Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

24 Setembro 2015 | 02h54

Pixuleco preso

Neste momento, eu, assim como milhares de lesados pela Bancoop, que perderam dinheiro suado, economias, fundos de garantia, pecúlios, ou fizeram financiamento, sem jamais terem visto o apartamento comprado, nos sentimos felizes, isso mesmo, cheios de júbilo com a decisão da Justiça condenando João Vaccari, o pixuleco, a 15 anos de prisão. Ainda vai correr água, mas se justiça existir, esperamos que o tesoureiro do PT, defendido ferreamente por Rui Falcão e Lula, fique atrás das grades.

IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

loyolabrandao@gmail.com

São Paulo

Defesa do partido

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, é muito ingênuo ou muito esperto. Ele repete insistentemente que as doações eleitorais recebidas pelo PT entraram nas contas do partido de forma lícita e sugere que os montantes eram semelhantes aos recebidos por outras legendas. Mas de onde veio o dinheiro recebido como doação pelo PT? O sr. Falcão pergunte ao Moch, ou melhor, João Vaccari, que ele sabe. Não creio que o ex-tesoureiro tenha sido condenado sem nenhum motivo ou prova, até o mais simples cidadão brasileiro sabe de suas falcatruas. Alô, Polícia Federal, já não está na hora de também investigar o sr. Rui Falcão? Será que, como presidente do PT, ele está mesmo desinformado de toda essa corrupção?

WALTER LÚCIO LOPES

wll@uol.com.br

São Paulo

Nova CPMF

Em vez de CPMF ou CPPrev, fica a sugestão para a presidenta Dilma: renomear a sigla do novo imposto como CPPC – Contribuição Permanente de Pixulecos para os Cumpanheiros. Será aprovado por unanimidade!

GIOVANI LIMA MONTENEGRO

giovani.limamontenegro@gmail.com

São Paulo

Derrama republicana

O tributarismo é a saída mais fácil e cômoda para a profundidade da crise. Acontece que nós, pagadores de impostos, já estamos saturados de tanta embromação. No tocante à almejada travessia, sobre nossas costas, não insistam os sábios escorpiões. Falta-lhes credibilidade.

DERCY DO NASCIMENTO SILVA

dercysilva@gmail.com

Sete Lagoas (MG)

Redução de gastos

O governo crê que “cortar na carne” é raspar a barba, aparar o cabelo e fazer as unhas dos pés e das mãos. Melhor seria tomar um purgativo que livrasse suas entranhas de toda obscenidade lá acumulada há mais de 12 anos.

JOAQUIM TREZ RIOS

joaquim3rios@gmail.com

São Paulo

Dólar a R$ 4,13

Nunca antes na História deste país o real valeu tão pouco. Mais uma para a interminável coleção de soberbas de um certo ex-presidente que ainda se acha no direito de palpitar.

DOMINGOS CESAR TUCCI

d.ctucci@globo.com

São Paulo

E o dólar não para de subir. Do jeito que a coisa vai, não restará nem almoço a ser vendido para que se possa comprar o jantar.

EDUARDO A. DELGADO FILHO

e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

Renúncias

Em decisão digna de elogio, o presidente mundial da Volkswagen renunciou ao cargo após reconhecer os erros de sua gestão que levaram à fraude no caso dos testes de emissão de poluentes. Dilma deveria também assumir a responsabilidade por seus erros na desastrada e trágica condução da nossa economia e renunciar imediatamente à Presidência da República.

SERGIO A. MONTEIRO

samvilar@uol.com.br

São Paulo

Exemplo

De fato, deveria. Afinal, a fraude da Dilma foi muito maior que a do presidente mundial da Volkswagen. Por que não segue o exemplo dele?

SILVIO LEIS

silvioleis@hotmail.com

São Paulo

PMDB

Lance

Dilma ofereceu cinco ministérios ao PMDB para aprovar o chamado “ajuste fiscal”. Caso essa compra se concretize, o vice-presidente da República deverá pegar o seu chapéu e sair também, juntamente com ela.

LÍGIA M. VENTURELLI FIORAVANTE

lmfiora@uol.com.br

São Paulo

Cargos

O PMDB resistiu por apenas 24 horas, mas agora mostrou a sua verdadeira cara. Pelo visto, vai mesmo aceitar participar da “reforma” do Ministério petralha. Afinal, poder e $$$ foi o que os peemedebistas sempre almejaram. Basta ver os velhos lobos que ainda estão em seu quadro.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Oportunistas

Se o PMDB está aceitando o acordo proposto por Dilma, significa que os peemedebistas não estão preocupados com o Brasil, mas apenas com os seus próprios interesses. Nesse caso, o povo não deveria mais votar também em candidatos desse partido, pois eles estão nos mostrando que, na verdade, são tão oportunistas quanto... Se aceitam esse tipo de acordo, meu voto nunca mais terão.

LEUZZA RODRIGUES

leuza.m@gmail.com

São Paulo

Rumo ao Planalto

O PMDB já conquistou cinco novos ministérios, se forçar um pouquinho conseguirá a Presidência do Brasil...

PEDRO SERGIO RONCO

sergioronco@uol.com.br

Ribeirão Bonito

SEGURANÇA PÚBLICA

Letalidade da polícia

Toda essa conversinha mole da Secretaria da Segurança sobre reduzir a letalidade da polícia é só pra boi dormir. O objetivo é óbvio: por algum motivo obscuro, querem desarmar a polícia para ficarem com o caminho livre. Aliás, a polícia é das poucas instituições sérias que ainda não foram aparelhadas pelo governo federal. Por que a Secretaria da Segurança não se preocupa em reduzir a letalidade dos marginais, que estão aterrorizando o cidadão de bem, que trabalha e paga impostos? Desarmaram o cidadão de bem, mas se “esqueceram” de desarmar os marginais, e de lá pra cá a violência triplicou. Aliás, parece que a secretaria esquece que nossa respeitável polícia é a que mais morre no mundo na mão dos marginais.

AURÉLIO NUNEZ ROLAN

aurelioanr@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

OPERAÇÃO LAVA JATO

 

Fundamental o editorial da edição de 23/9/2015 (“A Lava Jato e os políticos”). A notícia, dias atrás, da redistribuição de inquéritos da Lava Jato a outros ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estava passando despercebida. A imprensa tem de estar atenta a essas movimentações de aparência técnica e inofensiva. É sabido o enorme trabalho que representa acompanhar uma investigação criminal de tal magnitude. Mas não é correto invocar-se uma norma processual para evitar o enfrentamento de tantos “habeas corpus” e recursos. A eficiência demonstrada pela Justiça Federal em Curitiba decorre do fato de o mesmo magistrado conhecer tudo o que vem aos autos. Os mesmos personagens estão em todas as ações e as condutas resultam da estrutura de uma organização criminosa que tomou de assalto empresas e órgãos públicos para o mesmo fim: enriquecimento ilícito. Eventual desmembramento no STF será a senha para o desmonte da Lava Jato, com a arguição de nulidades que serão examinadas por diferentes julgadores. Foro especial e suas disfunções...

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br  

São Paulo

 

*

EM PEDAÇOS

 

Estava demorando. Teori Zavascki, do STF, começa a estraçalhar a Operação Lava Jato, dividindo os casos mandados ao Supremo no maior número possível de pedaços. Diz não ver em todos relação com a Petrobrás. O desvio de dinheiro, a finalidade, os réus, a operação são os mesmos, mas o ministro não suporta a carga de trabalho com tantos políticos envolvidos. Aliás, ainda não deu andamento a praticamente nada. O Brasil perde a chance de mostrar trabalho para mudar a Justiça, mais uma vez. Nenhum político será apensado.

 

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

 

*

O FIM DA OPERAÇÃO

 

Deixa eu ver se entendi: por entender que fatos ligados a suspeitas contra a petista Gleisi Hoffmann não têm ligação com o escândalo do petrolão, o ministro do Supremo Teori Zavascki “redistribuiu”  o julgamento, que foi parar justamente nas mãos do ministro Dias Toffoli – que coincidência! Pior: se desmembrado, o caso pode acabar saindo do Paraná e sendo julgado em outras varas, digamos, mais “sensíveis”. Será isso mesmo? Tal absurdo seria o fim da Lava Jato.

 

Marly N. Peres marly.lexis@gmail.com    

São Paulo

 

*

PIZZA

 

Toffoli e companheiros estão preparando uma enorme pizza, com sabor bem brasileiro, cujo objetivo, é livrar os petistas e companhia da Operação Lava Jato. Estava demorando. Todo o brilhante trabalho do juiz Sergio Moro poderá ser destruído pelos  ministros do STF. Realmente, o Brasil não é um país sério.

 

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com  

São Paulo

 

*

ACORDÃO?

 

A absurda ousadia e o tamanho da corrupção na Petrobrás são algo jamais ocorrido no Brasil e talvez no mundo. O brasileiro tem visto com alívio e esperança a atuação da Polícia Federal e da Justiça comum, mais especificamente na figura do juiz Moro e sua equipe. Os fatos estão sendo esclarecidos, julgamentos têm ocorrido com celeridade e as requeridas condenações estão acontecendo. No entanto, no foro privilegiado, processos estão engavetados, adiamentos são fatos corriqueiros, o senhor Rodrigo Janot e os relatores do STF parecem estar alheios às suas funções, levando em conta a morosidade com que o  assunto é tratado, num episodio tão escabroso. O povo tem cobrado com insistência. Haveria algum conluio? Seria o tão falado (impossível/sic) acordão?

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br  

São Paulo

 

*

O VOTO DE GILMAR MENDES

 

O ministro, no julgamento das doações a campanhas eleitorais, fez um apanhado da legislação eleitoral recente, com muita proficiência, abordando, também com muita profundidade, a relação promíscua entre o partido no poder (PT) e o Estado, especialmente suas estatais, muito especialmente a Petrobrás, revelada pela Operação Lava Jato, e seus desdobramentos. Exposição reverentemente acompanhada por seus pares, com muito poucas intervenções, parecendo até, em alguns momentos, ser ele o presidente do órgão. Aliás, o anterior presidente do STF, Joaquim Barbosa, se tivesse conhecimento de tudo o que o ministro Gilmar Mendes passou a ter neste lapso entre a sua saída e a votação final, será que manteria seu voto a favor da proibição de doação de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais? O ministro Celso de Mello, em seu voto, arrematou, com precisão, o que foi dito por Gilmar Mendes.

 

Helio Teixeira Pinto helio.teixeira.pinto@gmail.com  

Rio de Janeiro

 

*

‘DURA LEX’

 

Com as notícias desta semana nos dando conta da condenação de um grande número de indiciados, numa das fases da Operação Lava Jato, entre eles figuras constantes na mídia brasileira como símbolos da corrupção (Vaccari, Duque, Youssef, Cerveró, Barusco, etc.), nós, cidadãos brasileiros que trabalhamos diuturnamente para honestamente pagarmos nossa contas, temos o dever de agradecer ao trabalho profissional, corajoso e irreparável de nossa Polícia Federal e do Ministério Público Federal, pois eles estão nos devolvendo a esperança de deixarmos aos nossos filhos e netos um Brasil melhor. Isso sem contarmos que, certamente, o sr. José Dirceu será o próximo a ser “presenteado” com uma pena exemplar (outra). Resta-nos aguardar, no mínimo, o indiciamento do “poderoso chefão” e de  sua criatura, pois continua livre e solto dando as cartas em Brasília, como se não tivesse nenhuma responsabilidade pelo caos instalado em nosso país. Finalmente, louvem-se o digno juiz Sergio Moro e o sempre lembrado ministro Joaquim Barbosa, que dentro dos rígidos padrões legais não se submeteram a nenhum tipo de pressão para definirem suas penas. Que isso sirva de exemplo aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal de Contas da União (TCU), que devem se manifestar sobre as “pedaladas” e sobre as irregularidades na última eleição.

 

Roberto Luiz Pinto e Silva robertolpsilva@hotmail.com  

São Paulo

 

*

O CHEFE

 

Quando será que vão finalmente pegar o chefe-mor? Acusados, o tesoureiro do PT, o gerente e o diretor da Petrobrás já estão presos, o ex-ministro da Casa Civil também. Não é possível que o imediatamente acima não sabia de nada!

 

Antônio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com  

Taubaté

 

*

A PENA DE PIZZOLATO

 

Conforme noticiado, a Justiça da Itália decidiu manter a extradição do ex-diretor do Banco do Brasil e sindicalista filiado ao PT Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no processo do mensalão. Há quem diga que, após passar uns três a quatro anos curtindo a biblioteca na Penitenciária da Papuda, ele poderá ingressar com uma ação para passar o restante da pena em regime domiciliar, curtindo uma boa cervejinha na beira da piscina. Será, mesmo, que o sr. Pizzolato não exagerou quando afirmou que preferia morrer a cumprir pena no Brasil? 

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com   

Campinas

 

*

MUNDO PERDIDO

 

“CEO da Volkswagen renuncia após escândalo” (portal “Estadão” ontem). Até tu, Volkswagen?

 

Diva Pedrosa diva.rodrigues@terra.com.br

São Paulo

 

*

CÂMBIO EM DISPARADA

 

Com o dólar ultrapassando a barreira dos R$ 4,00, somos todos a ficar de quatro.

 

Eduardo A. Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

 

*

CONFIANÇA

 

Falando sério, você compraria uma nota de dólar de dona Dilma Rousseff, mesmo que ela a vendesse por R$ 3,00? Notem que hoje o dólar já passou de R$ 4,05 e segue subindo...

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

*

QUEM PAGA

 

Enquanto o PT no poder seguiu as diretrizes do governo FHC, o País estava indo bem. Depois a atual presidente inventou a “nova matriz econômica”, implantada pelo ministro Guido Mantega. Logo ficou claro que era a mesma diretriz de países onde esse plano não deu certo (Cuba, Venezuela, Colômbia, Argentina) e, agora, estamos com um déficit de R$ 30 bilhões no Orçamento. Não seria o caso de Mantega pagar pelo que fez? Ou essa conta poderia ser paga por quem votou nela? Numa conta simples: R$ 30 bilhões divididos por 54.501.119 de eleitores são R$ 550,45 para cada um dos eleitores “della”. Eu estou isento, pois não votei em Dilma Rousseff.

 

Tadaiuki Yamamoto tadai@ig.com.br

São Paulo

 

*

BRASIL EM LIQUIDAÇÃO

 

O povo perde renda, emprego e não consome. Empresários, com exceção do setor agrícola, estão apavorados, sem pedidos e, ainda, com crédito restrito e caro. O dólar, que na posse do primeiro mandato de Dilma, em janeiro de 2011, valia R$ 1,66, hoje ultrapassa os R$ 4,00. E o País, neste mesmo período, passou da 6.ª economia mundial para a 8.ª posição – e em 2016 deve cair para a 9.ª. Este ano devemos ter um crescimento do PIB negativo em torno de 3%. O pior desde a redemocratização na década de 1980 do século passado. Este governo petista também consegue a façanha de entregar ao nosso Parlamento o orçamento da União de 2016 com déficit primário de R$ 30,5 bilhões. Assim como também teremos déficit em 2015. As contas do governo federal estão em estado de degradação. Se, no acumulado de 12 meses, ou seja, até junho de 2014, o governo pagou de juros sobre a dívida pública R$ 251 bilhões, neste mesmo período deste ano foi paga a exorbitância de R$ 417 bilhões, ou 67% a mais de juros. Ou seja, um literal clima de liquidação. As empresas brasileiras listadas na Bolsa de Valores, que juntas valiam em janeiro de 2011 US$ 1,531 trilhão,  como reflexo do fracasso da gestão Dilma, neste mês de setembro não valem mais do que US$ 515 bilhões. No caso da Petrobrás, outrora orgulho nacional, que afunda também num lamaçal das quadrilhas petistas, a sua ação em 2008 valia R$ 45,00, e hoje está valendo abaixo de R$ 7,00. Já o nível de investimento público é dos piores da nossa história. E, em meio a essa derrocada econômica e ética, nós, brasileiros, nos sentimos como verdadeiros refugiados, já que estamos sendo expulsos do gozo do bem-estar social e econômico pela perversidade administrativa e pela corrupção petista – e sem conseguir fugir da alta da inflação e do desemprego, que aflige profundamente a família brasileira. Infelizmente, o PT está liquidando esta nação.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

*

OBSESSÃO

 

Após intensas conversas com os mais próximos, a presidente Dilma ficou convencida de que aumento de impostos será a panaceia para os males que a afligem. Tornou-se, então, obcecada por sua implementação. A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), pelo potencial arrecadatório, foi a resposta mais evidente: a salvação da lavoura. Seu porcentual a ser aplicado flutuou para adicionar governadores da base aliada necessitados, como ela, dos fundos providenciais, para a defesa dessa obsessão. Mas, como sempre ocorre, os poderes são sôfregos nos gastos e parcos nas economias, e o fundo do saco será mais embaixo. Mais impostos virão, certamente. A incompetência administrativa é voraz. Só não deve se esquecer a presidente de que paciência tem limite: 93% da população já chegou lá.

 

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

 

*

CASO DE POLÍCIA

 

Quando a chefe do governo federal alicia os chefes dos governos estaduais comprando-os com recursos dos contribuintes para mascarar sua incompetência e permitir que todos mantenham estruturas aparelhadas que atendem apenas a seus interesses de se manter no poder, sacrificando a população e o próprio desenvolvimento do País aumentando a carga fiscal, é caso de polícia!

 

Jorge Alves jorgersalves@gmail.com

Jau

 

*

A ‘ANTE-APRENDIZ’ DILMA

 

Dilma Rousseff, em 2011, se declarou contra a CPMF e em 2014 havia dito “não vai ter aumento de impostos”. O que me deixa atônita não é o fato de ela mudar de ideia, e, sim, o fato de ela continuar se pronunciando como dona da verdade. Seja lá o que for que ela fale, está sempre enunciando verdades transcendentais. Coitada, ela sente que tudo o que passa pela sua cabeça é verídico. Isso não tem cura!

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

 

*

NÃO ACREDITO

 

Aguardo ansioso a publicação do “Diário Oficial” para me certificar de que o governo federal teve a coragem de encaminhar ao Congresso Nacional a PEC da recriação do famigerado imposto do cheque. Sem cortar gastos como, por exemplo, suprimir os cargos comissionados, fechar e privatizar estatais, reformar a administração com a supressão de ministérios, reduzir em muito viagens de servidores e outras prebendas e extinguir as verbas publicitárias, fora outras medidas, fica difícil, inacreditável mesmo, que dona Dilma e seus assessores imaginem que os representantes do povo irão aceitar essa empulhação. Como diz a campanha, nós não vamos pagar o pato.

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

*

UM REAL TROCADILHO

 

O quase ex-ministro da Saúde, o petista Arthur Chioro, todo supimpa, alardeou em primeira mão a famigerada CPMF pelos “poucos” de 0,38% e deu no que deu. Agora, o governo mais do que encurralado já oferece o dito ministério ao PMDB pelos “módicos” 0,20%. O nobre quase ex-ministro petista ficou por uma “mixaria” 0,18%. Tanto os “poucos” quanto os “módicos” e a “mixaria” fazem parte da terminologia levyana (desculpe pelo REAL trocadilho) para com nossa economia.

 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

 

*

FÉ... BRABAN

 

Neca Setubal, do Banco Itaú, foi considerada “fada madrinha” de Marina Silva, Joaquim Levy, do Bradesco, é considerado o “bruxo padrinho” da dona Dilma.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

*

ASSALTO FISCAL

 

Os ministros Nelson Barbosa e Joaquim Levy receberam a incumbência de “fazer o diabo” para cobrir o rombo causado pela presidente Dilma para ganhar as eleições de 2014. Apresentam propostas odiosas como a volta da CPMF (com “C” de compulsória) ou esdrúxulas como considerar o imposto um investimento; legalizar os jogos de azar, etc. Aliviar o caixa do governo aumentando os impostos aprofundará a recessão e aumentará o desemprego e inflação. Há outras alternativas para conseguir recursos: implantar medidas para coibir a corrupção; cobrar os devedores internos e externos do BNDES; suspender os gastos em programas não produtivos que foram montados com fim claramente eleitoreiro, e por aí vai. Srs. ministros: pressionar o elo mais fraco é fácil, e é covardia!

 

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

 

*

LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS

 

Com a saúde pública pedindo socorro por falta de verbas e a ameaça da volta da execrável CPMF, por que não legalizar os cassinos, bingos e caça-níqueis? Argumenta-se, hipocritamente, que o jogo é proibido, mas se aposta em quase uma dezena de jogos nas lotéricas em cada esquina deste país. Proibido deveria ser morrer nas filas dos hospitais em virtude da escassez de investimentos, que podem ser obtidos por meio da taxação oriunda daquelas atividades, que são liberadas na maioria dos países desenvolvidos e que, no Brasil, vivem na clandestinidade, sem recolher um mísero real de imposto. Que deixem o bolso do povo em paz e que tributem os empresários do setor. Espremam o cérebro, senhores governantes.

 

José Veiga jcarlosvmouta@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

‘ATRAÇÃO DO ABISMO’

 

Gostaríamos de cumprimentar o jornal pelo editorial “Atração do abismo” (21/9, A3), pois nos alerta para o risco que corremos caso o governo legalize os jogos de azar. Esse ato irresponsável do governo, claramente movido pelo desespero de arrecadar dinheiro para conseguir pagar suas dívidas excessivas, pode, ao final, representar uma “aliança” com o crime organizado.

 

Alunos do 5.º ano do ensino fundamental I do Colégio Educare Itápolis danicamposdtc@hotmail.com

Itápolis

 

*

BINGO

 

Há 15 anos, o sr. Lula da Silva dizia que bingo era pior que pedofilia, prejudicava a sociedade. Agora, diante da falta de dinheiro e de gastos públicos anormais, ele quer, junto com Dilma, legalizar os bingos para poder tributá-los. Dentro de pouco tempo vão tributar até a prostituição ou quem vai à praia, e, se entrarem no mar, mais uma porcentagem extra.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

*

DEIXEMOS A HIPOCRISIA DE LADO

 

Passamos por tempos de grande turbulência institucional. O povo clama por justiça e moralidade do trato público. O País, até então tido como tropical, vive hoje a efervescência política e econômica, até então já mais vista. Em meio a este clima destemperado, surge como “salvação da lavoura” a ideia de ressuscitar a enfadonha CPMF, que, em tese, evitaria o naufrágio da “nau sem rumo”. A sociedade, já vacinada desta dose cavalar, a rejeita veementemente. Então o que fazer diante deste Estado falido, em que as contas públicas não suprem as necessidades desta sociedade? Alternativas existem, tais como o “Estado” cortar na própria carne, os gastos que mantém de forma leviana, a máquina estatal. Com um pouco de criatividade, vontade e bom senso, outras alternativas poderiam ser implementadas. Pois vamos citar uma delas: a legalização dos jogos no Brasil. Projetos muito bem elaborados já circulam pelo Congresso Nacional. Projetos que, se bem implementados, garantiriam a total transparência e controle dos jogos, de modo a pôr fim a qualquer dúvida quanto à possibilidades de fraudes e lavagem de dinheiro. Teríamos uma arrecadação de impostos que em muito se aproximaria aos valores obtidos com a implantação da já morta e enterrada CPMF. A legalização dos jogos, em todos os seus modelos, geraria uma enorme demanda de mão de obra, proporcionando várias oportunidades de emprego em diversos segmentos. Deixaríamos de gastar nosso dinheiro em outros países onde o jogo é normalizado, bem como traríamos divisas, por meio do turismo. Por isso, deixemos a hipocrisia de lado com relação a este assunto e aprovemos, de forma imediata, a legalização dos jogos no Brasil.

 

Julio Guatelli jguatelli@terra.com.br

São Bernardo do Campo

 

*

CHEQUE EM BRANCO

 

Será que o contribuinte, vítima da fúria arrecadatória deste (des)governo, está disposto a doar parte do que sobrou de seu salário, após trabalhar durante cinco meses por ano, gratuitamente ao governo, para quitar suas dívidas com o Leão? Resumindo: você confiaria um cheque em branco a alguém que praticou estelionato eleitoral (171), prometendo o céu e entregando o inferno? Fora Dilma e PT! Fora CPMF! Fora crise!

 

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

 

*

QUESTÃO DE CONFIANÇA

 

Tudo bem, presidente, aceitamos pagar 0,38% de CPMF. Agora resta saber quem administrará tais recursos. Ao PT não aceitamos direcionar mais nenhum imposto – a comissão é muito alta, prejudicial à saúde, à educação e à segurança. Arrume uma instituição séria e a ela pagaremos. Nada mais a declarar.

 

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com

Sete Lagoas (MG)

 

*

COMO ENXERGAMOS A CPMF

 

O governo quer que a CPMF volte, alegando que – como gostam de dourar a pílula! – se destina a serviços básicos de saúde e previdência. Nós continuamos a vê-la como verba adicional para pagar: 22 mil apaniguados, admitidos sem concurso, movimentos ilegais de invasão de propriedades rurais e urbanas, patrocínio de artistas apoiadores do partido, CUT, UNE e ONGs fajutas e mordomias sem fim para membros dos vários poderes. Não queremos mais pagar o pato!

 

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

 

*

ELA INSISTE

 

Dilma, não contente em ver rejeitado o seu projeto enviado ao Congresso, decide enviar um outro para criar um CPMF com validade para quatro anos. Ora, por que devemos pagar pelo imenso rombo que ela e os petralhas deixaram por incompetência e/ou corrupção? Se os seus eleitores, responsáveis por essa catástrofe, doarem ao Tesouro Nacional cerca de R$ 100,00 cada um, em dez parcelas, cobrirão o déficit apresentado no Orçamento, o que seria mais do que justo, afinal, quem pariu a Madama que a embale...

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

*

ROUBADOS

 

Após ter criticado e condenado categoricamente a CPMF, por ocasião de sua eleição e reeleição, em todas as entrevistas dadas à TV e à imprensa em geral afirmando que em nenhuma hipótese ele a reeditaria, eis que nossa “presidenta” dona Dilma nos trai mais uma vez, apunhalando-nos pelas costas vilmente. Basta ver que enviou ao Congresso proposta que recria a CPMF, e pior ainda é a possibilidade de alterar o porcentual do tributo de 0,20% para 0,38%. Estamos sendo dizimados, escorchados, além de roubados por este governo petelulista corrupto.

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

*

A ILUSÃO DE UM DESGOVERNO

 

Como poderia um governo desintegrado pensar que o pacote de ajuste cuja boa parte depende do Congresso será aprovado? Não é um movimento de reação, é, sim, mais um gesto de arrogância e soberba defesa de um mandato que há muito tempo já acabou.

 

Rodrigo Estefan yorki@conx.com.br

São Paulo

 

*

COMEÇO

 

Um ajuste fiscal federal para valer teria de começar na demissão sumária de mais de 110 mil petistas comissionados em empresas estatais e órgãos públicos federais.

 

Sergio Diamanty Lobo diamanty18@gmail.com

São Paulo

 

*

TROCA JUSTA

 

O povo brasileiro aceita a CPMF com uma condição: renúncia de Dilma e PT nunca mais!

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

*

UM PEDIDO AO PRESIDENTE

 

Dar pedaladas descendo rápido uma ladeira é total imprudência, porque pisar em falso provoca desequilíbrio e pode ser muito doloroso. Ciclista assim prova a sua inexperiência e necessita de orientações sobre segurança, respeito e boa conduta. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, supondo, porém, com quase certeza, que é o sr. o real detentor do poder em Brasília, pela sua fala, cara e gestos, pela sua habilidade ou promiscuidade com outros Poderes da República, peça, exija, convença, mande a sua pupila, a sua criatura, renunciar, já. Isso feito, constitucionalmente, o vice Michel Temer assumirá para concluir o mandato ou serão convocadas novas eleições, também conforme a Constituição. Desfeito o nó político que atravanca a economia, pode-se arregaçar as mangas nas reformas, imediatamente, porque os ajustes que estão sendo propostos nada solucionam. São engodos, maquiagens para salvar a pele de uma única pessoa ou, no máximo, de um punhado de mentores da política errática das últimas gestões. Será que o vento que sopra do planalto central é tão sufocante, torturante e mal-cheiroso por causa da fogueira com caldeirão? Ainda bem que tem vento de Curitiba para neutralizar um pouco esse desalento. Três sugestões para reaquecer a economia enquanto se discutem as reformas tributária, previdenciária, política, a revisão de Constituição, etc.: 1) convocar os representantes dos setores frequentemente socorridos pelo governo para, num esforço patriótico, reduzir os preços e a margem de lucros; 2) por medida provisória (MP), restabelecer a correção da tabela do Imposto de Renda, inclusive ampliando faixas para alíquotas maiores; e 3) por MP, cortar ou reduzir substancialmente as tarifas bancárias para pessoas físicas, micro e pequenas empresas. Ao possibilitar tirar o consumo da retração maléfica de hoje, todo o mercado tenderá a reagir mais rapidamente do que se possa imaginar. Sr. Lula, o sr., como criador dessa insustentabilidade mastodôntica, pode, se quiser, desatar esse nó político. Se não o fizer, tenha a certeza de que estará lançando o seu PT no abismo e enterrando a sua candidatura em 2018.

 

Massafumi Araki massafumi.araki@gmail.com

São Paulo

 

*

INSEGURANÇA JURÍDICA

 

Embora possível do ponto de vista legal, um impeachment de Dilma Rousseff agora pode deixar um legado de insegurança jurídica para os futuros governantes, diz com preocupação o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto. Insegurança para os governantes? Ora, talvez essa seja a maior contribuição histórica de um desfecho dessa situação na qual toda a Nação, e não só governantes, se sente insegura. Se um impeachment de Dilma agora teria o efeito benéfico de assustar os governantes e colocá-los na linha virtuosa da ética, da competência, da austeridade, da educação, do preparo, da honestidade e da liderança para um país melhor, para se sentirem seguros, o que teríamos a perder? O pior governante é o que se sente acima do bem e do mal, todo poderoso, imbatível, intocável, blindado, dono da verdade, podendo se safar de tudo apenas dizendo que não sabia... Se houvesse essa insegurança jurídica, com certeza o País não estaria à beira do caos, empurrado por uma hipocrisia gigante do governo, que já teria renunciado. No caso presente, é a permanência do governante no poder que está trazendo insegurança e se revelando pelo índice de rejeição altíssimo. E não só insegurança, trata-se de deboche ao povo, que de alguma forma se sente traído por um mandatário ilegítimo. Com essa avaliação sobre o impeachment, vinda de quem veio, não há mais um minuto a perder, e que finalmente se inverta a polaridade: queremos, sim, que maus governantes se sintam inseguros. Impeachment já! Viva o Brasil!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

*

OUTUBRO DECISIVO

 

Os motivos para o impeachment da presidente, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ficarão claros a partir de outubro, se houver a reprovação das contas de 2014, se ficar configurado o descumprimento da meta fiscal de 2015 e, em não havendo a aprovação do ajuste fiscal pelo Congresso Nacional, se ficar claro o encaminhamento da peça orçamentária com déficit em 2016.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

*

MOEDA DE BARGANHA

 

É apregoada a Francisco (o santo, não o papa) a célebre frase “é dando que se recebe”. Despudoradamente utilizada na política  (com p minúsculo mesmo) das republiquetas afora, não foi esquecida pela presidente Dilma na sua apregoada reforma política. Solicitou a Michel Temer, a Eduardo  Cunha e a Renan Calheiros que a ajudassem na realocação dos ministérios. No fundo, objetivava apoio logístico contra o célere impeachment a lhe bater à porta. Como gato escaldado tem medo de água fria e raposa não passa fome por excesso de astúcia, ouviu deles um sonoro NÃO. Inescrupulosamente, apelou, então, para o trunfo dissimulado em sua cartola: o Ministério da Saúde – de longe, o de maior vulto em orçamento. Espera com isso, na máxima de Francisco, fascinar as viciadas raposas com o mais suculento de todos os cachos de uva. Mas, para o seu desespero, o santo não vai ser forte.

                                                                                                           Luís Lago lago.luis2010@gmail.com

São Paulo

 

*

O INSTINTO DA TIGRADA

 

Salta aos olhos a maneira com que alguns políticos (talvez a grande maioria) ajam com instinto de preservação de seus respectivos nacos de poder e das benesses pessoais advindas desta condição num país onde o arcabouço político-institucional vem sendo forjado desde remotos tempos a garantir feudos e privilégios aos encastelados do poder. Isso tudo em detrimento da criação de uma base real e sólida de sustentação do crescimento econômico que poderia favorecer toda a sociedade. As manchetes dos jornais dos últimos dias evidenciam mais uma vez que tudo continua como antes, apesar da mais grave  crise política e econômica a perder de vista. Lula, secretamente, recorre a um desafeto que se tornou poderoso do dia para a noite na tentativa de frear a tramitação do processo de impeachment de sua cria, convicto, como a grande maioria das pessoas mais bem informadas, de que, aberta a porteira, será praticamente impossível segurar a boiada, ou seja, o Congresso – aí retornamos à questão inicial do instinto de sobrevivência da tigrada – que não teria como fazer ouvidos moucos clamor das ruas. A verdade nua e crua é que, a cada dia mais que dona Dilma fica instalada na cadeira presidencial, mais rapidamente as condições da economia do País  continuarão se deteriorando de forma avassaladora, como vem ocorrendo. Não tem mais jeito, renúncia ou impeachment já!

 

Fernando Cesar Gasparini phernando.g@bol.com.br

Mogi Mirim

 

*

MAIS UM HERÓI

 

Já temos uma heroína e um herói: Marta Suplicy e Hélio Bicudo, ambos egressos do Partido dos Trabalhadores, que abandonaram o barco petista por motivos políticos ou éticos-morais; mas está faltando um super herói, que pudesse causar um impacto definitivo, capaz de desarticular o ex-presidente Lula, relegando-o definitivamente ao ostracismo. Gilmar Mendes, ministro do STF, tentou, mas não repercutiu. Talvez estejamos precisando, mesmo, é de um hiper-herói.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

*

CAVALHEIRISMO

 

Se Dilma fosse homem, já a teriam arrancado do poder, mas, como é mulher, estão pegando leve...

 

João Manuel F. S. C. Maio clinicamaioa@terra.com.br

São José dos Campos

 

*

GUERRA POLÍTICA

 

Pelo andar da carruagem, 2018 vai chegar e os pré-requisitos constitucionais para instaurar o processo de impeachment de Dilma não serão definidos. Até lá, o Brasil vai sangrar até morrer. Aí irão aparecer uma dezena de candidatos ao cargo de presidente da República, posando de salvador da Pátria, mas querendo apenas continuar defendendo os seus interesses, e não os interesses do País, pois, se realmente quisessem defender os interesses do País, começariam já, e não esperariam até 2018. Enfim, cansada de assistir a essa guerra política interesseira e populista, que está levando o País ao fundo do poço. Fiz uma promessa a mim mesma: enquanto o voto for obrigatório, o meu voto será nulo. Fora senadores e deputados parasitas!

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

*

UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

 

Com quatro perguntas o artigo de Zander Navarro (“Quatro perguntas sobre a crise”, 22/9, A2) conseguiu finalmente acender uma luz no fim do túnel. Com uma lógica e objetividade especiais, ele deu a orientação para superarmos esse tremendo impasse político-econômico que vivemos. Resta saber quantos irão ler esse artigo e, de fato, iniciar um processo de resgate desse limbo em que nos encontramos. “É preciso ter mais senso de urgência e, em especial, mais comprometimento com a sociedade, o País e seu futuro”. Assino embaixo.  Quem mais?

 

Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

 

*

NA BEIRA DO PRECIPÍCIO

 

Depois de todas as ilicitudes, muitas delas já confirmadas, envolvendo os governos do PT nesta última década; e depois das críticas do colégio de presidentes das seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que usaram a imprensa para dizer que o ministro do STF Gilmar Mendes foi grosseiro, arbitrário e incorreto ao afirmar que o PT instalou no Brasil a cleptocracia (governo de ladrões), sistema de governo que colocou no fundo do poço Sérvia, Nicarágua, Ucrânia, Peru, Indonésia e Haiti, chegamos à conclusão de que a situação política do Brasil é complicada. Colocaram-nos à beira do precipício. Acorda, Brasil. Vamos para as ruas.

 

Leônidas Marques- leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

 

*

DESCALABRO NO TJ-SP

 

Como está sendo noticiado o afastamento do desembargador Otávio Henrique de Lima Souza de suas funções no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) por causa do escândalo da liberação do traficante mais conhecido como Capuava, ligado diretamente ao PCC de Marcola e tantos outros, quero citar ainda que o mesmo desembargador já estivera envolvido em outros casos de semelhante envergadura dentro do mesmo TJ-SP. Mas não é somente este desembargador que suscita desconfiança em seu comportamento dentro do tribunal. Mais pessoas ali dentro precisariam ser investigadas a fundo, tendo em vista seus comportamentos anômalos e benefícios conseguidos através de meios até agora não vindos a público e devidamente explicados a nós, simples “mortais”.

 

Boris Becker borisbecker@uol.com.br

São Paulo

 

*

PRESOS SEM NECESSIDADE

 

Em entrevista ao “Estadão” de segunda-feira (21/9, página A12), o desembargador José Renato Nalini, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), afirmou que “o principal objetivo das audiências era impedir que alguém ficasse preso sem necessidade”. Louvável a atitude do meritíssimo desembargador, mas gostaria que ele também se preocupasse com a situação dos presos que já cumpriram o tempo necessário para a progressão de pena, ou seja, 1/6 da pena para a progressão do regime semiaberto para o aberto, observados e cumpridos os quesitos legais exigidos, mas que continuam “esquecidos” na Penitenciária Ataliba Nogueira de Hortolância, aguardando decisão da juíza do Deecrim de Campinas. Que tal se o presidente do TJ-SP tomasse as devidas providências para um mutirão a fim de sanar essas injustiças? 

 

J. Moura jbosco03@uol.com.br  

São Paulo

 

*

ARRASTÕES NO RIO

 

Vem chegando o verão e os arrastões começam a aparecer. Agora vai ser direto, com a determinação do juiz Pedro Henrique Alves, de proibir a polícia de fazer apreensões de adolescentes a caminho da praia sem constatação de flagrante delito, no que não está errado. Vai virar uma festa, aliás, já virou festa. Todos os problemas do último fim de semana foram envolvendo adolescentes e na praia. O juiz não está errado, mas cabe esclarecer qual o procedimento do policial para com um adolescente só de bermuda ou calção, descalço, sem documentos, sem um centavo no bolso. Se não está cometendo nada de errado, pela decisão do magistrado, não pode ser apreendido. Alguém acredita que esse menor não vai fazer nada? Está tudo errado.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

LUTO

 

Nós, cariocas, perdemos a praia, os bares, a vida noturna, a alegria e a paz para os arrastões. O enterro coletivo será no próximo fim de semana, sem contar, é claro, com a nossa presença.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

*

QUEREMOS SEGURANÇA

 

O País está um caos. A criminalidade já reina solta e a Justiça do Rio ainda cria mecanismos que potencializam o crime. A não ser que seja em flagrante, menores suspeitos não podem ser detidos. Quer dizer, temos de esperar o pior acontecer para, depois, tentar remediar. Aí vêm os movimentos de esquerda, os “direitos dos manos” e dizem que queremos criar um “apartheid” nas praias. Apartheid, não! Queremos segurança. Estamos cansados de termos de nos trancar em condomínios fechados, nos escondermos em carros blindados e implantarmos um olho na nuca para tentar sobreviver ao dia a dia neste país. Seja por incompetência do governo, por medidas pseudossociais que coíbem a ação de autoridades ou por vista grossa da Justiça – fatores que prejudicam o cidadão de bem e idolatram o bandido, seja ele trombadinha ou profissional. Chega!

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

 

*

FECHAMENTO DE VIAS AOS DOMINGOS

 

E a Prefeitura de São Paulo vai mesmo insistir nessa palhaçada de fechar avenidas aos domingos. O pior é que não são ruas de pouco movimento, são avenidas importantes, como a Paulista e, agora, a Sumaré. Ou seja, circular pela cidade nesse dia vai ser um inferno, seja de carro ou de ônibus. Quem puder, que ande de Metrô, de bicicleta ou, simplesmente, fique em casa. Tudo para agradar aos moderninhos que fazem a cabeça do prefeito e do secretário de Transportes (aquele que quer ciclovias em toda a cidade, desde que não passe pela porta dele e de sua família). Já o restante da população que se vire.

 

Alexandre Fontana alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

 

*

QUEM SÃO OS CICLISTAS DE SÃO PAULO

 

Esta semana, o “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, veiculou uma matéria sobre o perfil dos ciclistas em São Paulo e constatou o óbvio: a maioria dos ciclistas que circulam pela cidade é trabalhador de bairros periféricos e não conta com sistema cicloviário. Que coisa! Era um fato desconhecido? Não, definitivamente não! Não sabia quem não queria ou não tinha interesse. Há duas questões aí. Primeira, um jornalismo que não investiga, de péssima qualidade, que não faz ideia do que é trânsito e segurança do trânsito, muito menos pedestres e ciclistas. Fazer matérias em cima do Código de Trânsito Brasileiro, de técnicos da panelinha ou de ativistas trapalhões é desvincular-se completamente da realidade. Que jornalista fala sobre a questão técnica, engenharia de vias e aplicação de sinalização? O jornalismo não questiona, simplesmente acredita, aceita e divulga. Não é um problema exclusivo da TV Globo, mas de toda a imprensa. Os números sobre ciclistas paulistanos sempre existiram, mesmo que com algum erro, e sempre apontaram quantos são e onde circulavam: trabalhadores, madrugadores (portanto, invisíveis para a classe média que acorda mais tarde) e periféricos. Fiz parte do Projeto GEF/Banco Mundial/SVMA PMSP em 2005, quando tive a oportunidade de ver com os próprios olhos esses ciclistas circulando, e é uma massa inacreditável. Vá, das 4 horas às 6 horas, até a ponte que liga a Avenida Dr. Assis Ribeiro, São Paulo, com a Avenida Santos Dumont, em Guarulhos, e descubra a verdade sentado. Procure a matéria do repórter Marcio Canuto entrevistando Sérgio Luís Bianco na Ponte do Socorro. Vá atrás, há “ene” exemplos. Segundo ponto: a posição dos cicloativistas, a maioria com verborragia de esquerda, o que quer que seja isso. Boa parte deles sabia bem qual é a verdade dos ciclistas paulistanos e quem precisava de verdade de melhorias de segurança cicloviária, mas em interesse próprio calaram e, remediados de classe média, meteram fogo no circo para ganhar ciclovia onde lhe fosse útil, é claro. Ganharam. Seria um processo natural, não fosse o discurso agressivo, de uma falta de civilidade sem tamanho, à beira do nojento.

 

Arturo Condomi Alcorta arturoalcorta@uol.com.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.