Fórum dos Leitores

DOAÇÕES ELEITORAIS

O Estado de S.Paulo

19 Setembro 2015 | 02h54

Dura lex...

O STF considerou inconstitucional o financiamento empresarial de partidos e candidatos em campanhas eleitorais. A Constituição brasileira foi promulgada em 1988, portanto, todos os candidatos eleitos nas últimas eleições e que receberam doações empresarias, desde vereadores até presidente da República, deverão ter seus mandatos cassados por não cumprimento da Lei Maior. Dura lex sed lex.

JOSE PAULO CIPULLO

j.cipullo@terra.com.br

São José do Rio Preto

Revolução pelas urnas

A declaração do STF de inconstitucionalidade do financiamento de campanhas por empresas muda completamente o panorama das eleições, para melhor. O toma lá dá cá vigente entre os candidatos e partidos eleitos acabará. Os eleitos preocupar-se-ão muito mais com os eleitores e terão uma ação muito mais voltada para os interesses populares. As campanhas riquíssimas, em afronta ao povo pelos gastos imensuráveis, deverão acabar, assim como o jogo político de cartas marcadas. O excesso de dinheiro em certas campanhas prejudica os candidatos que não têm acesso aos financiamentos obscenos das empresas ricas e que mantêm contratos com o governo. Agora não serão mais as empresas que determinarão os rumos do País. O povo, que não tinha poderes para extirpar de cena os maus políticos, vê-se assim esperançoso com o trabalho do STF. Graças a Deus!

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Retrocesso

Gostaria de entender: o Orçamento da União não fecha. Faltam recursos em todas as áreas e o STF quer que os brasileiros também arquem com as despesas das dispendiosas eleições?! Nada impede que apareça alguma “Petrobrás” no caminho. Continuamos retrocedendo.

LUIZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Caixa 2 e impunidade

A proibição, pelo STF, de doações de empresas a partidos políticos e candidatos a partir das eleições de 2016 é medida salutar, porém depende de algo que precisamos muito neste país: o fim da impunidade. O recebimento de dinheiro para campanhas, seja público ou privado, exige fiscalização. O nefasto caixa 2 pode ser feito com verbas de qualquer origem, o controle do recebimento e da aplicação é que precisa ser aprimorado. E quem comete crimes eleitorais tem de receber penas duras e de aplicação mais célere pela Justiça. O que definitivamente não é o que ocorre nos dias atuais.

RAFAEL MOIA FILHO

rmoiaf@uol.com.br

Bauru

Medida inócua

Contra gente inescrupulosa não existe milagre e barrar doação de empresas para campanhas eleitorais não vai adiantar. Tivemos experiência com o pagamento das multas dos mensaleiros. Apareceram doações sabe-se lá de quem e de onde. Pode muito bem ter sido dinheiro do petrolão, já que a maioria deles está envolvida também nesse crime. Quem garante que os políticos não continuarão a extorquir as empresas e as doações virão de seus proprietários ou mesmo de laranjas? Os ministros do STF não pensaram em mudar o nosso Código Penal para que corrupção passe a ser crime hediondo, a ser julgado como prioridade, sem direito a prescrição e relaxamento de pena. Só vamos poder contar mesmo com aquela lista com 1,5 milhão de assinaturas que vem sendo recolhida pelos procuradores de Curitiba. Contra a bandidagem a única palavra que vale é “prisão”!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Cofres cheios

Pessoas jurídicas criam empregos, movem a nossa economia e passaram ao mundo do ilícito, no plano eleitoral, em face da decisão da Suprema Corte, ressalvados os votos vencidos dos ministros Teori Zavascki, Celso de Mello e Gilmar Mendes, que incandescentemente abriu a divergência minoritária ao demonstrar que sob o sistema eleitoral criado pelo Judiciário(!), proibindo as doações de pessoas jurídicas, estas serão clandestinas e ilimitadas, como sempre foram em nossa História. E o lulopetismo mudou de posição depois de reservar recursos para permanecer no poder até 2036.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Cleptocracia

Pensei que depois de Joaquim Barbosa não haveria mais nenhum juiz do STF com miolo suficiente para nos representar. A grata surpresa foi a explosão “gilmariana”, que, estrelismo à parte, disse a verdade sobre os desmandos e a corrupção do PT com todas as letras. A princípio parece contraditório por ele ter votado a favor das doações empresariais, mas depois de 13 (esse número maldito de novo!) anos desse partido no poder, sabemos que em tudo o que o PT estiver a favor temos de ser contrários e vice-versa. E por que Gilmar Mendes é a favor? Porque “a vedação das contribuições de empresas privadas estrangularia os partidos que não se beneficiaram do esquema criminoso revelado pela Lava Jato, o que impossibilitaria a alternância no poder”. Equivale a dizer que, depois de tudo o que roubou, o PT já tem muito dinheiro em caixa e não precisa dessas doações. E quem mais que o PT se interessa pela não alternância no poder? Em tese, o STF votou a favor da continuidade da cleptocracia e contra a democracia! Assim, sem surpresas, de novo Lewandowski e seus cumpanheiros mostraram a que vieram. Lula, o “sem-governo”, foi a Brasília – de jatinho que ninguém sabe de quem é, mas todos sabem quem vai pagar – articular a política no lugar de Temer, por aí já sabemos que o projeto de poder continua mais vivo que nunca. Alternância no poder só se for de um petista por outro petista...

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

Apaixonados

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, disse que “a cadeira do STF, a Corte maior do País, não comporta apaixonados. Ela é para magistrados”, referindo-se ao voto de Gilmar Mendes na ação sobre doações eleitorais de empresas. Por acaso os ministros Toffoli, Lewandowski, Fachin agem no STF como magistrados? Não, agem como petistas!

ANTONIO CARLOS SROUGE

acsrouge@gmail.com

São Paulo

Salve, Gilmar!

Embora não concorde com a tese defendida pelo ilustre ministro, sinto-me representado em todos os termos políticos de roubalheira expressos em seu magnífico voto.

JOSÉ LUIZ TEDESCO

tedescoporto@hotmail.com

Presidente Epitácio

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

RENDA A QUALQUER CUSTO

 

Dilma Rousseff cogita de liberar os jogos de azar no Brasil para aumentar a arrecadação do seu governo. Uma sugestão: quando o presidente Dutra proibiu os jogos de azar, o fez para salvaguardar as famílias em que alguns de seus membros perdiam fortunas nas mesas de jogos. Já que o atual governo está se lixando para o bem-estar das famílias, muito mais renda que os jogos de azar dá o tráfico de drogas e de armas. Por que não liberá-los, já que o objetivo é obter renda a qualquer custo?

 

Ronald Martins da Cunha ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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DONA SANTINHA

 

Mais perdida do que cego em tiroteio, desculpem-me aí os deficientes visuais, dona Dilma resolveu dar um tiro no escuro. Aventou a hipótese, já veiculada pela mídia em diferentes ocasiões, de legalizar os jogos de azar no Brasil, bingos e cassinos, uma vez que os próprios governos já exploram diferentes tipos de loterias. De olho na arrecadação polpuda de impostos que poderia advir dessa jogatina legal, Dilma periga dormir mal a partir de hoje. O motivo é que, dizem as más línguas, os jogos de azar praticados no Brasil no final dos anos 40 do século passado foram proibidos por ordem do presidente Dutra, depois que este recebeu ordem de dona Santinha, sua esposa, senhora extremamente religiosa e que via nos cassinos um antro de perdição. Cuidado, Dilma, dona Santinha vem puxar a sua perna.

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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SEJA O QUE DEUS QUISER!

 

Ao querer legalizar, assim de supetão, os jogos de azar como bingos, cassinos e o jogo do bicho, o governo nos dá a prova mais cabal de estar entregando a economia à sua própria sorte. E seja o que Deus quiser!

 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

 

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JOGOS DE AZAR

 

Bingo! Grande ideia de arrecadar com o azar de muitos e sorte de alguns premiados. É a cara do governo e de sua campanha eleitoral.

 

Haroldo Nader nader.haroldo@gmail.com

Valinhos

 

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LEGALIZAR O JOGO

 

A única sugestão boa até agora surgida nesta “zona” em que o governo se meteu por mais dinheiro no erário foi taxar o jogo. Muitos são contra, mas é pura hipocrisia. Como aqui é proibido, quem gosta de jogar vai a locais clandestinos e, se tem grana, para o Uruguai, Argentina e países latino-americanos onde o jogo é legalizado. Quem tem mais grana vai a Las Vegas. Desde que o mundo existe e o homem aprendeu a andar ereto, com o tempo, aprendeu a divertir-se via jogos de várias formas, até chegarmos aos luxuosos cassinos americanos que, via impostos, carreiam bilhões de dólares para o governo dos EUA.

 

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

 

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BINGO!

 

Após quase cinco anos, vemos um lampejo de inteligência deste governo: em 80% dos países do mundo o jogo é liberado, porém neste país bolivariano (Brasil), não. Vejo esta atitude de analisar a legalização do jogo com muito bons olhos, pois a polícia teria mais tempo para pegar bandidos de verdade, em vez de prender velhinhas que estão jogando bingo.

 

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

 

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FAÇAM SUAS APOSTAS

 

Quem disse que o governo não tem plano b? Vamos fazer um verdadeiro cassino no País.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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LULA EM BRASÍLIA

 

Como a criatura “presidenta” “competenta” está mais perdida do que barata em galinheiro, o criador voou a Brasília (quem cedeu o jatinho?) para dar suas instruções: recomendou reforma ministerial ampla, diminuição de espaço para os “traidores” e também quer que sejam dadas notícias boas à população. Salvo engano, se entendemos direito, a finalidade do encontro, com a desculpa da preocupação com os rumos da economia do País, foi dar o jeitinho de acomodar a “cumpanherada” para garantir a manutenção do poder à custa de muita propaganda enganosa, pois não?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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PARLAPATÃO

 

O que este cara, ou “o cara”, como ironizou Obama – não sabia o nome “delle” –, continua regurgitando regras? Fecha essa matraca! Vai tomar Brahmas! Não enche mais nosso saco!

 

Carlos Alberto Roxo roxo_7@terra.com.br

São Paulo

 

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‘ARROGNORÂNCIA’

 

Segundo o Sancho Pança n.º 2 ou 3, Edinho Silva, Lula está mais preocupado com a retomada do crescimento econômico, que é mais importante que o ajuste fiscal. Claro, primeiro faço o almoço, depois vou ao supermercado fazer as compras e, então, vou procurar um emprego que no fim do mês me dê um salário suficiente para pagar a festa. Quem sustenta tanta “arrognorância”? A figura é boa, pena que não estejamos em tempo de rir.

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

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ENGANO MEU

 

Eu tinha certeza absoluta de que o mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva havia terminado. Engano, ele simplesmente reduziu a carga horária, mas continua presidente de fato. Toda semana, na surdina, vai a Brasília e, nos porões do Palácio do Planalto, se reúne com a presidente de direito, convoca alguns asseclas do primeiro escalão para testemunha e dá as ordens à governanta. Que país é este que aceita tamanha aberração, principalmente vinda de um chefe de quadrilha? Até quando nós vamos ter de ver a cara desse indivíduo, um covarde que nenhum erro assume, estampada nos jornais destilando ódio, pregando a discórdia, falando mentiras e tentando segregar a sociedade?  Ele deveria está na cadeia. Algum dia seremos um país sério?

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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A DÚVIDA PERSISTE

 

Às vezes temos dúvidas sobre quem é atualmente o presidente do Brasil. Se é Dilma Rousseff ou Luiz Ignácio Lula da Silva.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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SUGESTÃO

 

Lula sugeriu a Dilma que privilegie aliados na reforma. O que ele quis dizer é que ela dê preferência aos coniventes!

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br

São Paulo

 

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NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO

 

Que triste descobrir que nunca antes na história deste país um ex-futuro candidato a estadista, que pretensamente acabou com a fome e insinuava querer ser o próximo secretário-geral da ONU tenha na prática se transformado em líder da bancada do partido para o baixo clero. A seguir nessa trajetória, com sorte terminará como síndico de algum condomínio.

 

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

 

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‘O AEROPORTO QUE SÓ EXISTE NO BRASIL’

 

Brilhante e incontestável são poucas palavras para expressar minha admiração pela crônica de Ignácio de Loyola Brandão no “Caderno 2” do “Estadão” de ontem, 18/9. Com palavras medidas e discurso fácil, Loyola sintetiza a realidade petista do Brasil. Falsa, falida, quebrada por maus brasileiros, se é que os podemos chamar de brasileiros. Peçam a quem não a leu para que o façam, sob pena de perderem uma grande oportunidade de luminoso saber, com realidade e sarcasmo. Não vamos perder as esperanças, o Brasil é maior que o buraco em que Lula, Dilma, seus asseclas e o PT pretendem nos jogar.

 

Ricioti Covesi Filho ricioti@uol.com.br

Americana

 

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CRISE ECONÔMICA

 

Uma administração desencontrada, incerta e, consequentemente, insegura só pode gerar caos. Um caos generalizado. A tempestade que se criou tem origem na incapacidade de gestão e pegou desprevenidos os mais desprotegidos. O setor financeiro global levanta a questão do caos com propriedade e, ao mesmo tempo, influencia para o atraso na elevação da taxa de juros americana para não contribuir para um caos maior. Buscam um clima melhor para assegurar o recebimento de empréstimos que poderão se tornar mais duvidosos com a situação financeira mais deteriorada. O governo, ao não fazer ajustes fundamentais, joga contra a plateia oferecendo aumento de impostos como solução fundamental de uma mera operação tapa-buraco. A visão é míope e o jogo continuará embaralhado.

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

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O MAL SE CORTA PELA RAIZ

 

Em entrevista ao “Estadão” em 14/9 (B1 e B3), o senhor João Carlos Brega, presidente da Whirlpool para América Latina, questionado sobre qual era sua opinião sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi taxativo: temos uma Constituição que prega que quem foi eleito governa por quatro anos, se não gostou, na próxima eleição vote certo e ponto. E, como avaliava a gestão da presidente, afirmou que foi eleita porque o povo a avaliou bem. A carapuça não serviu para 48,4% de eleitores que votaram certo e atribuíram nota zero à gestão da vencedora. Hoje, a maioria que votou “errado” percebeu a besteira que fez, tanto que 93% querem ver a presidente fora do poder. Então, com todo respeito ao empresário, que foi obrigado a fazer mudanças em sua empresa para enfrentar esta crise sem precedentes, por que é que temos de engolir mais quatro anos desta senhora, com esmagadora margem de rejeição? Que anda à cata de bilhões de reais do contribuinte, num eterno vaivém de propostas equivocadas ao Congresso Nacional, implorando por ajustes para tentar consertar suas próprias lambanças? A situação está caótica e a tendência de piora para este e os subsequentes anos é real. Por que deixar que a situação degringole ainda mais? O impedimento, democrático, da presidente tem de ser para ontem. Antes que o mal cresça, corta-se a cabeça.

 

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

 

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LUZ NO FUNDO DO POÇO

 

Realmente, estamos numa situação caótica. Dentro do cenário político que nos restou é difícil de enxergar uma solução. Em 1985 aconteceu a tão “sonhada” abertura política, e daí em diante a situação só piorou. Cambaleamos até 2002, quando, depois de várias tentativas, o Partido dos Trabalhadores (PT) assume o poder com a bandeira de um partido com princípios rígidos de ética e moral, apoiando-se na imagem do trabalhador. Que lástima! Iniciou-se aí uma fase histórica do maior esquema de corrupção reconhecido e comentado internacionalmente. Hoje, temos um governo com 2% de aprovação, praticamente sem apoio até mesmo da sua própria base no Congresso e que, aos frangalhos, tenta se segurar. Onde não sei. A presidente precisa até mesmo se proteger com uma muralha metálica para comparecer a um evento para entrega de casas populares, enquanto do outro lado do muro o boneco do seu patrão e criador vestido de presidiário com as siglas PT-171 é inflado. Meu Deus! Com uma total anarquia como esta, mais uma dívida externa de mais de US$ 350 bilhões, realmente não vejo nenhuma luz no fundo do poço. É difícil de entender o que fizeram com este país?

 

Leonidas Ronconi ronconileonidas@gmail.com

São Paulo

 

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FATOS SÃO FATOS

 

A desaprovação das contas do governo, a inflação e o desemprego derrubarão Dilma Rousseff. Esses fatos serão muito mais determinantes do que a retórica.

 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

 

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GOLPE?

 

A presidente Dilma acusou esta semana adversários de usarem a crise para tentarem chegar ao poder, dando a isso o nome de “golpe”. Será que para ela e Lula só interessa o poder? Não estão preocupados em consertar o buraco em que colocaram o Brasil, com o desgoverno e a corrupção cortando mordomias e ministérios inúteis? Para a sociedade, que está pagando pela crise, pela corrupção e pelo desgoverno, não interessam poder nem golpe! Queremos mais é não ter de arcar com todo o prejuízo! É uma questão de sobrevivência.

 

Angela Maria de Souza Bichi angela_bichi@hotmail.com

Santo André

 

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LEGÍTIMA DEFESA

 

Tem razão a presidente Dilma: é golpe, sim, o movimento para tirá-la do poder. É golpe em legítima defesa da honra do País. A presidente Dilma mentiu para se reeleger e continua mentindo sistematicamente. A presidente Dilma roubou e deixou roubar como nunca antes na história deste país. O Brasil tem todo o direito de golpear a presidente mais corrupta e incompetente que já houve.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A OUTRA FACE DE DILMA

 

Pelo que se conhece da história, Dilma foi guerrilheira e apoiava, como faz ainda hoje, governos ditatoriais. Basta ver como ela se comporta com Cuba e com a Venezuela. Posar de santinha e declarar que não se pode tirar ninguém do poder é mostrar a outra face da presidente. É preciso ter motivos e os que estão a caminho são bem mais graves que os contra Fernando Collor quando foi apeado do poder. Seu criador, Lula, disse que o povo brasileiro aprendeu uma lição: quem elege também tira. Portanto, esse discurso de golpe não fica nada simpático na boca de quem se valeu de mentiras e de pedaladas para vencer a eleição. Dona Dilma, fique tranquila, se ficar provado que a senhora cometeu crimes, peça ajuda ao mesmo “diabo” que a elegeu e peça a ele também para lhe ajudar a sair do buraco em que se meteu e pagar as suas contas. Simples assim.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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A CRISE, O GOVERNO E A CONTA

 

Os governos lulopetistas torraram o dinheiro público e, agora, que estão vendo o Brasil caminhar para uma situação de Grécia, vêm querer que nós paguemos a conta. Lula proliferou a instalação de representações diplomáticas (mais cabides de empregos) em países que nem ele nem ninguém do governo sabem por que foram escolhidos. Aliás, alguns nem sabem onde ficam. Abriu universidades em cidades que nem tinham base para sustentá-las. Não havia infraestrutura, como prédios, professores, nem alunos! Haja pagamento de aluguéis, enriquecendo quem sabe quem. Os governos lulopetistas aumentaram os gastos com o Bolsa Família, incluindo aí jovens de 16 anos, 17 anos, que, por isso, nem querem mais trabalhar (mesmo após 18 anos). Estenderam os gastos com a bolsa-ditadura, a bolsa-pesca, a bolsa-encarcerados e outras bolsas. Gastaram (mal) nas megalomaníacas obras, muitas das quais nem saíram do papel, como a transposição do Rio São Francisco, o trem-bala (a empresa criada para gerir o “trem-fantasma” continua gastando), as refinarias do Nordeste, etc. Levaram o Tesouro a um estado de endividamento astronômico com os aportes ao BNDES, para que este banco de fomento, que deveria estar financiando obras e criando empregos no Brasil, fizesse justamente o contrário. Financiou Cuba, Angola, Venezuela, Bolívia e quem sabe mais quem. A maior parte dessa conta não será paga. Se o Brasil receber alguma coisa, virá com juros subsidiados de 4,5%, 5%, enquanto o Tesouro (nós, brasileiros) paga mais de 14% com o endividamento público. E os milhões (bilhões) gastos em propagandas eleitoreiras, principalmente nos anos finais dos governos lulopetistas? Jornais, revistas de circulações restritas ou reduzidas, canais de TV de quase nenhuma audiência, etc. E os gastos com as lanchas do Ministério da Pesca; com as milhares de máquinas, caminhões, micro-ônibus comprados sabe-se lá a que preço e de quem, que foram entregues a Prefeituras, muitas das quais não conseguem nem fazer manutenção, pagar condutores? Veículos e máquinas comprados com o dinheiro público com a finalidade de ganhar mais votos, mas que pouco ou de nada serviram para as populações de alguns municípios. Ah, e não nos esqueçamos dos demais Poderes da República: senadores comprando novos carros; Câmara gastando em tudo; Judiciário com seus novos palácios e salários de não mortais. Ufa! Isso é só uma parte. Deus salve o Brasil!

 

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

 

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MAIS UM EMBUSTE

 

Não tenho dúvidas de que o recente pacote do governo para realizar o ajuste fiscal é mais um embuste da presidente Dilma. Ninguém acredita na palavra de uma pessoa que mentiu ao longo de sua campanha presidencial: mente agora ao dizer que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é um imposto provisório e que será destinado somente à previdência social; debocha do cidadão ao dizer que ninguém “nem sentirá” o imposto, por causa de sua fração mínima de 0,2%. Os cortes anunciados são uma falácia na medida em que não apresentam nenhum corte concreto de despesas, exceto o congelamento dos salários dos funcionários públicos. O pacote é uma afronta à inteligência popular, um verdadeiro ato de zombaria explícita e um escárnio.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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TURBULÊNCIA

 

Fernando Henrique Cardoso, em resposta a Dilma Rousseff, rebateu a petista e afirmou que o governo faz parte da turbulência. Eu diria diferente: o governo atual é a turbulência.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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BOBOS DA CORTE

 

Os governadores aliados ao desgoverno petista, convocados pela presidente Dilma para tentar pressionar os congressistas a votarem esse famigerado imposto (CPMF), inclusive com a ideia de aumentar a proposta original de 0,20% para 0,38%, são verdadeiros palhaços da corte. Como afirma Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, “o governo está tentando dividir a derrota com os governadores”. Ainda bem que não há consenso entre os parlamentares para aprovar essa emenda. Chega a ser patética a foto do governador Luiz Pezão, do Rio de Janeiro, com o presidente do Senado, Renan Calheiros, estampada na página A4 do “Estadão” de quinta-feira (17/9).

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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ESTRANHA CONFUSÃO

 

Em diversos telejornais observei que os apresentadores insistem em atestar que o ministro Joaquim Levy refere à CPMF o valor de 0,2%, esquecendo-se de que o correto – e o ministro repetiu mais de um vez – é 0,002% (dois milésimos)! Atenção, pois isso significa muito menos do que 0,2%, que traduz dois décimos, e não milésimos. Ouçam com todos os ouvidos suas palavras. Ouçam.

 

Moyses Friedheim m.friedheim@uol.com.br

São Paulo

 

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A HERANÇA MALDITA

 

Se existe a “justiça divina”, parece que sim, o proselitismo mentiroso de Lula e do PT sobre a “herança maldita” recaiu sobre eles mesmos com a força de uma vingança. Mas, como tudo que é divino, como vemos no livro de Jó, foi extremo, vingou-se do País todo e de milhões de desvalidos.

 

José Antonio Garbino ja.garbino@gmail.com

Bauru

 

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‘FACE DE PAU’

 

Circula na internet que o cartunista Hubert teve sua página no Facebook censurada em 16/9 pela própria empresa que disponibiliza o uso dessa rede. O motivo do bloqueio teria sido uma charge publicada por ele com o título “Sugestão de corte no orçamento”, ilustrada com a imagem da presidente Dilma Rousseff segurando uma bandeja na qual está depositada a cabeça dela mesma. Diante dessa injustificável limitação à liberdade de expressão, fica proposta a mudança de nome do serviço de “Facebook” para “Face de Pau”.

 

Claudio Janowitzer cjano@terra.com.br

Rio de Janeiro

 

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GOVERNO DONO DO ESTADO

 

Se a ministra Dilma Rousseff se submetia às vontades da Presidência da República e até nas coisas com que não concordava quando na presidência do Conselho de Administração da Petrobrás, por que o sr. Murilo Ferreira, atual presidente, haveria de ser diferente? No alto do seu saber, é exatamente este o pensamento da presidenta Dilma. Ela – como Lula – se considera acima das leis e dona do Estado. Diferentemente do que ocorre na maioria dos países do Primeiro Mundo, essa é a situação das estatais brasileiras. Os conselheiros e executivos dessas pseudoestatais têm de colocar os interesses da empresa a reboque da vontade dos governantes. Se estes são desonestos, a corrupção se alastra.

 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

 

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‘CHERCHER LA FEMME’

 

Ninguém chama para depor Lina Vieira (Receita Federal), Venina Velosa (Petrobrás) e a sênior do Santander que, antes de qualquer agência internacional, desnudou o rei e a rainha. Na outra banda, cadê Gleisi Hoffmann, Ideli Salvatti, Erenice Guerra e a mulher de Celso Daniel? O negócio é apertar as mulheres, no bom sentido (ou será mau?), é claro.

 

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

 

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‘O FUTURO DE UMA DESILUSÃO’

 

Redimindo-se das bobagens do artigo “O pau de selfie no protesto”, publicado no dia 20/8, o senhor Eugênio Bucci se consagra com “O futuro de uma desilusão”, publicado na quinta-feira (17/9), que, para mim, soou como uma velada autocrítica. Parabéns!

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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DOAÇÕES DE CAMPANHA

 

Uma goleada que amargamente nos lembra o 7 a 1 da Alemanha no Mineirão foi o que sentimos na decisão de 8 a 3 quando da proibição de doações de empresas para campanhas políticas. Lamentável é saber que o Congresso trabalha em sentido contrário, tentando aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que pode reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Luís Roberto Barroso não tira o direito do Congresso, mas diz que o STF tem o dever de “empurrar a História”. Fica, assim, estabelecido um princípio de igualdade entre candidatos à caça de votos.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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NUNCA ANTES

 

STF proíbe doações empresariais aos políticos. Parafraseando Churchill: nunca tantos deveram tanto a tão poucos.

 

Azor de Toledo Barros azortb@globo.com

São Paulo

 

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ATENÇÃO REDOBRADA

 

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta semana, ficam proibidas as doações privadas nas campanhas eleitorais no Brasil. Isso redobra a necessidade de atenção para o uso do dinheiro público, a gatunagem e a existência de muitos espertalhões para burlar a regra estabelecida. Os valores dos fundos partidários, reclamam os políticos, são insuficientes, porém, para se adaptar ao novo perfil do STF, o melhor seria uma reforma e a sobrevivência apenas de seis partidos – já que nos EUA e na Alemanha é bem menor o número de agremiações.

 

Yvette Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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POSIÇÃO IDEOLÓGICA

 

Mais dinheiro público para fomentar aquilo que o povo não quer que fomente. É difícil de entender que, se por um lado o poder público emana atos que interferem na vida empresarial, na pessoa jurídica em si, na empresa como um todo, essa mesma pessoa jurídica não possa interferir, de maneira democrática e transparente, é claro, nas decisões do Estado. A discussão deveria ser em estabelecer limites, regras, tetos de doações, coerência ideológica, etc., nas doações das empresas a campanhas eleitorais. Mas, por outro lado, parece que o Supremo Tribunal Federal (STF), a mídia, grande parte da opinião pública, mais o PT tendem a lutar contra a iniciativa privada. Como se essa fosse inimiga da Nação! Vê-se claramente aí uma posição puramente ideológica que está quebrando o Brasil, a América Latina e que solapou muitas nações e vidas ao longo da história.

 

Werly da Gama dos Santos gama_eamsc@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

 

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SALVE A NOSSA ESPERANÇA!

 

Até o Supremo Tribunal Federal (STF) sabia o que todos os brasileiros sabem. O ministro Gilmar Mendes, do STF, recomendou o partido do (des)governo que faça um combate à corrupção e varra a roubalheira que instalaram no País. Ainda acusou o PT de “cleptocratas”. Por que será que não divulgaram antes? É coisa antiga. Será que só perceberam agora? Indagado se tem medo do PT, por ter votado a favor das doações eleitorais de empresas, chegando a ter até um bate-boca com o ministro Ricardo Lewandowski, nada de estranhar. Também disse: “Seria bom que eles proce$$a$$em todas e$$as (haja cifrão!) estruturas que montaram”. Demorou, hein? Será que é chegado o momento que todos os brasileiros estavam esperando? Quem espera sempre alcança. Salve a nossa esperança! Tomara!

 

Luiz Dias lfd.silva@bol.com.br

São Paulo

 

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INATACÁVEL

 

Esse tempestuoso “affair” ministro Gilmar Mendes versus Partido dos Trabalhadores, e aí leia-se diretamente Lula, vem desde o início da Ação Penal 470, o mensalão. Não há o que se ter espanto pelo fato, dado que o ministro Gilmar Mendes é homem probo e inatacável moral e eticamente. Pode até ser polêmico em algumas de suas declarações, mas não propõe bobagens e tampouco fala asneiras, como muitos tentam pregar.

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

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DESAPAIXONADOS

 

O petismo é incorrigível. Continuam a considerar que somos todos idiotas. Desta vez foi o ministro da Defesa, Jaques Wagner: “A cadeira do Supremo Tribunal Federal, a corte maior do País, não comporta apaixonados. Ela é para magistrados”. Só faltou exemplificar com a indicação, por Lula, para o mesmo Supremo, do ministro Antonio Dias Toffoli, desapaixonado, isento – inclusive com o PT, de quem foi advogado – e com notório conhecimento e saber jurídico.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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O VALOR DE UMA DEPUTADA

 

A juíza Tatiana Dias da Silva, titular da 18.ª Vara Cível de Brasília, condenou o deputado Jair Bolsonaro a indenizar a moral atacada da também deputada Maria do Rosário, pagando-lhe R$ 10 mil. O deputado recusou-se a admitir ter dito que não estuprava a parlamentar do PT “por considerá-la não merecedora desse privilégio”. Bolsonaro adianta que vai recorrer da decisão. Discordo. Se a juíza arbitrou que a moral da deputada petista vale tão pouco, eu pagaria com prazer. Em cerimônia pública da tribuna da Câmara.

 

Osmard Andrade Faria oafaria@terra.com.br

São Paulo

 

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UM GOVERNO FIEL

 

É marcante a fidelidade do governo brasileiro, na gestão de Lula/Dilma, aos regimes ditatoriais, mas falsamente tidos como democráticos, a exemplo da Venezuela. O líder da oposição a Nicolás Maduro, Leopoldo Lopez, sem nem sequer uma consistente prova, foi preso e condenado a mais de 13 anos de pena. Governantes internacionais se manifestaram condenando Maduro pela arbitrariedade, mas o governo brasileiro se fingiu de morto e nada comentou. No entanto, mesmo diante da crise brasileira, Dilma alardeou receptividade aos refugiados sírios, quando aqui faltam recursos até para a previsão orçamentária de 2016.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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