Cartas - 10/12/2011

DIVISÃO DO PARÁ

O Estado de S.Paulo

10 Dezembro 2011 | 03h07

DNA

Vendo o esboço das bandeiras dos prováveis Estados de Carajás e de Tapajós, caso a divisão do Pará seja aceita pela população, não pude deixar de observar que o ponto focal é uma estrela! Só não tiveram coragem de pintá-la de vermelho. Por aí podemos observar o DNA dos maiores interessados nessa divisão, e sabe-se lá por quê. Fora que serão mais dois governadores, seis senadores, quase 20 deputados federais... O restante do Brasil estará para sempre refém dos que não produzem nada pelo País. E o pior, dizendo sempre amém ao governo federal. Ainda bem que as pesquisas apontam um bendito NÃO aos aproveitadores interessados em dividir esse lindo Estado!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

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Como sempre...

A divisão do Pará significa quatro coisas: está faltando vaga para cupinchas e familiares, vão eleger um bando de inúteis três vezes maior, nós vamos pagar a conta, o resto vai continuar igual, ou seja, a incompetência de sempre.

RICARDO M. GUERRINI

ricguerrini@hotmail.com

São Paulo

   

 

 

 

 

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Três por um

Mais políticos, mais juízes, mais bandalheira, mais crimes, mais corrupção, mais nepotismo, mais compadrio, mais dinheiro pelo ralo (bolso de alguns "consultores" e outros). Aguenta mais essa, brasileiro. Você elege, esquece e não cobra. Você merece!

WALTER DUARTE

duartecont@globo.com

São Caetano do Sul

CÂMARA DOS DEPUTADOS

 

 

 

 

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Pacote natalino

A Câmara deve votar na próxima semana um pacote de projetos aumentando salários dos servidores da Casa e dos funcionários de gabinete dos deputados, além de criar mais cargos a serem preenchidos por indicação política. "É Natal", brincou o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Esse "presente" vai custar cerca de R$ 386 milhões anuais, mas pode ser acrescido de mais R$ 200 milhões se for levado em conta um passivo reivindicado pelos servidores. Ainda sobre gastos: dividir o Pará quanto nos vai custar? Quantos novos cargos públicos? Não tenho "forças" para levar uma multidão às ruas, mas nunca desistirei de tentar... Não podemos ficar calados!

FLAVIA FERNANDO DA SILVA

fsilva@construtivo.com

São Paulo

   

 

 

 

 

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ASSEMBLEIA PAULISTA

Acesso à informação

Parabéns ao Estadão pela iniciativa de protocolar pedido formal à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para a divulgação da lista de servidores lotados na Casa, com nomes e funções. Agora, com a Lei do Acesso à Informação, que regulamenta a consulta de documentos públicos, a população está indignada por saber que a Casa tem 94 parlamentares e 4 mil servidores! Quantos destes serão parentes ou cabos eleitorais comissionados de deputados?

REGINALDO DE PAULA

reg.paula@hotmail.com

Campinas

 

 

 

 

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LEGISLAÇÃO CRIMINAL

Brechas e chicanas

O artigo As ilusões da lei penal, de autoria do advogado criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira (7/12, A2), aborda muito bem como os nossos legisladores trabalham mal a legislação criminal, como é o caso agora da lei que pune o motorista que tenha ingerido bebida alcoólica. Infelizmente, a legislação penal, no Brasil, vem sendo mal trabalhada, e não apenas pelos legisladores, mas por todos os que têm o dever de cuidar desse assunto, em especial os advogados criminalistas, que têm ao seu dispor, na defesa de seus clientes, leis cheias de brechas e um sem-número de chicanas, sem contar a pouca expressividade dos tribunais de primeira instância, cujas decisões podem ser facilmente contestadas nos tribunais superiores. O que, todavia, mais chama a atenção é o sempre sofrível trabalho policial. Como o articulista bem sabe, penas severas são a tônica nos países desenvolvidos. E lá elas não são formuladas para diminuir a criminalidade, mas para fazer justiça na dose equivalente ao crime cometido.

JOSÉ ELIAS LAIER

joseeliaslaier@gmail.com

São Carlos

   

 

 

 

   

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Punição severa, sim

Portar uma arma mortífera para intimidar o seu semelhante é ato indigno de um ser humano. Usá-la efetivamente contra outro ser humano, então, é odioso. Revólver, metralhadora, automóvel, caminhão, seja lá o que for, só poderiam transitar a serviço do bem. Perdoe-me o dr. Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, mas abandonei esse posicionamento do também ilustre (e saudoso) professor Manoel Pedro Pimentel, um humanista que não viveu o suficiente para assistir a esse quadro angustiante proporcionado pelos cidadãos mal formados, seja qual for a causa desse desvirtuamento. Os covardes que não respeitam a vida alheia porque estão "armados" (com munição ou álcool) mereceriam gestos de carinho, redução de pena por bom comportamento, etc., se estão conscientes do risco que representam? Arma de fogo, para o cidadão civil, apenas com porte legal e como instrumento de defesa do lar ou do trabalho! Direção de veículo, só para quem não está alcoolizado, porque a perda de noção do nível de embriaguez começa no primeiro gole. Quer beber? Não dirija. Quer dirigir? Não beba. Quer viver solto? Não mate! Prisão perpétua não é pena mínima para quem mata o seu semelhante deliberadamente? Não é preciso estar no rol de vítimas para se conscientizar desses elementares princípios preventivos. Que descanse em paz o espírito do saudoso mestre e continue bem-sucedido o eminente ex-presidente da OAB. Mas a solução começa na punição severa, sim. Desde que fielmente cumprida, sem "alisar" os culpados. Pensar antes e não fazer livra qualquer um do castigo.

LUIZ CARLOS BISSOLI

tiocaio17@gmail.com

São Paulo

       

 

 

 

 

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GREVE

Justiça Federal

Pouco tem sido falado sobre a greve dos funcionários da Justiça Federal, que já se arrasta por dois meses ou mais, em razão da qual milhares de decisões de primeira instância e do Tribunal Regional Federal (TRF) deixaram de ser cumpridas. Agora há notícia de que o movimento se vai estender até o recesso de fim de ano, causando imenso prejuízo às partes, aos advogados e à população em geral. O que está sendo feito para pôr fim a essa situação? Com a palavra o TRF da 3.ª Região.

SEBASTIÃO DE CASTRO RANGEL

sfrangel@uol.com

São Bernardo do Campo

 

 

 

 

 

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"Tapajós e Carajás, mais dois Estados para os paulistas sustentarem"

JOÃO CARLOS BRAGA JR. / SÃO PAULO, SOBRE A DIVISÃO DO PARÁ

cuquineto@gmail.com

"Concordo com a divisão do Pará se os custos da implantação do projeto ficarem por conta dos interessados paraenses"

SERGIO S. DE OLIVEIRA / DALAS, TEXAS (EUA), IDEM

ssoliveiramsm@hotmail.com

 

 

 

 

 

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TEMA DO DIA

Arrumar emprego, o desafio de Francenildo

Ex-caseiro que denunciou Palocci diz que vive de bicos; 'Vou ser prejudicado pelo resto da vida?’, indaga

"Conseguir um emprego ou trabalhar por conta própria não está fácil para ninguém, sr. Francenildo."

ALEX SILVA

"Que os líderes da oposição ajudem este brasileiro que teve a coragem de falar a verdade."

GERALDO SOARES

"Engraçado como falar a verdade, denunciar crimes e ser correto neste país é tão ruim."

FRANKLIN MEDEIROS

 

 

 

 

 

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

CHEQUE EM BRANCO

O Senado mostrou mais uma vez para que serve. Aprovou a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 31 de dezembro de 2015. Essa excrescência permite à presidente distribuir entre quadrilhas e a seu bel prazer 20% da receita da União, valor estimado hoje em torno de R$ 62 bilhões. Isso não deveria acontecer no país de Macunaíma, verdadeiro celeiro de bandidos. Imaginem a farra que esse valor irá proporcionar nas mãos de um Executivo tocado por gente tão moralmente desqualificada a ponto de, no primeiro ano de mandato, ter de demitir seis ministros por corrupção. Isso para não falar dos que estão na fila de espera. Assinaram um cheque em branco a ser sacado da conta do contribuinte.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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DRU

Foi contagiante e emocionante a vibração de Ideli Salvatti e Renan Calheiros na foto publicada pelo Estado após a aprovação do "Direito de Roubar Unidos" (DRU), que permite ao governo gastar como quiser cerca de R$ 62,4 bilhões.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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GOVERNO ATROFIADO

A herança maldita do petismo continua na gestão Dilma! O PT não é capaz nem de aprovar projetos de autoria do próprio partido, como a fatídica Emenda 29, que originalmente oferece mais recursos para caótico setor da saúde. Mas, com a pressão da sonolenta oposição, e com direito até de um bate boca do Sarney, com senador Demóstenes Torres, um dos mais lúcidos do Congresso, que qualificou o maranhense de "torpe", porque este como presidente do senado se negou ratificar um acordo de lideranças que permitiria a votação em 06/12/11 do projeto citado, parece que mexeu com os poucos "brios", ou "fio de bigode" que restam entre a maioria dos membros da Casa. E o PMDB, aliado oportunista de quatro costados, finalmente se insurge contra o governo, e banca a Emenda 29, na pauta de 07/12/11. Demonstrando que nem os partidos mais próximos do petismo, aguentam mais as farsas das promessas não cumpridas do PT, que há nove anos no poder emporcalha a Nação, com populismo indigesto, e corrupção avassaladora. Os exemplos estão ai: dos sete ministros que foram demitidos nesta gestão graças a denuncias da imprensa, seis foram por conivência com a corrupção. E mais dois como os ministros Negromonte e Fernando Pimentel, também denunciados e ainda infelizmente em seus postos, aumentam esta estatística vergonhosa, jamais ocorrida em governos desde a Proclamação República. Negar recursos à saúde como faz o lulismo é desprezar principalmente as camadas mais desfavorecidas que até aqui lamentavelmente bancaram as vitórias dos candidatos petistas desde a eleição de 2002.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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INACREDITÁVEL

Depois dos sócios da ETA negarem a contratação dos serviços de consultoria de Pimentel, seu atual administrador, certamente sob pressões e ameaças, desdisse a declaração anterior. Não dá para se acreditar que existiu de fato esse pagamento, feito por uma vaga consultoria no valor de R$ 130 mil a uma pequena empresa de bebidas, e totalmente incompatível com o porte da ETA à época.

Certamente foi coisa de contador, através de notas fiscais vendidas, para esquentar parte da grana recebida pelo futuro ministro em suas atividades de venda de prestígio.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

 

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ESCÂNDALOS

Se a chamada "Lei de Gerson", que foi imposta aos desavisados e oportunistas por pessoas de mau caráter, não for revogada por nossas consciências, a máxima de que se deve levar vantagem em tudo, vai acabar com a família e, por consequência, com a sociedade.

Oscar Rlim Júnior rolimadvogado@ibest.com.br

Itapeva

 

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CURSO DE CONSULTORIA

Estou pensando em montar um curso "Como enriquecer rapidamente prestando consultoria" e convidar os senhores Antonio Palocci e Fernando Pimentel como professores eméritos. Será que vou conseguir muitos alunos?

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

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ATAQUE

O sr. Fernando Pimentel, a exemplo de todos que são acusados, perdeu a compostura e partiu para o ataque, tentando desqualificar a mídia e a oposição. Ministro se você é de fato inocente, seja também descente e se afaste da sua sala e do seu cargo, para que se faça uma investigação. Inocentado retorne a suas atividades. Não é melhor assim do que ficar atirando transloucadamente, dando a impressão de desespero?

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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COMPANHEIRO PIMENTEL

Embora aparente mais enrolado do que Orlando Silva e Lupi juntos, será muito difícil para a presidenta Dilma dispensar o companheiro ministro Fernando Pimentel. Trata-se aí de uma questão afetiva. O noticiário dá conta de que são amigos desde os anos 60. Ambos militaram na resistência ao governo militar. Foram presos e viveram na clandestinidade. E agora?

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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PIMENTEL OU PIMENTA?

Data vênia nobríssimo ministro Pimentel ou "pimenta no dos outros e colírio e sempre", mas os valores cobrados por V. Sa. estão um tanto abusivos. Nem o Lula está cobrando isso com toda a capacidade de oração que ele tem. E a entrega do outro ao bandido ministro, dizer que não declarou R$ 600 mil por serem valores de uso pessoal? Ora, ministro, todos sem exceção declaram no Imposto de Renda o que recebem, se vão usar ou ajudar os amigos do peito e assunto de ordem pessoal. Tem de tomar algum remédio urgente para a memória, pois senão vai repetir as palavras do cumpanheiro Lupi, que não se lembrava com quem andou no avião? São tantas emoções, ministro...

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br

Rio de Janeiro

 

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JUSTIÇA

Ministros sob suspeitas e a roubalheira desenfreada, a falta de ética e de vergonha! A imprensa escrita e mídia denunciam, provam e comprovam as sandices dos senhores ministros e ninguém faz nada. Não há justiça que os punam e coibam tirando-os do poder. Urge que a imprensa não os coloque no baú do esquecimento e levantem todas as denúncias roubos e de falcatruas envolvendo os tais ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Mário Negromonte (Cidades) e outros que porventura estejam sujos. Vamos em frente, coloquem-nos na cadeia. O povo quer realmente saber e ver serem punidos, bem antes das próximas eleições, quem é quem neste "governo" da Sra. presidente Dilma Rousseff (PT). Que haja justiça neste país!

Raimindo Félixx da Silva rfelix.silva@hotmail.com

Niterói (RJ)

 

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PLEONASMO

Petista corrupto não sugere um pleonasmo?

Ronald Martins da Cunha ronald.cunha@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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CRUEL

Pimentel nos olhos dos outros, arde! Causa espécie a atividade de consultor de vários políticos, especialidade exercida sempre nos intermezzos entre um cargo importante e outro, ocasião em que informações privilegiadas sempre podem ser vendidas, a bom preço, a empresas interesseiras. Parece que a atividade de faxineira necessitará de uma equipe de formiguinhas, pois o Guinness logo publicará o recorde brasileiro absoluto de ascensão e queda de ministros na história da política mundial. O condenável plano de expansão do patrimonialismo, permitido pelo ex-presidente aos limites extremos,para "satisfazer" as forças de coalizão, certamente abrirá os olhos, sem pimenta mas com ardor, dos 80% que em teoria aprovam este medíocre governo.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

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PAU DE GALINHEIRO

O governo Dilma está mais sujo que pau de galinheiro e vira e mexe tem um ministro escorrendo no volume de caca que deixou no poleiro. Como abaixo do poleiro é que se acumulam as titicas pode-se imaginar o que virá por aí quando parar de cair ministros e começar a cair Secretários e outros coadjuvantes. E assim o povo vai vendo o que é o governo do PT, criado por Lula. Ano que vem começam as eleições. 2012, prefeitos e vereadores, 2014, presidente, governadores, deputados e senadores. Será que povo está aprendendo com o que está vendo? Ou essa turma toda vai voltar sempre ao "puder"?

Odair Picciolli pedraseartes@suednet.com.br

Extrema (MG)

 

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PALITOS DE DENTES

Com toda a estrutura do País sujeitada e compartilhada entre agremiações políticas, não há santo nem doutor que dê jeito, seja na capital ou em qualquer município encravado nos confins do País. Milagres acontecem, é verdade, mas são raros e apartados. A política no País é exatamente como palitos de dentes em uso, não importando de que lado esteja, pois, as pontas invariavelmente acabam sujas e o meio sempre preso entre os dedos de alguém.

Carlos Delphim Nogueira da Gama Neto carlosgama@croniquetas.com.br

Santos

 

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HERANÇA

Não é possível, mais um escândalo envolvendo um ministro de Dilma, e o pior é que neste caso não dá para jogar a culpa na "herança de Lula", pois Pimentel foi escolha pessoal de Dilma. Daqui a pouco não sobrará mais um ministro na Esplanada...

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

 

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NUNCA ANTES...

Impressionados com tanta corrupção no atual governo, só podemos dizer: "Nunca antes na história deste país" se viu tanta corrupção!

Silvia Campos sgikcz@yahoo.com.br

São Paulo

 

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FIM DOS ESCÂNDALOS

Receita básica para a presidente Dilma, erradicar os escândalos na esplanada. Transformar todos os ministérios em secretarias, conduzidas por pessoas de carreira e eliminar a figura de ministros e cargos em comissão. Olha vai sobrar muito dinheiro prá saúde, educação, segurança, etc. Do jeito que a coisa está, ainda vai pipocar muita sujeira, é só esperar. Para o bem do Brasil, inove presidente, a senhora com certeza vai conquistar 90% do eleitorado e da aprovação da população brasileira. Chega de assaltos, chantagens, roubos, desvios e otras cositas mas. A população não suporta mais.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

 

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INSTRUÇÕES SIGILOSAS

Dilma e Lula reuniram-se a sós, na terça-feira, dia 6, durante 4 horas em São Paulo. Esse encontro, que não é o primeiro depois da eleição de Dilma Rousseff para a presidência do país, significa que Lula apesar de gravemente enfermo, não pensa em largar a rapadura...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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LULA SUGERIU A DILMA...

Lula sugerindo? Dando opções? Ora me engana que eu gosto. Lula não sugere nada. Lula manda. Dilma nada mais é do que o terceiro mandato do rei.

Sergio Michilin ser.michilin@hotmaill.com

Osasco

 

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PICARETAGEM

Como é possível pensar em acabar com a corrupção quando se nomeia um cidadão que tem seu nome atrelado ao esquema de desvio de verbas do Esporte? Waldemar Manoel Silva de Souza foi exonerado do cargo de secretário executivo do Ministério do Esporte e na semana seguinte é nomeado para novo cargo no mesmo ministério! É a forma perversa que os aliados encontram para compensar os picaretas que lhes prestam "serviços", quando denunciados pela imprensa. Eles perdem um cargo e em seguida arrumam outro. Essa prática tem tirado a esperança do cidadão brasileiro de ver esse país sendo gerido por pessoas de caráter e íntegras. Sinceramente, é de desanimar tamanha canalhice. Como se no País não tivéssemos cidadãos bem preparados e com a ficha limpa para ocupar o vácuo deixado por ladrões do dinheiro público. Um acinte!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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ASSINATURA DESNECESSÁRIA

Se um secretário executivo de um ministério assina documentos sem analisá-los criticamente - segundo nota, foram assinados "por dever de ofício" com base em pareceres jurídicos, isto é, que por terem seguido os ritos burocráticos -, para que é necessária sua assinatura?

Jorge Alves jorgersalves@estadao.com.br

Jaú

 

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FUNPRESP

A criação de três Fundos de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) abrirá espaço para continuar o abuso no favorecimento de dispêndios privilegiados, além do aumento das despesas administrativas.

Hélio Mazzolli mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

 

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BENEFÍCIOS ESPECIAIS

Alunos do 1º ano dos cursos de Administração/Recursos Humanos sabem como é difícil evitar abusos no gerenciamento de benefícios adicionais ao salário, os chamados fringe benefits. Dito isso, fiquei pasmado com a notícia de que o Brasil continua na contramão do resto do mundo e o Executivo cogita criar aposentadorias especiais para funcionários que exerçam funções perigosas: policias federais, policias rodoviários, agentes penitenciários, etc. Se função é perigosa, que esta condição seja considerada no salário do servidor que deve arcar pessoalmente com seguros de vida e outras precauções. Para a casta inferior dos indivíduos sujeitos à CLT já existe uma lei que estipula um extra para trabalhos arriscados. Para a casta superior dos servidores esta lei não basta. Querem mais. O desenrolar deste filme é previsível: várias categorias, como promotores, juízes, etc., entrarão neste trem da alegria; delegados e policiais rodoviários com funções burocráticas receberão também o beneficio que sairá do que restar no bolso da Viúva depois de despojada pela roubalheira que crassa nos Três Poderes da Republica.

José Sebastião de Paiva j-paiva2@hotmail.com

São Paulo

 

 

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'A CORREGEDORA E O ESPETÁCULO'

Sobre o artigo publicado em 3/12 (A2), a ministra Eliana Calmon simplesmente diz a realidade; somente isso. Obviamente, ela não generaliza; refere-se tão-somente aos bandidos de toga. A ministra não é merecedora das críticas tão infelizes em artigo repleto de meias-verdades, pelo contrário. Com base no noticiário, podemos inferir que o Judiciário no Brasil está cada vez mais contaminado por bandidos e corruptos - o corporativismo é notório. Há de se ter humildade; com todo o respeito.

Dennis Ramos Pinto dennisramos@ig.com.br

Rio Claro

 

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VAGA PREENCHIDA

A candidata escolhida por Dilma para a vaga de ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) foi sabatinada pelo Congresso. Só que o que se viu foram loas, e não perguntas. Sendo assim, Rosa da Rosa não teve nenhuma dificuldade em ser aprovada. Diga-se de passagem: com o Legislativo todo no bolso, o Executivo, e mais o Judiciário, sobrou o quê pra contrariar Dilma?!

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

 

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COVARDIA

No dia em que o nome de Rosa Weber, cuja principal medida de notório saber jurídico e conduta ilibada é a proximidade com advogado lobista ex-marido de presidente da República oráculo da ex-mulher, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado para preencher a lacuna da vez no Supremo Tribunal Federal - em sabatina que historicamente chancela qualquer estripador serial da Constituição -, vale lembrar que, recentemente, ministros do Superior Tribunal de Justiça disseram "reservadamente" à imprensa sentir-se "incomodados" e "constrangidos" com o lobby descarado, desavergonhado, indecente, ilícito e ilegal que o presidente da Corte, Ari Pergendler, vem realizando para a nomeação de sua cunhada, Suzana Camargo, a uma das vagas em aberto no "Tribunal da Cidadania"... A "reserva" desses ministros, assim como a mera "homologação" pelos senadores, é nada mais do que um triste eufemismo para covardia, leniência, lassidão, conivência, tepidez, tibieza, frouxidão, complacência, negligência e… conveniência. Mostrem as faces limpas, se limpas! Reajam e defendam a instituição que integram, formada por pessoas que deveriam ser, todas e sem exceção, de bem; reajam e defendam o povo brasileiro "incomodado" e "constrangido" pela epidemia de sinecuras escancaradas e impunes de agentes públicos que, sobretudo, deveriam zelar pelo interesse público! Ou permaneçam chafurdando no lodaçal pútrido em que a Justiça brasileira foi transformada pelos bandidos de toga e beca, autores e partícipes, ainda que cúmplices por omissão… Aliás, a falta de uma cláusula de barreira a parentes e afins na organização da Justiça, em sentido amplo, é mais um atentado ao Estado Democrático de Direito. Esta medida tornaria estéril a seara de atuação dos traficantes de influência, por exemplo. No mais, será que a cunhada do ministro aceitaria refestelar-se nas burras da viúva se tivesse de assumir o compromisso de valer-se, exclusiva e impreterivelmente, dos serviços públicos? E o próprio, ali estaria a desfilar indecorosamente o malversado poder se para tanto devesse ao menos ser usuário "compulsório" dos serviços públicos?

Saulo Vieira Tortelli saulo_tortelli@msn.com

São Paulo

 

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OPOSIÇÃO E IMPRENSA

O artigo escrito por José Serra para Estado (O mal essencial, 8/12, A2) revela uma meia-verdade. Os "malfeitos" (haja eufemismo para nomear crimes) são mais facilmente descobertos pela imprensa ou por um dos Poderes da República, dotado de prerrogativas esclarecedoras, ainda que na oposição? Se "basta procurar para achar", por que a oposição não procurou e achou, a tempo e modo, antes das eleições, a ponto de o povo brasileiro livrar-se do que, a cada momento que passa, se revela como um dos mais corruptos esquema de assalto público em todo o mundo?

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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O GOVERNO É RUIM

José Serra foi quase 100% preciso ao afirmar, em artigo publicado nessa semana no Estadão, que o governo Dilma não começou. Na verdade, a nova presidente já começou sua gestão, sim - só que é tão ruim que dá a impressão de que ainda não houve início. A presidente foi responsável direta pela nomeação de quase 40 ministros - número insanamente grande e que dá uma ideia do tamanho gigantesco do Estado brasileiro, por onde escoam, todos os anos, bilhões e bilhões de reais dos contribuintes em tramoias as mais diversas. Pois bem: desses, seis caíram por envolvimento com atos de corrupção - dois outros (Negromonte e Pimentel) já começam a respirar com auxílio de aparelhos... A interrupção administrativa que se observa é um passivo que Dilma tem a obrigação de assumir. O governo está paralisado porque, a cada semana, novas denúncias são (felizmente) divulgadas pela imprensa e isso se dá, unicamente, porque foi ela quem nomeou essas pessoas para seu ministério. E as pesquisas ainda indicam que Dilma vem crescendo em popularidade... O Brasil é mesmo incompreensível.

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

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SÓ AGORA?

José Serra só agora, como articulista do Estadão, critica, denuncia e comprova que o governo Dilma/Lula é corrupto. Por que não fez tudo isso na campanha presidencial, quando era candidato (o ex-governador até elogiou Lula). José Serra como governador de São Paulo foi um fracasso, não faltaram arrogância, prepotência e calote nos credores dos precatórios. Aliás, nunca mais vou votar em Serra; prefiro anular o voto.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

 

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'O MAL ESSENCIAL'

José Serra escreve algo pertinente. Mas não diz que corrupção, Código Florestal, desmatamento, Belo Monte, transposição do São Francisco etc. e "oposição sem consistência, sem perfil e sem proposição" são componentes de um mesmo quadro. É verdade que o PT tinha de chegar ao governo para o Brasil poder se contemplar no espelho. E cabe ao Serra reconhecer que o que aí está, está porque ele não teve a competência de vencer eleições, em que vencer teria sido possível, caso ele não fosse um convencido egocêntrico, mas tivesse um perfil de líder de equipe de competentes. O PSDB deve aos cidadãos brasileiros a formulação e a apresentação de uma alternativa convincente, não apenas lamentações do comportamento "dos outros".

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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A ARTE DE GOVERNAR

José Serra, comportando-se verdadeiramente como oposição, em seu artigo O mal essencial (8/12), foi bastante feliz em sua afirmação ao dizer que "não é o poder que corrompe os indivíduos, mas são estes que corrompem o poder". Ao vermos Aristóteles expor em sua teoria das "divisões dos governos e das constituições" que o "Estado deve ter sempre por objetivo o bem do povo", percebemos o quanto à política dos tempos das polis tornou-se utópica nos dias atuais. Não é a política em si que é corrupta, mas os homens que são passíveis de corrupção. Parafraseando o mestre Aristóteles que dizia que "o homem é um ser político", vos digo que "o homem é um ser corruptível". Pergunto: É possível hoje pensar em política sem ter em mente a putrefação que este sistema sofre? Sou ainda mais ousado: Qual é a primeira palavra que lhe vem na mente ao escutar a palavra corrupção? Infelizmente o que de início era chamado de arte, passou a ser repugnante, alguns acusam Maquiavel com o seu famoso "os fins justificam os meios", mas a política como a vemos é apenas o reflexo da sociedade. O governante que rouba o povo é o resultado daquela criança que não enxergava mal em roubar o lápis do "coleguinha". O termo política possui inúmeros significados, podendo ser desde uma posição ideológica a uma habilidade no trato das relações humanas. Mas, nenhum conceito traz em si a essência dessa expressão como um dos significados dado pelo dicionário de que "política é a arte de governar os povos". A ordem social é conseqüência de um bem comum, "o bem de todo é o de cada parte" expressava o santo Aquinate, e de fato, para que haja uma ordem social é necessário que exista uma ordem particular, a ordem não pode ser separada do bem, sendo assim, para que se mantenha a sociedade sob as leis que a rege, é necessário que quem a governe o faça visando nada mais que o bem do povo. Sendo assim a política deve servir de forma justa a toda comunidade, pois ao aplicar justiça ao todo, faz-se também de forma particular, já que todos que fazem parte da comunidade estão para ela como parte de um todo. Eis o motivo de a política não ser ruim em si, já que em sua mais pura concepção, essa visa estabelecer a justiça à sociedade, fazendo com que a ordem seja mantida, e assim os direitos particulares exercidos. Mas tudo isso continuará a ser mera utopia, enquanto as bases que sustentam a comunidade estiverem corrompidas. Em um regime democrático, os governantes emergem do povo, por isso, para que possamos ter honestidade no poder, precisamos fazer desta uma prática de toda a sociedade, só assim o quadro político atual poderá ser modificado. Só assim a palavra política deixará de nos causar sentimento de revolta e nos levará a refletir sobre o que realmente ela significa, e o que ela pode nos dar. E passaremos a enxergar o sistema político não como algo repugnante, mas como um instrumento capaz de unir diversidades em um único significado: "a arte de governar os povos".

Jefferson Nóbrega jeffersonnobrega@gmail.com

Ceilândia (DF)

 

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GRAMPO NO PSDB

Sr. José Serra, por que grampo no PSDB é gravíssimo? Grampo não autorizado é gravíssimo em qualquer situação. Por acaso o PSDB é mais igual?

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

 

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SARNEY E DEMÓSTENES

O episódio ocorrido esta semana no Senado federal, envolvendo o presidente da Casa e o senador goiano Demóstenes Torres, demonstrou que não existe mais gente disposta a fazer valer suas opiniões. O senador goiano não usou palavras chulas nem fez nada que ferisse o decoro parlamentar. Apenas protestou com a firmeza necessária ao ver-se envolvido numa manobra para a aprovação de um assunto do interesse do Poder Executivo. Inexplicavelmente, o senador José Sarney sentiu-se ofendido e afirmou que ia exercer a prerrogativa que o regimento do Senado lhe confere e pedir a retirada dos registros da sessão, do vocábulo "torpe", que considerou ofensivo. Em português claro, ia censurar o discurso do senador do Estado de Goiás, por ele ter desagradado o presidente do Senado. O senador Demóstenes Torres, um dos nomes que honram e engrandecem o Parlamento brasileiro, de pronto respondeu que de sua parte não retirava nada. Depois, atendendo ao apelo do presidente José Sarney, voltou à tribuna para desculpar-se. Agora retratar-se de quê? De expor com firmeza suas posições, diga-se de passagem, corretas e pertinentes? O plenário do Legislativo, em qualquer democracia do mundo, é o palco indicado para discussões como a ocorrida entre os senadores José Sarney e Demóstenes Torres. O Congresso Nacional não é lugar para suscetibilidades, chiliques, vaidades e punhos de renda, que ficam melhor no Itamaraty. É lugar de choques de ideias e de discussões desassombradas, que engrandeçam a democracia. É cenário para que homens e mulheres honrem o mandato que lhes foi conferido pelo povo e manifestem com firmeza suas posições. Foi demais! Francamente, o Senado brasileiro já viveu dias melhores.

José Carlos Werneck jc_werneck@hotmail.com

Brasília

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BEM PIOR

A forte discussão que aconteceu no Senado entre o presidente da Casa, senador José Sarney, do PMDB-AP, e o senador Demóstenes Torres, líder do DEM-GO, por ocasião da votação do novo Código Florestal, deixou claro que no Senado da Republica pode estar acontecendo coisas bem piores, diria mais, inimagináveis. Depois de ver e ouvir o senador José Sarney exigir que das notas taquigráficas da Casa fosse retirada a palavra torpe usada pelo senador Demóstenes Torres durante um seu pronunciamento, passei a duvidar e ter medo de todo e qualquer acontecimento que envolve a presidência do Senado federal. Daqui para frente, como vamos acreditar nas notas taquigráficas do Senado, já que o senador Sarney nos deu a entender que elas não espelham os verdadeiros acontecimentos? Se só podem registrar o que Sarney determina e não o que os senadores falam, são irreais. Cheguei a conclusão que o jogo do bicho é mais honesto, nele vale o que realmente está escrito, o banqueiro não manda mudar nada.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta redonda (RJ)

 

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ELÁSTICO ESTICANDO

Que o governo tenha maioria folgada na Câmara e no Senado, tudo bem. Isso faz parte do jogo democrático, mesmo que essa maioria seja alcançada por meios não ortodoxos. Mas não pode ser considerado democrático o que o governo faz no Congresso, com a cumplicidade vergonhosa de seus presidentes, o deputado federal Marco Maia e o senador José Sarney. Acordos para votação de matérias que não são do agrado de Dilma são burlados, alteradas as datas por articulação do presidente José Sarney, motivo de forte atrito com o senador Demóstenes Torres. O governo joga sujo, bagunça o Legislativo. Essas atitudes de Sarney chegaram a levar o senador Demóstenes Torres a usar palavras mais ásperas, causando sérios momentos de tensão. Ao governo interessa a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) que corresponde a um cheque em branco para uma farra de gastanças nos próximos anos. Não lhe interessa a aprovação da Emenda 29 que fixa em 10% da arrecadação para a área da saúde; 12% para os Estados e 15% para os municípios. Famélico por mais dinheiro, o governo tem obsessão pela CPMF, de triste memória. Crescimento zero no terceiro trimestre, resultado do PIB para 2011 decepcionante. O elástico não vai resistir.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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CAMBALACHO NACIONAL

O mais que vulgar deputado federal apelidado Paulinho da Força, ao xingar de "velhinhos gagá retardados" os membros do Conselho de Ética da Presidência da República, ofendeu não só os mesmos, mas também todas as pessoas idosas do País. Essa excrescência que se diz deputado federal não receberá punição do tal conselho de ética? Melhor nada esperar da turma do Cambalacho Nacional, porque a palavra ética não consta em seu dicionário.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

 

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PAULINHO, UMA VERGONHA

Não sei como é que o nosso país ainda suporta tamanha falta de vergonha. É muita safadeza e corrupção dentro daquele espaço que deveríamos nos orgulhar, chamado Planalto. Acho que o finado Juscelino já se contorceu todo dentro do túmulo ao ver no que se transformou o local idealizado por ele para instalar o governo de nosso país. As nossas divisas estão se esvaindo pelos "ralos" abertos pela corrupção, pelos partidos políticos e suas artimanhas e seus componentes, senadores, deputados, ministros, vereadores, secretários, enfim, todos que fazem parte da gestão da máquina pública. O erário não tem dono e aquilo que não tem dono, plagiando a música de Chico, o que não tem governo, nem nunca terá, o que não tem decência, nem nunca terá... É assim que me sinto enquanto brasileiro, enquanto eleitor que acredita naquele que elegeu para representá-lo junto aos interesses comuns da população, mas a decepção se apresenta quando estes mesmos sujeitos deixam de lado os interesses públicos e passa a olhar para o interesse próprio de como enriquecer no menor tempo e de aprender como sair de cena sem ter que pagar nada para os cofres da nossa querida Nação.

Robson Mendonça pereirar4286@globo.com

São Paulo

 

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FALTA DE COMPOSTURA

O Estadão, principal órgão da imprensa brasileira, colocou-se no patamar do Paulinho da Força, cuja falta de compostura seria referir-se aos membros da Comissão de Ética da Presidência como "gagás", ao, em editorial (Dilma fraquejou, 2/12) tratar a própria presidente como "gerentona"! A mim me parece que o "gagás" do Paulinho virou uma gentileza.

Roberto Lira Miranda mirandaroberto@uol.com.br

São Paulo

 

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SHOW DE TIRIRICA NA CÂMARA

Nove meses depois de chegar à Câmara dos Deputados como o deputado mais votado do País, Everardo Oliveira e Silva, é isso sim, não conhece? É ele mesmo, o Tiririca, do PR-SP... Tiririca presidiu por quase três horas a "Comissão de Educação e Cultura", quem diria! Deu show de humor, e fez audiência pública para discutir concessão de alvarás para instalação de circos nas cidades brasileiras. Esperto e inteligente que é, o deputado constatou que em Brasília não precisa, já tem um grande circo nacional armado e instalado na Praça dos Três Poderes para todos os gostos políticos e alegria dos mais diversos partidos colocarem em prática suas aptidões patrióticas e democráticas em defesa do nosso judiado e abandonado povo brasileiro.

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

 

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PARA O BEM

Sinceramente, o deputado Tiririca não tem senso do ridículo, mas pelo menos desta vez aparentemente está usando a sua "ridicularidade" para o bem. Precisamos ver quanto que o mesmo irá receber pela propaganda.

Roberto Saraiva Romera robertosaraivabr@gmail.com

São Bernardo do Campo

 

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A ARMADILHA

Sem contrato com FAB, Rafale pode ser extinto (Estado, 8/12, A10). Eis aí, senhores leitores, a explicação do até agora inexplicável: a concessão pelo jornal francês Le Monde (dezembro/2009) do privilégio para que Lula ostentasse o título honorífico de "personalidade do ano". Já se notava, desde então (eles pensam que somos tão idiotas quanto corruptos eles são), o direcionamento firme e resoluto no sentido de que a Dassault, fabricante do Rafale, vencesse (ou ganhasse?) uma maracutaia chamada licitação, em que o maior preço venceria outros dois menores. E nosso ex-presidente trabalhava abertamente pelos franceses. Por que seria? Pergunte-se a ele, que ainda está por aí... Ocorre que Nelson Jobim, então ministro da Defesa, que não é tonto e não tem papas na língua (foi o único que, até agora, deixou dois ministérios sem nem sequer um assomo de suspeição), criou o clima para a postergação da dita cuja armadilha, indevidamente chamada de licitação internacional. Era ostensivo o apoio que o então ministro recebia das Forças Armadas sobre o assunto. Há relatórios sobre isso! É só pesquisar... Mesmo porque, é certo que a Aeronáutica, a Marinha e o Exército entendem um pouco mais do assunto do que o verborrágico Luiz Inácio. Confirma-se, assim, de maneira vergonhosa, o brocardo latim: Veritas labore potest, vinci non potest (a verdade é manca, mas chega sempre a tempo). Sem ter compradores e sem jamais haver vendido um Rafale sequer fora da França, a aeronave está em vias de sair de linha de fabricação da Dassault. Agora, pergunta-se, qual será a próxima? Ou o próximo...? Será que Deus ainda é brasileiro?

João Guilherme Ortolan guiortolan@gmail.com

Bauru

 

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GÊNIOS

O governo francês admitiu que estuda a possibilidade de encerrar produção do caça Rafale, da Dassault, pelo fato de não terem vendido uma unidade sequer ao mundo, até esta data. Porém foi considerado pelo Brasil e Lula como o favorito para vencer a licitação para renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). Ou seja, na eventualidade de o Brasil optar pela compra desses caças e da previsão do fabricante francês em desativar o modelo, já estaremos adquirindo um avião "obsoleto". Ótimo negócio para esses "gênios corruptos", responsáveis pela opção e aquisição. É nosso dinheiro rolando morro abaixo, não é?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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FILHO BASTARDO

Lulla não assumiu a paternidade e o Rafale será lembrado como um filho bastardo de Sarkozy.

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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FOMOS SALVOS

Deus é brasileiro, quase o seu Lula fez mais uma daquelas, se o Brasil não comprar o avião Rafale a fabrica vai fechar, isso quer dizer que nos deveríamos ficar comprando Ralale todos os meses até daqui uns 50 anos para a fabrica não fechar, a guisa de conhecimento este avião nunca entrou numa batalha.

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

 

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BEBIDA ALCOÓLICA NOS ESTÁDIOS

Defendendo a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol, o ministro Aldo Rebelo pergunta se "no estádio não pode ter bebida e no show de Madonna pode?" Nunca reparei que no show de Madonna houvesse torcidas opostas "ferozes" e que também deveriam ser contidas. Vou observar!

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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DROGAS

Frase do ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB): "Durante partida de futebol não pode ter bebida e durante o show da Madonna pode ter?". Concluo então que a maconha e a cachaça têm mais importância para os ministros do que segurança e saúde. Será?!

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@ibest.com.br

Guarulhos

 

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LIBERAÇÃO PERVERSA...

É profundamente lamentável assistir à Fifa descabidamente conseguir impor o uso na Copa do Mundo de bebidas alcoólicas, que nem é sobre as barbas do congresso, mas com o respaldo e omissão de muitos políticos que estão se curvando a esta promotora do evento que pode desencadear sérias conseqüências pelo uso do álcool nas arquibancadas dos nossos estádios. Fico pensando onde vai ficar o famoso jingle: "Se beber não dirija", escutei a fala de um parlamentar que apóia isso dizer que só basta punir quem se exceda, mas cadê sua visão holística? Qual punição vai aplacar a dor do seio de uma família que venha perder alguém por causa dessa decisão? Seja causado por acidentes de carro, etc. Será que se for com um familiar de algum parlamentar ele vai aceitar assim tão passivamente? Classifico de perversos e irresponsáveis todos que são subservientes a esta famigerada liberação.

Fernando Arábia poeta_arabia@hotmail.com

Gravatá

 

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A COPA E O ÁLCOOL

Se as bebidas alcoólicas forem liberadas nos estádios durante a Copa do Mundo no Brasil, como está sendo cogitado, essa lei terá de constar, também, que motoristas bêbados sejam penalizados nas rua; e que se provocarem acidentes com mortes ou não, que não sejam registrados nos boletins de ocorrência que estavam bêbados. É ou não é?

Waldecy Antonio Simões netsimoes@terra.com.br

São Paulo

 

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CARTOLAGEM

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, está equivocado ao defender a liberação de bebida alcoólica durante os jogos da Copa. Pressionado pela Fifa, o deputado e hoje ministro deveria ter pulso firme e não ceder às pressões dos cartolas. Comparar a venda de bebidas numa competição esportiva e num show demonstra total ignorância dos fatos. Em primeiro lugar em shows se as pessoas bebem, não passa de diversão, enquanto que numa partida de futebol, o ministro está se esquecendo de que há competição, torcidas e brigas. A bebida, nesse caso, serve para incitar os ânimos. Por favor, ministro menos submissão e mais atenção aos riscos que sua ideia pode trazer. Não merecemos passar vergonha diante do mundo por falta de regras e disciplina.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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CONDIÇÃO

A aprovação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol, ora em discussão no Brasil, deveria ser condicionada à reforma e ampliação dos banheiros existentes pelos fabricantes que vencerem as licitações. O estado dos sanitários nos estádios das capitais, para nem falar das demais cidades, é um verdadeiro atentado às normas mínimas de higiene. Poder saborear uma geladinha sem ter local em condições satisfatórias de uso é um convite a transformar os estádios - por dentro e por fora - em verdadeiros mictórios a céu aberto. Cerveja (e cachaça) descem redondas como a bola.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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BEBIDA ALCOÓLICA

A bebida alcoólica é o maior flagelo da humanidade. Se olhássemos para trás e víssemos os prejuízos que o álcool já causou ao ser humano, não tomaríamos sequer uma gota do mesmo. Ano passado, a média de óbitos diários no país, em decorrência do consumo de álcool foi de 47 pessoas. Infelizmente é uma droga legalizada, apesar de seu grande poder destrutivo. O dinheiro que o governo arrecada com imposto não compensa em vista dos custos sociais causados pela bebida. No trânsito, na família, no trabalho e em outros setores da sociedade seus prejuízos são imensuráveis. Somente leis mais restritivas ou mesmo a total proibição de seu consumo poderá por fim a essa calamidade.

Marcelo de Lima Araujo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br

Mogi das Cruzes

 

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