Fórum dos Leitores

LULOPETISMO

O Estado de S.Paulo

09 Janeiro 2016 | 02h55

Casa Civil

Mais um ministro da Casa Civil do desgoverno petralha é arrolado em escândalo: o sr. Jaques Wagner, acusado por Nestor Cerveró, ex-diretor da PeTrobrás, de ter recebido dinheiro de propina na campanha para governador da Bahia em 2006. Seria simplesmente uma “maldição da cadeira” ou rotina dos políticos do ParTido Trambiqueiro, no poder há mais de 13 anos, escolhidos para exercer o cargo?

ANTÔNIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Maldição

A Casa Civil dos governos lulopetistas está “amaldiçoada” por seu maior representante, que se encontra preso. Quem for nomeado para essa pasta fatalmente será indiciado pela Procuradoria-Geral da República. Desta vez é o atual, Jaques Wagner.

ARTUR TOPGIAN

topgian.advogados@terra.com.br

São Paulo

O PT e a corrupção

Existirá algum petista que não esteja envolvido em atos ilícitos? Não temos um dia sequer em que não apareça algum envolvido em denúncias. Agora temos dois ministros citados por delatores da Operação Lava Jato: Jaques Wagner, da Casa Civil, e Edinho Silva, da Comunicação Social. Quem será o próximo?

LUIZ ROBERTO SAVOLDELLI

savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

Petrolão

Não há dúvida de que numa democracia todos são inocentes até prova em contrário. Mas os indícios cada vez mais evidentes de envolvimento dos ministros Jaques Wagner e Edinho Silva no escândalo da Petrobrás tornam inviável a permanência deles no governo. Se a presidente almeja recuperar algo da sua credibilidade há muito perdida, é imperativo que faça uma faxina bem feita nesse seu cada vez menos acreditado Ministério.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Turma comprometida

Mais um pouco e a presidente Dilma vai ter de marcar reunião de trabalho em algum presídio.

LUÍZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

O dinheiro é nosso

Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, envolvido em grandes propinas da Petrobrás. Aloizio Mercadante (PT-SP), hoje ministro da Educação, também recebeu dinheiro da UTC. Agora veio a notícia de que Jaques Wagner (PT-BA) liberou milhões de reais para a OAS quando era governador da Bahia. A realidade é que tais senhores, membros do governo e do PT, confundem dinheiro público com privado, o gasto público fica incontrolável e a economia vai para o buraco. Não esquecer de José Dirceu, João Vaccari Neto, Delúbio Soares, André Vargas e José Genoino.

CELSO DE CARVALHO MELLO

celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

ECONOMIA

Cartola

O ministro Jaques Wagner declarou que o governo Dilma não fará milagres nem tem coelhos para tirar da cartola. Na realidade, nem coelhos nem cartola. Esse desgoverno tem apenas alguns bonezinhos da CUT, do MST e assemelhados.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Coelhos

O ministro Jaques Wagner reconheceu que o governo não tem mais nenhum coelho na cartola. Ora, não é de hoje. O último o Lula avisou que faria ensopado no sítio dele em São Bernardo.

LEO COUTINHO

leo.coutinho@uol.com.br

São Paulo

Injeção de ânimo

Lula e Rui Falcão reuniram-se com Dilma, tentando “virar o jogo” (6/1, A6). Os dois cobraram “o anúncio de medidas concretas para injetar ânimo na população”. Tenho uma sugestão infalível: a renúncia de Dilma.

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

Bye, bye, Brasil

Até o ex-ministro Joaquim Levy trocou Brasil pelos EUA. O que ele sabe que nós não sabemos?

MOISES GOLDSTEIN

mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

ALIENAÇÃO

Políticos sórdidos

Impressionante o conformismo, a submissão e a desorientação dos brasileiros que se apresentam nas entrevistas de televisão quando perguntados, em supermercados ou feiras, sobre restrição de compras por alta da inflação, ou sobre aumento de preço de passagem de ônibus, ou ainda sobre incúrias no atendimento pós-catástrofes naturais, em que veem perdidos todos os poucos bens que possuem. Geralmente respondem às suas desgraças com um sorriso escancarado ou mesmo com um riso aberto, buscando alegremente encontrar outras soluções para seus problemas, como se serem privados de seus direitos fosse a coisa mais natural do mundo. Essa total alienação política é a grande alimentadora da prática da corrupção e de sua manutenção por políticos sórdidos, a quem não interessa nada que seja implantada uma educação de alto nível, pois esta atingiria em cheio os seus nichos de poder.

REGINA ULHÔA CINTRA

reginaulhoa13@outlook.com

São Paulo

DESLEIXO

GRU-Franco Montoro

Como filho de André Franco Montoro, compartilho o brilhante comentário do leitor sr. Eurico de Andrade (7/1) sobre o desleixo como é tratado o nome do aeroporto internacional de Guarulhos. Poucas pessoas sabem que a denominação foi aprovada pela unanimidade do Congresso Nacional e sancionada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. E que neste ano vamos comemorar o centenário de nascimento de Franco Montoro. É uma oportunidade para corrigir tal desconsideração.

RICARDO MONTORO

ricardomontoro@montoro.org.br

São Paulo

Sobre o comentário do leitor sr. Eurico Andrade Borba, quero, como primogênita, agradecer, comovida, em nome da família Montoro, os elogios feitos a meu pai. Concordamos que é um desleixo – e desprezo – com uma das figuras mais importantes da História política do País. Vamo-nos mobilizar para dar ao monumento o significado merecido!

MALU FRANCO MONTORO JENS

malujens@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

SELFIE COM A PRESIDENTE

 

Meu Deus, é o fim do mundo! Vi as imagens de alguns jornalistas que participaram de um café da manhã com a presidente Dilma deslumbrados, fazendo selfie com a presidente. Com todo respeito, não pareciam profissionais de imprensa, mas focas, chapas-brancas, teleguiados pelo poder político que destrói, aparelha e bolivarianiza o Brasil. E a que custo se rastejam perante a facção político-partidária que faz trilhões desaparecerem no ralo da corrupção e, depois, manda a conta a pagar para o Brasil que trabalha e produz?

 

Leon Diniz leondinizdiniz@gmail.com

São Paulo

 

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DISTANCIAMENTO E CREDIBILIDADE

 

Em princípio, não há problema em a Presidência da República oferecer um café da manhã aberto para a imprensa. Entretanto, há duas coisas que chamam muito a atenção, por serem totalmente descabidas. A liturgia do cargo exige uma distância cerimonial, assim como a ética do jornalismo, também, um distanciamento para relatar, da maneira mais objetiva possível, as razões da mudança de 180 graus no comportamento de Dilma Rousseff. Sair numa selfie com a presidente põe em jogo toda a credibilidade de grande parte da imprensa do País.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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VAMOS MAL MESMO

 

Durante reunião com jornalista, Dilma disparou mais uma pérola: disse que o maior erro do seu governo foi não ter percebido a crise, mas errou novamente ao culpar a crise internacional. Dilma insiste em jogar a culpa nos outros por sua péssima gestão. Prometeu encarar a reforma da Previdência. Outra falácia: em 13 anos seu partido nada fez para minimizar a vida dos aposentados e agora Dilma sinaliza com aumento na idade para aposentadoria. Propôs mexer nos direitos dos trabalhadores e age como se nada estivesse acontecendo. Defendeu a criação da CPMF, pois disse que sem dinheiro não há ajuste fiscal. Mas por que ela não explica aos milhões de brasileiros que foi ela quem raspou os cofres públicos? Com relação à sua conduta, mais uma vez confundiu a plateia e espera convencer os brasileiros de que ela pode ser virada ao avesso que nada será encontrado contra ela. Não é sua pessoa que precisa ser virada ao avesso, são seus atos enquanto presidente, suas “pedaladas” fiscais, o que contribuiu para o déficit das contas, as mentiras para se reeleger e sua constante vigia no assunto impeachment. Cada vez que percebe que pode perder o cargo, Dilma compra apoio e ameaça aliados. Se fosse verdade que ela está com a consciência tranquila, o Supremo Tribunal Federal (STF) não teria afrontado a Constituição, o advogado Luiz Adams, da Advocacia-Geral da União (AGU), não estaria a todo momento tentando blindar a presidente. E falta o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que em breve vai revelar quem foi eleito com dinheiro sujo, ou seja, da corrupção. Se o objetivo da reunião foi para produzir notícias boas, mais uma vez Dilma se queimou – e, junto com ela, os jornalistas chapa-branca numa selfie inimaginável. Decididamente, este país não é sério. Pessoas perdendo seu emprego, inflação, juros e custo de vida nas alturas e meia dúzia de jornalistas que não tiveram uma pergunta à presidente. Vamos mal mesmo!

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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A CPMF E A SAÚDE PÚBLICA

 

Dilma Rousseff alegou que aprovação da cobrança da CPMF é questão de saúde pública. Em que pensava, privadamente, Dilma, quando decidiu pagar de uma só vez os bilhões das “pedaladas fiscais” que deu? Na aprovação da CPMF é que não era; na saúde pública, menos ainda. Só pensava em salvar a própria pele. Então, pouco dileta senhora, não jogue o ônus de seu desgoverno em nossas costas e muito menos em nosso bolso.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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O DESVIO DE RECURSOS

 

A volta da CPMF não é uma questão de saúde pública. Ela está sendo insistentemente pedida como sendo parte da solução para um problema crônico de incompetência do governo Dilma, que não tem disposição para atacar a real causa da atual penúria e da situação caótica da nossa saúde pública, que é o desvio de recursos que lá deveriam estar e que são usados para bancar o gigantismo da estrutura governamental, as ineficiências administrativas, as caríssimas propagandas enganosas e tudo o mais que faz com que, no final, o bolso do contribuinte seja a solução mágica para tudo, mesmo todos nós tendo absoluta certeza de que nada vai mudar na saúde pública, com ou sem a CPMF, porque a mentalidade dos que atualmente nos governam é imutável.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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CRISE NA SAÚDE

 

Será que a crise na saúde que sempre existiu e agora é proclamada em todos os noticiários é preparação para a CPMF?

 

Gustavo Guimarães da Veiga ggveiga@outlook.com

São Paulo

 

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SINCERIDADE

 

Nesta crise pela qual passa, principalmente, a saúde pública do Rio de Janeiro, a ponto de municipalizar dois hospitais estaduais, não seria melhor, nas reuniões que fazem para encontrar soluções, alguém levantar e dizer “é, falhamos, somos incompetentes”? Seria o mais sensato e razoável.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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NÃO SABIA DE NADA

 

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, embora do PMDB, foi contaminado pelos dirigentes do PT. Só se manifestou sobre a tragédia no atendimento à saúde no seu Estado depois de a mídia informar. Também “não sabia de nada”.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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QUAL FOI O TRUQUE?

 

Agora, que o ano velho já se foi, gostaria que alguém me explicasse com palavras sem “economês” onde foi que o governo Dilma arranjou dinheiro para pagar as “pedaladas” fiscais que deu em 2014 e em 2015. Se era dívida, tinha de ser paga em dinheiro. Ou pagaram com títulos da dívida pública? Será que tinham uma reserva estratégica em segredo de Estado? Se tinham o dinheiro, por que fizeram a dívida? Ou, então, por que não pagaram antes de o Tribunal de Contas da União (TCU) analisar as contas do governo? Se a presidente Dilma estava certa em usar o dinheiro que não era do Tesouro para pagar benefícios que lhe deram votos, por que resolveu pagar antes de o ano acabar? Sinceramente, gostaria que alguém me explicasse o truque. Como pode aparecer tanto dinheiro num truque de mágica?

 

Euclides Sordi euclidessordi@hotmail.com

Maringá (PR)

 

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CONFISSÃO

 

Dilma confessou o crime: mandou pagar as pedaladas!

 

João Teodoro Arruda de Araujo arrudadearaujo@gmail.com

São Paulo

 

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O TIRO SAIU PELA CULATRA

 

O tiro pode ter saído pela culatra! A presidente Dilma paga as pedaladas e se transforma em ré confessa de sua irresponsabilidade fiscal. Já era condenada pelo TCU e sujeita ao impeachment, e continuava mentindo à Nação, negando o crime. Quanto ao pagamento do rombo de R$ 72,4 bilhões, ela comete outro deslize emitindo títulos, aumentando a dívida pública e zerando o fundo emergencial do Tesouro. Será que a chamada “gerentona”, depois desses desvarios todos, terá alguma condição de conduzir um país?  

 

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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ACERTO COM A JUSTIÇA

 

O governo pagou e devolveu ao BNDES e ao Banco do Brasil o valor das pedaladas fiscais, e, assim, reconheceu que praticou crime de responsabilidade fiscal – e mesmo devolvendo o dinheiro, isso não a isenta do crime. É como se um ladrão, depois de roubar, devolvesse o produto do roubo, mas perante a Justiça o crime continua sendo algo cometido ilicitamente e, portanto, sujeito às penalidades da lei. Pedalou, tem de não só devolver o dinheiro, mas acertar contas com a Justiça. Impeachment já.

 

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

 

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DESVARIO

 

Cometeu o crime, sabia que era crime, confessa a prática delituosa, mas agora diz que não é tããão crime assim. Alega, ainda assim, que tem a vida ilibada e convoca seus amigos como testemunhas de antecedentes. É isso mesmo ou estou a desvairar?

 

Mauro Lacerda de Ávila lacerdaavila@uol.com.br

São Paulo

 

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‘AS PEDALADAS E A DEMOCRACIA’

 

Excelente o editorial “As pedaladas e a democracia”, publicado neste jornal em 2/1/2016. Alegam os governistas que a retirada da presidente eleita pelo povo seria um “castigo” desproporcional ao crime perpetrado pela presidente. Castigo à presidente? Não, cumprimento da lei. Cumprimento da lei e salvação do que resta de saudável e decente na política, na economia e na moral da Nação. Castigo à Nação é levá-la ao caos político, econômico e moral, como estão a fazer os membros da quadrilha instalada em Brasília e espalhada pelo País.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

 

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PEDALADAS DEMOCRÁTICAS

 

O “Estadão”, no editorial “As pedaladas e a democracia”, prova por A mais B que é totalmente descabida a tentativa de proteger a presidente Dilma de uma ação de impeachment por ela ter violado inocentemente e com a melhor das intenções, como querem seus defensores, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A quitação das pedaladas fiscais no encerrar do ano (leia-se trocar manobras da contabilidade criativa por outras, sem alterar em nada a dívida pública) deu ensejo para o advogado-geral da União sustentar a tese de que o impeachment “perdeu fôlego”. Tese semelhante poderia vir de um batedor de carteiras arrependido que, ao devolvê-las, se diria inocente ao “zerar” o ciclo de um ato delituoso.

 

Paulo Eduardo Grimaldi pgrimaldi@uol.com.br

Cotia

 

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O MINISTRO E AS PEDALADAS

 

Pedalando se avança, mas pedalando também se cai, porque o TCU vai julgar a última parte relativa às pedaladas sob sua apreciação, podendo até inabilitar implicados, dos 17 catalogados pelo órgão. No caso, Nélson Barbosa, ministro da Fazenda, é a preocupação do Planalto, porquanto conta com ele para a pretensão de arremeter a economia e de colocá-la em desenvolvimento pleno, embora a figura do ministro não assegure mudanças satisfatórias na economia, segundo o pensamento da grande maioria dos empresários. Santo fraco, milagre fraco ou inexistente. E o salvamento do ministro não reflete a salvação de nossa economia.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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TROPEÇOS DO GOVERNO

 

O Planalto caminha trôpego em sua defesa às manobras fiscais e acaba tropeçando nas próprias pernas. Como tentativa de mitigar os fundamentos do impeachment que caminha no Congresso, o governo quitou R$ 72,4 bilhões em dívidas com o BNDES, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o FGTS. Oras, até onde sei, apenas o que se deve pode ser quitado; logo, Dilma acabou por confessar os empréstimos que configuram descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas eles seguem como um andarilho embriagado! Agora, diante da iminência de ser julgado pela participação nas “pedaladas fiscais”, Nelson Barbosa foi orientado a seguir a linha jurídica de Michel Temer: o vice apenas deu sequência às diretrizes econômicas da presidente da República. O novo titular da Fazenda quer fazer crer que também foi o caso, porém, para tentar se inocentar, joga a batata assando nas mãos de Dilma. O histórico de eficiência das defesas apresentadas pelo governo – no caso específico das “pedaladas fiscais” – não é nada animador, basta relembrar que em outubro do ano passado o Tribunal de Contas da União rejeitou por unanimidade as contas do Planalto. Não demora o governo a cair no meio-fio e sangrar a testa.

 

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)

 

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O ANO DO COELHO

 

Como a China está mandando em tudo, está com a grana e influenciando o mundo, parece que vamos adotar uma prática milenar dos chineses: a de homenagear um animal e dedicar a ele cada ano. Por aqui, a presidente e um dos seus mais proeminentes ministros já adotaram o coelho para o ano de 2016. Mas não é aquele bicho arisco e veloz que estamos acostumados a ver, mas aquele auxiliar de mágico que só sai da cartola mediante um truque de ilusionismo. Será que o repertório da presidente e de seus ministros já não está meio manjado pela plateia? Eu confesso que preferiria trocar a trupe!

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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LAMBUZARAM-SE

 

Depois da fala do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (PT), sobre as lambanças (pedaladas, desvios, subtrações, etc...) feitas pelos petistas e dona Dilma para se perpetuarem no poder, não precisamos nem desenhar para que o ministro, todos os petistas e aliados entendam a razão dos pedidos de impeachment.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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A RECEITA E O DEPUTADO CUNHA

 

O jornal destacou esta semana a notícia de que a Receita Federal busca as razões do aumento dos bens da família do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas pergunto: quando é que ela vai investigar o enriquecimento da família Lula da Silva?

 

Laércio Zannini spettro@uol.com.br

São Paulo

 

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RENDA SUSPEITA

 

A Receita Federal, segundo noticiou o “Estadão”, vê indícios de que o patrimônio de um deputado federal cresceu além da renda. Parabéns ao Fisco pela eficiência, mas indago: todos não são iguais perante a lei (sem distinção de qualquer natureza – artigo 5.º, caput, da Constituição de 1988)? Não seria o caso de apurar se o patrimônio de Lula e de seus filhos – Lulinha e Luiz Cláudio – não cresceu muito, mas muito mais, além da renda? E, claro, averiguar de onde vem essa renda. Por exemplo, não soa plausível que Lula ganhe algo em torno de R$ 30 mil por minuto numa palestra. Acorde, Brasil!

 

Carlos Benedito Pereira da Silva carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

 

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ISONOMIA

 

O Ministério Público Federal (MPF) investiga a evolução do patrimônio da família do Eduardo Cunha, mas à grande maioria dos brasileiros interessa mesmo é saber como um simples catador de esterco de rinoceronte chamado “Lulinha” transforma-se meteoricamente num empresário milionário durante a gestão de seu pai, “Lula”. Sobre esse assunto, todos misteriosamente se calam... até o MPF.

 

Jatiacy Francisco da Silva jatiacy@bol.com.br

Guarulhos

 

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GRUPO LIBRA

 

Concordo plenamente com o leitor sr. Elias Menezes ao se reportar, na edição de 6 do corrente, a mais um escândalo que aflora neste país, para tristeza dos  brasileiros, e trazido ao conhecimento público graças à independência deste jornal. Refiro-me ao escândalo do Grupo Libra, agora envolvendo o vice-presidente Michel Temer e seus apadrinhados do PMDB. Às vezes, eu me pergunto por que são nomeados para ministérios ou secretarias políticos que não têm o mínimo conhecimento da pasta que vão comandar. Está aí a resposta, o dr. Michel Temer indicou para a Secretaria Especial dos Portos o deputado federal Edinho Araujo, que vem disputando seguidas eleições mediantes liminares concedidas pela Justiça, pois que condenado em primeira e segunda instâncias. É óbvio que, com correligionários, o caminho para o acordo fica mais fácil e o dinheiro entra mais rapidamente no bolso de cada um destes sanguessugas. Perdoe-me o Judiciário, que, se tivesse mantido as condenações, com certeza aquele político já estaria fora de cena. Mas, como tudo faz parte do conluio, como diz o leitor acima citado, todos ganham e quem perde é o povo, que, como sempre, tem de pagar a conta. Se tirarmos Dilma, entra Michel Temer na Presidência. Qual seria pior para o Brasil? Continuaria tudo do mesmo jeito, apenas estaríamos trocando de gatunos no comando do nosso Brasil. Sinceramente, já não se fazem mais políticos como há muitos anos. Que Deus salve o Brasil e tenha dó dos brasileiros. Chega de tanta roubalheira!

 

Nelson do Prado Sterdi nelsondopradosterdi@yahoo.com.br

Capivari

 

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DINHEIRO E CORRUPÇÃO

 

Se a falta de dinheiro ainda não provocou o fim da corrupção, perdoem-me, mas não há falta de dinheiro.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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PEGA LADRÃO!

 

Se alguém ainda estava em dúvidas a respeito da idoneidade, qualidade, capacidade, etc. dos políticos do “petelulismo”, do “peemedebismo” e de partidos aliados ao governo, formando uma verdadeira gangue no “pudê”, basta gritar “pega ladrão!”. Não fica um mesmo. Ou alguém tem dúvidas?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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A LAMA QUE COBRE O BRASIL

 

Não é só a Samarco Mineração S/A que produz lama. A lama produzida pelo Palácio do Planalto não cobre só Bento Rodrigues, cobre todo o Brasil. Produto de um presidencialismo de coalizão sustentado literalmente com dinheiro roubado dos cofres públicos. Nossos atuais dirigentes causam nojo até em urubus. O complexo formado por duas fossas comunicantes, erroneamente chamadas de Poder Legislativo, produz gases suficientes para dar o odor pútrido à lama que escorre do Poder Executivo, colorida de “marrom” pelo Poder Judiciário. Gostaria de dar nomes a todos os bois e a todos os escândalos protagonizados por esta quadrilha que tomou conta do País, mas a capacidade de armazenamento de minha conta não comportaria, portanto vou ater-me a apenas dois escândalos e a seus principais artistas. Pela facção PT: Lula, o chefe da quadrilha, está reservando vaga na Papuda; José Dirceu, o subchefe da quadrilha, na cadeia; Antônio Palocci, entocado não se sabe onde; Delúbio Soares, usando tornozeleira eletrônica; João Vaccari Neto, na cadeia; Delcídio do Amaral, na cadeia. E, agora, os protagonistas do PMDB: Renan Calheiros, para desmoralização do País, preside o Senado; Eduardo Cunha, para desmoralização do País, preside a Câmara; Edison Lobão, ex-rato da Esplanada dos Ministérios, aguardando a Lava Jato; Celso Pansera continua ministro, dono de self-service transformado pela governanta em ministro da Ciência e Tecnologia, “tecnologia de alimentos”, só se for; Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo, além de estar envolvido em roubo, usa o cargo para tentar obstruir as investigações; Jader Barbalho, esse dispensa comentários, só lembrando que já renunciou a um mandato de senador para não ser cassado e voltou ao Senado, presente de uma patuleia alienada. Triste Brasil!

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

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O REAJUSTE DOS MILITARES

 

A presidente Dilma concedeu aos militares um reajuste salarial parcelado em quatro anos, totalizando aproximadamente a 27,9%. A 1.ª parcela, de 5%, será paga em agosto de 2016; isso após a inflação de 2015 ter chegado a 11% e que, provavelmente, chegará, no momento do pagamento desta 1.ª parcela, a perto de 16%. As Forças Armadas são a única organização do Estado que não tem um representante da categoria no Poder Executivo. Desde o governo FHC elas vêm sofrendo uma constante defasagem salarial em relação às demais organizações do Estado, como, por exemplo, a nossa querida Polícia Federal. Oficialmente, o nosso representante é o ministro da Defesa, mas não me lembro de nenhum deles que tenha se preocupado com as necessidades da família militar, que, em razão das constantes transferências, às vezes são maiores do que as dos demais. São ministros de governo, não de Estado. Preocupam-se, sim, em apoiar em todas as oportunidades os interesses do Executivo. Esse reajuste é um verdadeiro deboche, um escárnio contra instituições sérias, que não se corrompem e que têm apoiado incondicionalmente o governo federal.

 

Ricardo Pereira de Miranda, coronel reformado ricarmiran@terra.com.br

Salvador

 

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APERTEMOS O CINTO

 

Na calada do recesso, quase em segredo, o governo trabalha para conceder um reajuste infamante para os militares, a contar de agosto deste ano: 25%, em quatro parcelas anuais de pouco mais de 5% ao ano. Chegou-se a número tão ridicularmente baixo a partir, parece-me, de metas de inflação estabelecidas pelo governo. Talvez vocês se lembrem da célebre frase já incorporada ao Febeapá, o Festival de Besteiras que Assolam o País: “Não vamos estabelecer uma meta”, disse ela, “mas, quando a gente atingir a meta, a gente dobra a meta”. Entenderam? Pois é. Todas as metas negativas foram dobradas nos últimos anos. Os militares, que tiveram seus reajustes postergados neste início de ano, ganharão menos de 6%, ante os 11% de inflação de 2015, mais uns 5% até o meio deste ano. Está difícil? Então todos apertemos os nossos cintos, porque a Justiça vai querer mais, o Legislativo, ainda mais, e a Polícia Federal, o Banco Central, conselheiros das estatais, etc., etc., etc., muito mais. E vão conseguir. Além de tudo, jogou-se no lixo um escalonamento vertical conquistado a duras penas, baseado no mérito que retrata a escala hierárquica. As Praças foram privilegiadas – e elas realmente são as mais vulneráveis –, mas somente no estamento militar, para humilhar e achincalhar os escalões mais elevados, a base, e não o topo, serve de parâmetro. Manteremos a coesão. Não passarão!

 

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

 

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CARICATURAS

 

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, está negociando um contrato com Chico Buarque para que este componha uma nova letra para o hino daquele país. O nobre compositor, excitado, já fala em mudar-se definitivamente para lá, onde vigora um regime político propício à composições de duplo sentido, nas quais o bardo tupiniquim foi imbatível no tempo dos militares no Brasil, quando alcançou  o auge de sua capacidade criativa. É provável, no entanto, que não desenvolva uma carreira muito longa naquelas longínquas e isoladas plagas. Há também em andamento um projeto que visa a prestigiar e desenvolver as artes cênicas acima do paralelo 38. Para isso, as autoridades responsáveis pelo setor estão contatando os atores Paulo Betti e José de Abreu para comandarem o processo. Eles, no momento, estão estudando as condições, mas devem aceitar o convite com entusiasmo. Em outra área, após o anúncio recente da detonação de uma bomba H pelo governo coreano do norte, a presidente Dilma, orientada pelo assessor “top top” Marco Aurélio Garcia, defendeu o diálogo dos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU com o jovem Kim Jong-un, o mais expressivo representante do comunismo atual em todo o planeta. Caricaturas, meras caricaturas...

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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EXPLOSÃO

 

A verdadeira bomba de hidrogênio quem explodiu, sem ser teste, foi a Bolsa de Valores chinesa, que despencou fortemente na última semana e levou o mundo todo ao apavoramento. E não poderia ficar imune a decadente e sofrível economia brasileira, cujos papéis, em queda livre, tombaram definitivamente. Este perigoso atrelamento ao Brics, agora, produz efeitos negativos, já que a maioria dos países emergentes dificilmente conseguirá subir à superfície e permanecerá afogando as sua mágoas e malogros por muito tempo.

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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MUDANÇAS NA VENEZUELA

 

É inaceitável a conduta autoritária e antidemocrática do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de não aceitar a derrota nas urnas e tentar se perpetuar no poder na marra. Triste fim da Revolução Chavista, que trouxe melhoria de vida para milhões de venezuelanos pobres, mas que hoje virou uma mera sombra de si mesma, atolada em corrupção e incompetência. O povo decidiu nas urnas pelo fim do governo Maduro. Só ditadores abjetos é que não respeitam a vontade popular e o voto da maioria. Vergonha para Maduro, que já vai tarde, com seu governo tosco, incompetente e antidemocrático.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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SALVE-SE QUEM PUDER

 

Não é de estranhar a mudança de posição do Itamaraty em relação aos atos arbitrários do ditador Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. Em primeiro lugar, o nosso presidente de fato, Lula da Silva, já percebeu que o atual presidente da Argentina, Mauricio Macri, não brinca em serviço e ele está com medo de levar de 7 a 1 da Argentina. Em segundo lugar, para que o governo federal possa continuar esperneando contra o impeachment da “presidenta figurante” Dilma Rousseff, também conhecida como poste n.º 1, é necessário defender “a vontade soberana do povo venezuelano, expressada de forma livre e democrática nas urnas”, pois este é o argumento usado por eles para justificar o impeachment como golpe. Enfim, por falta de opção, o governo brasileiro precisou abandonar o barco e deixar o “cumpanheiro” Maduro na mão, afinal de contas, nas horas de aperto, vale o lema “salve-se quem puder”.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

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CADÁVER INSEPULTO

 

O impeachment está morto, não enterrado, diz Lula. O cadáver insepulto, com as vênias de estilo, foi produzido pelo excelso Supremo Tribunal Federal, cujas decisões não estão isentas de comentários, embora devam ser rigorosamente observadas. A morte foi determinada pelo projetil que remeteu a última palavra ao Senado e esvaziou a Câmara, é dizer, tirou a decisão dos representantes do povo e a repassou aos Estados federados. Nenhum outro país do mundo dá à Federação, e não ao povo, essa última palavra. República Federativa do Brasil, onde o poder não emana do povo e não é exercido em seu nome.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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ERRO NA CONTA DE LUZ

 

Um erro no software da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) permitiu que comercializadores de energia obtivessem um ganho indevido de R$ 100 milhões nos últimos oito meses. Esse valor foi pago na conta de luz de clientes residenciais e empresariais. Isso é um crime hediondo contra o povo brasileiro, que já paga uma conta de energia aviltante. Os responsáveis por esse “erro” precisam ser punidos exemplarmente e o dinheiro, devolvido ou descontado nas futuras contas dos consumidores. O Ministério Público precisa apurar se houve mesmo um erro ou se, por trás da situação apurada, existe algum tipo de favorecimento às empresas de energia que lucraram milhões nas costas da sociedade brasileira, sempre vilipendiada e sem Justiça a seu lado. 

      

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

 

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O ‘ERRO’ SE REPETE

 

Mais uma vez milhares de consumidores são garfados pelo sobrepreço da energia elétrica nos últimos oito meses. Será que seremos ressarcidos em dobro, como manda a lei?

 

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

 

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DE AVENIDA À CRACOLÂNDIA

 

Este jornal, em seu importante editorial “A degradação da Avenida Paulista” (6/1, A3), até que se mostra bastante condescendente com o processo de deterioração que assola a avenida cartão-postal de nossa cidade. Além de transformada em um camelódromo desordenado, praticam-se nela as atividades próprias da cracolândia e de dormitório público, a céu aberto. Fuma-se até mesmo debaixo do Museu de Arte de São Paulo, que guarda a coleção de obras mais importantes da América Latina. Famílias inteiras dormem em barracas e casais chegam a ter relações sexuais ali mesmo, às portas dos shoppings. Já presenciei jovens tomando sol de biquíni, estiradas nas calçadas, misturando-se corajosamente às bicicletas e aos skatistas que, não satisfeitos com o canteiro central, circulam à vontade pelas calçadas. As necessidades fisiológicas são resolvidas “sorrateiramente”, ao redor das bancas de jornal, dando trabalho para os donos das bancas, obrigados a lavar a área envoltória, logo pela manhã. Proprietários dos cinemas, gerentes dos hotéis e de clubes ali existentes – que pagam IPTU elevadíssimo – queixaram-se amargamente dos prejuízos que estão tendo, na última reunião que houve na Câmara Municipal, em que se discutiram tais problemas e na qual eu, moradora da vizinhança, estive presente. É preciso colocar um ponto final nesse abuso de poder que não respeita os inúmeros moradores, proprietários e comerciantes, há muito ali instalados, muito menos a função de passagem da avenida, ligando os bairros da zonal sul à zona oeste, sem falar na sua condição de importante zona hospitalar e universitária.

 

Maria Cecília Naclério Homem mcecilianh@gmail.com

São Paulo

 

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DESORDEM URBANA NA PAULISTA

 

Concordo integralmente com a opinião do jornal “O Estado de S. Paulo” sobre o abandono da Paulista. A avenida está bagunçada, suja e tomada por camelôs irregulares que vendem todos os tipos de itens e comidas que, muitas vezes, não chegam a ser fiscalizadas. A principal função de um prefeito é cuidar da cidade, e não incentivar que os ambientes permaneçam deteriorados.  Sem contar a questão da segurança: todo local degradado favorece a prática de crimes. Quem passa diariamente na avenida sabe bem como é difícil de caminhar pela calçada, que pertence ao cidadão. Lamentável.

 

Alvaro Camilo, deputado estadual, ex-comandante da PM contato@coronelcamilo.com.br

São Paulo

 

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APENAS O PREFEITO

 

Quando o cidadão Haddad perceber que é apenas o prefeito, e não seu proprietário, São Paulo poderá voltar à pujança que caracterizou essa querida cidade. Pare de querer aparecer, com suas lambanças, você é apenas um servidor, e bem pago.

 

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

 

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‘ESTADÃO’, 141 ANOS

 

“Estadão”, 141 anos de história, de jornalismo sério, de investigação, de cultura, de verdades, formando opiniões, de liberdade de pensamento e, acima de tudo, contribuindo para o crescimento do povo brasileiro e o desenvolvimento do País! que venham mais 200 anos e que sejam o exemplo para quem quer trabalhar, governar e viver com seriedade e profissionalismo.

 

Luiz Claudio Zabatiero zabasim@ig.com.br

São Paulo

 

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Nós, que vez por outra nos exercitamos amadoristicamente neste “Fórum dos Leitores”, mais do que parabenizar, temos motivos de sobra para agradecer a este jornal pelo espaço que nos concede. Desse modo, a festa também é nossa.

 

Eduardo Augusto Delgado Filho e.delgadofilho@gmail.com

Campinas

 

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Quero cumprimentar este maravilhoso jornal pelos seus 141 anos, dos quais eu sou leitor há pelo menos 30. Que este importante veículo de comunicação continue atuando, de forma séria e independente, como sempre fez, em prol da democracia, da liberdade de expressão, do livre mercado e da melhoria contínua de nosso país – melhoria esta infelizmente interrompida tantas vezes pelos nossos políticos. Que o “Estadão” mantenha seu estilo ético, sério e profundo, pleno de textos densos, bem escritos e com análises detalhadas. Que não ceda às tentações da “tabloidização” e do sensacionalismo a que tantos outros jornais cederam, supostamente para atrair mais público, porém contribuindo para idiotizar ainda mais nossa nação. Qualidade acima de tudo, esta é a marca do “Estadão”. Que venham mais 141 anos!

 

Gabriel Bertran gabriel.bertran@gmail.com

Curitiba

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