Fórum dos Leitores

OPERAÇÃO CARBONO 14

O Estado de S.Paulo

02 Abril 2016 | 03h00

O insepulto Celso Daniel

A 27.ª fase da Operação Lava Jato chega aonde tudo começou: a morte do insepulto Celso Daniel, cuja quadrilha à época tratou de calar-lhe a boca por ousar cobrar ética e transparência nas arrecadações de verbas de campanha do PT. A segurança do juiz Sergio Moro agora terá de ser triplicada, porque oito testemunhas da morte de Celso Daniel foram caladas – e se as investigações prosperarem, com certeza chegarão aos mandantes. A nós, brasileiros, agora só resta rezar pela vida do juiz Moro, porque os outros não tiveram nenhuma chance de receber nossas preces de proteção.

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Com a Operação Carbono 14, a Lava Jato tem metade da munição para acabar com a PeTralhice nacional. Para chegar à outra metade basta seguir aquela mala de dinheiro que foi para um banco em Portugal, a bordo de aeronave oficial, pelas mãos róseas de uma dama.

PAULO MARIO B. DE ARAUJO

pmbapb@gmail.com

Rio de Janeiro

Os amiguinhos

Antônio Palocci, Silvio Pereira, Delúbio Soares, João Vaccari Neto, André Vargas, José Dirceu Oliveira e Silva, José Genoino, João Paulo Cunha, José Carlos Bumlai, João Santana, Mônica Moura, Fernando Pimentel, Delcídio Amaral, Waldomiro Diniz, Dilma Vana Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, todos eles têm algo em comum: pertencem ao Partido dos Trabalhadores.

CLODER RIVAS MARTOS

closir@ig.com.br

São Paulo

NO STF

Conceito de valores

Teori Zavascki tira Lula da primeira instância da Lava Jato. Luiz Roberto Barroso afirma: “Meu Deus do céu! Essa é a nossa alternativa de poder” – referência ao PMDB. Associando a figura do juiz Sergio Moro à imagem dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) citados, vem-me à mente o título do livro O Zero e o Infinito, do escritor húngaro Arthur Koestler.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uo.com.br

São Paulo

Exemplo

O STF está indignado com a rapidez e eficiência do juiz Sergio Moro. Ele está dando um péssimo exemplo para o Judiciário.

LUÍZ FRID

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

Espantalhos

O espanto do ministro Barroso não diminuirá enquanto o STF privilegiar filigranas em detrimento da substância. É fato inequívoco que Dilma ofereceu salvo-conduto a Lula. É inequívoco também que ela não estava sendo processada pela primeira instância, essa, sim, a vedação constitucional. Qual, então, o problema? O fato delituoso vai ser desconsiderado, e deveria permanecer oculto, só porque não houve quebra de sigilo pelo STF? O juiz da primeira instância não quebrou o sigilo de Dilma, mas de quem falava com ela, e por isso a flagrou em delito. Só uma revolução consertará o Brasil. Pelas armas, que não queremos, ou pela ação das instituições. Se o Judiciário não for revolucionário, não avançar, não acompanhar as novas complexidade e velocidade do mundo, o ministro Barroso, e nós todos, ainda veremos muitos espantalhos.

WAGNER TAVARES

wag2@terra.com.br

São Paulo

PMDB no poder

O que deseja o “semideus” Barroso? Que o PT continue no poder por não ter tido a oportunidade de decidir algo em agradecimento por sua nomeação? Ou será que um dos Poderes é mais independente que os outros? O juiz Moro teve a humildade de pedir desculpas, o que eu, particularmente, e muitos achávamos não ser necessário. E agora? O terceiro Poder está pondo as manguinhas de fora? Seria uma mostra antecipada do que será o final desta novela? O que esses falsos donos do Brasil precisam saber é que a maior parte dos brasileiros não gosta do impeachment, mas sabe que o País não aguenta irresponsáveis e desonestos no poder. Se o PMDB não serve para comandar o País, por que os “donos do Brasil” não vetaram sua existência? Ah, se tiverem a intenção agora, não se esqueçam de pôr o PT na lista.

M. MENDES DE BRITO

voni.brito@gmail.com

Bertioga

Supremos umbigos

Pelas notícias diárias deduzo que ninguém, nenhum Poder está preocupado com o Brasil. A grande preocupação, claro, é só com a própria pele, incluído esse STF de Marco Aurélio, Barroso e Teori. Pobre Brasil.

RAUL VENTIMIGLIA

raulventimiglia@gmail.com

Santana de Parnaíba

FORÇA NACIONAL

Demissão do chefe

Analisando o desfecho dessa demissão em razão da não concordância com a transgressão da ética praticada por agentes do governo, facilmente justificada por tudo o que vivenciamos no momento, chegamos à conclusão de que ser honesto neste governo pode dar cadeia. É isso que o Ministério da Justiça nos mostra quando sugere falta disciplinar e gesto de deslealdade administrativa, com instauração de inquérito administrativo. Ora, que país é esse? Além de tudo, ainda obrigam agentes a não discordar das falcatruas? Basta. Não podemos aceitar mais tudo isso.

M. EMILIA TEIXEIRA GUIMARÃES

emiliatguimaraes@uol.com.br

Arujá

Verdades absolutas

Congratulações ao chefe da Força Nacional de Segurança Pública, coronel Adilson Moreira, por se demitir, enviando e-mail aos subordinados com críticas ao governo federal e à “presidenta”. Das argumentações destacamos duas de alta relevância, que até então ninguém teve o discernimento ou a coragem de declarar: “Nossa administração federal não está interessada no bem do País, mas sim em manter o ‘pudê’ a qualquer custo” e “não precisa ser muito inteligente para saber que estamos sendo conduzidos por um grupo sem escrúpulos”, incluída a “presidenta”.

ANGELO TONELLI

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

EDUCAÇÃO EM SP

Bônus/Apeoesp

A Secretaria da Educação do Estado informa à leitora sra. Luciane Luiz (31/3) que a Apeoesp, o sindicato oficial da categoria (dos professores), apresentou documentação à pasta solicitando a transformação do bônus em reajuste salarial. Enquete realizada pela secretaria, porém, ouviu que 92% dos servidores optaram pelo pagamento do bônus.

RONALDO TENÓRIO, assessoria de imprensa

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

TROCA DE GOLPES

Esta semana, em novo round de uma luta que o Brasil inteiro acompanha, Dilma Rousseff finalmente admitiu que o impeachment, de per si, não é golpe: “Impeachment, sem crime de responsabilidade, é golpe”, ressalvou ela o que já é algum avanço. No outro lado do ringue, todavia, estavam dois juristas pesos pesados: Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Presentes à Comissão Especial de Impeachment da Câmara dos Deputados, os dois foram categóricos ao sustentar ter havido, sim, crime de responsabilidade cometido pela presidente Dilma Rousseff. Segundo Reale, houve um “expediente malicioso em que foi escondido o déficit fiscal”, importando grave afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Sobram crimes de responsabilidade”, aduziu sua colega Janaína Paschoal, também signatária do pedido em tramitação na Câmara. “Quando as pessoas vão às ruas, estão esperando que esta Casa (Câmara) tome providências”, bateu a jurista, que acusou Dilma de golpe abaixo da linha da cintura ao “empurrar com a barriga” a dívida da União e falsear um (inexistente) superávit primário com o objetivo único de se reeleger à base de trapaças – não fazer o devido registro da dívida. Não se sabe se Dilma “acusou o golpe”; certo, apenas, que a torcida é para que Dilma, useira e vezeira em se utilizar de recursos antidesportivos, termine beijando a lona do ringue em que seu partido transformou o Brasil, país com tantas potencialidades e que está na triste situação que ora se encontra. Enquanto isso, exorto os jurados para que sejam imparciais e não deem a vitória a quem já deveria, há muito, ter sido desclassificada da peleja.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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PROTESTOS ANTI-IMPEACHMENT

As manifestações a favor de Dilma Rousseff contra o impeachment ocorridas na quinta-feira em várias cidades e capitais do Brasil, feito cálculo otimista, fazendo uma média entre a Polícia Militar e os organizadores do movimento, não contaram com mais de 150 mil pessoas. Estes números são cerca de 5% do total das últimas manifestações contra Dilma, Lula e o PT. Estes “apoiadores” de Dilma, que são em sua grande maioria cooptados pelos chamados movimentos sociais (MST e MTST), pela CUT, pelo PCdoB “et caterva”, todos de camiseta vermelha, que efetivamente não representa o Brasil, pois nosso País é verde-amarelo, talvez queiram formar a União das Repúblicas Socialistas Bolivarianas da América Latina, com o conforto do ônibus grátis, lanche e cinquentinha no bolso. Ao contrário do movimento pró-impeachment nas ruas do País, que consegue reunir número infinitamente maior de pessoas que só têm em comum a vontade de passar o Brasil a limpo.  

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

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CACHÊ?

Como cidadão e eleitor brasileiro, venho levar a público uma acusação gravíssima, mas que um colega de trabalho garantiu ser verdadeira: defensores do governo Dilma Rousseff estavam pagando nada menos que R$ 100,00 (cem reais) para as pessoas participarem, na quinta-feira, dia 31 de março de 2016, de manifestações em favor de Dilma Rousseff e do que seja lá que possa ser definido eufemisticamente como seu governo. Assumo toda a responsabilidade por esta informação, que me foi transmitida por um colega de confiança.

Carlos da Silva Dunham caduque.pezao@gmail.com

São Paulo 

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DEMOCRACIA

O perseguido pela Justiça fez mais um discurso dissertando sobre democracia, que ele não conhece; o PT e a CUT estão pagando para pessoas humildes condução (ônibus) e ajuda de R$ 30 a R$ 300 para gritarem “não vai ter golpe!”; o falador acha que isso é democracia. A propósito, seus parceiros Delúbio Soares e Silvio Pereira já voltaram a se enredar com problemas na Justiça. O pior demônio de um ser humano é a sua própria ignorância.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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31 DE MARÇO DE 2016

“Não vai ter golpe!”, vai ter mortadela!

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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QUEREMOS SABER

As manifestações pró-Dilma e contra o impeachment foram organizadas pelo PT, pela CUT, pelos sindicatos e organizações ligadas. Seria oportuno que a imprensa investigativa revelasse os bastidores: o que disseminam de argumentos falsos, como financiam, como transportam, de que fundos dispõem, o quanto pagam. É incrível que PSDB e o próprio PMDB não se articulem.

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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A VERDADE NA MANIFESTAÇÃO PRÓ-PT

 

Em momentos como este no Brasil, o mais difícil, para grupos antípodas, é o uso da razão. A base da razão é o equilíbrio consistente no sopesamento dos fatos. Dizer que todos os comparecentes aos atos favoráveis à conservação do poder de Dilma foram movidos a mortadela, diárias e facultatividade de pontos nas repartições é uma meia-verdade. Há os equivocados que somaram à sua ingenuidade ou desconhecimento político o ímpeto de apoiar o atual governo, malgrado suas notórias diatribes. Merecem respeito. Um esforço racional nos diz que em torno de 2/3 dos manifestantes foram movidos por esses combustíveis poluidores da vontade política livre e autônoma dos seres humanos, propiciado pelo uso imoral da máquina administrativa amplamente considerada. 

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MANIFESTAÇÃO OU SHOWMÍCIO?

Se os participantes recebem gratuitamente transporte, alimentação, um pagamento pela presença e até são brindados com um show, pode-se chamar esse movimento de qualquer coisa, menos de manifestação popular.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br 

Atibaia

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GOVERNISTAS

Não consigo entender como trabalhadores podem ir a manifestações numa tarde durante um dia útil. Serão os desempregados pelo governo petista?

Francisco da Costa Oliveira fcoxav@gmail.com 

São Paulo

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CAMISAS VERMELHAS

Peguei até a lupa para olhar a foto da manifestação que saiu ontem na primeira página do “Estadão”, mas não achei o que procurava. Será que as fábricas de bandeira brasileira também faliram ou esse pessoal não é mesmo chegado?

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 

São Paulo

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VERMELHOS

Depois de assistir às manifestações em prol de Dilma e de Lula, comandadas pelas centrais sindicais e pelos movimentos que se dizem sociais, vendo a maioria ostentando a cor vermelha, depois de ver no meio deles uma faixa com os dizeres “Revolução, governo, operário e socialismo”, cheguei à conclusão de que a democracia no Brasil está em risco e de que nós, brasileiros, precisamos acordar e dar um basta para sempre nesta turma de teleguiados da verdadeira ditadura.

Leônidas Marques leo.marques.vr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

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CONTRA E A FAVOR

As recentes manifestações em apoio ao governo Dilma desfilam palavras de ordem a favor da democracia e contra o impeachment e o ajuste fiscal. O governo Dilma já afirmou ser questão de sobrevivência da democracia o ajuste fiscal e que essa posição tem o respaldo das urnas. A reprovação ao governo Dilma, segundo pesquisas recentes, supera os 90% da população. Mas, afinal, quem é a favor e quem é contra o quê?

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br 

Rio de Janeiro

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EDINHO SILVA, QUEM DIRIA!

Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação Social do Governo Dilma, com veemência, afirmou que “a radicalização pode levar a consequências imprevisíveis” e que, “se nada for feito, haverá o risco de cadáver pela intolerância”. Será que o nobre ministro está se referindo ao “cadáver” de Celso Daniel, prefeito de Santo André? Quem diria!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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FACA NOS DENTES

Pela agressividade das falas palacianas de Dilma Rousseff, falta pouco para ela vestir o colete de explosivos! Mas isso ela não fará. Delega aos sindicalistas e participantes de movimentos sociais.

Carlos Alberto Roxo roxo.sete@gmail.com 

São Paulo

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JÁ HOUVE GOLPE

Um povo que sofreu um golpe do governo Dilma, com corrupção, desemprego, inflação e promiscuidade na governança, pode alegar que “não vai ter golpe”? Já houve!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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A NEGAÇÃO DA REALIDADE

Quando vejo Chico Buarque quase chorando, no Rio de Janeiro, no palanque com uma rosa na mão, apoiando o governo e dizendo “de novo, não”, fico confusa. Afinal, sempre achei que eu pensava e via a realidade como Chico via, por meio da poesia única das suas músicas. Agora, estou distante dele, estou órfã dos meus ídolos da juventude. Estou triste e só num Brasil órfão. Quando uma boa parte dos artistas empunha a espada da negação da realidade, tudo fica mais escuro. Arte é luz!

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com 

São Paulo

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ARTISTAS E ARTISTAS

“Todo artista tem de ir aonde o povo está”, trecho da música “Nos Bailes da Vida”, de Milton Nascimento. Lembro-me do manifesto de 13 de março em que artistas, ativos e atuantes juntaram-se ao povo para reivindicar o fim da corrupção, pedir saúde, segurança, educação, enfim, pedir um futuro para o Brasil. Estavam lá, braço a braço, com milhões de anônimos, todos numa única voz. No movimento de 31 de março, em defesa de Dilma Rousseff, em defesa dos pobres, em defesa dos desvalidos, também vi artistas braço a braço com... Dilma Rousseff. Sendo honesta, só me lembrei da existência deles porque vi a fotografia e, assim mesmo, com o nome na legenda, pelo ostracismo em que estão, mas por que eles não estavam braço a braço com os integrantes dos movimentos Sem Terra e Sem Teto, que se manifestavam na mesma data? A parte do “todo artista tem de ir aonde o povo está” continua válida, mas, para os artistas apoiadores do governo, só se o povo pagar ingresso. É isso?

Marcia Meirelles arciambm@yahoo.com.br 

São Paulo

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A QUEM INTERESSA O GOVERNO DO PT

Observando os que dão apoio à “presidenta” e ao ex-quase-presidente, encontramos apenas os que deste governo recebem benesses. Vejam o caso de artistas que recebem benefícios da lei de incentivo à cultura, muitas vezes destinados a projetos sem importância ou alinhados à mesma ideologia. Os estudantes da UNE nunca foram tão prestigiados como neste governo, também para projetos e fins de cooptação, apenas. E a grande maioria de sindicalistas, da mesma forma aquinhoados com vultosas quantias do famigerado Imposto Sindical. A todos os acima mencionados, não lhes preocupa a falta de emprego e trabalho, pois a eles o governo provém, via suado dinheiro de quem trabalha. Se fizéssemos uma pesquisa entre estes manifestantes, com certeza, não encontraríamos nenhum desempregado, nenhum comerciante que fechou o seu estabelecimento e tampouco um empresário que teve sua fábrica fechada. 

João M. Ventua  joaomv@terra.com.br

São Paulo

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‘O SORRISO DO CARANGUEJO’

Com relação ao artigo “O Sorriso do Caranguejo”, publicado na quinta-feira no jornal “O Estado de S. Paulo”, assinado pelo jornalista Eugênio Bucci, a resposta para sua decepção de ter uma presidente julgada por parlamentares incriminados é uma só: trata-se do foro privilegiado, da imunidade parlamentar de crimes comuns como corrupção, etc. e o excessivo segredo de Justiça. Esta elite da Nação, então, pode fazer o quiser, que nada lhe acontecerá em termos de punição. Por outro lado, o juiz federal Sérgio Moro agiu certo ao divulgar diálogos, inapropriados pelo linguajar e pelas atitudes, de governantes que deveriam dar o exemplo de respeitar as instituições e o próprio povo brasileiro. Eu, por exemplo, como cidadão, quero a maior transparência em tudo o que é feito e falado por homens públicos brasileiros. Não concordo em nada com a censura, em usar os tribunais superiores para esconder crimes e incentivar a impunidade.

Lucio Felix de Souza Filho luciofsf@superig.com.br 

Salvador

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O COMBATE À CORRUPÇÃO

Concordo com muitos dos argumentos apresentados pelo colunista Eugênio Bucci (31/3, A2), principalmente no festejo que fazemos ao achar que a corrupção se findará com a saída da Dilma e do PT do poder. Ainda mais considerando o grupo da mencionada foto de capa de quarta-feira, que liderará o fim do mal que assola o País desde a chegada dos europeus. Entretanto, discordo de que o verdadeiro combate à corrupção possa ser questionado pelas atitudes do juiz Sérgio Moro. Vejo que as instituições estão, sim, mais maduras e enxergando o mal que a corrupção capitaneada pelo mesmo grupo no poder desde sempre faz ao País. Essa maturidade vem da natural chegada a cargos de decisão de pessoas que viveram o período democrático, que têm acesso amplo à informação e não se iludem mais com contos de fadas de sistemas de produção não capitalistas. Não vem da varinha mágica do lulopetismo, como alguns ainda insistem em crer. De fato, o que esperamos é o líder que virá com a agenda aclamada pela maioria do Brasil, um Estado menos explorador, opressor, e, sim, mais inclusivo, com menos discurso de direito e mais prática de direitos de fato básicos, como sair de casa e ter certeza de que voltarei e com meus pertences; com educação básica para todos; com menos discussão sobre sistema de produção, sobre “direita” e “esquerda”, mas mais discussão sobre ações, dado que vivemos num mundo em que o único sistema de produção que se mostrou competente em acompanhar a evolução do homem foi o capitalismo. Alguém que olhe o passado e tenha aprendido com ele e deixe de repetir os mesmos erros, como controle de preços, Estado interventor. Alguém que dê oportunidade aos brasileiros agirem por conta e pela capacidade que têm. Sei que isso acontecerá, pois acredito que cada vez mais Moros estarão presentes entre nós.

Carlos Roveran carlos.roveran@gmail.com

São Paulo

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DILMA INOCENTE E HONESTA

O professor Eugênio Bucci conclui seu artigo, publicado na quinta-feira, com a observação de que a presidente Dilma é “inocente e honesta”. Será mesmo? Não são crimes deixar que dinheiro público seja roubado ou dissipado, mentir e ocultar verdades para influir eleitores, gastar muito mais do que o aprovado pelo Congresso Nacional, apoiar terroristas sociais, etc., etc.? Será que considera crime apenas locupletar-se pessoalmente? Enfim... 

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br 

Cotia

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ALGO ESTÁ ERRADO

O professor Eugênio Bucci está coberto de razão em relação a um ponto no final de seu artigo publicado no “Estadão” de 31/3, “O Sorriso do Caranguejo”: se alguma pessoa “incompetente e inepta” ocupa a Presidência do Brasil, algo está realmente muito errado.

Candida L. Alves de Almeida almeida.candida@gmail.com 

São Paulo

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MENTIRA E HONESTIDADE

Lendo Eugênio Bucci (“O sorriso do caranguejo”), ficou claro a quem ele defende, porém, dizer que “parlamentares incriminados até a alma condenarão uma presidente que, apesar de incompetente e inepta, é inocente e honesta, até prova em contrário” foi de uma inépcia total, porque não posso conceber que uma pessoa seja “honesta” mentindo como mente a terrorista/mentirosa mor 2.

Celso Zagonel celso.zagonel@hotmail.com 

Curitiba

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PONTO PARA O JUIZ

Apesar de muito bem escrito, o artigo do professor Eugênio Bucci (31/3, A2) é parcial, pois discorre sobre uma discutível ilegalidade cometida pelo juiz Sérgio Moro ao divulgar as gravações do investigado Lula. Foca apenas um dos lados da questão, procurando incriminar o juiz, mas silencia quanto às tentativas da presidente Dilma de obstruir a Justiça – já denunciado por Delcídio Amaral – e do boquirroto em interferir na Operação Lava Jato, fatos indiscutivelmente muito mais graves. Escreve o professor Bucci: “Juristas de renome disseram que (...) Moro estaria obedecendo ao princípio constitucional da publicidade”, do que discorda, porque, no seu  entender, “princípio da publicidade não existe para violar as fronteiras da vida privada de quem quer que seja, mas para assegurar a transparência dos negócios de Estado”. Na minha modesta opinião, o professor Bucci se contradiz, porque as conversas não se referiam à vida privada, e, sim, a negócios de Estado. Portanto, ponto para o juiz. Lamentável que, diante da derrocada da moral e da ética vigentes, um comentário desse porte procure enxovalhar a ação destemida e meritória desse juiz, que se tornou símbolo da luta contra a corrupção que grassa neste país.

 

Antonio C. Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com 

São Paulo

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A SAÍDA DA PRESIDENTE

 

Como decorrência do afastamento do PMDB dos desejos do Planalto e com o apoio da agremiação ao seu presidente, Michel Temer, o andamento do impeachment de dona Dilma passa a ser mais célere, desejando Eduardo Cunha (PMDB-RJ) votar o impedimento até o dia 17 de abril. Na verdade, quando o processo atinge esse ponto de ebulição, o melhor seria que dona Dilma renunciasse, como o fez Collor. Entretanto, parece que a presidente pretende permanecer no cargo até decisório final do impedimento, o que representará para ela a pena da maior execração pública já ocorrida no País. Será a decretação bombástica do fim do lulopetismo neste país.

José C. de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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PÓS-DILMA

Diferentemente do que dizem os caciques do PT, entendemos que o impeachment é um ato legal, haja vista está previsto na Constituição. A presidente Dilma está sendo responsabilizada por cometer crimes de responsabilidade, ela praticou as ilegais pedaladas fiscais, que tinham por objetivo maior vencer as eleições de 2014. Venceu, e arrastou consigo o vice Michel Temer. Com este raciocínio entendemos que os dois estão ilegais nos cargos que sustentam. Nesta toada, o vice Michel Temer será conduzido em breve à Presidência da República e num futuro próximo haverá uma tentativa de acabar com a Operação Lava Jato. Isso não deve e não poderá acontecer. Se tivermos intenção de passar o Brasil a limpo e o juiz Sérgio Moro tiver disposição, a luta deve continuar, pois está só no começo.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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A PREOCUPAÇÃO COM O DIA SEGUINTE

 

À medida que avança o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, entram em cena as preocupações com o dia seguinte. Aliados do vice Michel Temer já “montam” seu plano de governo, e o Partido dos Trabalhadores se movimenta para definir sua atuação como partido de oposição. O governo reage, oferecendo cargos, mas é cada dia mais difícil conseguir aliados por esse meio fisiológico, já que o outro lado também pode acenar com postos aparentemente mais duradouros. Se nesta terça-feira o PMDB desembarcar da base ficará mais difícil para Dilma conseguir os 172 votos para barrar seu impedimento. Até porque outros partidos o seguirão até agora governistas o seguirão. O simples afastamento da presidente não resolverá os problemas do país. É preciso buscar soluções sustentáveis, que deem ao investidor relativa segurança para voltar a empreender em solo brasileiro. O controle da máquina estatal deve ser efetivo e transparente e o combate à corrupção continuar. Há que se reanimar a produção nacional e devolver a rentabilidade ao empreendedor e o emprego ao trabalhador. A coisa pública precisa ser tratada com mais respeito e a população tem de deixar de ser insuflada à desobediência civil. Precisamos de um Brasil de paz. Mais importante do que o nome do governante é a tarefa que ele tem de desempenhar. Sem esse cuidado, a crise persistirá...

 

Dirceu Cardoso Gonçalves  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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GOLPE ‘MICHELIAR’

Há 52 anos houve o golpe militar. Atualmente, está em curso o golpe “micheliar”. O golpe militar foi perpetrado com o apoio dos udenistas. O golpe micheliar tem o apoio dos udenistas e também dos seus então antípodas. A UDN virou Arena. E o PSD (da época) virou PMDB. O golpe militar não salvou a democracia. O golpe micheliar agravará a nossa deficitária democracia. Em 1964 houve a tragédia. Julgo que jamais deveria haver a farsa. Abaixo a Indiretas Já! Democracia! Permanentemente!

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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NOSSA ALTERNATIVA DE PODER

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso sintetizou numa única frase o sentimento dos brasileiros sobre o atual quadro político do País, em face do processo de impeachment da presidente Dilma. Ao ver, numa foto, entre outros, o deputado e presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o senador Romero Jucá e o ex-ministro da Aviação Eliseu Padilha, exclamou: “Meu Deus do Céu! Essa é a nossa alternativa de poder”. Está dito tudo. Olhem o que temos: um vice-presidente e presidente do Senado alvo de delações, um deputado e presidente da Câmara alvo de processo de cassação de mandato e no STF. Na realidade, não temos alternativa. Qual a diferença com PMDB no governo, se o vice-presidente Michel Temer assumir, em caso de impeachment da presidente Dilma? Nenhuma. O PMDB esteve ao lado do PT desde o primeiro mandato do PT, com o ex-presidente Lula. Não é alternativa nem representa mudança. O mal se instalou no poder. Mas isso não quer dizer que não se prossiga com o processo de impeachment. O fato de não termos alternativas de poder não implica parar com o processo de impeachment. Uma coisa não tem nada que ver com a outra.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  

Rio de Janeiro

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SAÍDA DIGNA

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem razão: se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come, e com o Palácio do Planalto de todos os brasileiros transformado em palanque do PT e balcão de negócios, com um Congresso desmoralizado, a única saída digna e patriótica para o País seria a presidente e todos os congressistas renunciarem aos seus cargos, alterarem a lei para acabar com o foro privilegiado e convocarem novas eleições o mais rapidamente possível.

Celso Neves Dacca Celsodacca@gmail.com

São Paulo 

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ALÔ, MALUF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em sua sinceridade, disse apenas o que todo cidadão bem informado sabe: que este governo só pensou em dinheiro e que o PMDB é uma excepcional alternativa, para os peemedebistas. A situação política do Brasil é tão difícil que acho melhor Paulo Maluf se candidatar à Presidência da República, pois ele parece um escoteiro perdido em meio a toda esta bandalheira.

 

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br 

Osasco

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LEITURA

Diante do horror manifestado pelo ministro Luís Roberto Barroso, caso o PMDB venha a assumir o poder, cabe perguntar à S. Excia. qual seria o partido que não causaria tal horror: PT ou PSDB? Se nenhum dos dois, com Cunha e Renan em vias de serem processados, sobraria, segundo nossa Constituição, o ministro Ricardo Lewandowski. Será essa a leitura ou estamos todos doidos?

Éden A. Santos edensantos@uol.com.br 

São Paulo

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NIVELADOS POR BAIXO

O ministro Luís Roberto Barroso agiu de forma vulgar ao ver a centena de gravações telefônicas. Faz parecer que foi sem querer, e, com postura contrária à que seu cargo e posição exigem, iguala todos os políticos e, de modo sujo, ajuda o PT e o governo, tática antiga de gente suja. O Brasil está mal. Num país onde até um ministro da Suprema Corte é sujo, onde vamos parar? Que horror.

 

Roberto Moreira da Silva rrobertoms@uol.com.br 

São Paulo

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‘MEU DEUS DO CÉU!’

Em meados do século 19, a polícia de Londres se deparou com misteriosos crimes praticados por alguém alcunhado de “Jack, the ripper”, nunca identificado, que assassinava suas vítimas – sempre prostitutas – cortando-lhes a garganta e, depois, o resto, dando a entender que tinha profundos conhecimentos de anatomia. A indiscrição praticada por membro do STF, no caso o ministro Luís Roberto Barroso, a alunos da Fundação Lemann, que visitavam a Corte Suprema, tem sua verdade, pois o impedimento da criatura “presidenta” levaria a governança para os braços do PMDB, maior partido fisiológico do País. Trocando em miúdos: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega (e come!). Não nos desesperemos, excelência! Vamos por partes, como faria Jack: primeiro, cortamos a cabeça das cobras (prostitutas da República) e, depois, o resto.  A solução realmente não é das melhores, mas é o que temos para o momento e não podemos ficar paralisados, não é?  

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul

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OPERAÇÃO LAVA JATO

A Operação Carbono 14, deflagrada ontem, mostrou que o buraco é muito, mas muito mais embaixo...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CARBONO 14

A Operação Lava Jato inicia investigações sobre os fatos que levaram ao sequestro e assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André. Até que enfim. Todos sabemos quem são os envolvidos. São o chefe da quadrilha, que está preso em Curitiba, e o padreco de Lula que levava o dinheiro da corrupção, na prefeitura, para o chefe da quadrilha. O próprio, que quer ser ministro da Casa Civil de Dilma. Neste caso, “elle” não terá a proteção do STF e vai ser indiciado como suspeito. “Elle” e seus comparsas vão ter de se explicar. Agora vai...

 

Carlos A. Ramos Soares de Queiroz soaresqueiroz@hotmail.com

São Paulo

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ODEBRECHT

Como é possível uma empresa como a Odebrecht vender bens para captar R$ 12 bilhões e “atravessar o furacão”? Os bens da empresa deveriam ficar indisponíveis para ressarcir os prejuízos causados ao País pelas ações criminosas praticadas por esta empresa e investigados pela Operação Lava Jato. O principal executivo e dono da Odebrecht foi julgado e condenado e encontra-se preso. Como é possível que a empresa busque “criar as bases para um novo ciclo” de atividades antes de acertar suas contas com o País e a Justiça? 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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SONHO MEU!

Se alguém acreditava que o ex-presidente Lula seria preso um dia, pode tirar o cavalo da chuva. Com a manutenção do processo dele no Supremo Tribunal Federal, com certeza ficará numa gaveta por muitos anos. É só comparar com o processo contra o sr. Renan Calheiros, que, em situação semelhante,  aguarda lá muitos anos e nada ainda foi feito. 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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LENTIDÃO DO STF

Como o STF decidiu que a investigação sobre Lula deve ser enviada para a Corte (31/3), a sociedade brasileira poderá aguardar alguma solução lá pelo ano de 2060, pois a lentidão é uma característica do tribunal. É só ver como andam os vários processos contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e os de outros políticos naquela corte.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com 

Campinas 

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O INIMPUTÁVEL TEM RAZÃO

A decisão de manter as investigações que envolvem Lula no STF é a prova de que uma mudança efetiva na Justiça brasileira, que inspire confiança na sociedade no sistema judiciário, está longe de acontecer. Sérgio Moro e seus colegas são, infelizmente, apenas pontos fora da curva. Teori Zavascki, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Edson Fachin, Celso de Mello e Luís Roberto Barroso demonstraram que, pelo menos no STF, nada mudou. Parafraseando o inimputável da República, “pobre, quando comete crime, vai para a cadeia; rico, tem seu processo mandado para o STF e fica impune”.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 

Florianópolis

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PARA SANGRAREM JUNTOS

Concordo com o ministro do STF Marco Aurélio Mello, porém o meu receio é de que ninguém vai conseguir melhorar sem tomar medidas amargas, e, então, o “molusco apedeuta” volta ao poder nos braços do povo sem memória, em 2018. Acredito que é melhor ele ser ministro da Casa Civil para sangrar com Dilma até o fim. Daí ficaremos livres deles para sempre.

Victor Hugo de Almeida Raposo victorraposo2000@icloud.com 

São Paulo

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JUÍZA ATACADA

Que garantia tem uma juíza que trabalha num fórum e é agredida por um louco qualquer que não concorda com a decisão da Justiça? Se a moda pega, os bandidos vão fazer justiça com as próprias mãos? Se a associação dos juízes ainda não se deu conta da falta de segurança com que os juízes trabalham, está na hora de acordar. Estão esperando o quê? Algum cadáver? Deveria haver na sala dos juízes um policial todas as vezes que algum criminoso entrasse na sala de um magistrado. É o mínimo que se pode fazer.

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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IMPUNIDADE

O presidente do STF condenou o ataque à juíza em São Paulo. Caro ministro, todos os brasileiros merecem ter segurança, e não somente uma casta, da qual você faz parte, merece. A raiz do problema tem nome e está bem perto de você, aí em Brasília: “impunidade”. Enquanto a impunidade sobreviver no alto comando do País, nos Três Poderes, todos os demais mortais deste país irão se julgar no direito de serem bandidos também. Porque têm certeza de que nada lhes acontecerá. Talvez uma condenação de alguns anos, que, com redução de pena e outros absurdos, cumpram alguns meses, e estarão livres novamente para praticarem novos crimes.

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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CASO VERGONHOSO

Quem poderia imaginar que o vereador Antônio Ricciardelli (PTB), o famoso Marquito, do “Programa do Ratinho”, no SBT, que faz a plateia e o público de casa rirem com suas brincadeiras, em tão pouco tempo na política, aderiu à prática da desonestidade e da corrupção, obrigando seus funcionários de gabinete a lhe devolverem até 80% do que ganham e, em alguns casos, até o 13.º salário. 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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DE CARREIRA

O Ministério Público diz que o vereador Marquito participa no salário de quatro funcionários. Partindo do princípio de que a vereança é o começo da carreira de um político e com base no que o mensalão e a Lava Jato nos ensinaram sobre os políticos, o vereador Marquito já tem pontos para se candidatar à Câmara dos Deputados ou ao Senado, certo? Ou, ao contrário, ele já está reprovado, pois, se foi pego no beabá, nem adianta continuar. Será galinha morta. Sei lá, esperemos para ver o que vai acontecer.

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com 

Bertioga

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RAPIDEZ

A celeridade do Ministério Público Estadual é impressionante quando no caso o envolvido é Marquito, pois o megaesquema de corrupção envolvendo o Metrô de São Paulo ainda está na gaveta.

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com 

Casa Branca

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