Fórum dos Leitores

PREFEITURA PAULISTANA

O Estado de S.Paulo

21 Julho 2016 | 03h00

Diminuição dos acidentes

Na edição de ontem o Estado publicou informação da Prefeitura de queda no número de acidentes com mortes e feridos nas vias de São Paulo. Entretanto, na edição de anteontem um diretor da CET reclamava que a Secretaria da Segurança não encaminha àquele órgão boletins de ocorrência com essa tipificação desde outubro do ano passado. Então, a pergunta que fica é: quem está mentindo, o diretor que anteontem reclamou ou a Prefeitura, que ontem informou tal redução? Claro que sabemos que mentir está no DNA da administração petista e o que quer é iludir a população mais uma vez.

José Renato Nascimento

jrnasc@gmail.com

São Paulo

A informação de que houve redução de acidentes e engarrafamentos nas marginais por causa da redução de velocidade é absolutamente enganosa. Esqueceram-se de dizer que a retração econômica resultou na redução sensível do número de veículos transitando. Verifiquem no Sindipostos (de combustíveis). No fim da tarde a situação, todavia, continua crítica, pois os veículos se movimentam em velocidade de cortejo fúnebre.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

De fato, não passa de propaganda em causa própria, eleitoreira, do prefeito a divulgação pela CET da pesquisa dando conta de queda dos acidentes nas marginais. É necessário um estudo sério de algum órgão isento, sem ligações com a Prefeitura, com análise de custo e benefício e de impacto na vida da cidade. Os motoristas que costumam fazer barbaridades no trânsito são sempre os mesmos, para eles não importa o limite de velocidade. Atropelamentos não têm de ser levados em conta nas marginais, já que não são vias para pedestres. Por que não fazer uma pesquisa com a população para ver o que ela acha dessa redução de velocidade? O resultado, parece-me, não vai ser muito do agrado do sr. Fernando Haddad. A eleição está chegando e o prefeito terá a resposta que merece.

HENRIQUE SCHNAIDER

hschnaider4@gmail.com

São Paulo

Eleições

Os partidos políticos, de acordo com o calendário eleitoral, já podem realizar convenções partidárias para escolher candidatos que vão concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador, agora em outubro. Vamos ter de mudar de canal da televisão – novamente – ou aguentar todas as vezes que aparecerem figuras como Marta Suplicy, Luiza Erundina, Fernando Haddad, Celso Russomanno, etc...

ARTUR TOPGIAN

topgian@terra.com.br

São Paulo

Pixulecando?

Já se apresentaram dois pré-candidatos pessimamente avaliados: Martaxa e haddad (com minúscula mesmo), que tenta mudar o nome de São Paulo para Buracolândia e/ou Placolândia. Dizem que o irracional número de placas pela cidade tem origem nos pixulecos embutidos no custo. Sei não...

MARIO A. DENTE

eticototal@gmail.com

São Paulo

Quadro desolador

Toda vez que há eleições para prefeito em São Paulo, temos um desfile de candidatos que não estão à altura do cargo. O posto de prefeito é o mais próximo do eleitor. A Prefeitura é onde ele pode ver de perto o que deve e pode ser feito por seu eleito, Sua Exa. o prefeito. As pesquisas mostram um quadro desolador. Vejamos: Russomanno, o primeiro colocado, tem pendências com a Justiça; Marta(xa) construiu túneis em locais errados, causando enormes congestionamentos e prejuízos; Erundina tem visão míope sobre a maior cidade do País (aterrou o túnel Jânio Quadros) – ambas têm o DNA do PT, não nos enganam; Haddad (PT), sem comentários, estamos vendo seu (des)governo. Outros, como Young, Dória, Denise Abreu (ex-Anac), Marlene C. Machado, Levy Fidelix, não têm nenhuma experiência em administração municipal, pois nem vereadores foram, e querem governar a maior cidade da América do Sul. Dos que exercem cargos políticos – Delegado Olim, Major Olímpio, Laércio Benko, Andrea Matarazzo, Roberto Tripoli, Eduardo Jorge –, alguns são ilustres desconhecidos e os que realmente conhecem a cidade, por terem sido secretários ou coordenadores de subprefeituras, não são tão conhecidos dos eleitores, por isso ainda não ganharam votos. Vamos pensar que os eleitores melhorarão suas escolhas, pois São Paulo não merece tantos despreparados para governar a cidade!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Compra de votos de ciclistas

Em pleno ano eleitoral, o prefeito de São Paulo propõe o pagamento pela Prefeitura de um “mensalinho” aos munícipes que utilizem bicicleta como meio de transporte diário. Ciente de que suas ciclovias – as mais caras do mundo! – estão subutilizadas, e desesperado por votos que o tirem do penúltimo lugar nas pesquisas para a eleição que se avizinha, o prefeito imita seu líder Lula e oferece, com o maior cinismo, pagar aos cidadãos para que usem as faixas vermelhas desertas. Onde anda a Justiça Eleitoral, que nada faz para impedir esse escândalo?

EDUARDO SPINOLA E CASTRO

3491esc@gmail.com

São Paulo

Administração insana

Com essa promessa de pagamento, aumentará sensivelmente o número de ciclistas nas ruas, bem como o número de acidentes fatais. Porque, mesmo que o sr. Haddad consiga expulsar mais automóveis particulares das vias paulistanas, os ônibus (altamente perigosos para o ciclista) continuarão circulando, não é mesmo? Mas o que esperar desse prefeito depois da medida proibitiva que considera a Bandeira Nacional – nosso maior símbolo pátrio – um fator de poluição visual...?! Espero que essa santa poluição verde-amarela se espalhe pela Avenida Paulista e pelo Brasil inteiro no dia 31 de julho e que o sr. Haddad nunca mais sonhe em administrar (?) a capital paulista.

EDMÉA RAMOS DA SILVA

paulameia@terra.com.br

Santos

Bandeira do Brasil

Depois de a Prefeitura proibir a exposição da Bandeira Nacional na fachada do edifício da Fiesp, sugiro que se faça uma campanha para que todos os apartamentos e escritórios da Avenida Paulista coloquem a nossa bandeira em suas janelas. Gostaria de saber qual a reação do prefeito, que alega violação da Lei Cidade Limpa. Será que o nosso maior símbolo nacional estaria sujando a cidade?

SERGIO A. MONTEIRO

samvilar@uol.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

ACIMA DA LEI, PODE?

 

Sobre esse polêmico assunto que volta a ser manchete, relacionado com a recusa do aplicativo norte-americano em atender a lei brasileira, não parece ser algo que não possa ser bem resolvido. Se de um lado há o interesse coletivo, do outro há o cumprimento da lei. Ora, se o Brasil acolhe o serviço prestado pelo WhatsApp em prol da sociedade, do outro lado o Whats tem de cumprir a lei brasileira. O que não pode é o Whats estar acima da lei e, portanto, deve se subordinar a ela. Então, com o potencial técnico do grupo americano deve ser relativamente fácil criar algumas exceções de modo que. no instante em que o número do usuário estiver sob suspeita e com a devida autorização judicial, o sistema iniba o processo de criptografia só do alvo, compartilhando, a partir de então, a comunicação do usuário com as autoridades. Ou então deixe o Brasil. O que não pode é desafiar a soberania brasileira. Será que se fosse o contrário as autoridades dos EUA permitiram a desobediência à ordem judicial impunemente? Certa está a  Dra. Daniela Barbosa Assumpção.  

 

Carlos Benedito Pereira da Silva  carlosbpsilva@gmail.com

Rio Claro

 

*

DOUTORA, É FRUSTRAÇÃO?

 

A internet tem de ser livre. O WhatsApp acaba de ser bloqueado pela terceira vez nos últimos 16 meses prejudicando cem milhões de usuários do aplicativo existentes no País. A maioria deles usa por conta do trabalho. Isso nada mais é do que o resultado da desmoralizada Justiça brasileira, que abriga um bando de picaretas interessados em aparecer ou receber um por fora. A juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, em seu despacho, ficou totalmente enfurecida porque o Facebook respondeu uma de suas decisões com um e-mail em inglês - e pediu que futuros questionamentos seguissem nesse idioma. Isso fez com que sua ira aflorasse a ponto de classificar o País de republiqueta, e não pensou nas consequências negativas que sua decisão traria para os milhões de usuários do aplicativo. Está explícito que a fulana provavelmente não conhece nenhuma palavra do idioma anglo-saxônico e aproveitou para exteriorizar sua frustração.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

*

PELA LIVRE MANIFESTAÇÃO

 

A juíza federal Daniela Barbosa que bloqueou o  aplicativo do WhatsApp, prejudicando de tal maneira  a liberdade de expressão e manifestação  de  milhares de cidadãos  que utilizam e  dependem do sistema, já  que  tem tanto poder,  porque não  bloqueia  os sinais de telefonia celular  dos presídios. Aí sim!

 

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

 

*

CELULARES NAS CADEIAS

 

Como e fácil para o Brasil usar uma ação judicial para parar o WhatsApp, mas como é difícil interromper  os celulares em Penitenciárias brasileiras, deixando bandidos e o PCC deitarem e rolarem em instruções a milhares de bandidos fora das prisões, para atormentar as nossas vidas. O Judiciário deveria usar essa mesma energia para acabar com essa vergonha de celulares nas cadeias,  num país onde a vida está simplesmente pela hora da morte.

 

 

Antonio Jose G.Marques a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

*

SUSPENSÃO DE SERVIÇOS WHATSAPP

 

Após mais uma suspensão por determinação judicial do WhatsApp, só nos resta torcer para que as companhias energéticas de saneamento básico e os Correios não tenham pendências judiciais para serem resolvidas, caso contrário, correremos o risco de ficar sem esses serviços essenciais e prioritários. Não quero entrar no mérito da questão jurídica, entretanto, tenho certeza de que a Justiça poderia adotar outras medidas punitivas contra o WhatsApp,  sem prejudicar milhares de cidadãos.

 

Luigi Petti pettirluigi@gmail.com

São Paulo

 

*

WHATSAPP E BOM SENSO

 

Em vez de punir todos os usuários do WhatsApp, o Judiciário deveria processar criminalmente, por desobediência, a Pessoa Física dos seus administradores. Se, ao final, forem condenados, a exemplo do que ocorreu na Justiça norte-americana com os cartolas do futebol – entre eles o brasileiro José Maria Marin –, não poderão sair de seus países, ou então, se saírem, serão presos pela Interpol, sem qualquer prejuízo aos usuários do seu sistema. É preciso encontrar uma forma segura de o serviço continuar e a lei brasileira ser respeitada. Mas tudo dentro da linha de bom senso, que jamais deveria estar ausente nos gabinetes daqueles que têm a tarefa de distribuir Justiça.

 

Dirceu Cardoso Gonçalves  cardosodirceu34@gmail.com

São Paulo

 

*

IMPUNIDADE

 

Se os criminosos comuns e traficantes usam esse aplicativo sem constrangimento, imaginem os corruptos deste país. Pobre Brasil!

 

Antonio Barros barcarant@gmail.com

Pirassununga

 

*

REPUBLIQUETA

 

A juíza Daniela Barbosa Assunção, da 2.ª Vara Criminal de Duque de Caxias, justificou sua decisão de bloquear o WhatsApp, entre outros motivos, pela sua indignação pelo fato de - segundo suas palavras - o Brasil ser "tratado como republiqueta". É preciso ficar claro que, se o País está sendo tratado como republiqueta, é porque se comporta como tal. Não há dúvida de que, ao se recusar a fornecer as informações solicitadas, o Facebook foi incorreto e arrogante, porém, a resposta da juíza, ao punir os milhões de usuários do WhatsApp no Brasil inteiro,  foi emocional e desprovida de bom senso, incompatível com o que se espera de qualquer juiz.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

*

FAMA

 

Sair o nome do autor do bloqueio do WhatsApp  na mídia é uma glória,  é somente isso que eles querem: fama.

 

Claudio Russo claudiorusso53@gmail.com

São Paulo

 

*

CURIOSIDADE JURÍDICA

 

Quem desobedece a uma intimação judicial não é uma Pessoa Física? Como o WhatsApp pode ser punido, se não tem poder de fala?

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

*

BURIDAN

 

O impasse proveniente da necessidade da Justiça de obter informações para suas investigações, e da determinação endereçada pelos juízes às operadoras do aplicativo WhatsApp, de fornecer dados pertinentes, normalmente negados, ou por impossibilidade técnica ou para preservar o direito da livre comunicação, leva recorrentemente um magistrado a determinar o bloqueio do recurso utilizado por milhões de pessoas no País, servindo até como fator de funcionamento da economia. O problema se assemelha ao apresentado pelo paradoxo de Buridan, segundo um qual um burro colocado à distância igual de dois apetitosos fardos de palha se mostra incapaz de decidir para qual deve dirigir-se e acaba morrendo de fome, numa espécie de auto sabotagem. Por aqui a tragédia só não se consuma porque uma instância superior de decisão tange o burro para o fardo que mais beneficie a comunidade à qual o animal serve. Urge que se crie uma regulamentação sobre a questão, para evitar que sejamos, volta e meia, vítimas de chacotas perante o mundo.

 

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

OS PICOTES DA VELHA SENHORA

 

A presidente afastada Dilma Rousseff não perde a oportunidade de dar seus picotes, sempre inconvenientes, diante de sua situação pré-impeachment definitivo. Embora a tentativa de golpe militar na Turquia em nada lembra a sua, ela procura fazer comparações esdrúxulas que tentem justificar seu afastamento, visando a confundir os menos esclarecidos. Dilma Rousseff será afastada definitivamente pelas pedaladas, mas existem muitas outras razões que justificariam isso: incompetência, negligência, associação criminosa, mitômana contumaz e muitos outros malfeitos. Por enquanto, está saindo muito barato ainda, sra. Rousseff.

 

Elias Skaf eskaf@hotmail.com

São Paulo

 

*

DILMA E O IMPEACHMENT

 

A presidenta Dilma roda o Brasil alegando ter sido injustiçada no processo de impeachment, se dizendo inocente, vítima de um “golpe”. Persistentemente fala aos quatro ventos, mas não compareceu ao Senado no dia 20 de junho nem em 6 de julho para, pessoalmente, no foro composto pelos juízes que irão julgá-la, convencê-los da sua inocência. Se for verdade que “quem não deve não teme”, claramente Dilma assumiu a culpa.

 

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

 

*

A BELEZA DA DEMOCRACIA

 

O jornalista Mino Carta em seu artigo “O futuro presidente” mostra um certo rancor pela democracia e parece aplaudir o serviço sujo do PT. Em nenhum momento critica Lula pelo petrolão, Dilma pelo fracasso na condução do País e usa a linguagem do golpe, quando se refere ao impeachment.  Desfaz do procurador da República, Dallagnol, inclusive lançando-o a candidato a presidente, sendo irônica. Incomoda-o a atuação do jovem procurador.   O jornalista ainda não percebeu que o que os brasileiros querem são pessoas como os promotores de Curitiba, o juiz Sergio Moro e todos aqueles que optaram para agir com Justiça, esquecendo-se da ideologia que vem cegando determinadas pessoas. É por isso que a democracia é bonita, ela permite o debate de ideias, embora não se caracterize por desmerecer as pessoas. Na democracia é permitido ter gostos diferentes, só não é permitido impor o seu gosto a quem tem a liberdade de escolhê-lo. Eis a democracia que tanto incomoda as pessoas. Viva Dallagnol, viva Moro e a república de Curitiba. Abaixo os destruidores do Brasil!    

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

*

O OCASO DE LULA

 

Uma revista de circulação semanal expõe o ocaso de Lula, sua preocupação e o constrangimento por que passam seus familiares. Seria cômico se, para eles, não fosse trágico. Eu, por mim, acho muito justo, pelo tamanho do dano que nos causou, pela vaidade e arrogância sem limites que externou se achando "o" deus, não lhe bastando ser o cara. Pelo cinismo e pelas mentiras com que sempre nos tratou, com a cisânia que tentou plantar neste país, jogando "eles" contra “nós", de negros contra brancos, de nordestinos contra sulistas de olhos azuis;  com o descompromisso com os mais pobres, quando achou que o Bolsa Família seria suficiente, nunca se preocupando em alavancá-los para fora do padrão miséria pela Educação. Está colhendo sua seara. Apenas isso! Ele, sua mulher e seus filhos. Moral: não utilize seus dotes para o mal, pois a cobrança do Universo é certa.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

*

A APOSENTADORIA DE MERCADANTE

 

Quero reclamar ao Senado da aposentadoria de Mercadante, após um período curto como senador. De 2003 a 2011 e já receber aposentadoria é um grande abuso! As pessoas se aposentam após 30 anos de serviço. E ainda, durante esse tempo, há muitas férias e recessos para esses políticos. Estamos cansados de todos esses privilégios. Que mais pessoas reclamem, por favor! Quem sabe consigamos revogar isso.

 

Maria Helena Silva Dutra de Oliveira

mhsdoliveira@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

 

*

EM BOCA FECHADA...

 

Desconhecido na área da Saúde e culpado pela demissão de Fábio Mesquita, diretor do Departamento de Aids, o ministro Ricardo Barros ainda não percebeu que o povo não só “imagina” que está doente, como também “adora” ser atendido pela “excelência” da rede pública de saúde. O objetivo é a vontade de se infetar cada vez mais. Ministro, em boca fechada não entra mosquito!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

*

A HISTÓRIA PATÉTICA DAS ESQUERDAS

 

O artigo de Luiz Sérgio Henriques na edição de domingo (17/7, A2), retrata a história patética das esquerdas. Não só pela recorrência de fracassos, como pela ausência de perspectivas.

 

Eugênio José Alati eugeniojalati@gmail.com

Campinas

 

*

SENSACIONAL ARTIGO!

 

Diz tudo (artigo de  Luiz Sérgio Henriques) aquilo que é sério e transparente da ausência de honestidade que ocorreu no Brasil... Sugestão: Monte uma consultoria para que os partidos possam se achar, após o final da Lava Jato com a sua ajuda!

 

Ricardo Luiz Ruivo Muniz ricmuniz45@me.com

São Paulo

 

*

ENVENENAMENTO COLETIVO

 

Em artigo publicado na A2 “Agrotóxicos são necessários ou não”, foi explanado de forma aberta o pensamento predominante de muitos círculos intelectuais, mas falacioso, de que a agricultura orgânica é menos produtiva na ordem de 50% do que a agricultura convencional. Sem discutir outros fatores, como a falta de pesquisas que aumentem a produtividade orgânica e o pouco incentivo político para a conversão ao modelo mais sustentável, o argumento se mostra tendencioso, pra ser educado com os autores. O próprio Estadão publicou em 2012 uma matéria com o tema "A agricultura orgânica versus o método de cultivo tradicional", que cita um artigo da revista Nature (vol. 485 – pág. 229, de 2012) afirmando que a produtividade da agricultura orgânica é entre 20% a 25% menor, chegando em algumas culturas a 10%. Se tivéssemos mais pesquisas, com aplicação de tecnologia limpa, facilmente alcançaríamos os 100%. Enquanto isso, o mundo segue firme para o envenenamento coletivo.

 

Neemias de Oliveira Gueiros neemiasgueiros@gmail.com

 

*

FARÓIS NAS ESTRADAS

 

Eu não entendo por que nos obrigaram a acender os faróis baixos nas rodovias durante o dia por questão de segurança (eu faço isso desde 1988), mas não encontramos nenhum alerta (placas, luminosos...) nas rodovias que nos alertem nesse sentido. Se a ideia é segurança, tais "avisos" deveriam ser instalados em pontos estratégicos, em especial quando as rodovias cortam a cidades e parte dos motoristas desconhecem tal condição.

 

Laert Pinto Barbosa  laert_barbosa@globo.com

São Paulo

 

*

REPÚBLICA VIRA-LATA

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) desautorizou a entrada em vigor da Lei dos Faróis Acesos, intempestivamente baixada pelos conselheiros do Contran, Sinetran e Denatran, autarquias sopa de letrinhas criadas para abrigar apaniguados do poder. Esses conselheiros, que deveriam tratar da legislação da segurança no trânsito, preferem concorrer com os roteiristas de programas humorísticos da TV, pois vivem inventando kits obrigatórios de primeiros socorros, extintores de incêndio ABCD, novas placas de carros, entre outras travessuras-tran. Já o STF, em sua saga jurídica em sede de morde e assopra, na semana seguinte em que um insuspeito ministro libera da prisão um ex-ministro lulodilmopetista comprovadamente corrupto, e o ministro decano daquela Egrégia Corte decide afrontar a própria jurisprudência do STF, concedendo habeas corpus para um condenado em 2.ª instância, dá provas evidentes de fadiga de material. Presume-se que chegou a hora de a República providenciar latas novas a serem viradas por quem de direito nas calçadas.

 

Ruy Tapioca ruyreistapioca@outlook.com

Rio de Janeiro

 

*

ALERTA

 

Um alerta ao prefeito carioca. Sem qualquer intenção de menosprezar a administração do prefeito carioca, mas, somente com o intuito de cooperação, peço vênia para alertá-lo da total necessidade da segurança militar que deve tomar para proteger a imagem do Cristo Redentor no alto do morro do Corcovado, que, de braços abertos, estará dando boas-vindas a todos que vierem ao Rio participar ou assistir aos jogos olímpicos 2016. Imagem esta que foi considerada a oitava maravilha do mundo e que por estar exposta, como se estivesse no alto do céu aberto, torna-se alvo fácil de sofrer atentado de terroristas islâmicos, como lamentavelmente acaba por acontecer recentemente na cidade francesa.

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

 

*

OLIMPÍADA

 

A cidade do Rio de Janeiro está sofrendo, na época da Olimpíada, com os constantes ataques realizados pelo prefeito Eduardo Paes por meio de seus projetos açodados, com empresas de engenharia sem credibilidade e concebidos por arquitetos que insistem em não respeitar a natureza que sempre se exibiu no município. As praias, a maior floresta urbana do mundo, a Floresta da Tijuca, as lagoas costeiras e o recorte litorâneo são os competidores dos prédios e construções de gosto duvidosos, implantados nos locais mais impróprios da cidade. A mobilidade urbana está um caos tanto para os moradores quanto para os turistas, que levarão para o exterior a ideia de uma bagunça generalizada. As lagoas e a Baía de Guanabara continuam poluídas: um nojo. A cabeça do prefeito está voltada para a festa do carnaval e do futebol, típicos do Rio de Janeiro, mas não para um evento sério. Só o que está faltando é pintarem o Pão de Açúcar e o Corcovado com as cores Azul e Branco recortadas pelas curvas do desenho clássico das calçadas de Copacabana.

 

Mário Negrão Borgonovi marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

PARANOIA?

 

Susto na manhã dessa terça-feira (19/7) no Rio de Janeiro. Uma pessoa aparentemente saiu correndo, abandonando uma mala de ombro numa calçada. Esquadrão antibombas acionado, grande apreensão, etc, etc. No final, era alarme falso. ‎A mala só continha roupas. Não. Não era exercício oficial. Em outro evento, uma granada foi encontrada em área movimentada do Rio. Também não era exercício oficial. Ok. Mas será que não era um grupo terrorista testando o aparato de segurança? Paranoia?

 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

 

*

FALECIMENTO DE UM GRANDE BRASILEIRO

 

Ontem, ao ler o Estadão Digital, tomei conhecimento do falecimento de um grande brasileiro, o cientista Sérgio Henrique Ferreira. Eu, como outros que postaram comentários, desconhecia esse cientista brasileiro que salvou milhões de vida em decorrência da sua descoberta científica nos anos 60. Ele "simplesmente" descobriu, a partir do veneno da jararaca, o princípio ativo do remédio até hoje mais usado no mundo para o combate a hipertensão arterial, o captopril. Em meus comentários postados na edição digital, sugeri que a cidade de Ribeirão Preto deveria mudar de nome para eternizá-lo. Para Henrique Ferreira, por exemplo. Também, destaquei o descaso dos nossos governantes para com esse brilhante brasileiro, que, pela sua descoberta deveria ter recebido o Prêmio Nobel. Na Wikipédia, sobre a penicilina, temos: "Em 1945, Fleming, Florey e Chain receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por este trabalho. A penicilina salvou milhares de vidas de soldados dos aliados na Segunda Guerra Mundial." E o nosso Sérgio Henrique Ferreira salvou milhões mundo afora!!! Quantos prêmios recebeu pela sua grandiosa contribuição à humanidade? O que nossos governantes fizeram, desde a sua descoberta, para reconhecer seu grande feito? Nada de relevante, que eu saiba, compatível. Ah, se fosse um jogador de futebol.... subida de rampa, desfile em carro aberto, etc... e políticos então?  Recebem título honoris de professor, etc. sem nem sequer saber falar o português básico, só bravateando... Nosso Sérgio, ao contrário, teve de se exilar na Inglaterra após a sua descoberta. Esse é o Brasil! Vergonhoso! Lamento profundamente! Muito obrigado, Dr. Sérgio! Descanse em paz!!

 

Djalma Christiano Gomes Filho dgomes22.filho@gmail.com

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.