Fórum dos Leitores

MANIFESTAÇÕES

O Estado de S.Paulo

14 Março 2016 | 03h00

Clamor

Assim como a corrupção e a roubalheira do lulopetismo entraram para a história, o clamor das ruas no Brasil vai entrar para a história da democracia.

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI

fransidoti@gmail.com

São Paulo

Por que não fui à Paulista

Embora não tenha a mínima dúvida de que o atual governo é um agrupamento de oportunistas sem o menor viés político e moral, inocentes úteis que acreditam em discursos vazios e mentirosos, empresários incapazes de sucesso por suas qualidades, e muitos outros motivos nada defensáveis, não fui ontem à Av. Paulista. Para quem viveu governos populistas explorando os miseráveis assalariados com legislação trabalhista dúbia, presidente metido a delegado sem saber se ia para a esquerda ou para a direita, herdeiros do populismo influenciados por movimentos sindicais infiltrados de agentes duplos e governos militares resultantes do tenentismo não resolvido, e que, participando ou não, se acomodou com a tradicional corrupção empresarial, principalmente com as construtoras, grupos infantis defendendo o passe livre sem atentar que nem esmola é grátis, fica muito difícil tomar uma posição. Além do mais, basta olhar para os substitutos legais e para a oposição para chorar e rezar. Por favor, lutem pela preservação das instituições, doa a quem doer, que já é muito, e colham os resultados.

CARLOS GONÇALVES DE FARIA

sherifffaria@hotmail.com

São Paulo

IMPEACHMENT/RENÚNCIA

Me dê motivo...

“Não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal”, disse Dilma. E qual motivo está faltando?

MARCELO L. Z. BERNABE

zbernabe@hotmail.com

São Paulo

... pra ir embora

“Que motivo tem para me tirarem da Presidência?”, desculpa da presidente para insistir que não há nada que a faça sair. Ué, incompetência não é motivo?

MARCOS POUGY

marcoslaly@gmail.com

São Paulo

4 mil demitidos por dia!

Estupefato, vejo a presidente declarar cinicamente que os que pedem sua renúncia estariam admitindo não ter os elementos jurídicos necessários para tirá-la pela lei. Ora, o fato é que em 14 meses deste mandato (cerca de 300 dias úteis) foi mais de 1,2 milhão de demissões. Ou seja, Dilma sabe que a cada dia útil sua incapacidade de dar soluções ao País é a causa de 4 mil demissões de pais e mães de família. Sua lógica obtusa, seu egoísmo e sua insistência em não largar o suculento (ainda) osso do poder destroem o dia a dia dos brasileiros. E continua com o discurso de que governa para os mais pobres! Sem contar o quanto a inflação sem controle rouba dos pobres “sem-contas bancárias remuneradas”, que ele alega defender.

RICARDO BORGES DOS SANTOS

ricardobsantos@ig.com.br

São Bernardo do Campo

PATRIMÔNIO NACIONAL

Milagre?

O Estadão de sábado mostra a foto do belíssimo crucifixo desaparecido do Planalto – faltou ressaltar ser obra do mestre Aleijadinho, do século 18. Será que essa obra vale menos de R$ 100? Estava guardada a sete chaves em cofre do Banco do Brasil, a custo zero (o BB age como uma ONG sem fins lucrativos...). Essa relíquia estaria ali por milagre? Ou foi retirada por descuido, subtração ou usufruto?

JOÃO PAULO MENDES PARREIRA

jpmparreira@hotmail.com

São Caetano do Sul

É roubo

Os presentes que estão no Banco do Brasil ou nos contêineres foram ganhos pelo representante máximo do País, e não pelo cidadão comum. Logo, pertencem à Nação e devem ser devolvidos. Se o cidadão comum não devolver, deve ser acusado de roubo.

JORGE WISZNIEWIECKI

jatw@terra.com.br

São Paulo

Culpa de FHC

Pelo visto, o chefão não perdoou nada, levou tudo o que pôde, como vimos nas páginas dos jornais de sábado. E vejam só: mandaram apurar o caso da obra de Aleijadinho em todos os governos anteriores! Muita cara de pau. A sindicância está completa, cana direta para o ladrão.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Ao Banco do Brasil

Favor informar o gerente da agência da Rua Líbero Badaró que hoje vou lá para também alugar um cofre, não precisa ser uma sala-cofre, nas mesmas condições do homem mais limpo e honesto deste Brasil. Isto é, sem nenhum custo.

MARCIO PASCHOLATI

marcio.pascholati@gmail.com

São Paulo

MULTAS DE TRÂNSITO

Mais coincidências

Quero me solidarizar com o leitor sr. Antonio Carlos Martins, que no sábado escreveu sobre ter recebido duas multas por trafegar a 51 km/h em local onde o limite é de 50 km/h, mencionando que vários parentes e amigos confirmaram ter recebido autuações semelhantes. Em 2015 tive minha carteira de habilitação cassada por atingir 21 pontos. Foram cinco multas, quatro delas por trafegar a 61 e 51 km/h em locais onde os limites eram respectivamente de 60 e 50 km/h. Para recuperar minha carteira tive de cumprir o ritual de devolvê-la ao Detran por 30 dias, fazer exame de reciclagem, etc. Entre meados de 2015 e início de 2016 já recebi mais três multas exatamente nas mesmas condições: trafegar a 1 km/h acima da velocidade permitida. No caso, também 60 e 50 km/h. O esforço desesperado dos governantes para ampliar a arrecadação é público e notório. Os jornais têm divulgado que o número de multas na cidade de São Paulo tem crescido a taxas de mais de 300%. Ao ligar os fatos, a suspeita de que essas multas sejam planejadas fica evidente. O sr. Antonio Carlos pleiteou uma ação do Ministério Público. É uma boa ideia, mas acho que se não for estimulada não prospera. Estou considerando seriamente tomar a iniciativa e avaliar a possibilidade de alguma medida judicial. Se alguém se interessar em participar ou contribuir com ideias para essa iniciativa, por favor, entre em contato.

ALBERTO BARRETO

alberto.barreto@columbiati.com.br

São Paulo

Tal qual o leitor sr. Antonio Carlo Martins, recebi e estranhei o mesmo tipo de multa, na Marginal do Tietê, acusando velocidade de 58 km/h. Está na hora de o Ministério Público acabar com essa máquina de fazer dinheiro do Haddad.

VIVIAN ORNI

vivianorni@icloud.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

O BRASIL DO PT

 

É triste e revoltante ver que as cidades brasileiras estão entregues à própria sorte. A tragédia da Grande São Paulo nos últimos dias, quando dezenas de pessoas morreram vítimas de alagamentos e de chuvas fortes, vem se somar às incontáveis tragédias Brasil afora. Tudo isso porque não existem recursos financeiros para as obras necessárias para prevenir ou evitá-las. Os recursos necessários escorreram pelo ralo da corrupção, pela incompetência e pela ação nefasta do governo federal. Mas não faltaram recursos para as obras em Cuba, na Venezuela, na Bolívia e em outras ditaduras pelo mundo afora. O Brasil está desmanchando, e a organização criminosa continua fazendo “o diabo” para se manter no poder.

 

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

São Paulo

 

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NOSSO TERRORISMO

 

São Paulo não precisa de ataques terroristas do Estado Islâmico ou da Al Qaeda para que dez pessoas morram estupidamente. Bastam as previsíveis chuvas de março encerrando o verão, córregos assoreados, bueiros entupidos e lixo por todos os lugares, principalmente nas administrações regionais e no governo de São Paulo, omissos e incapazes.

 

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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SÃO PAULO ÀS MOSCAS

 

Quando prenderem Lula, levem o prefeito Haddad junto. Ambos gostam de uma conversa “privada” e detestam trabalhar.

 

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com

São Paulo

 

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TRAGÉDIAS

 

Em qualquer país, quando acontece uma tragédia como aconteceu sexta-feira na grande São Paulo, o chefe do governo sobrevoa a área atingida, promete (?) ajuda, enfim, se pronuncia a respeito. Aqui, no Brasil, não. A chefe do governo convoca a imprensa no mesmo dia para defender o “cumpanheiro” ameaçado de prisão. As vítimas da tragédia, ora, as vítimas que se danem.

 

Celia H. Guercio Rodrigues celitar@hotmail.com

Avaré

 

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GÊNIO

 

É um espanto o sr. Rui Falcão, que, sem ler duas linhas da denúncia oferecida contra Lula, a achou infundada. Ele deveria aplicar tal capacidade para evitar que membros do partido que preside venham a ser presos e condenados. Poderia, também, esclarecer ao prefeito Fernando Haddad (PT) como se limpam córregos para evitar enchentes na cidade de São Paulo.

 

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

 

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SANGRANDO-SE EM SAÚDE

 

À vista do pedido de prisão formulado pelo Ministério Público paulista, a defesa do ex-presidente Lula divulgou nota em que diz: “Buscou-se, de fato, amordaçar um líder político, impedir a manifestação do seu pensamento e até mesmo o exercício de seus direitos. Somente na ditadura (...) é que opinião e o exercício de direitos eram causa para a privação de liberdade”. Ora, ora, ora, agora é Lula, aquele que vive abraçado a ditadores, que se insurge contra a mordaça e a privação da liberdade? Nada como um dia depois do outro. Lula prova do próprio veneno, boa jararaca que é. Quem pode dizer que a “alma mais onesta” ignora os muitos a quem o PT, usando de pressão econômica e de outros meios sórdidos, quis silenciar nos últimos anos? E que não dizer dos atentados já sofridos por entidades da mídia – como o ocorrido contra o Grupo Abril, vandalizado por militantes da grei petista sem que Lula dissesse um “a” em defesa da liberdade de imprensa? E o caso da analista do Banco Santander que, por pressão do próprio Lula, perdeu seu emprego quando manifestou, em nota à clientela daquele banco, preocupação com os rumos da economia brasileira? Nem vou falar do silêncio obsequioso do líder petista em relação às ações de seus diletos “camaradas” Nicolás Maduro, na Venezuela, e Raul Castro, em Cuba, useiros e vezeiros em amordaçar e prender, sem ordem judicial, desafetos políticos. Agora, que sente a coisa na própria pele de jararaca que é, Lula resolve se sangrar em saúde, lembrando de seus “direitos” e  da  “livre manifestação do pensamento”, que ele próprio nega aos outros. “Elle” que purgue seus pecados, que são muitos.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

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IMPRENSA LIVRE

 

Nesta quadra gravíssima da história do País, que vive a sua mais profunda crise política, econômica e moral dos últimos tempos, é mister defender com unhas e dentes a liberdade de imprensa e de expressão, reconquistadas a tão duras penas após os anos de chumbo grosso da ditadura militar, de triste memória. É absolutamente inadmissível aceitar, sem reação forte e determinada, as tentativas de intimidação que a imprensa vem sofrendo atualmente, tendo sido registrados impressionantes 116 casos de agressões e 8 mortes de jornalistas em 2015, bem como 57 incidentes somente nos dois primeiros meses deste ano. Os inúmeros casos de ameaças, intimidações, vandalismos, agressões físicas e homicídios põem o País na vexatória posição de quinto local do mundo mais perigoso e arriscado para o exercício do jornalismo. Diante da nota pública assinada pela Abert, Abratel, Aner, ANJ e Unesco, em defesa do livre exercício da imprensa, cabe citar Rui Barbosa: “A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que ameaça”. Por fim, mas não menos importante, cabe lembrar que o “Estadão” nosso de cada dia está há inacreditáveis 2.358 dias sob abominável censura. Até quando?!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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QUE IMPRENSA QUEREMOS?

 

Nos Estados Unidos a imprensa é criticada por não investigar a fundo e não expor ante a opinião pública fatos importantes para os cidadãos americanos. No Brasil é o contrário: o governo petista condena, execra e desqualifica a imprensa pela atitude oposta! E ainda põe na rua militantes com cartazes midiáticos ameaçadores! Mudamos de país ou de governantes? Mais fácil a última opção, não?

 

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br  

São Paulo

 

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PIADA DE SALÃO

 

“A polícia prende, a Justiça solta.” A máxima mostrou-se na semana passada, mais que nunca, verdadeira. O ministro Luiz Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu perdão judicial a oito mensaleiros condenados. Seus crimes compensaram largamente e, no fim, o mensalão virou mesmo piada de salão. Até quando? Que triste país!

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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VIVA A AIMPUNIDADE!

 

O STF concedeu indulto (perdão da pena) ao ex-deputado João Paulo Cunha, condenado a 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato. Mas algum desavisado poderia perguntar: como assim? Baseado em decreto da presidente Dilma Rousseff, que, muito provavelmente, conduzirá outros apenados do mensalão à liberdade. Depois reclama do impeachment...

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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INDULTO

 

É um acinte, um verdadeiro deboche, um tapa na cara dos cidadãos honestos ver os envolvidos no mensalão perdoados e soltos. Beneficiados por penas leves, sabiam que, assim, logo perdoados, estariam livres, corroborando a tese de Delúbio Soares de que isso cairia em breve no esquecimento e acabaria até virando piada. Sabe? Ele tinha razão! Se compararmos com a Lava Jato, o que aconteceu lá foi realmente insignificante! Cumpridos os cânones da Justiça, tudo bem. Não importa a ferida aberta na alma do povo?

 

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br

São Paulo

 

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PIZZÃO

 

O STF, baseado num indulto da presidente da República, concedeu indulto para dezena de condenados no mensalão, que se transformou num pizzão. Incrível como as coisas acontecem no Brasil: da noite para o dia, um condenado é solto e a sociedade paga a conta.

 

Yvete Kfouri Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

 

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MENSALÃO

 

Parece que a Operação Lava Jato minimizou a importância do mensalão. Vamos ter, agora, pelas mãos de Luis Roberto Barroso, um “liberou geral” aos políticos envolvidos.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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O GENEROSO STF

 

Ministros do Supremo Tribunal Federal, mais conhecido como “Madre Thereza de Calcutá”, resolveram perdoar também mais um dos líderes da organização criminosa que tomou conta do País em 2004. Depois de Genoino, o beneficiado agora foi João Paulo Cunha. Não estranhem se daqui a pouco José Dirceu também abandonar o xilindró. É a chamada “prisão prá inglês ver”. Falta muito ainda para passarmos este país a limpo.

 

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

 

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CRISE POLÍTICA

 

A melhor, e talvez a única, solução para o Brasil sair da crise política em que se encontra é iniciar uma sólida trajetória rumo ao futuro que merece. É muito simples: 1) acabar imediatamente com todos os mais de 30 “agrupamentos amorfos e oportunistas” travestidos de partidos políticos; e 2) permitir a criação de 3 a 5 novas siglas partindo da definição clara de suas ideologias e reais propostas para o futuro do País. É muito provável que uma iniciativa como esta, ou outra com a mesma finalidade, não interesse a nenhum de nossos políticos atuais, única e tão somente preocupados com a próxima eleição e em manter “ad aeternum” as vantagens do “status quo”, mas nossos filhos e netos irão, sem dúvida, agradecer imensamente.

 

Carlos Cardoso santhacar@uol.com.br

São Paulo

 

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SEMIPRESIDENCIALISMO

 

O sistema de governo proposto na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 020/1995 é o semipresidencialismo. Neste sistema híbrido de governo, consagrado pelo cientista político francês Maurice Duverger (1917-2014), há a chamada dupla legitimidade eleitoral, com o chefe de Estado sendo eleito diretamente em dois turnos por maioria de votos válidos e o chefe de governo, pela maioria absoluta de deputados. Uma grave crise política deve ser resolvida com uma nova eleição ou a troca de governo, e não, como no presidencialismo de coalizão, com a eterna escolha entre golpe e impeachment.

 

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

 

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DUAS VELAS

 

Picciani, pai, declarou que o governo Dilma cai em três meses. Enquanto isso, em Brasília, o filhinho do papai continua sendo um dos sustentáculos do moribundo governo. É um caso típico de acendimento de uma vela para Deus e outra para o diabo. Está protegido em qualquer situação.

 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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ELEIÇÃO 2016 – TIRO NO PÉ

 

Parece que as derrotas nas últimas eleições presidenciais não serviram para demonstrar ao governador Geraldo Alckmin que ninguém chega a lugar algum sem união e comunhão de pensamentos. Não bastasse a briga fratricida no seu partido (PSDB) para a escolha do candidato a prefeito de São Paulo, o governador tem se aproximado dos bandalheiros do MST e, agora, posa ao lado de Paulo Maluf. Mais do que decepção, é muito tiro no pé ao mesmo tempo.

 

Domingos Cesar Tucci d.ctucci@globo.com

São Paulo

 

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CRÍTICA A PAULO MALUF

 

Desculpe-me, caro deputado Paulo Maluf, eu me sinto livre e à vontade para lhe fazer uma crítica áspera como esta: já votei no sr. várias vezes e até trabalhei gratuitamente nesse sentido para lhe ajudar, vi tudo que o sr. fez de bom para o Estado de São Paulo. Porém, o meu conhecimento do seu errado veio depois e ficou devidamente comprovado com o seu comportamento publicamente divulgado pela mídia nacional e até da internacional. Para tentar se esconder ou dificultar a Justiça na apuração da sua deslealdade com os paulistas e os demais brasileiros, abraçou desavergonhadamente seu maior inimigo de outrora, que lhe caluniava todos os minutos do dia. Uma cruel traição ao seu fiel ex-eleitorado, abraçando o PT (Partido dos “Traidores”). E, agora, cinicamente o sr. vem apoiar o governador Geraldo Alckmin, este bola murcha, um coluna do meio peessedebista, mureta para presidente? Até hoje não fiquei sabendo o que ele é: situação ou oposição! Fato comum no meio tucanato, a começar por FHC. Infelizmente, o sr. chegou tarde e não tem mais crédito comigo nem com os paulistas.

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com

São Paulo

 

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O ‘SORRISO’ DE ALCKMIN

 

O governador Geraldo Alckmin tem sido fotografado “sorrindo” com políticos tucanos pretensos candidatos a prefeito de São Paulo, que só fazem brigar entre si, e o resultado disso será dar de barato o cofre paulistano ao PT. Nas fotos, basta olhar a face de Alckmin e sacar a falsidade da expressão, apenas um esgar de tolerância, de saco cheio, e não um sorriso sincero, aliás, marca registrada em sua aparência. Parece um corte esticado na face.

 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br

Garça

 

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PSDB, UM PARTIDO ACÉFALO

 

Pois é, o PSDB continua emitindo sinais trocados. Política é simbologia. Por isso, pronunciamentos e posturas, principalmente em momentos críticos, têm de ser bem pensados. FHC sempre foi um craque nisso. Já seus sucessores são um desastre. Após emitirem opiniões contra o pedido de prisão de Lula, agora me aparecem notícias sobre Aécio Neves e outros próceres do partido de namoro e noivado com o PMDB, de olho num possível impeachment de Dilma, já contando com a ascensão de Michel Temer à Presidência. E, de quebra, contando com uma aliança com o PMDB para as eleições de 2018. Ora, alianças todos fazem. Mas este não era absolutamente o momento para o PSDB se aproximar do PMDB, com as acusações que pesam sobre grande parte de seus membros, a partir de Eduardo Cunha, Renan Calheiros e o próprio Temer. O PMDB foi um dos coautores do petrolão, tem um monte de bandidos prestes a serem condenados e o PSDB, sem medir consequências, fica se expondo. E depois dizem que os membros do Ministério Público paulista é que são atabalhoados. Se estes não tivessem pedido a prisão de Lula, a esta altura ele já seria ministro da Casa Civil no lugar de Jaques Wagner, que iria para a Justiça. Quando era bem jovem, como músico, cheguei a tocar em cabarés da zona. Posso afirmar que jamais vi por lá algo nem de longe parecido com o que se vê hoje em Brasília.

 

Percy de Mello Castanho Junior percy@clubedoscompositores.com.br

Santos

 

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À MERCÊ DE IMBECIS

 

O Brasil está à mercê de imbecis como o ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB). Ao dar uma aula numa escola pública no Distrito Federal, ele mostrou o quanto está “preparado” para o cargo. “Como é que chama a criança de cabeça pequena? Vocês, que são alunos inteligentes, pois as crianças com microcefalia provavelmente não vão ter o mesmo desenvolvimento da inteligência de vocês que têm o crânio normal tiveram.” Com gente como ele no governo, fica fácil entender por que o Brasil chegou aonde chegou. Ministro de Estado não é cargo para ser loteado entre companheiros, muito menos ministro da Saúde. Corrupção é um cancro, mas incompetência é mortal.

 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

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EDIFICANTE

 

Soube que o Ministério da Saúde está amenizando as informações sobre a epidemia de zika a fim de não afastar os estrangeiros que possivelmente virão para a Olimpíada no Brasil. Se for verdade, fica provado que este ministério tem a mesma falta de consideração com nossos visitantes que tem dado ao povo brasileiro. Que edificante!

 

Jose Carlos Amaral jc.amaral1@uol.com.br

São Paulo

 

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PROTEÇÃO CASEIRA

 

Telas nas janelas protegem as pessoas de serem picadas pelos mosquitos e, ao mesmo tempo, fazem com que os mosquitos não se contaminem com pessoas que se encontram infectadas. Trata-se de uma ferramenta barata, prática e eficiente, cuja valia não deveria ser subestimada na luta da sociedade contra a Zika.

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo

 

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SEUS 8 MAIS 10 MILHÕES

 

Mesmo com o marqueteiro preso, o governo insiste em tentar enganar o grande público. Sem ter tomado as medidas preventivas que minimizassem a grave crise causada na saúde pública pelo Aedes aegypti, primeiro Dilma prometeu liberar R$ 8 milhões para acelerar as pesquisas junto ao Instituto Butantã. Disse que daria imediatamente R$ 3 milhões. Não deu nada. Agora, veio ao Rio de Janeiro e prometeu R$ 10 milhões para a Fundação Osvaldo Cruz conduzir as pesquisas sobre o assunto. Provavelmente, vão ficar a ver navios. O desgoverno continua fingindo que trabalha. Lamentável.

 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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A CONTA NÃO FECHA

 

A imprensa divulga que o governo federal busca apoio dos governadores para recriação da CPMF. E em troca vai oferecer desconto de 40%, por um ano, no valor das prestações da dívida dos Estados, que também sofrem queda brusca de arrecadação em função da recessão econômica. Em três anos, eles deixariam de pagar ao governo federal R$ 37 bilhões. Nada desprezível. Porém, qual seria a vantagem do Planalto, que também necessita de mais arrecadação, se a CPMF, com índice proposto de 0,20% sobre todas as movimentações financeiras, em sendo aprovada, arrecadar apenas R$ 10 bilhões em 2016, e o valor correspondente ao desconto de 40% para os Estados neste mesmo ano será menor em R$ 12 bilhões para o Tesouro? Essa conta não fecha! Ah, aí tem gato... Ou o governo está negociando apoio para o não impeachment de Dilma ou, ainda, no lugar de 0,20%, está tramando nos porões do Planalto aprovar uma alíquota bem maior, como de 0,38%, da CPMF. Isso elevaria sua arrecadação para algo como R$ 64 bilhões por ano.   Ou seja, se aprovado pelo Congresso, a nova CPMF será mais um duro golpe no bolso dos contribuintes. E os governadores não podem ser cúmplices dessa traição!

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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PRIORIDADES VESGAS

 

Há dois anos a presidente Dilma só fala na aprovação da CPMF, como se arrecadar R$ 10 bilhões ao ano fosse a salvação para nossos problemas econômicos. No entanto, no primeiro ano de seu mandato (em 2010), a presidente cortou R$ 1,5 bilhão de verba para a Polícia Federal de fronteira e não parou mais até hoje. Resultado? O País perde mais de R$ 100 bilhões ao ano no contrabando de cigarro, bebidas, armas e vestuário. Uma coisa é exigir mais impostos, outra é ter visão de longo alcance. Lá se vão cinco anos em que prioridades vesgas fizeram com que o País perdesse aproximadamente R$ 500 bilhões com o contrabando. Mas a “presidenta gerenta incompetente” Dilma só fala nos R$ 10 bilhões da CPMF. Precisa dizer mais?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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A INDÚSTRIA QUE ENCOLHE

 

É um fenômeno bastante revelador o fato de que sob os governos de um partido que se diz “dos trabalhadores” a indústria e, por consequência, seus postos de trabalho qualificados e mais bem remunerados tenha encolhido de forma consistente, ainda que não de forma contínua. Vai ver é culpa do FHC.

 

Renato Gentile Rocha rerocha65@gmail.com

São Paulo

 

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DISPOSIÇÃO PARA MUDAR

 

O Brasil passa por um momento delicado, de crise econômica, desconfiança acerca do futuro e um momento histórico, que, no entanto, só poderá ser corroborado caso os envolvidos diretamente aproveitem para fazer as verdadeiras mudanças de que o País necessita. É esse detalhe que nos faz desconfiar de que nada irá mudar.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

 

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PAÍS VOLTA A CRESCER

 

O Brasil mostrou que ainda respira. Só com a ação da Polícia Federal junto ao “barbudo”, a Bolsa de Valores subiu e o dólar caiu. Tomara que o juiz Sérgio Moro continue com a Operação Lava Jato e consiga colocar o Brasil também nos eixos da economia, haja vista que o ministro da Fazenda não consegue.

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo                                                             

 

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QUEIMANDO ETAPAS

 

Pensei que passaríamos, sob o governo do PT, por um estágio Argentina e, depois, evoluindo para uma Venezuela, mas estamos queimando etapas. Pelo que tudo indica, em 2018 não vamos ter eleição para presidente, e, sim, para síndico de massa falida.

 

Airton Moreira Sanches moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

 

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A ANAC E AS BAGAGENS NAS AERONOVES

 

É inaceitável que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) queira liberar a cobrança de bagagem nas aeronaves. As malas dentro do limite de peso máximo sempre foram transportadas gratuitamente, como deve ser. Por que cobrar agora? Os passageiros não podem ser penalizados. É absurdo. Daqui a pouco vão tentar liberar a cobrança do ar que respiramos.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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POÇO DE INCOMPETÊNCIA

 

Não bastando a enxurrada de impostos que o brasileiro já paga, a Anac quer esfolar ainda mais os passageiros para que paguem pela sua bagagem despachada. O Ministério da Aviação Civil virou uma pasta de barganha do governo federal, para atender a interesses político-partidários. Um cargo desses deveria ser preenchido somente por técnicos, como era no tempo que o DAC era subordinado ao Ministério da Aeronáutica. A Anac hoje é um poço de incompetência e corrupção, como tudo aquilo em que o PT põe a mão.

 

Frederico d’Avila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

 

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MALAS, MALINHAS E MALANDRAGEM

 

Uma mala de bordo vazia pesa, em média, 3 kg. Já uma mala média pesa cerca de 4,5 kg. Todo mundo que viaja com alguma frequência sabe que, para levar 10 kg de bagagem, não é preciso carregar muita coisa. Diga-se que o limite para a bagagem de mão que é aceito hoje é de 7 kg, e não de 5 kg. Restam 4 kg entre roupas, calçados, produtos de higiene, eletrônicos e o que mais houver, para levar. A Anac propõe, agora, que a bagagem máxima permitida para despacho seja o equivalente a uma mala de bordo, ou seja, aqueles 10 kg. É claro que a proposta da Anac vai onerar a todos que pretendam viajar por mais que um fim de semana. Afinal, descontando o peso da mala média, restam apenas 5,5 kg de capacidade utilizável, sem pagar excesso de peso. O que não se levou e conta é que aquele que carrega apenas bagagem de mão já paga, na tarifa, por 10 kg dos 15 kg ou 20 kg daquele que teve de despachar sua mala. Ele paga, mas não usa. Se é para mudar alguma coisa, que se proponham duas tarifas: com e sem bagagem despachada. E que se permita, então, um peso menos ridículo que meros 10 kg para a bagagem despachada. Esta proposta, do jeito que está, não passa de aumento de tarifa disfarçado e muito malandro.

 

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

 

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O TAMANHO DAS BAGAGENS

 

Estão noticiando que o órgão controlador da aviação civil, a Anac, está cogitando de cobrar a bagagem despachada nas viagens aéreas. É discutível, porém o inadmissível é as companhias aéreas brasileiras não terem regulamentado até agora o tamanho das bagagens de mão, ou, melhor, aquelas levadas pelos passageiros na aeronave. Está na moda, para muitos passageiros, levarem uma mala pequena de rodinha e, em cima desta, outra igual – e sobre as duas o seu laptop! Isso o obriga a tomar grande parte do bagageiro acima da sua poltrona, invadindo o espaço destinado aos passageiros da sua fila, e, não raras vezes, aos da fileira da frente ou a de trás. Coitados dos últimos a embarcarem, ficam procurando lugar para colocar seus pertences e, muitas vezes, se veem obrigados a coloca-los longe de seu assento.

 

Antonio Narvaes Filho anarvaes@uol.com.br

São Paulo

 

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BOM-MOCISMO

 

Tomei conhecimento de que a Lei 6.998/2013 acaba de ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Estabelece a lei que a licença paternidade, até o presente momento de 5 dias corridos, passa para 20 dias corridos. Mais uma contribuição para o “custo Brasil”. O próximo passo deverá ser a criação da licença “vovozidade”, que frequentemente fica mais atarefada que pai e mãe nesse período. Como ela, muitas vezes, não tem empregador, a Previdência Social deverá indenizá-la pelos mesmos dias da licença paternidade.

 

Mario Helvio Miotto mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

 

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O DESTINO DO MINHOCÃO EM SP

 

Parque Minhocão é o que a insanidade de um prefeito vingativo quer transformar o Elevado Costa e Silva para prejudicar ainda mais o trânsito caótico da maior cidade brasileira. Será que os paulistanos vão permitir? Desde a sua construção e até a presente data, ele continua atendendo à sua finalidade, uma obra viária que facilita as ligações das quatro zonas da cidade e custou muito caro aos munícipes. Há bom tempo é fechado nos fins de semana e no período noturno em razão do barulho e da poluição, semelhante ao que ocorre em toda a cidade. Então para que é fechado? É melhor ficar como está, para não piorar ainda mais com as inutilidades copiadas de outras cidades europeias e norte-americanas, muito diferentes da grande metrópole paulista. Felizmente, o mandato de$$a personagem está chegando ao fim. Neste período, o prefeito não cumpriu 30% do prometido na campanha eleitoral, e do pouco que foi realizado, só inutilidades, que extrapolaram os valores orçados, com licitações em julgamento. Já deveria ter sido decretado o seu “impedimento”.

 

Fernando Silva lfd.dasilva@uol.com.br

São Paulo

 

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HADDAD E O COFRE DA PREFEITURA

 

Enquanto Fernando Haddad só visa a faturar cada vez mais com sua indústria de multas, aumentando a capacidade do número de radares instalados em 57,5%, nos postos de saúde municipais faltam medicamentos básicos e essenciais para diabetes, pressão alta, colesterol, etc. há mais de dois meses. Porém para investir em radares não falta dinheiro. Ou, por ciclovias inúteis, que partem do nada e ligam ao nada, esburacadas, descascadas, mais parecendo com uma “caiação” invadida pelo mato, por isso pagamos o absurdo de R$ 650 mil o quilômetro. 

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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UMA PALAVRA

 

Desde que me aposentei, saio menos de casa e, consequentemente, dirijo muito menos. Com a idade, sou hoje mais cauteloso e menos ousado ao volante. Mesmo assim, tenho sido multado com mais frequência do que antes. O que parece ser um mistério pode ser explicado facilmente numa só palavra: Haddad. Graças a ele, temos pelo menos uma indústria cujo faturamento não para de crescer, a das multas. Todas as outras lutam desesperadamente para não falir, ironicamente por causa do seu partido.

 

Mario Silvio mario_silvio@hotmail.com

São Paulo

 

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SUGESTÃO AO ‘POSTE’ MUNICIPAL

 

Faço uma modesta sugestão ao “poste” que puseram na prefeitura da maior cidade do País. Sugiro que ele determine à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), empresa de economia mista vinculada à Prefeitura de São Paulo, para que tome a seguinte decisão: cadastre todos os veículos pertencentes a ladrões da Petrobrás, ladrões da merenda escolar, ladrões do metrô, ladrões dos fundos de pensão, ladrões da Eletrobrás, ladrões do BNDES, ladrões da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, ladrões de todas as empresas privadas que prestam serviço à municipalidade (coleta de lixo, transportes coletivos), também de todos os nobres parlamentares (municipal, estadual e federal) que se vendem, e passem imediatamente a cobrar as suas multas com o valor atual acrescido de 300%. Ao mesmo tempo, reduza a 1/3 o atual valor das multas cobradas dos cidadãos comuns. Assim, senhor prefeito, sua indústria dará um excelente salto de arrecadação, e isenta de contestações. A missão não será tão difícil porque a maioria deles pertence a seu partido.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo 

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