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O Estado de S.Paulo

15 Julho 2016 | 03h00

CÂMARA DOS DEPUTADOS

Página triste virada

A eleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara dos Deputados virou uma página triste da política brasileira. Eliminado o candidato Marcelo Castro – e isso associado à derrota do Centrão de Rogério Rosso –, perde o ex-presidente Lula da Silva e aumentam as chances de se finalizar o processo de impeachment com a saída definitiva da presidente afastada, Dilma Rousseff. Parece que o Brasil vai aos poucos retomando o leito do rio da democracia. Mas a corrupção ainda está viva. Para completar o quadro de otimismo será necessária a aprovação dos dez pontos objeto de projeto de lei popular enviado ao Poder Legislativo com mais de 2 milhões de assinaturas. Com o novo perfil da Câmara, tenho a esperança de que, desta vez, as propostas anticorrupção, assim como a aprovação de projetos necessários ao País, consagrarão o governo de Michel Temer.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Ocaso da estrela

O “deus” dos petralhas está em queda livre. Nunca antes neste país vimos um líder se empenhar tanto para evitar a instalação de um processo de impeachment e fracassar. Outro revés retumbante ocorreu na eleição da presidência da Câmara, com a vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ), quando o PT jogou suas fichas no dissidente Marcelo Castro, do PMDB. É, seu Lula, tudo o que sobe desce.

J. A. MULLER

josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

Final melancólico

Mais uma vez a lápide anunciando a morte política de Lula ressurge. Tentando mostrar seu poderio político, ao querer fazer de Marcelo Castro o presidente da Câmara, Lula obteve um resultado desastroso, ficando claro que seu cacife político acabou.

IVAN BERTAZZO

bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

À beira do precipício

O DEM de Rodrigo Maia, presidente eleito da Câmara, é justamente aquele partido que, em 2010, Lula disse que deveria ser extirpado da política brasileira. Interessante ver como em apenas seis anos não só o PT, mas também Lula, Dilma e vários companheiros estão à beira do precipício. Os motivos são corrupção nas eleições, na Petrobrás, nos fundos de pensão, etc. Acabar com um partido, como pregou Lula, somente porque ele era de oposição ao seu governo, é bem diferente do que hoje estamos vendo. Espera-se que Rodrigo Maia consiga fazer que sejam votadas as reformas de que o Brasil tanto precisa e pacifique a Casa do Povo, deixando de lado o corporativismo. A responsabilidade de Rodrigo é grande, pois hoje é o segundo na linha sucessória da Presidência da República, ou seja, na ausência do presidente é ele que assume. As cores de Rodrigo Maia agora são o verde e o amarelo e seu papel é ajudar a mudar este país.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

Pelo bem do País

O deputado Rodrigo Maia foi eleito para um mandato-tampão até fevereiro de 2017 e a escolha do novo presidente da Câmara agradou a Michel Temer. Vamos ver se agora essa Casa julga em conjunto com o Palácio do Planalto, para o bem do nosso país, sem a interferência daqueles políticos que vinham dilapidando o Brasil em proveito próprio.

ARTUR TOPGIAN

topgian@terra.com.br

São Paulo

Novos tempos?

Com carinha de bom rapaz, o que teremos com Rodrigo Maia na presidência da Câmara? Novos tempos ou mais do mesmo? Espero e desejo muito que sejam novos tempos. Pra valer!

DARCY MARTINO

darcymartino@hotmail.com

São Paulo

O ex irrelevante

E, enfim, o deputado Waldir Maranhão evoluiu: passou de um ilustre e insignificante desconhecido a um menos ilustre e muito insignificante conhecido.

NATALINO FERRAZ MARTINS

natalino.martins@uol.com.br

São Paulo

CARGA TRIBUTÁRIA

CPMF, o monstrinho

Toda vez que leio textos tão lúcidos quanto o editorial de ontem Temer e o monstrinho (A3) não posso deixar de pensar no livro Carnaval Tributário, obra de um dos maiores tributaristas que este país já teve (Alfredo Augusto Becker). Dizia ele, perplexo com a quantidade e a variedade de tributos mascarados, que se fosse formado o bloco carnavalesco Unidos da Vila Federal o presidente da República e seu ministro da Fazenda desfilariam como abre-alas, o ritmo seria dado pelo fêmur dos contribuintes, que também forneceriam a pele para as cuícas. E concluía que “a fantasia que restava aos demais passistas”, em razão do excesso de impostos, seria a tanga. Passados 27 anos da edição desse livro, nada mudou. Uma pena.

ANDREA METNE ARNAUT

andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

Mais impostos, não!

Não suportamos mais impostos. Chega, basta! A carga tributária já está altíssima. Espero que o atual governo, ao invés de criar ou ressuscitar impostos, tenha a coragem de cortar gastos escandalosos, como as tais mordomias dos políticos. É bem verdade que muitas são amparadas por lei, mas quando querem (os poderosos), tudo é possível. Quem não se lembra da tributação dos servidores aposentados, a tal taxação dos inativos? No meu entender, não respeitaram sequer o direito adquirido. Adoraria ver o fim das mordomias políticas, incluídas as presidenciais. Já pensaram na economia gigantesca que o País faria? Acredito que sobraria grana para saúde, educação, etc.. É ver para crer. Também importantíssima seria a incorporação ao patrimônio da União dos bens ilícitos dos gatunos da Pátria.

CYNTHIA LIBUTTI M. BRABO

cynthialibutti@gmail.com

Santos

Mal desnecessário

O aumento de impostos em plena recessão e enorme desemprego é uma medida anômala, que certamente trará mais problemas do que soluções, uma vez que os empresários estão operando no limite de suas forças, sem falar nos que já faliram ou estão em regime de recuperação judicial. De fato, existem outros meios para diminuir o déficit da União, tais como redução da folha de pagamentos, aumentos menores para o funcionalismo, corte de mordomias ministeriais e até do Poder Legislativo. O poder dominante precisa, agora, fazer a sua parte, porque o povo e os empresários não podem mais continuar sofrendo as consequências do lulopetismo.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

TENTATIVA FRACASSADA

 

A tentativa de o ex-presidente Lula de colocar um preposto, Marcelo Castro, na presidência da Câmara dos Deputados para minar o governo de Michel Temer, deu com os burros n’água para o bem do País e de todos nós.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

 

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ELEIÇÃO BOA PARA O PLANALTO

 

A eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), que recebeu 285 votos, foi bastante salutar para o Planalto, colocando Michel Temer na posição de poder melhor dialogar com o Poder Legislativo, evitando as intromissões do centrão, representado por Rosso. E a derrota de Marcelo Costa (PMDB-PI), com 70 votos, foi importante para o Planalto, porquanto representava ele, na verdade, o lulopetismo, sempre desejoso de perturbar o governo interino de Michel Temer. É de aguardar o desenrolar do pleito.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA

 

Com a ajuda do Planalto, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi eleito presidente da Câmara até fevereiro de 2017. Sem dúvida foi um passo importante para as votações de projetos importantes como o ajuste fiscal do governo e também para acelerar o processo de cassação de Eduardo Cunha e, assim, virar essa página horrível da história da política brasileira.

 

Edgard  Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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VOTAÇÃO NA CÂMARA

 

A propósito do discurso de Rodrigo Maia, eleito presidente da Câmara: os discursos políticos da vitória no Brasil, sempre começam com “meu pai, minha mãe, meus filhos” e trá lá lá, aí vem um soluço. Padrão latino americano. Agora, esses deputados aí não convencem mais ninguém. Não inspiram mais confiança. Cadê a nossa grana roubada?

 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

 

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CRISE E ESPERANÇA DE SOLUÇÃO

 

Há esperanças de que, com a eleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara de Deputados, ocorra finalmente a recuperação operacional do parlamento brasileiro, hoje com baixo prestígio na população, por razões óbvias.    Tal augúrio serve para que possamos voltar à normalidade institucional e implantar as urgentes e necessárias reformas estruturantes que tanto precisamos para sair dessa grande crise que engessou o País. É o nosso sonho.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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COMPENSAÇÃO

 

A tropa de choque do deputado Eduardo Cunha pode sobreviver às suas ameaças, mas não escapará nas próximas eleições! Podem acreditar!

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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MALA PRETA

 

Provavelmente por preocupar-se com seu país e seu povo, o primeiro-ministro britânico David Cameron deixou o cargo que ocupava naquele governo.  Já o nosso ex-chefe da Casa Civil Eduardo Cunha não larga o osso nem com reza brava.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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QUANTA DIFERENÇA!

 

O ex-primeiro ministro inglês sr. David Cameron foi derrotado em sua posição a favor da permanência da Inglaterra na União Europeia e renunciou.  No Partido Conservador, partido dominante no Parlamento Inglês, a sra. Theresa May foi indicada líder e, automaticamente, se tornou a nova primeira ministra.  Em poucos dias o sr. Cameron deixou a residência oficial em 10 Downing Street (Londres) e a sra. May passou a ocupar esse famoso endereço, assumindo as rédeas do governo, mudando todo ministério.  Simples, tranquilo e eficiente!   Que inveja!  Quanta diferença com a nossa conturbada transição entre a  afastada “presidenta” Dilma e o interino presidente Michel Temer.   É o parlamentarismo do Primeiro Mundo.   E nós?  Ora, nós ainda estamos brincando de democracia em governo republicano capenga e disfuncional.  Por isso acho que vai demorar muito para termos um governo que nos represente com honestidade, bom senso e competência.  Temos de ter muita paciência para aguentar.  Deve ser nosso carma!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

 

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POLÍTICA ANGLO-BRASILEIRA

 

Que diferença entre a troca de primeiro ministro e a troca de presidente!

 

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

 

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ÚLTIMO ATREVIMENTO

 

Estou de pleno acordo com o editorial “O último atrevimento”, mas, convenhamos, Cunha prestou um serviço inestimável ao Brasil. Sem Cunha, Dilma, Lula e o PT não seriam jogados no limbo da história, um lugar bem apropriado para esta trindade de horror, que tantos males fizeram ao meu Brasil.

 

Abdiel Reis Dourado abdiel@terra.com.br

São Paulo

 

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A CRÔNICA DO DIA SEGUINTE

 

Causa eco em todo o País a declaração do deputado Eduardo Cunha, de que 117 deputados e 30 senadores respondem a inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e poderão ter o efeito do dia seguinte, se a Câmara vier a cassar seu mandato. Mais importante do que o destino de cada um deles, no entanto, é discutir os fatores que levaram toda essa gente ao cometimento de ilícitos e a identificar seus parceiros para a liquidação da raiz dos esquemas criminosos e não simplesmente dos efeitos. Governo, parlamento, universidades e forças da sociedade precisam discutir e encontrar meios sustentáveis e seguros de governar sem negociatas e legislar com liberdade e altivez. Precisamos reinventar a independência dos Poderes, para que cada qual cumpra com suas obrigações sem segundos interesses, e o País possa seguir seu curso e, finalmente, encontrar o grande destino...

 

Dirceu Cardoso aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

 

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ESTRANHEZA

 

Leio jornais todos os dias, acompanho o noticiário pela TV, assisto à TV Senado e à TV Câmara. Leio, ouço e vejo falar em aliados de Cunha, aliados de Renan, aliados de Dilma, aliados de Lula... Estranho, não há um único aliado do Brasil entre os políticos, eles vivem numa terra que ninguém além deles sabe onde fica...

 

Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

 

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REFORMA POLÍTICA.

 

O Estadão de 12/7 trouxe dois editoriais para reflexão dos brasileiros que votam com consciência: “A crise de representatividade” e “Combater a corrupção”.  Este último trata do projeto de Lei 4.850/2016, de autoria do Ministério Público Federal (MPF), semelhante na origem à Lei da Ficha Limpa, de iniciativa popular. Pois bem, uma lei para mudar o sistema partidário, que iniba a formação de “quadrilhas” que representam não o povo, poderia também ser de iniciativa popular. Para tanto, juristas e efemérides cônscios poderiam propor e lançar nas redes sociais um projeto de lei nesse sentido, porque esperar que uma iniciativa dessa natureza parta dos “digníssimos” deputados federais, será o mesmo que esperar Godot.

  

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

 

Valinhos

 

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IMPEACHMENT

 

Aplaudo a leitora sra. Eliana França Leme pela lúcida visão patriótica revelada em seu comentário publicado anteontem, 13/7, no Fórum dos Leitores. Permita-me concordar com cada linha, cada palavra da sua argumentação, que foca na educação de qualidade e, a meu ver, nas entrelinhas, destaca dois aspectos da miséria nacional que esses traidores da pátria promoveram enquanto estiveram no governo. O primeiro deles é a intenção de manter o povão indigente de cultura, por meio de programas educacionais destinados a deformar a infância e a juventude, desde o ensino da sexualidade na primeira infância ao sistema de cotas nas universidades. O segundo, bem ao estilo do coronelismo brasileiro que mantém o pobre dependente das migalhas oriundas dos seus festins, o Bolsa-Família, denominando-o de inclusão social. Na minha visão uma verdadeira exclusão social porque, como disse, não tem porta de saída. Talvez logo estejamos livres desses que infelicitam a Nação, pois hoje a fila começou a andar com a autorização da cassação de Eduardo Cunha, que esperamos que ocorra o quanto antes e seja seguida do impeachment de dona Dilma.

 

Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs9@gmail.com

São Paulo

 

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2018 SE TUDO DER CERTO

 

Lula sempre foi um pelego sindical e, como tal, seu projeto sempre foi de interesse pessoal. Para isso, faria acordo com qualquer um, até com os comunistas, como fez. Então ficamos assim. O comunismo entra num governo para espoliá-lo até acabar, como aconteceu com a falida URSS, Cuba, Venezuela etc. Os sindicatos entram numa empresa para “atrapalhá-la e morder propinas” até onde der. Assim, o Pixuleco diz que voltará em 2108, para mais um mandato e terminar o estrago que começou. Estamos entendidos?

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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INDIGNAÇÃO

 

Há um sentimento de indignação do povo brasileiro quando vê que as investigações sobre a corrupção no País avançam sob o comando do juiz Sérgio Moro. Já do outro lado, o STF, Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Eleitoral (STE) caminham em direção oposta. Moro prende, condena e recupera parte do dinheiro roubado, desse outro lado libertam os corruptos, são  condescendentes com os poderosos, garantindo-lhes a liberdade.  O que se percebe é que existe uma briga de egos, muitos ministros nem ao menos são juízes, não detêm o saber jurídico e cumprem a tarefa de decidir a favor dos acusados, fazendo jus à indicação de seus nomes, não se importando com as consequências de suas decisões um tanto estapafúrdias. É preciso mudar a forma como essas pessoas chegam a esses postos. O povo precisa ir às ruas e exigir que a lei seja igual para todos ou, então, rasga-se a Constituição.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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TORNOZELEIRA

 

O Espírito Santo está com problemas com as tornozeleiras eletrônicas em uso para monitorar presos. Os detentos deram sumiço em muitas delas e algumas foram devolvidas danificadas. O custo mensal ao Estado de aluguel/monitoramento de cada tornozeleira é cerca de R$ 180 e a indenização por sumiço é de R$ 1.500. É simples. Para amenizar o prejuízo, basta exigir que o preso faça o depósito caucionado dos R$ 1.500, ou então, caso não seja devolvida, debitado ao juiz que dispensou o depósito. Isso pode ser adotado em todo o Brasil.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

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FALTA DO QUE FAZER?

 

O pedido de investigação à Polícia Federal (PF) para identificar os autores de pixulecos, deles mesmos e de Janot, demonstra que Lewandowski não está nem aí com os milhares de processos engavetados no STF, como o julgamento da censura ao Estadão que já dura cerca de 2.500 dias e o ressarcimento dos prejuízos dos Planos Econômicos de 1980 e 1990. Lastimável!

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

 

 

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LULLA X LEWANDOWSKI

 

Nas cartas deste domingo no Estadão, vi muitas delas preocupadas e com muita razão ante as últimas posições do ministro Lewandowski no processo envolvendo Lulla. E, para piorar a situação, não devemos nos esquecer de que os dois e as suas respectivas famílias vivem muito próximas em São Bernardo do Campo e que a amizade de Lulla e Lewandowski vem de longa data! Vamos ver se o ministro decide em favor do Brasil ou de seu amigo.

 

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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O NOVO STF

 

STF com Lulandowski, PToffoli e Melo.

E a Justiça?

 

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

 

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CHEGA DE ‘BESTEIROWSKI’!

 

Diante da censura prévia proclamada pelo presidente do STF, Ricardo Lewandowski, exigindo investigação e punição para identificar os donos do boneco inflável com sua figura na Avenida Paulista, todos que participarão da passeata pelo impeachment em 31/7 deveriam levar em suas mãos um pixulequinho do Lewandowski.  Quem paga o seu polpudo salário somos nós, e esse funcionário está longe de cumprir com seu contrato, cuja função é fazer valer nossa Constituição e não apenas a um partido. Mostraríamos a Lewandowski nosso descontentamento com sua atuação no STF. Um ministro do STF não pode ser intocável. Chega de besteirowski!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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BONECO DO LEWANDOWSKY

 

O ministro do STF pediu que a polícia federal investigasse o seu boneco (o Pixulowsky?). Cuidado, sr. ministro, a polícia pode descobrir alguma coisa no bolso dele.

 

Vito Labate Neto vitolabate@yahoo.com

Mairiporã

 

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JUDICIÁRIO SEM PORTEIRA

 

O Poder Judiciário - com a honrosa exceção do juiz Sergio Moro - contribui para manter o lamaçal de corrupção e violência que destrói o País.  Ao mesmo tempo em que um ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) concede habeas corpus ao notório bicheiro e corruptor Cachoeira, um juiz de São Paulo põe em liberdade um pastor evangélico que abusou sexualmente de seu enteado de 5 anos!  O tempora, o mores, dizia Cícero.

 

Eduardo Spinola e Castro  esc@scvs.adv.br

São Paulo

 

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FONTES DE ARRECADAÇÃO

 

Se a família brasileira diante desta terrível recessão econômica abre até suas gavetas para encontrar centavos, com o governo federal, hoje administrado pelo presidente interino Michel Temer, a angústia e a preocupação para enfrentar o rombo nas contas públicas não são diferentes! E com um enorme déficit fiscal de R$ 139 bilhões, para 2017, a equipe econômica, que já anunciou que pretende cortar gastos e arrecadar com vendas de ativos, privatização e concessões de estradas, aeroportos, ferrovias, etc., agora surge mais uma alternativa importante para engordar o caixa do Tesouro. A de vender créditos do Refis de várias edições, do qual a Receita Federal tem para receber dívidas das empresas e de pessoas físicas, que podem proporcionar arrecadação de outros R$ 55 bilhões ou mais! Esta operação chamada de “securitização”, pelo acordo que vem sendo costurado com Planalto e o Congresso para sua aprovação em regime de urgência, poderá permitir que esses estimados R$ 55 bilhões sejam utilizados somente para a amortização da dívida pública, para o financiamento da Previdência Social e investimentos em infraestrutura.  Uma ótima ideia! Já que, essa dívida, que é parcelada a perder de vista pelo governo, se colocado no mercado a venda desses títulos com menor valor de face, certamente será absorvido pelos investidores, podendo amenizar grandes demandas, rescaldo da desastrada gestão da afastada Dilma Rousseff.

 

Paulo Panossian paulopanaossian@hotmail.com

São Carlos

 

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CINEMA - MORTE DE HECTOR BABENCO

 

Hector Babenco, morto aos 70 anos, foi um grande cineasta argentino-brasileiro. Deixou sua marca no cinema latino-americano com grandes filmes como “Brincando nos Campos do Senhor”, que considero sua obra prima; “O Beijo da Mulher Aranha”, “Pixote” e “Carandiru”. Babenco sabia contar uma história como poucos, tinha conteúdo e visão crítica e social. Seu canto do cisne, o autobiográfico “Meu amigo hindu”, é mais um bom filme, no qual Babenco se desnudou, mostrou seus podres em público e se despediu em grande estilo da Sétima Arte.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

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LIBERTADORES

 

O fim do sonho de uma nova conquista, desta vez pelo clube remanescente brasileiro, que perdeu do Atlético Nacional, na Colômbia. Sempre as alegações são de que fomos prejudicados por falhas do árbitro, desculpa vazia... O time é muito ruim! Nem técnico estrangeiro faz milagres, mas é chique. O Tricolor Paulista não ganhou nada no atual século. No próximo domingo tem Timão de triste goleada. O futebol brasileiro está deplorável e vivendo um mau momento causado pelos ‘corruPTos’ do esporte, muito semelhante ao nosso País.

 

Luiz Dias lfd.silva@bol.com.br

São Paulo

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