuzela.

PAULO BUSKO

paulobusko@terra.com.br

São Paulo

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Demagogia

Até que enfim o sr. Lula e a sra. Dilma sofreram uma derrota. Não poderão fazer demagogia com a seleção brasileira!

FRANCISCO CUELLAS

soraya_cuellas04@yahoo.es

São Paulo

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Pé-frio

Nunca antes na história deste país tivemos um presidente (e um governo) tão pé-frio e incompetente como este. Internacionalmente, só pagamos mico, vide Honduras, Irã, Hugo Chávez, presos políticos em Cuba, etc. E o país do futebol perde duas Copas seguidas! Mas o governo Lulla não tem nada que ver com Copa do Mundo. Não tem porque perdeu, se tivesse ganho, ouviríamos o "nunca antes na história..."

ALBERT HENRY HORNETT

hornettalbert@hotmail.com

São Paulo

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Não adiantou o Dunga, ao ser cumprimentado pelo presidente na ida da seleção a Brasília, ter enfiado a mão esquerda no bolso e feito figa. Lula é conhecido pé-frio e não poderia ter sido diferente na campanha da Copa. Agora só nos resta esperar 2014 para que o Brasil retorne ao seu bom futebol e eleve a Copa do hexa.

VIVIANO FERRANTINI

engferrantini@ig.com.br

São Paulo

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A seleção brasileira, na verdade, enfrentou dois pés-frios. Parou em Brasília para ver o pé-frio presidente Lula da Silva e ainda pegou o roqueiro Mick Jagger, também conhecido pelo mesmo motivo. É muito azarento para uma seleção só.

CARLOS ALMEIDA CRUZ

almeidarj1959@hotmail.com

Rio de Janeiro

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Eleições

Depois de apoiar regimes totalitários e toda sorte de ditadores, não ia o Brasil agora querer ganhar uma Copa do Mundo, não é mesmo? Boa, Mick Jagger! Chegou a hora de os brasileiros saírem desse transe e começarem a pensar em quem eleger em outubro. Acorda, Brasil!

RICARDO A. ROCHA

rochaerocha@uol.com.br

Belo Horizonte

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Ser eliminado da Copa é triste. Mas a de 2014 vem aí, e será aqui. A vida agora segue. Vamos ficar de olho nas eleições presidenciais, que certamente influenciam muito mais a nossa vida.

JUDSON CLAYTON MACIEL

judson@judsonline.com

Rio de Janeiro

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Torcida

Embora nesta Copa o sonho do hexa tenha ido para o espaço, sugiro que continuemos torcendo pelo Brasil. Torcendo para que haja, finalmente, no âmbito público aprimoramento da saúde, da educação e, principalmente, do combate efetivo à corrupção.

EURICO BUZAGLO

eurico_buzaglo@uol.com.br

São Paulo

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Ficha suja

Muito pior do que assistir ao fracasso que nos foi proporcionado pelo turrão Dunga na África do Sul, de 2 x 1, é ver a nossa derrota imposta pelo insensível ministro Gilmar Mendes, do STF, de 1.300.000 x 1. Que pena!

ALCIDES FERRARI NETO

ferrari@afn.eng.br

São Paulo

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Patriotismo

Bastou o Brasil ser desclassificado que todas as bandeirinhas, camisas da seleção e demais símbolos da Nação desapareceram. Parece que é vergonha ostentar orgulho do nosso país, ou ele tem época do ano para ser mostrado. Nosso patriotismo (se é que restou algum) está muito doente.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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Injustiça

A derrota para a Holanda foi uma grande injustiça, golpe rude para os brasileiros, apesar do corporativismo de Dunga em relação ao seu grupo. Enquanto craques do passado alertavam que no meio de campo faltavam jogadores criativos, que desequilibram um jogo, Dunga não convocou Neymar, Ganso e Ronaldinho Gaúcho, que poderiam estar no lugar de Júlio Batista, Kléberson e Josué. Com Kaká fora de forma, só sobrou Robinho no ataque para inovar. Vamos receber bem a delegação, pois espírito de luta e abnegação não faltaram. Alegria de uns, tristeza de outros...

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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Derrota gelada

Não esquenta, não, Brasil. Seleção que faz propaganda de cerveja se resfria fácil, fácil.

GABRIEL TARQUINIO BERTOZZI

degafla@pocos-net.com.br

Poços de Caldas (MG)

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"O hexa fácil acabou se transformando no caixão da CBF coberto de tulipas"

HARRY RENTEL / VINHEDO, SOBRE A ELIMINAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA PELA HOLANDA

harry@citratus.com.br

"Nosso treinador fez treinos tão secretos que nem os jogadores conseguiram entender. Agora voltamos secretamente para casa"

WALDIR GANDOLFI / SÃO PAULO, IDEM

gandolfi.w@uol.com.br

"Pelo menos nos livramos do ditadorzinho Dunga"

CONRADO DE PAULO / BRAGANÇA PAULISTA, IDEM

conrado.paulo@uol.com.br

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TEMA DO DIA

SP tem 6º trajeto mais difícil até o trabalho

Pesquisa foi feita em 20 cidades do mundo; 73% dos paulistanos acham o trânsito nocivo à saúde

"Mostrem-me uma cidade que tenha reduzido os congestionamentos sem investir de forma maciça em transporte público."

GUSTAVO FIGUEIREDO

"Temos que evitar o trânsito morando perto do trabalho e colocando filhos em escolas próximas também."

DANILO KAHIL

"Imagino quando chegar a Copa de 2014. A cidade deve estar preparada para receber milhares de turistas estrangeiros."

ADEMAR JOAQUIM DOMINGUES

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Cartas enviadas ao Fórum dos Leitores, selecionadas para o Estadão.com.br

POR QUE O BRASIL PERDEU

A derrota do Brasil nesta Copa era algo previsível que fingíamos não ver e aconteceria cedo ou tarde. Não quisemos enxergar que o time passou de forma medíocre na primeira fase, quase cedendo empate para uma amadora Coreia do Norte que tomou de sete de Portugal. Ganhou da Costa do Marfim com ajuda de um gol do Luis Fabiano em que ele usou duas vezes o braço para marcar. Empatou com Portugal quando os dois foram tão ruins e não mereciam ganhar. Apenas contra o Chile ganhou fácil, porque sempre foi um freguês de caderneta. Contra a Holanda bastou tomar o gol de empate para se desmilinguir, aparecerem todos os defeitos do time e perder. Por que foi assim contra os laranjas? Quando ganhava, o time não soube tocar a bola porque não tem um boleiro clássico para isso e, a bem da verdade, muitos que posavam de craques sumiram, mostrando que era só mascara, caso do Robinho e do Luis Fabiano, o segundo já crente que era o ''Fabuloso'', como nossa mídia afobada já o apelidava. Errado também achar que seria diferente se tivesse um Ganso e um Neymar, porque até agora a dupla só apareceu em campeonatinhos medíocres, como o Paulistinha e a Copa Brasil. Ah, faltou um técnico de verdade no banco, em vez de um cabeçudo que só sabia xingar juízes e maltratar o pessoal da imprensa. Perder teve uma vantagem: não seremos obrigados a ver o presidente Burla desfilar em Brasília em cima de uma caminhão dos bombeiros com a taça numa mão e na outra o seu avatar, Dilma Rousseff.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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GANHAR OU PERDER

Como para tudo na vida existe o lado bom, com a volta antecipada da seleção brasileira não iremos ver o presidente Lula dando cambalhotas no palácio, em Brasília.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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O ''DUNGUISMO'' ACABA COM O FUTEBOL BRASILEIRO

O conceituado e internacional diário ''EL País'' assinala uma tese que deve ser considerada seriamente pelos amantes do futebol brasileiro: há 16 anos, Carlos Alberto Parreira industrializou o nosso futebol e Dunga, tosco e canhestro, foi seu principal representante, voltados às conquistas das Copas ainda que sob retrancas e tirando todo o encanto da seleção canarinho, que levava ao delírio os amantes do futebol em todo o mundo, com Didi, Pelé, Garrincha, Rivellino, Zico, Sócrates e tantos outros gênios que se importavam mais em propiciar um espetáculo arrebatador do que jogar por regulamento e ganhar a qualquer preço.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MERECEU

Amplamente merecida a eliminação de nossa seleção da Copa do Mundo, pois jogando um futebol feio, medroso e com jogadores querendo se impor pelo nome e um técnico destemperado, ridículo em seus gestos e reclamações, não poderia ganhar a Copa.

Felipe Melo, Josué, Grafite, Kléberson, Gilberto não poderiam estar lá e Kaká não correspondeu como se esperava dele.

Chamou-me a atenção também a atitude de Robinho querendo intimidar os holandeses, coisa absurda, deprimente.

Artur Armando Intaschi lene.arte@hotmail.com

Ubatuba

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BRASIL, ACORDA!

Esse negócio de ficar chamando estrelas está por fora. É melhor chamar jogadores que realmente vestem e suam a camisa, o único que tem de ter experiência é o técnico. Todo mundo acha que se temos um presidente que nunca estudou, o resto pode ser tudo assim avacalhado.

Eduardo Kamei Yukisaki eduardo_kamei@uol.com.br

Guarukhos

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TUDO COMBINADO?

O Brasil perdeu, mas será que não foi levado a perder? Com jogadores contundidos, esquentados, com idade mais elevada comparando com os que tínhamos aqui, técnicos que não levam em consideração os melhores da atualidade, por acharem que estes são jovens sem experiência... Mas Dunga também não tinha experiência para ser técnico de seleção e assim mesmo foi colocado pelo presidente da CBF, sr. Ricardo Teixeira. Tivemos nesta Copa muitos "erros" de arbitragem, a impressão que dá é que estava tudo combinado para o Brasil perder, talvez para manter o interesse dos demais times em competir. De qualquer maneira, é estranho que com tanta tecnologia os torcedores do mundo inteiro fiquem na mão de juízes simples mortais.

Anderson Aparecido, dandersonaparecido@yahoo.com

Hortolândia

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''TRAGÉDIA'' ANUNCIADA

A desclassificação da seleção brasileira nas quartas de final foi um acontecimento já previsto e anunciado.

Com um técnico inexperiente e presunçoso, com uma comissão técnica perdedora em 2006, agora todos procuram um culpado, citando principalmente Felipe Melo e Michel Bastos. Eles são os menos culpados... O maior culpado foi o sr. Ricardo Teixeira, que de há muito vem sendo um retrocesso para o futebol brasileiro e bancou toda a incompetência e impavia de Dunga, Jorginho & Cia. Devemos começar uma reformulação total, esquecendo esses jogadores mercenários e totalmente descomprometidos com a nosso país e com o povo brasileiro. Fora, Ricardo Teixeira e toda sua troupe! A próxima Copa está perto e não há tempo a perder.

José Carlos Massonetto mfmassonetto@uol.com.br

São Paulo

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LIÇÕES DA COPA

Lição a apreender, embora este não seja o objetivo imediato do torcedor brasileiro: para ser técnico de um time de futebol é preciso ter experiência. Para ser jogador de seleção não basta ser milionário com cidadania portuguesa, espanhola ou italiana, ou usar brinquinhos, ter carrões e mansões europeias. Menos ainda fazer discursos vãos e cheios de inverdades quando voltam para casa após perder uma Copa. Para ser comentarista de futebol não basta trabalhar na Globo.

Para ser presidente da República não basta ser clone ou poste de um traidor, ou ilusionista, ou um golpista qualquer.

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

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A ERA RICARDO TEIXEIRA PRECISA SER ENCERRADA

Chegou a hora de a imprensa, principalmente a esportiva, e a opinião pública do País se mobilizarem para encerrar definitivamente a era do sr. Ricardo Teixeira à frente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O povo brasileiro não merece ter um presidente da CBF que, ao longo de vários anos, tem se preocupado prioritariamente em fechar contratos publicitários milionários em torno da seleção brasileira, quando, na verdade, deveria escolher um profissional com experiência comprovada, um técnico de carreira para dirigir o time canarinho. Só ele mesmo, com a sua arrogância e prepotência - que é de conhecimento público -, poderia colocar um ''técnico'' como o Dunga, que nunca dirigiu nenhum time de futebol profissional, para comandar a seleção. E só obteve a classificação nas eliminatórias para a Copa do Mundo da África do Sul e o título de campeão da Copa das Confederações graças ao talento individual e à capacidade de improvisação dos nossos jogadores.

Então, para que serve a experiência comprovada de anos a fio e títulos de campeão brasileiros de técnicos como Murici, Leão e Luxemburgo, entre outros - sem falar do Felipão, que já foi Campeão Mundial? Qual é validade do Campeonato Brasileiro, uma competição que empolga e mobiliza os torcedores de todo o País a cada temporada, seja in loco nos estádios, seja ao vivo nas transmissões das emissoras de TV abertas e fechadas, sempre revelando jogadores de excelente qualidade técnica? Por que privilegiar nos últimos anos sempre os jogadores que jogam na Europa, em detrimento daqueles que mostram talento por aqui, como é o caso do Paulo Henrique Ganso, Neymar e muitos outros?

Tudo isso é fato e vem acontecendo por causa da gestão do sr. Ricardo Teixeira como presidente da CBF.

Portanto, acredito que é só uma questão de tempo para que esse ''status quo'' dele caia, um dia, por terra.

Nós, amantes do futebol brasileiro de verdade, de tradição, ou seja, bem jogado, com criatividade, talento e padrão tático definido esperamos que isso seja realidade muito em breve, pois, assim, dificilmente teremos um dia triste como o de da eliminação para ficar registrado na história da seleção brasileira.

Lineu M. Dias de Lima, lmd@matrix.com.br

São Paulo

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SISTEMA DE COTAS

Como já existe em vários setores da sociedade, o sistema de cotas poderia ser implantado com os jogadores da seleção. Deveria ser obrigatório que pelo menos 50% dos jogadores estivessem em atividade no País, assim, quem sabe, colocassem mais raça e amor à Pátria.

Hoje jogam por pura vaidade de estar na seleção e, se perdem, voltam para os seus times de origem ganhando os míseros R$ 500 mil, R$ 1 milhão mensais (ou mais), sem se importar com o sofrimento do povo brasileiro.

Sergio Scalisse Ribeiro sscalisse@hotmail.com

Jacareí

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GRAÇAS A DEUS

De certa forma, dou graças a Deus pela derrota da seleção. Imaginem a festa do presidente Lulla, sua mulher e sua candidata ''clone'' Dilma na rampa do Palácio se a seleção fosse campeã. O povo tem de acreditar que Lulla é uma mentira, que só quer aparecer de forma populista e enganadora.

Roberto Bottini robertobottini@uol.com.br

Mogi das Cruzes

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PARA ENTRAR NO GUINESS

Nunca antes neste país um presidente perdeu duas Copas...

Para o nosso dileto presidente, que está indo para a África assistir à final da Copa e que tanto gosta de comparações: O NOSSO QUERIDO FHC LEVOU A COPA DE 2002. Durma com esta!

Cassia Carlin Malteze cassia.carlin@terra.com.br

São Paulo

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OUTRA SELEÇÃO

Obrigado, Holanda! Obrigado, Dunga! Espero que a partir de hoje os brasileiros se emocionem e se preocupem, como fizeram até agora, em escolher uma "seleção" de homens públicos verdadeiramente honestos e competentes para governar o nosso Brasil.

Marco Antonio R. Nunes nunesmarcelao@ig.com.br

Pindamonhangaba

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FAVORITA

Nem sempre a favorita vence... Espero também que a outra favorita, a dona Dilma, dance como dançou a seleção do zangado Dunga. Se a seleção tivesse chegado à final, a exposição da clone seria bem maior e com certeza colheria alguns louros.

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br

Ourinhos

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DESCONTROLE

Dunga, muito mais que orientações táticas ou técnicas, deveria transmitir aos craques brasileiros, no jogo contra a Holanda, controle emocional. Ao invés disso, e auxiliando a vaca na sua caminhada para o brejo, passou a esmurrar tudo que via pela frente...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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DOS PACS AO FUTEBOL

Caiu a máscara que cobre a realidade de um plano da estratégia política ministrada com informações gota a gota sobre a pujança brasileira, cantada todos os dias em prosa e verso ( muito mais em prosa). Infelizmente, o futebol deu-nos o diagnóstico final de que tudo o que nos tem sido dito e mostrado não passa de uma repetição dos procedimentos adotados por países ditos democráticos: que o sentimento humano pode ser manipulado e explorado.

O resultado da Copa dá, desta vez, a oportunidade de ser feita a comparação entre a mentira e a verdade, como entre a promessa e a realização. Assim, de uma certa forma poder-se-á comparar as duas "seleções" : os Ministérios do atual governo com seus PACs e a atual seleção de futebol. Ambas prometeram realizar sonhos. Pobre País, cheio de ''pujança'' e vazio de ''realidades''.

Alberto CAruso, albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

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ELEFANTES BRANCOS

O argumento a favor do custo da Copa é de que os bilhões investidos redundarão, por tabela, em infraestruturas, como estradas, aeroportos e até metrô. Esse argumento é falho porque, se há dinheiro para construir essas infraestruturas, para que, então, receber a Copa? Essas infraestruturas poderiam ser construídas sem Copa e a diferença usada em estádios pode financiar outras estruturas, como portos e ferrovias. O País pode colocar centenas de milhões em um estádio, ou colocar esses milhões na construção de um novo porto, e é fácil de imaginar a diferença do impacto na economia. Os únicos benefícios são felicidade e grande coesão nacional; entretanto, essa felicidade e coesão são muito caras e passageiras. Na verdade, quem lucra mesmo com a Copa são a mídia e a Fifa. O lucro delas é digno de evitar de ser comentado. Construtoras também lucram e dão empregos, mas fariam isso de forma melhor na medida em que o dinheiro de um estádio fosse para um porto, ou uma estrada de ferro. O turismo e o comércio lucram com a Copa, mas quem vai repor os bilhões investidos? Obviamente, os políticos lucram com a Copa: circo produz votos. A Coreia do Sul e o Japão chegaram até a implodir alguns estádios. Estádios se tornam um drama após a Copa. Verdadeiros elefantes brancos. Afinal, para que mesmo patrocinar a Copa, hein?

Iracema Palombello cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista,

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NEM ESQUECER NEM PERDOAR

O Brasil perdeu. Mas ganhou a seleção dos arrogantes dos ''cartolas'', que infestam nosso futebol.

Venceu a seleção que levou seus melhores jogadores, e não aqueles que aceitaram ficar confinados como gado, sem acesso a ninguém, e até foram proibidos de dar entrevistas aos jornalistas.

Venceu a humildade, e não a panela na escolha dos convocados.

Venceu o técnico que não fazia parte de um conto de fadas, mas preparou um time ofensivo, enquanto o nosso vivia uma história infantil, onde o todo-poderoso, ''enquanto técnico'', da nossa seleção era o dono absoluto de todos os convocados, E ai daquele jogador que ousasse desobedecer-lhe.

É evidente que em todo esporte o que vale é competir, mas no nosso caso queremos ganhar, e se perder que seja de igual para igual. Não foi o que ocorreu, deixamos em nosso solo jogadores importantes, em excelente fase, para levar outros que estavam machucados, reservas, psicologicamente afetados e apadrinhados, desde que não desafiassem o chefe e o seguissem cegamente, até a derrocada.

Esse jogador Dunga não era para ser técnico de nossa seleção, pois não tem experiência para tal envergadura, mas foi colocado à revelia de todos os brasileiros, e deu no que deu.

Ele é culpado, sim, pela derrota da seleção, pois não soube escalar, embora tenha sido advertido, mas insistiu no erro, não soube armar, não soube lidar com a posição que estava ocupando e, finamente, não soube mudar quando deveria.

Por tudo isso esse senhor é culpado pela derrota do Brasil na Copa, isso nós não iremos esquecer nem perdoar.

Mohamed Abdalla Kilsan, kilsanabdalla@terra.com.br

São Paulo

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A CBF TAMBÉM TEM CULPA

Na maioria das vezes o tempo, como diz o mineiro, cura o queijo.

Não seria possível 190 milhões de brasileiros, dentre eles grandes estrelas do futebol e principalmente da imprensa séria. estarem errados e somente o ''treinador'' Dunga estar correto.

Não se pode diminuir a culpa da CBF, na pessoa do sr. Ricardo Teixeira, que, como Dunga fez ao manter os volantes e Felipe Melo, também manteve o treinador pelos resultados de coincidência.

Na hora do vamos ver, a experiência de Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e a ousadia de Paulo Henrique Ganso, com certeza fariam a diferença.

O time, ao levar o gol de empate, olhou e ficou marcado no rosto de cada um: ''E agora, o que vamos fazer?"

Teríamos nesse momento de ser um pouco de Itália e França, em que o presidente pudesse chamar Ricardo Teixeira e Dunga para explicações convincentes.

Meus sentimentos.

Welington Rodrigues welingtonlmr@ig.com.br

Campinas

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E AGORA?...

''Acabou-se o artifício, desmanchou-se a mágica, volta-se à realidade'' (CECÍLIA MEIRELLES)

Fim do patriotismo oportunista, do ufanismo bem remunerado de alguns.

Pela frente, as mentiras, em forma de promessas, dos políticos; a pedofilia (eclesiástica e doméstica), a contumaz corrupção, as mazelas da educação e da saúde, as tarifas e os impostos extorsivos, a cotidiana violência, o desrespeito.

Será melancólica a volta à nossa banalizada realidade.

Resta-nos esperar por 2014, quando voltaremos a ser um país preocupado com a alegre fugacidade, a ofegante epidemia, proporcionadas pela Copa do Mundo de Futebol.

Como diria Wilson Simonal, ''vamos voltar à pilantragem!''

Gilberto Martins Costa Filho, marcophil@uol.com.br

Santos

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FESTIVAL DE CHUPAS

Depois da saída prematura do Brasil da Copa de 2010, só nos resta assustado pelo silêncio sepulcral da cidade de São Paulo, a oferecer um festival de chupas: Chupa Dunga, o símbolo do pior torcedor organizado, a cada aparição na TV um palavrão novo, no segundo tempo alertada a TV oficial ignorou o treinador brasileiro; chupa Ricardo Teixeira por aceitar um esquema incompetente no comando da seleção brasileira; chupa Ricardo Teixeira por levar junto com a delegação o que existe de pior na cartolagem brasileira; chupa Gilberto Kassab, por acreditar nesta turma toda. E espero que não chupe o povo brasileiro, que inocentemente ainda acredita na sua seleção e que da mesma forma que fez com o ficha limpa vai acordar e expurgar a corrupção do esporte brasileiro.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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PERDER FAZ PARTE DO JOGO

Sabemos que perder faz parte do jogo, mas a tristeza do brasileiro não é só pela derrota, mas sim por tudo aquilo poderia ter sido feito melhor. A convocação dos jogadores foi da comissão técnica ou dos patrocinadores, fato que explicaria algumas ausências, como dos meninos do Santos, do Ronaldinho Gaúcho e outros em boa forma. Por que insistir tanto com alguns que não

estavam em boas condições e outros até desconhecidos no futebol brasileiro?

Eu creio que o Brasil teria condição de montar vários times, e todos eles teriam grandes chances do hexa, até mais do que a seleção dos brasileiros estrangeiros.

A força da torcida, o desejo de conquista do povo, a união que se faz reunindo todas as classes sociais nos faz lamentar as atrocidades que se praticam no Brasil de forma generalizada, na política e, que pena, até no futebol. A esperança era de que pelo menos no futebol não houvesse interferência, por conta de interesses particulares, mas, enfim, não nos esqueçamos do engodo e fiasco na Copa da França. Temos quatro anos para esquecer.

Que pena, é muito triste.

Waldir Cassapula waldir.cassapula@uol.com.br

São Paulo

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MÉDICI DE GARANHUNS

Pobre Lula, sonhava em ser um ''Médici'' sem nunca ter sido!

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

São Carlos

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1982 + 2010 = TEIMOSIA

Evidente que todo o Brasil está triste, e não sem razão. É que a memória dos brasileiros precisa ser lapidada; nós esquecemos facilmente os nossos fracassos. É assim, principalmente, na política. Existem exemplos aos milhares. Passa a eleição, tudo é esquecido; passa a Copa, e é esquecida a derrota. Mas quando a derrota é coroada pela brava luta dos jogadores em campo, de esquema tático/administrativo mais correto possível, como foi o caso do Japão, do Chile. Já onde as vaidades dos dirigentes - leia-se Dunga e Ricardo Teixeira - se sobrepõem ao amor à Pátria, aos anseios dos torcedores brasileiros, é de lamentar. A frustração é indescritível. Ressalve-se que os jogadores brasileiros fizeram a sua parte, mas os dirigentes, não. Tudo lembra o Mundial de 1982, quando por pura teimosia perdemos a Copa, com as maiores estrelas do mundo, pela não convocação do Leão, o melhor goleiro da época e um dos maiores do mundo até hoje.

Ficaram fora da seleção Ronaldinho Gaúcho, Paulo Henrique Ganso, Neymar e vários outros. Jogou quem? Aqueles que atuam na

Europa e que, se vencesse o Brasil e sendo campeão, estariam supervalorizados, já que a grande maioria é patrocinada pela Nike. Agora mesmo corre pela internet a notícia de uma investigação que apura como a França teria sido campeã no seu país, em 1998.

Enfim, a teimosia dos dirigentes da gloriosa seleção brasileira, com suas vaidades acima do amor do torcedor pela nossa

seleção, frustrou mais um sonho do pobre e sofrido povo brasileiro. Acorda, Brasil...il...il.

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@hotmail.com

Rio Claro

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QUERIAM O QUÊ?

Após a derrota, todos os que foram entrevistados, jogadores, técnico e dirigentes, enfatizaram que nunca na história do futebol brasileiro houve um grupo tão solidário na tristeza...

Sergio S. de Oliveira marisanatali@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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DERROTA

A seleção refletiu perfeitamente a coerência de Dunga. E prova, mais uma vez, que não somos imbatíveis nem melhores que ninguém.

Achel Tinoco, achelltinoco@yahoo.com.br

Salvador

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O TIRO SAIU PELA CULATRA

Seu Teixeira, seu Sánchez, não é só o Morumbi que vocês tiraram da Copa, tiraram a seleção brasileira também.

Ricarte Sandoval ricartesandoval@terra.com.br

São Paulo

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SELEÇÃO, PÃO E CIRCO

Que me perdoem os leitores, mas a idade vai me tornando muito racional. Pior para mim, talvez.

A derrota da seleção foi a melhor coisa que poderia acontecer ao Brasil e ao futebol brasileiro. Tomara que sirva para sacudir e despertar o povo brasileiro dessa ilusão de ''pão e circo'', ou de ''Bolsa-Família e futebol'', que o anestesia e o faz ignorar aspectos tristes de nossa realidade. Nossa gente pinta a cara, veste a camiseta ''canarinho'' e sai às ruas torcendo desesperadamente por uma equipe de ''estrangeiros'' milionários. Mau desperdício de energia. Enquanto isso, ficamos omissos e nos submetemos calados a toda a soma de escândalos políticos, de corrupção, de malversação do erário, em todos os níveis do poder público. Negociatas, arranjos, inquéritos e investigações que nunca chegam a lugar nenhum, nada disso tem o poder de levar o brasileiro a revoltar-se e a exigir dos donos do poder a devassa, a moralização da vida pública, a punição e o afastamento de figuras perniciosas, inclusive no mundo do futebol, que continuam a ignorar a lei e a rir-se de todos nós, pobres e ingênuos cidadãos, pagadores de impostos. Acorda, meu povo!

Geraldo de Menezes Gomes gdmgomes@gmail.com

São Paulo

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A DIFERENÇA

Lá na África do Sul o jogador Felipe Melo desrespeita a regra, é expulso de campo e seu time perde o jogo. Aqui, o presidente desrespeita a regra, é multado seis vezes pela mesma infração e continua jogando de modo cada vez mais bruto. É a diferença entre a seriedade do jogo de futebol e a falta de seriedade da democracia brasileira.

Euclides Rossignoli, euros@ig.com.br

Itatinga

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A PÁTRIA SOMOS NÓS

Se o técnico da seleção de futebol estava sendo sincero quando falava em defesa da Pátria, agora deve estar com algum problema de consciência. Esqueça, professor. Pátria é um símbolo, uma abstração, uma fantasia entre as inúmeras que povoam o mundo virtual que cultivamos. O mundo real, a verdadeira pátria somos nós que trabalhamos, estudamos, pagamos impostos e cuidamos de nossos descendentes. Nós não perdemos nada, apenas nos desfizemos de uma ilusão, assim como a teríamos aumentado em caso de vitória. Pensando bem, professor, o senhor nos prestou alguns favores. A índole autoritária, sem subterfúgios, como a sua e, de tabela, aquela que se exibe disfarçada em gaiatices, sofreu um revés. Além do que não será demais vê-lo como salvador, se não da pátria, pelo menos de muita gente que deixará de perder a vida em comemorações estúpidas. O próximo episódio, em 2014, promete.

Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br

São Paulo

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COPA DO SEGREDO

Foram tão secretas as instruções do Dunga que nem os jogadores as acharam.

Jacy Lori Ártico Mattédi jacymattedi@globo.com

São Paulo

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SELEÇÃO E PSDB

O PSDB é como a seleção brasileira, muitas, muitas estrelas, o PT uma só. Até o técnico deveria ser Dunga também.

Coitado do Brasil!

José G. Oliveira mandarino-oliveira@uol.com.br

Praia Grande

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A VOLTA DA SELEÇÃO

A seleção brasileira volta para casa, minha gente! E "vamo que vamo trabaiá" pra sustentar essa Nação dos bolsa-tudo! Na real não tínhamos mais tempo para torcer pra essa seleção capenga que foi a cara do treinador. Mais alguns dias de Brasil parado e a carga tributária subiria mais ainda, porque o governo tem muito que gastar em ano de eleição. Mas no fundo, no fundo, a saga de Lulla agourento se confirma! Vade retro...

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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NÃO PODERIA DAR OUTRA...

Um escrete sem identidade nacional, que mais parece representante da União Europeia. Um elenco de jogadores vaidosos que se preocupam mais com faturamento e merchandising do que em jogar futebol. Um técnico turrão e prepotente que escalou uma seleção tão feia quanto a saraivada de palavrões e impropérios que ele dirigiu aos profissionais da imprensa. Um selecionado com a imagem vinculada à bebida alcoólica (cerveja) que dá um péssimo exemplo à juventude brasileira. Um jogo supostamente preparatório para a Copa do Mundo contra a péssima seleção de Zimbábue, que ocupa o 110.º lugar no ranking da Fifa e cujo cachê de milhões de reais recebidos pela CBF foi pago por um ditador genocida, corrupto e sanguinário (Robert Mugabe), com dinheiro amaldiçoado e sujo.

A consequência de tudo isso não poderia ser outra. Uma vexatória desclassificação no jogo contra a seleção holandesa, a

Laranja Mecânica, num jogo pautado por apatia, violência e expulsão.

Resumindo: uma vergonha monumental!

Túllio Marco Soares Carvalho

Belo Horizonte

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VALEU, BRAZIU!

Triste ser eliminado da Copa 2010.

No faltou garra! Não faltou esforço aos jogadores!

Não se apontem dedos para este ou aquele.

Foi um resultado justo para um futebol que não representa a história do futebol brasileiro.

Não dá gosto assistir!

Que a derrota sirva de alerta e se mude a mentalidade!

Chega de empates de 0 a 0 contra Colômbia, Venezuela e placares gloriosos de 1a 0, trocando passes para administrar.

Quero perder de 7 a 5. Empatar de 4 a 4.

Quero reclamar do azar de chutar bolas na trave e o goleiro adversário ser o melhor em campo.

Sei lá!

Costume de corintiano?

Eu quero ter o gosto de torcer.

Afinal, perder por perder...

Bola prá frente!

Pedro Galuchi pgaluchi@gmail.com

São Paulo

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FALTARAM COMPETÊNCIA E PERSONALIDADE

A Holanda teve personalidade para virar o jogo e o Brasil não teve para segurar o resultado.

Escalar Felipe Melo já foi errado. Mantê-lo no jogo com um cartão amarelo foi insistir no erro. Um gol contra e expulsão. Josué, entrando no intervalo, teria evitado tudo isso e a história poderia ter sido outra.

Mas Copa não perdoa. Vence sempre a competência. Pra casa, Brasil.

Fomos até onde merecemos.

Odair Picciolli pedraseartes@suednet.com.br

Extrema (MG)

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DUNGA & DILMA

O fracasso da nossa seleção, que todos lamentamos, nos leva a uma reflexão sobre o critério que levou Ricardo Teixeira (Lula) a escolher o Dunga (Dilma) para técnico da seleção brasileira. Dunga (Dilma) nunca teve experiência anterior. O Brasil tem inúmeros técnicos (políticos) de muito bom nível que poderiam ter sido escolhidos para desempenhar esse papel, mas Ricardo (Lula) optou por uma pessoa inexperiente, por razões que com certeza não levaram em conta o melhor interesse da nossa seleção (País). Para técnico da seleção nós não votamos, para presidente do Brasil, sim. Espero que os eleitores brasileiros tenham o discernimento de não eleger uma pessoa inexperiente, portanto, não testada, para a Presidência do Brasil. Qualquer semelhança entre Ricardo Teixeira e Lula da Silva não é mera coincidência.

Israel Aron Zylberman aronz@uol.com.br

Carapicuíba

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QUANTO?

Desta vez, quanto custou não passar sequer para as semifinais? Sim, porque da ''outra'' foi a escolha do Rio de Janeiro como sede de 2014. E esta custou o quê, para cada brasileiro? E como perguntar não ofende, posso saber o que este sr. Ricardo Teixeira continua fazendo como (des)presidente da CBF? Ele foi indicado pelo Lula? Se foi, por isso é ''imexível!''

Flávia Machado mbcastilho@gmail.com

Barretos

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E AGORA, PRESIDENTE?

A desclassificação do Brasil na Copa sepultou a pretensão do Lulla de utilizar o carrancudo técnico Dunga como exemplo de que inexperiência não, necessariamente, conduz ao fracasso.

A desclassificação do Brasil representa a derrota de Lulla e Dilma, pois mais do que nunca ficou claro que para conduzir uma equipe, uma seleção e, sobretudo, um país é extremamente necessário ter experiência.

Marcos Ferreira marcos@karline.com.br

São Paulo

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