Cartas - 14/06/2011

SIGILO ETERNO

, O Estado de S.Paulo

14 Junho 2011 | 00h00

Sepultar provas

A presidenta vai patrocinar manobra e atender à reivindicação de Fernando Collor e José Sarney para evitar que documentos "ultrassecretos" sejam divulgados. Ora, ora, se isso for aprovado, vai ser difícil o povo brasileiro saber a verdade sobre falcatruas de ambos; passaportes especiais de última hora; mensalão e mensaleiros; motivo real para anistiar Cesare Battisti; a morte dos prefeitos Toninho, de Campinas, e Celso Daniel, de Santo André; quanto foi sacado em dinheiro vivo na boca do caixa por meio dos cartões corporativos nas mãos da família Silva e dos petralhas durante o desgoverno anterior e, principalmente, nos últimos dias de 2010. Ou seja, estão tentando sepultar as provas para fugir de prováveis condenações. E o povo brasileiro continua calado. Por quê?

CLAUDIO D. SPILLA

Claudio.Spilla@CSpilla.org

São Caetano do Sul

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Autoritarismo

O que é isso, dona Dilma? Onde está o bom senso? Querer a manutenção eterna do sigilo dos documentos por reivindicação de Sarney e de Collor (logo dessas figuras...) constitui verdadeira agressão à História. Intentar privar os historiadores de tomar conhecimento da História real em seus trabalhos de pesquisa e tornar documentos inacessíveis ao conhecimento público são atitudes de viés autoritário e um desserviço à nossa cultura. É oportuno lembrar à presidente Dilma que todos os acontecimentos históricos são de relevância ímpar para nossa formação. Com o seu conhecimento podemos melhor nortear as nossas ações e os nossos passos no presente. É de lamentar uma pretensa iniciativa dessa ordem, que, a se efetivar, coroará, sem dúvida, o retrocesso.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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Mais blindagem

Primeiro queriam colocar mordaça na imprensa. Agora querem sigilo eterno para documentos "ultrassecretos". Sem esquecer, como diria Odorico Paraguassu, o "apagamento" do impeachment de um ex-presidente, que voltou a ser par(a)lamentar. O Estadão continua censurado há vergonhosos quase dois anos! Pergunto: vivemos realmente numa democracia? "Apenasmente", como diria Odorico, para alguns... Que têm muito interesse em acobertar todas as nomeações de apadrinhados e familiares e seu atos secretos. É de virar o estômago...

RENATO CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

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Acesso às informações

Por que, como cidadão, não posso ter acesso a informações "públicas" contidas em documentos oficiais? Se o Brasil é, de fato, uma democracia e os governantes são eleitos pelo povo, tornando-se assim meros representantes deste, o que pode impedir-me de conhecer o teor de tais documentos? É claro que há alguns deles que, em função da segurança nacional, deverão ser resguardados durante um certo período de tempo. Mas "sigilo eterno"? O que há de tão grave que a população não possa tomar conhecimento? O que se esconde por trás disso? Não acredito que em outros países ditos democráticos exista classificação tão rígida. Por último, vindo de quem vem tal recomendação (Collor e Sarney!), é bom pôr as barbas de molho e abrir bem abertos os dois olhos!

HELEO POHLMANN BRAGA

heleo.braga@hotmail.com

Ribeirão Preto

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Utilidade

Qual a utilidade histórica de um documento sob sigilo eterno? Não seria mais sincero e leal destruí-lo? Mas em nenhum caso é necessário. Dentro de meio século ninguém mais distinguirá a ditadura de Getúlio Vargas da ditadura dos militares. Os partidos já serão outros e, quem sabe, os seus caciques também...

ROGERIO BELDA

rbelda@terra.com.br

São Paulo

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COPA 2014

Vale voto, mané

O Corinthians é devedor de uma nota preta em impostos, taxas, Previdência e ações trabalhistas. Certo? Mas a Prefeitura de São Paulo vai conceder-lhe R$ 420 milhões em incentivos fiscais, para o Itaquerão. Enquanto isso, hospitais reduzem atendimentos ou fecham por não suportarem os prejuízos. Isso é legal? Pode até não ser, mas que dá votos, isso dá.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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ATROPELAMENTOS

Ciclistas e esportistas de rua

Infelizmente, é preciso acontecer uma catástrofe para pensarmos que as ruas de São Paulo não são indicadas para a prática de esportes. A grande razão é que a população não tem o preparo suficiente, a cidade cresceu demais e tem um volume de carros muito grande. Alguns bairros ainda têm condições, mas nas avenidas principais não podemos praticar esportes. Até andar de carro é perigoso. Não existem educação e respeito. Pratico caminhadas há exatos 13 anos pelo Jardim Europa, mas vejo muitos absurdos pela cidade.

CARLITO SAMPAIO GÓES

carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

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CONTROLE DE CAPITAIS

Goteiras

Achei muito interessante o editorial Brechas para os dólares (10/6, A3). O texto descreve muito bem os diversos problemas que o País pode enfrentar devidos ao significativo fluxo de capitais especulativos, bem como apresenta com clareza as medidas tomadas pelo governo para lidar com esse problema. Todavia a conclusão do editorial é muito curiosa. O editorial simplesmente afirma que, "no jogo da criatividade, quem pretende controlar o fluxo de capitais é um fortíssimo candidato á derrota", deixando implícito que nem adianta tentar o controle de capitais. Não seria mais razoável interpretar que as medidas implementadas tiveram algum efeito e a questão agora consiste em encontrar maneiras (também criativas) de enfrentar esses novos problemas? Fico com a impressão de que, se a casa do editorialista tivesse goteiras, ele concluiria que é melhor tirar o teto do que fazer os consertos adequados e enfrentaria com resignação a chuva caindo em sua cabeça.

RAMÓN GARCÍA FERNÁNDEZ, professor do curso de Economia da Universidade Federal do ABC

ramon.garcia.fernandez@gmail.com

São Paulo

N. da R. - Segundo a experiência, consertar goteiras pode resolver o problema. Segundo a experiência, tentar o controle de capitais pode produzir um efeito temporário, muitas vezes ao custo de distorções.

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"Ao rebaixar-se a Collor e Sarney, Dilma não está representando a nossa sociedade. Lamentável"

PAULO PANOSSIAN / SÃO CARLOS, SOBRE OS DOCUMENTOS OFICIAIS ULTRASSECRETOS

paulopanossian@hotmail.com

"O que há de tão grave, num país tido como democrático, que não possamos saber?"

ANGELO TONELLI / SÃO PAULO, IDEM

angelotonelli@yahoo.com.br

"Entrelinhas: sigilo eterno para documentos oficiais é o preâmbulo da impunidade garantida"

A. FERNANDES / SÃO PAULO, IDEM

standyball@hotmail.com

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TEMA DO DIA

Magazine Luiza compra Lojas do Baú

Negócio prevê compra de 121 lojas no PR, MG e SP e está avaliado em R$ 83 milhões. Foco é na classe C

"Quem será o próximo? Tele Sena ou SBT, que já está sendo cobiçado por outras redes televisivas ou jornalísticas?"

JORGE KNOLL

"Imagino como deve ter sido difícil se desfazer da marca que deu origem a tudo."

TETSUO SHIMURA

"Oportunidades aparecem e empresas dirigidas por pessoas como d. Luiza têm mais é que aproveitar bons investimentos."

EDSON FERNANDES THEODORO

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONTRADIÇÃO REVOLUCIONÁRIA

 

Foi com uma forte sensação de repugnância que li a reportagem "Dilma cede a pressões e agora quer manter sigilo eterno de documentos", publicada no Estadão de ontem: a presidente Dilma Rousseff vai patrocinar no Senado uma mudança no projeto que trata do acesso a informações públicas para manter a possibilidade de sigilo eterno para documentos oficiais. Esse posicionamento da presidente me traz à memória filmes de moral duvidosa, em que personagens principais acabam mudando completamente de ponto de vista pela simples oportunidade de adquirir mais poder ou vantagens, virando as costas a todos.

Sim, existem muitos que não concordariam com a decisão tomada por Dilma Rousseff, mas, além disso, será que o seu próprio histórico a apoiaria perante esse assunto? Que interesses estariam por trás de uma mudança de posição tão drástica e repentina?

É impressionante como o poder muda as pessoas. Quando Dilma Rousseff era "revolucionária", isso seria motivo para uma reação violenta da parte dela e de seus companheiros. Hoje, entretanto, sujeitando-se à pressão espúria exercida por Fernando Collor e José Sarney, ela cede a uma medida que mais parece um agrado aos ex-presidentes.

Existe mais de uma interpretação possível, mas, em qualquer hipótese, seria o caso de se buscar exatamente o contrário, ou seja, fazer emergir os documentos e fatos que essa associação suspeita de personagens tão díspares pretende ocultar.

 

Pedro Mello pedromello01@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DOCUMENTOS ULTRASSECRETOS

 

O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), defende a abertura de documentos ultrassecretos, contradizendo a presidente Dilma Rousseff. Os ex-presidentes e senadores José Sarney (PMDB-AP) e Fernando Collor (PTB-AL) estariam favoráveis à atitude da presidente. Nenhum dos dois deve gostar de História, pela catastrófica passagem que ambos tiveram na Presidência. O primeiro, marcado pela maior inflação do País: o consumidor comprava na parte da manhã porque na parte da tarde os preços já estariam majorados. No governo Collor ocorreu o sequestro dos depósitos bancários do povo e o inevitável impeachment. Para esses dois, a História é um esqueleto que não deve sair do armário. Dilma está certa. O que o País tem a ganhar? Por certo, mais a perder.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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AQUÉM DA ETERNIDADE

 

O sigilo para documentos oficiais não deveria, mas pode ser eterno. Ainda bem que quem reivindica essa estupidez não o é, muito menos imortal.

 

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O LUTO DA HISTÓRIA

O governo Dilma, seguindo seu antecessor e atendendo a aliados de duvidosa reputação, como Fernando Collor e José Sarney, nega acesso a informações públicas sobre o período da ditadura militar e também sobre governos anteriores, patrocinando assim um indigerível sigilo eterno! É isso mesmo, eterno! Ou seja, só porque o PT quer, os filhos desta Pátria vão ficar órfãos de real História da nossa República. Como se a quebra dessa absurda confidencialidade institucional viesse a destruir este país...

Muitos países com verdadeira democracia oferecem às suas sociedades esse direito. Inclusive o Chile, que teve um período ditatorial muito mais perverso que o nosso, escancarou seu passado à sua população. E hoje esse país vizinho é desenvolvido social, política e economicamente. E o mesmo não podemos falar do nosso amado Brasil...

Dilma, ao se rebaixar a Collor e Sarney, não está representando a nossa sociedade. É lamentável...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FERIDAS? ONDE?

Incrível o "ensaboado" Sarney do Maranhão! Falando como falou, dá a entender que as feridas seriam dos militares e dos que são acusados de "torturadores", e não dos "bravos revolucionários anistiados", não é mesmo? Por favor, não aja de maneira dúbia. No momento de sabermos quem é quem, de ambos os lados, as "feridas" surgem como argumento para sugerir que os militares talvez não queiram que a sociedade saiba dos fatos, ou os anistiados temem perder a grana que recebem? Fora outro a dar tal palpite, até me deixaria enganar...

 

José Jorge Ribeiro da Silva

jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SIGILO ETERNO

Não é por coincidência que os citados no texto de ontem na capa do Estadão tentam deixar no limbo suas sujeiras e crimes diversos. Nomes como Sarney, Collor e Lula (o mais discreto, até porque sua iniciativa de "sigilo só por 50 anos" é mais do que suficiente para não enquadrá-lo). Vou aguardar o posicionamento de dona Dilma e saber se ela entra também no clube. Cada vez me convenço mais de que não vivemos numa democracia. Viram o STF fazer de conta de que "ninguém pode mudar a decisão do ex-presidente"? A única medida viável para punir, de verdade, os corruptos desse nível é trocar metade dos ministros do STF e 95% dos parlamentares.

 

Eduardo Nuno Ferreira de Sousa eduardonuno@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ABRAM-SE OS ARQUIVOS

Não me admira que justo Collor e Sarney tenham levantado a bandeira do sigilo eterno para documentos oficiais. Melhor maneira não existe para eles fazerem sumir fatos pouco honrosos que enodoarão suas respectivas biografias...

E Dilma, estranhamente, concorda! Pois veja, senhora presidenta, acontece que nós queremos que os arquivos da ditadura sejam abertos para podermos comprovar os horrores pelos quais passaram os pobres terroristas nas mãos dos militares. Como fica a Comissão da Verdade...? É tudo firula?

Queremos também que documentos da Guerra do Paraguai sejam finalmente abertos aos historiadores, para que essa mentirosa versão atual que é ensinada em nossas escolas, classificando o Brasil como imperialista e autor de massacre da população paraguaia, seja definitivamente desmontada.

A História do Brasil, pelo que se vê, já foi escrita pelos "historiadores" ideólogos que trabalham hoje para estes que nos governam (ou dominam?)... Que se queimem então os arquivos históricos de todo Brasil, essa papelada só servirá para uma boa fogueira daqui para a frente, caso vingue a proposta indecorosa desses políticos! Eu protesto!

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DOCUMENTOS SECRETOS

Essa intenção de Dilma de manter sigilo eterno para documentos oficiais, atendendo a reivindicação dos ex-presidentes Fernando Collor (PTB-AL) e José Sarney (PMDB-AP), conforme proposta do também ex-presidente Lula encaminhada em 2009, mostra o verdadeiro lado e as intenções da presidenta com relação ao nosso futuro. Ideli Salvatti, agora como ministra das Relações Institucionais, já declarou que o governo vai atender a tais reivindicações dos ilustres ex-presidentes. Perguntamos: o que há de ultrassecreto e a esconder, num país citado como democrático, que não possamos saber, de tão grave?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRESIDENTE REFÉM

Sob pressão dos senadores Fernando Collor de Mello e José Sarney, dona Dilma, refém de uma Congresso corrupto, vai modificar o projeto de lei que trata do acesso da população a informações públicas. Com a provável mudança, o sigilo passará a ser eterno e a sociedade jamais saberá os podres que os nobres ex-presidentes estão tentando ocultar. Manter em sigilo documentos da Guerra do Paraguai é pano de fundo para ocultar a podridão dos porões da República. Há poucos dias vimos o donatário do Maranhão, na maior cara de pau e como se todos nós houvéssemos nascido ontem, tentando reescrever a história do comparsa Collor de Mello. O País precisa escrever sua História real, não a contada nas tribunas por políticos corruptos que, graças ao pobre substrato cultural brasileiro e com o beneplácito de uma Justiça, infelizmente, comprometida, continuam no poder, quando num país sério estariam atrás das grades ou, no mínimo, usando uma tornozeleira.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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HISTÓRIA OCULTA

No Brasil, ex-presidentes da República, patos mancos espertos, podem continuar a vida política, especialmente para acobertar seus malfeitos. Senadores, José Sarney e Fernando Collor se opõem à divulgação à sociedade brasileira de fatos, provavelmente, vergonhosos e comprometedores para suas gestões, até porque não tivemos conflitos bélicos ou congêneres com outras nações que impusessem segredos, tornando eterno o sigilo, é dizer, simplesmente privando os brasileiros de conhecer sua História verdadeira. E a presidente Dilma, presa a compromissos de escassa valoração ética, concorda. Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido, ressalvado o poder que é propriedade privada do Estado. Assim caminha nosso regime, democrático em termos.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ABUSO DE AUTORIDADE

Em 2014 a revolução completará 50 anos. Muitos dos protagonistas da época ainda estão ativos e alguns deles no poder, um dos quais a própria presidente Dilma. Manter em sigilo eterno os documentos oficiais da época lhes seria de enorme conveniência, talvez por isso ela encaminhará o assunto nessa direção. Mas todos os brasileiros com mais de 50 anos também foram protagonistas passivos dessa mesma revolução e terão seus direitos usurpados se o projeto for aprovado. Se o Brasil é de fato uma República, não se pode tolerar mais esse abuso de autoridade!

 

Gilberto Dib www.dib.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MORTICÍNIO

Os oligarcas nordestinos José Sarney e Fernando Collor, respectivamente o pior e o segundo pior presidente que o Brasil já teve, são os maiores interessados na não divulgação de documentos oficiais porque seriam comprovados os crimes cometidos por esses dois déspotas, que os levariam ao Tribunal Penal Internacional de Haia e à Comissão de Direitos Humanos da ONU, sob a acusação de genocídio, cuja causa é a fome e a miséria instaurada por eles no

Maranhão, Amapá e Alagoas.

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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JUSTO ELA...

Fico admirada em ler que a presidente Dilma pensa em nos negar acesso a documentos sigilosos. Justo ela, que foi guerrilheira e teria, a meu ver, interesse em ver a História sendo conhecida por meio de papéis documentais.

Maria Do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ABSURDO

Atuou a presidente Dilma possibilitando a alteração do projeto original remetido ao Congresso pelo anterior presidente sobre sigilo de documentos oficiais, porque sigilo eterno (ou por 50 anos), como deseja Collor de Mello, não condiz com a nossa atual democracia. Para que o documento seja considerado "ultrassecreto"deverá haver fundamentação fática e jurídica à altura da determinação e da conceituação, porque todos os documentos não poderão levar o carimbo de secretos, como modo e meio de esconder fatos do povo brasileiro.

Se aprovado o projeto com a possibilidade do sigilo quase eterno, então, estaremos privando o povo de informações possíveis e sofrendo um retorno em nosso regime democrático.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRÓ MEMÓRIA

Tendo em vista a fartura de desmandos políticos no Brasil, nós, humanos, temos a tendência natural de "esquecer" alguns fatos de interesse nacional que não podem ser esquecidos e deveriam, isso sim, ser mantidos em evidência na mídia.

Exemplos: a libertação do Cesare Batisti ofuscou o "brilho" da queda de Palocci, que ofuscou a prisão dos bombeiros do Rio De Janeiro, que ofuscou a propina do Ricardo Teixeira, que ofuscou o teste do bafômetro do senador Aécio Neves, que ofuscou a Erenice Guerra, que ofuscou o "Paulo Preto", que ofuscou os passaportes especiais da família Lula, que ofuscaram o Agaciel Maia, que ofuscou o Delúbio Soares, que ofuscou o senador Renan Calheiros, que ofuscou os dólares na cueca, que ofuscaram o José Dirceu, que ofuscou o Marcos Valério, que ofuscou o deputado Waldemar Costa Neto, que ofuscou o vinho do Gushiken, que ofuscou o fantástico empreendimento do filho do Lula na área de videogames, que ofuscou as contas do Paulo Maluf no exterior, que ofuscaram o senador Luís Estevão, que ofuscou a dinheirama de Jorge Murad (Roseana Sarney), e assim sucessivamente.

Certamente falta muita coisa na lista acima, por isto sugiro ao Estadão instalar numa de suas páginas uma coluna permanente, tal como o Impostômetro da Associação Comercial, onde seriam publicados diariamente pelo menos os últimos dez escândalos do País ainda não esclarecidos ou satisfatoriamente explicados à opinião pública.

A sugestão dos dez últimos visa apenas a economizar espaço, pois a lista de tudo o que foi noticiado é imensa....

Salvador A. Q. Sierra salvador_sierra@hotmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CORRUPÇÃO

Gostaria que algum petista, comunista ou socialista apontasse corrupção ocorrida durante o regime militar. E quando tivemos corrupção maior do que a que estamos assistindo na área federal de 2002 para cá? Não me levem a mal, mas, como brasileiro, eu gostaria de saber, pois gosto de votar conscientemente, baseado em fatos, e não em proselitismo.

José Carlos Broterosi broterosi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LOBBY DO LULLA

Se um ex-ministro com chance de voltar a sê-lo tem um preço de mercado de R$ 20 milhões em quatro anos, imaginem o preço de mercado de um ex-presidente com enormes chances de voltar a sê-lo. Em matéria de "consultoria", Lulla, na moita, deve estar dando de dez a zero em Palocci, como sugerem suas "palestras" para público fechado, executivos de empresas como Telefônica, Tetrapack e outras. Fechadas à imprensa, com valores de participação não revelados, se não são lobby ou tráfico de influência, então o que são? E logo elle, que dizia que FHC estava vendendo o Brasil com as privatizações! Elle, sim, está vendendo o Brasil no mercado de futuros. É enorme a podridão a sair de baixo do tapete nesta república bananeira do lullopetismo.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESCANCAROU DE VEZ?

Qual é o tempo correto de quarentena de ex-presidente para começar atuar como lobista, ou melhor, "conferencista-consultor-lobista", especialmente quando elegeu seu sucessor?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COM RELIGIÃO NÃO SE BRINCA

Lula continua o mesmo, nunca fala sério. Numa palestra, contratado pela Tetrapack, como sempre fazendo piadinhas de mau gosto, ao agrado da plateia, disse: "Sou o mais otimista dos seres humanos. Tenho dúvidas se Jesus Cristo foi mais otimista do que eu". Com religião não se brinca, principalmente usando o nome de Cristo em vão, em respeito aos princípios cristãos. Isso é blasfemar. Mas não é a primeira vez que blasfema empregando o nome de Deus em brincadeiras jocosas.

Com certeza ele é um dos brasileiros mais otimistas do mundo, porque com suas palestras de "doutor" está faturando mais do que quando era presidente e mais do que qualquer outro palestrante, professor, cientista ou doutor de verdade.

Mesmo assim, ele é aplaudido pela galera seleta, como a da multinacional Tetrapack. Rico ri à toa! Aproveite enquanto a sorte lhe sorri. Quando a população pobre descobrir o quanto foi enganada, sua sorte pode mudar. Mentira tem perna curta, apesar de que uma mentira repetida várias vezes pode parecer verdade. O tempo e a História revelarão a verdade.

Cleiton Rezende de Almeida cleiton_rezende@uol.com.br

Araraquara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PSIU!

Onde está o rei da Espanha para mandar o Lula calar a boca?

 

Luiz Felipe de Camargo Kastrup lfckastrup@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESONESTIDADE INTELECTUAL

Dilma Rousseff enviou uma mensagem de felicitações a Fernando Henrique Cardoso pela comemoração dos 80 anos de idade do ex-presidente. As palavras, elogiosas do início ao fim, poderiam ser vistas como um gesto de nobreza e altivez - a despeito de posições políticas divergentes, a petista estaria reconhecendo a importância da passagem do tucano pelo Palácio do Planalto, cuja marca maior foi, sem dúvida, a vitória na antes aparentemente interminável luta contra a inflação. O gesto, porém, só serve para expor ainda mais a desonestidade intelectual com que o PT se arma nos embates políticos: a mentira, para o partido, vale mais que a verdade. Ora, as palavras da Dilma de agora são o extremo oposto das palavras da Dilma de oito meses atrás - no auge da campanha eleitoral passada! Francamente, não vejo nobreza nenhuma nisso...

Henrique Brigatte hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DILMA E FHC UNIDOS

Por mais que os radicais políticos não estejam gostando, o atual processo de aproximação entre a presidente Dilma e seu antecessor Fernando Henrique Cardoso é benfazejo. Tal acontecimento prova o amadurecimento do nosso processo democrático, quando duas lideranças, passando por cima de eventuais divergências doutrinárias, se aproximam em prol de denominador comum, para encontro de soluções para os nossos angustiantes problemas, que venham em benefício do País.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FHC MERECE OS PARABÉNS

É pura e grata verdade. Incompreensíveis e enervantes são as sucessivas tentativas dos políticos sob liderança lulista de engatar a todo custo a marcha à ré. Só pode ser raivosa inveja e esforços para manter, aumentar ou reganhar adorados privilégios.

Gerhard Fink gerhardfink@uol.com.br

Atibaia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IDELI

 

Ideli Salvatti, com a vasta experiência adquirida no Ministério da Pesca, será de imensa valia ao governo Dilma para pescar com a sua rede a multidão de cabeças-de-bagre existente no Congresso Nacional.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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CRESCIMENTO DO MERCADO

Relatório do Banco Mundial informa que nos últimos dez anos houve expressivo crescimento do mercado consumidor pelo deslocamento de pessoas que saíram da linha da miséria. Foram 400 milhões na China, 200 milhões na Índia e 50 milhões no Brasil. Na minha maneira de ver, tal processo deve continuar, na medida em que se mantenham as relações comerciais no planeta, e a variância vai depender do desempenho da economia global. À medida que a demanda de consumo aumenta, tornam-se viáveis novos investimentos na ampliação da oferta, de modo que tais investimentos gerarão novos postos de trabalho, com ampliação da renda disponível para o consumo.

No que diz respeito ao Brasil tem sido extremamente complicado manter aumento de exportação de produtos manufaturados. Os produtos manufaturados são importantes porque agregam mais valores de renda. Mais do que nunca se torna imperioso que o governo programe o seu plano de desoneração tributária dos investimentos; a desoneração da folha de pagamento com a exclusão das contribuições ao conhecido Sistema S, salário-família e Incra; e a abertura de participação da iniciativa privada para a melhoria e implementação da infraestrutura.

No campo das finanças públicas será oportuno resolver a questão dos orçamentos públicos, transformando-os de indicativos em obrigatórios. Será saudável que se eliminem as vinculações permanentes de gastos atrelados à receita. Cada ano é cada ano.

No campo monetário deve-se aproveitar o momento para resolver a questão da caderneta de poupança. Não tem mais cabimento manter taxa de juros fixa para esse tipo de poupança ou de qualquer outro investimento. Esperar que a inflação se reduza para começar a tratar do problema será muito mais difícil politicamente. Deve-se aproveitar o momento da inflação alta. E inflação alta é aquela que supera a taxa de crescimento da produtividade nacional.

 

Hélio Mazzolli, economista mazzolli@terra.com.br

Criciúma (SC)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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LEIS FAJUTAS

Adolescente morre envenenado com chumbinho no Recife. Crime de fácil solução e sem dor de cabeça para nossas autoridades: vamos passar as mãos na cabeça das responsáveis, tudo bem, não façam mais isso e pronto, tudo resolvido e o tempo apaga o acontecido. Pobre País, apodrecido pelas leis fajutas que acobertam todo tipo de falcatruas e crimes hediondos. Salve-se que puder!

 

Aloisio Arruda De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TERROR PSICOLÓGICO

 

Um homem, policial, matou uma moça de 24 anos, mãe havia apenas um ano, dias depois de ameaçar toda a família dela. Preso, considerado perigoso tanto pelo delegado do inquérito quanto pelo promotor que o acusou, foi mantido na prisão enquanto aguardava o julgamento. O juiz que o conheceu, o interrogou e o julgou nunca permitiu o relaxamento da prisão preventiva.

Por três anos a condição de periculosidade desse homem, avaliada pelo delegado, pelo promotor e o pelo juiz, que estiveram pessoalmente com ele, foi reconhecida em todas as instâncias da Justiça do País, que negaram as diversas tentativas de habeas corpus, pleiteadas no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), por duas vezes no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outras duas vezes do Supremo Tribunal Federal (STF). Em todas essas oportunidades os juízes concluíram e decidiram que ele deveria ser mantido preso. A própria polícia de São Paulo, como instituição, reconheceu essa condição de periculosidade e o expulsou de seus quadros.

Julgado, foi condenado pelo tribunal do júri por unanimidade, com todos os agravantes do crime. Condenado, recebeu do juiz a pena de 21 anos de prisão. Na sentença o juiz deixa claro que há "abundante prova" do comportamento agressivo em relação à família atemorizada e que o criminoso "demonstrou não ter freios inibitórios eficazes para conter a sua conduta violente e criminosa".

Isso tudo é fato, não é versão.

Depois de tudo isso, e apesar disso, o juiz Marco Aurélio, do STF, concedeu liminar para que esse homem pudesse recorrer em liberdade. Considerou que a situação de temor que vive a família é apenas um estado "psicológico" e que isso não é razão para manter uma pessoa presa. O homem hoje está solto, aguardando julgamento de recurso, e a família, aterrorizada, não sabe o que fazer.

Como pode um juiz a mais de mil quilômetros de distância, sem nunca ter visto ou conversado com o criminoso, achar que ele não é perigoso, contra as opiniões do delegado, promotor, juiz e das outras sete pessoas que participaram do júri popular, que o avaliaram, viram-no de frente, viram suas expressões, escutaram suas palavras, sentiram suas emoções? Como pode um juiz de longe, em Brasília, contra seus próprios pares, conceder liminar às 20h30 de um sábado (19/2), por achar que o temor, psicológico, que sente a família não tem razão de ser?

Todo terror é psicológico, pois, em essência, terror é um estado de espírito de grande pavor ou apreensão. A questão é se o motivo que provoca o terror tem razão de ser temido ou não.

O ministro Marco Aurélio deve achar que tudo não passou de uma tempestade num copo d´água, que o homem que ameaçou a família e já matou uma moça não vai fazer mais nada, que a periculosidade que manteve esse homem preso por três anos e motivou sua expulsão da polícia não existe, ou sumiu. A opinião de todas as outras autoridades, que o conheceram e o avaliaram, é contrária, acham que ele é perigoso, sim, e deveria estar preso.

O que pode fazer um homem de bem nesta situação?

Plinio Junqueira de Carvalho plinio-junqueira@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SEM MUDAR O ASSUNTO

Em carta de autoria do leitor sr. José Piacsek Neto, publicada no portal do Estadão de 13/6, sob o título "Mudando de assunto", leio: "Os que estiverem envergonhados que mudem para a Itália e arrumem um emprego por lá e nunca mais voltem para cá". Essa frase é um insulto, gratuito e sem nexo, a todos os brasileiros indignados com a nefanda acolhida ao assassino Cesare Battisti, proporcionada pelo STF em histórico e vergonhoso julgamento.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ATO INDIGNO DE NAÇÃO CIVILIZADA

 

Foi assim que a libertação de Cesare Battisti foi qualificada por uma ministra italiana. Genial, não há o que tirar nem pôr. Battisti foi condenado na Itália pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando integrava um grupo extremista de esquerda. Ele foi detido em 2007 no Brasil e desde então esperava pela decisão de seu caso.

O assassino está livre desde a semana passada, descansando na praia do Guarujá. Você já descansou no Guarujá? Pois é, eu também não. Ele entrou no País ilegalmente. Falsificou um passaporte, evidenciando outro crime de seu repertório nada admirável. Não há país sério que tenha dado visto de permanência a alguém que falsificou um documento de tamanha importância como esse.

O Brasil tem tantos, mas tantos problemas mais sérios a resolver, pra quê se intrometer em algo que definitivamente não é de nossa importância? A negação da extradição foi um tapa na cara das famílias que sofreram com os crimes de Battisti num passado não muito distante.

Como se não bastasse termos de assistir ao milagre da multiplicação, ao mensalão e às incontáveis falcatruas de nossa política, ainda somos obrigados assistir à palhaçadas de nível internacional. Lamentável!

 

 

Paulo Eduardo Palma Beraldo paulo.eduardo10@hotmail.com

Bauru

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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EQUÍVOCO

Os ministros do STF que votaram a favor de Battisti estão absolutamente equivocados. Talvez seja o caso de perguntar: se o Italiano tivesse assassinado um filho deles, o voto teria sido o mesmo?

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PODER JUDICIÁRIO

 

Duas decisões recentes causam receio: libertar Cesare Battisti(assassino e terrorista que logo vai trabalhar para o PT ou algum sindicato) e a liberação do assassino do estudante da USP, que saiu pela porta da frente da delegacia, acompanhado do seu advogado (que parece ser um igual). Infelizmente, isso se soma a várias outras ações e decisões equivocadas do Judiciário.

Estou deixando de acreditar no Poder Judiciário e passo a ficar com medo dos juízes.

 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ESPÍRITO DE CORPO

 

 

O Brasil só dá asilo a bandido. Lembram-se do Ronald Biggs? Por que o governo negou asilo aos atletas cubanos? Seria devido ao "esprit de corps" do governo?

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A MÍTICA SOBRE A EXTRADIÇÃO DE BATTISTI

 

 

Tal qual muitos, estranho a decisão da concessão de asilo pelo STF e provável cidadania a uma assassínio julgado por uma nação democrática e soberana. Afinal, trata-se de um cidadão italiano julgado pela Justiça de seu país por crimes cometidos em solo próprio. O elemento escafedeu-se, entrou sorrateiramente no Brasil, tal qual fizera anos antes Tommaso Buscetta, que aqui viveu com o nome falso de Paulo Roberto Felici e até se casou com uma brasileira. Descoberto e preso, teve sua extradição solicitada pela Itália, que foi concedida nos mesmos termos dos acordos que foram também solicitados para o caso Battisti. Buscetta tentou valer-se da patente situação de ser jurado de morte e por ser casado com uma brasileira. Nada disso adiantou. Prevaleceu a tese da soberania prévia pela decisão da Justiça italiana, além dos acordos internacionais. Foi extraditado e cumpriria pena de 20 anos. Tal qual Battisti, havia sido julgado a revelia: cumpriu cinco anos, beneficiado por delação premiada (processo Falcone), e depois foi extraditado para os EUA, onde auxiliou o governo local na delação de criminosos e viveu até sua morte no programa de proteção a testemunhas. De fato, era um jurado de morte. A decisão para Battisti foi outra, apesar de todas as semelhanças e de ambos constarem da lista de procurados pela Interpol, e de serem abrangidos em todas as cláusulas dos acordos internacionais vigentes entre Brasil e Itália.

Aqui, neste democrático Fórum do Estadão, alguns acham que esse tema é "disco riscado"(?); outros acham que toda essa polêmica é por versar sobre um "terrorista de esquerda" (?). Discordo, e com veemência! Trata-se do pior e constante evoluir de nossas instituições e de péssimos caracteres de cidadania em nossa sociedade, em que pesem valores éticos e morais.

Destaca-se o Poder Judiciário, e as palavras do ministro Joaquim Barbosa, que a rasgou a Constituição ao tacitamente submeter o Judiciário ao Executivo pelo que este "decida está decidido". Bem se sabe que, sem independência dos três Poderes constitucionalmente estabelecidos, promulga-se uma republiqueta das bananas; ou melhor, uma ditatura populista, quando o Legislativo e Judiciário são servos do Executivo; assim estamos sr. ministro? Quanto aos ignóbeis defensores do "faça o que fizer, pois meios justificam os fins", tal qual Battisti e seu PAC, vale dizer que que não mais existem no mundo civilizado terroristas de esquerda ou de direita, todos são apenas criminosos. A ideologia política, religiosa, racial não mais justifica crimes em lugar algum, portanto, não há crimes justificáveis para cidadãos inteligentes e inteligível praticarem e se justificarem a posteriori. Criminosos, escroques, não têm partidos nem pátria e é lamentável que em nosso país haja tantas pessoas que vêm a público defender "o meu pode porque o seu fez", "o disco está repetido, pois o cara é da esquerda". Cidadãos que têm ouvidos ouçam e os que têm olhos vejam: nossas instituições e o populismo são cegos guiando cegos. O caso Battisti é uma mostra de valores subvertidos, desde a ordem constitucional até a moralidade de parte da sociedade notadamente afetada pelo populismo que avilta e ignora temperança.

 

 

Oswaldo Colombo Filho colomboconsult@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRAZO DE VALIDADE

Agora estamos convictos de que esse criminoso italiano Battisti, ex-membro do "Patriotas Armados Comunistas" (PAC), tem no Brasil amigos poderosos como Lulla, Dilma e outros petistas. Entretanto, essa ilegalidade terminará na próxima eleição presidencial.

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DESMANDOS

Meu avô Giovani Tassotti veio da Itália no final do século 19. Aqui se tornou João, casou-se, teve 11 filhos, um deles minha mãe. Hoje nos sentimos envergonhados perante nossos ancestrais pela atitude irresponsável do governo brasileiro dando guarida a um criminoso. Que nossos "ïrmãos" italianos nos desculpem por termos na cúpula do país cidadãos que se arvoram no direito de cometer os desmandos que estamos vivenciando.

 

José Ricardo Krauss jrk.sjc@gmail.com

São José dos Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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IDEOLOGIA ACIMA DA LEI

 

O Supremo Tribunal Federal colocou a ideologia acima da lei ao conceder refúgio político ao terrorista Cesare Battisti, condenado em seu país à prisão perpétua.

Terrorista de esquerda membro do grupo extremista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) na década de 70, tentou substituir o regime democrático da Itália por uma ditadura comunista, onde matou dois policiais, um açougueiro e um joalheiro, este executado diante do filho de 14 anos, que, também alvejado, ficou paraplégico.

Com a extradição negada, Battisti passa a ser um homem livre no Brasil, com status de imigrante.

Luiz Henrique Vaz Oliva vazoliva@gmail.com

Barra do Ribeiro (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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QUE ENCRENCA...

Quanto valeu para o STF avalizar a libertação e permanência em nosso país de mais um "bandido" internacional, condenado à prisão perpétua na Itália? O que ganhamos com isso? Por que não respeitamos os acordos internacionais? Pior se o Tribunal Internacional em Haia (Holanda) reverter a decisão do STF, que desmoralização do que já está desmoralizado. Será que o "ativista" já se filiou ao PT, é o "absolvido" útil ou apenas mais um malfeitor para se juntar ao grupo? Como não bastasse o grande número de bandidos que temos, ainda vamos dar guarida aos de fora? Será que a nossa Justiça quer mostrar ao mundo a impunidade nacional? Battisti, que encrenca...

Luiz Dias lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RETALIAÇÃO OBJETIVA

 

Como perguntar não ofende: que tal se a Itália, ao invés de retaliar contra todos os brasileiros por conta de o terrorista Battisti ter recebido asilo - literalmente - no nosso país, cassasse a cidadania da mulher do Lula, filhos e netos? Afinal, agora, eles também são cidadãos italianos. Todo mundo ficava feliz e o único responsável seria exemplarmente punido.

Carlos Benedito Pereira da Silva advcpereira@ig.com.br

Rio Claro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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GILMAR MENDES

O ministro Gilmar Mendes disse que, "no caso Battisti, o STF sai diminuído". Permita-me complementar, sr. ministro: o senhor está equivocado, pois à esquerda do zero tudo é negativo, a escala passa a ter pouca importância, exceção apenas para o termômetro.

J. André Bagatin andré@bagatin.com.br

Curitiba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PALHAÇADA EM TRÊS ATOS

O STF acolhe pedido de extradição de condenado pela Justiça italiana, mas lava as mãos, diz que quem decide é o presidente. Palhaçada 1: Um idiota sem a menor noção de Direito e ignorando solenemente o clamor da população resolve dar guarida ao terrorista e assassino de quatro pessoas. Palhaçada 2: O STF reforma a opinião de menos de um ano atrás, vai na esteira do idiota e diz que o condenado pode ficar aqui, livre. Palhaçada 3: E ainda tem gente que diz que o Brasil é abençoado por Deus!

Bob Sharp bobsharp@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SÓ MAIS UM...

Aos inconformados com a soltura de Cesare Battisti, palavras de consolo: aqui, no Brasil, na condição de criminoso em liberdade, ele é apenas mais um.

 

Maria Cecilia Barbosa mcbchi@gmail.com

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PAÍS DO FUTURO

Que Tribunal de Haia, que nada. Nóis faz do jeito que nóis qué! Ni nóis ninguém põe as mão! E 10 menos 7 é 4! Algum pobrema?

Ricardo Marin s1estudio@ig.com.br

Osasco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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INTERFERÊNCIA

 

Não dá para engolir como um procedimento democrático essa prática de que o presidente da República seja o responsável pela indicação dos membros do Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta Corte jurídica do País. Afinal, um dos preceitos básicos da democracia é exatamente a independência entre os três Poderes, princípio que fica claramente comprometido com essa prática que permite ao presidente em exercício indicar seus preferidos para ocupar as vagas que vão surgindo naquele colegiado. Não é difícil acreditar que essas indicações criem vínculos que possam interferir nos julgamentos a serem efetuados pelos futuros juízes, quando interesses do presidente responsável por sua nomeação estiverem em jogo. Qualquer idiota é capaz de entender que esse privilégio dos presidentes de nomearem ministros do STF ao seu bel-prazer, além de ser um explícita interferência num Poder que deveria ser autônomo, pode criar um colegiado no qual a sociedade não possa confiar plenamente, visto que haverá sempre a possibilidade de que o julgamento dos ministros sofra alterações causadas por "sentimentos de gratidão". Não seria mais lógico se esses cargos fossem preenchidos por merecimento, tempo de carreira ou qualquer outro critério que envolvesse apenas aspectos técnicos? Será que, se não houvesse essa dependência de escolha por parte do presidente da República, não haveria muito mais confiança e respeito dos brasileiros, em relação aos pareceres emitidos pelo STF?

 

Júlio Ferreira www.ex-vermelho.blogspot.com

Recife

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ISONOMIA

 

 

O prefeito do Município de São Paulo isentou o Sport Corinthians Paulista de cobrança de IPTU e ISS, em bônus de oito parcelas de R$ 50 mil. Sou munícipe e pago um parcelamento de IPTU residencial em 100 vezes e um parcelamento de IPTU e ISS de uma empresa que sofreu processo de falência em 60 vezes. Pergunto ao excelentíssimo sr. prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab: teria eu, como munícipe, o direito e a prerrogativa de ter a mesma benesse de um associação esportiva que já se beneficiou de terrenos municipais e áreas diversas do Município?

 

Odorico S. Costa odoricocosta@terra.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ARTE?

Prefeito Kassab, o senhor jura que ninguém ganhará nada com a doação desse dinheiro arrancado do povo para fazer o estádio do Corinhtians?

Quem parte, reparte e não fica com a melhor parte, é bobo ou não tem arte. Como sabemos que o senhor não é bobo, mas tem arte...

Moacyr Castro jequitis@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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MÃO NO BOLSO

 

É preciso manter vigilância sobre a Câmara para que não se aprove essa aberração pretendida por Kassab. O dinheiro é dos contribuintes, se ele quer dar, que enfie a mão em seu próprio bolso.

 

Angelo Antonio Maglio www.rancholarimoveis.com.br

Cotia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PRECATÓRIOS

 

Incentivos fiscais para empresas estrangeiras e times de futebol tem. Dinheiro para os precatórios ninguém tem...

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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COPA 2014

Os paulistas devem fazer como nossos antepassados de 1932: uma revolução contra a Copa no Brasil. São Paulo perdeu a Revolução Constitucionalista, mas o Brasil ganhou uma Constituição. Já perdemos a Copa, pois Itaquera é dúvida, mas podemos, juntos, lutar contra a grande corrupção que está por trás dela. DIGA NÃO À COPA! DIGA NÃO AO TREM-BALA! Não compre ingressos nem produtos oficiais! Vamos cortar as "tetas" paulistas da corrupção!

 

Julio Marcos Melges Walder julio.walder@gmail.com

Piracicaba

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ADÃOZINHO

Aos 59 anos, morreu Adãozinho, ex-jogador do Corinthians nos anos 70. Adãozinho participou de campanhas históricas pelo Timão, como as do título paulista de 1977, encerrando um jejum de 23 anos sem títulos, do vice-brasileiro de 1976, quando houve "a invasão corintiana" no Maracanã, nas semifinais, contra o Flu, e do jogo Corinthians 4 x 3 Palmeiras em 1971, no Morumbi, quando fez o segundo gol corintiano. Era um atacante raçudo e oportunista, que jogou numa época em que ainda havia amor à camisa no futebol.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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FÓRMULA 1

Lewis Hamilton comparou-se ao campeão Ayrton Senna, que era arrojado na pista. Pelo seu desempenho nesta temporada de F-1, principalmente no Canadá, quando ele tirou da prova vários participantes, inclusive ele próprio, Hamilton está mais parecido com Schumacher, que detonava tudo e todos na pista pela vitória. Melhor não confundir. Ayrton Senna era arrojado, mas não era burro!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O SÃO JOÃO DO NORDESTE

 

Desde o início do mês de junho, já começou o "São João" em Caruaru (PE) e em Campina Grande (PB), os principais centros de festejos juninos do Brasil. Em Caruaru, milhares de pessoas vindas de outros Estados e algumas até de outros países já chegam à cidade para curtir as festas. Fogos, fogueiras, comidas de milho, arrasta-pé no Pátio do Forró, shows, quadrilhas, palhoças etc., etc., fazem parte do calendário da "Capital do Forró". Aqui nasceram autores famosos, como Austregésilo de Athayde e Álvaro Lins. Mas Caruaru é conhecida mesmo pelo seu "São João" e pelo seu forró. A cidade está toda enfeitada, recebendo, dia a dia, os turistas. As festas vão até o final de junho. Luiz Gonzaga, "a maior expressão do Nordeste brasileiro", sempre se referia a Caruaru nas sua inesquecíveis músicas...

 

Adriano Henrique adriano.ah@bol.com.br

Caruaru (PE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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