Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S. Paulo

07 Junho 2015 | 03h00

Contrabando de haitianos

Ouvi o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dizer no rádio que pretende evitar o tráfico de haitianos feito por coiotes aumentando o número de vistos legalmente concedidos na Embaixada do Brasil no Haiti, já na casa de cem por mês. Que ingenuidade! Será que ele imagina que os coiotes vão arrefecer seu rentável “labor”? Por outro lado, seria de bom alvitre informá-lo de que nossa fajuta taxa de desemprego aumenta mês a mês. E já temos haitianos em quantidade vagando pelas ruas de São Paulo. Que pretendem esses petistas? Conceder Bolsa Família aos haitianos à custa dos nossos escorchantes impostos? Arregimentar mais um exército de defensores de seus desmandos, que estão devastando a nossa Pátria?

ANTONIO C. GOMES DA SILVA

acarlosgs@uol.com.br

São Paulo

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Aumento da Selic

Qual a lógica de o Banco Central mais uma vez prejudicar a indústria, o comércio, a pessoa física, etc., com novo aumento da taxa Selic (se a questão é restrição ao crédito, há mecanismos substitutos) para conter o avanço da inflação, quando o carro-chefe dos picos inflacionários se deve em grande parte aos preços administrados pelo governo, ajudado pela cultura inflacionária inserida no contexto econômico? Assim, sobe a taxa Selic, sobe a taxa da inflação, e neste sobe-sobe vicioso o pretenso desenvolvimento ensaiado pelos ajustes econômicos fica estagnado. Quando teremos, enfim, medidas eficazes? A propósito, parece que achamos um substituto para o petrolão, agora só se fala de Fifa e CBF. Será que pouco a pouco o assunto vai para a gaveta?

CELSO RICARDO KFOURI CAETANO

crkaetano@yahoo.com.br

São Paulo

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Não foi falta de aviso

Juros de 13,75% ao ano(Selic), inflação em 8%, desemprego de 8%, dívida pública, 7,47% – se esses relâmpagos não fizerem despencar a tempestade perfeita, hipótese há tempos lembrada ao governo brasileiro, existe algum ponto fora da curva que os levará a alto-mar e de lá retornarão como um devastador tsunami.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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Esfolando o povo

O ministro Joaquim Levy diz que o Brasil cresceu, amadureceu. Mas se esqueceu de dizer que o País apodreceu e o povo brasileiro é que vai comer toda essa meleca. Desse jeito é fácil – e a imprensa ainda acha que o ajuste fiscal é necessário. Qualquer cidadão consciente cortaria os gastos de sua casa e teria resolvido seus problemas. Não seria preciso um ministro que está tentando resolver os problemas do País simplesmente esfolando toda uma nação. Assim até eu.

NEWTON DE A. PRADO

newtonaprado@gmail.com

Americana 

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Guerra de preços

Uma coisa o ministro Joaquim Levy adotou, e muito bem, do seu antecessor Guido Mantega: as promessas de um próximo trimestre com inflação e preços para o consumidor em desaceleração. Enquanto o governo aplica o garrote vil no trabalhador, um campo de batalha surge à margem do Palácio do Planalto entre as redes de supermercados e fornecedores, tendo estes manifestado a intenção de aumentar seus preços em até 15%. A queda nas vendas se acentua. O primeiro trimestre teve o pior resultado desde setembro de 2005. Os supermercados estão sentindo a queda no movimento e apelam para que as indústrias não apliquem o aumento programado, tendo em vista que somente este ano até abril a energia subiu 38,12%. Mesmo o consumidor fazendo opção por marcas de qualidade inferior, a quantidade também está sendo reduzida. A estagnação da economia é evidente com a inflação rebelde, o ganho salarial em queda e o pior de todos os fantasmas que atormentam as famílias: o desemprego. Renato Janine, da Educação, contratou um astrólogo. Joaquim Levy, da Fazenda, deve buscar Merlin na Távola Redonda.

JAIR GOMES COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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De heranças

Os brasileiros, descontentes com a recuperação da economia, com mais empregos, melhores salários, menos inflação, etc., após os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso decidiram votar no PT, acreditando no discurso demagógico do Lula. E agora estão recebendo uma bela herança: estão trocando refeições em restaurantes pelas caseiras e a carne bovina por frango e legumes, estão cortando gastos com estética, lavanderia e faxinas. Está sobrando até para os animais de estimação, que terão de comer ração mais barata e não terão mais banhos em pet shop. Enfim, os brasileiros trocaram a herança “maldita” de FHC pela herança “maravilhosa” da dupla Lula & Dilma. Parabéns aos eleitores do PT, pois ajudaram a afundar o Brasil e vão colher o que plantaram.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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Plantar e colher

O título de um editorial do Estado me chamou a atenção: PT colhe o que plantou (3/6, A3). Plantou o quê? Colheu o quê? O PT nunca plantou nem colheu nada, é muito trabalhoso. Sempre teve uma existência parasitária, de sanguessuga, verme, erva daninha. Surgiu dos sindicatos, seus membros, que não trabalham, ganham salários, têm estabilidade no emprego e vivem do recolhimento obrigatório das “contribuições” dos que trabalham. Ao chegar ao poder, duplicou os ministérios para acomodar suas infinitas ventosas. Exauriu o que de bom foi conquistado em governos anteriores. Sugou e continua sugando no mensalão, na Petrobrás, nas estatais e seus fundos de pensão, no FGTS (patrimônio dos trabalhadores que pagam aos sindicatos), no Banco do Brasil, na Caixa, no BNDES – onde o vampirismo é protegido por sigilo. Os petistas nunca plantaram nem colheram. Vivem se alimentando dos elementos que ajudam a decompor.

CARLOS ALBERTO ROXO

roxo_7@terra.com.br

São Paulo

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GREVE DA APEOESP

Movimento político

Lendo o editorial Aula de bagunça (5/6), sobre o movimento político petista contra o governador Geraldo Alckmin, que acertadamente não negocia com esses sindicalistas irresponsáveis que causam prejuízo aos alunos da rede pública, sugiro-lhe explicar, via rádio e TV, para melhor entendimento do público, as reivindicações impossíveis, 75% de aumento salarial; que a categoria já recebeu reajuste acumulado de 45% nos últimos quatro anos, aumento real de 21% – 26% acima do piso nacional; e que o dissídio é só julho, para abrir discussão. Com essa explicação do governador, apesar de a opinião pública em geral não estar apoiando esses bagunceiros, trará melhor entendimento desse inconsequente movimento de extremistas.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo 

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CONGRESSO NACIONAL

O atual Congresso Nacional é uma lástima e piada de mau gosto. Só na última semana, conseguiu aprovar o financiamento privado de campanhas, a construção de um shopping center no Congresso (!) e o fim da reeleição. Inaceitável que uma figura negativa como Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ocupe um dos cargos mais altos da República, prestando um grande desserviço ao povo brasileiro. Triste retrato do Brasil atual, marcado pelo retrocesso, pela falta de ética, grosseria e decadência. O poder econômico, aliado à ignorância e à alienação política do povo, faz com que tenhamos "representantes" desse nível. Um país que tem um Congresso desses não precisa de inimigos externos, pois os de casa já são mais do que suficientes para derrubá-lo.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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SHOPPING NO CONGRESSO

Orçado em R$ 1 bilhão, a construção de um shopping anexo ao Congresso Nacional, além do absurdo, não está em sintonia com o discurso do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, atual menino de recados da "presidenta" Dilma, alertando os excelentíssimos senhores deputados e senadores sobre a necessidade de contenção de despesas para equilibrar o Orçamento da União.

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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CADA VEZ PIOR

Se Eduardo Cunha não estiver levando algum na construção de um shopping anexo à Câmara federal em Brasília, deve ser sócio da construtora. Não há o mínimo consenso na situação atual, com tantas medidas do governo para reduzir gastos, inclusive na saúde e na educação, pois a Câmara pensa gastar R$ 70 milhões com essa obra faraônica. É no mínimo uma vergonha e falta de patriotismo. Os políticos só pensam em se dar bem, e o povão, otário que os elegeu, que morra nos corredores dos hospitais caindo aos pedaços. A classe política está cada vez mais ridícula e corrupta.

Alberto Fumace Baruthy

afumaaabaruty@bol.com.br 

São Paulo

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DESISTI

Depois da proposta de construir um shopping anexo ao Cambalacho Nacional para atender a sua politicalha - e não duvido que consigam mesmo -, aqui vai uma sugestão: incluam também um bordel no projeto. Depois desse acinte, melhor as Forças Armadas fecharem "aquilo" e acabarem com a farra.  Desisti de acreditar em democracia, porque ela vale só em países civilizados, o que não é o nosso caso.  

Laércio Zanini

spettro@uol.com.br 

Garça 

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PROMESSAS

Dilma Rousseff iniciou o mês de junho com o índice de popularidade abaixo de 10%, num cenário econômico em que a inflação poderá atingir 8,39%. A estimativa para a taxa Selic é de 14%, o PIB terá uma retração de 1,27% e a taxa de desemprego fechou o primeiro trimestre em 7,9%. Os pátios das montadoras de veículos estão cheios e as indústrias têm a pior expectativa dos últimos anos. Serão esses alguns dos motivos para tanta insatisfação popular? Tantas promessas foram feitas durante a campanha eleitoral e nenhuma se concretizou, muito pelo contrário, os eleitores perceberam que foram enganados mais uma vez. Como candidata, Dilma embromava com confiança. Como presidente, ela hesita em se pronunciar, pois o barulho das panelas é insuportável, em todo o País.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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PEDALADAS REAIS

Para fazer essa gracinha promocional, pedalando alegremente pelo planalto central no fim de semana, dona Dilma Rousseff deve ter gasto com a bela bike, capacete, sapatilhas, protetores, calça e camisa, no mínimo R$ 5 mil, retirados impunemente dos quase R$ 863 bilhões de impostos arrecadados nestes últimos cinco meses de ajuste econômico.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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CRISE

Parece que a crise chegou ao Palácio do Planalto. A presidente Dilma está consumindo muito menos comida. Dá para reparar.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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NÃO É HORA!

Em matéria de imagem pessoal, a presidente Dilma precisa de um marqueteiro até para orientar suas atividades domésticas. Num momento em que só se escuta falar de facadas em ciclistas, a presidente aparece nas primeiras páginas de jornais andando de bicicleta, lépida e fagueira, nas imediações do Palácio da Alvorada. Ora! parece até que ela está querendo debochar de nós, pobres mortais, que estamos presos em casa porque a segurança na cidade do Rio de Janeiro está simplesmente ridícula. Já são mais de dez casos de facadas, com uma morte! Não há pior hora para Dilma aparecer por aí andando de bicicleta, a não ser que ela queira dar uma voltinha pela Lagoa Rodrigo de Freitas.

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com 

Rio de Janeiro

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PEDALAR

Ô xente! Tia Dilma é esperta. Aprendeu a lição. Pedalar de bicicleta para ficar esbelta e ser notícia na mídia pode; mas pedalar para fechar a conta e obter superávit primário não pode.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br 

Vila Velha (ES)

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A 'PRESIDENTA'

E ela continua dando suas pedaladas! 

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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SEM CLIMA

A presidente Dilma Rousseff, finalmente, assumiu que faz pedaladas; pena que não assumiu as pedaladas fiscais de seu governo. O País está com a economia em frangalhos, desemprego subindo, prefeituras e governos estaduais apertando e cortando tudo o que podem. Porém, a mandatária brasileira está relax. Pena que trabalhadores e empregadores não estão no clima para se exercitar, ou, pior, já fazem o exercício diário de tentar fechar as contas.

Willian Martins

martins.willian@globo.com 

Guararema

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FIXAÇÃO

Não encontro motivo aparente para a fixação de petistas por bicicletas. No ano passado, no Brasil, dona Dilma pedalava fiscalmente em busca de números favoráveis à sua reeleição. Neste ano, pedala fisicamente por Brasília para "humanizar" a sua imagem. Em São Paulo, Fernando Haddad afoga o trânsito com suas ciclovias sem uso nem utilidade, fora dos fins de semana. Acho que esse pessoal, em algum Natal da vida, frustrou-se. O que não fazia um moleque, naquela época, por uma Caloi?

Claudio Juchem

cjuchem@gmail.com 

São Paulo

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PEDALADAS

Não bastassem as "pedaladas" oficiais de dona Dilma dentro do Palácio, agora ela se acha no direito de dar suas "pedaladas" também fora das dependências oficiais da Presidência, parecendo querer despistar e mostrar ao grande público quais são suas "pedaladas" de fato. Como se não bastassem as "pedaladas" já dadas oficialmente, agora ela vem esconder os gastos do cartão corporativo de dona Rose de Lula, como que exigindo torná-lo sigiloso. Semana passada, no México, ela esbravejou para quem quisesse ouvir que no Brasil a luta contra a corrupção é imensa e total, doa a quem doer, e não será passada a mão na cabeça de ninguém. Será?

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté 

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ENQUANTO ISSO...

Enquanto nossa "presidenta" pedala alegremente pelas alamedas de Brasília, o desemprego bate recordes, chegando a 8%, idem com a inflação, que para as famílias de mais baixa renda já chegou perto dos 9%, escamoteada, o desajuste fiscal que tão somente onera aqueles que trabalham e têm seus impostos recolhidos na fonte e não se valem de cartões corporativos, passagens aéreas gratuitas, postagens idem, centenas de cargos de assessores que nada fazem, etc., etc. e tal, que nada mais são que sugadores de nossos impostos (os mais altos do mundo). Além disso, temos de ver e ouvir que este "ajuste" salvará o País, apesar de nada ter de inovador, a não ser a criação de taxas, impostos e o término de benefícios trabalhistas que em nada afetam os de Brasília - incluindo neste grupelho nossa "presidenta", seus ministros, assessores, ministros do STF lulopetistas, idem do TSE, STJ, os dos milhares de cargos comissionados dos apaniguados dos petralhas de Dilma e Lula, etc., etc. e tal. Somos o país das pedaladas fiscais da "presidenta" e de certos prefeitinhos que tão somente se preocupam em pintar faixas para uso dos ciclistas, tornando a cidade verdadeiro pandemômio por conta de seus sonhos alucinados - e ainda pensam em se candidatar à reeleição. Pois podem retirar seus cavalos da chuva, pois não terão a mínima chance, a não ser que, como Dilma, mintam em suas campanhas e, mais uma vez, como bons petralhas, enganem o povo com suas vãs palavras de feitos inimagináveis para a população.

Boris Becker

borisbecker@uol.com.br 

São Paulo

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TRIATLO

Se, para fechar as contas escancaradamente no vermelho do ano passado, o governo federal usou das pedaladas e da contabilidade criativa, dá para imaginar esse ano com a ciclista mor da Nação pedalando ao redor do Palácio para enfrentar a crise e o ajuste fiscal.  Mas o povo está saturado de pedaladas, tesouradas e canetadas, por isso sugiro à  digníssima mandachuva,  treinar outros esportes, o triatlo, por exemplo, bicicleta, corrida e natação, seria uma boa ideia. Na primeira fase, bicicletas, já tem experiência de sobra, interessante treinar também os dois outros esportes, pois, caso a situação fique insustentável, o que não está descartado, estará preparadíssima para dar no pé, ou nadar de braçadas.   

Sérgio Dafré

sergio_dafre@hotmail.com  

Jundiaí

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DILMA CICLISTA

Agora entendi! O prefeito Fernando Haddad não fez, como está fazendo, todas as ciclovias na cidade por amor a elas ou à mobilidade urbana, mas, sim, para agradar ou impressionar a chefe ciclista Dilma Rousseff (que, aliás, estava "mimosa" com aquele "capacete").

Eduardo Augusto Delgado Filho

e.delgadofilho@gmail.com  

Campinas

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CIDADÃOS INDIGNADOS

A população de São Paulo está mesmo decepcionada com a administração de Fernando Haddad (PT/SP). Ele foi vaiado pela quarta vez em um mês nos eventos em que esteve. A última manifestação ocorreu no Teatro Net São Paulo, na Vila Olímpia. Quando em campanha, Haddad prometeu zerar o déficit de creches, investir maciçamente em saúde e outras prioridades. O que foi feito? Ciclovias em excesso, algumas plenamente dispensáveis, um verdadeiro esbanjamento de dinheiro público. Os impostos aumentaram muito, senhor prefeito. Uma cidade como São Paulo não necessita apenas de ciclovias. Há necessidades prementes à espera de soluções adequadas.

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br  

São Paulo

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CORRUPÇÃO NA FIFA

A renúncia do presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter, tem muito de parecido com os deputados e senadores brasileiros, que, na iminência de serem cassados, deixam o cargo para, quem sabe, se livrarem da Justiça. Entretanto, Blatter não será julgado pela Justiça brasileira, eis a diferença.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com 

Casa Branca

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COPA DE 2014

Será que o PT ("Partido dos Trapaceiros") não deu nenhum dinheirinho à Fifa para a realização da Copa Tragédia no Brasil? Podemos perguntar aos EUA, já que a nenhum órgão público de investigação no Brasil se manifesta sobre o assunto.

Marcelo L. Z. Bernabe

zbernabe@hotmail.com 

São Paulo

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EM VEZ DE RÚSSIA E CATAR...

Acho que as Copas de 2018 e de 2022 poderiam muito bem ser realizadas no Brasil, porque temos vários estádios prontinhos, infraestrutura exemplar, segurança máxima, CBF incorruptível, seleção de craques e, especialmente, porque somos o país do futebol!

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA PETISTA   

Em matéria sobre a "agenda positiva" de Dilma, a secretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, fez a seguinte confissão: "A maioria (das obras) todos nós sabemos, atrasa. Tem as condições do tempo, da realidade, da empresa, da licitação, você tem vários elementos que fazem com que toda obra atrase". Esse é o mundo do PT. Se esses fatores são inevitáveis, têm de ser computados nos cronogramas das obras. Não faz sentido prometer uma obra para dada data, ou época, sabendo, "como todos sabemos", que a execução  passará por tais percalços - inevitáveis no mundo do PT. Na verdade, se trata de incompetência para planejar e ou executar. Lembro que a ministra Dilma anunciou, no PAC, a construção de 6 mil creches, depois aumentadas para algo como 6.400. Mais de 8 anos depois, apenas algumas centenas de creches foram construídas. 

Mario Helvio Miotto

mariohmiotto@gmail.com  

Piracicaba

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E O BONDE PASSA...

A primeira grande chance que o PT teve de se perpetuar no poder foi na primeira eleição de Lula, quando assumiu do FHC uma casa arrumada pronta para expandir, bastaria que fossem feitas as reformas tributária, trabalhista, fiscal, etc. E seguiríamos de vento em popa. A segunda chance, apresentada no segundo mandato de Dilma Rousseff, quando a economia totalmente desconcertada e descontrolada poderia ser rearranjada numa mudança total de rumo do País, dentro das reformas e modernização mais profundas que se espera há tantas décadas. Mas esperar que isso aconteça seria exigir demais das cabeças pensantes dos Poderes da República.

Manoel Braga

manoelbraga@mecpar.com 

Matão

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BRA$IL EM CRI$E

No recém-publicado ranking de 33 países da Austin Rating, que compara o produto interno bruto (PIB) do primeiro trimestre deste ano com o de 2014, o Brasil aparece na humilhante e vexatória 31.ª colocação, com -1,6%, à frente apenas da Ucrânia e da Rússia. Enquanto isso, a China apresenta vigoroso crescimento de 7%; os EUA, de 2,7%; o México, de 2,5%; a Grã-Bretanha, de 2,4%; e a Alemanha, de 1%. O País segue atolado na areia movediça, com a economia nas cordas, prestes a ir à lona, nocauteada, sem conseguir escapar de uma recessão profunda e duradoura. Infelizmente, conforme prenunciam as nuvens negras do céu, o pior ainda está por vir. Salve-se quem e como puder!

J. S. Decol

decoljs@globo.com 

São Paulo

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CORTE NO ORÇAMENTO

O corte no Orçamento de 2015, de quase R$ 70 bilhões, se é que vai acontecer mesmo, atingirá em cheio os programas sociais que o PT tanto se vangloriou de ter instituído e mantido ao longo de 13 anos de poder. Seus beneficiários serão os primeiros a sentir mais intensamente os efeitos de uma gestão temerária, incompetente e enganosa. O PT colherá o que plantou e não será coisa boa. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com 

São Paulo

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UM AJUSTE DE DOIS ANOS

Dilma, seu padrinho Lula e sua enorme equipe ministerial perderam a credibilidade e não vão conseguir colocar o Brasil nos trilhos novamente. Não há ajuste fiscal que faça milagre, pois o Brasil parou e nenhum empresário e investidor irá investir no País enquanto Dilma for presidente. Portanto, caro Nelson Barbosa, ministro do Planejamento, não espere que acreditemos que daqui a dois anos o Brasil voltará a ser o que era após o Plano Real, cujo pai, após o exame de DNA, sabemos que é FHC. Se o ministro tem família e a ama, entregue seu cargo e peça para Dilma fazer o mesmo, e sua família e todos os brasileiros agradecerão eternamente. Caso contrário, o ministro também será responsável pela herança maldita que nós e sua família iremos receber nos próximos anos ou décadas.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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PADRÃO FIFA

Após o ajuste fiscal tirar a vaca do brejo do "brasilgate", o governo continuará sendo padrão Fifa?

Luiz Carlos Tiessi

tiessilc@hotmail.com 

Jacarezinho (PR)

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NA CHINA NINGUÉM SE CHAMA JOÃO

Recentemente, o ministro chinês Li Kigiang foi recebido pela presidente Dilma Rousseff como um visitante travestido de bom samaritano bíblico. De samaritanos eles não têm nada e nem a Samaria fica para aqueles lados do Oriente. Jogando para a arquibancada, o discípulo de Mao Tsé Tung pretende expandir os negócios chineses na infraestrutura do Brasil, pois até o Mister Magoo (HQ) vê como 13 anos de PT desmontaram o País e transformaram o gigante num pigmeu liliputiano. Foi firmado um acordo de empréstimo de US$ 53 bilhões, em condições que até agora soam secretas. A China já está presente na esculhambada economia argentina e, ao que parece, só agradou aos sinos. Surge agora uma nova arremetida. O caminho está aberto porque no Brasil não entra quem tem olho grande. A China se propõe a comprar terras no Brasil, condicionando a vinda de imigrantes que ocupariam terras para exploração. Soberania ameaçada, nossa democracia corre risco. Na China falta espaço para acomodar uma população de 1,373,5 bilhão (1/6/2015) e depende de novos espaços para exportar seus enormes excedentes populacionais. Não se iludam, pastelarias e tinturarias são apenas balões de ensaio para se assenhorarem da agroindústria.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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AGIOTAGEM

Procura do brasileiro por crédito tem queda recorde. O recuo foi de 10,2% em 12 meses até abril. Também, pudera, pelas taxas de juros cobradas pelos bancos e instituições financeiras, caracteriza-se a prática da agiotagem legalizada pelo governo. Só sendo insano para pedir empréstimo. 

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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JUROS DE CARTÕES DE CRÉDITO

Chegam muitas vezes a 347,5% ao ano os juros de cartões de crédito cobrados pelas operadoras. É um assalto ao bolso dos consumidores, sem que haja qualquer regulamentação legal para tamanho absurdo. É agiotagem legal! É impressionante a omissão dos nossos legisladores e autoridades financeiras que não regulam a matéria pondo um freio a este desatino e roubalheira oficializada.

Marcos Tito

marcostitoadvogados@gmail.com 

Belo Horizonte

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CA$INO BRASIL

Em 25/5 as apostas no "casino Brasil" têm um pequeno reajuste de 40% a 100%. Precisava tanto? Se é para recuperar as finanças da Caixa Econômica Federal (CEF), chega em boa hora. O reajuste da conta de luz em cinco meses já passa de 60% e tudo o mais... Alimentos, nem pensar. Aposto que a inflação controlada, manipulada e maquiada ainda nem chega aos 9%. O salário mensal do cidadão acaba em menos de 15 dias. Mas a "presidenta incompetente" continua nos enganando. Não há quem aguente mais! 

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br 

São Paulo

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11% DE DESDENTADOS

Enquanto nesta era petista bilhões de reais foram ou continuam sendo roubados ou desviados das nossas estatais, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga que 11% dos brasileiros, ou 22 milhões de pessoas, não têm dente algum na boca. Uma confirmação de que não somente o atendimento à saúde no País se encontra num caos total, mas também o irresponsável governo Dilma...

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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VERGONHA! 

41% dos idosos brasileiros não têm dentes... e o Brasil, segundo o IBGE, é o País que tem mais dentistas no mundo (260 mil)! Culpa de quem? Do governo federal, estadual e municipal, que não têm uma política de saúde bucal de acesso de toda a população, de tantos profissionais dentistas e protéticos que cobram o olho da cara e priorizam quem tem dinheiro para pagar, de diversos  convênios odontológicos que não oferecem qualidade  e de alguns fabricantes e importadores que fazem questão de manter um feudo do setor. Todos  giram em torno de  seus próprios interesses! Todos têm culpa! Ora, ora! Um tratamento ortodôntico envolve anos de visitas ao dentista com mensalidades acima da capacidade de pagamento das famílias, uma  limpeza bucal ou uma obturação custa de R$ 100 a R$ 500, uma coroa de porcelana  com tratamento de canal custa de R$ 1 mil a R$ 2 mil, um implante custa de R$ 2 mil a R$ 5 mil! Multiplique pelos seus 32 dentes e constatará por que  55% da população não trata os dentes. Coisa para poucos e, o pior: na maturidade e na velhice, quando mais precisam, a renda familiar diminui. O povo não tem recursos, os tratamentos estão cada vez mais caros e as pessoas ficam reféns de profissionais inescrupulosos que escolhem a solução mais rápida e barata e vão, aos poucos, arrancando os dentes de seus pacientes. Injusto! Revoltante!

Mario Rubens Almeida de Mello

maruam@uol.com.br

São Paulo

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DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA

O desmatamento na Amazônia aumentou quase 80% nos últimos 12 meses. As áreas desmatadas estão sendo ilegalmente utilizadas para o plantio da soja, para a criação de gado de corte e, obviamente, para o comércio de madeira. O Ibama e a Polícia Federal não têm recursos suficientes para fiscalizar essas atividades. Os recursos estão sendo utilizados para manter este enorme elefante branco, que é a ineficiente máquina do governo, com seus 39 ministérios, centenas de deputados, dezenas de senadores e centenas de assessores.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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