Fórum dos leitores

CRISE DO LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

18 Setembro 2015 | 02h54

Pixuleco institucional

A presidente Dilma Rousseff terá de pagar um pixuleco bem gordo para os governadores convencerem suas bancadas a aprovarem a volta da CPMF. Se não “molhar a mão” dos governadores, nada de imposto novo. O pior é que para pagar essa propina o governo vai praticamente dobrar o valor do tributo, que passará de 0,20% para 0,38% das transações. O Brasil não é mais uma nação, vivemos o império do crime institucional, no caso, crime de extorsão, sem nenhuma esperança de solução de continuidade para o lixo em que o governo Dilma se transformou.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Cara de pau

No auge da crise, enquanto 99,9% dos brasileiros buscam uma solução, governadores vão a Brasília pedir mais dinheiro. Mas que cara de pau!

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Rei morto, rei posto

A verdade é que, com exceção do governador do Rio de Janeiro, que seguramente é amigo da presidente, os outros que pleiteiam a famigerada CPMF dependem exclusivamente de verbas do governo federal sob todos os aspectos, além, é claro, de serem de partidos da base aliada e, politicamente, neste momento necessitarem dar apoio à presidente de qualquer modo. Se eventualmente ocorrer a saída da presidente, no dia seguinte nem se lembrarão mais de Dilma. Rei morto, rei posto!

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

Lenha na fogueira

Toda vez que se viu o Orçamento deficitário, os governantes de plantão buscaram a solução mais simples e fácil de aumentar impostos, o que faz a carga tributária chegar a cerca de 40% da renda das pessoas. Ainda assim, as despesas do governo só aumentam. Enxugar o Estado, privatizar, reformar a Previdência, cortar gastos e melhorar o sistema tributário, que são medidas impopulares ou contrárias aos interesses de congressistas, essas ninguém se atreve a fazer. O Brasil está no caminho da Grécia.

CLÁUDIO DUARTE

claudio_duarte@hotmail.com

Belo Horizonte

Blá-blá-blá

A presidente pode avaliar o que é planejamento olhando o exemplo da China, que com caixa e sem privilégios já lançou cinco pacotes de investimentos em infraestrutura para manter a economia em patamar prudente. Por aqui, a poupança do Executivo se resume a blá-blá-blá e números vermelhos. Golpe? Ora...

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Ajuste ioiô

Parece filme dos Três Patetas, protagonizado por Dilma, Levy e Barbosa: num dia o ajuste sobe, no outro o ajuste baixa. É o efeito ioiô na política econômica.

LUIZ ROBERTO LIMA DE MORAES

luizroberto@thermoprat.com.br

Jundiaí

Sem pacote

Considerando haver dúvidas sobre a efetivação do pacote fiscal anunciado pelo governo, tanto no corte de gastos quanto em obter receitas, e se o ajuste não for aprovado pelo Congresso, o que é muito provável? Aí ficará evidente que a presidente Dilma não terá mais condição de governar. Sem base de apoio no Congresso, ou ela renuncia (o que sempre nega) ou o impeachment virá com força total. Até lá o País continuará afundando.

EDGARD GOBBI

edgardgobbi@gmail.com

Campinas

A presidenta pode propor o plano que for para sanar a quebradeira que criou que será rejeitado sempre, porque a matriz não é de fiança. Quem garante que o imposto arrecadado não servirá para outros fins que não os propostos pelo governo? Quem ganhou uma eleição via mentiras e pelo caminho do inferno não tem credenciais para apresentar nada. O problema não está na crise. Está na pessoa da Dilma. É uma crise de confiança sem possibilidade de volta.

REGINA ULHÔA CINTRA

reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

Plano B

O governo, por intermédio do ministro Edinho Silva, avisou que não tem plano B para o ajuste fiscal. Não seria uma excelente ideia de plano B a presidente Dilma deixar o governo para alguém que tenha competência e credibilidade, o que ela comprovadamente não tem, para executar, com apoio popular, as medidas necessárias para corrigir a grande lambança que ela fez?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

Brasil, país de contrastes

Temos excesso de Estado e falta de estadistas. Possuímos muita água e pouca sede de informação. Somos grandes em extensão territorial e pequenos em comprometimento com o futuro. Pagamos os tributos com civilidade e nos devolvem muita falta de vergonha. Pedalamos nas contas públicas e andamos de marcha à ré na economia. Somos ousados nas propostas, mas nos falta coragem para agir. Nadamos no pré-sal e afundamos na corrupção. Votamos na esperança e foi eleita a lambança.

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

Ameaças de aloprados

Se bem entendi, o ministro Augusto Nardes, do TCU, está sendo ameaçado por gente da oposição por estar disposto a votar... contra as contas de Dilma! Dá para acreditar? Está claro que isso é tramoia de aloprados lulopetistas, à Chacrinha, para confundir.

MÁRIO ALVES SOUZA

maroca64@bol.com.br

Salvador

CORRUPÇÃO

Peixinho

Filho de peixe peixinho é. Cria de Lula, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), está também sob suspeita de envolvimento em corrupção. Como, por exemplo, pagar R$ 650 mil por quilômetro linear de ciclovia, R$ 100 mil por um ponto de ônibus e R$ 1 mil por placa redonda similar à de estacionamento proibido que no mercado custa R$ 85. Cada um que tire as suas conclusões.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

Na Fifa

E agora, quem é que merece um chute no traseiro, hein, sr. Jérôme Valcke?

GIOVANI LIMA MONTENEGRO

giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

 

A ÚLTIMA CARTADA

 

Infelizmente para o Brasil, a última proposta da presidente Dilma Rousseff para cobrir o déficit fiscal não encontrou entusiasmo algum, tanto dos políticos quanto dos empresários. Foi, assim, considerada um remendo mal feito em que a presidente joga no colo do Congresso Nacional a bomba a explodir. É lamentável, mas é um retrato perfeito do caráter da presidente. Fingir que resolve. O Congresso recebeu com indignação sua proposta, tendo a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) sido dirigida, pelo presidente da Câmara, para discussão em 2017. Ou seja: se aprovada, só poderia começar a valer em 2018, segundo a Constituição. Com tudo isso, senhora presidente, acabaram-se as suas chances, seu tempo se esgotou e não há nenhum motivo para continuar no palácio, por ser incompetente para governar o País. Adeus, presidente. Se quiser fazer uma última coisa pelo seu país, deixe o cargo rapidamente. Ninguém aguenta mais a arrogância de uma pessoa vencida pela própria incompetência.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

 

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DILMA E O RISCO DE IMPEDIMENTO

 

A alegação de Dilma Rousseff de que “uso da crise a fim de chegar ao poder é versão moderna de golpe” não passa de medição dos outros pela própria medida. Seria tolerável, se não partisse de quem disse que faria “o diabo” para lá permanecer nem pertencesse a um partido que, na oposição, boicotou todos os planos econômicos contra as crises anteriores, até mesmo o outrora vitorioso Plano Real. Este, na verdade, atacado no passado, foi destruído no presente. Em matéria de golpe, mais moderno seria o uso de “pedaladas ficais”, mentiras marqueteiras contra adversários e “pixulecos” nas eleições.

 

Haroldo Nader nader.haroldo@gmail.com

Valinhos

 

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‘IMPEACHMENT NÃO É GOLPE’

 

Ainda bem que a frase “impeachment não é golpe” está sendo dita por um ex-petista (Hélio Bicudo) e por um ex-ministro do PSDB (Miguel Reale Júnior), ambos juristas, para calar a voz da “rainha”, que em chororô vocifera contra a avalanche de pedidos de impeachment. Porém pretender novas eleições é golpe e não deveria nem ser mencionado, para não dar margem a dúvidas nas intenções. É importante, também, que estes pedidos estejam baseados em provas, e não em indícios, pois a saúde do País não permite o vaivém de “cassa, não cassa, cassa, não cassa”, como tem acontecido com governos municipais e estaduais.

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

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GOLPE E DEMOCRACIA

 

Está completamente certo o jurista Miguel Reale Júnior quando diz “lutamos contra a ditadura dos fuzis e agora estamos lutando contra a ditadura da propina”. Palavras sábias de uma pessoa com o cabedal de Reale que podem nem ser surpresa, porém expressam o que há de mais óbvio. Só Dilma não entende nada de democracia. Aliás, nunca entendeu. Quando jovem, fez parte de dois grupos terroristas que nunca foram a favor da democracia e que almejavam era instituir no Brasil uma ditadura comunista. Sairíamos de uma ditadura da direita para ingressarmos numa da esquerda. Portanto, ela é a pessoa menos categorizada a dar palpites sobre democracia. Já sobre golpe ela até pode falar. Ou não é golpe o que tem feito desde o ano passado? Seria golpe maquiar as contas do País? Ou mentir nas eleições prometendo uma coisa que não entregaria? Não seria golpe atribuir aos outros candidatos malefícios que ela mesma iria fazer? E é golpe ou não se dizer impune só porque foi eleita?

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

 

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PELA LÓGICA DILMISTA

 

Seguindo o raciocínio da presidente Dilma, o ex-presidente Collor foi alvo de um “golpe”, perpetrado por uma oposição raivosa e antidemocrática, da qual se sobressaía o PT. Convém lembrar à presidente que quem formalizou o pedido de seu impeachment foi um ex-petista histórico, de comportamento irrepreensível e moral ilibada, desiludido com os novos rumos do partido, o jurista Hélio Bicudo.

 

Luiz Antônio Alves de Souza  zam@uol.com.br

São Paulo

 

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O GOLPE DE 2014

 

Nossa desacreditada “presidenta” precisa ser avisada de que quem realmente deu o “golpe” foi ela, mentindo e enganando todo o povo nas eleições presidenciais.

 

Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com

São Paulo

 

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PROMETEU E NÃO ENTREGOU

 

Golpe foi o de Dilma Rousseff ao enganar a Nação para ser eleita!

 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

 

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CONTRAGOLPE

 

Hoje não se trata de “golpe”, não, trata-se de “contragolpe”! O “golpe” já foi dado há alguns meses!

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhnadava

 

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AINDA AS PEDALADAS FISCAIS

 

Conforme editorial do “Estadão” (14/9, A3), o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU) Julio Marcelo de Oliveira relatou na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) que a presidente Dilma usou as tais “pedaladas fiscais” – contas transferidas para a Caixa Econômica Federal em 2014 para serem contabilizadas em 2015 – para ter vantagem na reeleição de 2014. Mesmo sendo considerada uma grave violação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), para o governo Dilma foi simplesmente uma contabilidade criativa. Em países desenvolvidos, diante de um fato como esse, o presidente levaria um pontapé no traseiro de imediato.

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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O QUE QUEREMOS

 

Para nossa presidente, tentar fazê-la se justificar e prestar contas de suas pedaladas é ir contra a democracia, a duras penas conquistada. Tentar exigir que ela ponha as finanças do País em ordem sem criar mais impostos não tem nada que ver com democracia. Pedir seu impeachment (coisa que não acho ser a hora) por gastar tão mal e tanto é, sim, praticar a democracia. Dá para ver nitidamente em seus discursos que, quando um ato é contra ela, é atentado a nosso pleno direito democrático. Nenhum brasileiro consciente quer perder esse direito. Só queremos ter nosso dinheiro suado aplicado corretamente, sem fins eleitoreiros.

 

Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

 

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MAIS IMPOSTOS

 

Mais uma vez o governo mostrou suas garras em sua sanha arrecadadora, além da habitual falta de constrangimento em vir a público, agindo de forma covarde e prepotente, como se fossem vítimas, e não algozes. Propõe cortar R$ 26 bilhões de seus gastos, sendo R$ 9,7 bilhões à custa do funcionalismo, entre adiamento do reajuste salarial, cancelamento de concursos públicos e mexidas na aposentadoria do servidor. Ou seja, não assume nenhuma atitude de correção da situação de desmando e descontrole. E R$ 40,2 bilhões arrecadados da sociedade civil, que mais uma vez é chamada para pagar a conta, que não fez – muito pelo contrário. Assim deve sobrar mais dinheiro para alugar limusines nas próximas viagens da presidente.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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ORGANIZAÇÃO E EFICIÊNCIA

 

Não é necessário criar ou recriar impostos. O poder público deve aprender com o setor privado: organização e eficiência. É o sistema 5 S: seriedade, sobriedade, sensibilidade, ou seja, a capacidade de compreender que o contribuinte não quer mais sustentar os caprichos da quadrilha que quebrou o País. E também: sem o sem-fim de ministérios, sem voos em jatinho da FAB, sem aluguel de limusines, sem auxílio para a saúde (vossas excelências deveis desfrutar da excelência da saúde pública). É assim que trabalham os servidores públicos no Primeiro Mundo. E, por que não, sem direito ao foro privilegiado.

 

Irene Maria Dell Avanzi irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

 

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NÃO ACEITAREMOS

 

Sobre a manchete “Governo propõe nova CPMF” (15/9), é preciso lembrar à sra. presidente, aos seus companheiros de PT e aos srs. deputados e senadores que o povo não foi nem consultado para a festança e gastança do dinheiro público nem participou da lambança econômica do desgoverno petista, do qual todos os congressistas usufruíram e continuam usufruindo. Portanto, o povo trabalhador não aceita pagar essa conta. Cada um assuma as suas responsabilidades. Se foram os “bolsistas” que elegeram dona Dilma, que eles arquem com os cortes, porque nós, que trabalhamos cinco meses do ano para sustentar esta gangue chamada de políticos, não aceitaremos que joguem sobre nós mais impostos.

 

Telma de Seixas Guimarães telmasg@gmail.com

São Paulo

 

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O POVO, A CRISE E A URGÊNCIA

 

O governo se esforça por cortar despesas, seus derradeiros apoiadores (os movimentos sociais) avisam que protestarão se sofrerem cortes em áreas ditas “sociais”, o funcionalismo poderá restar com reajuste zero num momento em que diferentes categorias já fazem greves por reajustes diversos. A economia sofre com a recessão e se contamina com os desarranjos políticos. O País vive, sem dúvida, uma amarga encruzilhada que põe a perder conquistas sociais e econômicas consolidadas durante décadas de esforços e trabalho de todos os brasileiros. A maioria silenciosa da população está tensa à espera de uma solução para o seu dia a dia. A presidente Dilma precisa ter a grandeza de, se constatar ingovernabilidade, renunciar. As forças políticas, empresariais e sociais do País devem à sociedade o seu trabalho pelo restabelecimento nacional. Independentemente de qual seja, o Brasil carece de solução urgente, urgentíssima.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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O NÚMERO 13...

 

O governo federal precisa reduzir suas despesas para equilibrar o orçamento. Minha sugestão: reduzir os cargos de confiança de 113 mil para 13 mil. Salários, encargos sociais e benefícios diversos, duvido que fiquem em menos de R$ 13 bilhões anuais, que, somados aos outros cortes, já dão para cobrir o orçamento e sobrar dinheiro.

 

Sérgio Barbosa sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

 

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HIPOCRISIA E MÁ-FÉ

 

A presidente, para mim, nada sabe de economia, nem aqui nem (e muito menos) na China. Suas ações anteriores, irresponsáveis, e os pitacos atuais o demonstram. O sr. Levy deveria ter, a seu lado, um sr. Raul Velloso, com poderes para cortar o supérfluo, que transparece na mídia diariamente. O resto é hipocrisia e má-fé. E que o Congresso faça sua parte, inchado e perdulário. O Brasil precisa virar um país sério, agora.

 

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

 

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A VERDADEIRA INTENÇÃO

 

Na atualidade política da nossa nação é o momento de perguntarmos: qual é a verdadeira intenção do aumento da arrecadação dos impostos? É apenas para cobrir o “furo” para o próximo ano? Ou para ser revertido em melhorias para a nossa população? A cada dia é mais fácil nos consolar de que a utopia e a prática de belos discursos andam juntas.

 

Rodrigo Ferreira sem.rodrigo@yahoo.com.br

Florianópolis

 

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NEGOCIAÇÃO

 

Comete-se aí um erro básico. Nenhum ajuste será aprovado sem acerto prévio, entre as partes comprometidas. Dona Dilma e seus asseclas podem fazer “n” propostas. Todas serão rejeitadas porque a outra parte (Congresso) nunca é chamada antes a participar e se comprometer. Não existe negociação (prato pronto) unilateral.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

 

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A VOLTA DA CPMF

 

O senhor Jorge Johannpeter Gerdau defende fervorosamente a volta da CPMF. Essa verdadeira reserva moral da Nação ainda não explicou por que autorizou a compra da refinaria de Pasadena, como membro do Conselho da Petrobrás.

 

José C. Vendramini Fleury zkfleury@uol.com.br

São Paulo

 

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INJUSTO E IMORAL

 

Para compensar a incompetência e a falta de seriedade das administrações anteriores, o governo insiste na volta da famigerada CPMF, entre outros tributos. O ministro Joaquim Levy argumenta que são “apenas” dois milésimos de real de contribuição sobre cada operação bancária. Poderiam ser um ou dois milionésimos, ministro, não importa.  A questão é que é injusto e imoral onerar o povo pela incompetência dos seus governantes.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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DE MANTEGA A LEVY

 

O ex-ministro da Fazenda era especialista em pedalas e desoneração. E o atual, em aumento de impostos.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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A CARNE DOS OUTROS

 

Na verdade, a proposta de corte de despesas do governo não é cortar “na carne” do lulopetismo, mas na carne dos outros, insistindo, pela enésima vez, na recriação da CPMF, repudiada pelo povo e pela maioria dos parlamentares. Ainda bem que o impeachment começa a ter andamento, porque não dá mais para conviver com este governo nem com o “Levy e traz”, que está a demonstrar a sua subserviência e falta de firmeza nas posições que alardeou.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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GOVERNO DESGOVERNADO

 

Será que se está caminhando para uma venezuelização do Brasil? Ou uma cubanização/canibalização do Brasil? Ou uma equatorização do Brasil? Ou uma argentinização do Brasil? Ou uma bolivarianização do Brasil, tendo em vista que estamos centrados em ideias velhas, ridículas, obsoletas, fora, sinceramente, de propósito no século 21. O mata-fome do Bolsa Família vai acabar. Um Bolsa Família vale um voto. Que ridículo! É preciso aplicar as leis e os culpados devem ser punidos com rigor extremo. Não este paternalismo que não leva a nada. Ridículo isso.

 

Vicente L. Plantullo vplentini@uol.com.br

São Paulo

 

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VAI PIORAR

 

Mais uma incompetência de Dilma no “corte” do orçamento: nada mais que medidas temporárias e inócuas que não curam a doença. O governo continua inchado, incompetente e ladrão, e o povo vai ser depenado com enorme aumento da carga tributária para financiar o que está aí. A economia vai piorar mais ainda.

 

José Silveira josesilveira@yandex.com

São Paulo

 

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ESTRATÉGIA

 

Tudo leva a crer que a estratégia do governo para contornar a crise política e econômica gerada por ele próprio e por seu partido consiste, como se diz popularmente, em “empurrar com a barriga”. Medidas e ajustes necessários, mas que não se materializam por causa da ausência de lideranças no Planalto e na comprometida classe parlamentar, associados à tibieza de uma oposição descolorida, que não se posiciona decisivamente pelo afastamento da presidente, permitem que tudo permaneça como está e que a situação do País se deteriore gradativamente, até ser atingido um ponto de não retorno, no qual o fim do atual governo não mais compense os benefícios que certamente decorreriam da sua interrupção. Será que tal plano não é vislumbrado pela forças que movem a sociedade e tentam evitar a derrocada final? Aparentemente, o PT pode estar arquitetando mais uma armadilha histórica, desta vez fatal.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@Hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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VAQUINHA

 

A sra. Dilma foi eleita com 55,7 milhões de votos. Nada mais justo que cada pessoa que deu seu voto a ela e ao PT, para levarem o Brasil ao caos em que se encontra, doe apenas R$ 500,00 cada um para cobrir o déficit anunciado pelo governo.

 

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

 

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RATEIO DOS BILIONÁRIOS

 

Se os 65 bilionários brasileiros (revista “Forbes”, acima de US$1 bilhão) que detêm patrimônio de US$ 191,55 bilhões, equivalentes a R$ 708 bilhões, doassem 4,3% de seu patrimônio, chegaríamos aos R$ 30,5 bilhões para fechar esta conta do déficit do Orçamento. Qqualquer semelhança com a taxação de grandes fortunas é mera coincidência!

 

Walter Tranchesi Roriz wtroriz@hotmail.com

São Paulo

 

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IMPOSTOS E SONEGAÇÃO DE INFORMAÇÕES

 

Como falar em aumento de impostos, se há sonegação de informações e descumprimento de importante lei que permite a fiscalização pública? Que fim levou a Lei n.º 12.741 de 2012, de iniciativa popular, com mais de 1,5 milhão de assinaturas e o apoio de 90% da população, conforme pesquisa Ibope? Essa lei determina que todas as Novas Notas Fiscais (NF) devam informar os tributos de forma discriminada, para permitir a conscientização da população e consequente cobrança destes sobre os Três Poderes. Entretanto, desde o início, sua aplicação foi continuamente dificultada pelo Poder Executivo, por meio de medidas provisórias, com o beneplácito do Poder Legislativo. Atualmente, a referida lei é absurdamente ignorada e desrespeitada por 75% das empresas. Por quê? Há leniência e omissão dos poderes públicos (Executivo, Legislativo e Judiciário)? O que estão fazendo os Procons e o Ministério Público?

 

Marcio Moitinho Malta malta.contatos@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO

 

Se querem dinheiro para tentar reverter o déficit orçamentário de 0,5% do PIB (R$ 30,5 bilhões) para 2016, que vão atrás das fortunas desviadas por corrupção, dos políticos, sem exceção, do PT e da base aliada. O contribuinte não aceita a volta da CPMF por quatro anos com alíquota de 0,2% e a elevação de outros impostos para cobrir a irresponsabilidade e a incompetência deste desgoverno.

 

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

 

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TRANSFERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE

 

Na reunião da presidente Dilma Rousseff com a base “desaliada”, o ministro Joaquim Levy imputou ao Congresso a responsabilidade maior da avaliação negativa feita pela Standard & Poor’s, depois de ter sido sugerido pelo deputado Rogério Rosso (DF), líder no PSD, que o ministro se afastasse por 30 dias para ser substituído por um “progressista”. Mais uma vez foi transferida para o Congresso a responsabilidade de solucionar o gigantesco rombo na economia. Se a presidente ainda não entendeu, entenda ser a única responsável desde o desalinhamento de sua própria base parlamentar até o repúdio da sociedade à sua pessoa, inclusive pelas mentiras intencionais e o “vale tudo” pela reeleição. O descrédito generalizado adicionado à irresponsabilidade fiscal populista, como esperado, veio à tona mostrando a podridão que escondia. Solução temos, de acordo com a Constituição, por meio do impeachment, que se avizinha.

 

Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

 

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BOMBA

 

A bomba está lançada: o governo não aprova a CPMF, é o Congresso que aprova. Que cara de pau!

 

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

 

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A ‘CASCATA’ INFLACIONÁRIA

 

Sobre a CPMF e a “cascata” que produz inflação: o entendimento, aceitando o sacrifício que Levy habilmente pregou, é que o cidadão comum aceita pagar um “plus” de 0,2% em qualquer movimentação financeira, absorvendo esse ônus no seu orçamento fechado. Espera-se que o empresário aceite também perder 0,2% na sua margem de lucro, pois, se insistir em mantê-la, os preços subirão e as vendas, no quadro atual, cairão.

 

Paulo Mello Santos policarpo681@yahoo.com.br

Salvador

 

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ENFERMIDADE

 

A volta da abominável CPMF é como a recidiva de um câncer mal curado na fragilizada e adoentada economia brasileira. Seja mal-vinda!

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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A FARRA CONTINUA

 

Olha só o que circula por aí: CPMF é Contribuição Para Manter a Festa (ou a Farra!).      

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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AVACALHAÇÃO TOTAL

 

Li que, após se reunirem em Brasília, na quarta-feira (16/9), para discutirem a proposta do governo de recriação da CPMF, governadores confirmaram que vão negociar com o Congresso Nacional uma alíquota de 0,38%, e não de 0,20%, com arrecadação integral da União. Wellington Dias (PT), governador do Pará, disse que a decisão já havia sido acertada em jantar com Dilma na segunda-feira e afirmou, na reunião de quarta, que “a ideia é ter coragem de implementar uma alíquota de 0,38%, e não 0,20% como contribuição de seguridade social”. Disse, também, que Estados maiores como São Paulo e Rio Grande do Sul defendem que a distribuição seja feita de acordo com as regras do Fundo de Participação dos Estados, que leva em conta a população. O governador do Pará minimizou o fato de os governadores da oposição não terem comparecido ao encontro de quarta-feira. Ora, eu gostaria de ouvir o governador de São Paulo dizer para nós, paulistas, que ele também quer mamar nesta CPMF abjeta. Porque, se essa notícia se confirmar, será a avacalhação total dos nossos administradores. Já estava indigesto ouvir declarações como a do líder do governo na Câmara Municipal, de que o povo nem vai sentir quando pagar esse tributo, referindo-se ao fato de a alíquota ser de 0,2%. E o que é mais irritante: essa contribuição, como chamam, que incidirá sobre cada etapa da cadeia produtiva, vem com a velha desculpa esfarrapada de que tem como destino a Previdência – como tinha a saúde, anos atrás. Jamais seriam revelados os reais motivos do rombo nas contas públicas: os assaltos aos cofres públicos, como os do mensalão e, agora, os revelados pela Operação Lava Jato; os contratos superfaturados; os aportes do governo para o BNDES financiar obras na Venezuela, em Cuba e em outros países da América Central, do Sul e da África; os gastos com ministérios inúteis; os milhares de apaniguados com cargos públicos; e, acima de tudo, o enorme prejuízo ao País provocado por uma administração incompetente para ninguém colocar defeito.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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TEMPO DE CORTES

 

Aproveitando a onda de cortes no orçamento dos governos (e das famílias, principalmente), o governador Geraldo Alckmin deveria ficar esperto e fazer o mesmo, antes que São Paulo quebre, como o Rio Grande do Sul. Mas fazer algo de verdade. Reduzir drasticamente o contingente de funcionários inúteis e caríssimos no Tribunal de Contas do Estado (TCE), da Assembleia Legislativa, do Poder Judiciário, etc., onde pessoas ganham dez vezes o salário de um policial, de um professor primário ou de um agente da saúde, que têm contato com a população. Sem falar nos altos salários dos funcionários e professores das universidades paulistas, muitos que não cumprem sua carga horária. Está mais do que na hora de um choque de gestão na administração pública

 

André Luis de Oliveira Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

 

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FESTA NO DENARC

 

Fazer festa de aniversário com um anão no Departamento de Narcóticos (Denarc) não pode, é claro, governador Alckmin. Mas este Denarc sempre foi uma festa. Segundo o traficante Juan Carlos Abadia, seus parentes eram presos e exigiam dinheiro para libertá-los, ou seja, “sequestravam-lhes”. Quando ele foi preso pela Polícia Federal, deu “graças a Deus” e pediu para ser extraditado para cumprir prisão perpétua nos EUA, pois aqui temia ser morto. Teve investigação? Quantos foram demitidos e presos? Isso, sim, é uma festa de horror!

 

Wilson Ronaldo de Oliveira wilsoncidadaocuritibano@gmail.com

Curitiba

 

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A FROTA DO SENADO

 

Li recentemente nos jornais que a frota de carros funcionais do Senado, com dois anos de uso, será renovada. Fico estarrecido, pois estes senhores passam três dias por semana em Brasília e fazem muito pouco uso dos automóveis. Gostaria de comprar um destes, de segunda mão (mas certamente já há um adquirente preferencial na minha frente). Chamou-me a atenção o Senado, mas o mesmo vale para as câmaras e tribunais de todos os níveis: um Uber oficial poderia ser adotado, centralizando e diminuindo a frota, inclusive o número de motoristas, e reduzindo despesas de manutenção e substituição da frota.

 

Mário Alves Souza maroca64@bol.com.br

Salvador

 

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TRÊS DIAS POR SEMANA

 

Os senadores e deputados federais trabalham se terça-feira a quinta-feira. Segunda e sexta eles estão se deslocando para sua cidade de origem, o que representa 40% de faltas ao trabalho. Os nobres parlamentares das duas Casas Legislativas são os únicos brasileiros que têm esse privilégio. Nada mais justo que manter as regalias, mas pagar apenas 60% do salário para cada parlamentar, representando uma economia anual de R$ 140 milhões para a União.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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O FINANCIAMENTO DE CAMPANHAS

 

Confesso que a empáfia dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cansa qualquer vivente que se arrisca a ver suas sessões, como a de quarta-feira, quando um deles, Gilmar Mendes, deu seu voto favorável ao financiamento de campanha eleitoral por empresas com a justificativa de que está na Constituição. O que torra a paciência de qualquer cristão é que ele levou 15 meses para chegar a essa conclusão!

 

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

 

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DOAÇÕES OCULTAS

 

A Câmara dos Deputados, mais uma vez, trabalhou apenas a favor dos senhores deputados ao liberar doações eleitorais ocultas de empresas para campanhas políticas. Os “pixulecos” continuarão a ser distribuídos da mesma forma: as empresas continuarão votando, em vez das pessoas físicas. Deveria ser exigido, pelo menos, que os partidos que recebem os “adiantamentos” tivessem a obrigação de distribuir igualmente a todos os seus candidatos os valores repassados. Assim, não beneficiariam somente àqueles tradicionalmente com rabos presos a determinada empresa pela sua maior influência. Os “pixulecos” teriam de ser distribuídos igualitariamente.

 

Adriles Ulhoa Filho adriles@uai.com.br

Belo Horizonte

 

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TUDO COMO ANTES

 

Lavagem de dinheiro via doações para políticos, agora, é oficial. A Câmara dos Deputados aprovou, na correria de sempre, enquanto todos os olhares se voltavam para a perda do grau de investimento do País, uma reforma eleitoral cujo texto só se conheceu depois de consumada a votação. Os deputados aprovaram o obscurantismo. Em outras palavras, a Câmara, entre outros retrocessos, tornou legal a lavagem de dinheiro via doações ocultas, prova incontestável de que tudo continuará como antes.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

 

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DESANIMADOR

 

Finalmente os políticos chegaram aonde queriam: dinheiro para fazerem campanhas eleitorais sem declinar a origem. É desanimador...

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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ENXUGANDO GELO

 

“Se vetar, dará problema.” Esta foi a cínica declaração do eterno líder de qualquer governo Romero Jucá sobre as doações ocultas para as campanhas eleitorais. Logo Jucá, que já havia (também cinicamente) anunciado que o fim das doações ocultas, em texto de sua própria relatoria (!), seria derrubado na Câmara. Rogo para que a imprensa ética faça estardalhaço e exija da presidente e dos congressistas o fim dessa medida imoral, verdadeiro escárnio com os eleitores/contribuintes. Com tudo o que já foi apurado desde o mensalão até a Lava Jato, é absolutamente imprescindível que as doações de campanha sejam mais ventiladas e claras. A intenção do Congresso (inclusive o Senado, que apenas por hipocrisia covarde não aprovou a medida) é claramente manter o eleitor/contribuinte nas trevas e perpetuar o crime organizado no interior da administração estatal brasileira. As doações de campanha são o princípio e o fim dos maiores escândalos de assalto aos cofres públicos do Brasil. Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Associação Brasileira de Imprensa (ABI) têm a obrigação cívica de levantar a bandeira do fim das doações ocultas. Seria a primeira medida efetiva contra as organizações criminosas no interior da máquina pública. Prender ladrão, principalmente no Brasil, é algo como enxugar gelo, como se viu do mensalão para a Lava Jato.

 

Ivan Massocato imassocato@gmail.com

Itaporã (MS)

 

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INDECÊNCIA

 

Pela nova lei aprovada pela Câmara, oficializou-se que as doações empresariais de campanha sejam feitas ocultamente. Ou seja, oficializaram a corrupção, os roubos e desvios. Este é nosso Congresso sujo e indecente.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A COVARDIA DA DOAÇÃO OCULTA

 

Se um cidadão brasileiro é obrigado a apresentar contas ao Fisco, o mesmo não vale para um político desta terra tupiniquim que, legislando em causa própria, resolveu não mais ser obrigado a apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a comprovação de suas despesas de campanha. Não é uma excrescência?!

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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DEUS ACUDA!

 

O que está acontecendo com o tal julgamento pelo Supremo Tribunal Federal sobre os Planos Collor, Bresser, etc.? Irão julgar ou adiarão para o ano 2030? Nomearam mais um ministro em substituição ao ex-ministro Joaquim Barbosa; agora este ministro diz que não tem condição de julgar, precisa de oito ministros para que haja o julgamento, se é constitucional ou inconstitucional. Na minha opinião, não precisa de julgamento nenhum, é fato consumado e ponto. Além dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) existe mais um, o poder econômico, que manda em todos. Por último, ao invés de 39 ministérios, deveriam incluir mais um: o Ministério da Corrupção. Deus acuda o povão brasileiro!

 

Farid Nicolau Lauand manu.2211@hotmail.com

Araraquara

 

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‘PETROBRÁS É ALVO DE COBIÇA PERMANENTE’

 

Assim se manifestou o integrante da esquerda festiva – outrora o grande compositor (hoje decadente) – Chico Buarque, ao ser entrevistado por ninguém menos que o chefe dos arruaceiros do MST e líder do “exército convocado” pelo inominável, para vídeo em “defesa” da cobiçada Petrobrás. Interessante! Adoraria que esse eterno adolescente respondesse por que nunca fez um show grátis para esse contingente de “desvalidos” e por que não defende a companhia dos seus amigos predadores. Fácil, vivendo confortavelmente em Paris, né, não?

 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

 

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LULA CONTRA O PROFESSOR

 

O ex-presidente Lula entrou na Justiça com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa. É uma forma de dar um cala-boca em quem discorda ou fala coisas que o desagradam. Na internet há vários vídeos em que Lula chama Maluf de ladrão, mas estão sempre juntos. É alentador ver um professor universitário contestar as picaretagens que fez e faz neste país o hoje cidadão comum Lula. Gratificante ter um historiador que não se curva diante de tantas evidências. Deveríamos ter muito mais pessoas a se levantar contra esses desmandos cometidos por Lula e sua claque. Pelo que se percebe, não é a oposição que está indignada com Lula, são os cidadãos comuns pagadores de impostos. O máximo que pode acontecer será Lula pedir desculpas ao professor Villa, mais adiante. O Pixuleco ilustra muito bem quem é o sujeito que não tinha onde cair morto e, agora, se orgulha de ter bons advogados. E o dinheiro o povo sabe de onde vem? Professor Villa, o senhor não está só nessa jornada.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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DESVIOS NUNCA FORAM TOLERADOS

 

Concordo com a linha do editorial “As ovelhas negras da polícia” (17/9, A3), embora discorde das palavras do ouvidor. Não conheço outra instituição que seja mais transparente quanto a Polícia Militar (PM) e que tenha um processo de depuração interna tão forte. Como comandante-geral que fui (2009 a 2012), garanto que a PM sempre foi e sempre será implacável com desvios de conduta. Desta forma, a PM não perderá a credibilidade com a população, uma vez que temos 90 mil homens e mulheres comprometidos, dedicados e que até morrem pelo cidadão, se necessário. As pessoas vão continuar sendo protegidas e bem atendidas.

 

Coronel Alvaro Camilo, deputado estadual contato@coronelcamilo.com.br

São Paulo

 

 

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