Fórum dos leitores

CHUVA EM SÃO PAULO

O Estado de S. Paulo

09 Setembro 2015 | 03h00

Meia-tigela

Todos sabemos que meia tigela não segura água, derrama toda. O prefeito meia-tigela só mostrou um serviço em pouco mais de dois anos e meio de (indi)gestão, que lhe deu o título de “suvinil”: especializou-se em pintar calçadas, ruas e avenidas para chamá-las de ciclovias, serviço mal feito, caro e, muito pior, elas são inúteis, poucos munícipes as utilizam. É só chover um pouco mais e podemos confirmar que nada foi feito para evitar as tão comuns enchentes e inundações, nem os bueiros são limpos. A cidade de São Paulo vira um verdadeiro caos para pedestres e veículos. Afinal, ele foi eleito pela “urna” para quê? Para se locupletar, como fazem os petistas? Como contestar? O próximo escândalo será o “pedalão”.

FERNANDO SILVA

lfd.dasilva@uol.com.br

São Paulo

DILMA E OS MILITARES

Corda em casa de enforcado

Dona Dilma parece insuperável na arte de produzir mancadas. Não bastasse a crise política sem precedentes, a crise econômica fruto da inépcia, arrogância e despreparo para gerir a coisa pública demonstrada por ela própria e pelo PT, agora vem a informação de que, na falta de algo mais urgente para se ocupar, nossa “presidenta” se deu à inglória tarefa de fazer traquinagem com os militares. Seria um surto de autismo, irresponsabilidade ou tentativa de acalmar as alas mais radicais dentro do PT? Para quem imaginava que já estávamos assistindo de camarote à tal tempestade perfeita, parece que ainda não chegamos ao fundo do poço, apesar do esforço diuturno dessa caterva apegada ao bem-bom do poder de trabalhar duro para não nos desapontar no quesito quanto pior, melhor. Evidentemente, não sou a pessoa mais indicada para saber a quantas anda o humor na caserna com a disposição da governante máxima e chefe das Forças Armadas de retirar dos militares atribuições que historicamente são de sua esfera de atuação. Mas, a se fiar no que nos ensina a História, nunca é demais lembrar que pelos idos de 1963 um presidente com baixa popularidade (talvez não tão baixa como agora a de Dilma) e que se gabava, como ela, de governar com apoio das “forças populares” teve também a brilhante ideia de pôr fogo na gasolina ao incentivar a sublevação dentro das Forças Armadas. E deu no que deu. Como comedimento não parece ser uma palavra que frequente o dicionário dessa gente que vive fazendo lambanças uma atrás da outra, é oportuno também lembrar um velho ditado espanhol, “no creo en brujas, pero que las hay, las hay”, como advertência de que mexer em vespeiro, dependendo das condições de momento, pode não ser uma ideia das mais sensatas.

FERNANDO CESAR GASPARINI

phernando.g@bol.com.br

Mogi-Mirim

Comprando mais briga

A presidente Dilma editou decreto (n.º 8.515) que tira poderes dos comandantes militares, segundo a imprensa. Com isso, não se sabe o porquê, estaria buscando mais problemas de relacionamento para seu governo(?), além dos já divulgados, agora com a área militar. Com esse decreto recém-desengavetado – até o ministro da Defesa demonstrou surpresa –, o que estaria programando? Sabe-se apenas que partiu da secretária-geral, a petista Eva Chiavon, o pedido de edição do decreto. Dilma não pode reclamar dos que a criticam. Comprar briga com a área militar?! Quem viver verá.

ÉLLIS A. OLIVEIRA

elliscnh@hotmail.com

Cunha

AUMENTO DE IMPOSTOS

Mentiras de campanha

Um ano atrás, durante a campanha eleitoral, Dilma Rousseff disse que não acreditava em remédio amargo e seguraria a crise com salário, emprego e investimento. Em 2015 o governo pretende aumentar Cide, IPI, IOF e Imposto de Renda. É preciso aumentar a seriedade e a honestidade dos governantes. É preciso diminuir a ineficiência do planejamento neste país.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA

jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

‘Remédios amargos’

Dilma e sua equipe erraram, portanto, eles, e não todos os brasileiros, deveriam tomar os “remédios amargos”!

LUIGI VERCESI

luigiapvercesi@gmail.com

Botucatu

Esfolando o povo

Para recuperar o equilíbrio das contas públicas a alta do Imposto de Renda pode ser um caminho, diz Levy. E o sofrido povo brasileiro diz que só falta arrancar a pele, com tantos tributos.

JORGE MEMA BERNABA

jorgebernaba@gmail.com

Araçatuba 

Travessia

Na “travessia” da Dilma o contribuinte é o boi de piranha.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Recuperação levyana

A recuperação da economia brasileira é questão de meses: 36!

SÉRGIO BARBOSA

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

Dia do Vou

Muito em breve a nossa distinta presidenta estará parafraseando dom Pedro I. “Como é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronta: diga ao povo que eu vou!”. Nesse dia, então, sairemos do pesadelo.

LUÍS LAGO

lago.luis2010@gmail.com

São Paulo

IMPEACHMENT

‘Pedaladas fatais’

Em seu artigo de 5/9 (A2), o professor Miguel Reale Júnior deu uma verdadeira aula magna de Direito Constitucional. Não poderia ser mais didático! Sem hipocrisia, está mais do que na hora de admitir que a presidente Dilma cometeu, sim, crime de responsabilidade fiscal. Essa conversa fiada de imunidade da presidente, alegada por Rodrigo Janot, é totalmente infundada e seria cabível apenas em caso de crime comum, por “atos estranhos ao seu exercício na Presidência”. Os atos (pedaladas) foram “praticados em seu ofício e em razão dele”. Ou alguém ainda duvida que o ex-ministro Guido Mantega era, com perdão da expressão, pau-mandado da presidente? Fica um recado da sociedade à oposição e aos congressistas: leiam com atenção o artigo do professor Reale, tratem de cumprir sua obrigação e abram caminho para o impeachment. Não se trata de golpismo, mas da aplicação da norma jurídica. Simples assim!

KARLA SARQUIS

karla@karlasarquis.com.br

São Paulo

CORREÇÃO

No artigo As dores da saída da crise (8/9, B2), onde se lê “o direito ao ensino gratuito nas universidades públicas para os que não podem pagar”, o correto é “para os que podem pagar”.

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

CRISE NO PAÍS

Dilma admite que ações do 1.º mandato levaram à crise. Então ela é ré confessa?! – sobre a manchete do Estadão de terça-feira (8/9).

 

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

 

São Paulo  

 

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GOVERNO DE INCERTEZAS

Temer afirmando que em três anos a presidente cai, Levy dizendo que em alguns meses a economia retomará o crescimento e Dilma ensaiando um mea culpa Apenas o incerto é certo nesse governo. 

Rodrigo Estefan yorki@conx.com.br

São Paulo  

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NEGAÇÃO DA REALIDADE

Infelizmente, o Estadão errou ao interpretar o discurso da presidente como admissão de culpa. Na fala dela vemos mais uma simulação, um sofisma, onde mais uma vez ela nega a realidade: “Se erramos” (se!) – significa: é possível, nada mais que uma probabilidade!  E mais uma: por que no plural (nós)? A culpa é exclusivamente dela, a nova matriz econômica (uma mistura de marxismo infantil com ultra-corrupção) é cria da grande economista que nos dirige, o resto do governo é formada só por puxa sacos e aloprados, sem vida própria (ainda bem, a situação podia ser ainda pior!).

José Silveira josesilveira@yandex.com

São Paulo 

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SE O GOVERNO COMETEU ERROS...

A cara de pau da pinóquia nem sequer admite erros, Se ... é claro que não passam pela cabeça dela esses erros. O próximo Carnaval estará cheio de bonecos e o pixuleco e a pinóquia encabeçam a lista. Até lá, novos bonecos com certeza desfilarão pelas ruas do País, pois candidatos para eles não faltam!

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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PIXULECOS E PIXULECAS

O boneco de Lula ganhou companhia: a pixuleca Dilma. Nada mais patético do que esses bonecos, que traduzem bem os tipos que nos governam. Governam ainda sim, pois Lula nunca deixou de mandar por aqui, mesmo quando seu poste em Brasília resolve ter algumas ideias próprias. E o resultado é o "remédio amargo" que todos teremos de engolir. Pois a doença que temos é pura e exclusivamente causada pelas peripécias econômicas deles. O Brasil está quebrado, mas Lula continua a aparecer, ora dando conselhos à Dilma, ora insuflando os movimentos sociais aliados ao PT, tais como sindicatos, UNE, MST e que tais, a protestarem contra a política econômica de Dilma, culpando Levy, como se ele não fosse do governo dela. Segundo interlocutores de Lula, ele quer a volta do crédito fácil, redução de taxa de juros, enfim o que eles querem é Mantega! Segundo a presidente, toda a gastança foi para “garantir o emprego, a renda do trabalhador e os investimentos sociais”. Nada foi para o bem do partido e da sua manutenção no poder! Portanto esse déficit, resultado da farra com o dinheiro público, agora quem paga somos nós! E, para consertar a catástrofe, haverá canetada nos aumentos de impostos! A casa da mãe joana em que se transformou a Petrobrás é inacreditável!

E nós é que pagamos?

 

Maria Tereza Murray terezamurray@hotmail.com

São Paulo

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DILMA E A REDUÇÃO DOS MINISTÉRIOS

Está esperando o quê?

 

Robert Haller robelisa1@terra.com.br 

São Paulo

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VOO CEGO

 

A presidenta Dilma vive momentos difíceis para um governante. Já e impossível fazer pronunciamentos sem que a população retribua com panelaços, e a sua aproximação do povo em eventos é certeza de vaias. Na área da política, não se sabe mais se existe uma base aliada tantas as derrotas. Dias tristes, de um reality show em voo cego, sem esperança.

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br

Indaiatuba 

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DESASTRE DILMA

Para falar a verdade, tenho pena de Dilma Rousseff. Figura medíocre, ele sabe de sua limitação intelectual e incapacidade administrativa. Também sabe de sua inaptidão para liderar e fazer. Para piorar o quadro, é cercada por inúteis, corruptos e irresponsáveis. O problema é que ela e seu partido estão jogando o País no abismo da imoralidade, falta de ética e desastre econômico. Seria melhor renunciar. Para o bem das próximas gerações de brasileiros. Que Deus a perdoe e que tenha piedade de nosso Brasil.

 

André Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas 

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SUFOCANDO A VOZ DO POVO

Se a motivação da presidente Dilma Rousseff foi proteger-se de ameaças à sua segurança pessoal durante a parada em comemoração ao Dia da Independência, podemos perguntar: por que não uma blindagem transparente, como fazem presidentes de outros países, assim como o líder da maior potência militar da Terra, em vez de se esconder, deixando liberado democraticamente o espaço visual para o congraçamento da população presente ao desfile durante a sua realização? A estratégia usada deixou claro que a presidente buscou esconder-se para não ver nem ouvir a voz do povo, justo ela que fala em democracia, mas usa expedientes típicos de ditadores.

Ricardo Augusto França Leme rafleme@gmail.com

São Paulo 

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PALANQUE 

Entre políticos, alguns viram o desfile de cima do muro; algumas, atrás do biombo.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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DISCURSO FURADO

A presidente Dilma, em sua fala de 7 de Setembro, reconhecendo bobagens feitas em sua gestão,  alegou que milhões de brasileiros  atingiram a classe média, só esqueceu de mencionar  que já os devolveu à antiga pobreza.

Luíz Frid  luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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MURO DA VERGONHA

Segunda-feira, dia 7 de setembro de 2015, Dia da Independência, foi um dia muito triste para nós,  que amamos o Brasil, pois fomos tratados vergonhosamente feito lixo por Dilma, aquela que bate no peito e se diz perseguida e que toda a manifestação faz parte da Democracia, a qual, na verdade não tolera. Provou isso anteontem,  ao separar sua pessoa do povo usando o “Muro da Vergonha”, construído com placas de metal. Além dela, o Exército brasileiro, que jurou defender a Pátria e a bandeira, abandonou o povo e ficou do lado de Dilma, com a faixa decorativa. O povo ficou atrás do muro da vergonha e as crianças que ficaram sobre os ombros dos pais, tentando ver o desfile, não se esquecerão desta ignomínia e covardia nem nós, desprezado povo brasileiro.

Glória Anaruma gloria.anaruma@gmail.com

Jundiaí 

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SEM O POVO

Nunca antes neste país nem nos países mais antidemocráticos o Dia da Independência ficou sem o povo para acompanhar a celebração. 

Moises Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

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DILMA E JOAQUIM LEVY

A presidente Dilma e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, parecem não aceitar a realidade econômica e a situação política insustentável. Coisa não muito diferente da situação de Luís 16 e do ministro das Finanças, Jacques Necker, às vésperas da Queda da Bastilha.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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A TEIMOSIA DE DILMA

A presidente Dilma aparenta querer governar o País por tentativas, como se a Presidência da República fosse lugar para experimentos. Há poucos dias fomos surpreendidos pela tentativa do Planalto de reviver o fantasma da CPMF. Diante da esperada rejeição popular e do desapoio do Congresso, a presidente voltou atrás. Logo depois, Dilma ignorou a proposta do ministro Joaquim Levy de aplicar um sério plano de equilíbrio nas contas do próximo ano, a fim de alcançar um superávit mínimo. Não fosse o alerta do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, a renúncia no Ministério da Fazenda seria certa e a economia brasileira perderia seu resquício de credibilidade. Como vemos, a jogada da presidente é ir contra tudo e todos até ser vencida pelos avisos dados de antemão. Os brasileiros pagam pela teimosia de sua governanta. Desse jeito a coisa não anda! Ela não aprende mesmo...

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com

Nepomuceno (MG)   

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PODERES ABSOLUTOS

A presidente Dilma Rousseff deu ao ministro da Defesa, Jaques Wagner, grande estrategista militar, poderes absolutos. Só falta encontrar os inimigos.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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GOLPE ÀS FORÇAS ARMADAS

Incrível o poder que uma secretariazinha do Ministério da Defesa, petista de carteirinha, teve ao desengavetar um decreto, que dormia há três anos na gaveta da Casa Civil, tirando o poder das Forças Armadas, para nomear, transferir, destituir, etc. do mais subalterno até a mais alta patente, passando tudo para o Ministério da Defesa, comandado por ninguém mais do que Jaques Wagner, da cúpula petista que sobrou.  O mais incrível ainda é que a nossa centralizadora presidente Dillma o tenha assinado. Todos nós sabemos que nenhuma ditadura no mundo se concretiza sem as Forças Armadas ao lado. Mais suspeito ainda foi que esse decreto surge logo após ter minguado o projeto de poder do PT, desmantelado pela Operação Lava Jato, e a única saída agora seria nomear militares simpáticos à causa petista, para que, finalmente, deem o golpe pelo qual lutaram! Um conselho para a já tão desacreditada presidenta incompetenta Dillma: Melhor não mexer neste vespeiro, justamente agora que, nas redes sociais, saudosistas pedem a volta dos militares.  Com apenas 7% de aprovação, vai que a caserna acorda!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo 

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MAIS UM DESASTRE

É inacreditável que a presidente da República possa ter tirado, justamente nesse momento tão conturbado, alguns poderes dos militares. Não dá para acreditar! Nossas Forças Armadas são a nossa segurança e os guardiões de nossa Constituição. Existem sérias e más intenções por trás dessa perversa e desastrada decisão. Há que haver uma mobilização geral na sociedade brasileira, semelhante a que houve semanas atrás, quando da intenção de escorchar mais uma vez a sociedade brasileira com o aumento de impostos. O ministro da Defesa, um civil, não tem competência nem conhecimento para avaliações a respeito dos problemas da caserna. 

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava 

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PERGUNTAS DA SEMANA

O que deixa um petista indignado? Aumento dos impostos; País em recessão; cortes no Fies, FGTS, e PIS; corte de R$ 9 bilhões da educação; roubos na Petrobrás e no BNDES; aumento de 60% na conta de luz; aumento de 15% no gás de cozinha; desemprego e inflação; mentiras em campanha eleitoral; comércio e fábricas fechando; aumento do dólar e dívidas públicas; elevação consecutiva nos juros; uso dos fundos de pensão; rombo nas contas públicas; inércia do STF em abrir processo contra políticos; recusa de Janot em investigar as contas de campanha do PT; bater panela; boneco inflável do Lula pixuleco; ou boneca inflável da Dilma dilmentira? Acertou quem respondeu: bater panela e os bonecos infláveis.  E o que deixa a população brasileira irritada? Todas as anteriores!

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo 

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DELAÇÃO PREMIADA

Conclui-se pelo editorial do Estadão Delação premiada em risco que, a depender de nossos “representantes” na Câmera e no Senado, são as leis (sempre novas leis ao sabor do poder conquistado pelo conluio entre quem pode e quem pode mais) que os redimirão de pecados. Delatar é possível, desde que não os comprometa pelos seus diletos preceitos advindos de suas intuições intestinais.

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo 

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FALTA ELLE

 

Li no Estado – o coração saltando pela boca – a relação dos 17 denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF).  Estão lá o Zé Dirceu, o Vaccari e outros 15.  E elle? Nada!  A frustração não foi maior, porque me lembrei que, naquela mesa, foram servidas pizzas em vez de uma suculenta feijoada.  Mais claro impossível!  Fosse essa, se poderia acrescentar mais água ou mais ingredientes.  Foi quando me lembrei do samba de Sérgio Bittencourt.  E cantarolei: “Naquela mesa tá faltando elle e a saudade delle tá doendo (de raiva) em mim”.

Luís Lago lagoluis2010@gmail.com

São Paulo

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CONTRADIÇÃO

Informado de que um companheiro possui palacete em Vinhedo, finamente decorado, onde só os sofás valem R$ 140 mil, Pepe Mujica subiu nas tamancas: “Ora, venho aqui comer rabada de R$ 18 para lhes dar lição de simplicidade e vocês me aprontam essa?”. Imagine-se, então, como terá sido a bronca, quando soube do tríplex no ABC...

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga 

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REMÉDIOS

Quem recomenda remédio amargo para um povo miserável, devia experimentar cicuta.

José Luiz Tedesco wpalha@terra.com.br

Presidente Epitácio 

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EQUIPAMENTOS FORA DE USO NO SUS

 

Quero congratular o Estadão pela reportagem publicada em 8/9/2015 (A10) dando conta de que 37 mil equipamentos médico-hospitalares se encontram fora de uso pelo SUS. Essa indecente e inaceitável constatação, produto do petismo que assola o País há mais de nove anos e do péssimo desempenho da maioria dos servidores públicos, petistas na sua maior parte, contrasta com a dramática situação de milhões de pessoas das classes menos favorecidas,  que aguardam meses para serem atendidas. Para piorar, quando atendidas, podem apresentar quadros irreversíveis de doenças, que, se tivessem sido detectadas a tempo, poderiam ter tratamento satisfatório. Se, por um passe de mágica, limpássemos o País da corrupção, dos políticos mal intencionados, dos gastos excessivos dos governos, etc., somente em 20 ou 30 anos, poríamos o País no bom caminho, já que o estado de contaminação é enorme.

 

José Sebastião de Paiva  j-paiva2@hotmail.com 

São Paulo 

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PARALISIA INTELECTUAL DO GOVERNO

 

A carga tributária de 35,95% do PIB é insuficiente para sustentar os absurdos gastos do governo. O caminho não é aumentar os impostos. O caminho é cortar 20 ministérios recém-criados, o caminho é eliminar 113.869 cargos de confiança, o caminho é eliminar 20.992 contratos temporários de trabalho. Vai sobrar dinheiro para a saúde, para as escolas, para a segurança e bem-estar social. A ciência econômica é simples: não se deve gastar o dinheiro que não se tem! O ilustre Arminio Fraga assim resumiu: “O caminho é insustentável. É aritmética do óbvio”.

 

Marius Arantes Rathsam mariusrathsam@hotmail.com

São Paulo

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PREVISÃO SÁBIA DE LEVY

Concordo com o atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de que a recuperação da economia brasileira é questão de meses: 40, no mínimo!

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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HAJA INCONGRUÊNCIA

A presidente Dilma Rousseff anunciou que quer novas fontes de receita. Isso significa aumento de impostos! 

Valdy Callado valdypinto@hotmail.com

São Paulo

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IMPOSTO PARA TRAVESSIA

Se a Receita Federal cobrasse os impostos sonegados, com multa, juros e etc. tal, do pessoal envolvido na Lava Jato, o déficit orçamentário já seria coberto! O bolso do povo já não aguenta mais! Chega de pagarmos pela roubalheira!

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

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