Cartas - 12/10/2010

DEBATE DA BAND

, O Estado de S.Paulo

12 Outubro 2010 | 00h00

Privatização, privatização...

A pobreza na discussão sobre os principais problemas que condenam permanentemente o Brasil a não sair do nível mediano de desenvolvimento segue intacta na campanha do segundo turno. Prova disso foi o debate entre os presidenciáveis, domingo. À exceção de duas, talvez três questões dirigidas por Serra a Dilma sobre segurança e infraestrutura, o que se viu, no mais, foi um confronto tosco, reavivando um tema há muito superado: privatização, privatização e mais privatização. Pura ridicularia eleitoreira da parte da candidatura oficial. No que depender da ideologia petista, ao chegarem as eleições presidenciais de 2030 ainda estaremos falando das privatizações - bem-sucedidas, diga-se - realizadas por FHC no final do século 20...

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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Hipocrisia

O que seria do Brasil e de nós, simples pagadores de impostos, se não tivessem privatizado setores como telefonia e mineração, dentre outros? Imaginem Lulla e sua trupe de aloprados "administrando" a Vale, a Embratel, etc... Basta ver o que acontece com a Infraero, os Correios e, mais recentemente, com a Petrobrás, que em apenas uma semana perdeu R$ 28 bilhões em valor de mercado por causa do temor dos acionistas diante da possibilidade de interferência do desgoverno Lulla em sua administração. Que venha logo o segundo turno e que sejamos salvos da hipocrisia desgovernamental!

JULIANO DA SILVA GOULART

piovesangoulart@ig.com.br

Cubatão

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Orelhão e banda larga

Em resposta a Serra, que disse que, "se fosse pelo PT, o Brasil seria o país do orelhão", Dilma falou que o país dela é o da banda larga (referência ao PNBL). Não sei se é problema de memória curta ou apenas falta de inteligência e capacidade de análise, mas, se não fossem as privatizações feitas na área de telefonia pelo governo FHC, a banda larga de Dilma seria um sonho bem distante, empacado na burocracia e ineficiência das antigas estatais de telefonia, que o PT tudo fez para impedir que fossem privatizadas.

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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Respostas inadequadas

A candidata marionete deve ter algum problema de raciocínio e compreensão, pois só isso pode justificar suas respostas, já que não consegue responder adequadamente a nenhuma pergunta de Serra. Gostaria de saber por que nos oito anos em que ela esteve no governo não conseguiu solucionar nada dos "erros" que aponta. Quanta incomPeTência!

CASSIA CARLIN MALTEZE

cassia.carlin@terra.com.br

São Paulo

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Atacar para ocultar

Ouvir a candidata Dilma atacar as concessões das rodovias paulistas, as melhores do Brasil, e as privatizações é uma afronta à nossa inteligência. Lembro-me de como era difícil comprar uma linha telefônica, estatais como a Vale do Rio Doce eram verdadeiros cabides de empregos! Ela e Lula tornaram as estatais e os Ministérios verdadeiros "poleiros" de ex-sindicalistas e apadrinhados. Basta ver os constantes escândalos, que são baixaria, sim, mas do próprio governo do PT. No governo FHC tivemos um apagão da energia em razão de longa estiagem. No governo Lula foi o do gás, mas por causa do seu amigo Evo Morales, que gentilmente tomou as instalações da Petrobrás na Bolívia. Sem contar o apagão dos aeroportos, em que ela diz ter investido muito - pouco, de fato. Temos 40 milhões de brasileiros sem saneamento básico, mas ela e Lula deram à Bolívia e à Venezuela dinheiro do BNDES. Dilma e Lula têm consciência de que o crescimento do Brasil é um processo iniciado no governo de Itamar Franco, com o Plano Real. Mas agem como esquizofrênicos, pois na época foram contra o Real e hoje dizem que sozinhos consolidaram o crescimento da nossa economia. Tenho fé em que os brasileiros, enganados diversas vezes por planos mirabolantes, por Sarney e depois por Collor, hoje aliados de Dilma e Lula, dirão nas urnas que não é isso que queremos para nossa família.

HUGO HIDEO KUNII

hugo.kunii@terra.com.br

Campinas

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Tique nervoso

FHC é candidato e não fiquei sabendo? Pergunto porque Dilma usou o nome de FHC 47 vezes no debate. Sempre para atacar. Mas se o homem nem candidato é... Quando Serra indagou sobre a precariedade dos portos brasileiros, jurei que Dilma ia atacar também dom João VI. Mas, não. Recuou apenas até FHC. Parece tique nervoso. FHC recebe do PT uma propaganda gratuita e sistemática. Se o Nobel já não tivesse sido outorgado, dava para o ex-presidente se candidatar...

REGINA HELENA DE PAIVA RAMOS

reginahpaiva@uol.com.br

São Paulo

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Caras

A candidata do PT disse que Serra tem "mil caras". Imaginem ela, que tem, no mínimo, quatro nomes, quantas caras deve ter.

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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Agressividade = insegurança

A stalinista Stela baixou no terreiro da Band! Olha a verdadeira Dilma aí, gente! Só faltou babar, quanta raiva!

FERNANDO D"ÁVILA

lfd_avila@hotmail.com

Rio de Janeiro

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Caiu a máscara

Dilma retomou a atitude habitual, criticada por seu inventor, Lula: que ela maltratava as pessoas. A máscara caiu cedo demais.

PEDRO SERGIO RONCO

sergioronco@uol.com.br

Ribeirão Bonito

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Claro como água

Dilma cobrou de Serra esclarecimentos sobre um ex-membro do governo tucano em São Paulo que, segundo ela, "fugiu com R$ 4 milhões de sua campanha". A petralhada ficou em êxtase, imaginando que esse suposto homem-bomba possa detonar a candidatura adversária. Eles não sabem que a grande diferença entre o homem-bomba de Serra e a mulher-bomba de Dilma (Erenice) está em que o dele detonou dinheiro do partido, enquanto que a dela detonou dinheiro público? Só não percebe a diferença quem não quer ou está mal-intencionado.

MARIA ELOIZA ROCHA SAEZ

m.eloiza@gmail.com

Curitiba

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Privatizações, aborto e violência foram temas debatidos. Clima foi de ataque entre os candidatos

TEMA DO DIA

Dilma e Serra fazem o 1º debate do 2º turno

"Enganou-se quem achou que Dilma fugiria dos assuntos polêmicos. Mostrou uma posição segura. Ela está de parabéns."

FERNANDO RAPOSO

"Lamentável o nível de Dilma. Estava visivelmente alterada, monotemática e com um semblante pesado."

LACCY SILVA

"Serra mostrou-se mais seguro do que a candidata. Suas explanações continham lógica e coerência."

LUIZ ANTÔNIO DIAS BATISTA

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

Debate na Band

 

A candidata Dilma entrou para o rol dos candidatos de uma nota só no segundo turno, virou a candidata contra as privatizações e só fala disso. Esqueceu-se do celular, do fortalecimento da Vale e da ajuda financeira para debelar a inflação. Assim como Marina Silva só tinha a nota da sustentabilidade.

A primeira resposta de ambos os candidatos já deu para definir quem é melhor que o outro. Um preza a educação como fonte de desenvolvimento e de tecnologia. A outra, o assistencialismo como forma de criar um falso desenvolvimentismo, com data para acabar.

 

Os eleitores podem decidir entre o azul da sabedoria e da educação ou o vermelho da falsidade e da corrupção.

 

Bruno Malteze Zuffo brumalteze@hotmail.com

São Paulo

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Telecomunicações

 

A Dilma vai cancelar as privatizações das telecomunicações feitas durante o governo do FHC, todos os brasileiros devem entregar seus telefones celulares, que serão confiscados pelo governo.

 

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br

São Paulo

 

 

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Debate ou embate?

 

Dilma Malufou no debate de domingo à noite.

 

Quando alguém apresentava uma questão a Maluf e ele não tinha resposta, respondia outra coisa totalmente diferente, até fora do contexto da pergunta.

 

Pois assim foi Dilma. Não respondeu a uma pergunta sequer de Serra. Mudava de assunto, contava outra história, atacava com afirmativas totalmente estranhas ao assunto.

 

E Serra perdeu a boa. Dilma o acusava de ser privatista. De ter privatizado empresas e bancos. Mas quase no final ela afirmou que a Infraero será transformada numa empresa como a Petrobrás, ou seja, privatizada, mesmo que em parte.

 

E poderia ter dito que Dilma, Lula e o PT se interessam pela estatização para poderem ter controle sobre o cabide de empregos e as nomeações políticas.

 

Vamos aos próximos debates. Mais um pouco e a máscara vai cair.

 

Odair Picciolli pedraseartes@suednet.com.br

Extrema (MG)

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Privatização boliviana

 

Resposta para o questionamento da sra. Dilma ao sr. José Serra em relação à privatização da Petrobrás: "Gostaria de lembrar aos telespectadores que , na verdade, o governo do qual a sra. Dilma faz parte foi quem privatizou a Petrobrás, não para os brasileiros, mas para os bolivianos. O companheiro cocaleiro Evo Morales enxotou a Petrobras da Bolívia e pagou (?) uma enésima parte do seu valor ao Brasil. Ao que nossa outrora respeitada diplomacia aquiesceu mansamente, de forma subserviente. Mas isso não causa surpresa, visto esta atitude partir de um governo que permite que propriedades produtivas sejam invadidas e depredadas por movimentos ‘pseudossociais’, sem o menor respeito à ordem jurídica, e após o fato que os invasores sejam "parte" em negociação desta mesma propriedade invadida. Então, por questão de coerência, não é de espantar que o atual governo ache normal que a Petrobrás seja sumariamente expulsa da Bolívia, com a diferença de que nem sequer tenha podido negociar o valor que seria ressarcido ao povo brasileiro. Então, senhores, isto é apenas uma pequena amostra do que a sra. Dilma fará caso seja eleita presidente no dia 31 de outubro."

 

José Paulo Meirelles Kors zepaulomkors@uol.com.br

Holambra

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DESESPERO

 

Bateu o desespero em Lula e Dilma. No debate da Band ela soltou o verbo em Serra, mostrando que não mais está acreditando firmemente em sua vitória. E usou a inverdade, coisa típica de Lula e do PT, ao dizer que está sendo difamada. Isso só ela e seus marqueteiros viram, e com essas afirmações está querendo iludir ainda mais o eleitorado. Eles, sim, difamam não só Serra, como FHC, que não é candidato a nada e fez um excelente governo. Graças aos resultados alcançados por FHC, e à relativa continuidade dada por Lula aos programas deixados pelo governo Fernando Henrique, é que muitas coisas aconteceram já no governo Lula. As empresas fizeram mais contratações, a situação mundial e a nacional estavam favoráveis. Havia saldo em caixa e por isso pagaram ao FMI (que usam hoje eleitoralmente), a estabilização da moeda e o Plano Real fizeram com que tudo melhorasse. As privatizações foram excelentes para o Brasil, só trouxeram resultados positivos (e eles falam mal disso até hoje). Quem está sendo difamado sempre é FHC (e Serra, por tabela, que participou com muita eficiência desse governo). O que dizer de positivo do governo Lula? Não mudou muito do que encontrou, e só. O resto foram coisas eleitoreiras, como o PAC (empacado). De negativo todos os dias aparecem coisas. Quantos ministros tiveram de deixar o cargo por corrupção? Muitos. E os escândalos que surgiram na Casa Civil? Muitos, o mais recente se refere diretamente à ministra Erenice, cria de Dilma, com quem aprendeu. E a Casa Civil é a que está ligada diretamente ao presidente. Assim, Dilma está jogando o verde (nada que ver com Marina, que ela defenestrou) para colher todos os podres que surgirão... Que desespero. Pelas pesquisas recentes, Serra subiu bastante e Dilma permaneceu estática, com tendência a queda. Até o presidente abriu mão de suas frequentes viagens ao exterior para acompanhar Dilma, mas as despesas ficarão por conta dos contribuintes. Atos e coisas ilegais são especialidade de Lula e de Dilma, que o presidente fala que continuará o seu "trabalho". Muito do que alardeiam que fizeram nunca saiu do papel ou nem iniciaram... Foi trololó mesmo.

 

CARLOS E. BARROS RODRIGUES ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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Duelo de esgrima

 

O debate político assemelha-se, de certa forma, a um duelo de esgrima. Os contendores procuram atingir o adversário em seus pontos fracos e, ao mesmo tempo, não abrir sua guarda.

 

O que se percebeu na contenda de domingo foi o completo despreparo do candidato Serra quanto ao assunto privatizações., mesmo sabendo - desde 2006 - que o adversário o atacaria por esse flanco. Não foi convincente ao se defender dos ataques previamente anunciados e muito menos apto para revidá-los à altura.

 

Faltou-lhe habilidade na hora de aplicar o "touché" fatal e, para isso, não lhe faltariam recursos. Foi uma atuação "micha".

 

Tivesse feito uma leitura atenta do primeiro caderno do Estadão de domingo, sua performance seria melhor.

 

Ruy Boechat ruy.boechat@hotmail.com

Taubaté

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Estatais privatizadas

 

Durante o debate na TV Bandeirante os candidatos trataram novamente do tema recorrente em período de eleições: as privatizações de empresas estatais.

 

Como perguntar não ofende, gostaríamos de saber por que motivo ninguém informa os seguintes dados: quantas empresas foram privatizadas durante o governo FHC; qual era o faturamento anual de cada empresa; qual era o total de recursos financeiros, do orçamento federal, que eram necessários para "suportar" (aspiradores de dinheiro público, sacos sem fundo!) o seu funcionamento; qual era o total de impostos que recolhiam aos cofres públicos, por empresa; qual era o número total de empregos nessas empresas, existentes por concurso público e em "cargos de confiança"; comparados com os mesmos dados de 2010 ou 2009.

 

Provavelmente, assim, poderemos compreender por que motivo o atual governo federal sempre ataca esta importante iniciativa do governo FHC. Hoje, eles não têm empresas e cargos para "arrumar" a vida, dentre aqueles mais ou menos 40 mil companheiros que precisam dos "cargos de confiança".

 

Jorge Luis Dos Santos B. jlsantos@northpoint.com.br

São Paulo

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Cada caso é um caso

 

Parte-se sempre para a ignorância neste assunto de privatizações, com debates tendenciosos e não se discutindo a verdadeira questão técnica por trás do assunto: cada caso é um caso. A privatização não é em si um instrumento bom ou ruim. Dependendo do caso, da política pública em discussão e da empresa, privatizar pode ser uma boa solução ou não. Os administradores precisam entrar de cabeça nessa discussão e ressaltar seu mérito técnico. A privatização não é um demônio nem uma panaceia. Assim como um remédio, administrado na dose certa e no paciente certo, pode surtir efeitos muito positivos,quando mal prescrito pode ter efeitos devastadores. O eixo principal para o governo deve ser pragmático, e não ideológico: atender cada vez mais cidadãos, da melhor forma e gastando menos recursos de seus impostos. O meio para atinigir essa eficiência varia caso a caso.

 

Murilo Lemos mllemos@gmail.com

São Paulo

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AJUSTE DE CARTEIRA DO PT

 

Depois da "maior capitalização da história", em apenas três dias a Petrobrás perdeu R$ 28,4 bilhões de valor de mercado. Se fosse numa empresa privada, seriam demitidos o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, e o presidente de seu Conselho, Guido Mantega, mas ambos continuam firmes a serviço do governo Lula e o povo brasileiro que pague a conta. Se FHC a tivesse privatizado, agora ela estaria dando muito mais lucro, pagando bem mais impostos, beneficiando enormemente o povo brasileiro. O grande presidente José Gabrielli ( tem quase 2 metros de altura) disse que foi apenas um "ajuste de carteira", com o que concordamos, um ajuste na nossa carteira. Foi-se o tempo em que a presidência da Petrobrás era caminho para a Presidência da República. Ainda bem, já imaginaram se ainda fosse assim?

 

João Henrique Rieder rieder@uol.com.br

São Paulo

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EUA x Venezuela

 

 

Achei o Serra calmo demais e a Dilma estava agressiva por não ter argumentos sólidds para rebater as acuasções. Quanto a privatizações, pode não ser assunto politicamente correto em véspera de eleição, mas deveria ser levado a sério. A maior economia do mundo, os EUA, não

tem empresas estatais; se as tivesse, estarila patinando. Vejam o que faz o amigo do Lula, o Chávez, que estatiza de empresas privadas e a economia da Venezuela está no fundo do buraco. Idem Cuba.

 

 

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

 

 

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País do orelhão

 

No debate de domingo, ao defender a privatização das telecomunicações no governo FHC,

Serra foi muito feliz quando disse que, se dependesse do PT, o Brasil ainda hoje seria o país do relhão. É esse tipo de coisa que deve ser exaustivamente mostrado à sociedade na campanha do egundo turno. Dilma respondeu que o Brasil de hoje é o país da banda larga, como se isso fosse m feito do governo do PT, e não uma realidade global. Mas esqueceu de dizer que após oito nos de PT, de cujo governo ela fez parte desde o início, as nossas escolas não recebem sequer banda larga de um mega, enquanto em países como Portugal, como ela constatou pessoalmente, banda larga recebida pelas escolas é de 100 mega. A prevalecer a mentalidade reestatizante e o parelhamento geral e irrestrito do atual governo, o Brasil permanecerá estagnado em termos de nfraestrutura, podendo até regredir, com resultados semelhantes aos que estamos vendo na enezuela. As evidências estão presentes nos portos, aeroportos, rodovias federais, na queda centuada nas exportações (devida não apenas ao câmbio, mas também a esse enorme custo rasil), e já se fazem presentes também na Petrobrás, nos Correios, etc. Não dá mais para tapar o ol com a peneira.

 

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

 

 

 

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Sim ou não?

 

Perguntamos à Dilma: a senhora achava "caótica" a administração do governo de FHC. Sendo a política econômico-financeira o motor que dá impulso à administração pública em geral, a senhora aprova, sim ou não, essa política imprimida por FHC desde a implantação do Real até o ano de 2002 e seguida pelo governo de Lula? Aliás, sua promessa de aperfeiçoar a saúde, segurança, educação e os transportes - fora de representar outra critica a seu patrocinador por serem deficientes - quer dizer que espera realizar em quatro anos o que Lula não conseguiu em oito?

 

PABLO L. MAINZER plmainzer@hotmail.com

São Paulo

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A Petrobrás e a campanha presidencial

 

Fiquei particularmente desapontado com o resultado do recente debate entre os dois candidatos finalistas para ocupar o cargo de maior importância na gestão pública nacional, ao verificar que o candidato José Serra - logo ele, que tem fama de ser notável economista -, após ser bombardeado com insistência pela candidata Dilma com questões relativas a uma suposta simpatia do grupo de colaboradores dos quais se cerca pela "privatização Petrobrás" ( e de seus ativos), procurou o caminho mais fácil para se defender , ou seja, dizer que continuaria o monstro estatal tendo sob um eventual governo seu tendo o mesmo tratamento ou até mais privilegiado do que este que o governo petista lhe tem conferido, torrando anualmente centenas de milhões de dólares em gastos com propaganda para incutir na mente do cidadão comum de que a empresa é um "precioso bem dos brasileiros". José Serra, a meu ver, poderia ater-se a fatos concretos e aos números (como ele bem deve saber, não mentem jamais) e se reportar a fatos como aquele veiculado na edição de ontem do Estadão em seu caderno de Economia, destacando que parte da indústria nacional que utiliza o gás natural está sufocada com os custos elevados do produto, comercializado aqui por obra e graça da Petrobrás entre US$ 8,73 e US$ 10,50 o milhão de BTUs (a unidade de avaliação do produto), enquanto no mercado externo esse valor oscila entre US$ 5 e US$ 6!!! A gasolina brasileira, que é vendida nos postos na média por todo o Brasil a em torno de (falemos ainda em dólares) US$ 1,65, se não é a mais cara do mundo, seguramente figura entre aquelas que brigam pelo lugar mais alto do pódio. Com o óleo diesel acontece a mesma coisa, em média US$ 1,20 o litro. Em muitas localidades do Brasil o gás de cozinha, tão necessário em mais de 90% das residências, é vendido a um preço exorbitante, quase 10% do salário mínimo nacional. Isso tudo sem nos atermos a questões mais complexas, como a nítida influência que a Petrobrás exerce devido à sua condição de detentora do monopólio de importantes etapas processamento e distribuição dos derivados para influenciar preços (sempre para cima) em matérias-primas derivadas do petróleo e essenciais para a indústria brasileira. Então, a grande pergunta, aquela que o candidato José Serra deveria ter feito à paladina da estatização, seria a mais óbvia possível: quem, senhora ministra, afinal de contas, está ganhando com o gigantismo da Petrobrás? Eu, seguramente, não sou um deles.

 

Fernando Cesar Gasparin phernando.g@bol.com.br

Mogi-Mirim

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Debate ou ringue na TV?

 

 

 

 

Projetos, que é bom, nada... Os candidatos aproveitaram as duas horas que a TV Bandeirantes disponibilizou para agredirem um ao outro. Proposta que é bom, mesmo, não foram ouvidas. Fica a sensação de que ambos não assistem à TV, não leem jornais e revista e tampouco ouvem rádio, que vivem em outro país.

A realidade brasileira é bem mais severa do que a que eles tentaram mostrar no debate. O Brasil nunca esteve tão violento, as cidades estão tomadas por favelas que crescem sem controle, o trânsito padece sem soluções e está à beira do colapso, cada vez mais carros são emplacados e as ruas continuam as mesmas, não são feitas obras na proporção que as cidades exigem. O transporte coletivo não muda e tem sua matriz em ônibus desconfortáveis e inadequados para o clima da maioria das regiões do Brasil. A saúde está o caos, o País não tem estradas decentes, a exceção vale apenas para São Paulo. Os portos estão sucateados, os aeroportos, idem; não existe planejamento, obras começam e param no meio do caminho...

Falta tudo e, para os candidatos, discutir aborto e privatizações é mais importante. A quem eles querem enganar? Onde está a Justiça para exigir deles projetos, compromissos e nível de decoro compatível com o cargo que eles querem ocupar? A sensação que fica é a pior possível, a de desrespeito pelo eleitor, a de que na democracia vale tudo. Será isso que o povo espera do futuro presidente do Brasil? Serão eles os culpados ou os marketeiros são os grandes responsáveis por este espetáculo vergonhoso?

 

 

José Aparecido Ribeiro jaribeirobh@gmail.com

Belo Horizonte

 

 

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Que medo é esse?

 

Querido candidato José Serra, por que você não consegue responder com firmeza às perguntas da Dilma? pô, ela "levantou a bola" mil vezes para você marcar o gol no debate da TV Bandeirantes. SE você não for o próximo presidente, será apenas por sua indecisão. Boa sorte.

 

 

Decio de Almeida bdfpartners@uol.com.br

São Paulo

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Dando sopa para o azar

 

Dilma, no horário eleitoral de rádio e TV e no debate com Serra, diz-se vítima de "calúnias". No rigor do termo, calúnia (artigo 138 do Código Penal) consiste na imputação falsa de fato definido como crime. De quais falsidades a acusam, afinal? De ter assaltado bancos? De ter roubado o famoso "cofre do Adhemar"? De ter participado de atividades terroristas no período militar? Ora, esses atos não apenas são crimes, como ela é a primeira a reconhecer que os cometeu "pela causa" (socialista). Então, de que outras calúnias ela estaria sendo vítima? Terá sido calúnia a acusação de que Dilma manteve currículo fajuto na infovia, praticando falsidade ideológica (artigo 299 do Código Penal)? Ou será calúnia terem-na acusado de ser tolerante e não responsabilizar sua subordinada Erenice Guerra por infração no exercício de cargo público ( artigo 320 do Código Penal)? Enfim, pelo que se viu, Serra "pegou leve" com a ex-militante da Var-Palmares. O que está em jogo é a Presidência e os dois candidatos estão dando sopa para o azar: Dilma por levantar a bola, Serra por não chutar a gol.

 

Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br

São Paulo

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De postes

 

Um poste é um poste. Com outro poste, temos dois. Assim, quem sabe, podemos pelo menos iniciar uma rede elétrica. Dilma se esquiva dos assuntos aborto, homofobia, corrupção na Casa Civil, só para citar eventos mais recentes. Sem dúvida, haverá continuidade de comportamento, se for eleita. Será o seguimento do governo do não sei, não vi, não é comigo.

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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Atriz estelar

Bem que Serra disse, em várias oportunidades durante o debate, que Dilma estava fazendo cenas para serem levadas ao horário eleitoral gratuito. Em outras palavras, que Dilma estava representando. Acertou! No dia seguinte, lá estavam, na TV, as cenas tão bem ensaiadas, protagonizadas pela atriz do PT, Dilma Rousseff.

 

M. Cristina da Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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Chilique inútil

 

Dilma Rousseff volta às origens de uma mulher amarga e de poucos amigos, e, ainda abalada pela frustração do primeiro turno, ataca José Serra no debate da Band.

 

Como se fosse uma sem-teto política, faz-se de vítima, acusando o tucano de pôr em prática campanha suja contra ela.

 

Por falta de coragem, e desrespeito aos milhares de telespectadores, não detalhou quais foram os fatos desse suposto jogo sujo do Serra.

 

Se forem os casos escabrosos e recentes da Receita Federal, da Casa Civil/Correios, não partiram da oposição. Essas denúncias, muito bem fundamentadas, estiveram nas páginas da nossa laboriosa imprensa e espertamente e contra os princípios éticos, a própria Dilma e a cúpula do PT trataram com desfaçatez esses casos.

 

Já o do aborto foi calcado em declarações da própria Dilma, de que era favorável. E a indignação contra este fato emergiu das igrejas católica e evangélicas.

 

A não ser que a petista esteja contrariada por um assunto estritamente particular que transita na internet, que não vale apena citar e detalhar aqui, que ela própria deveria dar ou não satisfação à sociedade.

 

E é bom lembrar e essa gente do Palácio do Planalto que em fabricar dossiês ou peças fajutas contra adversários esta gestão petista é especialista, e com ampla colaboração da Dilma...

 

E ao Serra só resta defender com mais ênfase as realizações do seu partido e detalhar urgentemente o seu programa de governo.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Segundo turno

 

Pudemos ver no primeiro debate do segundo turno o confronto entre os candidatos à Presidência, Serra e Dilma, que se mostraram agressivos e bem competitivos. Com certeza, o debate deixou muito a desejar, sendo pouco esclarecedor e insuficiente em propostas e programas. Os candidatos estavam mais preocupados em debater temas polêmicos como aborto e segurança, deixando para trás as suas principais propostas de governo. Portanto, este é o melhor momento para refletirmos e analisarmos todas as questões propostas por esses candidatos e vermos quem está mais preparado para assumir um cargo tão importante em nosso País para não nos arrependermos no futuro.

 

Jamile Mattar de Lima mattar_lima@hotmail.com

Campinas

 

 

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Mestres da mentira

 

Dilma ataca Serra e o acusa de mentiras e acusações imputadas a ela.

 

Ora, Dilma, Lula e sua corja do PT e aliados são mestres em mentir, alterar as verdades, criar problemas, dualidades de opiniões para enganarem a população mais simples, gerando somente dúvidas quanto ao futuro do País no que tange à liberdade de imprensa, de religião, de acesso aos templos e igrejas, à saúde, etc. E ainda se dizem caluniados pelos outros. Ora, faz me rir.

 

Dilma nem sequer tem a capacidade de falar por si, dependendo sempre da intervenção de Lula para defendê-la de suas propostas de tipo aberração.

 

E Lula, que até hoje não governou de fato o País, somente fazendo discursos o tempo inteiro, como se estivesse em campanha eterna, não mais engana a população mais esclarecida.

 

Dilma, totalmente sem carisma e antipática ao extremo, só sabe agredir e depender das palavras de Lula, mente deslavadamente o tempo todo.

 

É uma vergonha para todos.

 

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

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Jogo sujo

 

Nesta campanha, fala-se muito de assuntos fora do contexto, como o aborto, e Dilma acusa Serra de jogo sujo e de carregar ódio, inclusive com deselegância, envolvendo o nome de dona Mônica Serra, tentando imitar seu amigo Collor no caso de dona Miriam Cordeiro, mãe da filha de Lula. Muito bem, os fatos são de conhecimento público, provados e confirmados, além de o assunto ter vindo à tona por força do PNDH-3 (documento violento), que, irresponsavelmente, Lula assinou sem ler e Dilma rubricou como plano de governo. Portanto, não há jogo sujo de Serra, mas de Dilma e Lula - eles, sim, portadores de mil e uma caras. Mas para quem tem telhado de vidro é perigoso acusar. Portanto, sobre o cidadão tucano que fugiu com verba de campanha (assunto não oportuno), é tentativa de desviar o enfoque, uma vez que o caso Erenice nem está esclarecido e já aparece outra amiga, confidente, companheira de cela de Dilma, dona Cristina de Castro, a uruguaia "Tupamara", funcionária de confiança do Ministério de Minas e Energia, de onde desviou R$ 5 milhões numa armação obscura, igualzinha à família Erenice. Estas são as amizades confiáveis de Dilma que desviaram verbas do governo, enquanto o caso de Serra é interno do partido.

 

João Roberto Gullino jrgullino@oi.com.br

Petrópolis, RJ

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VEEMÊNCIA DA CANDIDATA

 

A sra. Dilma, que no debate de domingo "bateu forte" em alguns assuntos, deveria bater forte também nas corrupções vergonhosas de seu partido.

 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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Tiazona

 

No debate da Rede Bandeirantes, Dilma mostrou de fato ao público quem é. Muitos dos que trabalharam com ela a conhecem, que o diga o Gabrielli, presidente da Petrobrás, um homão que ela fez chorar tempos atrás e que não teve a hombridade de demitir-se, como fez o sr.Luiz Antonio Eira - secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional - na época. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também foi outro que sentiu na pele as grosserias proferidas por Dilma, que o ofendeu, dizem, na frente dos então governadores Aécio Neves e José Serra.

 

Ela só não grita com o seu criador, Lulla - também não é louca. Então, ao assistir ao embate de domingo, nota-se que se juntou a fome com a vontade de comer ( Dilma-Ciro Gomes), aquele que já perdeu tudo o que um ser humano poderia perder - que é sua dignidade e moral. Lulla fez dele gato e sapato, e sabe Deus por quanto tempo ele agora vai respirar o mesmo ar dos petralhas, com quem tem enormes diferenças, caso de José Dirceu. Veremos se o PT depois de usá-lo vai dar-lhe outro chute no traseiro.

Dilma virou a tiazona da vez, faltando-lhe para compor a nova personagem apenas um chicote.

 

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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Dilmandona

 

Sai de cena "Dilminha paz e amor" e entra "Dilmandona cacetada e rancor". O grande problema dessa mudança de personagens da candidata petista reside no fato de que os brasileiros precisam de um governante sereno para conduzir de forma ponderada os rumos da Nação, e não de uma espécie de disciplinadora de colégio interno, em busca do primeiro desavisado em quem possa descer impiedosa e vigorosamente a sua sinistra palmatória.

Após o debate na Band, tive um sono agitado, entrecortado por terríveis pesadelos com Dilma Rousseff. Acordei com as minhas mãos vermelhas e doloridas.

Aliás, Dilma apresentou no debate um recorrente problema de concatenação de ideias, agravado por um linguajar tecnocrático, ininteligível para o segmento popular do eleitorado. A maioria dos seus pensamentos não foi expressa com fluidez e clareza. Além disso, a candidata petista externou uma agressividade forçada e rançosa, de pouca consistência e objetividade.

José Serra foi seguro, claro e objetivo ao expressar suas ideias, sem se deixar envolver pelos rompantes agressivos da sua nervosa adversária.

Serra, de forma serena, sem sombra de dúvida, venceu o debate.

 

Túllio Marco Soares Carvalho http://www.tulhadotullio.blogspot.com/

Belo Horizonte

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ESTÁ FALTANDO MUITO

 

A bem da verdade, o certo é que o debate entre os presidenciáveis foi extremamente fraco e os ataques não passaram de pessoalidades com tentativas de se passarem fatos e comentários a limpo, e nada mais. De projetos e ações que se fazem necessários, como os relativos ao custo Brasil, câmbio, investimentos em forma de PPP, nada se falou. Sempre o mesmo (saúde, segurança, educação)com os mesmos chavões. Ambos foram omissos e sem propostas. Está faltando algo mais, pois o medo de se expor não permite um avanço nos temas a serem discutidos.Em resumo: medrosos.

 

JOSÉ PIACSEK NETO bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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Debate transparente

 

Gostaria de sugerir que, nos próximos debates entre presidenciáveis, um técnico em informática políticamente neutro trabalhe junto ao moderador acessando informações registradas em sites como Google e Yahoo. Assim, todas as afirmações dos debatedores seriam imediatamente comprovadas ou desmentidas. Desta forma evitaríamos ficar com a grande dúvida do último "combate" entre Dilma e Serra: quem tem duas caras e quem tem mil caras. Será isso possível ou será que, diante de tanta transparência, vão "tergiversar", como é o costume de nossos políticos?

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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Ataques a Serra

 

O Serra foi pego de surpresa pela firmeza da Dilma. Deveria provar as difamações. Terminou com um chulo engasgado 10% para a terceira idade e demais esmoleiros, tentando comprá-los. Já está perdendo a eleição.

 

Jürgen Detlev Vageler vatra_ind@yahoo.com.br

Campinas

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O partido do ódio

 

No debate da Band, Dilma Rousseff quis enfatizar o caráter harmônico do povo brasileiro. Harmonia que o PT quer destruir, ao alimentar o MST, a FLM, ao plantar a discórdia no povo, ao perseguir os que recriminam a bandalheira do petismo na máquina pública. Poupe-me, Dilma, seu partido, o PT, é um dos maiores cânceres morais desse país.

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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Sem preparo

 

A candidata Dilma Roussef fez treinamento nos últimos dias com Ciro Gomes e José Eduardo Dutra (PT), abandonou a chamada "Dilminha paz e amor" e partiu para o ataque no debate. Também, pudera, com Ciro e Dutra não poderá ser diferente. Ela nunca vai ser ela mesma, ora é Lulla, ora é outra, vê-se com clareza que ela é mesmo um poste, não está e nunca esteve preparada para um cargo de tamanha importância.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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"Nós contra eles"

 

A Band está de parabéns pela forma como inovou no debate entre candidatos à Presidência da República. Se no primeiro turno havia o que esconder, nesta fase é a hora de os candidatos aparecerem e se revelarem ao povo. A candidata Dilma partiu para cima do candidato Serra como se quisesse trucidá-lo. Falou em difamações e pregou a união das pessoas. Fiquei triste que o candidato José Serra não lembrou a Dilma de que, se há alguém que faz diferença entre ricos e pobres, é o presidente Lula - e seu partido. Portanto, Dilma está de pleno acordo com as orientações que vem recebendo. Quem é que vive dizendo nos comícios: seremos nós contra eles? Se antes de chegar ao poder o que vimos foi um general indo para o combate, pode-se imaginar essa mulher com poder? As paredes do palácio vão tremer. Adeus, democracia!

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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Cópias parciais do debate

 

Exatamente como Serra previu no debate de domingo, Dilma usou todas as suas falas inverídicas e tendenciosas em seu programa eleitoral da segunda. Só que não apresentou as respostas dadas por ele, o que, a meu ver, já lhe daria um tempo para rebatê-las no seu (dela) horário político. Da mesma forma, seu programa é tendencioso quando duas jovens mostram dois mapas do Brasil comparando as conquistas do governo Lula com as do que elas chamam de "governo deles", como se Serre já tivesse sido presidente. É um engodo, um golpe baixo, uma vilania. Imaginem uma mulher dessas como nossa presidente!!!

 

Cléa M. Corrêa cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

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Rodeios e evasivas

 

O último debate da Band serviu para mostrar o quanto à candidata do Dilma é superficial nos assuntos e bem deixou aparecer aquilo que mais sabe fazer: mostrar-se agressiva e raivosa. O termo tergiversar, utilizado inúmeras vezes por ela, pareceu-nos novo em seu vocabulário, empregado sem propósito, pois quem pareceu usar de rodeios e evasivas não foi seu adversário, mas ela própria. Serra, sem dúvida, mostrou-se mais seguro e sem necessidade de agredir, pena que não apontou o dedo para ela mostrando e cobrando todas as maracutaias do governo que ela representa. Esperamos muito mais nos demais debates.

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

 

 

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MST

 

No debate político dos presidenciáveis, o Movimento dos Sem-Terra (MST) foi completamente ignorado pelos candidatos. Quer como pergunta, quer como respostas. A posição de cada um sobre esse nefasto movimento não foi discutida para conhecimento dos eleitores. Do presidente Lula as invasões e destruições das propriedades rurais produtivas jamais receberam um "basta". Os invasores e assentados em nada concorreram até hoje para que a produção rural fosse um fator de aumento da economia nacional, muito pelo contrário, tais assentamentos só serviram para impatrióticas transações de venda e compra com terceiros. Também todas as reivindicações que o Partdo Verde de Marina Silva fez aos presidenciáveis para obter seu apoio no segundo turno das eleções ignoraram o aludido movimento. Quem cala, consente! Assim, infelizmente, a clase dos injustiçados produtores rurais, que dá ao Brasil uma das prinicipais sustentações da balança comercial de exportação, foi completamente ignorada no mencionado debate.

 

Que injustiça!

 

E o sagrado direito de propriedade, defendido em todas as Constituições que o nosso país já teve e também na atual, nada vale? Pode ser esbulhado com invasões e destruições, sem nenhuma punição oficial?

 

Esta questão é indiscutivelmente necessária de ser abordada, no próximo debate dos presidênciaveis, para que os eleitores possam votar conscientemente no candidato de sua preferência.

 

Antonio Brandileone franbrandi@uol.com.br

Assis

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Acusações

 

No debate Dilma reclamou de acusações que diz absurdas, mas nada é absurdo quando se trata do desconhecido. Candidatar-se ao cargo de maior responsabilidade do País mantendo em segredo seu passado, isso sim, é absurdo. Se tem algo a reclamar, reclame do Lula, que deve ter-lhe prometido a vitória sem nunca ter de se explicar. Agora não dá mais...

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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A guerrilheira

 

Dona Dilma mostrou no debate a sua verdadeira face, ou seja, de guerrilheira e abortista.

A nobre candidata, acuada e apavorado por NÂO ter levado no primeiro turno, partiu para a baixaria, algo em que o seu partido é bamba.

Deveriam usar isso para apurar o mete-a-mão da sua auxiliar-mor e de todas as falcatruas dos aloprados e cuequeiros.

No debate deveriam lembrar que a semente desse governo foi plantada muito antes, e não usar isso como coisa ruim ou herança maldita. Herança maldita é contratar tantos cumpanheiros para fazer caixa, isso sim, é maldição. Além do que NÃO aumentar os aposentados em valores reais é, no mínimo, falta de vergonha na cara.

 

Antonio Jose G.Marques

São Paulo

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Ótima...

 

Num debate, Dilma é ótima: ela se debate o tempo todo.

 

 

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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Escorpião

 

No debate da Band, Dilma mostrou-se, realmente, agressiva. A tão propalada atitude de paz e amor não funcionou. Dilma não pode contrariar a sua natureza, ela é escorpião, não do signo, mas da fábula do sapo e do escorpião.  É preciso, portanto, que tomemos muito cuidado, não podemos dar-lhe uma carona rumo ao Planalto porque no trajeto, no futuro, ela poderá  nos brindar com a maior e definitiva ferroada. E aí não haverá mais jeito. Estaremos todos na rua da amargura.

 

 

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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Quanto pior, melhor

 

Como é cínica a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, sem argumento contendo suficiente veracidade na comprovação das suas acusações feitas ao candidato oponente, José Serra! Tenta passar à opinião pública que é vítima de campanha caluniosa. Ora, dona Dilma, nessa questão de caluniar o PT é imbatível. Ninguém consegue fazer uma detratação dos seus oponentes tão caprichada como os componentes do seu partido. A senhora já esqueceu o conhecido slogan "quanto pior, melhor é para o PT"? Tentando desqualificar o governo de Fernando Henrique, maliciosamente a senhora tentou incompatibiliza-lo com o José Serra, que sabiamente lhe respondeu o que a senhora não esperava, dizendo: "Tenho orgulho de ter a meu lado ex-presidentes como Fernando Henrique Cardoso e Itamar Franco, ao contrário do presidente Lula, que tem a seu lado os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor." Qual dessas duas duplas traz mais confiança e honradez aos brasileiros? Por favor, não diaga que não sabia de nada.

 

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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Escolha difícil

 

Foi difícil escolher quem venceu o debate, se o mais ruim ou o pior.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

 

 

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Falência

 

Dilma foi agressiva, mas Serra soube também se defender e atacar. Desmascarou o PT ao dizer da corrupção de Erenice Guerra, do empreguismo e de quem a apoia, como Collor e Sarney. Só precisa dizer, em algum debate, que o maior plano de distribuição de renda que já houve neste país foi idealizado no governo Itamar Franco pelo FHC, além de interrogar como que uma candidata que já foi incompetente até em administrar um lojinha de artigos R$ 1,99 poderá administrar o Brasil. Em relação à Petrobrás, dizer que jamais seria frouxo com o governo boliviano como foi Lula,quando de sua ocupação. Nunca antes neste país tivemos tanta certeza de que o PT, a continuar sendo governo, vai nos levar à falência democrática, econômica,diplomática e moral...

 

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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Respeito todas as opiniões, mas, em minha opinião, no debate da Band, Dilma Rousseff deu um nó em José Serra.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Dia da Criança

 

Hoje é Dia da Criança. Já estou até vendo a Dilma vestida de criancinha pedindo voto. Que cena engraçada. Ela tem mais jeito para Lobo Mau. Por sinal, depois do debate de domingo seu nome mudou para DIRMA. Como falou erradamente nosso português! Não conseguia montar frases. Uma vergonha para uma candidata a presidente.

 

Tiago Homem de Melo de Carvalho e Silva tihmcs@ig.com.br

Campinas

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Pitágoras mais atual do que nunca

 

Dia da Criança. O comércio aguardando o opulento lucro que antecede o Natal. Por outro lado, o cenário infantil para as crianças brasileiras não é dos mais otimistas. Um país como o Brasil, com grande diversidade cultural e, principalmente econômica, ainda não permite aos seus filhos as mesmas oportunidades de ensino. A escola, como a mais importante instituição que garante cidadania a todos, é arrombada por uma violência descabida que vitima alunos e professores de forma cruel e covarde.

Um dia, com muita propriedade, Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, declarou: "As crianças têm de ter muita paciência com os adultos."

A banalização da violência tornou-se parte do cotidiano, juntamente com o império das drogas, do álcool e do pânico. Para onde olhamos há sempre o espectro da maldade. A marca da violência doméstica, o medo no ambiente escolar, um universo sombrio, sem graça e sem coração.

Quem puder a seus pequenos dar o valor da cidadania e do respeito - o direito de aprender com segurança e professores dignificados - pode ter certeza que no Dia das Crianças e nos demais dias, este é e sempre será o melhor presente que se pode dar.

Atual e oportuno, Pitágoras encabeça o pensamento da semana: "Eduque as crianças para que não seja necessário punir o adulto." Sábias e cautelosas palavras.

O País precisa garantir uma melhor qualidade em educação. As crianças brasileiras merecem esse presente.

 

José Maria Cancelliero, presidente do Centro do Professorado Paulista rank@uol.com.br

São Paulo

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Trabalho infantil

 

Estarrecidos por tamanha indiferença da Justiça em nosso país para com o pobre, vimos por meio desta carta manifestar a real condição e a impunidade com os ricos. Quais são os critérios para definir um trabalho infantil? Os apresentadores-mirins de TV como a Maísa, Yudi e Priscila? E as crianças que trabalham nas novelas, na moda, desfilando, em comerciais de venda de produtos, pois ganham salários por estes trabalhos! E o mais grave são os missionários-mirins, como, por exemplo, Matheus Morais, que tem a responsabilidade sobre o direcionamento espiritual e moral da conduta de um povo. Trazem consigo a ilusão de que carregam uma bagagem de vida que pode direcionar o destino, o futuro de muitos... É preciso entender que as crianças representam livremente e trazem consigo uma virtude ingênua, inocente e livre, elas são espontâneas e nelas encontramos a naturalidade, porém o que está acontecendo é a corrupção da infância! Envolvemos as crianças em nossos conflitos, em nossas ambições, em nossos trabalhos e a natureza humana se torna cada vez mais distante do desenvolvimento humano. Afinal, se vivermos apenas um mundo espiritual das religiões, o fictício da mídia... O planeta, que tanto precisa de ajuda no plano terrestre, vê-se voltado pelo desejo do apocalipse, pelo fim do mundo, por pessoas que pregam o "desvaler" para as coisas deste mundo... Finalizamos este dizendo que a natureza não é separada, nós somos a natureza, o templo do Espírito Santo. Sentimos Deus ao respirarmos, ao olharmos o desabrochar de uma flor, em tudo o que vemos, sentimos, tocamos, escutamos... Mas ao pensar se cria um conceito, que nos leva ao preconceito, à conduta moral e à razão... Existe uma verdade absoluta? "A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhe dadas pela sociedade, não pela natureza" (Charles Chaplin) .

 

Eric Medeiros e Flávia Almeida, escritores a.s.eric@hotmail.com

Piracicaba

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