Fórum dos leitores

IMPEACHMENT

O Estado de S.Paulo

16 Abril 2016 | 03h00

Joio e trigo

O processo de impeachment traz a lume uma importante diferença entre os pensamentos de “esquerda” e de “direita”. Enquanto os ditos esquerdistas ameaçam parar o País com manifestações violentas e disseminar o ódio pelas ruas em caso de derrota no domingo, os outros se limitam a dizer que respeitarão o resultado do processo constitucionalmente instituído. Tais comportamentos nos ajudam a separar o joio do trigo.

GABRIEL HENRIQUE SANTORO

santoro.gabriel@uol.com.br

São Paulo

Eles não sabem?

Será que a CUT e os movimentos sociais que defendem a presidente Dilma e são contrários ao seu afastamento sabem que hoje o Brasil tem mais de 10 milhões de desempregados, em favor dos quais essas entidades não movem uma palha? E que esses trabalhadores estão em tal situação exatamente por causa das ações desastrosas do governo que os citados movimentos pretendem manter? É claro que sabem, mas os objetivos são outros.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Acertou uma!

A ainda presidente Dilma Rousseff disse mais uma pérola: “Se for aprovado o impeachment, serei uma carta fora do baralho”. Parabéns. Demorou, mas acertou... É a lógica!

LUIZ DIAS

lfd.silva@uol.com.br

São Paulo

‘Pílula do câncer’ liberada

Mas a presidenta não perde a oportunidade de tentar comprar votos, em qualquer situação.

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Questão de ordem

Amanhã teremos a votação do impeachment na Câmara dos Deputados. A minha dúvida é: o “ministro da Casa Civil” que despacha no puxadinho volta para as mãos do juiz Sergio Moro?

JOSÉ SAEZ

jsaez2007@gmail.com

Curitiba

Fim da Lava Jato

Não, Sergio Moro, não pare! Termine por cutucar o Supremo Tribunal Federal (STF) com as provas irrefutáveis e necessárias para manter essa Corte em atividade, pondo todos os mancomunados com os PeTralhas no lugar merecido. E que não sejam esquecidos (sic) pela Justiça!

RICARDO LUIZ RUIVO MUNIZ

ricmuniz45@me.com

São Paulo

Discussão bizantina

Acompanhei o debate no Supremo Tribunal Federal sobre a forma como se deve proceder à chamada dos deputados federais, amanhã, para decidir sobre o impeachment de dona Dilma Rousseff. Achei um tanto inútil discutir se a chamada deveria ser feita por ordem alfabética dos parlamentares, ou por Estados do Norte para o Sul ou do Sul para o Norte, ou por legendas partidárias. Na minha opinião, a grande maioria das escolhas já foi feita pelos deputados e é difícil supor que as votações de um Estado influenciem a decisão em outros. De qualquer maneira, aguardemos os resultados.

FILIP RIWCZES

filipriw@gmail.com

São Paulo

Tédio e sonolência

O STF é um poder em dissonância com a realidade do Brasil. No país onde há pressa, as sessões do Supremo causam tédio e sono a alguns ministros e a quem assiste. Recentemente, o ministro Teori Zavascki consumiu um dia inteiro para relatar o rito proposto para o atual processo de impeachment. Os ministros, em sua maioria, têm a necessidade de externar suas vaidades, seja por meio de trejeitos, voz empolada, uso de palavras sofisticadas ou neologismos como “anfitrionar, nulificar”, etc. Os que concordam com o relator, em vez de simplesmente dizerem “concordo com o relator”, optam por fazer longa exposição, cerca de uma hora, para externar seus conhecimentos, que na maioria já foram expostos. Este comentário, evidentemente, não sugere que os julgamentos sejam feitos de maneira açodada, mas é necessária uma reavaliação do procedimento. O Brasil tem sede e pressa de justiça.

DIRCEU VALLE

dirvalle@terra.com.br

Rio de Janeiro

Voto não dá em tribunal

O ponto alto no julgamento do STF que rejeitou os esperneios dos defensores de Dilma esteve no voto do ministro Gilmar Mendes: segundo ele, aqueles que se insurgiam contra o modo de votação adotado pela Mesa da Câmara dos Deputados no impeachment precisavam de votos, que não se colhem em tribunais.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

Bye, bye

A presidente Dillma ainda insiste que “não vai haver golpe, porque foi eleita legitimamente”. Uma meia-verdade. Esqueceu-se de descer de sua soberba para entender que os brasileiros são contra a corrupção da tigrada petista. Na verdade, assistiu à sua derrota no STF, enquanto Michel Temer festejava com deputados. Tchau, querida...

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Temer sem medo

Não devemos temer Temer como presidente. Ele não usa nem usará boné vermelho e creio que será um presidente Itamar Franco melhorado, pois é sereno, comedido, inteligente e sabe o que terá pela frente, como provou o teor de sua recente entrevista. Sugiro, conscientemente, ao futuro presidente urgência nos seguintes temas: 1) Acertar as agências reguladoras, órgãos importantíssimos de Estado; a fim de gerar confiança interna e externa para novos investimentos, elas não devem ter seus cargos leiloados, como fez o PT. 2) Revogar, cancelar todas as verbas milionárias para sindicatos, ONGs e demais chupins das tetas do Estado. 3) Refundar o Mercosul e intensificar tratados bilaterais. Para tanto, fazer uma faxina no Itamaraty. E que Deus o ajude, e a nós, a sair desta m... em que o PT nos colocou.

FERNANDO PASTORE JUNIOR

fernandopastorejr@gmail.com

São Paulo

Moralização

Caso o vice-presidente Michel Temer venha a ocupar o Palácio do Planalto, deveria, como exemplo, adotar medidas moralizadoras, antes de pedir sacrifícios à sociedade, reduzindo drasticamente o número de ministérios e os 22 mil cargos de confiança, além de cortar mordomias e benesses injustificáveis.

GERSON DA SILVA MORTEIRO

gersufn@uol.com.br

Sorocaba

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OS ÚLTIMOS RECURSOS

A presidente Dilma Rousseff está usando os últimos recursos que lhe restam. Colocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao seu lado, instalado num hotel em Brasília, para tentar angariar votos a favor do governo na Câmara dos Deputados. Abriu o Palácio do Planalto para a CUT e para o MST, na tentativa de ouvir pronunciamentos a seu favor. No dia 13 de abril, falou a jornalistas que vai propor um pacto. Dilma não tem o hábito de ir ao Congresso e muito menos de escutar a opinião de ministros, deputados e senadores. Os números indicam a tendência de derrota do governo amanhã na Câmara. Dilma prefere ser massacrada, em vez de apresentar a elegante renúncia. Restarão para o Brasil a recessão, uma bilionária dívida, o desemprego, a baixa arrecadação e a inflação. Uma lambança fenomenal promovida ao longo de 13 anos pelo PT.  

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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O PACTO

Em entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto esta semana, Dilma Rousseff disse que, caso o impeachment não passe no Congresso, vai propor um pacto. “Uma nova repactuação entre todas as forças políticas, sem vencidos e sem vencedores.” Ah, é? E quem vai acreditar em uma palavra desta senhora? Onde foi parar o país cor de rosa que ela pintou para ganhar a eleição em 2014? Desgraçou a vida de milhões de brasileiros, de empresas, de indústrias e ainda vem com este argumento de perdedor? Dilma ajudou a incendiar o discurso de seu criador, dividindo o Brasil em “nós” e “eles”. Está fazendo do palácio onde é a atual inquilina um lugar para os vermelhos raivosos, acusando quem não está com ela de golpistas. Golpe quem dá são os petistas. Que o digam a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa, o BNDES e os fundos de pensões. A força está com o povo. Amanhã vamos virar este jogo. Chega de pagar por erros que não cometemos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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‘INÊS É MORTA’

Percebendo o fim de seu governo, Dilma, agora, em posição de genuflexão, vem com o maior caradurismo propor uma “nova repactuação de todas as forças políticas sem ter vencidos nem vencedores, pois não se faz pacto com ódio”. Dilma teve anos para abandonar sua arrogância e as maracutaias de sua tigrada. Agora é tarde, “Inês é morta”.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo       

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SÓ AGORA?

Interessante: agora, que o naufrágio parece inevitável, aparece a proposta de um grande “pacto nacional”. Afinal, os que desejam o impedimento são ou não “golpistas”? Estranho, muito estranho.

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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DE 2014 ATÉ AQUI

A Dilma que faria “o diabo” para ganhar as eleições, agora, para safar-se do impeachment, quer celebrar um “pacto”? Com quem?

Ottfried Kelbert okelbert@outlook.com

Capão Bonito

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CAMINHO RETO

Grande pacto nacional para quê, dona Dilma?  Aquele pacto com o “demo” não prosperou e ele lhe deu as costas? Pois é... o povo também, porque a senhora errou demais. “Tchau, querida.” Desta vez, vá com Deus, que é o caminho reto.

  

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

Santos 

                                                      

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DEPOIS DE TUDO...

Depois de tantas mentiras, de pacto com “o diabo”, de fingir que não via a corrupção, as pedaladas, de engarrafar vento, saudar a mandioca, etc., acho que o único pacto viável e possível seria: já que não restauramos a moralidade, então locupletemo-nos todos.

Iria De Sá Dodde iriadodde@hotmail.com

Rio de Janeiro

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AS PROMESSAS DE DILMA

A poucos dias da votação prevista para amanhã, e com o aumento do movimento de debandada dos apoiadores do governo, a presidente Dilma acena, aos 44 minutos do segundo tempo, com a promessa de propor um grande pacto nacional que incluiria  até a oposição, caso saia vitoriosa do processo de  impeachment. O problema é que nós já vimos esse filme. Às vésperas das eleições de 2014, ela também prometeu mundos e fundos e disse que poderia fazer “o diabo” para garantir sua reeleição. Promessas como criminalizar a homofobia, manter a inflação sob controle, fazer uma reforma tributária, criar a banda larga para todos, desenvolver um sistema nacional de esportes, implantar as plataformas do conhecimento, demarcar terras indígenas, disponibilizar 3 milhões de novas moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida, universalizar o Samu, implantar o programa de segurança integrada, implantar o Mais Especialidades, agilizar julgamentos de processos judiciais referentes a desvios de recursos públicos, transformar caixa 2 em crime eleitoral, tipificar o crime de enriquecimento ilícito por agentes públicos, reformular o currículo dos ensinos básico e médio, etc., etc., etc., não foram cumpridas. Que garantias teríamos nós, povo brasileiro, de que esta agora o seria, se tantas outras se mostraram tão somente instrumentos de convencimento para permanecer no poder?

João Manuel Maio clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos 

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‘REPACTUAÇÃO’

Depois de privatizar o lucro para o PT, Dilma tenta socializar o prejuízo entre os demais...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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AINDA FAZENDO ‘O DIABO’

Em 2014 Dilma Rousseff prometeu fazer “o diabo” para ganhar as eleições. Foram as pedaladas fiscais que arruinaram o Brasil e motivaram o atual pedido de impeachment. Para tentar se salvar na votação de amanhã, está fazendo de tudo. Inventa e, depois, aproveita cerimônias públicas para fazer-se de vítima e chamar quem a contesta de “golpista”; na tentativa de evitar qualquer ameaça de desgaste às vésperas da votação, a Casa Civil recomendou à presidente que liberasse o uso do “placebo” batizado de “pílula do câncer”, que não foi testado sequer em animais, desconsiderando pareceres contrários a esta liberação dos Ministérios da Saúde, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “No amor e no impeachment vale tudo.”

Omar El Seoud ElSeoud.USP@gmail.com

São Paulo

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LENHA NA FOGUEIRA

Parece que a presidente está mais perdida do que cego em tiroteio. Com o fantasma do impeachment batendo às suas portas, ela liberou a “pílula do câncer”, apesar de ainda não haver sido testada em humanos nem liberada pela Anvisa. Mais uma irresponsabilidade populista. Depois de ocupar o Palácio do Planalto para discursar um dia sim, o outro também, para se defender da cassação, agora anuncia mais uma irresponsabilidade: vai ao acampamento dos chapas-brancas UNE, MST e CUT. Isso é querer colocar mais lenha na fogueira e não condiz com a posição de maior mandatária do País. Há pouco tempo, isso tinha o nome de incentivo ao terrorismo.

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha 

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PIEDADE

“Lutarei até o último minuto contra o golpe”, disse Dilma num de seus últimos suspiros no poder. Continua achando que seu passado de guerrilheira ainda lhe pode salvar. Enquanto isso, seu “advogado particular” da União continua confundindo o julgamento do impeachment, que pertence à alçada do Congresso Nacional, com um julgamento jurídico e usa de seu conhecimento “juridiquês” para defender o indefensável – e toma essa medida em cima da hora, para ganhar tempo no processo em andamento no Congresso. Dilma, que defendeu sempre seu passado de luta, esqueceu-se de lutar pelo povo que governa, e junto com seu mentor só pensaram em tomar o poder e encher as suas burras. Portanto, depois de 14 anos de impiedosos desmandos e erros, agora chega a justa cobrança. Que Deus tenha piedade do povo brasileiro!

Leila E. Leitão

São Paulo 

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FORA DO BARALHO

A presidente afirmou esta semana que, se perder a batalha do impeachment, no próximo governo estará fora do baralho. E será que estará também fora do baralho da Lava Jato?

Suely Monteiro gersuly@uol.com.br

Sorocaba

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ÚLTIMA INSTÂNCIA

E Pinóquio, que atende pelo nome de José Eduardo Cardozo, advogado-geral da União, este, sim, está engendrando um golpe e levando o Supremo Tribunal Federal a ajudá-lo nessa manobra. A quem recorreríamos, se alguns dos supremos ministros, com a devida vênia, tivessem feito valer seus interesses pessoais, em detrimento dos interesses da nação brasileira?

Elisabeth B. Buny bethbuny@uol.com.br

Cotia

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O CAVALEIRO DO APOCALIPSE

O Supremo Tribunal Federal (STF), como instância máxima do Judiciário e guardião da Constituição, não pode ser confundido com um tribunal de pequenas causas, como queria Dilma Rousseff, por meio do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, transformado em aguerrido advogado pessoal da presidente que, a todo custo, tentou invalidar via STF todos os caminhos legais que levaram ao processo de impeachment. Usando argumentos jurídicos que beiram a ameaça, Cardozo, dirigindo-se à Corte Suprema, advertiu, em caso de aprovação do impeachment, que pode haver gravosas e nefastas consequências que podem levar o País a uma “dramática situação de convulsão social”. Com essa ameaça, o advogado de Dilma e do PT esperava que suas palavras ecoassem positivamente na boca dos ministros, para que o tão sonhado projeto de poder de seu partido não fosse inviabilizado por uma Corte que, segundo Lula, é “acovardada” e lhe deve lealdade. Alô, PT, muito cuidado, com democracia não se brinca.

Peter Cazale pcazale@uol.com.br

São Paulo

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A FIRMEZA DO STF

 

Ao decidir, já na madrugada de sexta-feira, que estão presentes no processo em curso na Câmara dos Deputados os requisitos para a abertura do impeachment de Dilma Rousseff, o Supremo Tribunal Federal (STF) sepultou os argumentos da presidente e dos seus seguidores de que não houve a prática de crime e de que a abertura desse procedimento seria um golpe. Frustrada a tentativa de abortar o procedimento da Câmara por meio do “tapetão”, resta agora à presidente a tentativa de convencer deputados a não votarem pela admissibilidade do processo, o que parece difícil, quase impossível, a esta altura dos acontecimentos. O momento é dos deputados federais. Aqueles 513 representantes do povo têm em suas mãos a grande tarefa de, com seu voto sincero e livre, escolher o caminho mais adequado para o Brasil. Do voto de cada um deles vai depender a solução da profunda crise hoje vivida pelo País e o futuro de todos os brasileiros. É chegada a oportunidade de a classe se reencontrar e confraternizar com o eleitorado e, principalmente, reconquistar o respeito popular.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves cardosodirceu34@gmail.com

São Paulo

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SESSÃO DE EMERGÊNCIA NO STF

Lamentável e, acima de tudo, assustadora a sessão de emergência realizada pelo STF na noite de quinta-feira. Desde o primeiro caso examinado ficou demonstrado que, embora a maioria estivesse inclinada a não intervir no regulamento interno da Câmara, alguns deles procuraram justificar uma intervenção pontual, mesmo que insignificante, como se o Supremo quisesse manter o poder de influir nas decisões da Câmara e do Senado em relação ao que foi chamado de um caso especial. Isso ficou claro na longa discussão travada em torno de detalhes irrelevantes do regimento da Câmara. O ministro Marco Aurélio Mello confirmou seu posicionamento contrário ao impeachment da presidente já afirmada em suas entrevistas e sua posição favorável ao envolvimento maior do STF, numa clara demonstração de que não tem sido nem isento nem muito menos imparcial, como quer cobrar dos deputados. O pior é que o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, sempre apoiou suas posições e intervenções, demonstrando a mesma parcialidade e falta de isenção. Chegou mesmo a defender enfaticamente a intervenção da Corte Suprema no processo de impeachment, mostrando seu falho entendimento do texto constitucional, que determina que só após ser admitida na Corte a acusação seja submetida ao STF, no caso de infrações penais, ou ao Senado, no caso de crimes de responsabilidade, delimitando claramente o campo de atuação de cada um, fato este já ignorado em dezembro de 2015, quando o STF indevidamente legislou para intervir nos ritos (regulamentos) do processo de admissão. Graças às intervenções esclarecedores e competentes dos ministros Celso de Mello e Gilmar Mendes e, de certa forma, do ministro Luis Roberto Barroso, o resultado foi a decisão de não intervenção neste momento. Mas o risco permanece. Fiquemos todos alerta para que no futuro essa posição dúbia não venha a causar uma crise institucional mais séria por uma tentativa de anulação pelo STF de uma decisão privativa do Senado Federal, conforme artigo 52 da Constituição federal.

 

Carlos Ney Millen Coutinho cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro 

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‘O FIM DE SEMANA QUE NÃO TERMINOU’

Lembrando o tema central do livro de Zuenir Ventura, “1968: o ano que não terminou”, que, com admirável estilo jornalístico, abordou as consequências para o Brasil e para o mundo dos acontecimentos impactantes daquele ano, estaremos hoje prestes a presenciar fatos que justifiquem, daqui a algum tempo, a elaboração de relato análogo com o título, “15, 16 e 17 de abril de 2016: o fim de semana que não acabou”? Não podemos afirmar com convicção se 1968 ainda sobrevive e realmente constituiu um período de mudanças edificantes, mas devemos torcer para que estes três dias sejam fundamentais para a consolidação de mais uma etapa na construção desta nossa jovem e, até agora, acidentada democracia. 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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A BATALHA DE LULA

Lula diz que não sairá das ruas se Dilma for derrotada, ou seja, não dará trégua a Michel Temer. Todavia, ele se esquece de Sérgio Moro, que a qualquer momento poderá torná-lo inquilino de cárcere em Curitiba. Ele não deve se esquecer de que contra ele pesam as investigações sobre a morte de Celso Daniel, sobre o tríplex do Guarujá, sobre o sítio de Atibaia, sobre os fundos de pensão, sobre negócios escusos com a participação do BNDES, sobre as vendas de medidas provisórias e sobre tantos outros malfeitos. Uma frase de Confúcio (551-479 a.C.) que chega na hora certa: “Se queres prever o futuro, estuda o teu passado”.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

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PRETENSIOSO

Lula diz que não sairá das ruas se Dilma for derrotada. Primeiro, ele terá de se preocupar em sair da cadeia.

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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O ÚLTIMO BAILE

O Instituto Lula, a LILS e o Palácio do Planalto já estão preparando os convites para o Baile da Ilha Fiscal a se realizar nos próximos dias.

 

Luiz Fernando Kastrup duasancoras@uol.com.br

São Paulo

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PAPUDA NA PRÓXIMA SEMANA

Para aqueles deputados federais que aceitaram as promessas de Lula e conseguirem obstar o impedimento de Dilma, favor tratar com o Messias na Papuda, a partir da próxima semana. Precisamente, e convenientemente, próximo à data comemorativa do enforcamento de Tiradentes. Marquem hora, que as visitas são controladas, mesmo para as autoridades.

José Rubens M. Soares joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

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SEM SAÍDA

A esta altura dos acontecimentos, às vésperas da votação do pedido de impeachment de Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados, em razão das chamadas “pedaladas fiscais”, deve ser ressaltado o que disse o eminente jurista e professor Ives Gandra da Silva Martins: “A troca de cargos por votos contra o impeachment fere quatro dos princípios fundamentais da administração pública presentes no artigo 37 da Constituição de 1988: moralidade, legalidade, impessoalidade e eficiência. O quinto princípio é a publicidade. Se for comprovado que o cidadão ganhou cargos ou dinheiro para votar contra o impeachment ou se ausentar no dia da votação, este será o verdadeiro mensalão de Dilma Rousseff. O fato é grave, pois se trata de um desvio brutal de finalidade do poder público. Se ela escapar desse pedido, outros poderão ser abertos em razão disso”. Diante do exposto, tem-se que, se Dilma não cair pelo primeiro pedido, poderá cair pelo segundo. “Se correr o bicho pega, se ficar, come!” Impeachment já!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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‘SANGUE RUIM’

Os deputados que votarão contra o impeachment podem ser considerados parlamentares “sangue ruim”. Apesar de todos os malfeitos deste governo, da organização criminosa perpetrada para saquear os cofres do País, do apoio da grande maioria do povo brasileiro ao impeachment, eles ainda vão votar a favor do governo. O que passa na cabeça desta gente? Ou será que não passa nada, a não ser o fisiologismo? Patriota mesmo e herói brasileiro é quem vai votar a favor da saída da presidente. Os demais são maus brasileiros que não respeitam nem o voto que receberam de seus eleitores. Tenham vergonham na cara, senhores parlamentares, e votem com a consciência de um cidadão de bem.

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

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ROMARIA

O “Estadão” noticiou na quinta-feira que houve uma romaria de políticos ao Palácio do Jaburu, um dia antes, para um “papo” com o futuro presidente, Michel Temer. Desconfio de que foram lá para conseguir um ministério ou outra bocona. No governo Temer, porém, o cenário será outro, esperamos. Como diz o filósofo Tiririca, “pior do que tá não fica”.

Mario A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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VOTOS PELO IMPEACHMENT

Debandada geral. O último que sair apague a luz. Tchau, querida!

Celso Neves Dacca celsodacca@gmail.com

São Paulo

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O QUE TRAMAM LULA E RENAN?

Estranha visita foi feita por Renan Calheiros a Lula, recentemente, no hotel onde o petista montou seu escritório em Brasília. É difícil de imaginar um motivo correto, honesto, para o encontro. Como se sabe, Renan Calheiros é um dos políticos menos honestos de nosso Parlamento e protegido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), onde enfrenta dez processos por motivos vários e que não andam. Além disso, nos últimos dias, Renan é ainda um protetor de Dilma no Senado, segundo a imprensa. A única conclusão a que se pode chegar para uma reunião entre os dois, conforme a imprensa, seria uma invenção diabólica para proteger Dilma do impeachment provável. O que poderia ser? Colocar o exército de Lula (como ele chama o MST, o MTST e a CUT) para algum tipo de reviravolta política, ou o estudo de uma quantia elevada para os senadores desistirem do impeachment? Difícil de imaginar algo honesto nessa reunião.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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SEMPRE ELE...

Este silêncio ensurdecedor do senador Renan Calheiros não me cheira bem...

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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NÓDOAS

Fique sossegado, nobre senador Renan Calheiros. Independentemente de suas atitudes, não haverá manchas em sua brilhante biografia, talvez até por falta de espaço.

Paulo Cesar Zorzenon ipecampos@uol.com.br

Ipeúna

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O JOGO DE RENAN

Renan Calheiros é o único do PMDB que entendeu que derrubar a presidente Dilma seria um ato de suicídio. O PT não fez esta lambança toda sozinho, todo mundo molhou a mão no óleo da Petrobrás. Diferente de Michel Temer e de Eduardo Cunha, Renan sabe que ninguém sobreviveria à inevitável delação premiada de Lula e Dilma. Temer e Cunha são ingênuos em pensar que Dilma será deposta e seguirá em silêncio para a cadeia, onde cumprirá, resignada, a pena pelos seus crimes. Lula já deixou bem claro que não vai terminar seus dias atrás das grades. O jogo de Renan faz muito mais sentido que a gula cega de Temer, que será presidente da República como foi o finado Antonio Paes de Andrade: por pouco tempo e lembrado pelo ridículo de seu ato. Especialista em sobrevivência, Renan acredita que Dilma deve sobreviver até o fim do mandato. Para o Brasil, o melhor seria a remoção deste lixo todo. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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BATALHAS À VISTA

Os indícios apontam para Dilma descendo a rampa do Palácio do Planalto sem a faixa presidencial. Finalmente, o PMDB assumirá o protagonismo da administração do Brasil. Porém, não pense o então presidente Temer que terá no Palácio do Planalto uma situação de céu de brigadeiro, porque terá uma oposição raivosa, sedenta de vingança, que irá lhe morder os calcanhares 24 horas por dia. Os petistas não irão digerir este “golpe” inventado por eles. Ou Temer se elege em 2018 ou Lula voltará com toda a sua verborragia de massas. Se o PMDB não conseguir incrementar as reformas necessárias para o crescimento da economia e alavancar principalmente a reativação da força de trabalho no País, a oposição ao governo do PMDB, além do PT, terá a força adicional do PSDB, que vai se sentir alijado do banquete presidencial.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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HIPOCRISIA REPUBLICANA

 

Vamos deixar de “oba-oba”. A situação política do País não é apenas de ganhar ou perder. Os deputados estão brincando com os brasileiros. Precisamos de respeito e de visão clara, sem emoções ou joguinhos de perde e ganha! Nosso futuro está em jogo por uma perspectiva melhor que esta. É certa a queda, mas não basta cair, é preciso que algo seja feito como choque de referência de propulsão imediata! Há de existir responsabilidade, e não apenas a busca do “simples” poder... A esse filme nós já assistimos, e deu no que deu! Neste momento, não importam tendências, se direita ou esquerda; a ideia é aglutinar para realizar! Ou se constrói ou entraremos no caos! Chega do que nos foi posto com a irresponsabilidade do amanhã. É preciso estabilizar as correntes, mesmo que temporariamente e desconexas. Chega de partidos partidos e repartidos. A hora é de respeitar a população e a integridade dos brasileiros! A palhaçada fisiológica a que nós estamos assistindo pela TV, entre situação e oposição, é desconcertante e vergonhosa para o País. É necessário refletir, alheio ao caos instalado, e não importa, no momento, se planejadamente instalado! Chega de molequeira e insensatez, isso não nos levará a nada, a não ser a mais problemas imediatos e fraturas institucionais. O que vemos é a colheita de uma insensatez em que o povo se põe como folhas ao vento! Chega de coxinhas ou caviar, precisamos de alternativas gastronômicas para o povo saborear com lucidez, mesmo e ainda que nas próximas gerações.

 

Antonio Avena aavena@catarse.com.br

Palmeiras (BA)

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COM ELA

Eu não sou político nem candidato a nada, mas acho que tirar a presidenta Dilma do poder, por meio de impeachment, não vai resolver a crise financeira e política que se abate sobre o nosso país e sobre o mundo. Eles tanto ajudaram os mais pobres, os nordestinos, com inúmeros programas sociais, que diminuíram a fome em nosso país de forma considerável. Por isso, estou com ela para o que der e vier, e não creio em sua saída desta forma escabrosa. Sim, ela vai ficar! Digam não ao “impeachment”! Viva a mãe dos pobres! Dilma fica!

Adriano Henrique adriano.ah@bol.com.br

Caruaru (PE)

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O PAÍS ESTÁ PARADO

O Brasil está parado. Enquanto tramita na Câmara dos Deputados uma determinação de seu presidente que põe em risco o mandato da atual presidente da República, os mais diferentes setores mostram sua dúvida de como ficará o País. É uma situação esdrúxula e inusitada. E mais: sem a garantia de que o indicado poderá também cumprir o seu mandato, pois contra ele já foi apresentado também um pedido de afastamento. Por certo, não é este o país que o brasileiro sério, politizado e participante almeja.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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ACABARAM COM O BRASIL

Na quinta-feira, ao ler a coluna “A ilusão”, de Luis Fernando Veríssimo (14/4, C8), fiquei estarrecida com a opinião desse colunista, de que o impeachment vai acabar com a ilusão de um governo com pretensões sociais e voltado para os pobres e de que o conservadorismo dominante é que vai pôr fim ao governo do PT. Acho inacreditável que uma pessoa que se diz intelectual não leve em conta todas as provas que têm surgido, de enriquecimento suspeito da família Lula da Silva e da maioria dos caciques petistas, do tráfico de influências, da destruição da Petrobrás, do mensalão, da destruição dos fundos de pensão, da corrupção na Bancoop, da farra das empreiteiras, da destruição da ética, do conflito entre “nós” e “eles”, da destruição da economia, da fuga de capitais, das destruições que o MST promove sem que resulte em consequências para seus membros, etc. Não é possível que ele não enxergue que foram os petistas que acabaram com o Brasil, e não ao contrário. Aceito opiniões diferentes da minha, mas não manipulação das verdades.  

Nilze Nardi Toni famiglianarditoni@gmail.com

São Caetano do Sul

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‘A ILUSÃO’

A respeito do texto de 14/4 do sr. Veríssimo, intitulado “A ilusão”, faço duas observações: 1) ao defender as administrações petistas, afirmando serem elas “para os pobres” e “contrárias ao conservadorismo”, fiquei pensando se ele considera que destroçar a economia do País significa trabalhar a favor dos pobres e que aliar-se a políticos como Paulo Maluf e José Sarney, além das maiores empreiteiras do País e apoiar uma ditadura como a dos Castro é ser contra o conservadorismo. 2) Ao mostrar-se temeroso de que Eduardo Cunha assuma a Presidência da República, fiquei me indagando se é possível que o escritor considere Lula e a atual presidente mais honestos do que o presidente da Câmara.

Rodinê Ferraz Souto rodine.souto@hotmail.com

São Paulo 

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ENCONTRO COM A HISTÓRIA

Prezado Veríssimo, gostaria de lhe fazer duas perguntas a respeito da crônica escrita por você e publicada na quinta-feira, dia 14/4/2016, neste jornal. Primeira pergunta: para acreditar que Lula alguma vez teve pretensões socialistas, a pessoa que você encontrou no bar, por acaso, seria a finada Velhinha de Taubaté? Segunda pergunta: seriam Lula e seus amigos, agora presos, os plutocratas donos do dinheiro a que esta pessoa faz menção? Veríssimo, por favor, volte àquele bar para sabermos a resposta.

Eloisa Tedeschi Dauar edauar@superig.com.br

São Paulo

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FRONTEIRAS ABERTAS

A imprensa noticiou que ônibus lotados de bolivianos foram detidos pela Polícia Militar, em Goiás. Ao que tudo indica, estavam indo para Brasília, a fim de participar das manifestações do fim de semana. O motorista informou ao policial que mais ônibus, com militantes da Venezuela, do Peru e da Argentina, estão vindo. Pergunta-se: não existem mais postos de fronteira no Brasil? A Polícia Federal não verificou esses veículos? Foi necessário que um policial militar cuidasse de zelar pela nossa segurança e denunciasse a ingerência de movimentos estrangeiros nas manifestações pró-Dilma? Ou a Polícia Federal, “por ordens superiores”, deixou passar? É o fim da picada! Viramos mesmo a Casa da Mãe Joana! Senhores, porteira que deixa passar militantes bolivianos deixa passar jihadistas. Abram os olhos.

M.Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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MANIFESTAÇÕES INÓCUAS

As manifestações contra o impeachment promovidas pelo PT e associados (CUT, MST, entre outros) são movidas a dinheiro vivo para o bolso dos elementos que compõem esta patuleia, não são movimentos fundamentados por crenças e ideais democráticos e puros. São mercenárias e inócuas, porque atentam contra os cidadãos de bem que circulam pelas cidades no seu cotidiano. Essas manifestações causam o efeito contrário ao que pretendem: colocar a Câmara contra o impeachment. Sugiro que os líderes que organizam essas manifestações mudem seu figurino e passem a ter atuações mais civilizadas, sem bandeiras exóticas, sem atentar contra a liberdade dos cidadãos e mostrando que são pessoas educadas e compatíveis com o um país civilizado, com crescimento econômico, com emprego para os jovens, com educação e saúde de qualidade, com segurança em todo o território nacional e, sobretudo, com respeito à responsabilidade fiscal e às leis em geral.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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A MÍNGUA DOS APOSENTADOS

Vocês viram esta? 137 mil pensionistas e inativos que recebem mais de R$ 2 mil terão os benefícios atrasados no Rio de Janeiro! E Dilma Rousseff vem dizer que tirá-la do governo é golpe! Irresponsável!

Elisabeth Migliavacca elisabeth448@gmail.com

São Paulo

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

No Rio de Janeiro a reforma da Previdência já começou: não vão mais pagar nem aposentados nem pensionistas. Mas continuam o carro oficial, as secretarias bonitas, as festanças regadas a caviar e champanhe... Que morram os velhos, os doentes e as viúvas! Roubaram a dignidade dos cariocas.

Mara Mendes maraherdade@gmail.com

São Paulo

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É SÓ O COMEÇO. VAI PIORAR

Noticiou a TV que idosos com benefício acima de R$ 2 mil vão recebê-lo em 12 de maio de 2016. Estes aposentados fluminenses, que têm seus rendimentos comprometidos com o plano de saúde, com os remédios, os consignados e as despesas pessoais, sobrevirão com o mínimo de dignidade?

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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A CRISE NO RIO DE JANEIRO

Na saúde pública, gente morrendo nas portas de hospitais; na segurança pública, cidadãos morrendo diariamente, pessoas que não têm nenhum envolvimento com a bandidagem; e, agora, aposentados sem receber. Mas dinheiro para a Olimpíada vamos ter. Será apenas coincidência ou é desvio de recursos?

Carlos Alberto Duarte carlosadu@yahoo.com.br

São Paulo 

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FIDC MULTISETORIAL

Em relação à nota publicada em “O Estado de S.Paulo” na edição do dia 13/4, a Silverado Gestão e Investimentos repele toda e qualquer suposição ou suspeita de irregularidade nos fundos por ela geridos até então, em especial do FIDC Multisetorial Silverado Maximum. As operações sempre observaram as regras de aquisição de direitos de crédito e os critérios de elegibilidade, conforme o regulamento do fundo. Mais, todas as operações foram processadas pela própria BNY Mellon, administradora do fundo. Além disso, a verificação e validação dos critérios de elegibilidade são de responsabilidade do custodiante (Deutsche Bank). 

Manoel Teixeira de Carvalho Neto, sócio e ex-gestor da Silverado Gestão e Investimentos andre@original123.com.br

São Paulo

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