Cartas - 05/06/2011

CASO PALOCCI

, O Estado de S.Paulo

05 Junho 2011 | 00h00

Monstro do Lago Ness

A entrevista do ministro Palocci à TV Globo, tentando justificar o injustificável, lembra o monstro do Lago Ness, isto é, continua um mistério! O preparo da explicação levou cerca de duas semanas e agora estamos como no fog londrino: não dá para enxergar nada. Me engana que eu gosto...

KÁROLY J. GOMBERT

gombert@terra.com.br

Vinhedo

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Boa-fé

Na entrevista ao Jornal Nacional, Palocci declarou que as pessoas precisam ter boa-fé. Boa-fé nós temos, ministro. O que não temos é a idiotice necessária para acreditarmos em tudo o que o senhor disse.

MAURÍCIO RODRIGUES DE SOUZA

mauriciorodsouza@globo.com

São Paulo

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Sem salvação

O ministro das cifras milionárias deveria dar explicações ao Congresso e depois ao Supremo Tribunal Federal, não ao Jornal Nacional. No entanto, nada mais pode salvá-lo. O castelo de Palocci é de areia: R$ 20 milhões em quatro anos prestando consultoria não dão margem a nenhuma "boa-fé" que se queira exigir.

SANDRO FERREIRA

sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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Explica, mas não convence

Palocci disse na entrevista ter feito contratos com empresas que tinham validade de até cinco anos, mas, como ia encerrar as atividades de consultoria, todos os seus clientes lhe pagaram antecipadamente. Isso é que é chamar o brasileiro de otário! Quer dizer que na hora de antecipar os pagamentos não houve quebra de contrato e nenhuma empresa reclamou? E, para terminar, ponderou que as pessoas têm boa-fé, é preciso acreditar nelas. Então, de agora em diante todo cidadão que for chamado à Receita Federal será respeitado na sua boa-fé, é isso? A conferir...

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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A quitanda do ministro

Nos anos 50, o meu pai tinha conta no armazém. As nossas compras eram anotadas num enorme caderno de contador e, no final do mês, ele quitava a dívida. Quando o ministro Palocci afirma que o faturamento no final de 2010 - R$ 10 milhões - foi um "fechamento de contas", viaja para aquela era de inocência.

HELENA RODARTE C. VALENTE

helenacv@uol.com.br

Rio de Janeiro

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Quebra de contrato

Sr. Palocci, quando se desiste de um contrato, o que cabe é multa. Quem rompe o contrato perde dinheiro, não recebe pagamento "pelos serviços já prestados".

GATTAZ GANEM

gattaz@globo.com

Carapicuíba

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Demora e relutância

Da entrevista de Palocci à Globo: "Não há nada mais difícil de provar do que aquilo que você não fez". Agora ficou muito claro por que demorou tanto para se explicar e reluta em divulgar a relação de seus "clientes".

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

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No fio da navalha

O que está em discussão não é apenas o patrimônio financeiro alcançado pela empresa Projeto, de Antônio Palocci, e sim o patrimônio moral e ético de um homem público em sua relação entre o interesse privado e as informações dos bastidores do governo. É nesse fio de navalha que mora o perigo. Óleo e água não se misturam. Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.

J. S. DECOL

decoljs@globo.com

São Paulo

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Sem defesa

Parafraseando o filósofo romano Sêneca, "qual o homem que pode declarar-se inocente diante de tantas evidências?"

VIDAL DOS SANTOS

vidal.santos@yahoo.com.br

São Paulo

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E agora, presidenta?

A entrevista com as justificativas de Palocci, tardiamente e somente depois de enorme pressão, foi feita em condições de extremo controle e levada ao ar, com cortes, por uma única emissora de televisão. Por que não uma coletiva de imprensa? Nada pôde ser comprovado até agora, mas tratou-se de uma evidente tentativa desesperada de demonstrar o improvável: que o enriquecimento explosivo não tem nada que ver com a venda de informações privilegiadas. Negar, ele negará sempre, como no caso de Francenildo Costa. Mas não dá para acreditar. E agora, presidenta?

CARLOS ÁVILA

c.avila@modusoperantis.com.br

São Paulo

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Insustentabilidade

Se houver uma palavra da moda neste início do século 21, possivelmente será sustentabilidade. O vocábulo é a base de novos conceitos em economia, agricultura, ecologia, engenharia, arquitetura e diversas outras áreas do conhecimento humano. A presidente Dilma Rousseff acrescenta uma nova aplicação desse termo, em política, ao transformar o insustentável ministro Palocci em figura sustentável da República. Obra de mestre alquimista.

RENATO CONSOLMAGNO

consolmagno@terra.com.br

Belo Horizonte

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Pato manco

Palocci já é carta fora do baralho. É o famoso pato manco do folclore político americano. O mais incrível é que ele já tinha passado por situação semelhante quando era o todo-poderoso ministro do primeiro governo Lula. Ele é daquelas pessoas que não aprendem nunca com os seus erros. Se a vida lhe der uma terceira chance, cometerá novo desatino.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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Casa Civil

Sugestão para a presidente Dilma recuperar a credibilidade: troque Palocci pelo senador Jarbas Vasconcelos como ministro da Casa Civil. É de um partido aliado e tem o respeito da oposição, que o Palocci perdeu com a revelação de seus negócios.

MIGUEL ROBERTO JORGE

migueljorge@terra.com.br

São Paulo

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TEMA DO DIA

Palocci se cala sobre renda e omite clientes

Na primeira explicação pública após 20 dias de crise, ministro da Casa Civil evita divulgar valores

"Não convenceu ninguém, tanto quanto as palestras do ex-presidente da República. Ambos caíram em desgraça."

MARCELO DE MATTOS CARVALHO

"Se alguém for dar credito às tentativas de inocentar Palocci, deverá também rever a imagem do traficante Beira-Mar."

NILTON QUIROLLI

"Espero que os milhões de eleitores nunca se esqueçam das palavras dele, e nas próximas eleições digam um sonoro NÃO."

CLOVIS FREITAS

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PALOCCI NO JN

 

 

 

Explicar o quê? Não estava na cara? 

 

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

 

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INACREDITÁVEL

 

 

Acompanhei as declarações de Palocci à TV Globo. Coitadinho, ele é um santo! O detalhe é: todos têm inveja dele, ele é perseguido e totalmente inocente. A partir deagora eu acredito em duende, no Papai Noel, no coelhinho da Páscoa...

 

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

 

São Paulo

 

 

 

 

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GLOBO, POR QUÊ?

 

 

 

Por que o ministro Palocci concedeu entrevista à TV Globo para explicar o seu aumento patrimonial? Por que não uma entrevista coletiva, em que outras emissoras pudessem participar? Por que a preferência pela Globo? O correto seria o ministro ocupar a cadeia oficial de rádio e televisão ou fazer um pronunciamento no Congresso Nacional. Um homem público não pode nem deve priorizar este ou aquele meio de comunicação.

 

 

Panayotis Poulis  ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

 

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ENTREVISTA

 

 

 

Foi uma ordem ou foi um pedido? Quem é que manda?

 

 

 

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

 

Avanhandava

 

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EXCLUSIVA

 

 

 

Há mais de 30 dias a oposição vem amargando derrota sobre derrota, na tentativa de levar o ministro da Casa Civil, Antônio Palocci, ao Congresso para esclarecer como foi dotado dos poderes do lendário rei Midas, como conseguiu, de forma tão rápida, amealhar uma considerável fortuna, somente com assessorias. O Palácio do Planalto, os políticos do PT e todos os que compõem a base aliada do governo viam nessa apresentação  um medo pânico de que a verdade deixasse o governo de saia-justa. Eis que o Jornal Nacional fez uma entrevista com o ministro. Palocci é blindado para não comparecer ao Congresso, mas não tem nenhum impedimento para “justificar” sua fortuna no ‘‘jornal das oito da Globo”. Será que a ''Vênus Platinada'' tem mais prestígio do que os nossos políticos? Uma coisa é certa: seus clientes não foram mencionados.

 

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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ESTÔMAGO EMBRULHADO

 

Simplesmente deu nojo. Foi difícil ver até o fim a entrevista do Palocci no  Jornal Nacional.

 

 

 

Vanderlei Zanetti vanzanetti@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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NÃO CONVENCEU

 

Palocci sendo convidado para participar do governo com antecedência, ainda na época de campanha para a Presidência de Dilma Rousseff, coincidentemente fatura em sua empresa Projeto R$ 20 milhões. Tráfico de influência, com o poder já existente (antigo ministro do governo Lula), rende a Palocci o dinheiro que ele quiser e pedir, exigir. Ele tem o poder, principalmente num país corrupto e onde impera a impunidade. Quisera ouvir um dia que o famoso caseiro do caso Palocci melhorou de vida e ganha hoje quatro vezes mais do que ganhava na casa dos bacanais da República de Ribeirão.

 

Cecilia Miklos Dale eciliamdale@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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REI MIDAS

 

 

 

 A notícia de que o rei Midas, atualmente agindo nos já famosos porões da Casa Civil, finalmente iria explicar publicamente o astrofísico crescimento do seu patrimônio mexeu com muita gente, além de multiplicar por 20 o Ibope da Rede Globo. Eu até resolvi voltar mais cedo para casa e,munido de papel e caneta, para não perder nenhum detalhe, postei-me na frente da TV à espera da aula sobre multiplicação de patrimônio. Afinal, quem não gostaria de fazê-lo? Não demorou muito e a minha esperança virou frustração. Descobri que sou mortal. Não sou petista; minha barba não é ideológica (apesar de uma barba ideológica na Bahia ter sido vendida por R$ 500 mil); não sou amigo do rei; a “presidenta" não me falaria de seus futuros planos econômicos para que eu pudesse vender a ideia aos gigolôs do governo; não tenho nenhuma ascendência sobre a Receita Federal nem sobre o Coaf; não sou conhecido da nobre reserva moral nacional composta por José Sarney, Renan Calheiros, Paulo Maluf. Conclusão: se eu roubar, serei preso.

 

 

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

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ME POUPE...

 

 

O pior de tudo não é ouvir as desculpas esfarrapadas de Palocci sobre seu enriquecimento repentino dadas no JN de sexta-feira. O pior mesmo é ele pensar que com aquele papo mole de bebum de botequim estaria colocando uma pá de cal em cima das suspeitas e voltaria tranquilamente ao seu posto de ministro sem dever mais nada. Como pode um ex-médico, que ficou à testa do Ministério da Fazenda por apenas quatro anos, ser tão eficiente assim a ponto de dar consultoria a empresas apenas pelos seus belos neurônios? Nada de tráfico de influência? Me poupe, Palocci. Não subestime a nossa inteligência, porque o Brasil não é quintal de Ribeirão Preto!

 

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

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CASA CIVIL

Dos três porquinhos que ajudaram Dilma, era o da Casa Civil que tinha casa de palha...

 

 

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

 

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PROVAS, INDÍCIOS E VÍCIOS

 

 

 

Em sua entrevista aparentemente paga à TV, Palocci cometeu um escorregão e repetiu um  vício petista. Escorregou ao dizer que sua ação seria crime se houvesse provas ou indícios. O fato de ele não ter nenhuma especialização na área empresarial não é um indício muito forte? O vício,  muito usado pelos líderes de seu partido, é o de repetir as mentiras até que elas se tornem verdades (síndrome de Goebbels). Ficou a impressão de que as perguntas foram formuladas após as respostas.

 

 

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

 

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COMPROVANTES

 

 

Será que deu tempo de comprarem todas as notas?

 

 

 

 

Yvelise Rodrigues Fonseca yvelise.rodrigues@terra.com.br

São Paulo

 

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PAREM AS MÁQUINAS!

 

 

O cara vai à maior TV e fala que devemos ter algo que ele não teve com o Francenildo? Eu não sou burro, e ele pensa que eu sou. Abandone-me (rs).

 

Jose Roberto Palma palmapai@ig.com.br

São Paulo

 

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DICA DO CONSULTOR PALOCCI

 

 

 

"Crescei e multiplicai-vos, de preferência 20 vezes, rapidamente".

 

 

Yoshitomo Tsuji y.ts@hotmail.com

São Paulo

 

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INFLAÇÃO PATRIMONIAL

 

 

Aumento palocciano de fortuna: seria esse o "espetáculo do crescimento" de que falava Lula?

 

 

Carlos Renato Napoleone crnapoleone_50@itelefonica.com.br

Agudos

 

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O DESTINO DE PALOCCI

 

 

Não basta que Palocci seja afastado. É preciso também que devolva os milhões dos contribuintes aos cofres públicos.

 

 

 

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

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DESMORALIZADOS

 

 

 

Eu sempre achei que a coisa mais desmoralizada do nosso Brasil fosse o Congresso Nacional. Mas o Ministério da Dilma provoca-me dúvidas...

 

 

Ronald Martins da Cunha ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas   MG

 

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A VACA É GORDA

 

 

O PT é um partido especializado em atos condenáveis, mas enganou muitos brasileiros pregando seriedade e responsabilidade com a governança do país. Mas na realidade o que se vê é uma incompetência generalizada, empreguismo escancarado, corrupção a solta e uma verdadeira falta de vergonha ao negar os fatos. Não pensem que o caso Palocci será o último, pois ainda haverá muitas trapaças innéditas e surpreendentes. Aguardem as obras emergenciais para da Copa do Mundo e a Olimpíada, pois aí a vaca é muito gorda.

 

 

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

 

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CBF X SÃO PAULO

 

 

 

Prezado governador Geraldo Alckmim, aproveite a má vontade do Ricardo Teixeira com o Estado de São Paulo e caia fora dessa tal deCopa, que promete ser a vergonha das vergonhas, inclusive no quesito futebol. Vamos aplicar recursos em transporte público. Metrô, por exemplo.

 

 

Jair Freire assim.soja@gmail.com

São Paulo

 

 

 

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QUEM PRECISA

 

 

Já está na hora de nossos governantes madarem às favas este pessoal da Fifa e da CBF, com estas frescuras para nós podermos ser a sede de abertura da Copa. Ora, somos a locomotiva que move este país, não podemos nos sujeitar aos caprichos de duas entidades que estão mergulhadas em casos de corrupção. Quantos brasileiros se lembram de onde foi a abertuta da Copa do México, dos EUA, daÁsia, da Alemanha e da África do Sul? Chega, não precisamos de Copa, e sim a Copa precisa de nós.

 

 

Julio Farma julio.farma@itelefonica.com.br

São Paulo

 

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ARROGÂNCIA

 

 

 

 

Quem é Ricardo Teixeira, para excluir São Paulo da Copa de 2014? Dono da CBF? Ou o motivo exato, seria que este estado e seu governo,  não lhe dariam 10 em todos os quesitos?

 

Elaine Navarro elainenavarro.pa@hotmail.com

São Paulo

 

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BAGUNÇA

 

 

 

Todos sabemos das divergências entre Ricardo Teixeira, o todo poderoso da CBF, com  São Paulo, e, igualmente, as diferenças, especialmente em torno do futebol, entre paulistas e cariocas. Que Teixeira  não é figura de se cheirar, também é  patente.   Estão fazendo com São Paulo o que o PT quer fazer com Palocci, blindar,claro, por diferentes motivos.  Que São Paulo fique fora   da Copa, mas renunciando à mesma.    Copa no Brasil, sem São Paulo, será um fracasso.  Eu, como paulista, após rejeitarem o Morumbi, já teria tirado o time do campo.   Que fique tudo em outros Estados, e que a sede seja no Rio de Janeiro.  Lá eles apreciam bagunça, carnaval, e outras crocodilagens, o que não é o caso de São Paulo,um estado sério.   O Pan no Rio está ainda dando uma grande investigação pela corrupção e benesses com empreiteiras contratadas sem licitação.

Creio que é isso que estão pretendendo, deixar tudo para o último momento e fazer contratações sem licitação,  para encherem bstante os bolsos.   Que o façam, mas sem a participação de nosso Estado.  Nós faremos, a posteriore,  as investigações, começando pelas obras do Maracanã, antes e após um novo "Maracanazo", que, a meu ver, está prestes a acontecer novamente.

 

 

 

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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DESINTERESSE MÚTUO

 

 

Já que a CBF não quer São Paulo na Copa, os paulistas devem ficar fora da Copa. Não vamos viajar para ver os jogos, não vamos assistir os jogos da Copa pela TV, etc. etc. O desinteresse tem que ser mútuo.

 

 

Ivanil Mattédi jacynil@globo.com

São Paulo

 

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PRECISA?

 

 

Perguntinha: São Paulo precisa sediar jogo de Copa para ganhar dinheiro?

 

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

 

 

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OUTRAS NECESSIDADES

 

 

 

Senhores governador Geraldo Alckmin e prefeito Gilberto Kassab, pelo bem de nosso Estado e de nossa capital, por gentileza não movam um centavo de nossos recursos para estádios ou qualquer outra coisa do gênero. São Paulo precisa de infraestrutura de saneamento e mobilidade. Temos, o ano inteiro, convenções e feiras que trazem muito mais benefícios à nossa cidade e ao nosso Estado.

 

 

A Fernando Ferreira rdseg@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

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FALTA MUITO

 

 

Senhores governantes, que anseio e falta de estrutura para arrumar este país para a Copa 2014.Demonstram que realmente não sabem o que fazem: aeroportos, portos, estradas, cidades,transportes, isso tem de ser arrumado para os moradores do País, o que deveriam ter feito há muito tempo. Esperam arrombar a porta para colocar a tramela. Que falta de orientação, descaso e desrespeito com seus "súditos"!

 

 

Mauricio Villela mauricio@dialdata.com.br

São Paulo

 

 

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PRIVATIZAÇÃO PETISTA

 

 

 

Depois de passarem anos satanizando as privatizações feitas de ex presidente FHC, depois de proclamarem em discursos e programas eleitorais que o então presidente havia tirado das mãos do Brasil empresas como a Vale, as telefonicas e a Embraer, os petistas liderados pela presidente Dilma anunciaram que vão privatizar 3 aeroportos no País. Lula não se cansou de se referir à "herança maldita", tendo repetido isso inúmeras vezes na campanha de Dilma Rousseff. Ela  declarou  "não entrego meu país, não permitirei que o patrimônio estatal seja dilapidado". Em campanha se disse que era hora de escolher alguém para que " não se continuasse privatizando no Brasil". Pois bem, escolheram a Dilma, que disse ser contra " a forma, o conteúdo e o sentido das privatizações". E agora ? Todos já se esqueceram dessa marquetagem toda ? Não se cobra mais a palavra neste país ? E Serra e a oposição, não falam nada, não dizem nada ?

 

 

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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AEROPORTOS

 

 

De fato, os aeroportos brasileiros estão à beira do caos. Recentemente estive no aeroporto de Marabá, futura capital do futuro estado de Carajás.

O salão do aeroporto, mal conservado, estéticamente sem qualquer projeto arquitetônico, muito mal distriubido, banheiros sujos e aparentemente sem manutenção, acomodações pessimas, super pequeno, e sem o menor conforto. Pequeno mal arejado, com capacidade, se no muito 250 pessoas. Atenta contra a dignidade do consumidor.  Será que este também ser privatizado? Duvido! Esse é o retrato real do Brasil. Enquanto isso em Brasília...

 

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

 

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AUTENTICAÇÃO

 

 

O cara xerocou o governo FHC, a marionete autenticou... Quem era contra  as privatizações?

 

 

Carlos Roberto Gomes Fernandes crgfernandes@uol.com.br 

Ourinhos

 

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PRIVATIZAÇÕES

 

 

O goverrno do PT que era contra as privatizações, reconhece sua incompetência - e da Infraero - e privatiza os aeroportos de Guarulhos, Viraccopos e Brasíilia. Também querem privatizar o enriquecimento espetacular do Palocci: todos componentes do governo , mais o Burla,o  defensor dos aéticos, viraram advogados e estão defendendo o novo rico, tentando  evitar que ele dê explicações ao Judiciário e aos contribuintes. Deixem o novo rico  se explicar publicamente, em  rede de T V. Desse mato sairá algum coelho ? Duvido...

 

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

 

 

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UM BRINDE

 

 

 

Um brinde às privatizações feitas pelo PT. Elas são muito bem vindas e confirmam o verdadeiro caminho que o Brasil precisa trilhar.

 

 

Carlito Sampaio Góes carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

 

 

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LIÇÃO

 

Afinal, Dilma é ou não é do PT? Porque este partido sempre condenou veementemente toda e qualquer privatização... Quando Dilma decide que privatizará aeroportos e que abrirá capital da Infraero ela está assinando e entregando um atestado de incompetência administrativa ao governo Lula que em 8 anos  não aplicou um centavo sequer  em infraestrutura. Atesta também a falência ideológica deste partido que hoje está mais pragmático que qualquer outro. Quero ver agora a  militância esperneando tal como fez quando da privatização da Vale do Rio Doce e de  outras empresas pré falimentares privatizadas por FHC.  Aliás, cadê os cara-pintadas? Cada vez mais me convenço que aqueles jovens foram iludidos e só serviram de massa de manobra da militância petista , até porque Lula já admitiu que no impeachment de Collor tudo não passou de jogada política. Ah...é? Que nos sirva de lição!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

 

 

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INCOMPETÊNCIA

 

 

Não obstante a abusiva carga tributária e os constantes recordes de arrecadação, a inflação está aí. O remédio para conter a inflação é cortar despesas, mas o governo se nega a reduzir o inchaço da máquina pública e de outros gastos supérfluos. Daí, por não dispor de recursos para investir, a privatização de aeroportos e o corte orçamentário nos investimentos, num claro atestado de incompetência administrativa.

 

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

 

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DESENVOLVIMENTO DESQUALIFICADO

 

 

 

É consabido que o processo de desenvolvimento do Brasil deva ter qualidades. Entre essas, destaco três: a conservação das ecos-regiões que formam nosso país através de atividades produtivas sustentáveis; o pleno aproveitamento das potencialidades de nossa população por meio de garantia de igualdade de oportunidades e respeito às diversidades que assegure a todos renda, conhecimentos e cultura para uma vida mais feliz; e, finalmente, nosso Estado Democrático de Direito organizado e administrado por indivíduos competentes e, acima de tudo, mental e moralmente saudáveis. A mídia nos revela o contrário: nossas elites, especialmente a política, paralisam e demonizam nosso desenvolvimento por meio de atitudes corruptas; em conseqüência disso, nossa natureza está sendo destruída e a igualdade de oportunidades transformada em simples quimera por falta de programas eficazes que melhorem a saúde e o nível de educação de nosso povo. É preciso purgar os corruptos que parasitam impunemente em todas as esferas e ramificações do setor público brasileiro; sem trégua e sem dó para se criar um ambiente favorável ao trabalho honesto e competente. Não se esquecendo de resgatar o que foi roubado. Se for político, caso não se consiga recuperar tudo, abater o saldo da contribuição pública dada a seu partido.

 

 

Eduardo José Daros  daros@transporte.org.br

São Paulo

 

 

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CÓDIGO FLORESTAL

 

 

Pelo que deduzi do amplo noticiário a respeito, o PMDB jogou pesado na votação do Código Florestal, fazendo o jogo indigno de quem submete os interesses do meio ambiente nacional e planetário a outros interesses subalternos, por causa de alguns cargos na Administração Federal.Ao dizer isto, refiro-me, também ao Sr. Vice-Presidente da República, que foi elevado a esse cargo para salvar os interesses nacionais, permanentes, não apenas os interesses partidários momentâneos. Acho deplorável. E o que é pior, sem maneira de remediar. À colcha de retalhos chamada PMDB é costurada por interesses pequeninos que se distanciam cada vez mais dos grandes objetivos da nação, expressos na Carta Magna. Onde está o PMDB de Ulisses Guimarães, de Franco Montoro e outros eminentes líderes que já não têm voz neste planeta para denunciar a feira de negócios em que se pretende enredar o País? Porque o PMDB já não tem estadistas de descortino, contentando-se com políticos abertamente questionáveis e questionados pela sua conduta? Não há nível, nem escalão no Governo e na Administração Pública que não ostente chaga purulenta, que desonra a legenda e, mais ainda, a dignidade nacional. Sou apenas um cidadão, bem modesto, aliás. Mas como sabem os que cambalacham votos, há milhões de cidadãos nas mesmas condições, que amam este país, e querem mostrá-lo de cara limpa para as demais nações. É uma voz abafada, apenas soluçante, que não chegará a ser ouvida. Minha tarefa cidadã está cumprida, ainda que incompleta e modestamente.

 

 

José de Ávila Aguiar Coimbra avila_coimbra@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

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FORA DE CONTROLE

 

 

 

Pobre presidente Dilma! Acostumada a não receber nenhum tipo de questionamento no Executivo, achou que estava tudo sob seu rígido controle. Comprou pequenas brigas nas nomeações dos principais ministérios, bancos públicos, Furnas e Correios, onde colocou gente de sua confiança, ou da confiança do antecessor. Deve ter sido convencida de que precisava ceder um pouco e equipou alguns ministérios de segunda linha, Petrobras e suas subsidiárias (Transpetro, BR Distribuidora, etc), Eletrobras e algumas agências, com pessoas ligadas aos seus, supostamente, necessários aliados, tais como: Renan, Sarney, Collor, Jucá, Aldo e Henrique Alves. Feito isto, pressupôs que com este círculo profissional estaria politicamente segura e agora vê as pessoas mais próximas mostrarem que talvez não merecessem tanta credibilidade, bem como assiste às mais diversas armadilhas da sua confiável base. Seria melhor estar cercada de políticos afinados com sua ideologia e éticos, mas será que eles realmente existem?

 

 

 

 

 

Hermínia Faria Guimarães herminiafaria@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

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PREPOTENTES

 

 

O caso emblemático e infantil de Dilma que, ao contrário de defenestrar o seu ministro falastrão, alija o prefeito de São Paulo da Reunião da Copa por hipotético vazamento dos dados sobre as empresas que pagaram regiamente ao Palocci. E o caso do senador que se acha dono da História da Republica e tira do "seu" Túnel do Tempo o impeachment de Collor por considerar um "acidente"? Sarney deveria estar dormindo durante os acontecimentos abomináveis daquela época. Cada vez mais nos deparamos com políticos prepotentes que se acham dono do poder e da própria Pátria e que pouco se lixam com o povo que os sustentam a duras penas à custa de impostos inconciliáveis com os retornos esperados.

 

 

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

 

 

 

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SARNEY

     

 

 

 

Sr. Sarney, um fato lamentável foi a sua eleição para presidente. Esse foi o fato mais lamentável da República. O Sr. foi com certeza o pior e infelizmente hoje o Sr. e dono do país, por isso não temos Executivo, Legislativo e Judiciário. Todos os Três Poderes estão podres, pois o Sr. manda em tudo. Pobre Brasil...

 

 

 

Boris Spighel boris.spighel@uol.com.br

São Paulo

 

 

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INDECOROSO

 

 

No túnel do tempo, Sarney entrou pelo cano.

 

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

 

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TÚNEL DO TEMPO

 

 

O senador José Sarney mandou que fosse retirado da foto do ex-presidente Fernando Collor de Mello a palavra Impeachment . Para Sarney essa palavra não cai bem ficar exposta no Túnel do Tempo.Isto representa o que é realmente uma fiel amizade.

 

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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BEST SELLER

 

 

 

Em sua "Nova História do Brasil" mostrada no Senado, Sarney demonstra que em qualquer gênero é um escritor medíocre.

 

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

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ACIDENTE

 

 

 

Sarney diz que o impeachment de Collor foi um acidente. Ora, Senador, acidente foi a morte de Tancredo, que lhe deu o "pudê" e colocou o País na rota em que está até hoje...

 

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

 

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O TÚNEL DO TEMPO E A NAU DOS INSENSATOS

 

 

 

 

Em uma comparação antológica, a galeria de fatos históricos do Senado montada no "Tunel do Tempo", (nome de um seriado famoso na década de 60), mais parece o filme "A Nau dos Insensatos" que se passa em um navio onde os passageiros discutem o impacto da ascensão de Hitler sobre a sociedade burguesa alemã, prevalecendo os interesses destes e mandando às favas as classes menos favorecidas. O curioso, é que a palavra fools, do título em inglês (Ship of Fools), foi traduzida como "insensato" embora signifique tolo, estúpido, bobo, imbecil, idiota.... Se mantido o significado original, estaria mais adequado à forma como somos visto pelos nossos "mandatários" (sic). Outra curiosidade antológica, é que o autor de Marimbondos de Fogo quer reescrever a História do Senado Brasileiro!!! Haja prepotência, soberba e autoritarismo.

 

 

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@temfoto.com.br

Ribeirão Preto

 

 

 

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MEMÓRIA CURTA

 

 

 

Só depois de muita pressão da mídia, Sarney resolveu se lembrar do impeachment de Collor, coisa da qual se omitia por ele ser um de seus atuais aliados. Nesse painel decorativo do Senado, omitiu várias CPIs inconvenientes. Com certeza já deve ter se esquecido da censura do Estadão há 700 dias (desde 29/1/2010), devida a seu filho Fernando (Operação Boi Barrica, da PF). Deve ter se esquecido, também, do R$ 1,3 milhão que sua fundação recebeu da Petrobrás para preservação de museu e  biblioteca, mas que foram usados para realização de festas populares no Maranhão, visando a angariar votos para a família. Esse é nosso presidente do Senado, que tem curta memória.

 

 

Iracema Palombello cepalombello@yahoo.com.br

Bragança Paulista

 

 

 

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DITADOR

 

 

 

Sarney não perde a chance de dizer como as pessoas devem pensar. Ele parece viver num mundo de fantasia. Se comporta como ditador quando diz o que é ou não relevante para o povo saber. Pergunto: se o epsódio Collor não foi importante, o que dizer do mensalão, dos atos secretos, nepotismo, pagamento de horas extras durante as férias e CPIs que viraram pizza durante sua gestão? E sua assessoria diz que objetivo era mostrar fatos produtivos... O ano de 2010 foi muito produtivo... para os políticos! Nenhuma votação importante, a não ser o aumento de R$ 10.000,00 nos próprios salário, e R$ 100.000.000, no fundo partidário para salvar partidos que ficaram no vermelho,depois de gastar demais nas eleições. Sarney, mostre tudo e deixe o povo decidir!

 

Sérgio Aparecido Nardelli sergio9@ig.com.br

São Paulo

 

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EXEMPLO INFELIZ

 

 

Por que Fernando Haddad, para justificar os erros de gramática contidos em livros distribuídos pelo MEC, foi logo dar como exemplo os dois maiores monstros da História, Hitler e Stalin? Seria porque, ao passar pelo corredor do Senado, não vendo as fotos (agora estão lá novamente) do impeachment de Collor, lembrou-se de Stalin, que retirava da vida, das fotos e da História tudo o que não mais o interessava, mas, em contrapartida, lia os livros? Que exemplo infeliz!

 

 

 

Eni Maria Martin de Carvalho enimartin@uol.com.br

Botucatu

 

 

 

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SARNEY E A CENSURA

 

 

Causa enorme indignação ver o Estadão sendo censurado há 674 dias e compararmos a atitude de Sarney em relação ao impeachment de Fernando Collor ter sido "um acidente" na colocação de nomes no "túnel do tempo" no Senado.   A censura do Estadão também é um "acidente", ou não é um "fato marcante"?  Até quando vamos viver com essa censura vergonhosa? Chega! Basta!

 

Helga Bell helga.rod.bell@hipernet.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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INDIGNAÇÃO

 

 

 

 

Foi com profunda indignação que li a reportagem Sarney recua e impeachment volta ao painel,publicada no O Estado de S. Paulo de 1 de junho: Após reações com omissão histórica, Casa inclui no 'túnel do tempo' saída de Collor em 1992. Mais uma constatação da falta de ética e postura do politico brasileiro. O presidente do senado pretendia omitir do painel que conta a história da politica brasileira no país, um episódio histórico como o impeachment do presidente Collor em 1992. Mas diante da pressão publica e da imprensa Sarney voltou atras e resolveu incluir esta importante informação do cenário politico brasileiro. Sim, isso é lamentável,porque só comprova que o politico brasileiro não é sério , e só age sobre pressão. Se não fosse pela indignação do povo brasileiro,esse acontecimento tão importante não seria divulgado,porque segundo Sarney isso foi um acidente que não deveria ter acontecido.Concordamos que não deveria ter ocorrido, mas já que ocorreu,não deve ocorrer omissões.

 

 

Carolina Zuaid Bidetti carolbidetti@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

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A VOLTA DE COLLOR

 

Acredito que as pessoas que tem o privilégio de estar com mais de trinta anos de idade, se lembram do caçador de corruptos, do corredor, jovem bonito  e  bem afeiçoado,  que prometia  varrer a corrupção deste país.  No auge da sua juventude juntamente com sua esposa, contagiava a todos, por onde passavam, alguns faziam questão de acompanhá-lo, durante as suas corridas. No entanto bastou chegar ao poder para mostrar que realmente faria a diferença,  mas o que o povo não esperava que fosse para o lado errado ou seja que também fosse desfrutar dos benefícios proporcionado pela nova função de forma errônea. Se não fosse o suficiente, além de voltar ao meio político, fez questão de dizer em Alagoas durante a campanha de Dilma que a apoiava e quando parecia que não havia mais novidades lá vem a noticia de Collor no senado, inclusive fazendo parte da base de partidos apoia o governo Dilma. E para fechar com chave de ouro, lá vem o Sarney dizer que o impeachment de Collor foi um “acidente”.  Não faltou mais nada. O que Montesquieu, diria disso tudo se estivesse vivo.

 

Washington Beraldo beraldowashington@terra.com.br

Sumaré

 

 

 

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O TÚNEL DO TEMPO E OS INTELECTUAIS

 

 

Ao mesmo tempo que o senador José Sarney cobria de farsas o "Túnel do Tempo", a Real Academia de História da Espanha, ao editar, também com dinheiro público, o "Dicionário Biográfico Espanhol", falseava, em escrito do historiador Luis Suáres, a biografia de Franco, que evitou chamar de ditador.  A diferença está em que a comunidade intelectual espanhola reagiu pronta e incisivamente, mediante o emprego de adjetivos fortes como "indignante", "lamentável", "vergonhoso", "intolerável","autêntica vergonha", por meio de Mario Vargas Llosa, José Luis Leida (cineasta), Andrés Trapiello (escritor), Fernando Savater (escritor e filósofo), Ricardo Garcia Cárcel (Catedrático de História Moderna, Universidade de Barcelona), Amélia Valcárcel (pensadora, Membro do Conselho de Estado), Elias Querejeta (cineasta), Isabel Burdiel (catedrática da Universidade de Valência, biógrafa de Isabel II), Antonio Munhos Molina (e scritor),Javier Cercas (escritor), Enrique Moradielos (catedrático de História Contemporânea, Universidade de Extremadura), Marcos Ana (poeta e preso em cárceres franquistas durante 23 anos), Almudaia Grandes (escritor), Manuek Bdja- Villel (Diretor do Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia) e  Manuel Gutiérres Aragón (cineasta e escritor, membro da Real Academia das Artes de São Fernando). A retificação da ação mistificadora do ex-Presidente da República, Presidente do Senado e membro da Academia Brasileira de Letras, que reputara o afastamento de Collor como algo insignificante, pouco representa, depois de feito o estrago, juntamente com a omissão da cassação do Senador Luis Stevão, das CPIs, da luta homérica do Senador Nelson Carneiro pelo divórcio e da verdadeira origem (popular) da Lei da Ficha Limpa. Onde estará nossa antes combativa "intelligentzia"? Será que cooptada pela lastimável coalização PT-PMDB?

 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

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CORREDOR DA VERGONHA

 

 

Acho que esse corredor do qual Sarney quis livrar o amigo/companheiro/aliado/ Collor de Melo poderia também ser chamado de corredor da vergonha. É por ele que suas excelências se dirigem ao plenário onde usam e abusam da nossa paciência permitindo-se  erros, omissões, cambalachos, mudanças de partido e de opinião e, muitas vezes, dolce far niente. Que os poucos senadores honrados me perdoem, mas a imagem que me vem é só esta: corredor da vergonha.

 

 

Regina Helena de Paiva Ramos reginahpaiva@uol.com.br

São Paulo

 

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SE ELE PODE...

 

Referente à excelente análise do último caso Sarney descrito no editorial 'Sarney reescreve a História' da edição de 2/6 do Estadão, declaro que a existência política do Sr. José Sarney na história brasileira foi um acidente e nunca deveria ter acontecido. Extensivo a todo clã familiar. Se ele pode eu também posso...

 

Emilio Gomes emiliogomes@terra.com.br

Curitiba

 

 

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ERRADICAÇÃO DA POBREZA

 

 

Dona Dilma continua com a mesma ladainha populista visando enganar seus ingênuos eleitores. Tudo conforme esperado, tendo em vista o ambiente em que sempre viveu e o contínuo propósito de manter-se no poder. Deveria ao menos admitir que o maior problema do país não é a pobreza crônica mas a corrupção endêmica. Esta sim é a grande causadora dos outros males, como a pobreza, a educação, a saúde, a segurança, dentre vários. Para combatê-la, no entanto, não se sabe que tenha movido ao menos um de seus dedinhos, ainda que muitos indícios apareceram ao redor de suas saias. Isso porque pouco impresseionaria a quem lhe dá votos e certamente traria sérios aborrecimentos entre seus pares.

 

 

Edison Ribeiro Pereira edisonribeiro@hotmail.com

São Paulo

 

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TRÂNSITO E MEIO AMBIENTE

 

 

 

Em entrevista a este jornal, o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, falou das vantagens que trouxe o pedágio urbano para sua cidade. Segundo ele, a medida reduziu o tráfego em 20%, os tempos de viagem foram reduzidos entre 30 e 40%, e a qualidade do ar melhorou entre 10 e 14%. Por conhecer os dados de Estocolmo e saber que o pedágio urbano implementado em Londres e em Cingapura teve também a aprovação da população, é que, em 2008, apresentei na Câmara Municipal de São Paulo um projeto criando o pedágio urbano na capital, mesmo sabendo que a minha iniciativa seria impopular. Porém, entendo que só assim resolveremos o problema do trânsito e do meio ambiente.

 

 

Carlos Apolinario, vereador joaquim.gil@ig.com.br

São Paulo

 

 

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Baixinhos

 

 

 

Nelson Motta botou em campo um timaço no seu artigo A grandeza dos baxinhos, edição de 3 de junho, página A10. A seleção de notáveis baixinhos levanta o moral da classe e nivela por  cima os "pintores de rodapé" e assemelhados. Não sei a altura do colunista, mas me parece que ele não teria muitas chances num time de volei ou de basquete, mas para fazer parte do elenco que ele selecionou, certamente seria um dos titulares. Eu, com meu 1,61m, mas sem a estatura intelectual e representativa dos citados, fico na platéia, orgulhoso e vingado.

 

 

José Roberto de Jesus zerobertodejesus@gmail.com

Capão Bonito

 

 

 

 

 

 

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