Fórum dos Leitores

Colaboração dos leitores

O Estado de S.Paulo

29 Julho 2016 | 03h00

LULOPETISMO

Pavor de ir em cana

O ex-presidente Lula entrou com uma petição, em ação cautelar na ONU, alegando ameaça a seus direitos humanos, por temer ser preso pelo juiz federal Sergio Moro. No Brasil, além de outras acusações que pesam sobre ele, Lula é acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Esqueceram de avisar ao ex-presidente que o mundo capitalista ocidental é democrático e respeita o Estado de Direito, ao contrário, por exemplo, do que seus amigos chavistas perpetram na Venezuela. Lula deveria confiar mais nas instituições brasileiras, que, ao que parece, estão mudando para melhor, isto é, cada vez mais buscando o que é justo e devido, dentro das leis e do melhor interesse da sociedade.

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

Lula e a Interpol

Se o ex-presidente “paz e amor” resolveu acionar a ONU, sugiro que o Brasil acione a Interpol. Motivos? Abuso de poder, corrupção ativa e passiva, peculato, formação de quadrilha, enriquecimento ilícito, apropriação indébita... Enfim, a lista é tão grande que é mais fácil fazer uma cópia do nosso Código Penal.

RENATO AMARAL CAMARGO

natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo

Direitos humanos

Os brasileiros é que deveriam ir à ONU solicitar respeito a seus direitos humanos ante tamanho volume de corrupção orquestrada pelos governos Lula e Dilma. Valores estratosféricos foram amealhados sem pudor. Enquanto isso, falta dinheiro para saúde, educação, transportes, saneamento básico. Falta também esperança aos que perderam o emprego, depois de acreditarem em governos que incentivam o consumo, alegando que viviam no país das maravilhas, tinham o futuro garantido pelos que hoje fogem do povo para não ouvir as vaias a eles destinadas. A responsabilidade desse descaminho só tem uma resposta: justiça.

SERGIO HOLL LARA

jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba

Pira olímpica

Lula deveria acender a pira olímpica. Afinal, merece ser homenageado por trazer um evento bilionário que nunca saberemos quanto realmente custou ao País. Mas algo é certo: as empreiteiras encherão as burras, enquanto o carioca continuará sofrendo falta de assistência médica, segurança, saneamento, educação de qualidade, transportes. Mas no ano que vem alguma escola de samba festejará o carnaval com o tema olímpico para esquecerem essas necessidades.

LAÉRCIO ZANNINI

spettro@uol.com.br

Garça

Triplex no Guarujá

Dona Marisa Letícia teve emprego formal? Não se adquire um triplex sem comprovação de renda. No caso, utilizou-se dos rendimentos do marido. Portanto, ela e o sr. Lulla são mutuários compradores. Que essa confissão seja remetida a Curitiba. Tiro no pé.

ARNALDO RAVACCI

arnaldoravacci05@gmail.com

Sorocaba

Corrupção

Como consequências da Lava Jato, as empresas envolvidas no escândalo devolverão parte do fruto da corrupção, os operadores devolverão o dinheiro desviado, os corruptos apanhados recebendo benefícios devolverão dinheiro... E aí fica a pergunta: o PT, beneficiário maior de todo o esquema, não vai devolver nada?

ALEXANDRE MARTINI NETO

amartini906@gmail.com

Rio Claro

Nova carta para quê?

Dilma pretende fazer uma Carta aos Brasileiros sobre o impeachment. Só espero que peça desculpas pelas mentiras ditas em campanha, pelos mais de 12 milhões de desempregados, pela corrupção na Petrobrás e sua desvalorização bilionária, pela falta de ética dela e do PT quando compraram a usina de Pasadena. Caso a carta seja para tentar ludibriar mais ainda os brasileiros, nem precisa começar: de mentiras e falcatruas o PT, a Dilma e o Lula já estouraram a cota.

ANTONIO JOSE G. MARQUES

a.jose@uol.com.br

Rio de Janeiro

Interstício

O funesto passado dilmista e o esperado futuro pressionam tanto que não está sobrando espaço para viver o presente. Por isso o título desta carta, Interstício, espaço de tempo entre dois momentos – diferentemente daquele em que os ocupantes do Alvorada recebem dinheiro público sem precisar trabalhar, lutando pelo déjà vu do governo de triste lembrança de que participaram. Cenários otimistas têm significado diante do pessimismo vivenciado e percepções perfeitas são impossíveis, mas propostas coerentes e expectativa são nossa esperança. Vale dizer que ninguém vive com dignidade o presente sabendo tratar-se as medidas propostas pelo Executivo de efeito para médio (e olhe lá) e longo prazos. E até lá? Viver de expectativa não paga as contas. Por que o governo não faz como a Caixa Econômica: repactuar a dívida dos clientes e o proposto, via linha de crédito, com carência, para que a sociedade tenha como pagar obrigações e compromissos, reduzindo a inadimplência, encorajando pessoas e dando às famílias melhor padrão de vida, o que não está ocorrendo? Dentro de um limite per capita, a ser financiado, podendo ser pago diretamente aos credores e cujos valores voltariam ao mercado em favor e benefício da própria sociedade, começando nos serviços, na indústria, no comércio e, via de fato, nos impostos, pois hoje tudo está limitado e a inadimplência cresce até nas taxas e tarifas de serviços públicos. O subsídio pro tempore não seria a fundo perdido, nem quebraria o País, e pouca diferença faria no imenso déficit, levando em conta tratar-se de pessoas necessitadas, seres humanos tendo uma chance diante da crise a que não deram causa. Sem prejuízo de reconhecer ser o descontrole fiscal a fonte dos graves problemas econômicos e o primeiro a exigir enfrentamento, ora permitindo confiar no bom senso verificado nas ações até agora propostas – embora ainda não praticadas, dependendo de aprovação do Legislativo – pelo atual governo provisório, inclusive na estratégia de retirar o Estado de muitas das áreas da atividade econômica para restituir a estabilidade. Exaustos estamos, depois de governos petistas recheados de projetos utópicos, sociedades artificiais, corrupção, mentiras deslavadas, voltados para um suposto mundo perfeito socialista bolivariano do século 21, em que faltaram competência, condições morais, emocionais, intelectuais, criativas e sobrou a falácia, com a desfaçatez habitual culpando a “mídia monopolista” e as elites na insidiosa, segundo eles, campanha contra o PT. E deu no que deu, exigindo mudanças urgentes, para se reconquistar a dignidade ausente para a grande maioria da sociedade.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@gmail.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

COMEMORANDO A DESPEDIDA

 

Então o excelentíssimo deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez um churrasco de despedida da residência oficial para aproximadamente (!) 50 funcionários da Casa (“Estadão”, 28/7, A8) em pleno dia de semana? É só para quem pode mesmo... Que absurdo!

 

Celso Fioravanti celso.fioramaq@uol.com.br

Itu

 

*

O BRASIL DE BRASÍLIA

 

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha se despede da residência oficial com churrasco para os funcionários. Eis para onde vai seu dinheiro, contribuinte. Quase 12 milhões de desempregados e a oligarquia – sim, temos uma oligarquia no poder, há anos – que governa para interesses próprios se comporta como se tudo estivesse bem. Um país pobre, miserável, corrupto sugando até a última gota de suor e o bolso do trabalhador. Acordem!

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

CHURRASCO DE CUNHA

 

E não fomos convidados? Afinal, recursos próprios significa recursos nossos!

 

Dorothea Rentel dollyrentel@hotmail.com

Vinhedo

 

*

OS 50 DO DEPUTADO

 

A notícia “Cunha faz churrasco de despedida” (“O Estado de S. Paulo”, 28/7/2016) informa e consigna que na casa do Eduardo Cunha trabalhariam 50 funcionários e que lá estavam numa festa de confraternização da despedida daquele morador. Cinquenta funcionários numa casa para servir um casal?! Realmente, coisa tal é manifestação literal do abuso, pois duvido que ele, Cunha, desembolsava o pagamento dessa trupe de empregados. Aliás, ao ensejo, creio que seria oportuno e necessário fazer um levantamento específico do custo desse abuso para os cidadãos brasileiros.

 

Pedro Luís de C. Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

 

*

ESNOBE

 

Enquanto parte de nossa gente passa por dificuldades, o nobre deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) esnoba poder oferecendo um churrasco regado a bons vinhos aos 50 funcionários que faziam parte da casa que ele terá de desocupar. Isso que é poder. Isso é uma afronta à nossa sofrida sociedade, uma vergonha.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

*

ESCÁRNIO

 

O polêmico deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, promoveu na quarta-feira um churrasco de confraternização na residência oficial do governo, escarnecendo da Justiça e rindo do povo brasileiro, que ainda acredita na Justiça. Além da música ao vivo, o prato servido aos convidados deve ter sido “robalo”, regado a dinheiro público. A que ponto chegamos!

 

Arnaldo Luiz de O. Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

 

*

DEU PENA

 

Deu pena ver a imprensa triste porque não foi convidada para o churrasco do deputado Eduardo Cunha em agradecimento aos funcionários que trabalharam com ele quando foi presidente da Câmara. A tristeza transformou-se em desapontamento quando os repórteres souberam que o churrasco foi bancado pelo próprio anfitrião. Era o gancho para assar Cunha junto das picanhas. Não deu. Creio que Eduardo Cunha poderia  ter lembrado  para os fogosos repórteres os ensinamentos do Santo  Ambrósio de Milão, que compôs o décimo primeiro mandamento: “O primeiro dever do homem é a gratidão”.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

*

ELEIÇÕES 2016

 

Perguntar não ofende: diante da Operação Lava Jato, que secou a fonte de arrecadação petista, e da proximidade da Olimpíada, gostaria de saber como andam as investigações sobre o mega-assalto à transportadora de valores em Ribeirão Preto (SP), o que motivou o flanelinha preso e acusado de incendiar dez carros na cidade do Rio de Janeiro e quem são os responsáveis pelo sequestro, em São Paulo, da sogra do bilionário empresário e chefe da Fórmula 1, em que foi exigido o resgate de R$ 120 milhões.

 

Luiz Felipe Schittini fschittini@gmail.com

Rio de Janeiro

 

*

O PULO DE POLIANA

 

O ministro Gilmar Mendes, presidente de Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Supremo Tribunal Federal (STF), andou fazendo diversas declarações sobre as mudanças da regra de financiamento de campanha, entre as quais que o atual exercício é um “pulo no escuro”. Ora, ao fazer tal declaração, o nobre ministro se veste de Poliana, aquela personagem inocente que só vê o bem nas ações e nas coisas do mundo. É óbvio que essa seria a reação do ministro, assim como é óbvio que o ministro sabe que a porteira está escancalhada para que a política passe a ser dominada pelo financiamento ilícito e, consequentemente, pelo lado mais escuro da sociedade brasileira. Deus nos proteja.

 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com

Santana de Parnaíba

 

*

RISCO ELEITORAL

 

Tardiamente o ministro Gilmar Mendes constata: “Demos um salto no escuro de termos feito escolha pelo fim da doação privada sem mudar o sistema eleitoral”. O ministro Teori Zavascki complementou seu voto, no sentido de limitar as empresas que poderiam contribuir e que deveriam ser impedidas as empresas que tivessem contratos com a administração pública. Teori ainda propôs que, caso a empresa pudesse doar, ela deveria escolher somente um candidato que disputasse um determinado cargo. Hoje, como relator da Operação Lava Jato, o ministro melhor do que ninguém sabe como são usadas essas doações. O STF errou feio quando proibiu doações privadas nas eleições. Foram 8 votos contra 3, de Gilmar Mendes, Celso de Mello e Teori. Agora é tarde para lamentar, haverá caixa 2, muita lavagem de dinheiro e, pior, as organizações criminosas vão atuar com muita facilidade, graças ao entendimento do STF. Como desafio principal, o ministro presidente do TSE, Gilmar Mendes, disse que será necessária uma fiscalização. Só pode ser piada, pois as campanhas de 2006, 2010 e 2014 até hoje não apuraram se as doações foram legais ou não. Neste Brasil sem dono, onde tudo pode, o risco eleitoral está posto.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

*

PESQUISAS ELEITORAIS

 

Incongruência: a legislação proíbe campanha eleitoral antecipada, mas permite enquetes de preferências de eleitores. Dessa forma, dá enorme vantagem aos que são mais conhecidos e inibe o aparecimento de candidatos novos. Como as enquetes são partes vitais do processo eleitoral, por coerência sua divulgação também deveria ser proibida.

 

Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br

Cotia

 

*

POBRES PAULISTANOS

 

Que triste situação para nós, paulistanos, neste próximo pleito. Voto há mais de 50 anos e nunca me deparei com um conjunto tão lamentável de candidatos. Duas já foram prefeitas, de triste memória: uma, por aumentos de impostos, novas taxas e obras eleitoreiras; outra, por incompetência, cujo maior exemplo foi mandar aterrar túneis em execução e, depois, retomar a obra, até com direito a foto ao lado do dono da empreiteira. Além disso, chegou ao cúmulo de querer mudar o brasão do município (“Non ducor, duco”). O atual prefeito, que pleiteia a reeleição contando com o apoio de Lula, notabilizou-se por construir ciclovias, muitas em bairros de classe média alta, pelos radares e pelas multas. Outro que é réu no Supremo Tribunal Federal. O preterido pelo governador será candidato a vice, manchando sua biografia. E, finalmente, o candidato acertado com o governador, no estilo “poste-Lula”, é inexperiente na política e tem uma carreira empresarial bem-sucedida na base de lobby e relacionamentos familiares. O Tribunal Superior Eleitoral não dá ao cidadão nenhum direito numa situação de penúria de candidatos adequados e declara textualmente em seu site: “Os votos nulos e brancos não entram no cômputo dos votos, servindo, quando muito, para fins de estatística”. / “Seu voto não atingirá finalidade alguma e, definitivamente, não poderá propiciar a realização de novas eleições”.

Resta-nos, portanto, aguardar o milagre de que, durante a campanha, algum deles se declare arrependido pelos erros do passado e apresente um programa factível e coerente com nossas necessidades.

 

Francisco Paulo Uras francisco.uras@uras.com.br

São Paulo

 

*

CHAPA MARTA-MATARAZZO

 

Depois de Fernando Haddad, nada melhor do que Marta Suplicy e Andrea Martarazzo (é assim mesmo, Martarazzo) para liquidar de vez o que resta da nossa querida São Paulo. Lamentável!

 

Antonio M. Gonzales Sotello tomsotello@gmail.com

São José do Rio Preto

 

*

COISA ANTIGA

 

E Marta não resistiu a um Matarazzo de novo.

 

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

*

MATARAZZO-MATARAZZO

 

O PMDB vai de chapa pura: Matarazzo-Matarazzo, digo, “Martaxa” e Andrea.

 

Eduardo Santalucia Junior santalucia.eduardo@uol.com.br

São Paulo

 

*

DESAFIO

 

Os leitores do “Fórum” do “Estadão” estão caindo de pau no Andrea Matarazzo, sem observar que ele, primeiro, levou uma puxada de tapete do governador Geraldo Alckmin, interessado no cofre abarrotado de João Dória, que não depende de ninguém para financiar sua própria campanha, nem a de 2018 para o governador. Ademais, essa puxada de tapete visou também a barrar a caminhada sólida de José Serra, aliado de Andrea, rumo à disputa da Presidência, e com isso Alckmin derrubou dois coelhos com uma só puxada. O sonho de Andrea é ser prefeito de São Paulo e pôr em prática seus projetos. Sendo vice de Marta, nada há o que impeça que isso aconteça. Isso é o que me move muito objetivamente a votar em Marta, apesar do muito que já a critiquei. Podem dizer “ah, como você mudou, virou a casaca”. Sim, ainda não me cristalizei, sou capaz de, na minha idade, mudar de postura pelo bem da minha cidade. E descobri que minha confiança no trabalho de Andrea Matarazzo é maior do que as picuinhas políticas que não combinam com a seriedade do momento político que vivemos, no Brasil e em São Paulo. Esse é o maior desafio que os paulistanos terão de enfrentar. E deixo a pergunta: se Marta resolver disputar o cargo de governador em 2018, quem ficará na Prefeitura de São Paulo?

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

*

ESPERE SENTADO, SUPLICY!

 

Zapeando pelas redes sociais, deparei-me com um “post” que dizia, inconformado: “Só um país doente é capaz de prender Suplicy, que defende o povo, e deixar solto Eduardo Cunha, que o rouba”. A bronca veio a propósito da detenção do ex-senador Eduardo Suplicy, de 75 anos, na segunda-feira, quando criava obstáculos ao trabalho dos oficiais de Justiça que procuravam cumprir um mandado de reintegração de posse numa área invadida da Cidade Educandário, zona oeste de São Paulo. Suplicy, de olho nas eleições de outubro, foi para o local fazer o seu número oportunista de “defensor dos fracos e oprimidos”. Ao deitar-se no chão para dificultar os trabalhos, acabou forçando a própria prisão – tudo o que precisava para posar de “vítima” do injusto sistema capitalista e, de quebra, dos “gorilas” do governador. De tudo, fica a seguinte constatação: que o Brasil está doente, após a devastação moral promovida pelo PT nos infaustos 13 anos em que essa agremiação – praticamente uma quadrilha – assombrou o País, disso não há a menor dúvida. Agora, tal fato não afasta de ninguém, e muito menos do ex-senador, a obrigação de cumprir e respeitar a lei e a ordem, que, aliás, é o melhor remédio para recuperá-lo. Petistas em geral não reconhecem a legitimidade de nosso modelo republicano e muito menos de nossa democracia representativa, que sonham – Suplicy na linha de frente – ver um dia substituída pelo modelo “progressista” cubano, quiçá venezuelano, de “justiça social”. Que esperem sentados.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

*

DIVERGÊNCIAS

 

Parece haver divergência no seio do PT sobre a participação dos ex-presidentes Lula e Dilma nas campanhas políticas municipais que se avizinham. Os petistas, por sua conduta, sempre se mostraram uma súcia de malfeitores e de alienados, mas parece que estão recuperando parte de sua racionalidade, ao menos parte, pois não querem Dilma em seus palanques – infelizmente, parece ainda haver alienados que querem ter Lula. Realmente, o petismo é uma grave excrescência em nosso sistema político. O PT é como a saúva. Ou o Brasil acaba com ele ou ele acaba com o Brasil.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

 

*

SENADOR TELMÁRIO MOTA (PDT-RR)

 

Que o Brasil e, especialmente, os “petralhas” são pobres em ética, educação e princípios já sabíamos, mas espancamento de amante menor de idade é um nível de degradação inédito.

 

Ricardo C. T. Martins rctmartins@gmail.com

São Paulo

 

*

DIREITOS HUMANOS

 

Atenção, dona Maria do Rosário (defensora dos direitos humanos), vou lhe passar algumas informações que suponho sejam de seu interesse. Não precisa me agradecer, eu só quero saber o resultado final de sua atuação. Ano passado, mais precisamente em dezembro, uma estudante universitária de 19 anos procurou a Polícia Civil de Boa Vista (RR) para registrar um boletim de ocorrência contra um homem que a espancara com chutes e socos, e que agora o mesmo indivíduo está lhe ameaçando de morte. Dona Maria do Rosário, a senhora não precisa ir a Roraima para começar mais um trabalho em defesa dos direitos humanos, mesmo em Brasília tudo pode começar. Vá ao Congresso Nacional e procure saber quem é Telmário Mota. Vou refrescar sua memória, vou lhe dar uma pista: é aquele cara que, durante a sessão de impeachment, não perdia tempo em cochichar no ouvido do trio mais corrupto existente no Senado, formado por Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Vanessa Grazziotin. Lembra? Não? Ele fez a mais exaltada defesa da sua amiga, Dilma Rousseff. Caiu a ficha? Então, vamos à luta? Dona Maria do Rosário, saiba que o foro privilegiado desse crápula ainda não permite que ele cometa agressão física conta ninguém.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

 

*

RESTITUIÇÃO

 

Enquanto a ex-primeira-dama Marisa Letícia se julga no direito de pedir de volta R$ 301 mil relativos a parcelas que ela alega ter pago à Empreiteira OAS e à Cooperativa Habitacional de Bancários de São Paulo (Bancoop) pela compra de um apartamento no Guarujá – como ela desistiu da aquisição, quer o dinheiro de volta (simples assim?) –, o Brasil aguarda ansiosamente a devolução de milhões de reais subtraídos dos cofres públicos pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para financiar seu projeto de perpetuação de poder por meio da corrupção institucionalizada. Será que a ex-primeira-dama está tentando contar uma piada?

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

*

BOAS-VINDAS

 

É, dona Marisa, antes era só mandar um ministrozinho qualquer fazer achaque contra as construtoras e o dinheiro vinha – e alegar que fez palestras. Agora, tem de mover processo para pedir devolução. Bem-vinda ao mundo dos normais.

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

 

*

ÁLIBI PETISTA

 

Agora são Marisa e “Lulla” que abusam do frágil álibi de ressarcimento de valores pagos pela desistência da compra do “tríplex” do Guarujá, onde vários petistas se aboletaram em unidades destinadas aos cooperados da Bancoop. Será que essa farsa também será usada como álibi em relação ao sítio de Atibaia? 

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

*

VAI ENTENDER...

 

Lula e dona Marisa são um exemplo de casal para todos os brasileiros. É para ficar perplexo. Depois de mais de dez anos de reinado lulista, dona Marisa se manifestou – pasmem – pedindo restituição de dinheiro de um tal tríplex no Guarujá que seu marido honestíssimo da Silva jura de pés juntos que não é dele. Vai entender. Sergio Moro neles!

 

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

*

NEGÓCIO ARRISCADO

 

Se “ella” e ele estão vendendo o tríplex, que sempre assumiram e espernearam que não era deles, estão se especializando em novo crime? Acho que é arriscado entrar neste negócio.

 

M. Mendes de Brito voni.brito@gmail.com

Bertioga

 

*

RIO-2016 – A TOCHA E O TRANSTORNO

 

A passagem da tocha olímpica por São José dos Campos (SP) alterou o itinerário do transporte coletivo, interditou ruas e avenidas, restringiu estacionamentos, interferiu na economia, no comércio e na vida de milhares de joseenses, muitos dos quais não estão nem aí para os Jogos Olímpicos Rio-2016 e até acham que foi um erro o Brasil sediá-los. Não bastasse o feriado que paralisou a cidade em ano de crise e desemprego, São José dos Campos teve um dia quase de ponto facultativo na véspera (26/7). A restrição para estacionamento iniciou-se logo na madrugada e o trânsito, no trajeto por onde a tocha passou só no final da tarde e início da noite, começou a ser interditado já às 13 horas de terça-feira. Tudo isso por causa do tour do símbolo de uma Olimpíada que já deu muito o que falar e, pelos constrangimentos, atrasos, escândalos, vexames, transtornos e despesas que trouxe, mesmo sem ter ainda começado, corre o risco de se transformar, isso sim,  numa piada olímpica.

 

João Manuel Maio clinicamaio@terra.com.br

São José dos Campos

 

*

ENQUANTO ISSO...

 

Brasil fecha 531,7 mil vagas de emprego no semestre, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mas a impunidade de quem nos levou a isso continua!

 

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

 

*

OLIMPÍADA SEM TERRORISMO

 

Entendi perfeitamente a posição da sra. presidente Dilma Rousseff, sem exercício, em decidir não comparecer à abertura dos Jogos Olímpicos. Ela está contribuindo para o afastamento dos terroristas ao evento. Muito obrigado!

 

José R. Macedo Soares joserubens@federmacedoadv.com.br

São Paulo

 

*

DESINFORMAÇÃO OU IGNORÂNCIA?

 

Ter deputados e senadores brasileiros defendendo que o impeachment de Dilma Rousseff é “golpe” é compreensível, pois esses “nobres” políticos são recompensados com pixulecos. Mas 33 deputados democratas americanos também saírem em defesa da “presidanta” Dilma não sei se é desinformação ou ignorância. Como podem falar em “golpe” onde imperam a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e a participação do povo, de forma livre e democrática? Será que o mundo ainda não percebeu que nós, brasileiros, estamos fazendo uma faxina e removendo do poder um bando de corruptos? Os políticos estrangeiros estão precisando ler mais e se inteirar melhor do nosso país, para não pagarem mico defendendo Dilma e Lula.

 

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

 

*

DEMOCRACIA LATINO-AMERICANA

 

O Brasil tem robustos e honestos homens na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, pessoas impolutas e corretíssimas. Como podem os 33 deputados democratas ligados a Barack Obama e os 28 parlamentares franceses (“Reagindo à desinformação”, 27/7, A3) chamarem de manobra parlamentar o impeachment de Dilma? Este impedimento é digno da confiança internacional. Afinal, eles têm de respeitar a democracia latino-americana, que tem suas próprias características, como a do Paraguai, que, de igual forma, derrubou o presidente Fernando Lugo.

 

Sérgio Luiz Zandoná zandona.advogado@uol.com.br

Cascavel (PR)

 

*

DILMA E O CAIXA 2

 

Dilma disse esta semana, em entrevista à Rádio Educadora, de Uberlândia: “Não é a mim que se deve perguntar sobre caixa 2”. Então deve se perguntar a quem, ao papa Francisco?

 

Marcelo L. Z. Bernabe zbernabe@hotmail.com

São Paulo

 

*

NARIZINHO E NARIGÃO

 

Um ex-ministro dos governos do PT foi denunciado pela Polícia Federal por crimes de corrupção e organização criminosa. “Narizinho”, sua esposa, deve estar de orelhinha em pé vendo que sua hora está prestes a chegar. Já a presidente afastada declarou que na campanha dela não houve caixa 2 e culpa o PT. Ora, como se ela não fosse responsável pela sua própria campanha e como se o PT não fosse o seu partido. É tanta mentira que não demora a música brasileira irá ganhar uma nova dupla caipira: Narizinho & Narigão.

 

Luiz Gonzaga Tressoldi Saraiva lgtsaraiva@uol.com.br

São Paulo

 

*

NEM AÍ

 

Perguntar não ofende: a Polícia Federal indiciou Paulo Bernardo por desvio do consignado. E as associações dos que foram lesados, nada.

 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

*

GOLPE NO CONSIGNADO

 

Tirar dinheiro de quem paga crédito consignado é bandidagem no seu estado mais bruto e abominável. Espero que Paulo Bernardo e sua turma paguem logo pelo que fizeram. Viu, Toffoli?

 

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

 

*

INSÔNIA

 

Após quatro meses de negociações, Maria Cristina Mendes Caldeira, ex-esposa de Valdemar da Costa Neto (PR-SP), condenado no caso mensalão, entregou ao FBI americano provas de offshore e possível lavagem de dinheiro de políticos brasileiros nos Estados Unidos. A delação irá pegar em cheio até um ex-presidente da República com aplicação em fundo de investimentos em Nevada. Se a Operação Lava Jato já tirava o sono de muitos políticos brasileiros, imaginem agora, com a cooperação norte-americana?

 

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

*

‘A SOCIEDADE DA LAVA JATO’

 

O advogado criminal Antonio Cláudio Mariz de Oliveira veio mais uma vez, em artigo no “Estadão” (27/7, A2), fazer ressalvas à Operação Lava Jato e críticas à maior parte da população brasileira e à imprensa, em geral, que apoia em peso a Polícia Federal e o Judiciário do Paraná por meio do juiz Sérgio Moro. Gostaria que o dr. Mariz soubesse que este superdimensionamento da Lava Jato acontece porque o brasileiro cansou de ver a impunidade que impera no nosso país e o desvirtuamento da Justiça não cumprindo o seu papel de punir principalmente aqueles que têm a sorte de possuir muitos recursos e acesso aos grandes escritórios de advocacia, entre os quais o dr. Mariz se inclui, para sempre procurar as brechas da lei e, com isso, permanecer impunes, escapando com as protelações. Delações premiadas são o horror dos advogados. Pois saiba o dr. que a Operação Lava Jato foi o fio de esperança que os brasileiros viram para mudar a baderna que impera no País.

 

Henrique Schnaider hschnaider4@gmail.com

São Paulo

 

*

INTERESSES SOCIAIS

 

No mínimo estranho o texto assinado pelo advogado criminal Antonio Claudio Mariz de Oliveira no “Espaço Aberto” de 27/7, à página A2 do “Estado”. Compreendida a tentativa, vã, de abrir espaço a análises menos rigorosas do comportamento de quem delinquiu, quase sempre repetidamente, em prejuízo do patrimônio público brasileiro, o bacharel em questão põe-se a dar aulas sobre o exercício do jornalismo, apontando o dedo acusador às técnicas que regem a seleção das notícias pelas emissoras de TV, bem como contra a forma como elas são apresentadas ao telespectador. Lamentável. O jornalismo conta com conceitos e critérios que quase imemorialmente refletem a busca do saber que a sociedade nos impõe, como, por exemplo, a identificação do conflito, o respeito ao contraditório (que o advogado citado já exerceu quando viu impresso seu artigo nas páginas do “Estado”) e, por fim, a consideração maior que deve dispensar sem nenhuma hesitação, qual seja o compromisso indiscutível que tem com seus leitores, ouvintes ou telespectadores. E consideração nenhuma a quem vê os meios de informação como tribuna de interesses pessoais que, embora legítimos, não podem sobrepujar os interesses sociais.

 

Telmo Cardoso Costa costa.telmo@gmail.com

Porto Alegre

 

*

FILTRO DE RACIONALIDADE

 

A respeito do artigo do dr. Antonio Claudio Mariz de Oliveira em 27/7, permito-me discordar: não tenho ódio dos presos na Lava Jato. Imagino como deve ser difícil ficar preso. Porém, será que é justo responder em liberdade um cidadão que tinha na sua empresa um departamento só para cuidar da propina? Acho que a Lava Jato não vai resolver o problema da corrupção no Brasil, talvez isso demore décadas, porém é um bom começo. Quando uma senhora embriagada atropelou pessoas inocentes, foi detida e, no outro dia, saiu abraçada com um criminalista, como ficou o seu “filtro de racionalidade”? E quando um certo senador da República, depois de ser condenado por se apropriar de dinheiro público, levou dez anos para ser preso, graças aos recursos de criminalistas? E quando um certo jornalista que assassinou a ex-namorada pelas costas, por ela ter cometido o “ilícito” de não querer mais namorá-lo? Foi condenado em júri popular e liberto para responder, dentro da lei, até se esgotarem os recursos, conforme a Constituição. Levou dez anos para ser preso. Também, para que prender, “se no Brasil e no mundo está sobejamente demonstrado que a punição, por mais rigorosa que seja, não impede que novos crimes sejam cometidos por terceiros ou mesmo por aquele que foi apenado”?

 

Paulo Quartucci pauloquartucci@hotmail.com

Avaré

 

*

MINISTÉRIO DA CULTURA

 

Merece cumprimentos efusivos a louvável e saneadora atitude do Ministério da Cultura, na pessoa de seu novo ministro, Marcelo Calero, pela demissão sumária de 81 funcionários de cargos comissionados de diversas diretorias de instituições de sua estrutura País afora, entre as quais a Cinemateca Brasileira (SP), a Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (DF), a Fundação Biblioteca Nacional (DF) e o Museu Villa-Lobos (RJ). Sob os desastrosos e infelizes 13 anos de desgovernos petistas, o Ministério da Cultura foi inescrupulosamente transformado num generoso cabide de empregos dos aparelhados pelo partido, cujo armário precisava ser esvaziado e desinfetado. Basta!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

*

DESENCANA, JUCA!

 

Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura, chamou Calero de “pau mandado” e “agente menor do golpe”. Não sei realmente o produto cultural autoral de Juca Ferreira. Não sei dos seus escritos, ou filmes, ou peças de teatro. Ele é, provavelmente, um produtor cultural, título enganador para os antigos animadores culturais, que promovem o que outros produzem. Entrou no Ministério da Cultura (MinC) pelas mãos de Gilberto Gil e, administrando para a corriola, se deu bem. Agora o time é outro e Juca continua dando pitaco e querendo manter a influência. Melhor faria se fosse preparando a sua defesa, pois a Lava Jato deve alcançar as fraudes sob as bênçãos da Lei Rouanet. No mínimo vem aí uma CPI. Desencarna, Juca, isso não lhe pertence mais!

 

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói (RJ)

 

*

O BRADO DO MOMENTO

 

Temos o “Fora Dilma!” e já estamos quase lá; temos o “Fora Temer” a acontecer em dois anos e meio; mas o brado retumbante no momento é: “Desencarna Juca!”

 

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com

Salvador

 

*

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SP

 

Os sérios problemas enfrentados pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo não foram criados apenas pela administração anterior. Todos nós sabemos que a principal atividade das Santas Casas é servir a população mais carente que recorre ao Sistema único de Saúde (SUS). Só que o SUS não recorre as Santas Casas, já que há anos não reembolsa os gastos hospitalares pelo atendimento ao SUS, que estão para lá de defasados. Resultado? A nova direção da Santa Casa não consegue mais atender todos e foi obrigada a selecionar atendimento apenas aos casos mais graves e urgentes. Isso vem acontecendo não apenas em São Paulo, mas em todo o Brasil, e a saúde pública se assemelhando às piores da América Latina. A quem devemos reclamar? A quem vota em administradores errados?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

*

ATÉ QUANDO?

 

Que eu me lembre, de cinco anos para cá a Santa Casa de São Paulo foi socorrida no mínimo três vezes. No momento, ela suspendeu cirurgia não emergencial e está com falta de remédios. Eu sugiro que se passe um pente fino nas contas e que se faça um levantamento criterioso. É preciso saber a origem e o destino de todo o dinheiro que ali é canalizado. Há bem pouco tempo, suspeitava-se de desvios de verbas, existiam indícios de superfaturamento, mas, como tudo no Brasil, me parece que tudo acabou em pizza.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

*

NÃO FAZEM HOSPITAIS!

 

Com o dinheiro do perdão da dívida da Alstom no valor de R$ 116 milhões feita por Geraldo Alckmin, muito poderia ser feito pelo Hospital de Piracicaba e também pela Santa Casa. Isso mostra bem que hospitais públicos são úteis somente para conseguir votos e financiar eleições. Não se fazem “amigo$” com hospitais! Não bastasse José Serra fazendo lobby para Maduro de Chávez aceitar doações de remédios e insumos médicos, já que ele afirmou que só aceita doações em dinheiro, Serra deveria doar o que é dele, os seus bens, e deixar o que é nosso para nós! Este é o PSDB, que usa os mentalmente limitados para se manter no poder e enriquecer ilicitamente. São Paulo deveria amarrar PSDB ao PT e jogar no oceano que banha a Venezuela! Espero que a Polícia Federal esteja de olho.

 

Nelio Alves Gomes raytomonelio@hotmail.com

Curitiba

 

*

A VIOLÊNCIA DOS PLANOS DE SAÚDE

 

Os planos de saúde continuam maltratando seus associados da pior maneira que podem. Pessoas que mantêm seus pagamentos em dia por mais de dez anos e que pouco ou nada usam seus direitos de atendimento, ou seja, que deram substancial lucro ao plano, como consequência da grave crise financeira que estamos passando, deixam de pagar as mensalidades por três meses seguidos ou alternados e são sumariamente excluídas sem a menor consideração. Isso é um violento atentado contra os associados, pois, além de estarem em grave situação financeira, ficam desamparados em situações graves de saúde que certamente não têm hora para aparecer e que poderiam ser contornadas caso os planos se humanizassem e procurassem saber a causa da inadimplência.

 

Geraldo Siffert Junior siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

 

*

DOUTOS JUÍZES

 

Alguns doutos e dignos juízes de Direito, em pleno exercício democrático de sua função constitucional, condenaram um jornaleiro, em São Paulo, a mais de sete anos de prisão em regime fechado por ter molestado a honra de um deles. Dois habeas corpus foram negados e o criminoso permaneceu por mais de sete meses preso. Ainda bem que neste nosso país, cheio de desvios de conduta, ainda existem tão nobres servidores públicos, senhores da lei, das canetas e de tão protegidas dignidades morais.

 

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

 

*

DISFUNÇÃO JURISDICIONAL

 

O sistema processual, com a sua variedade recursal, via de regra, é apontado como responsável pelo excesso de processos em tramitação nas diferentes instâncias. No entanto, parece ser desconsiderada aquela máxima “cada cabeça uma sentença”. Pois é, invocando a livre convicção do juiz, cada magistrado se acredita “iluminado” para tirar da norma o seu entendimento. Assim, uma mesma norma é lida de inúmeras formas levando a decisões as mais diversas sobre situações idênticas. Por haver decisões para todos os gostos, é aguçada a imaginação de advogados que passam a estimular seus potenciais clientes a demandar por tudo, ainda que sem o mínimo suporte de razoabilidade. Décadas podem passar até que alguma instância diga que o autor não tem razão. E nesse oceano de processos, quem tem realmente seu direito violado fica na vala comum dos escaninhos, e as movimentações do “J. Digam.”! A edição de 26/7/2016 do “Estadão”, página A15, sobre o jornaleiro preso, em regime fechado, por ter manifestado seu inconformismo com a injustiça sofrida, e encontrar-se este jornal sob censura há 2.493 dias, são dois bons exemplos da disfunção jurisdicional.

 

Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br

São Paulo

 

*

PERGUNTAR NÃO OFENDE

 

Por que o Judiciário brasileiro, num momento em que o povo está ansioso por justiça, na hora “H” falha? Como pode, por exemplo, um prefeito que teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas e cuja rejeição foi confirmada pela Câmara Municipal ser depois de dez anos absolvido dos crimes cometidos e dos prejuízos causados ao erário? Será que somente o dr. Sergio Moro quer moralizar o Brasil? Infelizmente, o Judiciário que deveria ser o nosso porto seguro está fragilizado e dominado por forças ocultas, aliás, nem tão ocultas assim. Como estamos vendo, o povo brasileiro não tem onde se segurar.

 

Marcia Moreira cassiamoreiras@yahoo.com.br

Bauru

 

*

A ARROGÂNCIA EXTRAPOLA A LEI

 

Não há quem aceite ser ofendido e desrespeitado com palavras de baixo calão – e pela internet. Mas às vezes a arrogância e a prepotência de “alguns” extrapolam até as leis, no país onde ninguém é condenado, por maior que seja o delito cometido, até em flagrante... Só não pode ofender um juiz que esteja acima da lei. Somos do tempo em que o fato de saber que um “cidadão” era juiz nos fazia pedir a sua benção, como fazíamos aos nossos pais, avós, tios e até pessoas de mais idade. Como o nosso país mudou para muito pior! Onde somos roubados pelas nossas “autoridades” e pelos bandidos urbanos, e passou a ser uma rotina... E continuam livres, soltos e impunes. Coitado do jornaleiro que cumpriu pena trancafiado numa prisão. Pode? Foram 7 meses e 10 dias, condenado que foi por 7 anos e 4 meses. É, sr. José Valde Bizerra, com 62 anos, não faça mais isso, senão vão ter de modificar novamente o Código Penal. É a maldita interpretação das leis pelo “sábio saber”, para os outros, mas para o próprio vale tudo? Até há alguns que chamam o nosso regime de “democracia”! Só o jornaleiro é punido? E fica por isso mesmo?

 

Luiz Dias lfd.silva1940@gmail.com

São Paulo

 

*

RACISMO

 

Os ataques racistas à cantora Preta Gil se resumem numa palavra: inveja. Algumas pessoas, inclusive afrodescendentes, não suportam ver um ser humano com pele morena ou negra projetar-se positivamente em qualquer atividade. Geralmente, são pessoas frustradas, cuja ambição é maior que a capacidade de realização, e que não conseguem atingir seus objetivos, daí porque descarregam seus recalques em quem vence na vida.

 

Eraldo B. Cidreira Rebouças real742@yahoo.com.br

Poços de Caldas (MG)

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.