Fórum dos leitores

LULOPETISMO

O Estado de S. Paulo

19 Junho 2015 | 03h00

Pedaladas da Dilma

O TCU deu 30 dias para que o desgoverno de plantão explique as manobras que, segundo o relator, infringiram seriamente a Lei de Responsabilidade Fiscal. Não há o que explicar. Não se deve acusar só Mantega e Augustin como responsáveis. Maior responsabilidade cabe à chefe gerentona, com curso superior em Economia. Essas pedaladas fiscais já vinham sendo denunciadas há muito tempo pela mídia. A presidente calou-se e continuou a permitir tais irregularidades. Ação, incapacidade administrativa ou omissão. Isso é crime de responsabilidade pelas leis atuais. E assim deve ser tratado. 

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha 

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Pedalaram a pedalada?

JONAS DE MATOS

jonas@jonasdematos.com.br

São Paulo

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Incongruência

Se a desoneração da folha de pagamento promovida por Dilma teve por objetivo o incentivo às atividades produtivas, é evidente que a redução da desoneração, ora proposta por seu governo, promoverá o desestímulo da produção em meio à pior crise nunca antes vista neste país.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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Redução de jornada

Até quando o governo vai discutir redução de jornada de trabalho e salários? Quantas empresas terão de quebrar para chegarem a alguma conclusão? O momento exige celeridade! Os sindicatos dos trabalhadores fustigam as empresas até o limite. Depois que elas quebram, somem.

SAVÉRIO CRISTÓFARO

scristofaro@uol.com.br

Santo André

BADERNA SINDICAL

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Cor do boné

Dois ônibus de São Paulo com indivíduos contratados para tumultuar a eleição de presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro chegaram de madrugada e extrapolaram: destruíram móveis e importantes arquivos. A repressão policial agiu, foram detidos uns 220 baderneiros. Sabem por quê? Porque não usavam bonés vermelhos dos movimentos sociais que podem tudo. Estes têm carta branca para destruir benfeitorias/veículos em propriedades e pesquisas agropecuárias de vários anos, invadir prédios públicos, sem que nenhum seja responsabilizado, apesar de muitas vezes serem identificados em filmagens. Será que um dia a repressão pública vai tratar todos igualmente?

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha

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MEMÓRIA

O rei da soja

Olacyr de Moraes, ex-proprietário das Fazendas Itamaraty, foi o maior produtor de soja do mundo. Produzia com irrigação, técnicas de precisão, hidrelétrica própria, silos, máquinas e tratores de última geração, ramal ferroviário, aeroporto e muita infraestrutura. Foi desapropriado e deixou tudo funcionando, era só dar continuidade ao trabalho e à produção. O que aconteceu? Foram lá assentadas 2.800 famílias, que não aproveitaram o que estava pronto, nem sequer conseguiram produzir. O que era a cereja do bolo virou o caroço da azeitona. Pivôs de irrigação foram destruídos e transformados em sucata. Hoje, passados alguns anos, o pouco que lá se produz é fruto de arrendamento a terceiros pelos assentados. Atualmente, nem polícia nem Força Nacional se dispõem a circular nessa área, lá só se produz violência e terror. Olacyr deve ter morrido frustrado, tudo o que fez, empreendeu... evaporou. Não é fácil transformar uma área bruta em propriedade eficiente e produtiva ao longo dos anos. Mas é muito fácil destruir tudo o que estava pronto em tempo recorde. Essa é a face do PT.

EUGÊNIO IWANKIW JUNIOR

iwankiwjr@hotmail.com

Curitiba

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Exemplo

Não conheci a pessoa, mas conheci o empreendedor que abriu a Fazenda Itamaraty, maior que muitos países, o maior produtor de soja do mundo, aberto a riscos – tanto que perdeu quase tudo o que tinha – e que merece a admiração de todos nós. Que diferença terrível quando o comparamos com muitos de nossos políticos, alguns ligados ao crime organizado, outros à corrupção desenfreada que quase destruiu a Petrobrás ou que provocaram rombos imensos nos fundos de pensão de estatais. Seria ótimo se alguma das nossas “autoridades” tirasse o nome de um político de uma ponte ou estrada e colocasse o de Olacyr, como exemplo para as próximas gerações.

ALDO BERTOLUCCI

accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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EMBRAER

Competência

Parabéns à Embraer, sucesso internacional, exemplo de competência, excelência, trabalho, seriedade, de um Brasil possível e moderno que petralhas e esquerdistas de boteco nunca entenderão!

RICARDO C. T. MARTINS

rctmartins@gmail.com

São Paulo

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ODEBRECHT

Contestação

Sobre a matéria Venezuela foi a maior beneficiária das operações (14/6), a Odebrecht Engenharia e Construção, uma divisão da Organização Odebrecht, esclarece que a comparação das taxas divulgadas pelo BNDES com o custo de captação soberana está equivocada. A taxa de referência de crédito à exportação da OCDE é a CIRR, enquanto as taxas do BNDES são expressas na taxa Libor, que é substancialmente mais alta. Além disso, não foram comparados os custos totais para o tomador de crédito. As referências de taxas de captação soberana incluem o custo total da operação, enquanto as taxas do BNDES não incluíram todos os custos relacionados à captação, como, por exemplo, o prêmio de seguro que compõe o custo do financiamento que é pago pelo tomador. O pacote de garantias oferecido ao financiador também é muito mais robusto nos créditos à exportação, como o CCR para os países-membros da Aladi, o que representa um importante mitigador de risco de crédito, que precisa ser considerado quando da precificação da operação de financiamento. Por último, as taxas de captação dos países são maiores porque os recursos não têm destinação específica e não contam com nenhum pacote de garantia específico, ou seja, o credor empresta ao país confiando apenas na sua capacidade de pagamento. Já o crédito à exportação embute uma limitação à compra de bens e serviços do país exportador.

MARCIO POLIDORO 

São Paulo

N. da R. – A reportagem levou em conta os argumentos do BNDES e de especialistas da área financeira, tanto em relação à CIRR (Commercial Interest Reference Rate da OCDE) como ao Convênio de Crédito Recíproco para os países-membros da Aladi.

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ECONOMIA PARA APOSENTADOS

Em se tratando de aposentados, os governos sempre encontram uma fórmula para embaçar os pagamentos a eles devidos, a título de proteger o erário. A fórmula 85/95 seria razoável como proposta, mas dona Dilma Rousseff resolveu torná-la elástica, aumentando-a anualmente, de acordo com a expectativa de vida. E será bastante difícil que se chegue, como regra, aos 100 anos. Mais uma vez, os aposentados, a partir de 2017, precisarão fazer promessas e receber os milagres da quase eternidade.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br  

Rio Claro

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A NOVA PREVIDÊNCIA

A oposição parlamentar mais uma vez vai ter espaço para desgastar a presidente Dilma Rousseff. A insensibilidade de sua assessoria levando-a a vetar a extinção do fator previdenciário vai diminuir seu espaço no movimento sindical. E duas questões podem ser mencionadas, ou seja, o governo tenta impor suas regras levando em consideração apenas aspectos economicistas. E não abre a negociação com os setores interessados. Por outro lado, o movimento sindical tem como desafios a mobilização para derrubar o veto e a obrigação de apresentar propostas em relação à Previdência.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br  

Santos

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O POVO, O GOVERNO E O PARLAMENTO 

O senador Paulo Paim (PT-RS) deve ser o próximo a abandonar o PT. Ficarão apenas alguns poucos petistas que ainda não se deram conta de que o partido da "ética" e da "moral" acabou. "A lei mais cruel desde a ditadura" (17/6, A4) está dando um tiro de misericórdia nos já combalidos aposentados. A esperança desses traídos cidadãos brasileiros é de que reste um pouco de dignidade aos parlamentares e o veto da presidente ao novo cálculo das aposentadorias seja derrubado no Congresso. O governo Dilma está transferindo para o capital privado o ônus de bancar os idosos e, consequentemente, a Previdência, assumindo, assim, apenas o finalzinho da vida de quem contribuiu por longos anos sem nada receber em troca. Há pouco mais de 25 anos, Fernando Collor, com a justificativa de combater a inflação, anunciou um "pacote de maldades" com medidas econômicas que, inclusive, incluíam o confisco das até então intocáveis cadernetas de poupança dos brasileiros. O resultado todos já sabem. Pergunto: o que houve com o nosso país, com os nossos políticos, com a oposição? Por que ninguém mais faz nada pelo sofrido povo trabalhador, pelos aposentados em vias de serem "sacrificados"? A maioria dos deputados e senadores está a dormir em berço esplêndido. Acordem o gigante adormecido ou iremos todos juntos à bancarrota.

Mirna Machado

mirnamac@uol.com.br 

Guarulhos

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HOMENS E MULHERES

Por que 95 anos para homens e 85 anos para mulheres, segundo as novas regras para a aposentadoria? Pelas reivindicações, profissionalmente, mulheres não são iguais aos homens? Outro detalhe estatisticamente comprovado: as mulheres têm maior sobrevida do que os homens.

Bernardo Schulze

bernardoschulze@gmail.com  

São Paulo

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90 ANOS

Por que 85/95, se todos são iguais perante a lei? As mulheres concorrem em condições de igualdade aos empregos. Por que os homens terão de pagar por parte das aposentadorias (85) das mulheres? Minha sugestão: 90 para ambos os sexos.

Salomao Faimberg Tessler

stessler@uol.com.br  

São Paulo

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VALE PARA TODOS?

Quando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi fundado, durante 30 anos só havia contribuintes e nenhum aposentado. Que fizeram com essa montanha de dinheiro? Aplicaram na Roubrasil? Agora estão mudando normas que vigoraram durante décadas para ferrar os trabalhadores. Essa charada 85/95 e seus valores também são válidos para membros do Legislativo, do Executivo e do Judiciário, se todos são iguais perante a lei?

Mário A. Dente

dente28@gmail.com 

São Paulo

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MODELO ÚNICO

Reformular a Previdência Social (INSS) e não reformular a previdência do funcionalismo público (todo o funcionalismo, inclusive o das "carreiras de Estado" - do presidente da República ao contínuo, do presidente do Congresso Nacional ao cabidela, do presidente do Supremo Tribunal Federal ao meirinho e dos comandantes das Forças Armadas aos recrutas -, além de não ser correto, não resolverá o problema do déficit previdenciário nacional. O Brasil necessita de um "modelo único" de Previdência Social pública brasileira, que reúna os trabalhadores privados e os funcionários públicos. Sem exceção! Caso esse "modelo único" seja implantado, nenhum "direito ocorrido" de ambos será desrespeitado. O "modelo único" será público, solidário e universal. Mas capitalizado! Neste "modelo único" podemos arrecadar aproximadamente 7,5% do produto interno bruto (PIB) anualmente, que financiará o desenvolvimento econômico e social do Brasil com juros baixos a longo prazo. Com o "modelo único" da Previdência Social pública brasileira ficam extintas as isenções e imunidades previdenciárias, pois as contribuições serão individuais, e não mais dos empregadores. O "sistema S" passa a ser autossuficiente, e não mais financiado pelo INSS, e a tributação sobre o trabalho na folha de pagamento deixa de onerar o valor dos bens e serviços produzidos no Brasil. A Previdência Social pública brasileira não pode prejudicar uns e beneficiar outros. Ela tem de ser boa para todos os brasileiros. Indistintamente! E ao Brasil!

Ney José Pereira

neyjosepereira@yahoo.com.br  

São Paulo

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DAQUI A 50 ANOS

Engraçado o governo, porque daqui a 50 anos a Previdência vai apresentar déficit de trilhões de reais e o trabalhador que quer se aposentar hoje terá de se submeter a regras cruéis para evitar um déficit futuro. Daqui a 50 anos, se continuar a correção do valor da aposentadoria no ritmo atual, o teto será o valor do salário mínimo.

Minoru Takahashi

minorinhotakahashi@hotmail.com 

Maringá (PR)

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O PROBLEMA É A INFORMALIDADE

Enquanto o Congresso Nacional discute e reforma da Previdência, quando decidem sobre o fator previdenciário, que vem dilapidando os aposentados, só lemos e ouvimos economistas renomados alardeando sobre o comprometimento futuro da Previdência. Mas fica uma pergunta: se existem hoje no País mais de 50% trabalhando e vivendo na clandestinidade, por que o governo não começa a rastrear quem ganha e emprega esses funcionários, obrigando-os a sair da informalidade? Porque um dia, na velhice, com certeza este governo socialista irá incluí-los como aposentados do INSS, empatando quem contribuiu a vida inteira e que hoje já divide com os aposentados rurais quem jamais contribuiu. Se 50% dos brasileiros saírem da informalidade, não haverá déficit na Previdência! 

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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'E O SALÁRIO Ó..."

Conforme noticiado pelo "Estadão" recentemente, o ministro da Previdência, Carlos Gabas, havia sinalizado o veto ao novo cálculo da aposentadoria. Na foto que ilustrava a matéria, o ministro fez um gesto que lembrou o professor Raimundo, personagem do saudoso Chico Anísio: "E o salário ó...".

Cláudio Moschella

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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CLASSES DE TRABALHADORES 

Os trabalhadores brasileiros regulares são divididos por classes conforme regulamentação da previdência pública. Os trabalhadores de primeira classe são os funcionários públicos, contratados pelo governo para prestar serviços públicos para a população brasileira, serviços de excelente qualidade, como todos já sabemos, principalmente na saúde, na educação, na segurança e em todos os outros serviços públicos. Grande parte dos servidores públicos é contratada por concurso público e não pode ser demitida, estabilidade eterna; outros são contratados por QI (quem indica), geralmente outro funcionário público de primeira classe, um político. Estes funcionários de primeira classe recebem aposentadorias plenas com base no último salário, e a justificativa é de que o desconto de 11% incide sobre o salário total, o empregador (povo brasileiro) contribui com mais 8% e, se não for suficiente para pagar a folha salarial e as aposentadorias dos servidores públicos, a solução é sempre a mesma: aumento de impostos para os trabalhadores de segunda classe. Os trabalhadores de segunda classe são os que trabalham na iniciativa privada, ou seja, empresas produtivas que geram valores para a nação brasileira. A produtividade destes pobres assalariados é avaliada constantemente e, quando eles atingem a idade de 50 anos, entram na lista da próxima dispensa, sustentam toda a previdência pública brasileira com desconto em folha de cerca de 11%, em média, mais a parte do empregador de 12%, mensalmente. Ou seja, o que deveria ser uma poupança do trabalhador brasileiro para ter um fim de vida confortável é utilizado para farta distribuição para aposentadoria de políticos com apenas oito anos de mandato, jogadores de futebol, bolsa presidiário, bolsa terrorista, trabalhadores rurais que nunca pegaram numa enxada na vida e, evidentemente, pagar a aposentadoria dos trabalhadores de primeira classe. Porém os trabalhadores de segunda classe só se aposentam com a média real das últimas 80 contribuições de no máximo 10 salários mínimos, e ainda tem o fator previdenciário, ou seja, mesmo que este trabalhador contribua por 100 anos, nunca receberá mais que 80% de 10 salários mínimos. Ainda pior, este trabalhador de segunda classe é sempre o responsável pelo rombo da previdência pública, e sente sua aposentadoria minguar todo ano com reajustes pífios bem abaixo da inflação. Conclusão: Deus tenha piedade de nós, pobres aposentados dos trabalhadores de segunda classe, pois os governantes não têm a mínima piedade de nós.

Vagner Ricciardi

vbricci@estadao.com.br 

São Vicente

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HUMILHAÇÃO

Fala-se demais sobre um déficit no INSS sempre pesando para o lado do setor privado, quando as pessoas envolvidas não analisam o fato em sua raiz e com coerência e serenidade. Há sete anos foi divulgada pela imprensa declaração do então secretário do INSS, Helmut Schwarzer, afirmando que o peso do déficit representava 80% do setor público e somente 20% do privado. Portanto, raciocinando sobre outra perspectiva, deduz-se que a massa geradora de imposto representa 20% para sustentar uma classe que, independentemente se trabalha ou não e se aposenta com salário integral, não vem ao caso - a realidade é que "somente o setor privado (20%) produz insumos para sustentar toda a massa pública e suas despesas". Assim, é injusto e agressivo que tenha me aposentado em 1980 com 8 salários mínimos, isto é, 80% do teto, e hoje receba apenas 5% do máximo. É humilhante, debochado, como se dessem uma bofetada em cada um que o sustenta com impostos recolhidos. Esta é a realidade dos últimos governos que nada fizeram ou fazem com lógica e eficiência e nada realizam porque não raciocinam e nunca tiveram interesse para tal. E os políticos, indiferentes, tudo aceitam com seus conchavos e ainda aplaudem.

João Roberto Gullino

jrobertogullino@gmail.com 

Petrópolis (RJ)

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APLIQUE-SE!

Só queria entender: a chamada fórmula de aposentadoria "alternativa ao fator previdenciário 85/95", com ou sem idade mínima, será também aplicada aos "congressistas, governistas e ao Poder Judiciário"? 

José Carlos Alves

jcalves@jcalves.net

São Paulo

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FHC E O FATOR PREVIDENCIÁRIO

Insiste o ex-presidente FHC em adular a necessidade do fator previdenciário, aquele que pune quem de fato contribuiu para a Previdência Social da iniciativa privada (RGPS-INSS). Nada fala que o déficit do Regime Geral da Previdência Social (RPPS, previdência dos servidores públicos federais) é quase tão grande como a do INSS. Enquanto essa atende a quase 28 milhões de pessoas, a do funcionalismo federal atende a quase 1,1 milhão de "marajás". Não lembra, ainda, o ex-presidente de sua concessão (e com chapéu alheio, o dos trabalhadores urbanos) concedendo mais de um benefício por família ou casal ao RGPS Rural - o efetivo causador do déficit no RGPS Geral (INSS). Assim, um "cidadão" na zona rural passa a receber o benefício com 60 anos, bastando "comprovar" 15 anos de trabalho na zona rural, desnecessário é contribuir. Trata-se de um salário mínimo por mês; e sua esposa idem, aos 55 anos de idade. FHC quase dobrou o "buraco" no sub-regime rural, sem a necessidade constitucional de estender ao cônjuge o benefício. Fez por pura politicagem e sem fundos ou recursos para tanto. O tamanho do buraco criado jamais será coberto pelo "roubo" aos contribuintes do regime - pelo chamado fator previdenciário. Nada fez FHC para adaptar o regime a aspectos fundamentais que permeiam os sistemas mundo afora, como o benefício rural ser passível a uma pessoa por família; e/ou criar necessidade de contribuição mínima. Se o governo quer doar, repito "doar", aquilo que chama de distribuição de renda pelo RGPS Rural, deveria fazê-lo com recursos do Tesouro, e não da Previdência, pois estes pertencem a quem contribui ou contribuiu por quatro décadas. Bom que se explique, ainda, que um trabalhador que recebia em janeiro de 2003 o equivalente a 4 salários mínimos, por exemplo, hoje recebe pouco mais de 2,1 salários mínimos. Essa é a justiça de FHC, de Lula e de Dilma para com todos os trabalhadores, contribuintes e aposentados como ex-contribuintes do RGPS. Uma vergonha que fatalmente conduz nossa população a um trágico empobrecimento na terceira idade.

Oswaldo Colombo Filho

colomboconsult@gmail.com

São Paulo 

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CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Está prevista uma economia de R$ 50 bilhões até 2026 com a nova aposentadoria. Essa "economia" significa redução de R$ 50 bilhões nas mãos de aposentados para aumentar seus gastos descontrolados que iriam para o mercado, com novos carrões, novas viagens para o exterior, etc. Por outro lado, estes R$ 50 bilhões, ECONOMIZADOS PELO GOVERNO, sem verificar e demonstrar se o rombo (razão para o corte) da previdência origina-se nas aposentadorias plenas dos servidores (do Executivo, Legislativo e Judiciário) e fraudes, irão pelo ralo em "mensalões, "petrolões", financiamentos do BNDES para empresas milionárias, aumento para juízes e asseclas, gastos com deputados e senadores, perdão de dívida de clubes, 39 ministérios, etc. Daí não há explicações para a concentração de renda.

M. Mendes de Brito

voni.brito@gmail.com 

Bertioga

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AJUSTES FISCAIS

Quando o governo propaga que está "poupando" com as medidas de ajuste, ele está logrando o cidadão com essa expressão, porque na realidade não está poupando nada. Estaria poupando, se cortasse os seus próprios salários, os das autoridades e os dos políticos, seus benefícios e suas despesas. Isso o governo não está fazendo. Portanto, não está poupando. Na realidade, está tirando benefícios do contribuinte. Está empobrecendo e roubando o trabalhador. Falta absolutamente honestidade ao governo do PT. Está fazendo propaganda enganosa e criminosa, e está praticando estelionato: artigo 171 do Código Penal.

Ottfried Kelbert

okelbert@outlook.com  

Capão Bonito 

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AVISO PRÉVIO NAS PEDALADAS 

A atitude do Tribunal de Contas da União (TCU), de dar 30 dias para que o governo Dilma se explique sobre as "pedaladas fiscais" nas contas de 2014, soa estranha quando se observa que jamais esse tribunal rejeitou as contas de qualquer presidente da República, sem embargo nenhum deles deva ter sido fiel cumpridor da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O ministro Augusto Narder cria um ambiente de suspense e terror ocupando sem intenção a função que tiveram em saudosas épocas o gênio do suspense Alfred Hitchcock ("Pássaros") e Bela Lugosi ("Drácula de Bram Stoker"). O relator que está criando essa expectativa estéril deu à presidente um prazo de 30 dias para que ela se explique. Explicar o que, cara pálida? Se as contas foram julgadas, está provado que houve pedaladas, vitimando a Lei de Responsabilidade Fiscal, beneficiando uma reeleição presidencial, estes 30 dias servirão para que madame Rousseff reorganize as peças no tabuleiro. A irresponsabilidade da presidente está a exigir uma atitude decisiva do tribunal, mas já se sabe que tudo isso não passa de firulas, bombinhas de traque em que mais uma vez ficará demonstrado que quem detém o poder pode tudo - e à vassalagem cabe estender o tapete. Estranha pizza que levará 30 dias para assar. A tranquilidade de Dilma está assentada no aparelhamento infalível das organizações institucionais.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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MOLEZA

Vai ser fácil Dilma explicar as 13 pedaladas ao TCU: é só mostrar suas fotos antes e depois das pedaladas. Ela deve ter emagrecido mais do que 13 kilos...

Silvio Leis  

silvioleis@hotmail.com 

São Paulo 

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PIZZA

Infelizmente, sabemos que, em virtude do aparelhamento promovido pelo PT nos mais diversos órgãos do País, nada vai acontecer com a presidente Dilma em virtude das possíveis explicações que deverá dar sobre irregularidades de "apenas" R$ 281 bilhões no balanço de 2014. Quando muito, vai sobrar para o ex-ministro Guido Mantega e para o sr. Arno Augustin, e, aliás, caso isso aconteça, também o fazem por merecer, pois não tiveram a hombridade nem o profissionalismo de não compactuar com tantas pedaladas, infringindo as leis vigentes.

Luiz Roberto Savoldelli

savoldelli@uol.com.br 

São Bernardo do Campo

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TRIBUNAL DE CONTAS

PTCU?! 

J. S. Decol

decoljs@globo.com 

São Paulo

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INEXPLICÁVEL

O TCU pode dar o prazo que quiser. Não haverá como explicar o inexplicável. 

Luciano Harary

lharary@hotmail.com 

São Paulo 

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30 DIAS

1) "Será que o TCU deu 30 dias para dona Dilma como aviso prévio? Tomara. 2) O TCU avermelhou, digo, amarelou? Ou a tal impunidade será sempre a nossa bandeira? 3) Não adianta ser tribunal de contas, tem de executar!

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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SEM (QUALQUER) ALTERNATIVA

Tudo leva a crer, a concessão, pelo TCU, de 30 dias de prazo para que Dilma explique as contas do governo de 2014 tem o sentido de dar à "presidenta" tempo suficiente para que, depois, não possa S. Exª alegar não ter tido o devido direito de defesa. Com o Supremo Tribunal Federal (STF) "aparelhado" como está, não seria difícil de Dilma ser absolvida - apesar de tudo -, só que por questões "técnicas", já que, no mérito, parece muito difícil ela conseguir convencer a Corte de Contas sobre tantas e tamanhas irregularidades havidas nas finanças da União no ano findo, em total desprezo à Lei de Responsabilidade Fiscal. As dívidas escondidas pelo governo com bancos e fornecedores somam a bagatela de R$ 256 bilhões, valor superior ao PIB de muitas nações. A grandeza dessa cifra é suficiente para dar a dimensão da barbaridade que foi o último ano do primeiro mandato de Dilma. À vista do descalabro financeiro pelo qual a criatura de Lula é a principal responsável, não admira que tivessem chamado alguém com currículo, embora das "hostes inimigas" - Joaquim Levy -, para pôr ordem na casa. Do jeito que a coisa estava, não havia, mesmo, qualquer outra opção.

Silvio Natal

silvionatal49@gmail.com     

São Paulo

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COLHER DE CHÁ 

O TCU, para evitar contestação futura, dá como colher de chá um prazo de 30 dias para a presidente Dilma explicar as quase que inexplicáveis pedaladas fiscais do balanço do exercício de 2014. Pedaladas fiscais que desrespeitam a Lei de Responsabilidade Fiscal, porque omitiram do balanço do ano passado R$ 37,1 bilhões. Na realidade, não foi uma simples omissão! O crime administrativo se explica porque o Planalto obrigou a Caixa e o Banco do Brasil a quitarem compromissos sociais e obras do Minha Casa, Minha Vida, etc. a descoberto, ou seja, sem que o governo tivesse coberto com seus recursos essas despesas. E, como bancos públicos, não poderiam realizar essas operações. O estrago está feito! 

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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RESPONSABILIDADE FISCAL

Não há maquiagem que possa disfarçar as rugas da irresponsabilidade fiscal estampadas na cara do governo da "presidenta" Dilma Rousseff"

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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NÚMERO DA SORTE

Consta que a presidente Dilma terá de explicar irregularidades em 13 itens das contas públicas de 2014. A exigência se faz necessária uma vez que o TCU é quem apurou tais irregularidades. Coincidência ou não, 13 é o numero de seu partido. A única dúvida restante ainda é se as "pedaladas" foram feitas em bicicletas de aro 13. Aí a coisa "danou"!

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava 

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COINCIDÊNCIA

Por coincidência, são 13 as irregularidades do governo Dilma apontadas pelo TCU. Assim, como "nunca antes visto neste país", é a primeira vez na história daquela Corte rejeitar as singelas "pedaladas" na ordem de R$ 37 bilhões da presidenta PT-13.  

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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VITÓRIA

Pela primeira vez um presidente da República não poderá apenas alegar que fez o que todos os outros governos fizeram no que tange às "pedaladas fiscais" do exercício anterior. Dilma terá de explicar, por ofício, sua parte no malfeito. Ganha o TCU, respira a democracia.

Ricardo C. Siqueira

ricardocsiqueira@globo.com 

Niterói (RJ)

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A CRISE VEM AÍ

Estamos vivenciando aquela calmaria que antecede grandes tempestades. Baixa pressão enganadora que deixa a economia, de uma maneira geral, em estado letárgico, na vã esperança de que não aconteça o pior.

Sergio S. de Oliveira

ssoliveira@netsite.com.br 

Monte Santo de Minas (MG)

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CEDO PARA FESTEJAR

É muito fácil aceitar que maiores de 16 anos, já envolvidos em crime hediondo, homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, roubo qualificado e outros, já possam responder por seus atos, como prevê a proposta de emenda constitucional (PEC) aprovada na Câmara dos Deputados. Mas não existe nada a ser comemorado pelos parlamentares que a aprovaram por ampla maioria, pois o Estado não oferece a estes jovens educação e oportunidades para que não sejam facilmente seduzidos pelo crime e, quando presos, se especializem nas verdadeiras escolas de criminalidade que são as nossas cadeias. Há muito por fazer antes de festejar.

Abel Pires Rodrigues

abel@knn.com.br                                     

Rio de Janeiro 

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MAIORIDADE PENAL

As argumentações dos contrários à redução da maioridade para fins penais são tão ingênuas que seriam engraçadas, se o assunto não fosse sério. Um delas afirma que nossas penitenciárias não possuem vagas suficientes para o menor. Aí eu pergunto: então, vamos deixar esses delinquentes livres e soltos, matando, estuprando, traficando e roubando? Não sou a favor de manter o preso, menor ou maior, nas péssimas condições, mas até isso já é um bom motivo para que eles pensem muito bem antes de fazer alguma besteira. Afirmar que as cadeias não corrigem o infrator e ainda o ensinam a ser mais violento, sem dúvida, é verdade. Mas e as ruas, corrigem alguém? Algum menor infrator vai "virar bonzinho" por estar em liberdade? Já fiz essas perguntas a vários defensores dos direitos dos "pobrezinhos". Infelizmente, nunca fui respondido.

Luciano Nogueira Marmontel

automat_br@ig.com.br 

Pouso Alegre (MG)

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SÓ DISCURSO

Os defensores de manter os criminosos menores de 18 anos fora dos presídios alegam que eles vão sair de lá pior do que entraram. Só que se esquecem de que com eles soltos é a sociedade que vai a cada dia vendo crescer seu medo de andar pelas ruas. Infelizmente, o governo vive de discursos e nada faz para tentar alguma solução.

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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GOVERNO IRRESPONSÁVEL

O ministro da Justiça representou o governo no Congresso Nacional, dando uma desculpa esfarrapada, beirando à estultice, para não tratar de frente e com seriedade uma política de menores delinquentes. Fez um discurso exaltado fingindo emoção, como se aquilo fosse importante para ele e o governo, que muito se preocupam, o que é mentira. O Brasil deveria criar uma legislação especial e construir presídios especiais para os menores, afinal, não são tantos quanto os adultos. O governo não quer encarar o problema porque não tem responsabilidade com os problemas verdadeiros do Brasil. Quer livrar-se rapidamente deles. Se parte do dinheiro que sustenta os 39 ministérios, as mais de 20 representações consulares inúteis abertas em países desinteressantes para abrigar petistas, os empréstimos quase a fundo perdido para Cuba, Venezuela e outros, enorme gastos com 4.600 funcionários no Planalto (a Casa Branca tem 460!) e muitos gastos desnecessários fossem reduzidos, a questão do alojamento do menor delinquente poderia ser encarada como um "problema de Estado", responsável e executado. A posição do ministro significa que um enorme problema para a sociedade não pode ser cuidado pelo governo porque este tem gastos supérfluos mais importantes. Além disso, o ministro demonstrou que o governo não tem interesse no assunto, cortando-o pela raiz. Estúpido governo que não é dirigido para o povo, mas para os governantes e seus partidos políticos, caracterizados pela ladroagem. Nossos dois presidentes petistas e seus vassalos, como se está verificando pelas investigações, dilapidaram a Petrobrás, que está em estado falimentar. Essa foi a principal atividade petista nos últimos anos. Mas as responsabilidades do governo pelos menores criminosos, como muitas outras, foi jogada no lixo. Para Dilma, Mercadante e o PT, delinquente infantil não é problema do Estado. 

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br 

São Paulo

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HORA DE AGIR

O nobre ministro da Justiça, falando mal das prisões brasileiras, mostra o quão incapaz é este governo do PT. Por que, em vez de falar mal, não se mexe e faz o que já deveria ter sido feito? Privatizar as prisões, como é feito nos Estados Unidos, por exemplo? Já passou da hora de ficar nos enganando, como se fôssemos todos otários e petistas. A hora é agora. Mexa-se e esqueça o que disse. Ainda dá tempo de fazer o correto, que não é deixar os menores ou outros livres, leves e soltos, como alguns querem.

Alberto Fumace Baruthy

afumaaabaruty@bol.com.br 

São Paulo

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CRIME E CASTIGO

Vejamos o que está acontecendo hoje no País em relação aos crimes e castigos, lembrando Dostoievski. Após demorado processo judicial, o criminoso é condenado a ter sua liberdade restrita, sendo, então, enviado a um estabelecimento do sistema prisional, qualificado, pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, responsável pelo seu funcionamento, como verdadeiras escolas do crime. Lá, o nosso meliante, com o conhecimento adquirido, encontra, ainda segundo a mesma autoridade, meios de controlar a violência daqui de fora. Ou seja, ao invés de puni-lo com a reclusão que o impediria de cometer outras ações criminosas, constata-se que, agora de certa forma protegido pelos muros prisionais, ele passa a ser um agente alimentador do tormento que vem cada vez mais ameaçando a sociedade, tudo isso reconhecido passivamente por quem deveria estar atuando com máximo empenho para reverter o processo. Há meios de sair desse labirinto dos horrores? O prognóstico é sombrio. No caso de Raskólnikov, personagem autor do crime, criado pelo escritor russo, em seu maravilhoso romance "Crime e Castigo", o tempo passado na Sibéria isolou o condenado e o transformou num cidadão útil. Hoje, uma Sibéria seria inaceitável mas o imenso aparato tecnológico de que se dispõe, pode contribuir para um salutar isolamento.

Paulo Roberto Gotaç

prgotac@Hotmail.com   

Rio de Janeiro

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MÁS INFLUÊNCIAS

Uma das argumentações contra a redução da maioridade penal é que o menor infrator, ao conviver com bandidos adultos, vai sair "formado no crime". Como pode um menor que é assassino e estuprador ficar ainda pior? Se esse argumento contra a redução é válido, que dizer de um jovem advogado que vai para o Poder Judiciário? Ou um cidadão que é eleito para o Legislativo? Ou, ainda, que dizer de um jovem idealista que se filia ao PT?

André Coutinho

arcouti@uol.com.br

Campinas 

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INSEGURANÇA PÚBLICA

Enquanto o flagelo da criminalidade progride em escala geométrica, o governo federal que aí está há 12 anos continua paralisado, incapaz sequer de formular uma efetiva política nacional de segurança pública que enfrente o descalabro. Até quando o povo brasileiro, largado à própria sorte, aceitará marchar passivamente feito gado para o abatedouro? Acorda, cidadania! 

Rui da Fonseca Elia

ruielia@terra.com.br 

Rio de Janeiro

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LUIZ INÁCIO E OS DESEMPREGADOS

O eterno sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva compareceu ao 5.º Congresso do PT, que aconteceu em Salvador, e, falando para uma plateia para lá de amestrada e de puxa-sacos, debochou das demissões de jornalistas dos principais jornais brasileiros, dizendo que essas empresas jornalísticas nem conseguem administrar suas empresas numa crise e a primeira atitude é demitir seus empregados. E "chutou" um número de cerca de 440 profissionais que foram para o olho da rua. Pois ?, mas esse cafajeste não teve a coragem de dizer que essas demissões, e as que estão ocorrendo nas montadoras, nas indústrias de autopeças e nas demais cadeias produtivas, que já somam mais de 8 mil pessoas, a grande maioria "seus cumpanheros metalúrgicos", principalmente, se devem à política desastrada do seu segundo governo e do primeiro governo de seu poste, Dilma, sob comando do incompetente Guido Mantega, que deixou para o povo brasileiro essa carga estratosférica de impostos e, consequentemente, esse descrédito que o País sofre, com grande fuga de capitais. Tudo isso vem causando uma crise em nossas indústrias, num sufocamento com a imensa carga tributária, sem reformas trabalhistas e, assim, sem condições de manter empregos. Isso Lula não falou e omitiu escandalosamente da plateia que o ouvia, que deve ter sido composta de petralhas com cargos comissionados ou um bando de parvos.

Agnes Eckermann

agneseck@gmail.com 

Porto Feliz

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O LULA NO PETROLÃO?

Duvido que a Operação Lava Jato consiga enquadrar Lula e colocá-lo em cana como foi no "mensalão", com  Zé  Dirceu, Genoino e outro petistas, pois, além de contar com a cumplicidade da politicalha tupiniquim do Cambalacho Nacional, ele tem   maioria no STF. Será preso apenas se provas de seu envolvimento nesse processo (petrolão) chegar aos americanos e o FBI sentir que a roubalheira prejudicou de alguma forma os EUA. Então, "cumpanheiros", fazer turismo fora do País, nem para Cuba vai mais.

Laércio Zannini

spettro@uol.com.br 

São Paulo

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O SISTEMA DE PARTILHA NA PETROBRÁS

Assisti a um pronunciamento da senadora Vanessa Graziotin sobre o projeto de lei apresentado pelo senador José Serra modificando o sistema atual para exploração do pré-sal. Segundo a senadora, do PCdoB, o projeto do senador tem como objetivo destruir a Petrobrás. Ora, ora, senadora, ou a sra. não leu o projeto ou está agindo de má-fé dando uma interpretação errada ao propósito do projeto. No atual sistema de partilha, a Petrobras é obrigada a participar com 30% do investimento, sendo a única operadora na extração do petróleo e do gás. A alteração proposta pelo senador é para ajudar a Petrobrás, tirando a obrigatoriedade, mas não impedindo. O projeto é realista diante das dificuldades de caixa da empresa e sua capacidade de investimento. Nada impede que ela participe, apenas tira a obrigação estabelecida na partilha. Caso prevaleça o texto atual, os leilões previstos não serão possíveis e o nosso pré-sal ficará como dinheiro guardado embaixo da cama! 

Paulo Tude

petude@hotmail.com 

São Paulo

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SENADORES NA VENEZUELA

Aloysio Nunes, Aécio Neves, Cassio Cunha Lima, José Agripino, Ronaldo Caiado, Ricardo Ferraço, José Medeiros e Sérgio Petecão foram à Venezuela para pressionar o governo do presidente Nicolás Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Pelo visto, a visita não foi devidamente organizada, pois a van dos parlamentares foi atacada por manifestantes. Portanto, o Brasil, que está totalmente endividado, perdeu mais alguns milhares de reais nesta empreitada, que foi um fiasco. Os oito parlamentares, que poderiam ter ficado em Brasília trabalhando para defender os interesses do povo brasileiro, se ausentaram e foram ameaçados no exterior. É mais um vexame para o governo brasileiro.

José Carlos Saraiva da Costa

jcsdc@uol.com.br

Rio de Janeiro

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BAGAGEM

Que a "Caravana da Vergonha" não se tenha esquecido  de levar papel higiênico...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com 

São Paulo

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REFUGIADOS

O número de refugiados no mundo bateu recorde em 2014, com mais de 59,5 milhões de pessoas. Com a guerra na Síria e outros conflitos, sobretudo na África e no Oriente Médio, o número de refugiados aumentou quatro vezes desde 2010. Hoje, 0,8% da população mundial é de refugiados, o que dá 1 em cada 122 pessoas. Fosse um país, seria o 24.º mais populoso do planeta. Fica clara a inoperância e incompetência da ONU, das organizações internacionais e dos EUA para solucionar tal tragédia. Acabaram por se tornar muito mais parte do problema do que da solução. No injusto e desigual mundo atual, no tecnológico século 21, cada vez mais pessoas são obrigadas a abandonar suas casas por causa de guerras, perseguições, preconceitos, fome e outras mazelas, algo inaceitável sob qualquer ponto de vista e que envergonha a humanidade.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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NÃO À IDEOLOGIA DE GÊNERO 

A Câmara Municipal de Campinas derrubou por 28 votos a 3 a ideologia de gênero no currículo escolar naquele município, onde mais de 70% da população é contra essa diabólica forma de querer ensinar nas escolas que não nascemos homem ou mulher, mas a sociedade é que nos faz ser homem, mulher ou neutro. Infelizmente, em São Paulo, porém, a Câmara vinha adiando a votação, que, agora, está marcada para hoje (19/6). Será uma tentativa de cansar as famílias e seus defensores para nos fazer engolir, de modo ditatorial, a ideologia de gênero e seus conceitos semelhantes no Plano Municipal de Educação? Atenção, senhores vereadores! Atenção!

Elton Pereira Leite Gomes

elton_6455@hotmail.com 

Guarulhos 

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'PADRÃO XANGAI'

Cumprimento o professor José Antonio Segatto. Sua crítica sobre o ranking das universidades ("Estadão", 18/6, A2) não é só relevante, mas é bastante oportuna. Infelizmente, não temos a cultura dos países avançados para que a pulsão bibliometria não afete a qualidade ou valor intrínseco do conhecimento gerado. No Brasil (não é o único país) o transplante do modelo bibliométrico, útil na década de 1980, tem estimulado um vale-tudo que só "beneficia" o pesquisador e ilude a opinião pública. Se perguntarmos quem descobriu o que ou quem introduziu que inovação, só poderão responder positivamente uns poucos gatos pingados que se dedicam integralmente à Ciência e Tecnologia. 

Antonio Carlos Martins de Camargo, professor titular da USP aposentado, ex-vice-diretor do Instituto de Ciências Biomédicas

antonio.camargo37@gmail.com 

São Paulo

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A MORTE DO PRESIDENTE

O Brasil lamenta a morte do ex-presidente da República Paes de Andrade. Ele será eternamente lembrado por ter voado, com grande comitiva, para sua cidadezinha natal no interior do Nordeste assim que tomou posse como presidente interino. O bizarro episódio de vários aviões de grande porte pousando no meio do nada para satisfazer a um capricho pessoal tolo de um presidente da República absolutamente irrelevante poderia estar num roteiro de filme sobre as Repúblicas de bananas sul-americanas. A patética passagem desse cidadão pela Presidência da República ilustra muito bem a prioridade absoluta que os políticos brasileiros dão a seus interesses pessoais. Todos estão muito mais preocupados em saber o que o Brasil pode fazer por eles do que o que eles poderiam fazer pelo Brasil. Ao povo só resta sentir cada vez mais vergonha do governo brasileiro. 

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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COPA AMÉRICA - NOVO FIASCO À VISTA 

Que vergonha, que vexame a atitude do jogador Neymar, queridinho da imprensa e da torcida verde e amarela, que provou não estar preparado para liderar em campo o selecionado canarinho. Ele, como todos os outros jogadores, foi um verdadeiro fiasco em campo e ao agredir com uma cabeçada o jogador colombiano após o término do jogo pela Copa América disputado no Chile. O apagão na seleção na Copa do Mundo se repetiu novamente, o que é "inacreditável". A foto daquela fatídica partida do 7 a 1 contra a Alemanha estava estampada novamente no semblante dos jogadores do Brasil. O 1 a 0 contra a Colômbia até ficou barato para a seleçãozinha de Dunga, que confundiu jogos amistosos com disputa de título. Jogo é jogo, treino é treino, moçada. Dependente de um só jogador nervosinho e irritado com seus problemas particulares extra campo, pode desfalcar a seleção até as quartas de final, ficando de fora contra Venezuela e, supostamente, de outros dois jogos. Segundo o artigo 29, parágrafo 3 do regulamento da Copa América, ele terá de cumprir uma partida de suspensão pelos dois cartões amarelos e outra pela expulsão. O fato é que, se a seleção brasileira repetir contra os venezuelanos a bolinha quadrada que jogou contra os colombianos, pode voltar para casa mais cedo do que o esperado. Esperar para ver!

Turíbio Liberatto

turibioliberatto@hotmail.com 

São Caetano do Sul

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SELEÇÃO MEDÍOCRE

Esta seleção brasileira que está na Copa América é brincadeira. Chamar aquilo de seleção é ofensa às seleções do passado. Viram o gol que o Firmino perdeu? Alguém dirá "ah, mas qualquer um pode perder gol". Sim, pode. O pior é que não surge outra oportunidade e o time perde por ter perdido a única oportunidade real que teve de marcar gol. Aquilo não é gol que se perca. E o time escalado pelo Dunga? Três volantes. Quando é que vai acabar a dinastia de técnicos defensivistas? Dunga e Felipão, quando jogadores, não foram nenhum fora de série. Eram autênticos cintura-dura. O craque com eles não tem vez. Bom é o volante que faz falta na entrada da área ou pênalti. O craque não tem vez com eles, e segue o Brasil formando estas seleções medíocres. Depois não sabem por que tomaram de 7 da Alemanha.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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BATE-BOLA

A nossa seleção está lastimável, mas, em compensação, a presidente Dilma está batendo um bolão.

Marcos Catap

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

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