Fórum dos Leitores

CORRUPÇÃO

O Estado de S.Paulo

30 Junho 2016 | 03h00

Interferência do STF

O ministro Dias Toffoli, do STF, concedeu habeas corpus ao marido da senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), sob a alegação de que a base do mandado de prisão era “frágil” e com isso o Paulo Bernardo sofrera “constrangimento ilegal”. Em outras palavras, Toffoli chamou todo o povo de idiota, desde o Ministério Público Federal até o juiz federal que assinou a ordem de prisão. Será que é só o Toffoli que “sabe das coisas”? Perguntar não ofende.

EUGENIO DE ARAUJO SILVA

eugenio-araujo@uol.com.br

Canela (RS)

É, Dias Toffoli revogou a prisão de Paulo Bernardo. Ora, se é o STF que tudo decide (e na draga em que o País se encontra), para que gastar tanto dinheiro com todas as outras instâncias?

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Boicote à Lava Jato

Se existia ainda alguma dúvida quanto a um sub-reptício boicote à Operação Lava Jato e outras investigações, o STF, via Dias Toffoli, acaba de aclarar.

ULYSSES F. NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Ação entre amigos

O pedido de liberdade do ex-ministro foi encaminhado ao escaninho correto do STF.

GUTO PACHECO

jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

É extremamente preocupante que um ministro da mais alta Corte do País se revele um juiz complacente com um réu acusado de assaltar o bolso de aposentados, apropriando-se de seu baixo estipêndio por meio de manobras espúrias. Crime que deveria ser classificado como odiento e que, com essa decisão, tem sua gravidade atenuada, pois o sr. Paulo Bernardo tem tratamento mais suave que os demais réus da Lava Jato. Foi o que o ministro Toffoli fez ao revogar a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, que não tem foro privilegiado. Toffoli, por iniciativa própria, extrapolou o pedido da defesa de Bernardo, que pedia a nulidade da ação envolvendo o ex-ministro, e revogou a prisão, desautorizando por iniciativa própria decisão tomada pelo juiz competente. Ressalte-se que Toffoli, convenientemente deixou de se declarar impedido de analisar o pedido da defesa de réu para quem advogou no passado.

CARLOS NEY MILLENCOUTINHO

cncoutinho@uol.com.br

Rio de Janeiro

Impedimento

Sem discutir seus cabedais jurídicos, ainda que tenha sido ele reprovado em dois concursos para a magistratura paulista, é evidente a suspeição de Dias Toffoli para decidir sobre questão a que está vinculado por sua história profissional. Declarar-se impedido seria o mínimo que um mínimo de compostura exigiria.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

Dois pesos...

Lamentável a revogação da prisão provisória do ex-ministro Paulo Bernardo (PT) pelo STF. Bernardo é suspeito da prática de crimes gravíssimos, do desvio de mais de R$ 100 milhões dos cofres públicos, fraude e corrupção passiva. A corrupção, indiretamente, é a responsável pela morte de milhares de brasileiros que ficam privados de hospitais, remédios, estradas, escolas, etc. Inaceitáveis os dois pesos e duas medidas da Justiça brasileira. Enquanto um Paulo Bernardo fica livre, leve e solto, milhares de pessoas humildes permanecem presas em todo o Brasil pela simples acusação de tentativa de furto de chocolate ou biscoitos em supermercados, em evidente inversão de valores.

RENATO KHAIR

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

Apropriação indébita

Quem tem pena do cidadão comum? Nenhum dos que estão hoje ou estavam no governo. Agem como se não houvesse consequências – cada funcionário que pagou o R$ 1,25 de serviços de consultoria da Consist, quando o valor “correto” seriam R$ 0,30. Deveriam fazer Boletim de Ocorrência por apropriação indébita. Parabéns ao José Nêumanne pelo artigo de ontem (A2).

ALEXANDRE RODRIGUES

niicorodrigues@gmail.com

São Paulo

De constrangimentos

Dias Toffoli alegou estar configurado “flagrante constrangimento ilegal” para mandar soltar Paulo Bernardo. Sabendo que o ex-ministro protagonizou a mais odiosa manobra de desvio de dinheiro de que se tem notícia, proveniente de empréstimos concedidos a funcionários públicos que eram subtraídos no troco, pode-se afirmar que o maior constrangimento ilegal não foi o sofrido por ele, mas o que atingiu toda a sociedade brasileira, envergonhada. Os srs. ministros do STF nunca mais perguntem, como se viu em programa recente de entrevistas na TV, a nenhum cidadão se acredita na Corte Suprema. A resposta pode ser mais agressiva do que a que foi dada na ocasião.

PAULO ROBERTO GOTAÇ

prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

Não tem jeito. No Brasil só fica preso ladrão de galinha. Constrangimento? O ministro não sabe o que é constrangimento. Pergunte a qualquer um dos milhões de desempregados deste país que, aí, sim, vai saber o que é constrangimento.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

Perda de confiança

É preocupante sentir que, se o povo perder a confiança que ainda resta no STF, outras soluções não constitucionais poderiam surgir no horizonte, o que seria uma lástima.

NÍVEO AURÉLIO VILLA

niveoavilla@terra.com.br

Atibaia

Custo Brasil

Conversa entre dois políticos corruptos. “Meti a mão numa grana dos funcionários públicos aposentados”. “Legal!” “Mas fui preso.” “Ilegal!”

ROBERTO BRUZADIN

bobbruza@terra.com.br

São Paulo

Ascensão meteórica

Nada contra empréstimos concedidos às empresas, principalmente às “genuinamente nacionais”. No entanto, a ascensão meteórica que o Grupo Hypermarcas e o Frigorífico JBS tiveram exatamente nos governos Lula/Dilma Rousseff chama muito a atenção. A primeira delas – Hypermarcas – já está no centro da Operação Lava Jato. Esperemos os próximos capítulos.

NELSON DO N. CEPEDA

fazoka@terra.com.br

São Paulo

 

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

LADO PETISTA DE TOFFOLI

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, teve a petulância de afirmar que a prisão do ex-ministro de Lula e Dilma, Paulo Bernardo, pela Polícia Federal (PF) na Operação Custo Brasil, na última quinta-feira, foi um “flagrante constrangimento ilegal”. E, por esta razão, revogou a prisão do petista, o mesmo que, com a sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann, também é investigada na Operação Lava Jato.  Quem passou constrangimento e humilhação foram os servidores públicos federais lesados nas operações do crédito consignado! Porque sob o comando de Paulo Bernardo foram cobradas taxas de administração de agiota, como de R$ 1,25 por parcela paga, quando no mercado os bancos cobram apenas R$ 0,30, e com ótima lucratividade.  E, por esta cobrança abusiva, a Consist, contratada por Bernardo para gerenciar estas operações, pagou de propina para o PT de R$ 100 milhões e o ex-ministro de Lula  embolsou R$ 7 milhões.   Na realidade, o ministro do STF, demonstrando seu lado petista, desprezou o trabalho sério e competente da PF, do Ministério Público Federal (MPF) e do juiz federal, ao revogar a prisão de Paulo Bernardo.  E nós desta terra tupiniquim infelizmente ficamos com a sensação que a impunidade volta a prevalecer.  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TOFOLLI X PAULO BERNADO

Constrangimento passamos nós, brasileiros, e contribuintes, além de aposentados, que, pela manhã, tomamos conhecimento de que a Consist, empresa de advogados, paga as inúmeras contas do sr. Paulo Benardo e da sra Gleisi, comprovando o cenário descrito pela Polícia Federal e por procuradores públicos federais. O sr. Tofolli fica com peninha de Paulo Bernardo e atende ao que foi solicitado pelo seu advogado, desprestigiando o Judiciário de São Paulo, apontando possíveis desvios que possibilitassem a sua saída da prisão.

  

Thomaz Raposo de Almeida Filho thomazraposo@yahoo.com.br

São Paulo

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INDESEJÁVEL INTERFERÊNCIA DO STF

O que muita gente temia, aconteceu. Muitos como eu temiam que o Supremo fosse atrapalhar o Lava Jato. Aconteceu. O ex-ministro preso está profundamente envolvido em uma ação que roubou muitas pessoas de baixa renda, fora outras suspeitas que a imprensa tem divulgado. Temia-se que os ministros indicados pelo PT poderiam “facilitar” as questões de petistas. Neste caso, a suspeição se confirma para muitos. É uma pena, se realmente foi como se está imaginando, macular uma operação da Justiça que está limpando a política de elementos que roubaram o País. Aliás, no que diz respeito aos que têm foro privilegiado, é responsabilidade do STF fazer Justiça, o que não foi feito, pois nosso Congresso se transformou em uma grande quadrilha. Parlamentares como Renan, com mais de 10 processos há mais de 10 anos, vários por apropriação indébita, nunca foram julgados pelo STF, como deveriam.  A grande preocupação dos cidadãos sobre esse assunto é se Lula, que chefiou toda a roubalheira, será preso e se haverá alguma interferência do STF. O que os cidadãos que estão apoiando fortemente o juiz Moro temem são ações do STF que possam atrapalhar. Aliás, teme-se que os foros privilegiados continuem privilegiados pelo Supremo.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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REVOGACÃO

Se a moda pega, não haverá mais necessidade de construir penitenciárias. 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo 

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ESPERANÇAS PERDIDAS?

Durante algum tempo o Brasil renovou suas esperanças no nosso Supremo Tribunal Federal acreditando que nossos ministros finalmente livraram suas amarras de seus padrinhos políticos. Entretanto, a decepção não demorou a chegar e o "glorioso" Dias Toffoli acabou jogando por terra todo um trabalho de investigação da nossa excelente Polícia Federal, que apresentou provas cabais e concretas da ação delituosa do ex-ministro de Lula e Dilma, Paulo Bernardo.  O outro ministro, Teori Zavascki, enviou à Brasília a investigação sobre o ex-presidente Lula, quando esta deveria ter ido para as mãos do excelente juiz Sérgio Moro, em Curitiba. Até quando vamos enxugar gelo? Será que algum dia poderemos confiar integralmente na instância maior da nossa Justiça? Senhores ministros do Supremo, o Brasil e o mundo está de olho em vocês!

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

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VERGONHA 

Enquanto tiver essa turminha do PT no STF, não haverá Justiça no Brasil.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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O CRIME COMPENSA PARA ALGUNS

Paulo Bernardo sendo solto, José Dirceu pode ser livrado da pena do Mensalão.  A economia está em frangalhos e até gente bem qualificada e honesta amarga o desemprego, graças à mesma quadrilha que nos desgoverna.

Paulo Ruas pfruas@terra.com.br

São Paulo

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E O OSCAR GOES TO....

As postulantes que ainda tinham alguma esperança em ganhar o próximo Oscar como melhor atriz  podem tirar o “cavalinho da chuva”.  O Brasil nunca ganhou esse cobiçado prêmio, mas, depois de ver a atuação de Gleisi Hoffmann (PT-PR), ao defender seu marido e ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Paulo Bernardo. De birotinho, abatida, de vestidinho discreto e lágrimas abundantes, seguiu direitinho o script decorado em dois dias e, sem nenhum corte e, numa tomada só, deu o seu recado.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

São Paulo

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LAVA JATO

A senadora Gleisi Hoffman acha que a grande maioria (esclarecida) da população é imbecil. Fez um discurso no Senado em defesa do marido, que deu até dó, só faltou dizer que Paulo Bernardo é o segundo homem mais honesto do Brasil (o primeiro é o Lula, claro!). 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo 

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PRISÃO REVOGADA

Com a decisão de Dias Toffoli, Gleisi Hoffmann, sem constrangimento, voltará a empinar seu nariz senatorial. 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

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PERENIDADE DA LAVA JATO

 

Agora, Nelson Mello, ex-dirigente do grupo Hypermarcas, assevera que dois lobistas distribuíram R$ 30 milhões a Romero Jucá, Eduardo Braga e Renan Calheiros, a título de propina. A cada dia passamos a ter conhecimento por nossa laboriosa imprensa, em especial pelo Estadão, de novas incursões ou assaltos aos cofres públicos, situação que orienta para a absoluta necessidade de permanência da Lava Jato, cuja missão de desbaratar quadrilhas e quadrilheiros tem sido cumprida com fidelidade e eficiência. Daí que não incide em erro quem achar que ela veio para ficar, e ficar em benefício da Nação e do povo deste País, que, nunca pensamos, pudesse abrigar tantos corruptos.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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TEMER E A LAVA JATO

Infeliz a declaração do presidente Temer de que “a Lava Jato não vai ficar aí o resto da vida”.   A Lava Jato deve, sim, ficar até que o Brasil se corrija eticamente.  E, se possível, deve se esforçar para que nasçam inúmeras outras Lava Jatos pelo Brasil afora, até que Lava Jatos íntimas se desenvolvam na consciência de cada político brasileiro - e isso não acontecerá tão cedo. 

Hoover Americo Sampaio hoover@mkteam.com.br

São Paulo

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JOGADA DO PT

A cúpula petista, desesperada, resolveu colocar a culpa da corrupção na sigla “PT”. A nós brasileiros deu a impressão de que o PT é um ser vivo que colocou um berro na cabeça de Vaccari, Zé Dirceu, Paulo Bernardo e outros para que roubassem em favor da sigla, um ser inanimado, mas extremamente poderoso. Na verdade, com essa jogada de marketing estão mais uma vez tentando esconder o mandante mor, aquele que mais se beneficiou com a corrupção. Seja em seu próprio favor, seja politicamente. Precisamos desenhar?

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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AGENTES PÚBLICOS

Os parlamentares e agentes públicos deveriam pensar na família e não apenas nos cargos e nos recursos públicos dos quais possam se aproveitar, causando danos materiais e morais, não só para os seus, mas também para a população. O povo trabalha muito para encher os cofres e poder contar com bons serviços nas áreas de educação, saúde e segurança, obrigações constitucionais dos governos. A Operação Lava Jato se tornou necessária para passar a limpo o País. Daqui para frente esperamos que seja diferente.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com

Rio de Janeiro

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DEVASSA NO PT

Já está mais que provada a responsabilidade do PT nos desvios da Petrobrás, a ponto de Vaccari e Dirceu estarem forçando o partido a dividir a responsabilidade por seus desmandos. Duas frentes devem ser tomadas: a primeira é cassar o mandato de todos esses políticos que usaram o dinheiro roubado dos brasileiros em suas campanhas e prendê-los, acabando com esta conversa mole de estar tudo declarado no Supremo Tribunal Federal (STF). E a segunda, mais importante: devassar as contas deste partido espúrio e retornar aos cofres públicos esses bilhões que permitiram que perpetuasse no poder.

Paulo Cesar Feltrini pc.feltrini@hotmail.com

São Paulo

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PERDA DE TEMPO

Pedir para o PT parar de roubar tem o mesmo efeito que o de pedir aos bandidos para não usarem armas em assaltos. Pura perda de tempo!

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PIZZA DE FAROFA

Esta tigrada de petralhas está agora armando uma nova pizza de farofa, com um outro discurso aproveitando da bola levantada pelo STF sobre financiamento de campanha. OK, nós roubamos, mas para o partido, por conta do sistema político de doações de empresas existente... Roubaram para o partido e para vocês viverem como lordes. Roubaram e deixaram roubar tanto os sindicalistas criminosos como os ladrões comunistas capitalistas, terroristas saqueadores e oportunistas de sempre que dos pobres subtraem das merendas, dos remédios, dos créditos e financiamentos e dos programas de habitação, entre outros.

Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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LULA

Quem disse que o sr. Lula não serviu para nada? Pelo menos para defender a "coisa" pública dos servidores e políticos corruptos.

Itamar Carlos Trevisani itamartrevisani@gmail.com

Jaboticabal 

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TUDO COMEÇOU NO MENSALÃO

Lula, para governar ditatorialmente e se apropriar do dinheiro do Tesouro para esse fim, inventou o mensalão, que foi "expandido" para o petrolão e para outras "filiais". E o Poder Judiciário faz cara de paisagem e o "cappo" está livre até hoje. Como os políticos lucraram com a "invenção", eles a mantiveram. Aqui só ladrão de galinha vai preso. 

Mário A. Dente eticototal@gmail.com

São Paulo

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OPERAÇÃO BOCA-LIVRE

Agora eu entendi por que tanta gritaria em defesa do Ministério da Cultura: a Operação Boca-Livre veio para explicar tanta tramoia! Tornozeleiras neles!

Maria H.N. Almeida mhnatel@uol.com.br

São Paulo

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FRAUDE NA LEI ROUANET

Agora, após a Operação Boca Livre, onde a PF prendeu 14 produtores culturais que arrecadavam verbas para a classe artística pelo desvio de cerca de R$ 180 milhões, talvez consigamos entender com mais clareza os motivos pelos quais os “artistas” entraram em verdadeira comoção, quando o presidente interino Temer fundiu os Ministérios da Cultura com o da Educação, e começaram a replicar que o impeachment de Dilma era um golpe. Nada mais, nada menos, do que 250 projetos culturais fraudados foram apontados, sem que o desgoverno anterior tenha feito alguma fiscalização. Diante dessa calamidade que está sendo investigada, esperamos que os senhores artistas venham a público e com a mesma veemência pedir a punição dos envolvidos da mesma forma que se manifestaram quando sentiram que as torneiras iriam fechar. Mais uma grande ação das autoridades para colocar ordem neste país da boquinha-livre. Talvez esse seja o verdadeiro golpe, só que aplicado por aqueles que gritavam contra o golpe do impeachment.

Leila E. Leitão

São Paulo 

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FATÍDICOS ‘ACIDENTES’

Toninho do PT, ex-prefeito de Campinas, morreu assassinado em setembro de 2001. Quatro meses depois, Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André, também foi assassinado. Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, morreu após a queda de um avião, em agosto de 2014. Thomaz Alckmin, filho do governador de São Paulo, morreu em acidente de helicóptero, em abril de 2015. Sete meses depois, executivos do Bradesco morreram após queda de avião e o ex-diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) morreu ao cair de um prédio. Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, morreu em queda de avião, em março de 2016. Paulo César de Barros Morato foi encontrado morto em motel, em junho de 2016. É curioso observar o extenso histórico de jovens políticos e executivos que desaparecem do cenário, vítimas de fatídicos acidentes...

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte 

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PT, UM PARTIDO ‘JUSTO’

Os petistas roubavam dos ricos e davam aos pobres. Porém, sempre ficaram como um porcentual para suas despesas pessoais (casas, iates, ferraris, sítios, apartamento no Guarujá...). Afinal, o que é justo é justo!

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas 

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POSTE N.º 2

Quer dizer então que, além de todo dinheiro arrecadado e prestado conta ao Tribunal Regional Eleitoral (TER), restou uma "pequena dívida" de R$ 30 milhões referente à campanha do então prefeito eleito Fernando Haddad? Eu imaginava que eleger poste fosse uma tarefa difícil e cara, mas não imaginava que fosse tão cara. Quantas pessoas estão sofrendo nos hospitais públicos, aguardando uma cirurgia ou, até mesmo, um simples leito, enquanto o dinheiro arrecadado em impostos é torrado em falcatruas. Até quando vamos tolerar esse desgoverno?

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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PROPAGANDA ENGANOSA

A propaganda da Prefeitura de São Paulo que está sendo veiculada pela televisão mostra os feitos realizados pelo prefeito Fernando Haddad nos últimos anos, entre os quais os 300 km de ciclovias. Só que há um detalhe interessante: a matéria mostra apenas imagens da ciclovia da Avenida Paulista. É fácil entender por que: a maior parte do restante da malha cicloviária, (mal) feita a toque de caixa e sem a mínima manutenção, não só está com as cores praticamente apagadas, como ao longo do pavimento há incontáveis trechos irregulares repletos de fissuras e buracos. Esta é a típica situação que se pode denominar propaganda enganosa. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo 

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SINDICATO

O Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp), detentor de carta sindical no Ministério do Trabalho e representante sindical dos Supervisores Escolares da Rede Municipal de Ensino (RME), tem-se manifestado de forma incisiva no governo Haddad sobre a necessidade de aumentar o número desses profissionais, dado o aumento do número de escolas e a complexidade crescente da tarefa supervisora.  Por exigência deste sindicato, uma das cláusulas assinadas pelo governo na negociação de data base 2015 prevê a criação de cargos de supervisor, o que não foi cumprido pelo governo. Sob pressão do Sinesp, o governo realizou Concurso Público para os cargos de supervisor, sendo estes em número aquém da necessidade da RME.  Até o momento o governo Haddad vem protelando a chamada desses profissionais. Tal atitude displicente na gestão de cargo tão essencial seguramente prejudica a população usuária das Unidades Educacionais.

Luiz Carlos Ghilardi luizcarlos@sinesp.org.br

São Paulo

 

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