Fórum dos Leitores

CRISE NO RIO DE JANEIRO

O Estado de S.Paulo

21 Junho 2016 | 03h00

Roubada

O governador interino do Rio de Janeiro Francisco Dornelles (PP-RJ) está se aproveitando da Olimpíada 2016 para açambarcar R$ 6 bilhões do já falido governo federal. Por que não fazer esse pedido ao Partido dos Trabalhadores (PT)? Seria uma chance de o PT devolver o que foi roubado da Petrobrás. E, afinal, foi no governo Lula que o País entrou na roubada financeira de patrocinar os Jogos 2016. Isso sem falar na Copa de 2014.

VALDY CALLADO

valdypinto@hotmail.com

São Paulo

À espera dos royalties

De início, peço desculpas aos cidadãos que em sua absoluta maioria compõem o atual “andar térreo” (classificação lulista) do Estado do Rio de Janeiro, por não terem rigorosamente nenhuma culpa pelo quadro de falência atual, mas serem há muito tempo vítimas dessa situação. Já os cidadãos dos “andares superiores”, durante décadas, contaram com aquela que foi um dia a maior empresa do País no papel de pagadora de royalties: a Petrobrás. Ora, depois de tantos anos, que iniciativas foram tomadas no Rio a fim de o Estado não mais depender exclusivamente dos royalties do petróleo? Acredito que, enquanto essa abordagem não for também contemplada na eventual recuperação das contas do Estado, nada mais será feito além de medidas paliativas, apenas ganhando tempo até que a Petrobrás seja enfim recuperada.

MARCELO FALSETTI CABRAL

mfalsetti2002@yahoo.com.br

São Paulo

A jogada lulista

É voz corrente no Brasil que Lula, junto com outros políticos, injetou muito dinheiro vindo da Petrobrás, da Transpetro e de algumas construtoras para termos no Brasil a Copa 2014 e a Olimpíada 2016 e, em troca, eles lucrarem com esses eventos. Todos nós vimos no que deu: um país sem ética, caloteiro e parte do povo considerando normal ser corrupto. Os bons projetos não saíram do papel e clubes e algumas cidades estão falidos – falta dinheiro para completar as obras e até para pagar pensão aos aposentados e salários aos funcionários. Tudo isso ainda foi potencializado com as pedaladas de uma presidente medíocre nas contas públicas. Pelas pesquisas, o povo preferia que o dinheiro fosse gasto para melhorar a saúde, a educação, a segurança e outros serviços mais importantes para a sociedade. Copa e Olimpíada seriam a distração para o projeto de corrupção prosseguir. E ainda podemos passar vergonha perante o mundo, com a poluição nos ambientes de prova aquática, com o zika vírus, ameaça terrorista e falta de segurança pública.

ROBERTO HUNGRIA

cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

Quando termina a farra

As falcatruas sempre acabam no bolso dos contribuintes. O Estado do Rio de Janeiro deixou de arrecadar, entre 2008 e 2013, R$ 138 bilhões com pacotes de isenção fiscal para amigos escolhidos a dedo, e agora, com o pires na mão, se decreta estado de calamidade pública financeira. Até onde sabemos, estado de calamidade pública se aplica quando há vendavais, terremotos, inundações, furacões e incêndios, e não o que aconteceu com este Estado, cujo governo praticou malversação do dinheiro público. Uma vergonha às vésperas dos Jogos Olímpicos.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Ao deus-dará

Nunca antes na história deste país governos fizeram tanto mal quanto os governos lula (minúscula mesmo) e os de seu poste Dilma Rousseff. Trouxeram a Copa do Mundo e a Olimpíada para o País, gastaram o que não tinham, encheram os bolsos dos vivaldinos de plantão e, como troféu, quebraram o País. Não satisfeitos, puseram o Rio de Janeiro de joelhos, com a decretação de calamidade pública financeira, situação em que o socorro pela viúva será para complementar débitos com construtoras e outros serviços ainda faltantes. O funcionalismo público (professores, médicos, assistentes sociais, etc.) ficará com o que sobrar desse kit de sobrevivência. Enquanto milhões penam para sobreviver, milhares de empresas quebradas e outras tantas quebrando, bilhões de reais são destinados para realizar os Jogos. Só nos resta chorar e contar com a misericórdia divina.

ALOISIO DE LUCCA

aloisiodelucca@yahoo.com.br

Limeira

Pobre Estado fluminense

É constrangedor, às vésperas de um evento de repercussão mundial como a Olimpíada, ver o Estado do Rio, tão rico em recursos naturais, de pires na mão, oficializando sua falência administrativa. Muito dessa incômoda situação guarda, com toda a certeza do mundo, estreita relação com a qualidade dos homens públicos projetados a partir do Estado, que um dia já foi o mais importante do País. Inegável que o povo fluminense escolhe mal seus representantes. Seria por falta de opção que ali cantam de galo nomes – só para ficar nos mais recentes – como Sérgio Cabral (por falar nisso, cadê ele?), Eduardo Paes, Francisco Dornelles, Pezão, Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro, Jean Wyllys, Benedita da Silva, Washington Quaquá, Jandira Feghali, Marcelo Crivella e Lindbergh Farias, sem falar nos astutos e mal afamados clãs dos Garotinhos e dos Piccianis? Um time desses é capaz de quebrar até os Estados Unidos num piscar de olhos!

FERNANDO CESAR GASPARINI

phernando.g@bol.com.br

Mogi-Mirim

‘Chinelada’

Vendo a situação da crise financeira do Rio de Janeiro me vem à lembrança a ocasião em que a Fifa aprovou que a cidade sediaria a Copa do Mundo. O prefeito Eduardo Paes exclamou, então, jubiloso, que tinham dado uma “chinelada na paulistada”. Usando ditado corrente entre sambistas cariocas que diz que “muitos malandros juntos se atrapalham”, vejo que a “chinelada” não foi apenas em São Paulo, mas diretamente na população daquele Estado, com respingos em todo o País. Dizem que “beleza é essencial”, mas probidade administrativa, ora... deixa para lá.

EDISON RIBEIRO PEREIRA

edison66069@hotmail.com

São Paulo

Luz vermelha

O economista Amir Khair concluiu seu artigo de 19/6 (Luz no fim do túnel?) sobre a economia brasileira com uma frase direta: não há luz no fim do túnel. Pensando na decretação de calamidade pública financeira pelo Estado do Rio de Janeiro, acho que isso deveria, sim, acender uma luz vermelha piscante em toda Brasília, do Banco Central ao Supremo Tribunal Federal (STF), passando pelo Congresso Nacional. E então eu só me pergunto: para fazer o quê?

EDUARDO BRITTO

britto@znnalinha.com.br

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DE CHAPÉU NA MÃO

É revoltante ver o governo do Rio de Janeiro na pindaíba tendo que recorrer à ajuda do governo federal, justamente no momento em que a cidade vai sediar os Jogos Olímpicos. Mais revoltante é ver que os verdadeiros responsáveis pelo rombo estão à solta. O que aconteceu com o ex-governador Sergio Cabral? Do que se sabe, nada. O povo terá mais essa conta para pagar. O triste é saber que muitos Estados estão em situação parecida. O cidadão brasileiro trabalha paga seus impostos e, quando não consegue administrar sua casa passa por grandes apuros. Já os governadores recorrem ao governo com o chapéu na mão. E os pagantes de impostos recorrem a quem?  Não seria a hora de punir os maus gestores?  Penso que o presidente Temer deveria emprestar esse dinheiro para não pagarmos o mico das Olimpíadas, mas com uma condição: os verdadeiros culpados deverão cobrir a dívida deixada nos Estados, e não o contribuinte, sempre o punido. A única forma de os governantes aprenderem  a não gastar mais do que têm é condená-los a pagar as dívidas que fazem. Simples assim!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O GOLPE - CAOS

A situação caótica das finanças do Rio de Janeiro, os 11 milhões de desempregados, as mentiras e a corrupção sabotando a saúde, a educação, a segurança, todas essas áreas sem recursos, explicarão à mídia internacional e aos estrangeiros o porquê da necessidade do tal "golpe" no Brasil. Viva a Democracia!

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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HORA DA MUDANÇA

Em tempos politicamente corretos, talvez não seja uma boa ideia colocar o dedo na ferida do Rio de Janeiro. Mas deve ser feito. O Estado foi e é governado, há muito, por fanfarrões. A pregação em torno das maravilhas de se viver da renda do petróleo extraído do fundo do mar, de samba, das praias, do futebol e da cervejinha revela seu custo agora. Nada se sustenta sem trabalho duro. Para piorar o que já não seria bom, o carioca foi estimulado a fechar os olhos ou, pelo menos, a usar óculos cor de rosa para a violência que toma conta da cidade. Dos governantes à imprensa, todos tecem loas à capital, ao seu modo de vida, como se tudo isso fosse normal. Não é. É cenário de guerra. É degradação, em todos os sentidos. Não poderia dar certo, como não deu mesmo. Gostaríamos de acreditar que o povo do Rio de Janeiro acordaria deste sonho cor de rosa para o pesadelo que se transformou o seu Estado e a sua vida e partisse para o duro trabalho de reverter todas estas mazelas. Infelizmente, o que vemos é um prefeito fanfarrão, boquirroto, contando vantagens, como sempre. Sem sombra de dúvida, depois dos bilhões recebidos do nosso dinheiro, o Rio de Janeiro não vai melhorar nada e vai continuar “lindo”. 

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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CALAMIDADE GENERALIZADA

Se a má administração é motivo para a decretação de “calamidade pública”, está aberto o caminho para centenas de municípios, muitos Estados e até para o novo governo federal decretar calamidade em função do anterior.

Níveo Aurélio Villa niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

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PAÍS MISERÁVEL

Segundo o Instituto Cato, o Brasil é o terceiro país mais miserável do mundo, considerando desemprego, juros, inflação e PIB. Nesta condição é compreensível que o Rio de Janeiro esteja em estado de calamidade pública. Aliás, o País inteiro está em estado calamitoso, após os "maravilhosos" treze anos de administração petista. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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UMA DAS CAUSAS 

Concordo com o prefeito do Rio! As Olimpíadas não são a calamidade são uma das causas. 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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ESTADO QUEBRADO

Demorou, mas finalmente o lindo Estado do Rio de Janeiro propriamente se declarou quebrado. Sucessão de erros, começando com a falta de planejamento. 

Mario Junior Cobucci maritocobucci@gmail.com

São Paulo

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NA PINDURA

Vejam a situação a que chegou o Rio de Janeiro, uma condição de penúria que muitos esperavam acontecer. A principal razão foi terem gasto verdadeiras fortunas para a realização das Olimpíadas. O Estado chegou a um ponto em que a sua realização está sensivelmente prejudicada e seu sucesso gera uma enorme dúvida.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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PROMESSAS UTÓPICAS

Sérgio Cabral (PMDB), Lula e Dilma (PT) faliram o Estado do Rio de Janeiro com promessas utópicas. A cidade está mais para Caracas do que para "maravilhosa". Dos R$ 36,7 bilhões inicialmente gastos com a Olimpíada, mais adendos (mão de gato), acrescidos das obras inacabadas... Que pesem em suas consciências, se é que existem!

Arnaldo Ravacci arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

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CALAMIDADE OU FALÊNCIA?

A manchete de sábado (18/6) do Estadão dizia: "Rio, decreta estado de 'calamidade' às vésperas da Olimpíada", o correto não seria: "Rio, decreta estado de 'falência' às vésperas da Olimpíada"?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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ACABARAM OS MILAGRES?

Na época de ouro do governo petista, a Petrobrás descobria uma reserva gigante de petróleo por semana, Eike Batista aumentava a sua fortuna mensalmente em torno de R$ 3 bilhões e o rebanho de Renan Calheiros tinha as vacas melhores do mundo ¬ -  eu acredito que foram presentes de extraterrestres, porque um rebanho só cresce daquela forma com as vacas parindo um bezerro por mês. Lula era o "Deus" brasileiro, presidente exemplar... O que aconteceu com o Brasil? Não tínhamos ladrões no Congresso Nacional, agora, podemos contar os honestos usando apenas os dedos das mãos. Quanto roubaram para conseguir falir o Brasil? Alguns trilhões de reais? Dinheiro não desaparece, apenas muda de mãos, de banco, de país, de cueca, de meia, mas continua sendo dinheiro. O que foi roubado é o que está faltando para que a economia volte a funcionar... Certo ou errado, senhores economistas?

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

São Paulo

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OS CAFAJESTES

Quanto mais olho a deprimente foto de capa de O Estado de S. Paulo de 20/6, vendo a luta por um cobertor, mais me repugna a cafajestice de políticos e empreiteiros, a sugar o País. Quem levou e leva vida de nababo, à custa da miséria de um povo sofrido e ludibriado, merece mofar na cadeia, pedindo cobertor para aguentar as temperaturas de Curitiba. Nesse ponto questiono as benesses alcançadas com as delações, que acabam quase eliminando as penas, bastando para isso disparar suspeitas para todo lado, como foi o caso de Sérgio Machado e filhos. Mais Justiça e menos benevolência com bandidos é pedir muito? Até quando os pobres brasileiros viverão de migalhas, custeando, com impostos escorchantes, os luxos desavergonhados desses cafajestes e de seus familiares? E nem vou falar de certos salários do Judiciário, para não me lembrar de que é deles que tenho de esperar por Justiça. Ô tristeza!

Sueli Caramello Ulian scaramellu@gmail.com

São Paulo

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CONTRATOS DAS ESTATAIS

Apesar de a Lava-Jato colocar na cadeia políticos ladrões, nota-se que as estatais que foram objeto do roubo continuam devendo. Assim minha proposta é a seguinte: Considerando que as empreiteiras foram achacadas pelos políticos em 30% do valor de cada contrato: 1. que todos os contratos das estatais, sejam elas federais, estaduais, municipais, firmados nos últimos 5 anos, sejam diminuídos em 30% do seu valor, passando as estatais a dever 30% menos, em cada obra ou contrato. 2. As empreiteiras achacadas arcarão com estes 30%, podendo, e, se assim quiserem, cobrar dos políticos que as achacaram estes valores, já que existe uma lista com o nome de todos eles. 3. A cobrança pelas empreiteiras formará processo imediato contra os políticos que as achacaram e estes, uma vez denunciados, deverão imediatamente deixar seus cargos ou nomeações. 4. Aos políticos denunciados, poderá haver o perdão, caso devolvam integralmente e com correção, além dos juros, o valor da propina recebida. 5. Todos os políticos envolvidos, mesmo obtendo o perdão, ficarão impossibilitados de se candidatar por cinco (cinco) anos para quaisquer cargos ou exercer função em qualquer órgão do governo.  6. Os partidos políticos arcarão com o mesmo valor devolvido pelos políticos registrado sob sua sigla. 7. Os valores devolvidos serão repassados para a União, que deverá remetê-los aos setores da saúde e educação. 8. As empreiteiras e os seus proprietários deverão cumprir as obras previstas nos contratos integralmente, sob a pena de terem seus bens sequestrados. Considero que, com isso, as empreiteiras voltarão a trabalhar, contratarão funcionários, executarão as obras, movimentarão o comércio e a indústria, recolherão impostos e movimentarão a economia do País. E o mais importante nunca mais farão conchavos com políticos safados. 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

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ESPERANÇA

Com as revelações das delações na Lava Jato, está dando para entender claramente que ninguém é a favor da corrupção. Nem os corruptos. Está se pavimentando um caminho para termos um País melhor, valorizando a honra e a boa ideologia. Esse é o bom resultado da crise que estamos vivendo.  

Arcangelo Sforcin arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

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DILMA, A TURISTA

Aproveitando OS seus últimos dias como "presidenta" afastada, Dilma está fazendo turismo pelo Brasil. Em um passeio por Pernambuco, Dilma afirmou que: "Todo dia nós acordamos e nos perguntamos: quem vai cair hoje?" Bem, isso só acontece porque o Brasil está sob nova direção e o presidente interino, Michel Temer, não protege ministros denunciados na Operação Lava Jato, como ela fazia. Já em Salvador, Dilma declarou que Temer "está desmontando tudo." Sim, Temer e sua equipe ministerial estão desmontando uma enorme bomba deixada por ela, que mais um pouco, explodia e acabava com o nosso País. Até quando vamos ter De ficar bancando as viagens da Dilma pelo Brasil? 

Maria Carmen Del Bel Tunes Goulart carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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DÚVIDA

Só queria entender o caso do pedido de impeachment de Dilma Rousseff. Se ela não tinha como saber das pedaladas fiscais e foi enganada, para que precisava assinar os documentos, se não poderia ser responsabilizada?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A GAFE

O advogado de defesa de Dilma, José Eduardo Cardoso, ao citar o jurista Tomas da Rosa de Bustamante como "Tomas Turbando", não só cometeu uma gafe, mas deixou claro que não conhecia a pessoa citada e tampouco leu o seu artigo. Consequentemente, não sabia de seu conteúdo. Somente por ser favorável à presidente, poderia não possuir uma argumentação digna de menção, como tantas proferidas pelos senadores petistas.

José Olinto Olivotto Soaresjolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

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PATADAS GRATUITAS

Acompanhar o processo de impeachment de Dillma pela TV não é irritante só pelas pedaladas, mas sim pelas "patadas gratuitas" dadas por Vanessa, Lindbergh e Gleisi. É um festival de grosserias e palavras de desordem. Devem estar morrendo de medo da Lava Jato.

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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TCU ENCONTRA MAIS PEDALADAS!

A tropa de choque do PT na Comissão do Impeachment no Senado tratou tão mal os auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) responsáveis por descobrirem as pedaladas, que eles acabaram de encontrar mais dezenove irregularidades cometidas pela ex-presidente Dillma em 2015. Bem-feito, é nisso que dá! Mexeram no vespeiro agora aguentem as ferroadas!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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DILMA ROUSSEFF, CIVILMENTE INCAPAZ

As testemunhas de defesa de Dilma Rousseff dizem que ela recebeu prontos os Decretos em julgamento no processo de impeachment e se limitou a assiná-los.  Traduzindo, a presidente afastada é incapaz ou por ter seu discernimento reduzido ou por ter desenvolvimento mental incompleto (Código Civil, art. 4o., II e III).  Portanto, não pode exercer o cargo de presidente.

Eduardo Spinola e Castro 3491esc@gmail.com

São Paulo

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AFASTAMENTO DE DILMA

A presidente cometeu os crimes de que é acusada? Sim. Há provas? Sim. Está previsto na Constituição a responsabilização e eventual penalidade? Sim. Avaliemos o blá, blá, blá.O afastamento, conforme algumas, é o fato de ela ser mulher. Tolice, ela desgovernou por quatro anos em paz. Outros fizeram o mesmo (“pedaladas”) no passado. A meu ver a Justiça não os acionou pelo, digamos, roubo do pãozinho, mas não pode fazer vista grossa no roubo da padaria. Acredito que a presidente, que já deveria estar denunciada por obstrução da Justiça, foi desastrosa em quase tudo, é incrível que ainda queira retornar. Mais ainda, suas ações e arrogância, mesmo afastada, bem demonstram o desamor que tem pelo Brasil. 

Andre Frohnknecht caxumba888@gmail.com

São Paulo

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IRONIA

A fina e deselegante ironia do Veríssimo, visando a diminuir o juiz Sérgio Moro, não passa despercebida. Porém sua análise deveria ser complementada com detalhes da quadrilha que foi instaurada no poder e que este colunista foge de comentar. Afinal, se existe um galã é porque existe um ogro.

Ricardo Johansen ricardo.johansen@gmail.com

São Paulo

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VERÍSSIMO E A POLÍTICA

Nada demais Veríssimo abordar temas políticos nos seus artigos. O que acho errado é essa abordagem se situar no Caderno 2, como neste domingo (19/6). Se ele quiser abordar tais temas, que escreva nos locais adequados no jornal, e não no caderno destinado a assuntos diferentes do político. Como assinante, acho inadequada a posição dele.

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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DELAÇÃO PREMIADA

Começa parecer que as delações premiadas são formas novas para rever as penas de “colarinho branco”, pois se diz que só têm validade se acompanhadas de provas ou indícios que facilitem as provas, mas tudo o que é divulgado pela imprensa é contestado como grossa mentira. Será que já há a “delação premiada jabuticaba” também?

Manoel Mendes Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

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NEGANDO O INEGÁVEL

A esta altura das bombásticas e intermináveis revelações contidas nas delações premiadas dos envolvidos nos malfeitos e ilícitos investigados na Operação Lava Jato, cabe perguntar: até quando os políticos e dirigentes de estatais citados e seus advogados continuarão negando com veemência o que é veementemente inegável?

J.S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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E AGORA?

A operação Lava Jato e atuação da República de Curitiba põe a nu a política nacional. Não há nenhuma confiança nos políticos e, daqui pra frente, com todas as delações e investigações ainda por vir, diria que não vai sobrar ninguém ou talvez uma dúzia de exceções. Com o mensalão e a própria Lava Jato, todos os ex-presidentes da nossa nova eram democráticos já estão implicados (Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma) ou têm muita culpa no esquema de corrupção. Por ora, apenas Itamar Franco escapou e os presidentes militares. E se Temer for implicado numa situação incontornável? Teremos uma intervenção militar como pensam alguns? Faremos novas eleições (como querem outros) para votar em quem? Não há nenhum, repito nenhum líder político no cenário nacional agora. Esse (ou essa) deverá aparecer até as eleições de 2018 ou, quem sabe, algum governador de Estado que consiga passar incólume a essa limpeza que está sendo feita e que deve continuar.

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas 

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MAIS DO MESMO

Gilberto Occhi na Presidência da Caixa Econômica Federal (CEF) é "mais do mesmo", ou seja, é contrário à privatização para manter o controle sobre os sanguessugas da Nação nos cargos comissionados, e favorável à manutenção do absurdo patrocínio a clubes de futebol. Acorda, Temer, chega dessa gente, privatização já!

Fernando Fenerichffenerich@gmail.com

São Paulo

 

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