Fórum dos leitores

CRISE GREGA

O Estado de S. Paulo

05 Julho 2015 | 03h00

De Leônidas a Tsípras

A Grécia contemporânea amarga o terceiro lugar no ranking europeu da pobreza (dados de 2013). Entre os quase 11 milhões de habitantes, 2,5 milhões estão abaixo da linha de pobreza e 3,9 milhões, em risco de pobreza ou exclusão social, o que corresponde a 35,7% da população grega. Na União Europeia, apenas a Bulgária e a Romênia estão em situação pior nesse quesito. A Grécia está dando um exemplo de como governos de esquerda mal-intencionados podem levar uma nação. Ah, a Grécia de Leônidas e os 300 bravos do Desfiladeiro das Termópilas que desafiaram o poderoso exército do rei Xerxes. (O rei mandou um recado a Leônidas: “Meu exército de arqueiros é tão numeroso que suas flechas podem cobrir a luz do sol”. Respondeu-lhe Leônidas: “Melhor, combateremos à sombra”.) A Grécia de Ulisses, da Ítaca, de Aquiles, de Troia, dos deuses que habitavam o Monte Olimpo, das fascinantes lendas da mitologia que se perderam nas brumas do tempo, vivendo dos ensinamentos deixados por seus filósofos, da criação da democracia, da majestosa Acrópole de Atenas. Relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o país necessita de 60 bilhões de euros de ajuda para se manter até 2018. Estaria o Brasil caminhando para ser uma Grécia dos trópicos?

JAIR COELHO

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

LULOPETISMO

Jus sperniandi

Em discurso para integrantes da Federação Única dos Petroleiros, o ex-presidente Lula discursou raivosamente, como um animal acuado num canto, e chegou ao calão, como sempre. Ele voltou a culpar os outros pelo mau humor que está espalhado pelo País e, para variar, culpou a crise internacional pela situação calamitosa em que se encontra a nossa economia, etc., etc. Ora, sr. Lula, o povo já entendeu a situação em que nos encontramos e sabe bem qual é o verdadeiro motivo, tanto que as pesquisas mostram dona Dilma no fundo do poço. Vamos enfrentar três anos e meio difíceis. Serão anos de ressaca da farra da gastança irresponsável promovida pelo governo. Precisamos rezar para que a corrupção não continue e a Lava Jato (Mãos Limpas) ponha culpados no seu devido lugar: o cárcere.

MÁRIO NEGRÃO BORGONOVI

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

Desnorteado

Lulla disse que a presidente Dillma deveria pôr “a cabeça no ombro do povo”. Tá, e dizer o quê? Sinto muito pelo desemprego, pela alta da inflação, dos juros, da energia elétrica, dos combustíveis, das contas públicas em frangalhos, ou por ter mentido para ser reeleita e feito o diabo para continuar no poder? Positivamente, alguém precisa dar um norte a Lulla, sua bússola política pifou geral!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Pedalada inimiga

Ué, e ela continua pedalando, e tudo bem? Usa o FGTS para capitalizar o BNDES em R$ 10 bilhões, desobrigando o Tesouro, e dane-se o que é dos trabalhadores. Não paga boa parte do abono salarial devido para 2015 e transfere para até março de 2016, num total aproximado de R$ 10 bilhões. E olhem que somente quem ganha até dois salários mínimos por mês é que faz jus ao abono! Este é o governo que defende os trabalhadores? O “nós contra eles” acabou se revelando: o nós, governo, contra eles, povo.

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

Caso de polícia 

Por que a Polícia Federal (PF) não prende quem se finge de superávit primário, mas é, na verdade, um déficit real?

MÁRIO A. DENTE

dente28@gmail.com

São Paulo

Pixuleco

Tem jeito, não! Do modo que andam as coisas em nossa economia, com a disparada da inflação, logo nova moeda deverá estar circulando no Brasil. Será que vem aí o $ Pixuleco?

ADRILES ULHOA FILHO

adriles@uai.com.br

Belo Horizonte

Corrupção

Na palestra para petroleiros em São Paulo, Lula disse que, “se alguém roubou a Petrobrás, que pague”. Então, está resolvido, é só ele e seus cumpanheiros preencherem os cheques e entregá-los ao juiz Sergio Moro. Simples.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

LAVA JATO

Incoerentes

Lula e o PT pressionaram o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a renunciar por não “controlar” a PF no escândalo da Lava Jato. Curioso, não é o mesmo Lula e sua pupila ora no poder que vivem se gabando de não terem “engavetadores-gerais da República”, que seus governos dão autonomia para que se investigue e se processe quem quer que seja (incluindo os companheiros), etc.? Pois é, com bomba prestes a estourar para o lado deles, o discurso é outro.

LUIZ FRANÇA

luizfgf.adv@gmail.com

São Paulo

Incongruência

E José Dirceu? Vivia dizendo: “Este governo não rouba nem deixa roubar”. Mera ironia, pois ele pediu habeas corpus preventivo e a Polícia Federal estima em R$ 19 bilhões o assalto aos cofres da Petrobrás perpetrado pelo governo petista.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

E agora, José?

Contratar seis advogados renomados para sua defesa (haja dinheiro) é sinal de que o ex-ministro José Dirceu está apavorado. O habeas corpus preventivo impetrado por seus defensores não foi aceito pela Justiça. O outrora poderoso ex-ministro da Casa Civil está mesmo no mato sem cachorro. A contratação de seis causídicos para sua defesa é sintoma de que Dirceu está comprometido com os “malfeitos” que estão sendo investigados.

FRANCISCO ZARDETTO

fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Fala logo, Dirceu!

Com a negativa do habeas corpus preventivo tentado por José Dirceu, sua hospedagem na prisão da Polícia Federal em Curitiba é somente uma questão de tempo. Melhor seria para sua biografia que ele contasse logo tudo o que sabe, para não ter de tentar no futuro uma delação premiada e passar à História como um “laranja” do Lula.

HÉLIO DE LIMA CARVALHO

hlc.consult@uol.com.br

São Paulo

“Lula agora quer a degola de Dilma. Muita maldade aconselhá-la a encostar 

a cabeça nos ombros 

do povo. Muy amigo...”

ADEMIR VALEZI / SÃO PAULO, SOBRE O EX E SEU POSTE

adevale@gmail.com

“Que Dilma se inspire

na declaração de 

José Eduardo Cardozo”

ROBERT HALLER / SÃO PAULO SOBRE A FRASE ‘SE NÃO CONTRIBUO MAIS, SAIREI’

robelisa1@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

GOVERNO DILMA

O governo Dilma Rousseff é o pior governo pós-redemocratização do Brasil, na avaliação do povo brasileiro, segundo pesquisa Ibope/CNI, com 68% de reprovação. Deveria haver uma maneira de governos muito ruins poderem ser trocados a cada ano. Todos os trabalhadores do setor privado são avaliados regularmente e os que não têm performance adequada no alcance das metas são sumariamente demitidos, com exceção do funcionalismo público pois o empregador "povo brasileiro" é muito bonzinho.

Vagner Ricciardi vbricci@estadao.com.br 

São Vicente 

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CALMA, PRESIDENTE

Dilma pode ficar tranquila. Apesar dos péssimos índices de avaliação obtidos por ela neste seu segundo mandato - só comparáveis aos de Sarney e aos de Collor -, como o eleitor brasileiro comprovadamente não sabe votar, além de ter uma memória muito fraca, ela ainda terá por muitos anos um lugar de destaque na nossa política. Basta ver que esses seus dois antecessores, que também quase acabaram com o Brasil, continuam prestigiados e mandando. 

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro  

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PARA LEMBRAR

O governo Dilma deveria ter acabado quando ficou claro que sua ministra-chefe da Casa Civil tinha vínculos com um escritório obscuro que vendia favores e contatos junto ao governo. A ministra Erenice Guerra foi afastada, Dilma falou que de nada sabia e o jogo continuou. Depois de cinco anos e uma avalanche interminável de escândalos de corrupção e de incompetência sem precedentes na história da humanidade, a presidente Dilma continua no cargo única e exclusivamente porque nunca soube de nada do que acontece em seu governo e na sua gestão. Definitivamente, a democracia brasileira precisa ser revista, é preciso criar mecanismos que permitam algum controle, algo como uma diretoria de compliance, pois o País não pode continuar eternamente calado assistindo ao triunfo da mãe de todas as nulidades. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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GOVERNO EM DECADÊNCIA

Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. A receita extraída desse ditado mineiro é a que melhor serve para avaliar a última pesquisa CNI/Ibope divulgada na quarta-feira (1/7). A pesquisa mostrou novamente aquilo que se vê em todos os lugares, ou seja: piora a avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT). A pesquisa apontou, ainda, que apenas 9% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, ante os 12% de três meses antes. Parcela da população que considera a administração da petista ruim ou péssima subiu de 64%, da pesquisa anterior, para 68%, realizada em março. Já a desaprovação dos brasileiros da maneira de Dilma governar subiu de 78% para 83%. Esses números vão de encontro com a incompetência econômica no primeiro mandato. Avaliando os números da pesquisa, chega-se facilmente à conclusão de que nem mesmo os eleitores do PT, que sempre estiveram entre 30% e 35% do eleitorado, estão ao lado da presidente. O desencanto dos brasileiros com o governo do PT está inserido em inúmeros fatores que podem ser apontados como determinantes dessa deterioração de popularidade do governo Dilma. Sem dúvida, os escândalos de corrupção e o chamado "feel good fator" - um certo otimismo geral - devem ter papel importante nesse processo de degradação governamental. Mas, entre outros fatores que estão levando a popularidade do governo Dilma ladeira abaixo, não podemos desconsiderar variáveis econômicas relacionadas ao bem-estar da sociedade, como, por exemplo, emprego, renda e inflação. Juntando tudo, não há popularidade que resista e o resultado é o que vemos na pesquisa, que ainda pode piorar. Quem viver verá!

Turíbio Liberatto turibioliberatto@hotmail.com 

São Caetano do Sul

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IMPLOSÃO

Dona Dilma não é do ramo. Tem de pegar o boné, enfiar a viola no saco e cair fora. O Brasil está implodindo.

Cecília Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com 

São Paulo

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LULA SOBRE SUA CRIA

O sr. "Brahma" disse que os problemas do Brasil são decorrentes da conjuntura externa. Mais uma vez os petistas adotam o velho discurso "a culpa é sempre dos outros e não sabemos de nada".

Sergio Cortez cortez@lavoremoveis.com.br 

São Paulo

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CULPAS EXPIADAS

Não bastassem os bodes expiatórios de Lula, agora ele achou uma cabra expiatória chamada Dilma.

Dionysio Vecchiatti dio.vecchiatti@terra.com.br  

Valinhos

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DAR A VOLTA POR CIMA

O ex-presidente Lula foi a Brasília durante a viagem da presidente Dilma aos Estados Unidos e aproveitou para conversar com o marqueteiro e com aliados, e cobrou reação e "volta por cima" do PT. O velho brocardo popular ficou em maior evidência com o samba do saudoso Paulo Vanzolini, e sua letra veio à minha memória tão logo li a manchete no "Estadão". Particularmente, no trecho em que diz "um homem de moral / Não Fica no chão / Nem quer que mulher / lhe venha dar a mão / Reconhece a queda / E não desanima / Levanta, sacode a poeira / E dá a volta por cima". E a diferença no caso é que o partido, depois do primeiro mandato da presidente, da sórdida campanha mentirosa urdida pelo mesmo marqueteiro, agora novamente convocado por Lula, perdeu a moral para dar a volta por cima. E, para piorar a sua situação, além da falta de moral, teima em não reconhecer a queda, tentando jogar a culpa em quem não a tem, já que o que está ocorrendo com o PT é um tombo solo, pois o partido tropeçou em sua crença de que estava acima de tudo e de todos. O ex-presidente tem razão quando diz que a crise atual do governo Dilma é dramática. Mas o é como consequências das mentiras que ela e o partido falaram para a população, o é pela sórdida roubalheira na Petrobrás e, principalmente pela política econômica tramada para garantir-lhes a reeleição e que agora cobra o seu preço para toda a população brasileira, trazendo-nos de volta uma inflação e um desemprego que supúnhamos superados.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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ALMOÇO DE DOMINGO

Em se tratando de Lula, tive uma boa ideia: ao invés de ir a Brasília tentar salvar o seu partido e sua imagem, deveria marcar um almoço, num domingo, num bom restaurante em São Paulo, com o sr. Guido Mantega, seu ex-ministro. Ele poderia avaliar em tempo real a sua popularidade.

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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A SEMANA EM BRASÍLIA

Luiz Inácio Lula da Silva, com José Sarney, Renan Calheiros, Delcídio Amaral, Romero Jucá e Eunício Oliveira. Estariam estudando um plano de fuga?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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SOBRE A MANDIOCA E A 'MULHER SAPIENS'

 

Pelo teor das suas recentes declarações (e pelo conjunto da obra), a presidente Dilma corre o risco de ser interditada antes de ser impedida.

 

Carlos Eduardo Lessa Brandão celb@iname.com 

São Paulo

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MANDIOCA NA DIETA

Sabe-se que esse tubérculo é rico em vitaminas A, B1, B2 e C, além de fonte de muita caloria. A composição de carboidratos faz com que ele prolongue a saciedade. É indicado para certa doença, pois ajuda a conter episódios de diarreia. O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Embrapa têm melhorado o processo genético da mandioca, mais vitaminada e rica em antioxidantes, substâncias que combatem o envelhecimento celular e reduzem o risco de doenças ligadas à idade, como o câncer. A presidente Dilma tem se dedicado, atualmente, a pedalar com frequência. Foi vitimada por um câncer alguns anos atrás. Já não é mais uma adolescente, encontrando-se na faixa dos "sessentões". Pergunto: não estaria faltando mandioca à dieta da presidente?

Flávio Batista f22batista@gmail.com 

São Paulo

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RECEITA

Já que a dona Dilma gosta de mandioca, aqui vai uma receita de bolo de mandioca, para ser saboreada com seu mentor Lula da Silva. Ingredientes: 2 xícaras de mensalão; 3 xícaras de Lava Jato; 1 litro de mentiras; 1/2 xícara de pedaladas fiscais; 2 xícaras de incompetência; e 1 kg de mandioca vermelha, cozida, cortada em estrelas. Modo de preparo: colocar todos os ingredientes num liquidificador, bater até formar uma massa uniforme. Em seguida, colocar numa assadeira e levar ao forno pré-aquecido a 180 graus, durante 40 minutos. Depois de pronto, pulverizar com açúcar cubano. Servir aos brasileiros que acreditaram que ela seria uma ótima chefe de cozinha.

  

Olavo Fortes Campos Rodrigues olavo_terceiro@hotmail.com 

São Paulo

 

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A DUPLA

Quando parecia que tinha acabado a ópera bufa aos oito anos de Lula, eis que, se não houver o impeachment, teremos oito anos de Dilma. Os historiadores do futuro se questionarão de onde o Brasil tirou essa dupla de cômicos. É incrível, é um pior que o outro. Faltarão páginas aos livros que transcreverão as ridículas frases da dupla. Lamentavelmente, ou talvez felizmente, nós que estamos vivos estamos assistindo, em primeira mão, ao "espetáculo do emburrecimento" promovido pela dupla. 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo  

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PLEBISCITO NA GRÉCIA

Infeliz e cômoda a decisão do primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, de deixar nas mãos do povo grego decidir, por meio de referendo, se aceitam ou não as condições dos credores, que implicam medidas mais duras. Está transferindo para o povo uma decisão que ele deveria tomar, juntamente com seu gabinete, visando ao melhor para o país e o seu povo. Deu uma de Pilatos. Se houver reclamação do povo, ele está a cavalheiro. Tem o argumento de que a decisão foi deles, e não dele. Este referendo vai lhe dar muita dor de cabeça e pode até lhe custar o cargo. A diferença entre o "sim" e o "não" é pequena, e aí é que está o risco. A parcela da população que perder neste referendo não é pequena, não é desprezível. É quase igual à que vencer. Há equilíbrio de forças, não chega a 10 pontos porcentuais. Isso pode ser um perigo para o país, pois pode fomentar radicalismo entre os partidários do "sim" e os do "não", com consequências imprevisíveis. Referendo só é recomendável se você antevê que, entre os "a favor" e os "contra", a diferença é grande. Fora isso, é procurar sarna para se coçar. Acho que o primeiro-ministro Alexis Tsipras fugiu da sua responsabilidade. Se é para transferir para o povo a responsabilidade da decisão, para que, então, o primeiro-ministro e seu gabinete?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 

Rio de Janeiro

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DÍVIDA GREGA

Nem os Sete Sábios da Grécia antiga conseguiriam tirar a Grécia atual do atoleiro em que se meteu.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br 

São Paulo

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POBRE GRÉCIA

A Europa e os grandes banqueiros, especuladores e rentistas internacionais estão dando as costas para a Grécia e jogando o país num abismo econômico, com terríveis consequências para o povo grego e até mesmo para a economia mundial. Mais uma vez, vemos os interesses mesquinhos do grande capital prevalecerem sobre princípios e valores humanos. Vivemos num mundo cada vez mais injusto e desigual. Nossa solidariedade e apoio à Grécia - berço da civilização ocidental, com cultura, arte e beleza - e ao povo grego.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 

São Paulo

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RESPONSABILIDADES

 

Vendo a situação da Grécia, acende-se um alerta amarelo para nós, brasileiros. Pois cometemos erros semelhantes aos gregos: gastos públicos maiores do que as receitas, dívida pública elevada, inchaço da máquina pública, concessão de privilégios de qualquer espécie, maquiagem das contas públicas por meio de pedaladas, aposentadorias exorbitantes para a elite política. Se houvesse entre nós a Lei de Responsabilidade Fiscal Individual do Governante, ou seja, no nosso caso, governos que gastem mais do que está no orçamento responderiam com seus bens para repor este déficit, com certeza não fariam o povo pagar por seus maus atos e teriam mais cuidado com seus gastos. Acho um absurdo os gregos que foram mal governados fazendo dívidas e agora não querem (podem) pagar. Se fossem atrás dos governantes que causaram isso e confiscassem seus bens para o pagamento das dívidas, a população não estaria nesta situação. O que nós precisamos aprender é saber escolher nossos representantes: votar!

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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BRASIL, A PRÓXIMA GRÉCIA

O povo brasileiro está pagando pelos erros do primeiro mandato da "presidanta" Dilma Rousseff com um ajuste fiscal que está elevando os juros, os impostos, as tarifas públicas, reduzindo os empregos e aumentado a inflação e a recessão. Mas os governos federal, estaduais e municipais não estão passando por crises, continuam gastando compulsoriamente, concedendo aumento médio de 59,49% aos servidores do Poder Judiciário, para o período de 2015 a 2017, aumentando de 18 para 30 o número máximo de cargos comissionados (sem concurso) nos gabinetes dos vereadores da Câmara de São Paulo, etc. Apesar do ajuste fiscal, a crise é grave e dificilmente o governo cumprirá a meta fiscal, pois a arrecadação está caindo fortemente em razão da fraca atividade econômica no País. E as despesas continuam aumentando, graças às medidas populistas e irresponsáveis do Legislativo. Aí eu pergunto: será que nós, funcionários públicos do Poder Judiciário, vamos ficar quietinhos e felizes porque conseguimos um belo aumento salarial, e dane-se o País e nossos parentes e amigos? E a mídia, os empresários, políticos, funcionários públicos e privados, aposentados e desempregados, vão continuar calados e inertes, esperando o Brasil se transformar numa Grécia? Qual será o preço que iremos pagar por este segundo mandato de Dilma, sob o comando do PMDB? Será que ainda vamos ter de agradecer a Lula, por estar fazendo oposição a este desgoverno, que ele mesmo ajudou a construir? O Brasil está morrendo.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 

Americana

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PEDALADAS GREGAS

 

Será que os "cumpanheiros" do PT não conseguem enxergar que, quando se gasta mais do que se arrecada, um dia a vaca vai para o brejo? É só olhar para a Grecia. Se não abrir os olhos, veremos o retorno do efeito Orloff, ou seja: situação de crise que acontece num país e, se não for evitada, se repetiria no Brasil, o famoso "eu sou você amanhã".

 

Jorge Eduardo Nudel jorgenudel@hotmail.com

São Paulo

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EFEITO ORLOFF

O Brasil está caminhando para se tornar uma Argentina ou uma Venezuela da América do Sul. Se chegar a este ponto, pode se tornar uma Grécia no médio prazo. A solução é aceitar as tentativas de Joaquim Levy contra tudo e contra todos e torcer para que a Câmara dos Deputados e o Senado gastem o seu tempo se defendendo de acusações do Ministério Público e parem de atormentar a área econômica. Finalizando, os jardineiros de Brasília devem plantar centenas de pés de mandioca no entorno da estrela vermelha do PT para que a presidente Dilma tenha algo mais importante com que se ocupar e fique longe dos microfones. Já seria um terço da causa da atual crise superado.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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ATÉ A CERVEJA?

Para quem não deixa de relaxar tomando algumas, saiba que até cerveja está em crise: a produção de cerveja caiu 10,2% no 2.º trimestre; e o consumo de refrigerantes, no acumulado do semestre, caiu 5,71%. Será que o "Brahma", como empreiteiros chamavam o Lula, está comemorando? O desgoverno do PT esvaziou os bolsos dos brasileiros. É grave! Agora a "mulher sapiens" cai... Tomara!

 

Fernando Silva lfd.dasilva@2me.com.br 

São Paulo

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BRINCANDO DE GRÉCIA

Aparentemente, estamos brincando de Grécia. Gastamos o que não temos (vide o montante absurdo de juros que pagamos anualmente), damos aumentos demagógicos em época de "vacas magras", não cortamos nada do custeio absurdo que grassa em todos níveis do serviço público (e, portanto, falta-nos recursos para os investimentos produtivos), estamos à  beira de colocar uma placa em Brasília escrito "Casa de mãe Joana", pelos desvios e irresponsabilidade. Este desgoverno nos recolocou no atraso de 20 anos, em vários aspectos. Lamentável.

André C. Frohnknecht caxumba888@gmail.com 

São Paulo

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REAJUSTE DO JUDICIÁRIO

 

Ignorando a situação econômica mundial e a nossa própria, o Congresso Nacional aprovou para o Judiciário um reajuste impagável, que até 2017 dobraria as já avantajadas remunerações dos servidores. Parece que os parlamentares não veem o que acontece no mundo e, mais especificamente, na Grécia, país que gastou muito além do que podia e agora está passando por séria convulsão. Enquanto isso, nossos congressistas vêm aprovando uma série de vantagens para esta ou aquela categoria, sem respaldo econômico. A presidente deve vetar o projeto de aumento do Judiciário, pois jamais um reajuste de tal natureza - que nenhum brasileiro vê - poderá ser pago. De onde sairia o dinheiro para essa mordomia, se não de um aperto maior ainda em cima de todos os brasileiros?

  

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br 

Araruama (RJ)

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ELA ESTAVA CERTA

Como estará a ex-bancária Silmara Policarpo? Trata-se da ex-gerente do Santander que foi despedida por exigência da presidente Dilma Rousseff, por prever problemas na economia brasileira. Curiosamente, nestes tempos do politicamente correto, ninguém defendeu Sinara Policarpo, vítima do autoritarismo e da prepotência da presidente. Enfim, essa trabalhadora brasileira perdeu o emprego por avisar seus clientes da real situação do País. Uma bela atitude da presidente. Sugiro uma matéria com essa vítima da democrática Dilma Rousseff.

 

Cloder Rivas Martos closir@ig.com.br 

São Paulo

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REVÉS PARA A IMPUNIDADE

Ainda que mitigada, acaba de ser aprovada na Câmara dos Deputados nova Proposta de Emenda Constitucional (PEC) reduzindo para 16 anos a idade de imputabilidade penal para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. É ainda muito pouco. Para facilitar a aprovação do texto, excluíram crimes horríveis como tortura e o genocídio (!), e violentos, como o roubo qualificado (feito com uma arma apontada para a vítima). Foi o possível, infelizmente, dadas as exigências para aprovação de PECs. Esquerdistas em geral asseguram que a redução da idade "não diminuirá a violência". Ora, o argumento é tão verdadeiro quanto uma nota de R$ 3. Para "reduzir a violência" - tema de discussão autônoma - intui-se que teria de ser posta em prática uma série de ações sociais e de resgate da cidadania que o desgoverno do PT, às voltas com acusações de corrupção e em meio a uma grave crise econômica, simplesmente recusa-se até mesmo a discutir. Como nada fazem de útil, resta ao legislador - acolhendo justo pleito de quase 90% da sociedade - procurar reduzir um pouco a impunidade dos famigerados "dimenós", que, hoje, sabem ter "licença para matar". Com toda certeza não será com essa reforma que ainda veremos reduzida a violência, mas espera-se que, a partir de agora, os delinquentes acima dos 16 pensem duas vezes antes de puxar o gatilho.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com    

São Paulo

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A VONTADE DO POVO

A aprovação da emenda que diminui a maioridade penal demonstra que pelo menos parte de nossos deputados representa a vontade do povo que os elege. Mas, ainda que a esmagadora maioria dos brasileiros apoie a redução da maioridade penal, parte significativa de nossos ilustres "representantes" prefere que criminosos menores de 18 anos continuem sendo tratados como criancinhas inofensivas. Também é inacreditável que um país que gastou bilhões de reais para sediar uma Copa do Mundo no ano passado não tenha recursos para construir mais e melhores centros de detenção, como quer fazer crer nosso ministro da Justiça, ao alegar que a aprovação da referida proposta seria uma "bomba atômica" para o sistema prisional. Fica a impressão de que a maior preocupação de autointitulados progressistas é garantir aos menores de 18 anos o direito de continuar delinquindo sem que os rigores da lei os alcancem devidamente. Será que aqueles que votaram contra a redução da maioridade para 16 anos já saíram às ruas e perceberam que o Brasil não é um país escandinavo? Obras de reengenharia social, como maiores investimentos em educação e saúde, são medidas que só trarão - se trouxerem - efeitos práticos em termos de segurança pública dentro de uma ou duas gerações. No curto prazo, a diminuição da maioridade penal, embora não seja um remédio que vai curar todas as feridas da sociedade, certamente inibirá o avanço da metástase do câncer social que é a impunidade no Brasil.

 

Flávio Guimarães De Luca flaviozeppelin@bol.com.br 

Limeira

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ELES NOS ATENDERAM

Felizmente, representantes do povo aprovaram, graças ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, no caso de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Entenderam que a maioria da população exige essa mudança, mesmo com a intervenção do governo federal, por meio do ministro José Eduardo Cardozo, que articulava a base aliada para rejeitar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal. Parabéns por terem atendido os anseios da sociedade.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 

São Paulo

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UM COMEÇO

A redução da maioridade penal nos casos previstos já é um começo para tentar eliminar os menores criminosos de hoje. Agora temos de pensar e agir, para não permitir que surjam novos menores criminosos de amanhã. Governo e sociedade têm de se unir e oferecer escola, ensino profissionalizante, esporte, lazer e, principalmente, estrutura familiar para que os nossos menores não se tornem amanhã novos criminosos. Vamos nos unir, este é o caminho!   

Arcângelo Sforcin Filho arcangelosforcin1@gmail.com 

São Paulo

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DEBATE COMPLEXO

Convívio e debate de posicionamentos diferentes são bases de qualquer democracia que se preze. Todavia, segmentos de extrema-esquerda - alas radicais do PT, PSOL, PC do B, entre outros partidos nanicos - parecem servir apenas para conturbar o cenário político brasileiro, gerando conflitos coléricos. Foi o que ocorreu na votação da proposta de maioridade penal na madrugada de quinta-feira (2/7), em que, alterado e aprovado o projeto, criou-se um cenário de guerra no Parlamento brasileiro. A sociedade posicionou-se nitidamente a favor da redução, que acabou saindo mitigada (incluindo somente os casos de crime hediondo, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte). Quando o poder público falta na sua obrigação, é dever da população apontar e cobrar o caminho. A redução não é a solução? O debate é complexo. Mas já é um grande empecilho para o mundo do crime.

                                                                                                                                                                    Elias Menezes elias.natal@hotmail.com 

Nepomuceno (MG)

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VERGONHA NA CARA

Há que haver em todos os municípios do Brasil uma mobilização de tal forma que não se vote em candidatos a deputado federal que votaram contra a diminuição de 18 para 16 anos da idade da maioridade penal. Não é possível que não tenhamos vergonha em nossa cara!

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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PUNIÇÃO NECESSÁRIA

Lendo o "Estadão" de 30/6, na página A14, deparei-me com a matéria "Redução da idade pode triplicar assassinatos de jovens", que discorre sobre um estudo abordando o tema. Em determinado trecho, um sociólogo comenta que, "caso a proposta da redução da maioridade seja aprovada no Congresso, jovens dessa faixa etária serão tratados como adultos quando cometerem determinados tipos de crime". Fiquei espantado, pois, se cometem crimes, devem ser punidos, afinal, eles já podem votar, não é mesmo? Em outro trecho, compara a taxa de homicídios de jovens de 1980 com o ano de 2013 - é o mesmo que comparar a seleção de 1970 com a de 2015, não tem como fazer isso, existe um espaço de tempo de 33 anos, além de inúmeros fatores aceleradores atuais muito mais sérios, como envolvimento com drogas, gangues, etc. Seria bom o sociólogo dar uma saidinha às ruas, e nem precisa ir muito longe, para conversar um pouquinho com a população sobre o assunto, acho que ele não sabe que quase 90% dos cidadãos são favoráveis à redução da maioridade hoje.

Oswaldo Avallone Filho oavallone@yahoo.com.br 

São Paulo

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METODOLOGIA

O sistema prisional do Brasil foi recentemente qualificado pela autoridade por ele responsável, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, como verdadeira escola do crime, consequência não só da precariedade dos presídios, como da falta de investimentos no setor. Trata-se, portanto, de uma confissão de incompetência não só da sua pasta, como do governo de seu partido, há 12 anos no poder. Com o risco de acentuar essa atuação desastrosa, o sr. Cardozo, numa performance de caráter puramente político, alinhada com o Planalto e inadequada a um ministro de Estado, pressionou os parlamentares, ao tentar convencê-los a votarem contra a redução da maioridade penal - no que foi inicialmente bem-sucedido - usando  como principal argumento o de que a aprovação colocaria no esgotado sistema carcerário mais 40 mil presos, o que o levaria ao colapso. Ora, ou o ministro estima que 40 mil menores nessa faixa, ainda livres, serão envolvidos em delitos graves, ou alguns, talvez a maioria, hoje apreendidos, já os cometeram e deverão ser condenados às prisões comuns, estando o restante ainda impune, nas ruas, prontos para praticá-los, ambas as hipóteses são apavorantes para a já angustiada sociedade. Está na hora, assim, de o ministro, em nome de uma mínima coerência, vir a público e explicitar a metodologia usada para chegar a este número, sob risco de engrossar a aura de incompetência que está caracterizando a sua administração.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@Hotmail.com   

Rio de Janeiro

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DECLARAÇÕES DESONESTAS

Seria inacreditável e inconcebível em todo lugar inteligente que o responsável por qualquer atribuição viesse a público dizer que o que lhe foi atribuído está um horror e que preferiria se matar a ter de usar tal serviço público. Pois é isso que o senhor ministro da Justiça faz todos os dias: dá entrevistas e declarações dizendo que as prisões no Brasil são masmorras medievais e que não melhoram ninguém. A pergunta é: o que ele fez durante todo esse tempo em que é responsável pelo sistema carcerário no Brasil, para melhorar essa situação? Quais atitudes o seu partido, que está no poder há mais de 12 anos, tomou com relação à pobreza da educação e com relação a todo o sistema carcerário do País? Por que a presidente já gastou R$ 9 bilhões em propaganda e nada, ou muitíssimo pouco, gastou com a melhoria do sistema prisional e com a melhoria da educação para menores carentes? E muito menos com a saúde. Qual o objetivo de deixar a população à mercê da violência, sem nada fazer para melhorar a situação?

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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CAOS NAS PRISÕES

É nisto que dá: qualquer um poder ser ministro nos governos petistas, desde que pertença à elite do partido ou à quota do apoio aliado. Enfiam os pés pelas mãos, misturam funções e falam bobagens. Aliás, nesse sentido, devem estar aprendendo com a "chefa". O ministro da Justiça disse que a redução da maioridade provocaria o caos nas prisões? Neste caso, basta soltar todos os presos ou não condenar mais ninguém, e nem de cadeias precisaremos. Se seu raciocínio fosse mais técnico e menos tendencioso, ele também poderia concluir que a pena mais dura para menores inibiria a entrada neles no crime. Não consigo entender por que essa turma da esquerda se preocupa mais com os criminosos do que com a grande maioria honesta da população.

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo

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IDADE PENAL

Caetano e Gil são contra a redução? Qual é a idade em que o jovem adquire a capacidade física para roubar se quiser? E para matar? Alguém acha que é só aos 18? Que tal 13, ou 14? Se até os 18 ele não é responsável se praticar um crime, quem é então? A sociedade? Está na hora de o brasileiro amadurecer e enfrentar os problemas nacionais com seriedade. Se entre essa idade e os 18 ele não é responsável, então que se prendam e punam os pais! Alguém tem de pagar, não só as vítimas. O paradoxo no Brasil é que os intelectuais que criticam a redução nunca propõem soluções para os problemas, talvez porque vivam em outra dimensão... Parabéns ao Eduardo Cunha, um líder com a coragem necessária que estava faltando no País.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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FALTA DE PLANEJAMENTO

A declaração do ministro da Justiça, Jose Eduardo Cardozo, sobre os efeitos da aprovação da redução da maioridade penal é no mínimo estapafúrdia. O ministro alega que, com a aprovação da lei, não teria como abrigar 40 mil jovens por ano pela superlotação das penitenciarias. Ora, se o governo é contrário à diminuição da maioridade pelo motivo exposto pelo ministro, é sinal de que o governo não discorda do mérito, e, sim, pela sua incapacidade de planejamento na construção de novas penitenciárias. Qual é a solução, ministro? Fazer um rodízio entre os presos? Prende 10 e solta 15? Esse é o resultado do não cumprimento dos repasses ao sistema carcerário. O Estado de Goiás fez uma experiência com penitenciárias privadas que poderia ser aproveitado por este governo, que tem como marca a falta de planejamento.

Paulo Tude petude@hotmail.com 

São Paulo

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DURA LEX, SED LEX

Se um "dimenór" tentar matar ou roubar, não o prenda. Segundo a OAB, é inconstitucional...

A.Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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CONGRESSO E FAMÍLIA

 

O brasileiro precisa despertar para a influência na família brasileira das duas últimas aprovações de leis aprovadas no Congresso Nacional: mudança da maioridade para 16 anos e o aumento de 78% para os servidores do Judiciário. A primeira exigirá nossa redobrada vigilância sobre nossos filhos menores de 16 anos, porque o tráfico vai passar a recrutá-los. A segunda lei vai assaltar mais ainda nossos bolsos, para remunerar uma elite de servidores com salários já bem acima daqueles praticados pelo mercado de trabalho privado e, por consequência, acentuando a crise econômica e prejudicando nosso dever de sustentar a família. Aliás, estes espertos presidentes do Senado e da Câmara deveriam esclarecer ao povo brasileiro que, aumentando os salários dos ministros do STF, o deles também irá subir. É um oportunismo muito longe dos interesses da Nação. 

 

Honyldo Roberto Pereira Pinto  honyldo@gmail.com 

Ribeirão Preto

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UTOPIA

Todo cidadão medianamente informado sabe que, com educação, oportunidades para todos, bons serviços públicos, etc., inclusive melhores presídios, teríamos uma queda na criminalidade. Mas, enquanto só estiver no campo da utopia, como se protegerá a população?

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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