Cartas - 14/10/2010

A FÊNIX DE COPIAPÓ

, O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2010 | 00h00

Exemplo de fraternidade

No empenho demonstrado em salvar seus 33 trabalhadores, havia mais de dois meses confinados no subsolo, a 700 metros de profundidade, numa das maiores minas de cobre do planeta, o Chile acaba de oferecer um emocionante exemplo de fraternidade humana. Parabéns, Chile!

HERCÍLIO T. DE ALBUQUERQUE

pedro_sk8etc@hotmail.com

Sarapuí

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SOLIDARIEDADE E UNIÃO

Neste Dia da Criança, acredito que o homem tenha dado um passo talvez até maior que o de 1969 na Lua, a que se referiu o astronauta Neil Armstrong. O resgate dos mineiros no Chile é a prova de que nosso mundo não é feito só de tristezas, mas também de solidariedade, união de nações e amor ao próximo. Parabéns a toda a equipe de salvamento, aos jornalistas e, o mais importante, à família desses homens de fibra.

RENAN WILLIAM CANDIDO

rcandido.adm@gmail.com

São Paulo

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A GENTILEZA QUE NOS FALTA

Da tecnologia à psicologia, muito pudemos e poderemos aprender com o resgate no Chile, mas chamou-me especialmente a atenção o mineiro Mario Sepúlveda, o segundo resgatado, ter tirado o capacete em respeito à primeira-dama, antes de cumprimentá-la. Foi algo tão rápido, tão simples, tão honesto. Não estou falando em reverenciar ninguém, mas na gentileza e no respeito que devemos pelas pessoas. Os candidatos faltaram-nos tanto com o respeito nestas eleições, mas não devemos revidar, devemos repercutir essa cordialidade tão linda quanto sutil, mais um ensinamento desse time de mineiros guerreiros e de socorristas que iluminaram túneis e acaloraram noites no deserto. De fato, eles são um exemplo a ser seguido.

ANDREA ALBUQUERQUE

andrea@movitae.org.br

São Paulo

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DEMAGOGIA X CORAGEM

O que não se faz por uma eleição. Por causa dela, o presidente Lula deixou de ir ao Chile recepcionar os mineiros resgatados, abrindo espaço para o seu também demagógico colega cocaleiro aparecer diante das câmeras e junto ao competente presidente chileno. Parabéns ao povo chileno e aos mineiros pela coragem ao enfrentarem tantas dificuldades.

CARLOS MONTAGNOLI

carlosmontagnoli@uol.com.br

Jundiaí

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GOLEADA DO CHILE

Enquanto o Chile dá exemplo de competência e solidariedade aos 33 mineiros, antecipando o resgate e festejando essa conquista, no Brasil, apesar de toda a propaganda oficial, as vítimas das enchentes de junho em Alagoas e Pernambuco continuam abrigadas em ginásios de esportes e galpões, sem condições satisfatórias de alimentação e higiene. E este governo ainda se diz preocupado com o social.

LUIZ NUSBAUM, médico

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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COBERTURA COMPLETA

Assino o Estadão há mais de 40 anos, leio e anoto as matérias que me interessam. Assim, li com atenção a edição de ontem, satisfeito com o resgate dos mineiros chilenos soterrados em São José, no Deserto de Atacama. Dramático, fantástico. Mas o importante, além da operação vitoriosa, foi a cobertura do Estado. Completa, nas páginas A14 a A17. Não vi na TV, na internet e muito menos ouvi nas rádios matérias mais completas, mais pormenorizadas. Fabuloso! Parabéns a toda a equipe desse vitorioso diário, bem assim à jornalista Patrícia Campos Mello.

ODUVALDO DONNINI

oduvaldodonnini@terra.com.br

São Paulo

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ABORTO

Estado laico

O Estadão publicou editorial (A sucessão sequestrada, 11/10, A3) que defende o aborto em nome do Estado laico, como se a defesa da vida nascente fosse uma questão exclusivamente religiosa. Penso, porém, que o Estado laico não tem o direito de matar. Matar um ser humano inocente no ventre materno é crime e para condená-lo não preciso invocar motivações exclusivamente religiosas. Ademais, esse mesmo Estado laico não pode ignorar a religiosidade da população brasileira, como se o Brasil pertencesse somente aos ateus e agnósticos.

ROBERTO V. DA SILVA MARTINS

robertovidal.martins@uol.com.br

São Paulo

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PRECATÓRIOS

Ainda Santo André

A respeito da manifestação da prefeitura de Santo André (9/10) sobre a denúncia de violação de direitos humanos no município à OEA, pela omissão no pagamento dos precatórios, cabe dizer que a posição da municipalidade é lamentável e só expõe, mais uma vez, a busca por desculpas para o não cumprimento de suas obrigações judiciais. Apesar de este não ser o local mais adequado para debater questões técnicas, cabe esclarecer que, de fato, a nova emenda constitucional alterou a forma de pagamento dos precatórios, mas em nenhum momento gerou a chamada "perda do objeto" da denúncia. A denúncia na OEA extrapola os limites da legislação interna, e é sabido que os direitos humanos dos credores de Santo André - muitos idosos, necessitando de recursos para tratamentos médicos, pagamento de empréstimos bancários e dívidas com o próprio município - têm sido sistematicamente violados, até que a quitação total da dívida ocorra; tudo sem contar com as centenas de credores que já faleceram sem nada receber. O município não pode afirmar, também, que não tem conhecimento da causa, pois em 2/7/2008 a Missão Permanente do Brasil junto à OEA enviou resposta à denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, com informações nitidamente fornecidas pelo município. A causa é conhecida há anos. Em Santo André, a situação dos precatórios é antiga e grave, a nova legislação não resolveu a questão e os novos entraves burocráticos criados não podem ser utilizados para escusar o município. Mesmo que tudo ocorra conforme previsto na lei, em menos de 30 anos as dívidas judiciais do município não serão pagas. Os direitos humanos dos credores continuarão a ser violados, a menos que uma atitude séria do município resolva a questão - como esperam os munícipes - ou uma decisão internacional condene o País por esse absurdo contra os credores e a moralidade administrativa - pelo que lutam os advogados!

FERNANDO ROMERA STÁBILE, advogado que patrocina a denúncia na OEA

fernando@stabileneto.com.br

Santo André

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"Hoje somos todos chilenos. E viva a vida!"

MYRIAN MACEDO / SÃO PAULO, SOBRE O RESGATE DOS MINEIROS

myrian.macedo@uol.com.br

"Um feito memorável dos chilenos, a juntar-se aos dois meritórios Prêmios Nobel de Literatura, sem azias, sem jactâncias nem personalismos megalomaníacos"

LEONARDO GIANNINI / SÃO PAULO, IDEM

leogann930@terra.com.br

"Por que será que eles estão quietinhos como anjos?"

CELSO VICENTE FIORINI / SÃO PAULO, SOBRE O MST

celsofiorini@ig.com.br

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TEMA DO DIA

Equipe realiza resgate de mineiros no Chile

Cercada de cuidados e doses de emoção, operação vira espetáculo de mídia que mobilizou o mundo

"O Chile entrou na onda midiática mundial. Os coitados dos mineiros viraram celebridades macabras."

OMAR CHALITA

"Admirável a força deles. Estamos rezando pela saúde dos valentes mineiros heróis."

JOSÉ CARLOS BALDINI

"Exemplar o modo como foi conduzido o resgate, a eficácia e o sucesso da operação. Parabéns a todos os envolvidos."

PAUL KERSEY

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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

DE VOLTA À VIDA

Da Apollo 13 ao Deserto de Atacama, a mão de Deus resgatou os heróis.

Sejam bem-vindos no retorno à vida.

Henrique Massarelli hermassa@uol.com.br

São Paulo

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FANTÁSTICO

O trabalho de resgate em Copiapó realizado pelos chilenos enche de orgulho o peito de todo engenheiro pela precisão, determinação e, principalmente, pelo resultado fantástico alcançado. Em 1962, quando da Copa do Mundo, e na falta de infraestrutura futebolística, já dizia o presidente chileno Eduardo Frey: ''Porque nada tenemos, lo haremos todo.''

Assim fizeram no passado e fizeram agora.

Heroicamente.

Geert J. Prange prange@sul.com.br

Paranaguá (PR)

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O RESGATE DO SÉCULO

Enquanto nos debatemos sobre o sentido e a celebração da vida, o milagre que a preserva e salva se faz presente, magnânimo, indescritível. O mundo, comovido, assiste e, agradecido, humilde, põe-se de joelhos, louvando a Deus e exaltando-O na sua onipotência, por ter dado ao ser humano, por meio da ciência e da tecnologia, o engenho capaz de retirar do seio da terra a maior das riquezas: a própria vida. São 33 mineiros salvos, ressurgindo vitoriosos e reconhecidos, irmãos nossos que pelo trabalho e dedicação se embrenharam no desconhecido para nos dar hoje a maior lição de superação e otimismo.

Reflitam os incrédulos e prepotentes: Deus existe e está entre nós!

Ruth de Souza Lima e Hellmeister rutellme@terra.com.br

São Paulo

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HUMANIDADE COMOVIDA

O salvamento com sucesso dos mineiros soterrados no Chile numa mina de cobre comove a humanidade. Graças a Deus que o homem ainda se entristece com o sofrimento do próximo.

Paulo Dias Neme profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

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DE MINEIRO PARA MINEIRO, UAI!

Nunca entre num lugar do qual não possa sair correndo.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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FÊNIX 2

Poderia chamar-se Aécio a cápsula que no Chile tirou os mineiros do buraco...

Alberto Luiz Rodrigues Araujo sitiocolibri@ig.com.br

São Paulo

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SOTERRADOS

Depois de 70 dias soterrados, o caso dos 33 mineiros no Chile comoveu todo o mundo.

Após quase três meses sem contato com a superfície, eles demonstram uma enorme vontade de viver.

O desmoronamento da mina de cobre e ouro localizada no Deserto de Atacama, ocorrido no dia 5 de agosto, criou uma enorme aura de solidariedade das pessoas e apoio de países.

Mas políticos já querem colher os louros das equipes de resgate, aproveitando-se do drama dos trabalhadores envolvidos.

Evo Morales, presidente da Bolívia, quer levar com ele (e fotógrafos, claro) o único boliviano entre os soterrados. Além disso, prometeu emprego, além de outras benesses com o dinheiro do povo boliviano (qualquer semelhança com os políticos brasileiros é mera coincidência).

O presidente do Chile, Sebastian Piñera, dará longas entrevistas ao lado dos trabalhadores.

Que Florêncio Ávalos Silva (o primeiro a sair) seja o precursor da felicidade para as dezenas de familiares que aguardavam seus entes queridos.

Fiquei na torcida para que todos saíssem bem dessa tragédia. Que este acidente sirva de exemplo para que as mineradoras de todo o mundo se preocupem mais com a segurança de seus trabalhadores.

Fausto Alves faustobentoribeiro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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ESTADISTA

O Chile e seu presidente, Sebástian Piñera, deram involuntariamente uma lição a toda a América Latina e seus presidentes fanfarrões, que insistem em dividir seus povos, jogando pobres contra ricos, como se isso fosse digno de presidentes da República em pleno século 21. Piñera ao contrário, uniu a nação chilena inteira e provavelmente hoje deve ser o presidente mais popular do mundo.

Lula, que nem sequer foi à posse de Piñera, desrespeitando o povo chileno apenas por diferenças ideológicas com o presidente daquele país, assim como Hugo Chávez, Evo Morales e Rafael Correa, deve aprender um pouco como se comporta um verdadeiro estadista em momentos díficeis.

Parabéns ao Chile e ao presidente Piñera pela competência no resgate dos mineradores.

Sandro Ferreira sandroferreira94@hotmail.com

Ponta Grossa (PR)

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VIDA NA TECNOLOGIA

Esse extraordinário sucesso no resgate dos 33 mineiros do Chile é mais uma prova da importância dos avanços tecnológicos. Fosse esse desastre poucos anos atrás, esses trabalhadores de alto risco já estariam contabilizados como mortos.

E durante estes angustiantes 69 dias, e a 700 metros de profundidade, os mineiros tiveram condições de se comunicar com seus familiares, atendimento médico e psicológico a distância, etc.

Sem desejar que um acontecimento desses ocorra novamente, o certo é que o legado deste evento do Chile ficará para toda humanidade!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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33 IRMÃOS DE TODOS NÓS

Faço parte de uma comunidade religiosa que orou pelos 33 mineiros do Chile como um grupo, e com um membro orando por cada um deles, especificamente. Eu orei pelo Darío Segóvia, aquele que estava "muito contente, mas também com muito medo'', e senti uma imensa alegria cada vez que vinha uma notícia mencionando seu nome ou de algum familiar seu. Sinto-me ligada a eles.

No entanto, minha oração não pretendia ''comprar'' Deus, nem pedir que Ele mudasse de ideia, pois não acho que seja assim que funcione. Orei como um canal da energia espiritual, que vem de Deus, e o direcionei para eles. Amanhecia dando ''bom-dia'' ao Darío, deitava-me dizendo ''boa-noite'' e desejando que ele se fortalecesse para suportar mais um dia de confinamento.

Sou de origem protestante e busco a prática dos ensinamentos cristãos. Por isso mesmo fico entristecida ao ler sobre a disputa das igrejas e de suas orações pelo sucesso do resgate dos 33 mineiros.

Acho que a verdadeira religião deve unir as pessoas, e não dividi-las, como tentaram fazer com esse episódio. O importante é somar nossos melhores desejos para que, finalmente, os víssemos todos na superfície, com suas famílias.

Talita A. M. Ribeiro escrevapratalita@terra.com.br

São Paulo

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FINALMENTE

Finalmente chegou o dia dos mineiros do Atacama, após uma longa espera e um árduo trabalho comandado pelo governo sério de Sebastián Piñera. Agora, imaginem se o fato tivesse ocorrido na Venezuela. Os mineiros dificilmente conseguiriam sair com vida e, se conseguissem, ficariam definitivamente traumatizados ao encontrarem na boca da mina os convidados de Hugo Chávez: Luiz Inácio Lula da Silva e dona Dilma.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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O GRANDE PATRIMÔNIO

O maior patrimônio de um país é seu povo, desde que preparado e bem instruído para construir uma grande nação. O Japão não tem recursos naturais como o Brasil e, no entanto, até recentemente foi a segunda potência econômica do planeta, A Coreia do Sul também não tem recursos, mas investiu em seu povo e se tornou uma economia sólida. Ontem, vendo o resgate dos mineiros chilenos, o presidente Sebatián Piñera, em discurso, afirmou que o grande patrimônio do Chile é seu povo, não o cobre ou suas matérias-primas.

Precisamos dar valor ao maior patrimônio que temos, o povo brasileiro; estatais têm beneficiado o patrimônio de poucos, que são escolhidos politicamente.

Francisco da Costa Oliveira fco.paco@uol.com.br

São Paulo

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ASSUNTO DO DIA

No Brasil todo não se fala de outra coisa: os 33 mineiros! Mas dos 180 milhões de brasileiros que podem ficar sem liberdade de imprensa e outras coisas mais poucas pessoas falam. Muda, Brasil!

Carlito Sampaio Góes carlitosg@estadao.com.br

São Paulo

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QUANTA DIFERENÇA!

Ainda bem que não temos mineiros para serem resgatados em nossas terras, pois com esse desgoverno todos sem exceção pereceriam. Só para resolver quem ganharia a licitação para salvá-los, mais as propinas que correriam por fora, mais a distribuição dos louros de uma ''possível'' vitória impediriam o sucesso que vimos com muita alegria acontecer no Chile. Como exemplo brasileiro recente temos os flagelados das cheias no Nordeste, nossos irmãos alagoanos e pernambucanos que estão deixados de lado, pois o Lula e seu governo estão inteiramente dedicados à eleição de sua escolhida. Quanta diferença!

Leila E. Leitão

São Paulo

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INVEJA

A grande cobertura pela mídia internacional do bem-sucedido resgate dos mineiros no Chile, acompanhada por autoridades envergando capacetes, deve estar deixando alguns círculos em Brasília com muita inveja, lamentando não haver nenhum patrício nosso entre os socorridos, impedindo

assim o bordão: "Nunca na história deste país, um brasileiro foi resgatado de tal profundidade..."

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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LIBERTAÇÃO

Emocionante o resgate dos mineiros da mina de San José, no Chile. Que bom seria se nossos políticos retirassem tanta gente que temos presa nas minas da saúde, da educação e da segurança pública.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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EXTRA, PAREM AS ROTATIVAS!

Divido com os leitores deste Fórum uma notícia privilegiada. Uma alta fonte petista me confidenciou que o presidente Lula da Silva, em desespero, já requisitou com urgência os serviços dos técnicos chilenos especialistas em resgates profundos para tentarem salvar a candidatura de Dilma Rousseff!

Afinal, de tirar gente de buraco ele entendem...

Paulo Boccato pofboccato@yaoo.com.br

São Carlos

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DILMA EM APARECIDA

Dilma pensa que engana todos, mas muitos já sabem quem ela é. Indo à Basílica de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, quis mostrar a todos que é devota (como disse) de Nossa Senhora e, também como ela disse, especialmente da Aparecida. Ora, Dilma, Nossa Senhora é uma só. O nome é apenas regional, onde ela se manifestou. Ademais, esta foi a primeira vez que você esteve lá na basílica em toda a sua vida, e isso não é devoção, é visita eleitoreira mesmo, todos sabemos. Tire todas as máscaras, seja autêntica. Fingimento já chega o do Lula, seu patrocinador e paradigma. O Brasil não aguenta mais tanta mentira e desgoverno.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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UMA MANHÃ NA BASÍLICA!

Ver o sr. Chalita ao lado de dona Dilma dentro da Basílica de Aparecida, em princípio, é um verdadeiro acinte à religiosidade, tanto a coletiva como a individual. Por isso, deve o sr. Chalita ter a coragem de esclarecer quais as razões e os critérios de que se valeu para se apresentar e se postar ao lado de dona Dilma dentro de uma igreja católica.

PEDRO LUÍS DE CAMPOS VERGUEIRO - pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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SANTA DILMA

As pessoas que veneram a imagem de Nossa Senhora Aparecida vão carregar a imagem da Dilma no ano que vem? É isso que ela deseja?

Helga Szmuk helgasz@uol.com.br

Florianópolis

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CRISTÃ-NOVA

Combatida veemente pela Igreja Católica por ser favorável ao aborto humano no início da sua campanha à Presidência da República,e consequentemente perdendo votos também dos evangélicos, Dilma agora, como cristã-nova, tornou-se devota de Nossa Senhora Aparecida, buscando arrego na basílica da padroeira do Brasil, onde assistiu à Santa Missa como autêntica carola. Por que só agora, publicamente, deu essa demonstração religiosa? Há sinceridade nisso? Só Deus sabe!

Antonio Brandileone franbrandi@uol.com.br

Assis

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DUAS CARAS

Que decepção! O deputado eleito Gabriel Chalita também mostra a sua segunda cara, aparecendo ao lado da Dilma na capa do Estadão de terça-feira. Quem era o lambe-lambe da primeira-dama de Alckmin no governo anterior e foi eleito na primeira vez com os votos dos eleitores do PSDB agora se bandeia para o outro lado, e ainda aparece com cara de beato em Aparecida. Sr. Chalita, meu voto e os dos meus, nunca mais!

João Rocha jbosco03@uol.com.br

São Paulo

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ELEIÇÕES 2010

Como pode uma senhora de 62 anos visitar o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, pela primeira vez?

Só pode ser visita a trabalho.

Carlos Roberto da Silva Calderon crscalderon@hotmail.com

São Paulo

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POLÍTICA NO TEMPLO

MARCOS 11; 15: A CASA DE ORAÇÃO. Chegaram a Jerusalém. E, enquanto no Templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas (16) e não permitia que nenguém transportasse alguma mercadoria pelo Templo. (17) E exortava, dizendo-lhes: ''Não está escrito: A minha casa será chamada de oração para todas as nações? Vós, porém ,fizestes dela um covil de ladrões!" (18).

LUCAS 19; 45: JESUS PURIFICA O TEMPLO. Entrando no Templo, começou a expulsar os comerciantes, (46) dizendo-lhes: ''Está escrito: E minha casa será casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões''.

Causa-me tristeza ver uma igreja transgredindo todos os ensinamentos e caminhos que Jesus Cristo veio ao mundo nos mostrar, foi humilhado, castigado e crucificado, para no fim vermos os atuais discípulos (? ) permitirem políticos que nada mais fazem do que buscar votos, que se trata de uma mercadoria como qualquer outra, dentro de um Templo

sagrado.

Estive na missa de terça-feira, ao meio-dia, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, onde o sacerdote transmitiu a importância de

não sermos somente cristãos, mas frequentarmos o Templo. Mas permitir ato político na casa da Nossa Senhora Aparecida

é algo perto de uma fraqueza satânica. Digo satânica porque o próprio Jesus Cristo disse a Pedro quando este foi fraco com relação

ao sofrimento e crucificação por que Jesus passaria.

Falo isto com relação aos dois candidatos e seus correligionários, e à permissão pela igreja.

Luiz Carlos Prado luiprado@uol.com.br

São Paulo

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COMEÇAM ESTRAGOS POLÍTICOS

É lamentável ver um político sério, inteligente e renovador posar ao lado de Dilma Rouseff na missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. Sou fã e admirador incondicional do jovem Gabriel Chalita, em quem votei e recomendei que muitos outros votassem, mas essa punhalada doeu fundo. Já havia dado uma mancada ao sair do PSDB muito rápido, após ter sido eleito vereador. Achei que foi muito precipitado e deveria dar mais tempo ao tempo. Será que já foi engolido e comprado pelas manobras eleitoreiras do PT e do Lula? Desculpe, São Tomé de Aquino, mas não posso acreditar no que vejo com meus próprios olhos...

José Alberto de Paiva alpai12@yahoo.com.br

São Paulo

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VALE TUDO

Quem te viu e quem te vê: Dilma rezando na Basílica de Aparecida!

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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VERDADES E MENTIRAS

Se Dilma é frequentadora assídua da Igreja Católica, como diz, por que não sabe ainda fazer o Sinal da Cruz, normalmente aprendido no primeiro dia de catecismo e que fez de forma totalmente errada na missa em Aparecida?

Maria Josefina V. Pinheiro mjo_2009@terra.com.br

São Paulo

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SIM, SIM, NÃO, NÃO!

Excelência Reverendíssima, DD Presidente Naccional de CNBB.

''Que nosso dizer seja sim, sim, não, não, pois tudo o mais vem do maligno!" (Tenebras claríssimus rebus)

O momento é agora!

O jornal O Estado de S. Paulo (que sempre garantiu espaço para a Igreja Católica, mormente pelo nosso arcebispo de São Paulo, e que continua pregando o termo ''dízimo'', desobedecendo à nova redação dada por Sua Santidade Bento XVI ao artigo 5.º da Lei da Igreja), e ao outrora dom Paulo Evaristo Arns, foi bem claro em apoiar José Serra, e não aquela que vai pôr na berlinda a liberdade de imprensa (o sr. Franklin Marins, do PT, já está viajando para isso), liberdade religiosa, liberdade de ir e vir do cidadão brasileiro (sair e entrar no seu país quando lhe convier), garantia à vida, um não ao aborto, etc.!

Os nossos irmãos evangélicos foram mais autênticos, posicionaram-se claramente como o tradicional Estadão.

E os representantes da Igreja Católica do Brasil? Vão continuar demonstrando sua timidez, que reflete posição dúbia?

Sou consagrado leigo. Fiquei muito feliz com a coragem do nosso irmão consagrado religioso da Canção Nova!

Vossa Excelência Reverendíssima já viu e ouviu ? Então, acesse abaixo, ouça e veja!

http://www.youtube.com/watch?v=IIu-RkdEjpM&feature=related

Se Vossa Excelência, numa ''cautela excessiva'', não posiciona nossa Igreja Católica, ele teve a ''Luz do Espírito Santo'' e a posicionou!

Parabéns a esse irmão ordenado, simples, humilde e da cor de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, à qual rogamos nesta sua festa

do dia 12: Salve o Brasil!

Se quiser me responder, demonstrará sua humildade. O contrário posso entender como admissão do que respeitosamente ora lhe escrevo.

Atentamente, um cidadão brasileiro católico, apostólico, Romano devoto da Virgem Maria, sexagenário,

Vagner Isidoro Vergani

São Paulo

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TRISTE ENGANO

Causou-me espanto e perplexidade a foto de Chalita ao lado da candidata Dilma. Conclusão: elegeu-se graças aos milhares de católicos que certamente ignoravam sua verdadeira posição. Lastimável...

Celia Henriques Guercio Rodriques celitar@hotmail.com

Avaré

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TRÂNSFUGA

Nunca imaginei que o sr. Gabriel Chalita pudesse mudar de lado com tanto despudor: confesso que me decepcionou! Portanto, a admiração que nutria por ele transformou-se em desprezo, pela sua falta de brio, de convicção ideológica e pelo oportunismo. Será que Dilma lhe ofereceu o Ministério da Educação? Vendeu-se por pouco!

Jeny Soutto Mayor jsmayor@estadao.com.br

São Paulo

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VIRA-CASACA

Em 2008, acreditando que estávamos diante de uma nova geração de políticos capazes e honestos, conscientemente dei meu voto a esse cidadão Gabriel Chalita. Para minha surpresa, decepção e indignação, deparei na terça-feira, na primeira página do Estadão, com uma foto dele junto com a candidata do "noço" presidente, assistindo, demagogicamente, a uma missa no Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Quando ele mudou de partido, depois de eleito pelo PSDB, alegou que não se dava bem com o Serra e, por esse motivo, juntou-se ao outro partido. Acredito que lá ele tenha encontrado a sua verdadeira "turma": os mensaleiros, aloprados, sanguessugas, Sarneys, Collors, Erenices, Dirceus, Delúbios, etc. Esse cidadão não passa de um vira-casaca, oportunista, que está querendo uma boquinha em algum Ministério (ou secretaria) caso a "marionete do Lulla" seja eleita. Nunca mais ele terá meu voto e tenho certeza que muitos paulistas e paulistanos que foram enganados pensam da mesma forma.

Justino Marcio Antunes de Oliveira jmarao@hotmail.com

Pindamonhangaba

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ESTRANHO

Todo o mundo sabe a que partido ele pertence atualmente, mas para quem foi secretário do governo Alckmin, foi, no mínimo, estranho ver Gabriel Chalita na primeira página rezando ao lado de Dilma.

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

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BLASFÊMIA

Uma candidata ateia assumida vir agora a ser devota da Nossa Senhora

é, além de tudo, uma

ofensa aos realmente crentes.

JOSÉ LUIZ TEDESCO tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

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PREPOTÊNCIA PETISTA

O mínimo que pode ser classificada a inserção petista que compara a candidata Dilma à Santa Joana D''Arc e à Madre Teresa de Calcutá é de prepotente.

Alguém já viu a candidata fazer boas ações antes da eleição?

Quantas crianças ela ajudou no seu governo?

Esqueceu do povo em Alagoas, que foi abandonado depois da enchente?

Onde ela estava em momentos importantes da redemocratização brasileira?

Há alguma foto dela na campanha das Diretas-Já?

Ela participou da promulgação da Constituição de 88? (Ah! Esqueci, o chefe dela foi contra, como poderia ela assinar a mais recente Carta Magna brasileira?)

Até pouco tempo atrás ela pregava o controle da imprensa? (Ah! Esqueci de novo, ela é a candidata camaleão, adapta-se à ocasião.)

Então, é por essas e outras que comparar Dilma a figuras importantes da História mundial, seja pela sua forma de luta pela liberdade ou pela suas boas ações, é muita PrepoTência, no mínimo.

Bruno Malteze Zuffo brumalteze@hotmail.com

São Paulo

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LULA E DILMA

Muito já foi falado sôbre Lula e Dilma, o que não foi dito até agora é que os dois são inescrupulosos. Simples assim.

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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POLÍTICA SEM ALMA

Vamos deixar de ''lavar roupa suja'', jogando ofensas pessoais um contra o outro para adquirir mais status na ascensão ao poder. Não façam política sem alma. O que o povo realmente deseja é honestidade, somada a credibilidade e confiança para ligar às ações que tanto prometem. Isso quer dizer que a transparência provê um grande governo dentro de uma sadia moral, num fundo religioso, social e digno de conquista para todos os brasileiros.

Antonio Rochael Jr. antoniorochael@gmail.com

Iguape

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EFEITO SERRA

A valorização do real ante o dólar faz lembrar que há oito anos, quando o atual presidente

estava para ser eleito, como foi, o real sofria então enorme desvalorização, surgindo o ''efeito Lula''.

Agora ocorre o contrário: o dólar despenca todos os dias, "efeito Serra". Que seja o prenúncio

de feliz mudança de rumo no governo do nosso país.

Henrique Gândara clineurohenrique@uol.com.br

Ribeirão Preto

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MARGEM DE ERRO

Pesquisa Vox Populi: Dillma 48%, Serra 40%. Ótimo! Como a margem de erro do

Vox Populi no primeiro turno foi de nove pontos pró-Dillma, podemos concluir que Serra

já ultrapassou a petista na intenção de voto.

Jorge Manuel de Oliveira jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

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DESEMPREGO CRESCE ENTRE O POVO DE DILMA

Parece brincadeira, depois de oito anos de muito bumbo e repicar de sinos,o Ipea afirma que o desemprego ''nas classes baixas'' subiu de 20% para 26%, de 2004 para cá.

Entre os da ''zelite'', o índice caiu de 4% para 1,4%.Talvez isso seja fruto de programas paternalistas do tipo Bolsa-Família e outros.

Trabalhar é preciso...

Almir Francisco Garcia aladgr@msn.com

Itanhaém

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PROFESSORES

Dia 15 de outubro é o Dia do Professor. Existem vários fatores que diferenciam professores de educadores. Muitas faculdades são de quinta categoria, isso aliado, evidentemente, à falta de capacidade de alguns na arte de ensinar. Em cumplicidade com o sistema estadual de "progressão" sem o mínimo de competência! (Somos todos enganados.) O inteligente apresentador Jô Soares tem uma frase muito atual: "O material escolar mais barato que existe na praça é o professor." No sistema educacional todo professor deveria ter direito a adicional de insalubridade (pelo risco de contrair diversas doenças) e de periculosidade (muitos estão sendo agredidos verbal e fisicamente). O medo é predominante no ensino público! Todos nós sabemos que os salários dos educadores no Estado e no Brasil estão mais para ajuda de custo do que salário. Isso é humilhante! Diante dos fatos, parabéns (sem motivos de comemoração) a você que é educador! Conclusão: se nada mudar, futuramente os professores vão se inscrever no Bolsa-Família! Reflexão: se educação é a base de tudo, nossa edificação está em "tiririca"!

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com

Sumaré

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PRIVATIZAÇÃO

Muito bons, oportunos e merecem maior destaque os comentários do leitor sr. Murilo Lemos no Fórum dos Leitores do Estadão online de 12/10 ("Cada caso é um caso"), a respeito do que se deve ou não privatizar no Brasil. Com a lentidão da Justiça brasileira e a falta de independência das agências reguladoras, julgo, por exemplo, uma temeridade a privatização de serviços públicos monopolísticos. Convém lembrar que, em serviços não concorrenciais, os direitos e deveres das partes (investidores e consumidores) dependem quase que exclusivamente da pronta intervenção técnica e isenta do chamado ''poder concedente''. A qualidade dos serviços, sua disponibilidade e a aplicação de uma tarifa justa dependem dessa pré-condição. Não é o caso do Brasil, onde a direção dos orgãos públicos é decidida e negociada por suspeitos e escusos critérios.

Nilson Otávio de Oliveira - noo@uol.com.br

São Paulo

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''O ESTADO DE SÃO PAULO'' - ONLINE

(12/10/2010)

Cada caso é um caso

Parte-se sempre para a

ignorância neste assunto de privatizações, com debates tendenciosos e não se discutindo a verdadeira questão técnica por trás do assunto: cada caso é um caso. A privatização não é em si um instrumento bom ou ruim. Dependendo do caso, da política pública em discussão e da empresa, privatizar pode ser uma boa solução ou não. Os administradores precisam entrar de cabeça nessa discussão e ressaltar seu mérito técnico. A privatização não é um demônio nem uma panaceia. Assim como um remédio, administrado na dose certa e no paciente certo, pode surtir efeitos muito positivos,quando mal prescrito pode ter efeitos devastadores. O eixo principal para o governo deve ser pragmático, e não ideológico: atender cada vez mais cidadãos, da melhor forma e gastando menos recursos de seus impostos. O meio para atinigir essa eficiência varia caso a caso.

Murilo Lemos - mllemos@gmail.com

São Paulo

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TIRIRICA

A. P. Quartim de Moraes escreveu no artigo ''Tiririca, populismo e despolitização'' (11/10, A2): ''Pode ser muito engraçado eleger um palhaço para esculhambar um Poder da República que cada vez menos se dá ele próprio ao respeito.''

Esquece o articulista que foi o próprio monarca Lulla quem nomeou Nelson Jobim e Tóffoli para o Supremo Tribunal Federal, inaugurando a esculhabação? É com profunda tristeza que nós, advogados, vemos o novo tiririca do STF, sem que ninguém, nem mesmo os outros ministros, se tenha insurgido contra tamanha avacalhação de um dos pilares da República.

Luiz Gonzaga Modesto de Paula luiz@modestodepaula.com.br

São Paulo

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HOLOCAUSTO DO PT

Enquanto por aqui as crianças e velhos morrem nos corredores dos hospitais ou indo de um hospital a outro à procura de vaga, o governo do PT, de costas para o povo brasileiro, empresta rios de dinheiro aos países vizinhos para manter a popularidade do presidente Lulla em evidência. A meu ver, esse episódio ficará marcado na História como mais um crime cometido contra a humanidade, um verdadeiro holocausto. Nunca antes na história desse país um voto foi tão importante para mudar o nosso destino, dando mais dignidade ao povo brasileiro.

José Carlos Costa policaio@gmail.com

São Paulo - SP

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SAÚDE

É uma vergonha um país como o Brasil não possuir, nas suas principais capitais, laboratórios capazes de identificar superbactérias, ficando sempre na dependência de centros paulistas. Só agora aceleraram os investimentos devido ao aumento dos casos. Aliás, Sarney e Collor, que já foram presidentes, nem para investirem em centros de saúde de excelência nas capitais de seus respectivos Estados e Lula na capital do País. Mas virem para cá a fim de se tratarem ou realizarem seus check-ups, sim.E o povo daqueles Estados que, infelizmente, lhes dá o voto?Ora, que se lasque.

José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br

Marília

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GRANDE EMOÇÃO!

Tive um problema cardíaco que me obrigou a providências urgentes. Foi quando me indicaram o Instituto Dante Pazzanese, que pelo nome já conhecia há muito tempo, porém chegando lá me surpreendi com a grandiosidade do hospital. Fui informado de que era o maior centro cardiológico do Brasil, considerado de Primeiro Mundo. Fui prontamente atendido com muito respeito, carinho e atenção de todos. Passei pelo Centro de Diagnóstico, um grande prédio construído na gestão de José Serra governador de São Paulo. Tendo conhecido todos os outros departamentos, dentro de uma organização perfeita, quando procurei a farmácia para pegar os medicamentos estes foram isentos de pagamento.Estou muito feliz! Porque este hospital não é só de São Paulo, é do Brasil, de todos os que vêm aqui, até de países vizinhos que o procuram.

LUIZ PIMENTA DE CASTRO tcbcastro@terra.com.br

São Paulo

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LEI SECA, JUSTIÇA CEGA

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) divulgou esta semana que a ação penal contra um motorista que se recusou a fazer o teste do bafômetro foi trancada devido a um ''paradoxo legal'' na Lei Seca que deixa sem efeito prático o crime previsto na legislação. De acordo com o STJ, o motorista não pode ser obrigado a se submeter ao exame. Para indultar estuprador, deixar em liberdade um homem que mata uma mulher com um tiro na cabeça e outro nas costas também é usado um "paradoxo legal", creio eu. Mas se estou desempregado e não pago a pensão alimentícia ou furto margarina para não comer pão seco, tô danado! Vou preso! Nossa Justiça é cega apenas de um olho, e é exatamente o que vê a parte injustiçada.

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@ibest.com.br

Guarulhos

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MISSÃO IMPOSSÍVEL

Com Adilson Batista, o Corinthians viu quase desfeito o sonho de conquistar o Brasileirão deste ano. Porém, se contratar o Parreira ou o Zico, aí a missão se tornará impossível. É só examinar o currículo de técnico dos dois. Não é preciso dizer mais nada.

Adolfo Zatz dolfizatz@terra.com.br

São Paulo

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VAI VIRAR, CORINTHIANS?

Meu Corinthians perdeu para o Atlético Goianense (uma ''baba'') em pleno Pacaembu, repetindo outras derrotas humilhantes. Todos fingem que o clube tem um bom plantel, a diretoria, grande parte da torcida e a mídia que os endossa para estar sempre bem com os atletas e o técnico. Duro é não querer enxergar que apenas cinco ou seis boleiros do elenco têm futebol para vestir com eficiência nossa camiseta: Elias, Juciley, Ralf, Jorge Henrique, Bruno César e Ronaldo (se jogasse), e só... Porque não tem atacantes e toda a defesa tem de ser trocada, do goleiro ao lateral esquerdo. Por tudo isso não acredito em virarda e ser campeão este ano e, por milagre, chegar à Libertadores. Espero que os deuses do futebol me desmintam. O técnico Adilson foi embora quando nem deveria ter vindo, porque não era o nome certo, basta ver o Cruzeiro, que antes capengava quando ele ''dirigia'' e após sua saída lidera o campeonato. Trazer o Parreira cheira a atraso.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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JOGADAS

Para ganhar o Campeonato Brasileiro e a Libertadores são necessários jogadores, são eles que fazem as jogadas que levam a essas conquistas. Já as jogadas de marketing nunca levantaram esses troféus.

E como a Copa das Confederações 2013 já está chegando, perguntar não ofende: quando começam as obras do Gigante de Itaquera ?

Luiz Henrique Penchiari Jr. luiz.penchiari@bericap.com

Vinhedo

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TRICAMPEÕES

É uma tremenda injustiça o que a imprensa esportiva brasileira está fazendo com a seleção brasileira de vôlei. A repercussão daquela

derrota para a Bulgária está sendo muito maior do que os inúmeros escândalos de corrupção do governo. Nosso time usou o próprio veneno italiano como antídoto da maracutaia que os anfitriões quiseram fazer. Bernardinho e seus jogadores estão de parabéns. Foram tricampeões com muita raça e mérito. É um exemplo a ser seguido. Se os jornalistas esportivos querem caçar desonestos, vão investigar as obras superfaturadas do Pan e vigiem a Olimpíada e a Copa do Mundo de Futebol. Ou isso não pode?

Mário Issa drmarioissa@yahoo.com.br

São Paulo

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MARIA RITA KEHL

 

Bom dia.  A revista carta capital dessa semana divulgou reportagem criticando a demissao da colunista Maria Rita Kehl, supostamente em represália por artigo publicado, o qual nao estaria em conformidade com a ideologia defendida pelo grupo Estado. Como leitor do jornal, gostaria de saber sua posisao sobre isso, já que sempre admirei justamente a defesa de liberdade de expressao e pluralidade de idéias defendida pelo jornal. o que tem realmente de verdadeiro nisso? Será que estou comprando gato por lebre?

 

Waldir

Sao Sebastiao/SP

 

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CENSURA ESTADÃO

 

Srs.

 

Sinceramente não entendo a postura incoerente do Estadão. Na edição de hoje, informa que está sob censura há 438 dias do Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Este jornal está proibido de divulgar informação a respeito da Operação Boi Barrica, pela qual a Polícia Federal investigou a atuação do empresário Fernando Sarney.No entanto, este jornal efetua uma censura fèrrea  aos seus leitores, como no meu caso, não divulgando nunca,nenhuma das mensagens enviadas a este jornal, embora sendo escritas de forma educada e dentro dos padrões estabelecidos.

O motivo, creio eu, seja que o conteúdo destas, são de discordância da linha editorial.

Como uma das evidências da censura deste jornal foi o que ocorreu com a Maria Rita Kehl, excelente articulista que em um dos seus artigos elogiou  algumas ações positivas do Governo Lula e foi sumariamente retirada do seu papel de  articulista. Imagino a "saia justa" dos jornalistas ,funcionários desta empresa, sob censura diária interna e externa; deve ser desmotivante.

Acho que a questão da censura é um assunto sério e deve mesmo ser combatido; por este motivo estou enviando esta mensagem.

Por ser um jornal conservador e contra mudanças que melhorem a grande parcela pobre do país, é compreensível o seu apoio à    candidatura Serra.

Se fizesse o contrário, seria outra incoerência, por ser um jornal comprometido apenas com uma minoria, tal qual, a proposta do Serra.

Atenciosamente

José Antonio dos Santos

 

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AO ESTADÃO

 

Acabo de receber um email de uma petista comunicando que a Maria Rita Kehl foi demitida do Estadão por conta de um artigo que ela escreveu neste jornal.

Sou leitora e assinante do Estado faz muito tempo, li este maravilhoso artigo e recortei para que minhas filhas lessem, resumissem e que depois disso discutíssemos cada ponto importante.

Sinceramente, fiquei feliz em ler um artigo que com clareza colocava na nossa cara coisas reais, mas por não fazerem parte da nossa realidade não queremos ver.

Estou chocada, indignada, traída, o que devo fazer? Sou uma eleitora do PSDB, voto José Serra, mas não é por isso que as informações e opiniões contrárias não devam chegar até mim. Será que sou uma criança que deve ter as notícias censuradas? Será que preciso de proteção do jornal para filtrar as notícias? Será que sou tão tola que isso sempre aconteceu e na minha ingenuidade acreditou num jornal há anos? Um jornal que combate a censura? Um jornal que está sendo censurado, pode demitir um colunista por opiniões divergentes? Que degradante, que falta de ética!!!

Que posso fazer? Enviar um email a todas as pessoas que eu conheço e formarmos uma corrente contra o Estadão, anexando o email que recebi junto com o artigo da Maria Rita Kehl? Parar de assinar este jornal?

Custo a acreditar, aguardo uma resposta do jornal.

 

Atenciosamente

Regina

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O "ESTADINHO" VERSUS MARIA RITA KEHL

 

Desde a "Ditabranda" da Folha (motivo pelo qual cancelei minha assinatura daquele jornal) creio não ter havido um fora tão grande na imprensa brasileira do que a censura de vocês a Maria Rita Kehl. Vergonha!

Como diria minha avó - a rainha dos chavões sempre oportunos - "pimenta nos olhos dos outros é colírio"!

Assim, quem são vocês para atacarem o ministro Franklin Martins ou o TJ-DF quando o jornal aplica a censura a um de seus colunistas?

Se a ela foi dado "espaço para a psicanálise" (sic) tão somente, quais os limites dos "espaços" dados ao Sr. Arnaldo Jabor e ao Sr. Daniel Piza, também no Caderno 2? Ah, eles não tem "espaço" uma vez que atacar o Lula e o PT faz parte do "espaço" do jornal!

 

Edghar Martins

P.S: A Folha, pelo menos, ante o clamor público, teve a dignidade de se retratar da bobagem que fez.

 

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DEMISSÃO DA JORNALISTA MARIA RITA KEHL

 

Venho aqui protestar contra a demissao da Jornalista Maria Rita Kehl.

Sou do interior do estado do rj e li o texto dois pesos da jornalista.

Reflete exatamente a minha revolta ao receber textos repletos de desinformacao e sempre sem assinatura. Mas a revolta agora eh ainda maior ao saber de sua demissao. EH ISSO QUE VCS QUEREM QUANDO FALAM EM LIBERDADE DE IMPRENSA???

Eh a liberdade da elite... a nossa elite que sempre foi extremamente egoista e manipuladora.

Impressionante a falta de respeito de vcs com a populacao. A demissao da jornalista pra mim mostra o quanto temos que pesar o que eh escrito neste jornal... que pra mim hoje eh apenas um instrumento de propaganda da elite e nao de liberdade de expressao/imprensa.

Espero que vao a falencia pois disso nao precisamos neste pais. Ou poderiam mudar de nome: tribuna do PSDB, que tal?

 

Patricia de Faria Ashton

 

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INDIGNAÇÃO

 

É simplesmente deplorável a censura que esse jornal pretende impor aos que querem falar a verdade.

A demissão da jornalista Maria  Rita Khel mostra a escolha desse jornal de apoio a políticos reacionários. 

Como esse jornal pode cobrar "liberdade de imprensa" do governo com atos dessa natureza?

 

Maurício Gonçalves Saliba

 

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DOIS PESOS...

 

Acredito numa imprensa livre aonde as pessoas tenham o direito de escrever livremente sobre o que pensam, sem serem obrigadas de abandonar seus princípios. E quando escutamos de um jornal que diz  defender a imprensa livre pelo bem das instituições democráticas censurando um(a) de seus colunistas por escrever nenhuma mentira, isso sim me deixa preocupado com o andamento da democracia.

Maria Rita Kehl é muito maior que este jornal, por que é um ser pensante e agente de sua história e não um pedaço de papel,e a cada vez que uma censura como essa ocorre o jornal perde mais sua credibilidade. Com a democratização da informação pela internet possibilitou que milhões de brasileiros venham buscar informações em outras fontes, que são distintas da mídia tradicional, por isso essa imprensa que censura pessoas que escrevem  o que não se gosta de ser escutado tende a falir, como ocorreu com o JB.

Eu sou um exemplo da influência da internet e das mídias alternativas na minha vida, pois não conhecia esta psicanalista que foi censurada, mas com este lamentável fato passei a conhece-lá e a admirar seus textos.

 

Amo a democracia e espero que ela faça parte das praticas de vida de todos e não fique só no discurso.

Sem mais.

Luiz Felipe Grubba

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DEMISSÃO MA. RITA KEHL

 

Prezados senhores,

 

Recebi e-mail com o seguinte texto:

 

O Estadão acaba de demitir a cronista e psicanalista Maria Rita Kehl por artigo publicado no jornal defendendo a política social do governo Lula e o voto das classes C e D. O artigo pode ser lido no link abaixo.

 

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/maria-rita-kehl-dois-pesos.html

 

Pesquisando um pouco mais, encontrei a seguinte resposta. O jornalista Xico Sá @xicosa disse esta noite para seus 28,600 seguidores no Twitter que "o Estadao nao demitiu Maria Rita Kehl mas exige q ela nao escreva mais sobre política. Só psicanálise". Fecha a nota - "Quem explica, dr Freud?". Cita "fonte segura". Gostaria de saber se confere com a verdade e se não seria uma forma de censura limitar o assunto de um articulista. Informo que não passei a informação para ninguém, pois acho mais justo ouvir antes o que os senhores têm a dizer.

 

Grata pela atenção

 

Ana Célia Cunha

São Paulo/SP

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QUALIDADE

 

Prezados Senhores:

 

Como deve ser de conhecimento de todos, o tema da demissão ou da interpelação da excelente Maria Rita Kehl por parte da direção deste jornal ocupa o topo dos trending topics no twitter e centenas de pessoas nas demais redes sociais. Admiradora que sou de seu jornal, do qual já fui assinante por diversas vezes, e na qualidade de jornalista e professora de jornalismo, gostaria de dizer que a atitude da direção, se de fato ocorreu. é, além de indelicada, falha do ponto de vista ético. O artigo é excelente, assinado, não tem nada que possa fazer o candidato dos senhores perder a eleição nem tampouco ameaça a paz social. Qual seria a justificativa para qualquer tipo de censura à escritora e psicanalista? O mesmo jornal que se declara como censurado há mais de 400 dias pratica internamente censura desse calibre?

 

Atenciosamente

Claudia Barcellos

 

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PREZADOS SENHORES

 

Fui informada de que este jornal pensa em afastar a articulista Maria Rita Kehl. O motivo seria um artigo no qual ela fez considerações relativas às atuais eleições. Se a informação que recebi for verdadeira, será uma pena. Li o artigo e o considerei extremamente lúcido. Mulher inteligente, culta, sensível e dona de um ótimo texto, Maria Rita é um trunfo do Estadão. Faria muita falta em suas páginas. Ademais, se o jornal defende a liberdade de expressão não pode agora querer tolher um ponto de vista do qual eventualmente possa discordar. Acredito que o bom senso há de conduzir as decisões dos diretores do Estado e que este manterá a colaboradora -- para alegria de seus leitores, que não pensam de uma única forma, são múltiplos, ao menos enquanto o jornal concordar em publicar múltiplas opiniões.

 

Muito obrigada,

Wanda Nestlehner

 

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INDIGNAÇÃO

 

Olá,

Demitir a colunista Maria Rita Kehl pela diferença ideológica a é a mais pura falta de democracia.

Deixo aqui meus manifestos de total indignação  e descontentamento. Eu leio o Estado única e exclusivamente por causa da coluna dela. Assim como eu, perderão diversos outros leitores.

Com esperança de que isto não aconteça...

 

Renata Tucci

 

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OLÁ GRUPO ESTADO

sou leitor e assinante do jornal de vocês e fiquei muito surpreso e feliz com o artigo publicado por M. Rita Kehl na edição de Sábado, intitulado "Dois Pesos...". Surpreso pelo jornal finalmente explicitar sua posição e feliz por permitir o espaço e voz para opniões claramente divergentes da orientação política do jornal. Há tempos que espero dos meios de comunicação que deixem de lado a demagogia do 'imparcial' e assumam sua posição. Isso faz o Estado um jornal melhor de ser lido, do que a Folha, por exemplo, que é hipócrita e esquizofrênica nos seus posicionamentos. Por mais que discorde do que estou lendo no Estado, sei 'com quem estou falando', há uma coerência.

Eis que hoje então surge a notícia de que vocês vão demitir a autora do texto. Se isso for verdade, será realmente lamentável e mais uma prova que os grandes meios de comunicação não tem credibilidade alguma, são autoritários e não dão valor à liberdade de expressão de fato.

Gostaria portanto de deixar meu manifesto aqui para que isso não ocorra. É apenas um manifesto dirigido a vocês, não quero que este e-mail seja publicado.

 

Grato,

Tom Butcher Cury

 

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OLÁ, BOA NOITE!

 

Sou assinante Estadão e gostaria de saber mais informações sobre o caso da colunista Maria Rita Kehl.

É verdade que ela foi demitida logo após ter publicado o artigo Dois Pesos?

Se sim, é um absurdo e me incluo na lista daqueles que irão cancelar a assinatura caso se confirme o boato.

 

Obrigada!

Iana Chan

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SOBRE ARTIGO MARIA RITA KEHL

Boa noite,

Soube que Maria Rita Kehl, por ter escrito o texto Dois Pesos, no dia 2 de outubro, estaria sendo demitida pelo jornal. Dessa forma, gostaria de confirmar a vericidade dessa informação e deixa registrado que discordo completamente da atitude do jornal, caso essa informação seja verdadeira.

Sou assinante do jornal e tenho acompanhado diariamente a briga pela censura que vem sofrendo. Dessa forma, minha indignação pela censura que o jornal pode estar fazendo a seus redatores é ainda maior. Tal atitude, se verdadeira, me assusta e me decepciona.

No aguardo de comentários.

 

Att.

Joana.

 

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PREZADOS

 

A imprensa fala tanto em censura por parte do governo Lula. É, no mínimo, autoritária a decisão do jornal em mandar embora a colunista Maria Rita Kehl por ter uma opinião que diverge do jornal sobre as sucessões presidenciais. Claro, que aqui nem cabe falar de censura, mas de um poder desigual exercido, pois é muito bonito defender a liberdade de expressão da imprensa, mas isso quando não pega no calo da própria. Bom, espero que essa decisão não seja repensada, pois o veículo não se faz merecedor de ter tal profissional em seu quadro.

 

Boa noite

Fábio Tremonte

 

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BOA NOITE

 

Venho aqui falar a respeito da minha indignação com a demissão de Maria Rita Kehl.

Compreendo que o estado de são paulo é uma empresa privada, mas as razões para a demissão foram políticas, não relacionadas com a Competência da profissional. e isso é uma vergonha para a sociedade brasileira.

 

Obrigada,

 

Antonia de Thuin

Rio de Janeiro

 

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ARTIGO DE MARIA RITA KEHL

 

Registro aqui a minha indignação com a postura desse jornal que demite uma pessoa corajosa e brilhante como a psicanalista Maria Rita Kehl por um artigo tão verdadeiro como o "Dois pesos". Quem grita tanto com a censura à imprensa deveria agir de maneira condizente com o que prega.

 

Eleonora Rosset

 

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AO GRUPO ESTADO,

 

Como leitora deste jornal, espero sinceramente que Maria Rita Kehl continue a ser colunista deste jornal.

Seus textos, que englobam temas diversos, são densos, bem escritos, e despertam o senso crítico que todo meio de comunicação mereceria despertar. O jornal vai perder se não conservá-la como uma colaboradora.

 

Renata Martins Domingos

 

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MARIA RITA KEHL CENSURADA

 

A pior censura é a realizada por aqueles que tem por obrigação difundir opiniões!

ABAIXO AO PIG E OS INTERESSES QUE REPRESENTA!

DEMOCRACIA!!!

 

Lilian França

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A SAÍDA DE MARIA RITA KEHL

 

Prezado editor,

Se for verdade, é lamentável a decisão do jornal de retirar Maria Rita Kehl de seu time de colunistas. O Estadão perde qualquer moral para reclamar da "mordaça" e das "tentativas de censura" do governo Lula à imprensa.

E passa um atestado de que realmente se transformou num órgão à serviço da campanha de José Serra.

O que me entristece, mais do que a questão política em si, é constatar a morte da imparcialidade de um jornal centenário e perceber que desconfiarei de absolutamente tudo o que for publicado pelo Estadão. Se é que continuarei a ler o jornal.

Um episódio para envergonhar a história do diário.

Felipe Galvão

Piracicaba, SP

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MARIA RITA KEHL

 

Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar as pessoas que não se importaram em publicar um texto elogioso ao Estado de S. Paulo, mas crítico a alguns setores da sociedade. Entretanto, as informações que chegaram a todos nós na internet são de que essa conduta será substituída por um ato grotesco e ofensivo às liberdades de Maria Rita Kehl.

Não falo em "censura", pois a censura é aquela praticada de fora para dentro. Talvez o nome correto seja "depuração". O problema é o modo como se dá essa depuração. O Estado, jornal que admiro por sempre manter suas posições expostas e visíveis, embora tenha colunistas em geral discordantes, como Luís Fernando Veríssimo; este mesmo jornal ameaça dar um tiro em seu pé ao sinalizar que sua colunista não deve expor opiniões que vão de encontro ao interesse de alguns membros do grupo Estado.

Tenho por certo que essa ordem, noticiada por várias pessoas na internet, não partiu da editoria. Afinal, todos tiveram a oportunidade de ler a coluna de Kehl no dia 2 de outubro, e decidiram por sua publicação. Também não acredito que qualquer jornalista, formado ou não, compactue com a ideia de que opiniões expressas em uma publicação devam refletir exclusivamente as opiniões dos donos do jornal.

Nesse sentido, busco com esta mensagem manifestar meu repúdio a qualquer forma de limitação da expressão de Maria Rita Kehl, seja por meio da "indicação dos temas apropriados" à sua coluna, seja por meio de sua demissão. Um jornal que se orgulha de ter feito parte da resistência aos desmandos da ditadura militar não pode macular sua história amordaçando uma de suas mais brilhantes colaboradoras, ainda mais por um motivo mesquinho. A única mensagem que uma sanção a Kehl pode passar aos leitores é: neste jornal, qualquer um que pise nos calos de nossos acionistas está sujeito a graves consequências.

Não espero que uma única mensagem como esta comova quem pensou em calar Maria Rita Kehl. Mas esta é apenas uma das manifestações que, às centenas, pululam pela internet e certamente causarão dano à imagem do jornal. Se os rumores de punição forem desmentidos, é possível que o estrago não seja grande. Se se confirmarem, mais cedo ou mais tarde a credibilidade do jornal terá sido irremediavelmente atingida.

 

Vinícius de Melo Justo

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Por inúmeras vezes o Estado de São Paulo, em suas páginas, se colocou como defensor da liberdade de imprensa. Nos últimos dias o mesmo jornal proíbe um de seus colunistas de tratar de um assunto específico. Qual a explicação? O grupo Estado diz defender a democracia e a liberdade de imprensa, mas exige que seu colunista não trate do tema apos o mesmo elogiar políticas do atual presidente.

Se o Grupo Estado tem clareza sobre o que é ser efetivamente democrático e favorável a liberdade de expressão, não pode tomar atitude como essa.

 

Francisco Veiga de Moraes

São Paulo/SP

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ABAIXO A CENSURA

 

O episódio da censura que o Estadão comete contra a Dra. Maria Rita Kehl por ela defender suas idéias é totalmente arbitrário, exdrúxulo e incompatível com o bom jornalismo que uma imprensa soberana deve primar. Repudio com veemencia este ato e classifico como uma mancha negra que o Grupo Estado terá que eliminar pelo bem do direito de as pessoas se manifestarem livremente, condição básica para se viver em um Estado Democrático Pleno.

 

Abaixo a Censura! Pela Liberdade de Expressão!

 

Savio Milanez

 

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FIM DA CENSURA

 

A hipocrisia reina nesse meio de comunicação, abaixo a censura a colunista Maria Rita Kehl. Pregam a liberdade de expressão, mas ela não existem no seu meio.

 

Vinicius Dantas

 

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Fiquei sabendo pela mídia, que a colunista Maria Rita Kehl tinha sido demitida ou quase deste jornal, em virtude de ter escrito um texto sobre o programa Bolsa Família do governo do Presidente Lula. Sem dúvida um texto brilhante. Gostaria de saber se este jornal demite jornalistas que pensem diferente dele? Ou se este jornal censura os textos de seus colunistas? Que jornal é este afinal?

 

Cecilia Arelaro

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Senhores, lamentável que O Estado de São Paulo, com a decisão de afastar Maria Rita Kehl de seu quadro de colunistas por discordar de um artigo assinado por ela, vire as costas para sua história e se iguale ao jornalismo rastaquera que viceja por aí.

 

É uma pena. Perde mais o jornal que seus leitores. Maria Rita Kehl poderá, espero, brindar-nos com sua inteligência em outro veículo de comunicação. E o Estadão? Tem gente de sua qualidade pra substituí-la? E que ainda por cima se submeta ao cabresto? Difícil.

 

Fica aqui minha decepção com o jornal. Ficam também meu protesto e minha indignação por este ato intolerável de desrespeito à opinião alheia.Por favor, não me venham mais com essa lorota de ameaça à liberdade de imprensa. É essa a liberdade de imprensa que vcs querem: a da submissão do outro. Tô fora!

 

Cid Cancer

Mogi das Cruzes/SP

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OLÁ

 

Escrevo para manifestar minha decepção com o afastamento da excelente colunista Maria Rita Kehl.

O Estadão vive uma ótima fase, é o melhor jornal do Brasil atualmente, e isso se deve sem dúvida ao caráter plural que tem adotado.

Não jogue isso fora, censurando seus colunistas a troco de nada.

O leitor do Estadão merece e exige um jornal plural.

Atenciosamente,

 

Henrique Carvalho

Belo Horizonte/MG

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COLUNA MARIA RITA KEHL

 

Escrevo para protestar contra o fim da publicação da coluna de Maria Rita Kehl, uma das maiores pensadoras de língua portuguesa, de obra vasta e respeitada, por motivos políticos. Não comprarei mais o jornal, o que fazia todos os domingos há anos, se a decisão não for revertida.

 

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VOCÊS SÃO REALMENTE RIDÍCULOS!

 

Sou assinante desse "jornal" e me sinto enojado com suas práticas e opiniões.

Como disse certa vez, quando indagado por uma de suas funcionárias, de qual a razão para assinar este "jornal", respondi que era para saber a opinião do inimigo.

Vocês, a Veja e toda a imprensa marrom deste país podem dar as mãos.

Enquanto o Arnaldo Jabor escreve aquele amontoado de besteiras e é endeusado pela elite paulistana (vocês inclusos), a Maria Rita Kehl, que não é e nunca foi uma militante política, escreve um texto cuidadoso e delicado com sua opinião sobre alguns fatos relativos ao governo federal, é demitida.

Isso vocês não chamam de censura!?

Devem ter um nome mais apropriado.

Imagino que chamem isso de liberdade de expressão.

Espero que o dinheiro de minha assinatura seja muito bem usado por vocês: linguiça com gordura, pão com bromato, assinatura da Veja, margarina com gordura transgênica, cerveja Kaiser, tomate com adubo....

 

Paulo Afonso Mariano

 

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VERGONHA

 

Olá Estado de São Paulo,

preciso dizer o quê? VERGONHA demitir Ana Kehl!

Intolerância e burrice,

 

Att,

Leonardo Holanda

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SENHORES,

 

Como podem falar em liberdade de imprensa e demitir um jornalista por declarar suas opiniões políticas?

Melhor assumirem logo TODA a verdade: que em seu jornal SEMPRE só puderam trabalhar pessoas que partilhassem das mesmas idéias reacionárias OU que se calassem, resignadas.

As pessoas mais informadas sempre souberam do envolvimento do jornal com a ditadura militar. Mas, já que a alternativa encontrada pelos senhores foi assumir a preferência política por José Serra, vamos sugerir-lhes que publiquem  um caderno especial caprichado sobre essa pequena parte da História do Estadão, o que muito agradará os leitores inconformados com o desenvolvimento social do Brasil, mas os deixará um pouco confusos em votar num candidato que foi perseguido pelos militares.

 

Maria Rosa de Almeida

Arquiteta e Urbanista

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QUE VERGONHA...!

O texto de Maria Rita Kehl é absolutamente respeitoso ao jornal e de uma lucidez poucas vezes vista na grande mídia, inda mais em época de campanha... Lucidez e respeito de que o jornal passou longe um oceano inteiro... infelizmente, não é de se estranhar muito...

A censura da imprensa, ou seja, o 'cala boca' simplesmente autoritário  e arbitrário a uma voz tão inteligente, crítica e valorosa de um lado, e o lamento de quem tenta se vitimizar alegando 'falta de liberdade' ou 'ameaça à liberdade' de outro, é, para não perder a elegância, no mínimo abominável, hipócrita e temerário!

Minha solidariedade à incrível Maria Rita.

Meu luto definitivo a vocês!

 

PS: meu voto nem foi para o PT no 1º. Turno, mas com certeza irá no 2º. Que as eleições deem um banho de democracia em vocês!

 

Mônica Peres

São Paulo

 

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???

 

Caro editor

O que está acontecendo ?

Tem alguém realmente responsável por essa empresa ?

Demitir a Maria Rita Khel, depois de um artigo lúcido como aquele, é sinal de incompetência extrema.

É assinar embaixo da fama de "conservador" que pesou durante tantos anos em cima do jornal O Estado de São Paulo.

Era a chance de dizer a todos os leitores que vocês realmente mudaram.

Dinheiro de propaganda jogado fora por pura arrogância administrativa e empresarial.

Espero que tenha alguem de bom senso, pois o efeito desse ato é exatamente o contrário do que se

imagina. É mais força para a candidatura Dilma.

Grande imbecilidade. Uma oportunidade jogada fora, junto com muitos leitores.

Pelo menos completem o serviço e demitam esse editor.

Cada vez que ouvir que o Estado está sobre censura, vou lembrar deste triste caso.

 

Abraço

Aguinaldo Rocca

 

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Como leitor assíduo do Estadão, solicito esclarecimentos sobre a demissão de Maria Rita Kehl, já fartamente discutida nas mídias sociais.

É assim que o jornal lida com opiniões divergentes?

Vão mesmo perder esta excelente e lúcida colunista?

Aguardo manifestação,

Ricardo Sales

 

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INDEPENDENTE DE PARTIDO POLÍTICO : CHOCANTE E INACREDITÁVEL!!

 

Ana Kehl de Moraes - CONFIRMADO agora: depois de escrever DOIS PESOS, Maria Rita Kehl foi demitida. O edtior diz que como a noitícia vazou antes da real decisão, ele ficou obrigado a isto. Sabe-se lá.

CHOCANTE E INACREDITÁVEL!!

 

Virginia Cavendish

 

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VERGONHA PARA A NAÇÃO

 

Olá,

Gostaria apenas de manifestar a minha revolta diante da postura tomada por vocês com relação à jornalista Maria Rita Kehl. Sinto-me envergonhado de saber que no ano de 2010 ainda existe no nosso país quem tome atitudes estúpidas e arcaicas como essa. Felizmente, o fato foi amplamente divulgado e vocês já tiveram o seu castigo. Afinal, para um veículo jornalístico existe algo mais importante que a credibilidade? Acho que não. E nesse aspecto acredito que vai demorar bastante tempo pra vocês conseguirem reverter essa perda. Não só acredito como torço por isso.

 

Saudações

 

Flávio Correia Lima

 

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PREZADOS SENHORES,

 

Em nome da democracia e da liberdade de expressão que tanto anunciam, deveriam manter a ÉTICA JORNALISTA e, garantir aos seus jornalistas, pelo menos, a AUTONOMIA, para que estes cumpram com a missão do BEM INFORMAR.

 

Sds.,

Luiz Fernando Barbosa Santos

Sindicalista portuário.

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POR FAVOR DESMINTAM ESSE BOATO DA DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Olá senhores. Respeito muito o trabalho que o Grupo Estado faz. Até por esse motivo gostaria de pedir aos senhores que desmintam esse boato sobre a demissão da colunista Maria Rita Kehl.

Tenho sido cobrado por amigos petistas sobre essa atitude e sempre digo a eles que o Estadão jamais faria isso. O artigo que ela escreveu antes da eleição foi equilibrado, e mesmo defendendo opiniões diferentes da minha, tenho que admitir que me fez pensar.

E por isso acho impossível que vocês tenham demitido a colunista. Seria muito interessante que vocês se posicionassem para eu poder mostrar para esse pessoal que acredita em teorias conspiratórias que isso é boato.

 

Aguardo um desmentido.

Abraços cordiais.

 

André Leite

São Paulo

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É verdade esse historia que esta circulando na net?

Sou assinante a quase 30 anos, que vergonha em pessoal!!!!!! Porque

então não publicar os lusíadas no lugar da coluna da Maria Rita?????

 

Carlos Manski

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EM DEFESA DE MARIA RITA KEHL

Meu nome é José Carlos de Azevedo. Como muitos leitores do Estado, fiquei profundamente decepcionado com a demissão da colaboradora do jornal Maria Rita Kehl. Li o texto Dois Pesos... e acredito que ele analisa corretamente alguns dos mais graves problemas brasileiros. Por que razão a autora do texto foi demitida? Foi pelo fato de não estar alinhada ideologicamente com o jornal ou foi por que trouxe à tona, por meio de um texto claro e ponderado, questões que por conveniência política o jornal não quer que sejam discutidas? Para um veículo que diz defender a liberdade de expressão e de imprensa acima de tudo, o Estado se comportou de forma antidemocrática. A postura do Estado de São Paulo neste caso foi vergonhosa. A história e a reputação do jornal estão manchadas para sempre por conta deste episódio.

 

 

José Carlos de Azevedo

Porto Alegre/RS

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VERGONHA!

 

Que vergonha! demitir uma jornalista desse quilate!!

Cancelarei minha assinatura hoje mesmo!!!! 

Que duro ser paulista e paulistana na ditadura tucana! até os meios de comunicação no nosso estado estão dominados!

A vcs que defendem o Serra, por que não entram em uma escola estadual em qualquer cidade do estado e vejam como é a politica educacional dos tucanos. Tenham a coragem de perguntar a um funcionario, a um professor ou a um aluno o que eles acham e como eles se sentem tratados.

 

Covarde vossa atuação!!

 

Bia Goulart

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REPÚDIO À DEMISSÃO DA COLUNISTA MARIA RITA KEHL

 

O Estadão tomou uma atitude sensata saindo à luz para apoiar um dos candidatos à presidência, atitude reconhecida e louvada como honesta e adequada ao momento político.

E algumas semanas depois resolve dar um imenso tiro de bazuca no próprio pé ao demitir uma colunista importante e reconhecidamente capaz de análises políticas certeiras.

A referida colunista escreveu um artigo de imensa repercusssão positiva e perdeu seu lugar no jornal por isso.

Ao invés de valorizar a diversidade e opiniões dentro de seu jornal, resolve calar a voz que, apenas ligeiramente, resolveu dar um outro ponto de vista a uma questão imporante do debate político atual.

Lamentavel. Um abraço deste leitor decepcionado,

 

Daniel

São Paulo

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Decisão simplesmente nojenta e patética de demissão da Maria Rita Kehl. Isso sim é supressão da liberdade de expressão, e relembra os tempos de Costa e Silva, aos quais - parece-me, ao se levar em conta também seu editorial de domingo retrasado - vocês querem retornar - até porque imagino que o milagre econômico tenha sido bastante glorioso, não é? Não se trata nem de conservação, vocês são um jornal que beira a reação, infelizmente para a sociedade brasileira. Nem mesmo a Folha de S.Paulo publica barbaridades como as suas, nem demite jornalistas por dizer verdades inquestionáveis - que evidentemente não se tratam dessas barbaridades anteriormente referidas, que predominam no Estadão.  

 

Felipe Marineli

 

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MARIA RITA

 

 

Caros,

A atitude do Estado em relação a jornalista Maria Rita Kehl, vem de encontro ao que eu estou vendo acontecer. Os orgãos de imprensa, aparelhados com a candidatura Serra, manipulam, censuram, desrespeitam, dão um enorme mau exemplo ao Brasil.

Mas temos a graça de termos a internet para que tudo seja dito, mostrado e esclarecido.

Quem censura, manipula e aparelha neste país? Vocês me prestaram um enorme serviço: agora que vejo tudo acontecendo desta forma, feia, covarde e desonesta, me jogaram para votar em Dilma. Ela deve realmente ter muito o que fazer para o todo, e como o todo não interessa a vocês ....

Que feio!!!!!!!!!!!!!!!!

Adriana

 

 

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL - POR QUÊ?

 

O Estadão é a VERGONHA da imprensa nacional.

Um jornal que tenta manipular as pessoas, que cria senso de polêmica gratuita na sociedade e fica ao lado do que há mais de 5 céculos só usurpa o país.

Tenho VERGONHA de saber que pessoas assim mandam e desmandam no país.

 

Pablo Fontoura

 

 

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Que vergonha! Ainda bem que eu já deixei a profissão - e por motivos semelhantes.

 

Lourdes Ferreira

 

 

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Acho que vou me aposentar

 

 

Caros,

É chato ter que escrever pra um jornal. Me sinto péssimo. Sou um jornalista, já trabalhei em redações por um bom tempo. Sei que não é uma posição digna pra mim. Que, na real, os leitores que enviam e-mails geralmente não são os mais bem vistos pela redação. Num jornal em que eu trabalhei por um tempo, havia uns espíritos de porco que diziam que escrever carta para jornal era o que o aposentado fazia quando acabava de fazer as palavras cruzadas.

Mas aí acontece essa coisa chata e desagradável, que é a notícia do afastamento da colunista Maria Rita Kehl. E em circunstâncias que não pegam bem pra ninguém.

E agora eu poderia entrar numa longa discussão sobre política. Mas não vou fazer isso, porque parece que outras pessoas já estão fazendo isso. Se não por e-mail, aí fora, nos tuiters e facebooks da vida, sem falar dos bares, dos cafés, dos elevadores. Já estão batendo bastante no jornal. Não é que eu não concorde, porque eu concordo. Concordo principalmente com quem diz: "Caramba, que exagero, esse texto não tem nada demais!". Pois é. Desta vez, o Estadão merece tomar apanhar.

Eu até poderia apelar: quando o Estadão foi censurado pelos Sarneys, eu fui um dos que pôs a faixa de censurado no avatar do Twitter. Usei por mais de ano aquela faixa. Dizia CENSURADO. E eu falava de liberdade de expressão e defendia o jornal diante de todo mundo.

Agora, tenho vontade de fazer um banner igual e escrever PALHAÇO.

Porque eu jurava que tava apoiando alguém que defendia a liberdade de expressão de forma ampla, e não como um direito reservado a si próprio.

Mas deixa pra lá.

O que me importa, aqui, é eu gosto do Estadão. Gosto mesmo. Amo o Paladar, adoro o Link, leio sempre o Roberto da Matta, acho que o Guia do Estadão dá de relho no da Folha e na Vejinha, mesmo rebatizado de, eca, Divirta-se. A primeira coisa que leio no sábado é o Sabático -- ou o Sergio Augusto ou a coluna da Raquel Cozer.

Claro que nem tudo é perfeito. Umas semanas atrás, tiraram o Mutarelli e o Quintanilha. E aí deixaram a Vanessa Bárbara ir pra Folha. E aí isso, e aí aquilo, e aí tiram a Maria Rita Kehl. De quem, posturas políticas à parte, eu gostava muito. Porque a gente não precisa concordar com uma pessoa pra gostar dela. Eu discordei da Maria Rita Kehl algumas boas vezes nos últimos tempos. Mas não deixei de ler.

Porque eu gosto dela, como gosto do Quintanilha, da Vanessa, do Mutarelli. E como gosto do Luiz Américo, do daMatta, do Sergio Augusto, da Raquel, do Matias, do Calvin, do Snoopy e de tanta gente que faz o Estadão ser o Estadão.

E, por mais clichê que seja, eu gosto das pessoas que fazem o Estadão.

A Maria Rita Kehl era uma delas, e a saída dela vai fazer falta pro jornal.

Em tempo: só pra deixar bem claro: não publiquem este e-mail. Não estou a fim de pagar de palhaço que foi contra a censura do censurador nem quero um atestado pra pedir aposentadoria. No máximo, se não for pedir muito, levem-no em consideração.

 

Atenciosamente,

Eduardo Nasi

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KEHL

 

Bom dia,

Sou assinante e gostaria de saber se a colunista Maria Rita Kehl não faz mais parte da equipe de colunistas do jornal.

Obrigada

Lia Bock

 

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Olá, nunca escrevi para um jornal antes, mas acho que o momento pede. Só queria dizer que tenho pena das pessoas que dirigem esse veículo e participam desse momento de vergonha que vão carregar consigo para o resto da vida. Fica aí a opção de lobotomia.

 

Meus pêsames.

Bernardo Pacheco

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SOBRE A DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Sei que quem vai ler esse email nada tem a ver com isso, mas é apenas pra constar que a assinatura da minha casa, do escritório  e de todos os amigos que assinam o Estadão foram e estão sendo canceladas. Além dos tantos que estão espalhando essa notícia entre amigos para que deixem de comprar e/ou assinar o jornal. Uma pena que essas eleições estejam sendo pretexto para tanta coisa ruim vir à tona, entre elas primeiramente a falta de neutralidade descabida para um órgão de imprensa que JÁ FOI respeitado, como o Estadão, e agora a cereja no bolo, com o caso Kehl. É isso aí, parabéns por arruinar o nome de vocês entre tanta gente.

 

Raphael Silva

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INFORMAÇÃO IMPORTANTE

 

Olá, bom dia!

Por gentileza, gostaria de saber, como leitor do jornal, se a colunista Maria Rita Kehl foi de fato demitida ou se trata apenas de um boato desses que são comuns pela internet.

Aguardo retorno!

 

Respeitosamente,

Daniel Rodrigues Aurélio

 

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QUE VERGONHA ESTADÃO

 

Bom dia

 

Quero aqui manifestar meu repúdio pela demissão de Maria Rita Kehl. Logo vocês, que reclamam tanto da censura imposta ao jornal. Logo voçês, que se auto-proclamam defensores da livre expressão. Que vergonha, quanta ignomínia! Censura só é ruim quando é imposta a vocês, mas quando voçês a impôem, não é censura. Que pena Estadão, logo agora que eu ia fazer a assinatura do jornal. Que pena!

 

Eloisa Farias

 

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OLÁ, BOM DIA!

 

Recebi um e-mail provalvemente de um petista que informava que a colunista Maria Rita Kehl havia sido demitida do Estadão depois de publicar um artigo em que dava uma visão do bolsa-família. Eu fiquei sem entender por que ela saiu do jornal se o texto foi publicado. Não era o caso de não ter publicado o texto? O Estadão, que, sem dúvida, é um dos jornais mais sério e corretos do mundo, e o público leitor não ganhariam com a pluralidade de opiniões?

 

Atenciosamente,

 

Yong Jong

Minas Gerais

 

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Inacreditável que OESP tenha decidido censurar a colunista Maria Rita Kehl por causa daquele artigo. Com isso, o jornal mostra novamente que despreza a inteligência de seus leitores e deixa, aos poucos, de corresponder às necessidades do público. Uma pena, pois era um dos únicos jornais paulistas que se davam ao respeito. Não mais.

 

att,

José Muniz Jr.

 

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SÓ SE FOR NO DOS OUTROS!!

 

NO ESTADÃO QUEM AJOELHA E NÃO REZA TÁ FORA!

É, TRATA-SE DE UMA RELAÇÃO DE TRABALHO AFINAL E O CAPITAL MANDA. aFINAL, FORAm OS "ACIONISTAS QUE PEDIRAM A DEMISSÃO" AHAHAHAHAH

SÓ PAULISTA MESMO PRA LER ESTA PORCARIA E ACHAR QUE É VERDADE!!!!

Saudades do Aloysio Biondi!

 

Lucio Pereira Mello

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ATITUDE VERGONHOSA

Rídicula a atitude de vocês de demitirem a Maria Rita Khel. Estamos todos indignados. Cancelo a assinatura e divulgo para todos os meus amigos essa atitude que beira o fascismo. Quando li a matéria, fiquei surpresa com vocês, admirada. Agora vem o meu desapontamento e vergonha não só pela política brasileira e sim pelo nosso jornalismo.

Onde vamos parar com isso??

Tristeza e decepção,

Adelita

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Não é nenhuma surpresa que um jornal com a tradição do Estado de S. Paulo venha agora afastar de suas páginas uma colunista como Maria Rita Kehl. Surpresa foi ela ter aceito escrever aí - num sinal de que talvez se iludisse de que alguma lisura, algum genuíno apreço pela liberdade de expressão era possível nesse jornal tão cioso de seu monolítico papel de tapete para o desfile das forças retrógradas de S. Paulo e do resto do país. Era evidente que algo estava fora do lugar. Bastava ler, pela internet, os comentários dos leitores do jornal aos artigos de Kehl: pareciam pichações de banheiro do Pacaembu. É esse protofascismo o que o Estado de S. Paulo estimula - e por isso ele é 100% à prova de qualquer lucidez - inclusive a brilhante lucidez de Kehl, porque diante do pequeno fascismo, como diria Benjamin, "con-vencer é infrutífero". É muito equivocado quem não sabe do óbvio: o único Estadão decente de S. Paulo é um botequim.

 

Sérgio Alcides

Belo Horizonte/MG.

 

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MARIA RITA KEHL DEMITIDA, É VERDADE?

 

Prezados,

Vocês podem confirmar se é verdadeira a notícia sobre a demissão (ou quebra de contrato) da Maria Kita Kehl em razão do artigo Dois pesos ?

 

Uma leitora atônita...

Abs

 

Iris Porto

 

 "O difícil  a gente faz. O impossível demora um pouco." (Lema do US Army Corps of Engineers durante a II Guerra Mundial)

 

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Assinante Descontente

Sou assinante do Estado há muito.

E fiquei estarrecido com a notícia da demissão da Maria Rita Kehl.

Por mais partidário que o jornal seja, e não vejo problema nisso,

há de existir o espaço para o contraditório, para a opinião livre.

Ainda mais para uma articulista do jornal.

Lamentável, triste, desanimador.

 

 

Paulo Weidebach

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RETRATAÇÃO

 

 

Gostaria de declarar minha indignação em relação à demissão da colunista Maria Rita Kehl motivada, segundo consta, pelo artigo "Dois Pesos..." publicado ontem. Independentemente das posições políticas adotadas pela colunista, que dedicou sua vida ao estudo dos assuntos sobre os quais profere opiniões, a decisão, por si só, contraria todos os princípios democráticos propalados pelo jornal. Gostaria de acrescentar que farei tudo em meu alcance para divulgar a informação e exigir uma retratação pública pela medida extremamente autoritária. O que a decisão do jornal expõe é que a liberdade de expressão é mais premente do que a tão anunciada liberdade de imprensa. E quando a última se sobrepõe à primeira isso é o mais evidente sintoma de que algo não anda bem em nossa democracia.

Daniel Garroux

 

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INACREDITÁVEL

Não consigo acreditar na atitude absurda assumida por este jornal contra a colunista Maria Rita Kehl. Como vocês sentem ter moral para criticar a censura à liberdade de expressão, se assumem esta posição indefensável? O leitor só pode sentir vergonha!

 

 

Noemi Jaffe

 

 

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Como assinante do Estadão, sempre esperei do jornal o respeito à pluralidade. Se Maria Rita Kehl foi realmente demitida, a decisão é equivocada. Por que os colunistas não podem manifestar opinião? Será que Arnaldo Jabor nunca falou de política na sua coluna?

 

 

Abs.

Mauricio Moraes

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DOIS PESOS

Gostaria de me posicionar contra a demissão de Maria Rita Khel.

Absurdo, principalmente quando vem de um órgão que prega tanto a liberdade de expressão.

 

 

Bianca Lenci Viscomi

 

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INDIGNADA!

Ridículo demitir uma colunista por expressar a sua opinião!

Não é este o trabalho de um colunista? Lamentável ver o Estadão envolvido nessa máfia política.

Espero que repensem esta atitude, pois estão mexendo com a credibilidade do jornal. Triste!

 

Atenciosamente,

Luciana Cintra

 

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DOIS PESOS...

 

Prezado "Estadão",

 

Escrevo esse e-mail para mostrar minha indignação com a demissão de Rita Kehl do seu jornal pela materia "Dois pesos..."

Realmente é de uma falta de visão do jornal imensa (tiro no pé), visto que agora a midia impressa convive com a internet, e elas se complementam.

O texto é ótimo, não por apoiar isso ou aquilo, mas por apresentar de forma clara e objetiva uma visão política. É realmente uma grande perda para vocês.

E que chance vocês tiveram, de serem um jornal plural, que aceita as opinioes e faz um jornalismo na essencia, de transmitir informação. O que o jornal fez inflamou o discurso conspiratório que a linha editorial é direcionada e manipulada por interesses além do jornal. Pena.

Citando comentários no proprio Estadão:

 

07 de outubro de 2010 | 10h 56Denunciar este comentário

Olá,

Recebo a assinatura do jornal O Estado de S. Paulo há um ano.

No último final de semana fiquei muito surpresa em ler o artigo da Maria Rita Kehl, Duas medidas. Saí elogiando o Jornal em permitir que seus colunistas pudessem expor livremente os seus pensamentos, considerei um exemplo de grandeza a publicação, independente de concordar ou não com a autora. O que me chamou a atenção foi a possibilidade de debates e reflexões sobre um assunto que neste momento é muito relevante para o País a escolha de um novo Presidente.

Para a minha decepção, hoje pela manhã, fiquei sabendo que a colunista Maria Rita Khel foi demitida.

Também estou providenciando o cancelamento da assinatura que tenho com este jornal.

 

159  Sergio Barros de Araujo

07 de outubro de 2010 | 7h 53Denunciar este comentário

Parabens, inteligente e sincero, diferente da politica do estadao.. Obvio que te dariam um pe na bunda! Talvez tenha sido uma carta de demissao, teria vergonha de dizer que trabalhava no.. AAARGH!

 

158  Daniel Favero

07 de outubro de 2010 | 2h 18Denunciar este comentário

É extremamente decepcionante a atitude do Estado de S. Paulo. Acabo de cancelar minha assinatura por indignação e porque ainda acredito na democracia e bom senso.

Obrigado Maria Rita Kehl pelo excelente texto, mesmo não compartilhando de sua posição.

Acho (e sinceramente espero) que esse seja só o começo de uma manifestação aberta na internet contra a titude do jornal. Vão ignorar solenemente essa "censura" pela qual vocês estão passando, e vão desqualificar o jornal de diversas maneiras. Espero que este jornal perceba o erro que cometeu e dê um retorno ao povo brasileiro sobre essa situação.

Meus votos de clareza e jornalismo de qualidade cada vez maior, para todos que trabalham no Estadão.

 

Atenciosamente,

Fabricio Anoni.

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LIBERDADE DE IMPRENSA?

 

Confirmada a decisão de demitir uma de suas melhores e mais recentes articulistas, Maria Rita Kehl, cabe saber o que este jornal entende por liberdade de imprensa. Diariamente o jornal publica em suas páginas os dias de censura que sofre por exercer seu legítimo papel de informar a opinião pública. O que significa usar do mesmo recurso com uma opinião que seria dissonante? Sob qualquer argumento que seja? Como jornalista, me envergonho. Como assinante, não renovo o interesse por esse jornal. Como cidadã, protesto!

 

Ivany Turíbio

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KEHL

 

Estadão

Patético, para dizer o mínimo, a demissão da colunista Maria Rita Kehl.

O Estadão tomou uma posição clara em relação à sucessão presidencial, dando vários passos à frente em relação à mesma posição, mas travestida de neutralidade, de outros veículos.

Estranhamemte, após o moderado artigo de Kehl seguido de sua demissão jogou o Estado de São Paulo em específico, e a imprensa brasileira, em geral, a um nível de absoluta repugnância.

Que tipo de comunicação social é esta, Estadão?

Me pergunto se este e-mail sequer chegará a ser lido. Será que não há (mais um) filtro qualquer que cale quem discorda da opinião do Todo Poderoso Estado de São Paulo?

 

Sellaro

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MARIA RITA KEHL - VERGONHA

 

Muito me espanta o jornal guardião da liberdade de expressão demitir uma jornalista apenas por ter publicado um artigo que não agradou os chefões.

E não me venham com essa de que o jornal é uma empresa e que a demissão ocorreu porque ela não comungou com a opinião do jornal. Que imparcialidade é essa?

Nunca mais compro um Estadão e vou falar mal sempre que puder.

Obrigado,

Rafael de Castro Fernandes

 

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CENSURA

 

Repudio a censura praticada pelo jornal contra a psicanalista Maria Rita Khel. Afinal, todo aquele discurso sobre liberdade de imprensa, era apenas campanha eleitoreira?

Indignação.

Eliete Toledo

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CENSURA!!

 

Quer dizer que "O Estado de São Paulo" censura quem escreve em suas páginas? 

Maria Rita Kehl despedida por um artigo que não agradou aos chefes?Bom, me parece mesmo que não há liberdade na imprensa, não é?Tem que seguir o que o patrão manda! 

Vou cancelar minha assinatura. 

Falta de vergonha eu não admito.

 

 

José Mattos

 

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DOIS PESOS - LIBERDADE PARA O PENSAMENTO INTERDICIPLINAR

 

Olá Estadão,

agradeço e apoio a demissão de Maria Rita Kehl, que acaba por libertar uma voz que poderá encontrar outros espaços para falar e pensar de maneira interdisciplinar como é a própria psicanálise (e tem alguma coisa que no final das contas não seja política?).

 

Att

Luana Geiger

São Paulo

 

 

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LIBERDADE DE IMPRENSA

Senhores editores,

Por alguns dias fiquei impressionado com o profissionalismo e pluralismo do jornalismos do Estadão ao ler o artigo  da Maria Rita Khel. Fiquei satisfeito com amadurecimento do jornal que mesmo apoiando abertamente o candidato Serra publicou em suas páginas um outro ponto de vista da política desenvolvida nesse atual governo.

Mas foram apenas alguns dias até saber QUE A JORNAILSITA FOI DEMITIDA POR TER UM A OPINIÃO

DIVERGENTE DO JORNAL. Este mesmo veículo que prega a liberdade de imprensa não é capaz de tolerar uma visão  diferente da sua. Deixo aqui meu protesto, minha indignação e frustação. Num momento de extrema ingenuidade cheguei a acreditar na isenção e imparcialidade de um veículo de comunicação brasileiro. A base de um jornalismo sério.

É... mas durou pouco. Voltei a cruel realidade do Brasil. Um país extremamente desigual, controlado por uma pequena elite que a qualquer preço quer se manter no poder. E vcs ainda vem com esse discurso de liberdade de imprensa... A verdadeiraliberdade está acontecendo de maneira democrática, através dos avanços tecnológicos que permite que através da internet outros pessoas e grupos consiguam ter voz e opinião.

Estadão...tou fora!!!!

 

Alexandre Muniz

 

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DEMISSÃO KEHL

 

Espero que o Estadão se pronuncie oficialmente sobre a demissão da colunista Maria Rita Kehl após a publicação do artigo "Dois pesos".

A medida parece um tiro no próprio pé, pois se a publicação desse texto havia indicado que o jornal prezava pela liberdade de expressão e pluralidade de opiniões, a demissão da autora revela que, pelo contrário, o Estadão alinha-se à perseguição de vozes contrárias, que insiste em creditar ao governo Lula. Não assino o jornal, mas se o fizesse teria cancelado agora mesmo.

Lamentável, lamentável. Esse foi mais um gol do fascismo velado imposto pelos grandes veículos de mídia ao povo brasileiro.

 

Tassia Toffoli Nunes

 

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LAMENTÁVEL!

Lamentável a o afastamento  Maria Rita Kehl  do Estadão! Meus pêsames ao jornal.

 

Beto Normal, ex- leitor deste jornal

 

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É ISSO MESMO?

 

Demitiram Maria Rita Kehl pelo brilhante artigo que o jornal de que me orgulho assinar tão democraticamente soube publicar?

Isso desqualifica o jornal. Triste. É de cancelar a assinatura.

 

Marcelo Machado

 

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COMO PODEM?????

 

é completamente insano da parte do Estadão tomar esta atitude com a Maria Rita! Vocês parecem donos de quintal, sem a menor noção de vizinhança, de boas maneiras e bons costumes com os que os cercam!!!! Qual o porblema dela escrever uma artigo elogiando o PT? Ou vcs pensam que nesse partido não tem nada a merecer elogios? Que posição jornalista enfadonha e jurássica de vcs!!!!! Querem ser lidos apenas por tucanos paulistas?????? Vão falir, podem contar com isso!!!!!

De uma leitora, pensado em ser ex, não petista e não tucana,

 

Sandra RM

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Acho lamentável a atitude do veículo em demitir uma profissional por emitir a opinião. Isso é censura.

 

Marleide Rocha

 

 

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O ESTADO DE SÃO PAULO CENSURA E DEMITE PSICANALISTA

 

O JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO QUE DECLAROU APOIO A JOSÉ SERRA, QUE DIZ SOFRER CENSURA (SÓ NÃO MOSTRA QUAL), TALVEZ SEJA A CENSURA DE RECEBER CRITICAS, ACHA QUE PORQUE É IMPRENSA E IMPRENSA LIVRE DIGA-SE DE PASSAGEM, NÃO PODE RECEBER CRITICAS. NA VERDADE ELE É QUE FAZEM CENSURA, QUER ATUAR COMO A IGREJA NO FEUDALISMO, NÃO QUER RECEBER CRITICAS, PENSA SER INTOCÁVEL, QUALQUER CRITICA FICA DODÓI. ENGRAÇADO QUE NEM O UOL/FOLHA, O DA DITABRANDA TOCOU NO ASSUNTO.

 

Maria Rita Kehl: "Fui demitida por um 'delito' de opinião"

Bob Fernandes

A psicanalista Maria Rita Kehl foi demitida pelo Jornal O Estado de S. Paulo depois de ter escrito, no último sábado (2), artigo sobre a "desqualificação" dos votos dos pobres. O texto, intitulado "Dois pesos...", gerou grande repercussão na internet e mídias sociais nos últimos dias.

Nesta quinta-feira (7), ela falou a Terra Magazine sobre as consequências do seu artigo:

- Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um "delito" de opinião (...) Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

Veja trechos do artigo "Dois pesos".

Leia abaixo a entrevista.

Terra Magazine - Maria Rita, você escreveu um artigo no jornal O Estado de S.Paulo que levou a uma grande polêmica, em especial na internet, nas mídias sociais nos últimos dias. Em resumo, sobre a desqualificação dos votos dos pobres. Ao que se diz, o artigo teria provocado conseqüências para você...

Maria Rita Kehl - E provocou, sim...

- Quais?

- Fui demitida pelo jornal O Estado de S.Paulo pelo que consideraram um "delito" de opinião.

- Quando?

- Fui comunicada ontem (quarta-feira, 6).

- E por qual motivo?

- O argumento é que eles estavam examinando o comportamento, as reações ao que escrevi e escrevia, e que, por causa da repercussão (na internet), a situação se tornou intolerável, insustentável, não me lembro bem que expressão usaram.

- Você chegou a argumentar algo?

- Eu disse que a repercussão mostrava, revelava que, se tinha quem não gostasse do que escrevo, tinha também quem goste. Se tem leitores que são desfavoráveis, tem leitores que são a favor, o que é bom, saudável...

- Que sentimento fica para você?

- É tudo tão absurdo... A imprensa que reclama, que alega ter o governo intenções de censura, de autoritarismo...

- Você concorda com essa tese?

- Não, acho que o presidente Lula e seus ministros cometem um erro estratégico quando criticam, quando se queixam da imprensa, da mídia, um erro porque isso, nesse ambiente eleitoral pode soar autoritário, mas eu não conheço nenhuma medida, nenhuma ação concreta, nunca ouvi falar de nenhuma ação concreta para cercear a imprensa. Não me refiro a debates, frases soltas, falo em ação concreta, concretizada. Não conheço nenhuma, e, por outro lado...

- ...Por outro lado...?

- Por outro lado a imprensa que tem seus interesses econômicos, partidários, demite alguém, demite a mim, pelo que considera um "delito" de opinião. Acho absurdo, não concordo, que o dono do Maranhão (senador José Sarney) consiga impor a medida que impôs ao jornal O Estado de S.Paulo, mas como pode esse mesmo jornal demitir alguém apenas porque expôs uma opinião? Como é que um jornal que está, que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?

- Você imagina que isso tenha algo a ver com as eleições?

- Acho que sim. Isso se agravou com a eleição, pois, pelo que eles me alegaram agora, já havia descontentamento com minhas análises, minhas opiniões políticas.

 

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4722228-EI6578,00-Maria+Rita+Kehl+Fui+demitida+por+um+delito+de+opiniao.html

Marco Antonio de Sousa Souza

 

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ABSURDO

 

 

Absurda a censura e a demissão de Maria Rita Kehl devido a seu texto. Não é o Estadão que reclama estar sob censura? Onde está a coerência? Lamentável. São coisas assim que me fazem me arrepender de ter cursado jornalismo. Não consigo defender minha categoria, só colaborar com as críticas.

Que vergonha.

 

Táia Rocha Mattos

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DEMISSÃO MARIA RITA KHEL

 

Escrevo para protestar contra a demissão da brilhante Maria Rita Kehl.

Lamento ter acabado de pagar a renovação da minha assinatura, pois esse jornal não atende mais ás minhas expectativas...

 

Adina C. Djemal

 

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FOI MESMO DEMITIDA

É verdade isto?

Reclamam da censura e censuram seus próprios jornalistas.

Gostaria de esclarecimentos

Obrigado

 

Aron Rosset

 

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DOIS PESOS

 

Parabéns ao Estadão pela demissão da articulista Maria Rita Khel. Não concordo com o que ela escreveu

e acho que o jornal fez muito bem em demiti-la. Neste momento decisivo em que se aproxima o 2° turno, temos de garantir o PSDB no governo federal assim como já garantimos novamente no âmbito estadual. Textos como o dela só servem para nos fazer pensar, o que vai contra os preceitos básicos que defendemos.

Luciano Armiliato

 

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PROTESTO CONTRA A DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Quero deixar aqui meu protesto mais veemente contra a demissão por "delito"de opinião da competente ariculista Maria Rita Kehl. Quando o jornal O Estado de S. Paulo assumiu que apoiava o canditato José Serra à presidência da República e ainda assim mantinha no seu corpo de articulistas pessoas como Maria Rita Kehl, Luis Fernando Veríssimo e Marcelo Rubens Paiva, eu entendi que o diário se pautava pela transparência e pela abertura a diferentes opiniões, desde que assinadas pelo autor (o que não repressentaria a opinião do jornal, mas do articulista signatário). A demissão de Maria Rita Kehl me deixa chocada. Desde hoje, com a confirmação desta notícia, que acreditei ser mero boato até ontem à tarde, não mais assino este jornal que quer calar vozes dissonantes. Não é coerente esta atitude por quem tanto apregoa a lberdade de imprensa e se queixa da censura de que é vítima por medida judiciária. Na realidade quem não tem liberdade são seus jornalistas. E quem censura é quem se diz censurado.

 

Marcia Sandoval Gregori

 

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DEMISSÃO DE KEHL

Como um jornal que se diz indignado com a censura é capaz de tão vil atitude? Ainda que a linha editorial do jornal esteja definida e, como diz a   Kehl, isso seja louvável num país onde as pessoas escondem suas   ideologias e opções, como é possível a intolerância contra aqueles que  pensam diferente? Uma coisa é a luta no campo político, a luta de  argumentos, leal e digna, outra coisa é calar a boca daqueles que ousam. Vergonha para o jornalismo do Estado.

 

Lucimara Flávio dos Reis

 

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PROTESTO CONTRA CENSURA INTERNA NO ESTADÃO

 

Caros,

Lamentável a decisão de demitir a  psicanalista Maria Rita Kehl.

Não esperava uma atitude dessas de um jornal tradicional como o Estadão.

Perde o Brasil por não poder mais contar com um jornal de opinião, mas teoricamente isento.

Como vocês colocaram o rótulo "Sob censura", espero que todo brasileiro coloque em seu blog ou site um aviso: "O Estadão não admite opinião contrária".

 

Atenciosamente,

Rogério Godinho

 

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Sou assinante da Folha e eleitor do Serra mas ainda sim veemente contra a demissão da Maria Rita Kehl.

PS: Leio o Estado na internet.

André Finotti

 

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CADÊ A MARIA RITA KEHL?

 

O que vcs estão fazendo e pensando?

Ficaram loucos?

Opinião é opinião, desde quando isso é motivo para despedir colunista?

O Estadão perdeu, MUITO!

Absurdo, tudo isso foi um absurdo, vcs não sentem vergonha mesmo? Sinceramente...

 

Carolina Carquejeiro

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PARABÉNS PELA DEMISSÃO DA KEHL

 

Era uma colunista de fato ruinzinha. Sugiro que façam um editorial explicando o assunto. Os idiotas no Twitter tão xingando vocês de autoritários.

Aproveito para sugerir o nome de Alexandre Soares Silva, excelente blogueiro conservador com vários livros publicados e que sempre achei merecer um lugar na grande imprensa.

 

Marcio Hack

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VERGONHA!

 

Cadê o discurso contra a censura? Sejam coerentes!

Um absurdo o que fizeram com uma colunista de qualidade como a Maria Rita Kehl.

Vergonha.

Camila Masiero

São Paulo

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VOCÊS SÃO UMA VERGONHA

 

Que vergonha. O Estado de São Paulo é tão autoritário quanto diz que o presidente Lula é.

 

Luciano P Costa

 

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433 DIAS SOB CENSURA...

 

E vocês fazem o mesmo com a Maria Rita Khel. Que vergonha.

 

Ricardo PB

 

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SUGESTÃO FÁCIL DE IMPLEMENTAR

 

Porque vocês não escrevem O ESTADAO NAO ENDOSSA AUTOMATICAMENTE A OPINIAO DO COLUNISTA AO INVES DE FRITAR O FILME DEMITINDO A MARIA RITA KHEL???

VALEU A PENA FICAR EM 2º LUGAR NO TWITTER MUNDIAL POR CAUSA DISSO?

DESMORALIZADOS.

Vão falir em breve e dessa vez não haverá quem os resgate.

 

Thiago Venco

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Pegou mal a demissão da Maria Rita Kehl. Agora, quando o jornal reclamar de censura, olhem para a própria barriga.

Lamentável.

 

Cleto Guedes

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PREZADOS,

 

Me decepciona profundamente a posição tomada por este (antes) respeitado jornal na demissão da psicanalista Maria Rita Kehl. Leitora assídua e admiradora dos textos dela, me sinto desrespeita e enganada, já que o jornal prega independência e se diz defensor da liberdade de expressão.

Foi arbitrária, totalitária e extremamente desrespeitosa com seus leitores e assinantes a posição do jornal.

Espero que essa atitude faça com que vocês percam credibilidade, assinantes e leitores, assim como já me perderam.

 

Atenciosamente,

Thaís Rucker

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CENSURA A MARIA RITA KEHL?

 

Prezados.. na condição de leitor assíduo do Estadao venho por meio desta expressar minha indignação pela postura partidária e pela censura de livre expressão de idéias que enegreçe a imagem desse periódico...

Acho que ninguém vai ler esta mensagem... mas se ler, fique sabendo que o Estadão perdeu um admirador... e ganhou um indignado ativista contra o estadão...

Não concordo com muitas coisas que são ditas... mas defendo com todas as forças a liberdade de expressão...

Respeitosamente, professor de mais de 9 mil alunos no ensino superior...

Com votos de que saiam das trevas esses controles editoriais...

 

Luiz Braulio Farias Benitez

 

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TENHO MEDO DE DIZER E ME CENSURAREM

Censura é uma vergonha! Achei que ela havia "morrido" com o golpe militar e por mais que não tenha podiam disfarçar melhor .

Maria Rita Kehl tem o direito de ter a opinião dela,concordemos ou não com a mesma. Assim como eu tenho o direito em ter a minha.  

Respeitar as diferenças é o básico de qualquer ser humano por mais difícil que isso seja.

 

CENSURA NÃO!!!!!!!

Camila Antonioli de Aquino

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Senhores,

Venho por meio deste expressar a minha indignação com a demissão da colunista acima citada. Como pode um jornal que reclama estar sob censura da família Sarney cometer um ato de censura? Onde está a liberdade de imprensa?

É lamentável ver um veículo de comunicação agindo tão "inho" (em contrapartida com a campanha "ão").

 

Atenciosamente,

Willians Santos

 

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MARIA RITA KEHL

 

Demissão lamentável, enquanto isso, cresce o meu orgulho por não ser leitor do jornal.

Sem mais.

 

Thiago França

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OLÁ

 

Venho atravez desta expressar minha indgnacao com a demissao da Maria Rita Kehl. Como pode um jornal tao respeitado censurar uma funcionária da qualidade profissional como é a Maria Rita, alguém que escreve textos tão brilhantes como ela.

 

Um absurdo. 

Uma lástima!!!

 

Luis Guilherme Rezende Ferreira

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Muito bonito Estadão,

Reclamam do Lula, só faltam dizer que ele virou um Hugo Chavez, e demitem do seu jornal alguém que expressou sua opinião política, sem ferir ninguém, com dignidade.

Vocês representam a verdadeira  corja deste país.

 

Douglas Garcia

 

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INFORMAÇÃO

Boa tarde!

Embora não seja assinante do Estadão, sou leitor da parte aberta do site e admirador da linha editorial já há alguns anos. Nesta época de eleições em que os ânimos estão exaltados, diversos boatos aparecem na internet, principalmente quando esse jornal manifesta publicamente seu apoio a um candidato presidencial.

Dessa forma, diversos blogs alinhados com o governo tem espalhado a informação de que a cronista Maria Rita Kehl foi demitida desse jornal em razão da publicação de sua última coluna, "Dois pesos...".

Assim sendo, gostaria de confirmar a informação de que a cronista foi demitida e, caso seja verdadeira, saber os reais motivos que levaram o jornal a demiti-la.

Desde já, agradeço a atenção dispensada!

 

Régis Bacha

 

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DEMISSÃO MARIA RITA KEHL

 

Caros,

escrevo para manifestar minha indignação com a postura censuradora e PSDBista do grupo estado, frete ao texto Dois Pesos e duas Medidas da Psicanlista Maria Rita Kehl. É INACREDITÁVEL  que hoje em 2010, dentro de um jornal que se promova como um veiculo aberto ao diálogo, cesurar NA CARA DURA um artigo tão esclarecedor para a população. Não é possível que tenhamos ainda hoje, depois de tantos anos de ditadura, que conviver com esse tipo de atitude. É UMA VERGONHA!

REPASSEI A TODOS OS MEUS COLEGAS ASSINANTES DO ESTADÃO DESDE O TEXTO ATÉ O POSICIONAMENTO DA AUTORA FRENTE A SUA DEMISSÃO E INDICO A ELES O CANCELAMENTO DA ASSINATURA DO JORNAL ESTADÃO.

 

Ana Luiza

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DOIS PESOS... MARIA RITA KEHL

 

Lamentável que, em meio às discussões sobre a liberdade de expressão (tão "defendida" pela imprensa; vocês, inclusive), o ditado popular "casa de ferreiro espeto de pau" calhe tão bem a esse jornal. Refiro-me à demissão de Maria Rita Kehl, por ela ter escrito o lúcido artigo "Dois pesos...". Vocês não respeitaram o pensamento diferente, diverso da opinião parcial (pró-PSDB) dos editores desse diário. Depois de 500 anos de hegemonia de gente como os do PSDB e DEM (e vocês também), o Brasil despertou para o social, retirando milhões da pobreza. Vocês ignoram que 80% (ótimo ou bom) e 16% (regular), portanto 96%, dos brasileiros aprovam o governo Lula. Nesse contingente, há ricos e pobres. Quando Maria Rita, afirma que "Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos". A demissão da jornalista ratifica o que palavras dela dizem, pois traduzem exatamente o que vocês (infelizmente) pensam.

 

Lourimar Rabelo dos Santos

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CENSURA

 

Uma imprensa que só serve ao mercado não é livre. O que vocês fizeram com a Maria Rita Kehl foi um crime. Espero que voltem atrás.

 

Yuri Caseiro

 

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MARIA RITA KHEL

sou assinante ( cod. assinante 6262791)do estado há muitos anos e estou estupefato com a notícia de demissão ou censura a colunista Maria Rita Khel devido a sua última coluna." dois pesos". Procede a notícia ? Estou aguardando uma resposta à consulta.

 

Grato

Moises Guimaraes Filho Coelho

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MARIA RITA KEHL

 

Fico frustrado com o limitado poder que tenho como consumidor. Prometo nunca mais comprar o jornal OESP, e tampouco, enquanto empresário, anunciar neste veículo.

 

Att,

 

Allan Grabarz

 

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DEMISSÃO RITA KEHL

 

Gostaria de não acreditar que exista qq tipo de censura no grupo Estado.

Espero que o Estadão nunca mais volte a ter uma atitude tão contraditória.

"Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim"

 

Millôr Fernandes

 

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ACORDO

 

Gostaria de explicitar meu enorme desapontamento perante a demissão da colunista Maria Rita Kehl. Informo que cancelarei minha assinatura do jornal e não medirei esforços para que amigos, conhecidos e desconhecidos tomem a mesma atitude.

Obrigada por essa atenção.

 

Maria Eugenia

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ONDE ESTÁ A ISENÇÃO?

Pensar que eu já fui assintante do Estadão...

Hoje, não uso uma página desse jornal nem pra limpar o caixa de areia dos meus gatos.

Que atitude a desse jornal. Em época eleitoral assumir a falta de isenção de uma maneira tão vilmente manipuladora.

Vergonha para o jornalismo!

 

Márcia da Cruz Nóboa Leme

 

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ATT. DIREÇÃO DE JORNALISMO,

 

 

Prezados Senhores,

 

  

Tenho certeza de que muita gente está escrevendo para o Jornal sobre o caso MARIA RITA KEHL. Por isso decidi manifestar meu apoio ao jornal. A minha leitura dos fatos é a seguinte:

 

- O Jornal, digno como é, manifestou publicamente seu apoio a Serra. Eu também voto nele. Mas se eu fosse um jornal não manifestaria publicamente meu apoio a ele, pois, como diz a Veja "os tentáculos do Polvo" estão em todo o lugar e o jornal não pode fazer uma avaliação partidária ao admitir um jornalista. Logo, certamente tem tentáculos petistas dentro do jornal também.

A manifestação pública de apoio a Serra por parte do jornal despertou um tentáculo que estava fingindo que estava adormecido aí dentro. Aí o tentáculo colocou o jornal numa sinuca de bico: 

 - Falou mal dos pobres. Aí, se o jornal não fizesse nada diriam que o Jornal é da "Zelite" e que ele fica falando mal  de pobre. Como o jornal demitiu o tentáculo, então ficam agora falando que é ditadura e punição por 'crime de opinião'. Logo, o erro do jornal foi se manifestar a favor do Serra. Não é errado manifestar apoio a ele, eu voto no  SERRA, o problema são os tentáculos que tentariam e estão tentando macular a imagem ilibada do jornal.  Ainda por cima essa jornalista deu entrevista no Terra dizendo que não há nenhum projeto do governo petista para cercear direitos de opinião!!!!!!!  Até eu que sou dona de casa sei que existe o PNDH3 e o PLC 122. Sei até de cor essas siglas.

 

Portanto, pode-se facilmente concluir que o jornal demitiu alguém incompetente. Se vcs admitissem a mim, eu teria mais conteúdo informativo para proporcionar ao seu público! rs Obs.: Estou desempregada! rs rs 

 

Parabéns ao Jornal o Estado de SP

Força!!!!

É SERRA PRESIDENTE 

Um grande abraço cívico

Atenciosamente

 

Zenaide Rabesquini

 

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DEMISSÃO MARIA RITA KEHL

 

Caso seja confirmada a demissão de Maria Rita Kehl desse jornal, cancelarei imediatamente minha assinatura. Afinal, liberdade de imprensa sem liberdade de opinião é uma falácia!!!!

 

Anna Cristina Camargo Moraes Figueiredo

 

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MARIA RITA KEHL

 

Sou estudante de direito, tenho 20 anos e 5 que leio este jornal.

Meu pai é assinante da folha e minha mãe do estadão, e sempre optei por este.

Venho aqui manifestar, não por opnião políticas, mas pela perda de grande jornalista.

Ver o Estadão sem opniões políticas, psicológicas, culturais etc etc de diversas mentes controvérsias e quase como ler a folha sem o "Macaco Simão". E a opnião da jornalista sempre foi de grande valia para muitos jovens como eu. Espero ver alguma posição do jornal quanto a isso, seu público pagante pede explicações e tem o direito de tê-las.

 

Atenciosamente,

Juliana Valente

 

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DEMITIR A MARIA RITA KHEL POR "CRIME DE OPINIÃO"

 

Saudações,

Sou assinante do jornal de vocês e não entendi nada do que aconteceu. Mas aparentemente trata-se de uma atitude vergonhosa para um veículo que passou mais de um ano esperneando por ter sido censurado pela justiça. Não sabia que havia uma legislação interna que pune articulista por 'crime de opinião'. Vou cancelar minha assinatura em protesto!

Passar bem

Juliano De Fiore

 

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ONDE ESTÁ A ISENÇÃO?

 

Pensar que eu já fui assinante do Estadão...

Hoje, não uso uma página desse jornal nem pra limpar o caixa de areia dos meus gatos.

Que atitude a desse jornal. Em época eleitoral assumir a falta de isenção de uma maneira tão vilmente manipuladora.

Vergonha para o jornalismo!

 

Márcia da Cruz Nóboa Leme

São Paulo/SP

 

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Srs. Editores

Só me arrependo de ter cancelado minha assinatura do jornal "O Estado de São Paulo" no início deste ano porque não poderei ter o prazer de cancelar agora. A atitude covarde deste jornal em demitir a colunista Maria Rita Kehl, por escrever artigos que destoam da linha editorial, só revela a hipocrisia da grande imprensa: brada pela liberdade de imprensa a todo momento, mas cala jornalistas e colunistas que eventualmente escrevam artigos contrários à linha da empresa.

Não compro Estadão e Folha agora, nem na banca de jornal.

Sem mais,

 

Maximiliano M. Menz

 

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BOA TARDE!

 

Que lamentável !!! O Estadão fazendo censura ? por divergência de  opinião !? e não é na pg. 3 ! O que dizer das Receitas dos anos 70 !!! Onde a coerência com os 433 dias ? Lamentável ! será o Estadão em

Frangalhos ?

Atenciosamente

Carlos Roberto

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PREZADOS

 

Como leitora do jornal, e entusiasta de algumas mudanças recentes, principalmente nos cadernos culturais, como o surgimento do mais musica, gostaria de lamentar profundamente a demissão da melhor colunista do Caderno 2 atualmente, a psicanalista Maria RIta Kehl. Uma pena que o jornal não possa ter bancado um artigo tão interessante e provocativo, como o jornalismo deve ser.

 

Abs

Georgia Nicolau

 

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CENSURA NO PRÓPRIO ESTADÃO!!!?????

 

De antemão lembro que não sou petista e nem sou admirador da esquerda festiva que tanto mal causa a este país, nem sou de Direita, sou uma pessoa centrada em meus pensamentos e minhas atitudes, não gosto de fanatismos pq eles sempre levam a uma Ditadura, de esquerda (a pior de todas pq não largam o poder de forma alguma) ou a de Direita que apesar de mais amena Tb não é bom para o país.

Gostaria de saber se a noticia abaixo é verídica. Se for verídica fica aqui o meu protesto pela atitude draconiana deste órgão de imprensa do qual sou leitor assíduo, e como sei que pregam a liberdade de expressão, da imprensa e vivem repudiando a censura. Eu creio que se for verídica vcs são os primeiros a censurar seus colaboradores, com a pior das atitudes que é a de aproveitar a Lei do mais forte contra os mais fracos, Se essa noticia que recebi via email, for verídica, deixarei de ler todo e qq jornal de sua organização, por considerar ele tão mentiroso quanto ao presidente Lula e a Dilma.

Apesar não concordar  com a posição da jornalista, quando em seu artigo, simplesmente de uma forma sintética, coloca nas palavras dela um resumo dos discursos mentirosos e aloprados de Lula e seus asseclas, porém creio que ela tem o direito de exprimir esse seu pensamento.

Agora se tal noticia é uma injuria e os motivos da dispensa foram outros, é mais do que na hora dos senhores se defenderem, uma vez que tal noticia denigre a imagem deste conceituado meio de informação. ESPERO SINCERAMENTE QUE RESPONDAM E QUE PUBLIQUEM ESSE EMAIL, PARA PROVAR QUE NÃO HÁ CENSURA DENTRO DO ESTADÃO.

Sem mais, grato,

D.J. KUSTERS

 

Maria Rita Kehl é demitida do Estadão

   O artigo abaixo foi escrito por Maria Rita Kehl no jornal 'O Estado de São Paulo', na véspera da última eleição. Hoje, 05/10/2010, recebemos a triste notícia de que a articulista foi sumariamente demitida do Estadão apenas por ter exercido o seu direito de opinião. Contrariou os interesses do jornal que diz combater a censura. Dizê-lo é uma coisa, fazê-lo é outra bem diferente.

   Os grandes veículos da mídia brasileira costumam defender, com os dentes arreganhados, a sacrossanta liberdade de expressão, mas demonstram na prática que são facciosos e antidemocráticos. Usam e abusam de discursos libertários quando falam sobre seus próprios direitos corporativos, porém desrespeitam a inteligência do leitor, pasteurizam o noticiário, distorcem os fatos e matam a pluralidade de idéias. Isso quando não enveredam impunemente pelo denuncismo calunioso, destruindo reputações por meio de manchetes envenenadas.

   É incontável a lista de excelentes profissionais que foram demitidos ao longo dos últimos anos por não compactuarem com a unanimidade burra. Ler jornal transformou-se em um suplício diário. Daí tantos cancelamentos de assinaturas, daí a curva crescente dos acessos a blogs na internet. Recomenda-se muito cuidado com aquilo que se lê. Um grande jornal, um megaportal, uma revista de enorme circulação, um canal de TV líder de audiência, uma vasta rede de emissoras de rádio, todos estes poderosos "formadores de opinião" possuem por trás de si ricos empresários, com objetivos bem definidos com relação ao seu espaço de poder e aos seus lucros. Como poderiam estar a serviço da maioria?

DK

 

 

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DEMISSÃO MARIA RITA KEHL

Boa tarde,

Está correndo pela internet a notícia da demissão da Maria Rita Kehl após seu artigo "Dois Pesos".

Hoje li uma entrevista dela no portal Terra Magazine, o que me fez acreditar que a notícia é real.

Sendo assim, queria registrar aqui minha profunda decepção com o Estadão.

Além de gostar muito dos artigos da Maria Rita (gosto que compartilho com muitos de meus amigos), na minha opinião a função de um jornal (e da imprensa em geral)

é dar ao leitor o direito de reflexão. Entendo que o jornal tenha sua posição partidária que deixe isso claro para seus leitores.

No entanto, isso não deveria impedir seus articulistas de expressarem suas opiniões - o que é saudável e até mesmo necessário para a manutenção da liberdade de expressão, deixando o leitor chegar a suas próprias conclusões.

Acharia esta demissão vexatória em qualquer circunstância, mas ficou ainda pior vinda de um jornal que se diz sob censura.

 

Sem mais,

 

Suzana Muricy Tobu

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DEMISSAO DA ESCRITORA MARIA RITA KEHL

 

Prezados Senhores,

Venho por meio desta mensagem manifestar meu repudio pela demissão da escritora Maria Rita Kehl. Informo que por causa dessa decisão absurda e autoritária nunca mais lerei vosso jornal.

 

Fabio Bittencourt Meira

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Afinal, senhores, que jornal é este

que não discute e não permite discussão? De que serve uma imprensa livre se os próprios jornais não respeitam essa liberdade? Assino o Estadão porque julgava que fosse um jornal confiável, que expunha seus pontos de vista nos editoriais e permitia o livre trânsito de idéias. Enganei-me. Vou tratar logo de suspender a assinatura.

 

ERCÍLIO E NILCE TRANJAN

 

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PELA DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Que vergonha Estadão!

 

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CONSIDERAÇÃO SOBRE CANCELAMENTO DE ASSINATURA

 

Fui assinante da Folha de São Paulo por cerca de 20 anos e há tempos andava descontente com o jornal.

Com o novo projeto editorial do Estado, decidi dar uma chance para a mudança e estava satisfeita com a troca, inclusive pela qualidade de alguns colunistas que me agradavam muito, como a psicanalista Maria Rita Kehl, que reúne qualidades indissociáveis do bom jornalismo como redação objetiva e sem maneirismos, tratamento de temas polêmicos respeitando as partes envolvidas, transparência de opiniões...

No dia 2 de outubro, ao ler o polêmico e excelente texto, senti-me feliz por ser assinante do Estado, observando a grande virtude da pluralidade, algo tão em falta na imprensa brasileira atual.

Ledo engano. Estou triste, decepcionada, insatisfeita com o desligamento da colunista, o que considero um ato de censura. Uma atitude que não esperava de um veículo que se afirma censurado.

Duvido que haja alguma explicação convincente a respeito deste assunto. Por este motivo, considero cancelar minha assinatura.

 

Maria Fernanda Salles de Aguiar

 

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É notória a repercussão da demissão da psicanalista Maria Rita Kehl e como protesto NÃO comprarei mais nenhuma edição deste jornal.

É lastimável que isso aconteça...

 

 

Heloise Gonçalves

 

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Lamentável a demissão de Maria Rita Kehl, uma pensadora do Brasil de altíssimo nível.

Não assino nenhum jornal mas tenho comprado o Estadão, mas agora vou repensar...

 

Tomaz Cavalieri

São Paulo

 

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AOS EDITORES DO ESTADÃO,

Sinto muito estar escrevendo aos senhores nesse momento. Após ler um artigo de qualidade com minha namorada e ainda fazer o esforço de traduzí-lo para colegas de doutorado franceses, vietnamitas, búlgaros e nigerianos com quem divido minha sala de trabalho descubro que a autora de tão interessante artigo foi demitida insjustamente. 

Só posso dizer que sinto muito por vocês, mas não por ela. Afinal, jornalistas de verdade merecem redações de verdade e editores de verdade para trabalharemde verdade. Sem Falhas ou chavões político orientados aos "sociais-democratas". Só espero que os senhores sejam coerentes e demitam o Luis Fernando Veríssimo, pelas críticas retroativas dos últimos 10 anos.

Cordialmente

Luiz Fernando Lavado Villa

 

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DEMISSAO DE MARIA RITA KEHL

 

Boa tarde,

É simplesmente repugnante a atitude tomada por esse veículo ao demitir uma colunista pela repercussao de sua opinao. Nunca fui assinante do Estadao pois sempre achei um jornal bem parcial, que nao ia de encontro às minhas idéias, mas sempre defendi a democracia e liberdade de imprensa, e achei muito louvável o posicionamento de voces em resposta às críticas do Presidente Lula quanto a censura e imparcialidade. Surpreendi me ainda mais ao me deparar com texto de Maria Rita, pensava até que o jornal poderia estar mudando.

Mas agora, com essa atitude, só conseguiu maior antipatia e publicidade negativa. Digo mais, se esse jornal tem ainda como objetivo servir de campanha política ao presidente Serra, está funcionando de maneira contrária. Como eleitor da Marina, nao tenho decidido meu voto para o segundo turno, mas por questoes morais, vocês estao me ajudando a decidir. Pois pior que um governo autoritário é uma imprensa manipuladora controlada por um pequeno grupo da elite. O mínimo que espero é a retrataçao perante a sociedade e a imediata recontrataçao da colunista.

Grato

Tadeu Coelho (Advogado)

 

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HIPOCRISIA, CINISMO E AFINS!

 

Ilustríssimos Senhores,

A liberdade de opinião não é privilégio do seu grupo de comunicação ou daqueles que os ilustríssimos aplaudem.

A demissão da colunista, apenas por expor idéia contrária à sua linha editorial, nem tão contrária assim, diga-se, apenas corrobora para que não busquemos informar-nos por meio dos seus períódicos, afinal, não há liberdade de imprensa neles.

 

Grato.

João Batista Jr.

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Sou assinante desse jornal há muitos anos e quero expressar minha indignação pelo "enquadramento" seguido de demissão de Maria Rita Kehl. Lendo a entrevista do diretor Ricardo Gandour, essa indignação se coroa de perplexidade, pela constatação de que o jornal se sentiu muito à vontade de impingir tal ato aos leitores, tratados como se não pudessem compreender o eufemismo contido na expressão "simples gestão de coluna específica" - afinal, o que é censura, senão "simples gestão de conteúdo específico"?

 

Celi Audi

 

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CARO REPRESENTANTE DO GRUPO ESTADO.

 

Como leitor do Estadão há anos, sempre respeitei a orientação política do jornal, a qual sempre serviu para atestar a qualidade do material editorial publicado. Mas adotar uma posição política não necessariamente significa omitir todas as outras. Acho que o jornal deve a seus leitores um esclarecimento sobre a demissão da colunista Maria Rita Kehl.

 

Atenciosamente

Fernando de Carvalho Teixeira

 

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PREZADOS

Manifesto repúdio ao comportamento do jornal na demissão da psicanalista Maria Rita Kehl.

Sou professor universitário e no que depender de mim divulgarei tanto o excelente artigo escrito por ela, quanto a decisão do jornal de constranger opiniões contrárias.

Atenciosamente,

 

Diogo Tourino de Sousa

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Vergonhoso o autoritarismo do Estadão

 

Há anos tinha a página do Estadão como minha home page. Diante da absurda atitude do Jornal em relação à brilhante articulista Maria Rita Khel a partir de hoje não será mais. E no que depender de mim farei campanha para não renovação de assinatura junto a todos meus conhecidos!

Lamentável a atitude desse jornal!

 

Laura Ibiapina Parente

 

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DUAS MEDIDAS.

 

Se mandam por ordem judicial uma notícia não ser publicada é censura. Se uma colunista é demitida é por divergência de opinião?

 

Sérgio Pellegrini

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KHEL

 

Gostaria apenas de deixar registrado que acho um franco absurdo a demissão da colunista maria rita khel 4 dias após a publicação de um artigo, muito bem escrito aliás, crítico ao jornal.

para um veículo que se diz defensor da liberdade de expressão, essa demissão é bem contraditória, e leva a questionar, nessa discussão midiática em torno das eleições e da liberdade de expressão, quem de fato cerceia quem.

 

Miguel Antunes Ramos

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REPÚDIO À DEMISSÃO DE MARIA RITA KHEL

 

VOCÊS SÃO ABSURDOS!

CENSURADORES.

 

Luna Grimberg

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Srs

Lamentavel a demissao da colunista Maria Rita Khel, conforme a entrevista no portal Terra descreve.

Esse jornal, que tanto lutou e luta contra a censura, acaba se colocando no papel de censor.

Como assinante, me sinto decepcionado, e estou bastante inclinado a cancelar minha assinatura.

 

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4722228-EI6578,00-Maria+Rita+Kehl+Fui+demitida+por+um+delito+de+opiniao.html

 

Eduardo Sverner

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DEMISSÃO

 

É um absurdo a demissão de Maria Rita Kehl. Sinto vergonha de um dia ter assinado esse jornal. Demissão política não pressupõe democracia e é uma forma indireta de apoiar a censura. Parabéns...

Lucas Pernambuco

 

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RITA

 

Esta atitude é simplesmente ridícula sou leitor a anos e fui totalmente contra o Sarney, nunca mais compra este jornal, com esta atitude vocês vão quebrar.

 

Marcio Andrade

 

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REPÚDIO A DEMISSÃO DA COLUNISTA MARIA RITA KEHL

 

Repudio a demissão da colunista Maria Rita Kehl. Ao invés de tomar esse tipo de atitude arbitrária voces deveriam contratar uns economistas decentes pra avisar voces que dessa forma voces perderão os últimos poucos leitores que ainda restam e depois que Dilma for eleita, então, aí sim voces cairão no esquecimento e serão lembrados para sempre como aqueles que apoiaram os perdedores!

 

Nietzscha Neves

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Prezados Senhores,

 

Foi realmente lamentável a atitude da diretoria do Estado de São Paulo em relação à intelectual Maria Rita Kehl. Sinto vergonha e tristeza.

Cordialmente,

 

Renata Mourão

 

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LIBERDADE DE IMPRENSA

 

Caros editores do ESTADO DE SÃO PAULO,

vocês questionam a postura do atual governo federal apontando que os mesmos seriam contra a liberdade de imprensa. Entretanto, nas páginas do jornal de vocês, nada comentam sobre vocês terem demitido Maria Rita Khel devido ela dar uma opinião livre dentro do ESTADÃO. Com que autoridade vocês podem questionar o que seria ou não liberdade de imprensa? Liberdade esta que admiro com toda a minha força de aceitar a opinião diversa e aceitar que inclusive eu possa mudar de opinião, graças a uma liberdade de imprensa.

Saudações,

 

Josfâm Antunes de Macedo

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E A DEMOCRACIA?

 

Eu não sou leitor do Estadão mas achei louvável quando soube que o Estadão finalmente assumiu que apoiava o candidato Serra, indo na contra-mão de uma pretensa e inexistente imparcialidade jornalística. Mas me surpreendi mais ainda, dessa vez negativamente, quando recebi a notícia que esse jornal pretende demitir a colunista Maria Rita Kehl porque ela simplesmente assumiu nas páginas do jornal a sua opinião. Aliás, se soubesse antes que Maria Rita Kehl escrevia pro Estadão eu seria leitor do jornal, tal a importância dessa psicanalista que teve a coragem de assumir sua opinião, talvez até encorajada pela atitude anterior do jornal. É lamentável: perde o Estadão, perde a democracia, perde o Brasil.

 

Emmanuel Vilas Boas.

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QUE VERGONHA: UM JORNAL DE CENSORES!

 

Caros Hipócritas:

 O caso Maria Rita Kehl expôs os seus dois pesos e duas medidas, não vou suspender ainda a minha assinatura, pois quero acompanhar o teatro, apesar de um tanto tedioso, convenhamos,

 

Paulo Pellegrino

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INTERRUPÇÃO DE MINHA ASSINATURA

No início de 2010, descontente com os rumos do jornal que assinei por mais de 25 anos, fiz uma assinatura  de "O Estado de S.Paulo". Sabia que tratava-se de um órgão de imprensa conservador, tradicional, mas que sempre posicionou-se a favor das liberdades.

Fui surpreendido nessa semana com a notícia da demissão de uma colunista por expor opinião contrária à posição do jornal. Fiquei estarrecido. Estava pronto para ler uma opinião contrária, para observar uma discussão nas páginas do centenário órgão de imprensa, até para um posicionamento oficial através de seus vetustos editoriais. Demissão não passava pela minha cabeça!

Atitude de tal modo tacanha, mesquinha, menor, não faz jus a história valorosa do jornal que um dia empregou Euclides, e até desafiou os militares, é verdade que os mesmos chegaram ao poder com sua anuência...mas não vamos mexer no vespeiro.

Em face dessa atitude vil, só me resta romper min ha relação com o jornal! Não quero mais receber em minha casa a vossa publicação. Vocês não fazem jus a entrar em minha casa.

Fiquem com aqueles que querem ganhar a eleição disseminando o medo, fiquem com aqueles que querem ganhar a eleição disseminando mentiras, que querem afirmar suas ideias calando os outros. Vocês decidem o que põem nas páginas do seu jornal. Eu decido o que ler, e onde gastar o meu dinheiro.

Atenciosamente,

Wagner Cafagni Borja

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PROTESTO/DEMISSÃO DE MARIA KEHL

Quero declarar como considero vergonhosa a atuação da imprensa no Brasil em geral, e de O Estado de São Paulo em particular, como se pode comprovar a partir da demissão da colunista Maria Rita Kehl.

Atenciosamente

 

Edilson Rocha

 

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INCOERÊNCIA

 

Prezados Senhores,

 

Até que ponto é incoerente reclamar de estar sob censura e demitir alguém por discordar da opinião dela?

Este fato pode afetar a credibilidade de seu jornal?

Caso Maria Rita Kehl

Obrigado pela atenção.

 

Leonisio da Silva Barroso

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LEITOR DESAPONTADO

Prezados senhores

 

Um jornal que tem em seus quadros colunistas como Dora Kramer e Maria Rita Kehl permite que seus leitores avaliem pontos de vista contrastantes e trabalhem a opinão e a informação de forma crítica. Um jornal que tem apenas uma delas está, na verdade, querendo falar sempre o mesmo, sempre para os mesmos. Como assinante do Estadão, estou muito decepcionado.

 

Marcos Luiz Fernandes

 

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CASO MARIA RITA KEHL

 

Boa noite

Venho manifestar a minha indignação pela atitude do jornal em relação a Maria Rita Kehl. Apesar do jornal alegar o contrário, é evidente para mim que a sua demissão é uma reação do jornal ao artigo

(execelente!) publicado intitulado Dois pesos...

Uma vergonha. Uma mancha na história do jornal. Com certeza não será mais este jornal que comprarei nas bancas todo domingo.

Atenciosamente,

 

Ana Cristina Limeira Medina

São Paulo

 

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ABSURDO

 

Fiquei sabendo, que Maria Rita Kehl foi demitida, por ter escrito o excelente artigo Dois pesos,que cumpre com o papel da imprensa de INFORMAR. Se essa demissão é real, qual tipo de democracia vocês defendem?

 

Carlos Reiff

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

Sugiro que agora que o Estadão demitiu a psicanalista esquerdista Maria Rita Kehl, cujas opiniões são totalmente dissonantes de seus patrões, que dizem defender uma "imprensa livre" mas exercem na ponta da espada seus quitutes através de estratagemas de  censura interna, contratem como colunista uma doceira que nos dê receitas de bolos para fazermos aos sábados.

Sabem como o Estadão escolhe seus jornalistas: o chefe da seleção e recrutamento do jornal faz uma reunião com um grupo de jovens jornalistas e lhes explica que há apenas uma vaga e pede-lhes que escrevam um artigo sobre Jesus. "A favor ou contra?", pergunta um candidato. "Você está contratado" diz o chefe.

Maria Gabriela Curubeto Godoy

 

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INDIGNAÇÃO

 

Olá,

 

Me tornei assinante do Estadão esta semana, pra ser mais exato, na terça-feira, e estou indignado, enojado com a decisão do jornal de demitir a colunista Maria Rita Khel! É um absurdo o desrespeito do jornal com a pluralidade de ideias, com o debate de pensamentos.

 

Me tornei assinante, mas estou profundamente indignado! Quero ver se será publicada aguma carta sobre este assunto ou se serão varridas para debaixo do tapete!

 

Gabriel Faria Costa

Paraisópolis (MG)

 

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Então é assim, a moça discorda e é mandada embora. Vocês não se envegonham???

Imginem os danos para a imagem de vocês...

 

Maria Alice Henne

 

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É lamentável a demissão de Maria Rita Kehl, o que representa uma censura à colunista, certamente fruto de seu ótimo artigo de sábado passado.

Como assinante há anos estou profundamente desiludido com a linha do Estadão no sentido de tentar eliminar quem vai contra suas opções políticas.

Imagino que ainda não demitiu o Veríssimo pela enorme repercussão que daria e pelo fato que ele iria possivelmente para a Folha. Ela deveria ser readmitida imediatamente.

 

Atenciosamente

  

Sergio Guimarães de Sequeira

 

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SOMOS TODOS

 

Maria Rita Kehl

BELO EXEMPLO DE DEMOCRACIA !!!!!!!

SAUDAÇÕES AO PIG

Fragmentos Ativos

 

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 MARIA RITA KEHL ? O OUTRO LADO.

CANCELAREI minha assinatura de muitos anos deste jornal.

 

Minha insatisfação com a informação parcial desta editoria já vinha de longa data, se acirrando neste primeiro turno das eleições de 2010. Apesar e depois deste jornal ter declarado sua posição a favor de uma candidatura, me embasei no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, principalmente do Capítulo I, art. 1º e art 2º;

esperando melhores e mais imparciais informações: no mínimo, "dois lados" de uma ou várias questões, para recordá-los sobre o que é e a quê  se destina o jornalismo. Em vão. 

Pensei "pior que tá, não fica", já usando um bordão! Como "palhaço" não sou, não aceito nariz que queiram me colocar que possa impedir meu "faro", tomo minha decisão agora: não vou mais gastar meu tempo e dinheiro com "notícias" politico/partidárias. 

Está claro para mim, como a luz do sol - surpresa! raios ainda atravessam nuvens carregadas - que a voz da brilhante colunista e psicanalista Maria Rita Kehl foi "calada". Aí. 

Como os ventos leves e brandos, lúcidos e corajosos que ela trazia, eram um frescor para poder "respirar" este jornal se foram, também me vou.

Nada resta a "escutar" nesta mídia. 

Só para lembrá-los: hoje temos inúmeros espaços onde muitas vozes podem ser acessadas. Estamos livres de discursos monocórdios.  

E, Freud e a psicanálise, a filosofia e a cidadania explicam sim, e muito, de... Política! Da Grande Política, para usar um termo muito caro à Nietzsche; àquela política que veio dos gregos, berço da verdadeira e difícil democracia. Além disso, a psicanálise também tem "escuta" aguçada para o que se esconde sob uma "fala" muito "gritante". 

Deixo aqui meu pesar com os rumos que a "pequena política" está traçando por aí.

Mas, que importa "eu"? Que importa "nós"?

 

Cybele Garcia

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Sou assinante do Globo, não voto em Dilma, mas estou indignado com a demissão de Maria Rita Kehl do Estadão!

 

Adriano Aguiar

 

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O Estadão reclama está (hoje, 8/out/2010) há 434 dias sob censura.

Aí vai e demite Maria Rita Kehl porque o jornal discorda do que ela escreveu.

QUE BELO EXEMPLO DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!!!!!!!!

P-A-R-A-B-É-N-S!!!!!!!!!!

 

Adriano Aguiar

 

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VERGONHA, GRUPO ESTADO!

 

Ha 434 dias sob censura e ops! Um "delito de opinião" retira uma colunista do ar. A mordaça serve para os dois lados, é isso?

Alana Moreira

 

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SE A JORNALISTA MARIA RITA KEHL FOR PUNIDA PELO JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO" PELO SEU LIVRE EXERCÍCIO DE EXPRESSÃO, COMO AFIRMAM BOATOS NA INTERNET, ESTARÁ CARACTERIZADO O ESPÍRITO DITATORIAL DO JORNAL, EM CONLUIO COM O CANDIDATO JOSÉ SERRA, E SEU PARTIDO - O PSDB - ESTARÁ DEFINITIVAMENTE ASSOCIADO AO AUTORITARISMO HERDEIRO DA UDN E DA ARENA. VENCENDO OU NÃO VENCENDO O SEGUNDO TURNO DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL, SERIA UMA LÁSTIMA PARA A NAÇÃO BRASILEIRA A PRESENÇA DESTE CONSERVADORISMO SENIL, RETRÓGRADO E REVANCHISTA.

AINDA HÁ ESPERANÇA DE QUE OS BOATOS NÃO PASSEM DE BOATOS E QUE O BRASIL CONTINUE A CRESCER COMO UMA NAÇÃO CIVILIZADA.

 

JARBAS

 

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Srs

 

O título da crônica da Maria Rita no sábado foi premonitório. Quando ela falava em 2 pesos, está prevendo as 2 medidas que esse jornal adota em relação à censura. Se faz de vítima quando é impedido de falar da família Sarney mas reprime um artigo onde a articulista defende o voto dos desfavorecidos, sob o argumento de que ela deve escrever sobre Psicanalise. Contardo Calligaris escreve sobre Psicanálise na Folha comentando filmes, seriados de TV crimes do momento, notícias de jornal e, por que não?, eleições. Psicanálise trata da vida e tudo isso faz parte da vida. Quando maria Rita aponta a histeria dos internautas em relação ´`a Dilma, está falando de Psicanálise. Ou vcs não percebem que tanta indignação com os corruptos do PT e com a ignorância do Lula não passam de mecanismos de defesa pra esconder a própria ignorância e os próprios deslizes morais? É lamentável! Eu comprava o Estadão todo sábado por causa da coluna da Maria Rita. Agora vou usar esse dinheiro pra tomar um cafezinho.

 

Cristina Campos

 

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DEMISSÃO DA MARIA RITA KEHL

 

Que vergonha para o Estado de São Paulo...

Celso Santos Carvalho

 

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Prezados,

 

Venho manifestar três votos de surpresa em relação à postura deste "o Estado de São Paulo" na cobertura dessas eleições.

O primeiro povitivo: gostaria de congratulá-los por declararem em editorial a predileção pela candidatura de José Serra, essa postura faz o jornal crescer em credibilidade. Admissão de posição em disputas político-partidárias são incomuns em nosso meio, a predileção por simular isenção ainda é mais prevalente em nossos meios de comunicação de massa, e ludibria o público menos crítico.

O segundo voto igualmente positivo, se deve ao texto "Dois pesos..." 

de Maria Rita Kehel, permitir a impressão em suas páginas de opinião de colunista divergente dos editorialistas demonstrou preocupação dos jornalistas com preservação da democracia e da possibilidade de divergência de opiniões, mais um ponto positivo que fez esse periódico subir no meu conceito.

Para minha surpresa, o que justifica meu terceiro voto, esse de

consternação: a demissão da colunista! Não posso acreditar que tenha partido de uma posição de divergência do corpo editorial do jornal, afinal se o texto em questão causasse tanto desconforto para VVSS ele simplesmente não teria passado pelo crivo dos editores, faz paracer que possa ter havido interferência externa que censura, cassa o direito à divergência.

Infelizmente esse periódico, arauto da liberdade de imprensa, que nos últimos meses vociferou contra uma possível ameaça à liberdade de expressão por parte do Governo Federal, demite uma colunista por "crime de opinião": externar um conjunto de argumentos que pode prejudicar a campanha do candidato apoiado pelos donos do jornal. Que saibamos até o momento não houve jornalista desligado de qualquer órgão de imprensa por ter feito críticas ao presidente Lula, mesmo quando o fazem sem o respeito que qualquer cidadão, mesmo que não seja chefe de Estado merece.

Concluo com a comunicação a VVSS que passo a divulgar junto às pessoas que conheço, aos meus colegas médicos, aos usuários do sistema de saúde, que esse periódico se presta a ignorar preceitos que defende, em nome de interesses secundários, deixa de ser jornal e passa a ser panfleto.

Atenciosamente,

 

Gerson Sobrinho Salvador de Oliveira

 

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Eu sempre fui leitor do Estado, desde que nasci. Lia o Estadinho e via meu pai ler os outros cadernos. Passei a ler o caderno de Esportes na adolescência, Caderno 2 e outros. Muitos elogios, sempre ao jornal. Gosto muito.  Saí de casa e hoje sou eu que compro o Estado. Leio, com prazer todos os cadernos. Tem Joseph Nye, que participou de alguns ensaios que escrevi e tantos outros, de quando estudava ciências políticas. Minha família por parte de pai vota no PSDB e por parte de mãe vota no PT. Gozado. E mesmo assim liam Estadão. Recentemente vosso jornal veio afastando minha família por parte de mãe. Mas tudo bem. Essa campanha toda estava sendo mesmo exagerada, e isso é com eles, não é mesmo?

Algumas coisas vinhas sendo relevadas por mim. Não tem a ver com pontos políticos ou posições. Mas com qualidade editorial. Ética. Um artigo que me agradou em especial foi a da Maria Rita Kehl. Ela marca um contra-ponto importante com outros articulistas do jornal como Roberto da Matta. E com o próprio meio de dar notícias, que já não vem mais sendo nada sutil ao defender um lado, apenas.

Mesmo para os que estão desse lado, sendo defendido, não cai bem no estômago. As pessoas não são tão ingênuas, são? E o que houve com a grande psicanalista e ótima escritora Maria Rita Kehl? Não vai mais escrever no Estado, jornal que costumava amar, mas que faz questão de forçar com mais e mais pessoas uma desconfiança desnecessária para algo que já é bem grandinho, com 131 anos.

Agradeceria esclarecimentos para um leitor desamparado.

 

Grato,

Gabriel Leicand

 

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Bom dia,

 

Redijo rapidamente esse e-mail, por achar justo esclarecer qual foi o motivo do cancelamento da assinatura do jornal ESTADÃO em minha família.  Antes das eleições, meu pai, o real assinante do ESTADÃO em minha casa, cancelou o jornal e não informou a atendente os motivos.

O motivos chave na ocasião foi a postura em favor do candidato Presidencial José Serra.Naquele momento, eu não concordei com a atitude de meu pai. Inclusive porque dentro de casa temos opiniões políticas divergentes. Mas meu pai não me expulsaria por sua opinião contrária a dele. Mas no caso do jornal ele preferiu não ajudar a financiar apoiadores da oposição.

Eu por outro lado, não tenho nenhum problema em ler opiniões contrárias a minha, inclusive as busco constantemente para não cair na ignorância cega. E acho valido um jornal ter uma postura definida numa questão política.

Meu apreço pelo jornal aumento ainda mais quando li o artigo "Dois pesos..."

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101002/not_imp618576,0.php de Maria Rita Kehl, e achei de ótimo tom do jornal ter publicado um ponto que vai de encontro à sua em postura geral, justamente por acreditar que quando são demonstrado apenas argumentos unilaterais eles não possuem valor algum. Os argumentos positivos de ambos os lados devem ser colocados lado a lado, de maneira que os dois lado sejam bem representados, e só assim é possível ter uma opinião consciente sobre qualquer coisa.

Entretanto, para encerrar a discussão em minha casa, o ESTADÃO faz seu ultimo movimento, e demite a colunista, que havia me dado argumentos a favor do jornal.

Nesse debate, em minha família (consciente e leitora), o ESTADÃO perdeu por W.O.

Atenciosamente,

Felipe Ferreira Cardoso

 

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Boa tarde,

 

Comentava ontem mesmo com um grupo, que admirava a posição clara do jornal em declarar abertamente sua posição partidarista, parcial e interessada em um determinado grupo político do nosso país. Se tudo assim fosse mais claro, a gente saberia exatamente o que é jornalismo e o que é propaganda nos meios de comunicação. É louvável a atitude de vocês.

Acho acertada a decisão em declarar que não tratam questões políticas com parcialidade e com justiça.

 

Mais justa ainda é a idéia de demitir Maria Rita Hehl!

 

Se ela não estava de acordo com a posição comercial no jornal, que fosse mesmo demitida. É como empregar numa peixaria alguém que gasta seu horário de trabalho em alertar diariamente aos consumidores que peixe pode estar contaminado com mercúrio, que eles prestem atenção ao estado de conservação, entre outros avisos que só servem pra deixar os consumidores pensativos.

 

Enfim, ela que vá trabalhar num jornal que esteja comprometido com essa coisa de jornalismo sério, justiça, imparcialidade... Besteiras!

 

Parabéns ao Estadão!

 

Raquel

Ex-leitora do Catálogo Estadão (Antigo Jornal Estadão)

 

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ai direita suja sendo achincalhada pelos próprios valores democráticos burgueses! Chupa Estadão-psdb... Maria Rita Kehl é muito maior do q esse jornalzinho... a elite brasileira é suja e burra! contratem o ìndio da costa pra escrever no lugar dela, acho q ele vai dizer exatamente o q vcs querem ouvir----- pé-de-breque do brasil....

 

Abs

Miguel Crochik

 

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Prezados editores,

 

li a entrevista com o senhor  Ricardo Gandour publicada no site Terra sobre a demissão da psicanalista Maria Rita Kehl e escrevo para manifestar, mais uma vez, minha indignação perante a imprensa brasileira. Gostaria de informar ao senhor Ricardo Gandour, em primeiro lugar, que Psicanálise e política não estão e não podem estar em instâncias separadas.

..."um divã para os leitores", se é que era esse o cunho da coluna, deve ser capaz de comportar as questões de caráter político, sob o risco de fraturar privado e público e alimentar ainda mais o quadro patogênico da nossa sociedade. Além disso, trata-se, sim, de censura, bem como de uma tremanda estupidez, o que não deixa de ser um pleonasmo.

Maria Luísa Magalhães Nogueira

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CAROS SENHORES

 

Até essa semana era um leitor assíduo do Estadão e tenho vários parentes e amigos que assinam o jornal. Fiquei muito impressionado com o artigo "Dois Pesos" de Maria Rita Kehl, com quem já participei em um livro, por sua extrema lucidez. Fiquei ainda mais bem impressionado pelo Estadão dar espaço a um artigo que contraria sua preferência eleitoral, manifestada em editorial recente.

Por tudo isso, os senhores podem imaginar a minha indignação ao descobrir essa semana que a excelente articulista foi demitida logo após a publicação do artigo. Nenhuma explicação dada pelos senhores pode reverter a sensação clara de que houve censura! Certamente, os editores não tem idéia da repercussão dessa atitude. Muitas pessoas que conheço já sabem deste fato e, como eu, estão perplexas.

Chega ser irônico que o jornal que bradou contra o presidente há poucos dias pela liberdade de imprensa, se revele um censor. Tenham certeza que passo agora a ignorar a este veículo, pois ele não merece a minha confiança. Conversarei com todos que conheço para convencê-los a cancelar a assinatura.

Com atitudes como esta, restarão aos senhores só a mais obscura parte da sociedade, apenas fundamentalistas conservadores de quinta categoria. O Estadão caminha a passos largos para rebaixar-se ao nível da Veja. Lamentável!

Atenciosamente, seu ex-leitor

 

André Machado

 

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CAROS SENHORES

Vivemos uma época de pensamentos e fórmulas fáceis, que não nos convidam a pensar, essa atividade tão necessária para continuarmos a desvendar os mistérios da existência. Mas a articulista sempre nos brinda com textos que nos instigam, nos provocam, porque saídos da real experiência humana que é feita de emoções e pensamentos.Por ser raro, nem sempre é fácil e por isso mesmo, valioso. Se esse jornal se importa em preservar o pouco do que nos resta de riqueza nesta mídia que se vende a fórmulas pobres, tenha a coragem de manter a articulista Maria Rira Kehl entre seus signatários.

 

Luzmarina Morelo

 

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SENHOR DIRETOR DE MERCADO LEITOR, JOÃO CARLOS ROSAS

 

Nem sei bem porque resolvi insitir. 

Talvez pelo motivo e único, de ter aprendido  a ler o Estadão, com o meu avô.

Não vou dar o tom de nostalgia. Tenho 70 anos e apenas me lembro e lamento, entristecido,

o que aconteceu com o Jornal do Brasil. Não foram apenas desmandos administrativos.

Foi acima de tudo falta de atenção, perda de missão e desrespeito com o leitor. 

Cada folha escrita, em verso ou  em prosa ou até mesmo em texto, que se perde ao vento, ou que se queima ou tantam transferir para a internet, se multiplica exponencialmente e milhares de pessoas que deixaram de pensar e refletir. Apenas a solidão da leitura de uma pagina impressa é que nos levará a uma reflexão. A massificação coletiva da informação e de opinião, levará invariavelmente o grupo para a destruição, muito mais do que se pode imagirnar.

 

Sinésio Müzel de Moura

 

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DEMISSÃO DE MARIA RITA KEHL

 

Antes de qualquer outra coisa, felicito a direção deste jornal, por ter tomado posição quanto ao apoio a um candidato à presidência da República e à crítica ao atual governo federal, às quais subscrito. Opiniões são e devem ser, sempre, presentes em verdadeira democracia, ainda que divergentes. Assim vivem as democracias verdadeiras - vivem e subsistem pelo contraditório! Exatamente por esta razão é que repudio a atitude deste jornal por ter demitido de seus quadros de colaboradores a psicanalista Maria Rita Kehl, por recente opinião por ela aí publicada. É incompreensível que este jornal - que tem sido defensor da democracia ao longo de sua trajetória jornalística, mesmo nos idos de 1964 e evolução posterior àquele fato político - passe agora a praticar velada censura a alguém que pensa de modo contrário, mesmo que expresse uma verdade sobre o voto dos mais humildes. Estes têm poucas condições de discernir, a não ser pelo estomago e pelo bolso, o que melhor lhes convém. Enfim, por um apoio assegurado por estes últimos a quem maquiavelicamente manipula sua opinião. Não vi, contudo, no aludido artigo, apoio da articulista ao atual governo, mas tão somente a constatação de um fato justificável pelas circunstâncias. O que não é justificável é a atitude deste jornal que, vítima de censura há mais de 400 dias e que se proclama e defensor da democracia e, portanto, do contraditório, em tê-la demitido, se verdadeira a informação recebida por mim no Portal Terra e tão bem comentada pelo Jornalista Eugênio Bucci, articulista do Estado de São Paulo.

 

Atenciosamente,

Haydn Pimenta - leitor do Estadão online

 

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É VERDADE?

Sou assinante do Estadão há muito tempo e, apesar de não concordar com alguns de seus posicionamentos, aprecio que deixe transparecer sua opinião.

Agora, sou pega de surpresa pela notícia de que Maria Rita Kehl foi demitida por ter manifestado opinião contrária ao jornal. É isso verdade?

Não me parece razoável que um jornal que protesta por estar há 435 dias sob censura, demita uma articulista por manifestar sua opinião de maneira brilhante, diga-se de passagem.

Custo a acreditar e por isso gostaria de ouvir a versão oficial.

 

Maria Cristina Rocha

 

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DOIS PESOS

Liberdade de imprensa para o Estadão, para os outros, NECA. Que incoerência!!!!!!!!!!!

Leiam com atenção esse artigo da psicanalista Maria Rita Kehl. Foi publicado no domingo já que Maria Rita era colunista do Estadão. Era...Foi demitida na segunda. Alguém não gostou do que ela escreveu. Será que tem a ver com aqueles que bradam pela liberdade da imprensa no Brasil?

 

Neusa Francisca de Jesus

 

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VERGONHA!

 

Então, é assim?!? A colunista Maria Rita Khel escreve algo contra a opção política do jornal, e ganha de presente o olho da rua?!? E vocês ainda se dizem defensores da liberdade de opinião?

Vergonha!

 

James William Goodwin Junior

 

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DESABAFO

 

Sou leitora assídua do O Estado de São Paulo, moro em Miami, USA, apoiei a atitude do jornal ao apoiar o candidato José Serra pelos mesmos motivos que levaram esse jornal a tal apoio.

Acabei de receber o e-mail abaixo e apenas gostaria de saber da veracidade do mesmo. Meu questionamento prende-se ao fato de que preciso responder ao e-mail recebido e como trata-se de notícia vinculada a esse jornal a verdade precisa ser dita.

Agradeço a atenção e aguardo ansiosamente uma resposta.

 

Angela Maria Marques de Campos Salles

 

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SENHORES

Gostaria de algum comentário sobre a saída de Maria Rita Kehl depois da última matéria sobre os votos dos pobres.

Sou leitor do jornal, gosto muito da publicação e por isso quero ter certeza de que a opinião e o profissionalismo de todos serão levados ao conhecimento do leitor.

Não é aceitável que esse jornal, que luta pela liberdade de expressão censure matérias que iluminem a discussão de diferentes idéias e pontos de vista.

Como quero continuar como leitor e gosto de conhecer a versão de ambos os lados, espero que o assunto seja abordado pelos nossos editores.

Grande abraço a todos.

 

Anderson Oliveira

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Deplorável a postura de um jornal como o "Estadão".

Independente da posição e dos interesses dessa empresa, Dilma se tornará presidente do Brasil em muito breve.

Fernando Rodrigues

 

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OPINIÃO DE LEITOR

 

Sou leitor e simpatizante do Estadão e da sua linha editorial. Politicamente, sou contra Lula e o PT até a raiz do cabelo e voto em Serra e torço para que ele ganhe e, mais do que isto, para que Lula perca. A vitória do PT seria (será?) para mim um resultado vergonhoso. Reeleger um governo (de qualquer orientação ideológica e partidária) envolto em tantos episódios mal explicados de corrupção, tráfico de influência e desonestidade e que se alinha e simpatiza com governos que cerceiam a liberdade de expressão, etc.. é realmente, na minha opinião, motivo de vergonha.

Apesar disto, acho que como leitor tenho o direito de conhecer boas explicações sobre o sucesso do Lula e, por isso, acho um absurdo o que o Estadão fez com a jornalista Maria Rita Kehl. Se por um lado, o jornal teve uma atitude corajosa ao declarar publicamente seu apoio a Serra, por outro, fez uma covardia ao excluir dos seus quadros uma articulista que não se coaduna cegamente com as crenças do jornal. Escolher seus jornalistas com base na sua opinião política é uma forma de aparelhamento (da imprensa), condenável como o aparelhamento do estado feito pelo PT.

Li o artigo dela Dois Pesos e não vi lá uma matéria imparcial e nem tendenciosa. Pelo contrário, vi um artigo que procura explicar o aparente "estrondoso" sucesso do governo Lula. Que procura fugir da explicação simplista de que o sucesso dele é resultado apenas do Bolsa Família. A leitura desapaixonada do seu artigo poderia até mesmo ajudar o comando de campanha do Serra e do PSDB a compreender e, apreender, como se aproximar desta parcela da população que, ao contrário do que os meus colegas da "elite" pensam, faz uma escolha consciente do que é melhor para ela. De um lado uma candidata de um governo, assistencialista é verdade, que se diz preocupado com os pobres e que ampliou medidas de melhora rápida da sua qualidade de vida e, de outro lado, um candidato e um partido com o quais não se identifica, que têm promessas teóricas e que nos seus governos (federal e estadual) até aqui, não deu o peixe e nem conseguiu até agora ensinar a pescar.

Além disto, o artigo visa a combater com fatos, uma nova forma de preconceito: a de que os nordestinos, uma raça de ignorantes manipuláveis é que está escolhendo o (mau) destino do país. Além de não ser completamente verdade (Dilma recebeu mais votos em números absolutos no Sudeste do que em todo Nordeste junto e a votação de Serra está longe de ser um sucesso absoluto em São Paulo), é preciso reconhecer que há na verdade uma opção consciente por alguém que embora tenha inúmeros problemas morais faz algo (assistencialista, é verdade) para eles. O jornal na minha opinião não deveria fomentar este novo preconceito.

Um abraço,

 

Allan Santos

Campinas/SP

 

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MARIA RITA, A BRUXA DEMITIDA

 

O episódio Maria Rita x Estadão coloca em pauta uma questão bem mais complexa do que podem pensar aqueles viciados em tuitar: a psicanálise é extremamente perigosa quando utilizada em períodos eleitorais. Maria Rita não cometeu crime, não é caso de polícia, mas sim três pecados extremamente graves, a saber:

 

a) revelou que há luta de classes no Brasil, o que coloca em risco não apenas a ordem social interna, como também a estabilidade do sistema solar. Ao revelar que o contingente de votos para Dilma significou, em realidade, um maciço apoio à defesa e manutenção de uma melhor distribuição de renda (num país onde, todo mundo sabe, o dinheiro está concentrado em poucas mãos), ela cometeu seu primeiro e mais grave pecado.

Tal segredo, trancafiado em vetustos alfarrábios do século XIX, não poderia jamais ter sido desvelado. Desde a queda do muro de Berlim, as questões relativas às classes sociais estão terminantemente proibidas de serem tratadas em público, em todos os territórios administrados ou sob tutela do Império. Apenas seus esotéricos conhecimentos de psicanalista podem explicar tão grave delito. É possível que tais revelações tenham a ver com o inconsciente da nação; mas, mesmo assim, é amplamente reconhecido que tudo aquilo que emerge no ambiente da análise deve permanecer oculto e jamais ser revelado aos outros.        

b) explicitou o que é possível fazer com o dinheiro, sendo esse seu segundo pecado. Estando o dinheiro em poucas mãos, é indispensável que apenas aqueles que com ele lidam saibam o que com ele fazer. Ao revelar que mesmo aquela esmolinha caça-voto do Bolsa Família está produzindo ínfima mas detectável economia de mercado nas pequenas cidades do Brasil profundo, Maria Rita deu a público outra informação que deveria ficar restrita a poucos. Pois se estes pés-rapados aprendem a manipular o dinheiro, quem vai segurar a onda que virá, na esteira de um aprendizado que ameaça a totalidade do mercado mundial, daqueles poucos que, até agora, detinham não apenas o saber como o controle desse conhecimento? Como anotou um indigitado leitor de blog, "porque essas psicanalistas não ficam em seus consultórios tratando da depressão dos abonados?"

c) O terceiro pecado de Maria Rita foi ter revelado que o Estadão apóia o candidato José Serra. Todo mundo sabe que jornais, como outros órgãos de imprensa, devem se manter neutros quando ocorrem disputas políticas. Ter revelado a conduta do Estadão, evidenciou, mais uma vez, a índole problemática de Maria Rita, ao trazer a público o que deve ser mantido em sigilo. A partir de agora não haverá mais como ocultar que as notícias estampadas naquele diário articulam jogos de interesses, mascaram e maquiam informações, torcem fatos e enfoques visando beneficiar José Serra. Foi-se a neutralidade.    

Bruxas como Maria Rita devem ser conduzidas à fogueira, rezam os manuais da Inquisição. Que se arme  o auto de fé em praça pública, portanto, para uma rápida consumação, antes que o mal cresça e possa empestear outras bruxas, em modo incontrolável. Que sejam imediatamente convocados os inquisidores Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi para cumprirem suas funções, conduzindo a penitente ao fogaréu.  

 

Edélcio Mostaço, pelo espírito de Demóstenes

 

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QUE VERGONHA

 

Parece que estamos em pleno regime de exceção diante do que fez o jornal Estadão ao demitir Maria Rita Kehl sob a justificativa de "delito" de opinião. Infelizmente acabei conhecendo a verdadeira cara deste veículo, cara de boletim partidário da direita. Que vergonha para a democracia, para a liberdade de expressão. Com que moral um veículo parcial como este vai se manifestar sobre o que quer que seja? A grande imprensa do Brasil está podre. A começar pelo Estadão e segue com a Folha de São Paulo, a Globo e por último a vergonha da imprensa brasileira - a Revista Veja. A opinião é de um cidadão que nunca se filiou a uma agremiação partidária, que consegue ver tudo com mais clareza justo por estar desprovido de paixões partidárias. Isso tudo quer dizer que a grande imprensa não evoluiu dos anos 60 até os dias de hoje. Uma constatação triste para o futuro da democracia. Pois a elite, também podre, que governou o país por mais de 500 anos quer voltar para o ninho através de meia dúzia de veículos de imprensa interesseiros e desqualificados 

 

Mário Odir Lima

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ASSINANTE ENGANADA!

 

Acho que o velho Mesquita deve ter rolado na tumba, se acompanha o que vem se fazendo o grande jornal que ele criou, capaz de enfrentar os generais que ele um dia apoiou com poemas de Camões. Ele sempre se assumiu conservador (para não dizer reacionario). Porém, era também um liberal e, ainda que não exatamente democrático, acreditava no direito da palavra. Como nesse mesmo jornal pude ler, confirmando a sua biografia, ele convidou até o Sartre para conversar! E o que ele diria agora que o seu jornal todos os dias insiste que está sob censura porque uma ORDEM JUDICIAL o impede de publicar o que quer e, ao mesmo tempo, DEMITE uma comentarista (que se está no jornal é porque deve ter liberdade para comentar inclusive contra o jornal) como a Maria Rita Kehl?

Estou longe do Brasil, mas assim que chegar cancelarei minha assinatura, pois se o Jornal pode tomar partido e até chamar a aplicação da lei de censura, porque continuarei a ler aquilo que não é plural se sou pela democracia?

É demais para qualquer ser pensante! Aliás, deveria pedir ressarcimento por danos, pois, talvez por ingenuidade, achava que justamente por assumir posições o Estadão respeitava a diversidade!

 

Suzeley Kalil Mathias

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ESTADÃO: JORNAL FASCISTA

 

Já era de se esperar que um jornalão conservador e elitista como O Estado de São Paulo demitisse uma colunista que apontasse as contradições e a pobreza intelectual das elites e da direita neste país tão injusto. O que fica ainda mais patético é tentar justificar a demissão de Maria Rita Kehl como sendo resultado de uma rotatividade "natural" de colunistas. Nos últimos tempos, até considerava o Estadão uma boa alternativa à péssima Folha de São Paulo, cada vez mais tucana: o Estadão, pelo menos, parecia mais sincero, ainda que plural. A demissão da psicanalista frustrou qualquer boa expectativa que eu pudesse ter do jornal.

O jornalismo impresso no Brasil não está com seus dias contados por efeito da revolução midiática global: está com os dias contados devido à incrível inexistência de qualquer credibilidade em suas redações. O que o Estadão ainda não percebeu é que este tipo de atitude só agrada a uma parcela fascista da alta classe média.

Pelo visto, o Estadão não gosta de intelectuais. Qual será o próximo passo? Contratar o Reinaldo Azevedo e lhe dar um blogue para aglutinar gente burra para falar mal do governo?

 

Gabriel Fernandes

 

 

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EM DEFESA DA LKIBERDADE DE OPINÃO

 

Prezados Srs.,

Foi com muito pesar que soube da notícia da demissão sumária da psicanalista e articulista do Estado de S. Paulo Maria Rita Kehl.

Não que eu esperasse muito mais de um jornal que se omite perante a corrupção dos tucanos, tefepistas, membros da opus dei e de outros segmentos elitistas que seguem a "Carta de Caminha" da predação colonial. Tudo se passa como se a corrupção fosse uma invenção do atual governo.

Como então o PSDB conseguiu manter-se durante 8 anos no governo Federal e quase 16 no estadual??? Não pelo aniquilamento da corrupção, mas certamente com a bênção da grande imprensa que não noticia e é conivente com a corrupção que lhe interessa.

Evidentemente há muitos pesos e muitas medidas na grande imprensa brasileira que defende intransigentemente o direito de 8 famílias, se tanto, de monopolizar a opinião.

Felizmente, ao menos o leitor bem instruído sabe onde encontrar boa informação.

Resta-nos, além disso, fazer uma campanha sem trégua pela liberdade de imprensa, que passa necessariamente pela democratização dos meios de comunicação, pelo fim do regime de oligonopólio que cerceia a democratização econômica desses meios e pela gestão democrática dos órgãos de imprensa.

Enfim, a LIBERDADE DE IMPRENSA não é possível onde o jornalismo é negócio de Famiglia.

Passar bem,

 

Eduardo Mei

 

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 MARIA RITA KEHL E SEUS DELITOS DE OPINIÃO

 

Em 7/10/2010 recebi de Roberto Patez  (desconhecido meu) correio eletrônico intitulado  "Jornal O Estado de S.Paulo demite colunista por  'delito'  de opinião". Em 8/10/2010 pelo Forum dos Leitores, pp.A-2 e A-3 pronunciaram-se cinco missivistas sobre a saída de Mª Rita Kehl do corpo de colunistas d'OESP.  Com o título  "Maria Rita Kehl", abriu cinco subtítulos, isto é, cinco missivistas : o primeiro pede confirmação da saída, o segundo e o terceiro condenam a demissão, o quarto e o quinto a elogiam, para, ao fim  deles todos, a Redação publicar nota explícita sobre o ocorrido.  Ainda em 8/10/2010 no lugar costumeiro em que o Forum eletrônico coloca as missivas do dia do jornal impresso foi omitida a 4ª carta  ("Ruinzinha"), substituída por  "Censura", que também condena a demissão havida.  Isto significa, para quem não lê o jornal impresso, o jornal de papel e tinta, que as cartas nele publicadas seriam : a 1ª, pedido de confirmação; 2ª - 3ª  e  4ª, condenação da demiss  ão, e apenas a 5ª aprovação !  No Forum  dos Leitores eletrônico na parte reservada apenas às por ele exibidas não havia carta nenhuma.

    Não sei o que levou cada um dos missivistas a verberar o Jornal pela saída da colunista, mas posso considerar que ela deve ter sido muito importante em alguns meios político-ideológicos.  Em primeiro lugar pela entrevista que Maria Rita deu a  "Terra Magazine"  (7/10/2010),  a mim enviada pelo referido Roberto Patez,  em que diz logo de início, a título de incriminação :  "Fui demitida pelo jornal O Estado de S.Paulo pelo que consideram um  'delito'  de opinião". (leia-se a clara Nota da Redação de 8/10/2010 sobre o assunto.)  Sua coluna de 2/10/2010  "Dois pesos ..." nada tem de Psicanálise, é uma defesa ostensiva dos beneficiários das várias  bolsas com que o atual governo petista realmente comprou esse eleitorado financeira, econômica e socialmente dependente, incapaz de autonomia crítica, que dinheiro nenhum traz.  É risível a observação da colunista que essas bolsas  (que não chegam a um salário mínimo),  segundo Paul Singer - economista, tenham melhorado a economia

 dos lugarejos por elas beneficiados !  Em segundo lugar, a colunista apresentada como psicanalista, ainda há um ano subscreveu em 21/9/2009  "Manifesto em Defesa da Democracia e do MST", ao lado de notórios ideólogos, alguns militantes,  da causa comunista, como Plínio de Arruda Sampaio,  Osvaldo Russo  -  PT,  Antonio Candido  -  USP, Fábio Konder Comparato  -  USP,  Ivan Valente  -  atualmente  PSOL,  Renato Simões  -  PT,   D.Pedro Casaldáliga, Leonardo Boff, além do sindicalista  Paulo P.da Silva - Força Sindical.  Que diz resumidamente o Manifesto ?   (Destaques meus em maiúsculas :)  (1) "(...) ousadia dos trabalhadores rurais  (=MST) de garantir esses direitos conquistados na Constituição  (...) através de  OCUPAÇÖES  PACÍFICAS ;  (2)  O ataque ao MST extrapola a luta pela Reforma Agrária.  É um  ATAQUE  CONTRA  OS   AVANÇOS  DEMOCRÁTICOS  CONQUISTADOS  NA  CONSTITUIÇÃO  DE  1988;  (3) (as maiúsculas a seguir são do próprio Manifesto : )  CONTRA  A  CRIMINALIZAÇÃO  D

O  MOVIMENTO  DOS  TRABALHADORES  RURAIS  SEM  TERRA !

    O Manifesto omite deliberadamente o que de público os próprios dirigentes e executores de todos os crimes perpetrados pelo MST dizem com todas as letras  para os que sabem ler e não são beneficiários de bolsas governamentais  nem de imposições ideológicas:  (1º)  ao tratar da obtenção de recursos financeiros no País, os recursos  -  evidentemente não gratuitos  - que vêm do Exterior;  (2º) o Movimento há muitos anos nada tem a ver com trabalhadores rurais;   (3º)  o propósito primeiro e último é a instituição de outro regime político e econômico no País : o socialista.  A ex-colunista do jornal OESP  - Maria Rita Kehl, muito mais que psicanalista, em manifestação político-ideológica tipicamente petista, com sua assinatura afiançou então mentiras e incorreções, escondeu realidades que configuram a questão plena.

"A liberdade pede um preço mais alto; quem não o paga, dirige-se para o comunismo.  Não apenas o comunismo como sistema, mas principalmente como tentação interna, abandono intelectual e espiritual." 

(Alexandre Zinoviev. dissidente russo, exilado em Munique  -  Alemanha, em entrevista transcrita pelo jornal OESP, 12/4/1981, p.168)

 

Claudio M. Chaves

Piracicaba/SP

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N. da R. - O projeto original, no caderno C2+música,é ter aos sábados um espaço para a psicanálise, mas não era esse o enfoque que Maria Rita Kehl vinha dando à coluna.  Iniciou-se com a autora, portanto, uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, incluindo até a possibilidade de ela deixar de escrever.  O vazamento dessas tratativas pela internet precipitou a decisão.  A imputação de que houve "censura" é absurda.  Todas as colunas recebidas foram integralmente publicadas.

 

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