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Fórum dos Leitores

02 Junho 2014 | 05h 43

ELEIÇÕES EM SP
Maluf e Padilha
Sinceramente, não sei o que é pior, se um deputado estadual acusado de participar de reuniões com o PCC, um deputado federal acusado de “rolo” com doleiro, a cúpula do partido condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e presa na Papuda, a amiga íntima acusada de malfeito no escritório da Presidência em São Paulo ou o apoio fechado pelo mais procurado pela Interpol no mundo inteiro, o deputado federal Paulo Maluf, ao candidato do PT ao governo paulista, Alexandre Padilha. Eleitores de São Paulo, muito cuidado nas próximas eleições. Depois não venham reclamar que elegeram mais um poste por causa de novas mentiras da propaganda eleitoral. Não merecemos mais um poste em nossa vida.
ANTÔNIO CARELLI FILHO
palestrino1949@hotmail.com 
Taubaté
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Aliança perturbadora 
O Estadão estampou na primeira página de sábado uma foto nauseante: o ex-governador Paulo Maluf e o candidato do PT a governador de São Paulo, Alexandre Padilha, abraçados. Pesquisem na internet o que Lula e o PT diziam de Maluf e vice-versa. Hoje toda a ideologia petista foi jogada no lixo da História para tentar se manter no poder a qualquer custo! Que se dane quem acreditou no PT um dia. Também, para um partido que tem suas maiores figuras na prisão, fazer aliança com Maluf é refresco. É como diz o ditado: já que está no inferno, não custa falar com o diabo.
JOSÉ MILTON GALINDO
galindo52@hotmail.com
Eldorado
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Garoto-propaganda
Primeiro com Fernando Haddad e, agora, com Alexandre Padilha, parece que Maluf virou o novo garoto-propaganda do PT. E ninguém melhor para recomendar Padilha do que um indivíduo procurado internacionalmente pela Interpol, mas que no Brasil é deputado e “abraçador” dos postes do Lula.
CARMELA TASSI CHAVES
tassichaves@yahoo.com.br
São Paulo
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Quem se beneficia
Se havia alguma dúvida, agora não há mais: com o apoio de Maluf a Padilha, o governador Geraldo Alckmin já está reeleito!
ATTILIO CERINO
attiliocerino@yahoo.com.br
São Paulo
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GOVERNO DILMA
A seca e o pibinho
Essa presidente e seu partido (PT) são de uma total falta de coerência. Dilma Rousseff veio a São Paulo e disse que a energia ela garante, mas a água, não - ironizando o governo do PSDB e torcendo para que não chova - e o povo que “se exploda”. Enquanto isso, o seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, alega que a queda da expansão do produto interno bruto (PIB), para 0,2%, se deve à seca. Por que a presidente não ironiza o seu ministro também?
WAGNER MONTEIRO
wagnermon@ig.com.br
São Paulo
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Injustiça
O Brasil é azarado demais. Tem uma equipe econômica maravilhosa, até “amantegada”, mas o câmbio, a seca e a inflação não deixam o País crescer... Quanta injustiça, a equipe econômica é só competência!
PEDRO ROBUSTI
pedrorobusti@hotmail.com
Tietê
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Agronegócio
Novamente o setor do agronegócio foi o carro-chefe do PIB do País. Apesar do governo federal. 
PAULO RIBEIRO DE CARVALHO JR.
paulorcc@uol.com.br
São Paulo
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DECRETO 8.243
Golpe sujo
Vendo cada vez mais próxima a possibilidade de não se reeleger, dona Dilma quer permanecer no poder graças a um golpe sujo: o Decreto n.º 8.243, que pretende impor a “democracia participativa”, atropelando a Constituição, o Congresso Nacional e, por tabela, a democracia no Brasil. Ora, não há dúvida de que os grupos que participariam das famosas consultas a organizações da sociedade civil são sempre os mesmos, geralmente mantidos pelo partido que busca perpetuar-se no poder. Como no caso de Hamlet, e numa tradução muito literal, “há método em sua loucura”. No caso do PT, tudo tem um só objetivo: permanecer no poder a qualquer custo, mesmo contra a vontade da maioria dos brasileiros.
TEREZA SAYEG
tereza.sayeg@gmail.com
São Paulo
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Aparência participativa 
Participação social x conselhos, comissões, mesas de diálogo... O Decreto 8.243 vai consolidar ainda mais a prática do PT de dar uma aparência participativa. Alguns exemplos em São Paulo: consultas públicas sobre o Plano Diretor da cidade e a constituição dos conselhos em diferentes áreas (saúde, habitação, etc.), cujo processo, desde a inscrição das pessoas interessadas até a eleição, é muito nebuloso.
CLERIA VALLE
cfsrv@bol.com.br
São Paulo
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Ovo da serpente
Se boa parte da população reclama do voto obrigatório, imaginem as reuniões dos comitês e das mesas de diálogo (Mudança de regime por decreto (29/5, A3). Aliás, lembro-me das assembleias estudantis do meu tempo, em que as decisões já chegavam prontas. Aliás, participei de reuniões de governo para ouvir a sociedade. Pois bem, a sociedade falava e as decisões apareciam nos dias seguintes. Raramente eram as mesmas. Trata-se de um ovo de serpente.
CLODER RIVAS MARTOS
sheinerivas@hotmail.com
São Paulo
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Consultas populares
O planejamento para transformar o Brasil numa republiqueta bolivariana avança. Agora vêm as consultas populares e, logo após, os “fiscais de quarteirão”, a exemplo de Cuba. Acordai, brasileiros, antes que seja tarde!
GODOFREDO SOARES
caetano.godofredo@terra.com.br
São Paulo
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Democracia desvirtuada
A democracia sempre se caracterizou pela independência entre os três Poderes. No Brasil não funciona assim. O Legislativo é controlado pelo Executivo por meio de verbas e cargos e a cúpula do Judiciário (STF) é indicada pelo Executivo, em vez de ser eleita dentro do próprio Judiciário. Assim, o Executivo deita e rola. Além disso, os funcionários públicos de longa carreira quando chegam perto do topo, têm de assistir - e engolir conformados - à entrada pelo acostamento dos indicados pelos políticos. Quando teremos uma democracia de verdade?
JOÃO CARLOS A. MELO
jca.melo@yahoo.com.br
São Paulo
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A APOSENTADORIA DE BARBOSA
Nunca antes neste país a aposentadoria de um ministro do Supremo Tribunal Federal se transformou em acontecimento nacional, como a saída de Joaquim Barbosa. Admiradores, adversários, políticos e diferentes segmentos se manifestam. O menino negro e pobre saiu do interior mineiro e cumpriu todas as etapas sem precisar de cotas ou favorecimentos que os demagogos hoje tornam institucional. Trabalhou, estudou, participou de concursos e, há 11 anos, chegou ao STF. Como relator do mensalão, deu uma nova dimensão aos julgamentos e - quis o destino - coube-lhe, como presidente, mandar prender os poderosos condenados no processo. Nesses últimos anos, ganhou notoriedade e acumulou desafetos internos e externos. Agora, ao sair, é uma figura popular, tido até como possível salvador da pátria. Só a historia dirá se foi Barbosa que deu notoriedade ao STF ou se foi o STF que notabilizou Barbosa. Por ora, o que sobra é a impressão de que ambos lucraram e, para a sociedade, sobrou a idéia de que a Justiça se faz presente também sobre os endinheirados e detentores do poder. Oxalá os avanços obtidos pela corte sob sua batuta sejam ampliados e aperfeiçoados pelos pares e sucessores, e seus arroubos sejam relevados e entendidos como válvula de escape do ser humano que, além de sua alta responsabilidade profissional, é acometido pela dor crônica da sacroileíte, doença que afeta sua coluna desde 2008. O ministro também se empenhou para a tramitação mais rápida dos processos em todas as instâncias, pela ética e pelo bom comportamento dos magistrados de todo o País. É preciso manter viva essa cultura reformista e desburocratizante. A Justiça brasileira precisa ganhar celeridade, superando as brechas, as chicanas e tudo aquilo que retarda sua ação.
Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) aspomilpm@terra.com.br 
São Paulo
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Será que o governo acha o povo brasileiro tão ignorante de acreditar que um dos mais jovens presidentes do STF no pináculo da carreira, famoso no Brasil e no mundo depois de colocar a quadrilha do Mensalão na cadeia, ser considerado o melhor presidente do STJ de todos os tempos, tirar férias ir para o exterior proferir palestras, tratar do seu problema da coluna com os melhores especialistas, voltar a proibir a gangue em ter privilégios na cadeia, proibir trabalhar fora como se fossem pessoas normais, nunca teria manifestado que estivesse com problemas de saúde ou psicológicos? Um homem que tomou atitudes que abalaram os imputáveis deste país iria de uma hora para outra pedir exoneração espontânea de um dos maiores cargos de poder do Brasil? O presidente do Supremo só pediu demissão depois do encontro extra-oficial com o ex-presidente Lula e o encontro oficial desta semana com a presidenta - como ela gosta de ser chamada - Dilma Rousseff. Infelizmente, o ex-presidente do Supremo não pode falar a verdade: ele foi demitido pelo bem do PT e da família dele.
Antonio Favano Neto a.favano.nico@uol.com.br 
São Paulo
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As caixas de Veuve Clicquot, as generosas porções de Beluga e sorrisos, risos, e gargalhadas dos petralhas, das petralhas e dos petralhinhas. Afinal, pensam eles, nosso carrasco foi embora e nossos amigos do STF dominaram o tribunal. Em breve, raciocínios exóticos, conclusões mirabolantes, decisões surpreendentes acontecerão e todos já estarão reunidos com o Ali Baba, fora dos muros da Papuda, é lógico. Seus advogados defensores levantarão honorários de 15 ou 20 milhões, sem recolher IR ou coisa parecida, pois os recursos vêm dos caixas dois ou das “vaquinhas”, ou ainda de algumas contas do exterior. E o pior, brasileiros honestos, trabalhadores e espoliados: é isso mesmo, eles serão soltos, voltarão as trambicagens, as falcatruas e as corrupções, e a nós caberá apenas continuar a pagar a conta via impostos em geral.  Bem, mas a Copa do Mundo está aí e deixemos de falar nessas bobagens, não é?
Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com 
São Paulo
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PAROU NO AUGE
O ministro Barbosa deu uma de Pelé: parou  no  auge. Valeu, ministro.
Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 
São Paulo
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Petralhas em festa. Eles pensam que ficarão totalmente livres ao arrepio da lei. 
Nelson Pereira Bizerra nepebizerra@Hotmail.com 
São Paulo
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O ministro Joaquim Barbosa, com muito desprendimento, qualidade que poucos homens públicos demonstram nesta quadra no Brasil, renuncia ao cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal, abdicando, por consequência, do prestígio que muitos gostariam de ostentar, atitude muito louvável e digna do mais profundo respeito. Por seu turno, Aécio Neves já deixou registrado que, durante a sua campanha presidencial, divulgará para a sociedade brasileira a composição do seu enxuto Ministério para que o Brasil seja tratado com seriedade e respeito. Nesse caminho, penso que uma reflexão é possível para o bem do nosso país, que carece de homens sérios, honrados e dedicados ao interesse público. Seria o Ministro Joaquim Barbosa um deles, possivelmente no Ministério da Justiça? Tomara que esse seja o caminho da restauração da nossa dignidade. Torço por isso e sei que muitos outros brasileiros se ajuntarão a minha torcida.  
Professor Dr. Ruy de Jesus Marçal Carneiro ruycar88@uol.com.br 
Belo Horizonte
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JUSTIÇA
Conseguiram. Pela exaustão e perda de energias para continuar no cargo, por tentar fazer a real justiça neste país com eficiência, por ter de enfrentar aos vícios da impunidade, dentro do próprio poder, debates desgastantes de entendimentos adversos de alguns Ministros da Corte, na forma da lei contraditória, feitas pelos próprios políticos para o enriquecimento ilícito.                Infelizmente, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, se afastará,  antecipando  a  sua  aposentadoria,  depois  de  sua  excelência   aos  serviços prestados,  nunca  visto,  por  décadas,  com  garra,  independência,  ética  e transparência de fazer Justiça. Parabéns.
Antônio de Souza D Agrella antoniodagrella@yahoo.com.br 
São Paulo
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AS MANIFESTAÇÕES DAS VIÚVAS
No Brasil, a carência de lideranças políticas confiáveis sempre criou e continua a criar movimentos de desesperados que pensam terem encontrado um “salvador da pátria”. Já assistimos nas décadas de 40 e 50 ao “bota o retrato do Velho outra vez, bota no mesmo lugar”, o “volta, Jânio”, “as viúvas dos militares ditadores” e, mais recentemente, “o caçador de marajás”, “o Pai do Plano Real”, e atualmente está em voga o “volta, Lula” e o “fica, Barbosa”. Inegavelmente, o Ministro Joaquim Barbosa é um dos brasileiros mais brilhantes dos últimos tempos. Entretanto, após seu desempenho espetacular no STF, dentro de suas possibilidades, e sendo alvo até de ameaças de morte, tomou a acertada decisão de se retirar do Judiciário. Espero que também o faça da vida pública para não ser contaminado, independente das “viúvas” que já se manifestam nas mídias. Que siga o caminho de seu homônimo Ruy Barbosa, o Águia de Haia, que não se deu bem na política e usou sua genialidade como advogado de  ferrovias estrangeiras do tipo Madeira-Mamoré.  
Carlos Gonçalves de Faria sherifffaria@hotmail.com 
São Paulo
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BASE ALIADA
Com a aposentadoria de Joaquim Barbosa, a base aliada tornar-se-á majoritária nos três poderes da República. Com a criação de conselhos populares por decreto, a esquerda radical dominará a máquina pública independente do resultado das próximas eleições. O que nos diferencia da Venezuela? Forças Armadas democráticas, no Brasil.
Roberto Maciel rvms@oi.com.br 
Salvador
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LOROTA
A presidente proclamou (A-9, 29/5/14): “garanto energia, não água”. Notei certa insolência nesse discurso. Será mesmo que acredita nessa afirmação? Duvido!
J.Perin Garcia  jperin@uol.com.br 
São Paulo
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Dona Dilma, queremos um governo que, além de água e energia elétrica, nos garanta saúde e segurança pública também.
Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)
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MANTEGA COMO ANTIDEPRESSIVO 
Os médicos brasileiros deveriam receitar Mantega como antidepressivo. Toda vez que os números mostram o péssimo desempenho da economia brasileira (primeiro trimestre de 2014, pior da história), lá vem o ministro da Fazenda, Mantega, falar que tudo vai melhorar. Daqui a pouco a economia se recupera. No segundo semestre, depois da Copa, o pesadelo acaba. Tem sido a mesma cantilena há anos. Só falta o ministro gravar um jingle e distribuir a todos os empresários, investidores e economistas cantando o verso: “Daqui a pouco vai melhorar. Vai melhorar. Vai melhorar e eu vou continuar!” Mas precisa ser um jingle bem alegre e com muito samba no pé.
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo
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NÃO É MATEMÁTICA
Sobre o processo referente aos planos econômicos, não me interessa se a conta apresentada é de R$ 440 bilhões, de R$ 21 bilhões ou de alguns milhões, o que me interessa é que a justiça seja feita. 
Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)
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A GARANTIA DE PRESIDENTE
D. Dilma está certa nas bobagens que diz. É claro que nessa altura o pacto com a bandidagem já foi feito. Com certeza os “políticos do governo” já se reuniram com os “chefes” nos seus escritórios de trabalho nas grandes penitenciárias e assumiram com eles que “a bandidagem fica quieta durante a Copa”. Os lucros da bandidagem são garantidos pelo governo em que “mensalão” virou coisa “oficial”, etc. Claro que HÁ interlocutores especializados com esses chefes, alguns dos quais são meros “bois mandados” de muitos políticos que, de fato, deveriam estar mofando na cadeia. É o que não falta num governo de partidos corruptos, mentirosos, bandidos etc., em que onde dinheiro não falta. Conforme disse um coronel que foi comandante no Rio, não vai acontecer nada, porque o pacto já estará feito. Aliás, não será difícil que haja um “pacto” com a Fifa para o que o Brasil não perca, conforme o vexame de 50. Com certeza já tem os devidos depósitos milionários “creditados” em conta. Talvez o único problema, como dizia Garrincha, é se “os russos foram informados disso”, como aconteceu na Copa da Argentina com os “índios” do Peru. Hoje, todas as seleções têm estrelas que ganham milhões na Europa, não índios fantasiados de jogadores de futebol.
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo
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BADERNA NA COPA
A batotagem da Copa chegou à cozinha. A batata lulopetista já está assando.
A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo
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PARABÉNS
Parabéns, Ronaldo. Mais um gol, feito quando abriu os olhos para as barbaridades que se fez com o pretexto de fazer a Copa aqui. Foi um cordeiro útil enquanto se envolvia com a opinião pública e representava o País no exterior. Agora, quando viu a realidade e abriu a boca, vai ser combatido como nunca por esse desgoverno que está aí.
Wilson Scarpelli wiscar@terra.com.br   
Cotia 
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PÃO MOFADO
Tenho ouvido muitas pessoas públicas, famosas e menos famosas, pedirem, como se tivessem sido ensaiados, para que o povo mais uma vez tenha paciência com a súcia, travestida de políticos, que se apossou do País, e prestigie a copa da Fifa e assuma seu papel habitual de torcedor, deixando para depois investigações sobre superfaturamento na construção dos estádios, e que as obras de infraestrutura ainda serão feitas. Será que haverá disposição para quem sente a inflação voltar a corroer seu salário, que a educação de seus filhos é uma porcaria e que compromete a qualificação dos mesmos, a humilhação de ser “atendido” em qualquer serviço de saúde e constatar o sucateamento, apesar das propagandas em contrário, do atendimento médico-hospitalar e que acompanhou seu outrora ídolo, o falastrão demagogo Lula dizer que é babaquice desejar um transporte moderno e mais confortável? 
Luiz Nusbaum, médico lnusbaum@uol.com.br 
São Paulo
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PATRIMÔNIO NACIONAL UMA OVA
Só faltava essa, a idiotice de um Parreira irritado encher a boca para declarar que a seleção brasileira não pode ser vaiada porque é “patrimônio nacional”. Ele vive noutro mundo e por isso não sabe que a maioria do povão só verá esse “patrimônio” pela TV, já que ao vivo, nos estádios, só uma minoria da população tem condições de pagar os preços absurdos cobrados e com todo direito de aplaudir ou vaiar, dependendo da atuação dos “artistas”. 
Laércio Zanini  arsene@uol.com.br 
São Paulo
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LAMENTÁVEL
Muito engraçado o nosso Felipão quando diz que a seleção brasileira de futebol tem muita coisa de bom para dar ao povo brasileiro. Só se for para a máfia. Uma seleção que é usada para incentivar e proteger a corrupção em prejuízo dos clubes que são os verdadeiros fazedores do futebol que agrada ao público. Hoje, esses clubes estão falidos em prol da CBF, vivendo de esmolas das empresas de TV, se sujeitando a chantagens para não morrerem. O governo incentiva esta seleção para tirar proveito político da situação, escondendo do povo os verdadeiros problemas do Brasil, igualzinho os militares fizeram em 1970, ao criarem o “Para Frente, Brasil”. A diferença é que estamos num regime democrático. Felipão é, no mínimo, um inocente útil.
Lucio Felix de Souza Filho luciofsf@superig.com.br 
Salvador
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DEIXA PARA DEPOIS
Os estrangeiros que vierem acompanhar a Copa do Mundo não têm culpa dos problemas que nos perseguem desde Cabral. Portanto, vamos recebê-los com respeito e dignidade. As mazelas continuarão. Vamos dar uma trégua, depois “nóis quebra o pau”.
Jose Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com 
São Paulo
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TV PAGA
A TV paga, a cabo ou satélite, é um exemplo dos abusos infligidos a uma classe de utentes acostumados a pagar para ser mal servidos sem exigir a justa contrapartida, classe que lembra um branco de obedientes cordeiros. O legado informativo e cultural desta péssima TV é composto por intervalos, interrupções, séries e filmes repetidos ao infinito, telejornais invadidos por publicidade, anúncios  dos programas que virão, alguns filmes inéditos, incluindo  ingênuos filmes antigos, geralmente americanos, velhos e novos Western, histórias parecidas com contos de fadas, muita violência e tentativas de erotismo barato. Raros são os filmes inteligentes e com conteúdo. Sem dispor de dados estatísticos oficiais, estimo que 80% da programação não vale 10% da mensalidade que pagamos. Única exceção a esse marasmo seria a TV5 Monde, franco-canadense que transmite atualidades, reportagens  e filmes atuais de ótimo nível e legendados em português. Ilustrando a situação dos usuários da TV paga, lembro um antigo modo de dizer italiano: “cornuti e contenti”(chifrudos e contentes).
Francesco Magrini framagr@ig.com.br
Cachoeira Paulista
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COMPRA DE VEÍCULOS
O desleixo da indústria automobilística referido no editorial “O que os recall revelam” é estimulado pelo fato de que, não obstante a inquestionável exposição a perigo da vida dos compradores de veículos com  defeitos de fabricação, os tribunais brasileiros não reconhecem que ela seja capaz, por si só, de gerar a obrigação de indenizar danos morais pelo risco experimentado. Exige-se que haja dano concreto - morte ou lesão corporal - para que o Judiciário possa ser acionado, uma visão civilista e ultrapassada da relação de consumo existente, que, de acordo com a lei, assegura ao consumidor o direito básico à segurança.
Pedro Giberti, advogado pgiberti@uol.com.br 
São Paulo
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DÁ UMA AJUDA AÍ
Prezado prefeito, depois de tanto colaborar com o transporte público na cidade, criando faixas exclusivas para ônibus, o senhor podia ajudar um pouco, só um pouquinho, essa pequena e humilde parcela da população que utiliza carros, livrando-os do rodízio. Afinal de contas, os usuários de carros também são cidadãos. 
Felipe da Silva Prado felipeprado39@gmail.com 
São Paulo
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APROVAÇÃO
O que será que significa os vereadores terem aprovado o fim do rodízio e o prefeito ser obrigado a vetar? Alguma coisa lembra frigideira.
Luiz Frid luiz.frid@globomail.com 
São Paulo
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Na sexta de manhã vi numa emissora de TV a transmissão do jornal, ocasião em que ouvi uma barbaridade dita pelo vereador Alfredinho (PT-SP), que na Câmara dos vereadores os mesmos “cochilaram” e aprovaram o fim do rodízio veicular municipal sem saber. Simplesmente ridículo, não?
Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo
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QUE VEREADORES SÃO ESSES?
Os vereadores de São Paulo, que jamais primaram por exercerem seus mandatos em consonância com os verdadeiros interesses da população paulistana e um futuro desta capital, tiveram o desplante de aprovarem em menos de 50 segundos o fim do rodízio na capital.  E pior, aprovaram assim o projeto de lei do vereador Adilson Amadeu, proprietário de uma agência de despachantes. Ora, é uma lei que interessa somente ao citado vereador e outras empresas que exercem suas atividades como despachantes. Um vereador eleito pela população paulistana não pode brincar de legislar em causa própria e muito menos ter seu projeto de lei acolhido pelos seus pares em uma manobra possível perante um regimento interno de validade duvidosa, mas indiscutivelmente imoral. Foi aprovado só pelo acordo de lideranças dos vereadores. São os mesmos vereadores que durante a atual legislatura tiveram aprovadas até agora 263 leis, sendo que 105 foram sancionadas pelo presidente da Câmara. Dentre todas as leis de iniciativa dos vereadores, 184 foram para aprovar nomes de logradouros e edifícios públicos e datas comemorativas, ou seja, 58% por total. O presidente daquela Casa declarou ao repórter do “Estadão” que foi aprovado um projeto autorizativo e pediu ao repórter ir se esclarecer com o líder do governo. Ocorre que o absurdo aprovado não tem valor nenhum, inclusive por ser inconstitucional, e cria uma marola absolutamente inadequada. E o pior é que todos os custos dessa, digamos, gracinha somos nós que arcamos. Mas o mais grave de tudo foi aprovar em menos de 90 segundos um pacote de lei, nem permitindo que os vereadores contrários ao aleijão se manifestassem. Com o perdão da palavra, foi uma molecagem que não caberia entre os componentes da Câmara Municipal da cidade mais importante do País.
Gilberto Pacini gpacini@bol.com.br 
São Paulo
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INUTILIDADE
Os vereadores da cidade de São Paulo votaram o fim do rodízio municipal. Com as manifestações incontroláveis e diárias, com as faixas para os corredores dos futuros ônibus e mais o fim do rodízio, ficaria impossível até andar a pé na cidade de São Paulo. O prefeito Haddad anunciou que vetaria qualquer decisão sobre o final do rodízio. A votação inútil, portanto, foi uma demonstração inequívoca de que a Câmara Municipal de São Paulo não sabe o que faz, está jogando o nosso dinheiro fora e cada vez mais nos convence da sua inutilidade. 
Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br 
São Paulo
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Para abonados que possuem mais de um carro, elementos dos poderes públicos, taxis, caminhões, ônibus, veículos oficias, ambulâncias, carros de bombeiros e similares, o rodízio de veículos não atinge. Na atual legislação, contando com vultuosa arrecadação de multas (inclusive motoristas de outros municípios) esta restrição é vantajosa. Mas para os que possuem um só veículo, principalmente para trabalhar - pedreiros, carpinteiro, encanadores, eletricistas, pintores que trabalham em obras e os que usam os carros para emergências médicas - é um transtorno irreparável. Esses vereadores do PSD, PSDB e PT que se manifestaram a favor do rodízio estão alheios à realidade. O prefeito, responsável por alguns erros crassos na solução dos problemas no trânsito da capital poderia atender, dessa vez, aos anseios dos paulistanos.
José Erlichman, engenheiro joserlichman@gmail.com 
São Paulo
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CENÁRIO OFICIAL
No dia 29 de maio aconteceu a estreia da ópera Carmen no Theatro Municipal. Belíssimo espetáculo musical e cenográfico. Contudo, o Sr. Prefeito e suaesposa, acompanhados pelo Maestro Neschling e esposa, fecharam com cortinas vermelhas o saguão do Balcão Nobre para uma confraternização com seus convidados, acomodados nos camarotes oficiais. Pessoas comuns, que tinham comprado ingresso para os lugares no citado Balcão Nobre tinham de usar a escadaria lateral para ter acesso a seus assentos, ou tinham que subir um lance de escada e retornar por outra escada no final do corredor. Frequentadora do Municipal há décadas, acostumei-me a ver políticos e artistas compartilhando o espaço do Theatro com o público e me espanta conviver com essa nova “etiqueta”. À saída do Theatro, porém, a realidade aguardava o Sr. Prefeito. Um grupo de professores, empunhando um enorme cartaz, gritava “Haddad covarde, educação nunca foi prioridade”. Era outro tipo de apropriação do espaço público!
Ivani de Andrade Rechenberg ivanirechenberg@gmail.com   
São Paulo
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ARTE SOBRE PRESSÃO
A entrevista com o colecionador Marco Antonio Mastrobuono, publicada na edição de sexta (30/05), amplia o arco da polêmica existente no mercado de arte em junção dos prós e contras do decreto presidencial que veio regulamentar a lei número 11.904, que cria o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e traz vários pontos e conceitos discutíveis que, como afirmou o artigo, “A fragilidade da atividade cultural”, assinado por José Carlos de Figueiredo Ferraz (21/11, A2), se não tivesse sido preparado silenciosamente pelo Ministério da Cultura e se tivessem ouvido antes toda a sociedade interessada, sua qualidade e eficiência seriam melhores. Em seu livro “Abaporu... Hipocrisias”, a ser lançado em breve, Marco Antonio coloca como foco principal o direito à legítima propriedade de obras de arte, assegurado pela Constituição dos cidadãos brasileiros. 
João Paulo García jotapege88@yahoo.com.br 
São Paulo

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