Fórum dos leitores

LULOPETISMO EM AÇÃO

O Estado de S. Paulo

21 Setembro 2015 | 06h00

Ex pede arrego

Na tentativa de salvar o mandato de sua disparatada sucessora, Lula recorreu ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. A cena deve ter sido digna de comédia-pastelão, de uma ópera-bufa: o conselheiro da “rainha”, de pires na mão, sem pompa nem circunstância, esmolando ao esperto arauto apoio e socorro. Quem diria?! É certo que araruta tem seu dia de mingau. Também é fato que existe um cheiro de podre na cozinha desse reino de horrores.

LUIS LAGO

lago.luis2010@gmail.com

São Paulo

Que país é esse?

Ex-presidente que em breve certamente estará sendo ouvido pela Polícia Federal vai a Brasília pedir ao presidente da Câmara dos Deputados que segure o pedido de impeachment da atual. Como fica o sr. Eduardo Cunha? Está esperando o que para esclarecer à população essa insanidade, ou melhor, essa desfaçatez? Vocês estão de brincadeira?

M. HELENA BORGES MARTINS

m.helena.martins@uol.com.br

São Paulo

‘A mão que balança o berço’

Pedir a Cunha que segure o impeachment? Ô Lulla, vê se te manca, segura que o filho é teu!

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Às armas?

Disse Lulla que, caso haja o afastamento da presidente, poderá haver uma convulsão social e um golpe. O que o letrado ex quis dizer? Será que o exército do Stédile, o pessoal da CUT e da UNE vão marchar de armas em punho contra os 92% do povo brasileiro a favor da saída dela, conforme declaração do presidente do braço sindical do PT no Palácio do Planalto? De acordo com as pesquisas, ella não chega aos 8% de aprovação. Portanto, melhor o Lulla enfiar a viola no saco e respeitar o que for decidido, de forma democrática. Chega de bravatas.

OLAVO FORTES C. RODRIGUES

olavo_terceiro@hotmail.com

São Paulo

Golpe de CPMF

A presidente começou a falar em golpe, que a oposição não sabe aceitar a alternância de poder. Mas acontece que há 13 anos não sai da primeira página o nome de Luiz Inácio Lula da Silva e, para completar, vem de novo com essa tal CPMF. Já era tempo de julgarem a constitucionalidade desse artifício fiscal. Sai governo, entra governo e lá vem esse monstro nos ameaçar. Temos instituições fortes (ainda), não podemos ficar na berlinda de ameaças de coisas que ninguém na sociedade aceita mais. Já teve, não deu certo. Tentaram fazer voltar, foi recusado. Por que, meu Deus, de novo? Isso, sim, é golpe, e golpe baixo, de quem não tem a mínima moral para pedir nada! Renuncie e ajude o Brasil. Até o papa renunciou diante de uma reforma que não tinha como fazer. Renuncie! 

JOÃO B. JUNQUEIRA NETTO

jonjunq@gmail.com

São Paulo

Joaquim Levy

Do alto de seu Ph.D. pela Universidade de Chicago e da passagem pelo FMI e pelo Banco Central Europeu, Joaquim Levy até agora não mostrou a que veio como ministro da Fazenda. Desde sua chegada ao ministério a situação só piorou. Nem o grau de investimento da Standard & Poor’s ele conseguiu segurar. O Orçamento de 2016 está longe de ser fechado. Nenhuma ideia medianamente esclarecedora. Propor a volta da CPMF ou a reabertura dos cassinos não clareou o horizonte, ao contrário. São duas propostas inaceitáveis. Ele também não mostrou firmeza de posições, cedendo sempre às pressões de Dilma. A situação financeira e política do Brasil continua a se deteriorar, o governo Dilma está a ponto de desabar. E Joaquim Levy, chamado como o salvador da pátria, não resolveu o problema.

CELSO BATTESINI RAMALHO

leticialivros@hotmail.com

São Paulo

Como sempre acontece, o povo é que pagará os erros dos governantes. Afinal, a CPMF é só “um impostinho que não dói”, segundo Levy. Ah, mas dói, sim, e muito! Menosprezando a importância de um aumento de impostos para ficar meio despercebido, o ministro agrediu a inteligência de todos nós. Afinal, para que termos um ministro com doutorado em Harvard se era para aumentar impostos? Isso qualquer um faz, ora.

MARIA TEREZA MURRAY

terezamurray@hotmail.com

São Paulo

Economistas

Verdadeiros economistas somos todos nós que vamos ao supermercado e tentamos pagar nossas contas com o salário do nosso trabalho ou com o mísero benefício da aposentadoria. Uma dona de casa, no que tange à redução de custos, faria muito melhor do que essa senhora que ocupa a Presidência. Não podemos permitir que o Brasil vá além do fundo do poço, quando então não haverá mais jeito.

ALVARO SALVI

alvarosalvi@hotmail.com

Santo André 

Mísseis russos

Os governantes deste país estão mesmo gozando da cara do povo! Depois do anúncio do ajuste fiscal que não passa de um assalto ao bolso dos trabalhadores, eles resolveram comprar mísseis, no valor de US$ 500 milhões, da Rússia! Como se essa aquisição fosse mais importante que o prato de comida e outras despesas essenciais de sobrevivência. Falta vergonha na cara.

VALDIR SAYEG

valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

Cleptopartido

A propósito da declaração do ministro Gilmar Mendes, do STF, de que o PT instalou uma cleptocracia no País, assim respondeu o coordenador do setorial jurídico desse partido: “O ministro deveria explicar por que a indignação dele é seletiva, já que até hoje ele não se manifestou sobre os escândalos envolvendo outros partidos”. Como em outros assuntos, a sigla da estrela socialista fundada por Lula segue os ensinamentos do camarada Lenin: “Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”. O PT está há 13 anos desgovernando o Brasil, tempo em que tratou de montar – como se viu no mensalão e no petrolão – esquemas criminosos inéditos para sustentar o seu projeto de poder. Em outras agremiações partidárias nada parecido se vê; podem-se identificar, aqui e ali, focos de corrupção e/ou agentes corruptos, porém jamais se viu neste país a corrupção institucionalizada e o Estado ser sequestrado e aparelhado, como fez o PT. As evidências de que essa sigla é criminosa são cristalinas e a cassação do seu registro deveria integrar a agenda da Nação. Enquanto é tempo.

SILVIO NATAL

silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

QUANTO MAIS DEVAGAR MAIS RÁPIDO

Há alguns dias li, na primeira página do jornal "Estado", a seguinte manchete: "Velocidade menor reduz lentidão em SP, diz CET". Pensei estar tendo alucinação visual e necessitando com urgência da ajuda de um psiquiatra. Mas lembrei-me de que a Prefeitura está nas mãos do Partido dos Trabalhadores (PT) e é dirigida pelo "poste 2), sim, aquele mesmo que sucateou o Ministério da Educação e Cultura (MEC). Daí me senti mais tranquilo e dei sequência à leitura mais detalhada da notícia, chegando à seguinte conclusão: a trupe petista está desafiando o filósofo e matemático Aristóteles ao criar uma nova teoria matemática diametralmente oposta, que tem como princípio o "quanto mais devagar mais rápido". Num outro jornal, a "Folha de S.Paulo", em matéria correlata, um teórico com pós-graduação na Inglaterra, talvez contratado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para defender a teoria petista, faz uma análise das vantagens da redução de velocidade imposta pela Prefeitura baseando-se em sistema semelhante implantado em Londres, mas se esqueceu, quando lá esteve, de como são a educação do motorista londrino e a do brasileiro. Se não houver contestação, a nova teoria deverá ser definitivamente implantada e aperfeiçoada a cada dia até chegarmos ao ponto máximo da nova teoria petista-tupiniquim segundo a qual "parado se anda mais rápido".  Revolucionário! Sensacional!

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com 

São Paulo

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LIMITE

Ainda bem que ninguém falou para o Haddad que, a zero km/h, os acidentes caem a zero.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br 

São Paulo

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ESTATÍSTICA

Quando o prefeito de São Paulo observou que cada um perderia "somente" 8 minutos por dia com a redução de velocidade, muitos comentaram sem avaliar o custo macro disso. Mas alguém lembrou quantos milhões de pessoas perderão esses 8 minutos diariamente e quantos dias de trabalho se perderão para o Brasil no total? Está aí um cálculo para quem gosta de estatísticas.

João Carlos Macluf jc.macluf@uol.com.br 

São Paulo

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1.0

Limitando a velocidade em todas as artérias importantes, Haddad e o PT conseguiram que todos os carros da cidade de São Paulo ficassem limitados à mesma potência 1 mil cilindradas. Vamos, agora, recolher o IPVA de acordo com essas 1 mil cilindradas para todos os carros?

Gilson Chbane Bosso gilson.bosso@consulters.com.br 

São Paulo

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QUEM GANHA COM ISSO?

A reengenharia adotada pela Prefeitura de São Paulo e outras cidades do País, com a redução de velocidade, confunde o motorista, porque em alguns trechos temos maior e, noutros, menor fluxo de carros. E a troca de placas em curtos espaços não é de bom senso. Conclusão: quem estaria ganhando com placas, faixas, radares e tantas outras coisas? Será que o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Município (TCM) não poderiam abrir investigações e trazer à população os números gastos com despesas insanas?

 

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br 

São Paulo

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O CUSTO DAS PLACAS

Este PT continua o mesmo! Pagar R$ 1 mil por cada placa de limite de velocidade é algo sem limites. Sabemos que as multas serão arrecadadas para o município, particularmente não tenho a mesma certeza de que muitos obterão lucro (e muito) com a "comissão" que o fornecedor irá pagar.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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O PORQUÊ DOS ACIDENTES

Gostaria de sugerir ao sr. prefeito de São Paulo, sr. Fernando "Malddad", que pegasse um veículo descaracterizado, assumisse o volante - se é que ainda sabe dirigir e possui CNH válida - e tivesse como passageiros não seus seguranças ou assessores, mas repórteres dos principais jornais de São Paulo, e percorresse as principais avenidas do município na madrugada, mantendo a velocidade que foi determinada por seus comandados, a CET. O percurso deverá ser escolhido pelos repórteres passageiros e anunciado na hora, para evitar que seja previamente conhecido pela CET e demais órgãos do município. Seria interessante que o veículo tivesse câmeras apontando para o motorista. Aí eu quero ver a cara do prefeito quando for ultrapassado por vários veículos em alta velocidade e que, aí, sim, poderia ter causado acidentes, como aconteceu comigo quando, dia 5 de setembro, na Avenida Ruben Berta, quase tive toda a lateral do meu carro ralada por um caminhão que deveria estar andando com o dobro da velocidade permitida naquele trecho.

Fabio Orbite inforbite@yahoo.com.br 

São Paulo

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FERNANDO HADDAD

Velocidade de tartaruga nas ruas e avenidas de São Paulo, ciclovias totalmente desconexas, corredores de ônibus sem ônibus ou com ônibus velhos e lotados, além da absurda indústria das multas. Este prefeito "conseguiu" a incrível proeza de ser pior que Gilberto Kassab! Até parece que quem está por trás dessas mudanças é oposição ao governo e luta para tirá-lo da disputa à reeleição. E já conseguiu. Aguardamos ansiosamente a saída de Haddad, pela porta dos fundos.

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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ESPERTOS

Ainda bem que é por pouco tempo que teremos de aturar a bandidagem explícita do PT. Percebam o desaforo do secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, que diz que não vai rever trajeto de ciclovia na zona sul de São Paulo, em Santo Amaro (endereço não informado), no qual evitou que a ciclovia pa$$a$$e em frente a cinco imóveis de seus sobrinhos e irmãos, que ainda acumula o cargo de presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Espertos, hein! Mas nós, cidadãos, temos de aguentar e$$as ciclovias inúteis, que devem estar rendendo um "PF" dos bons. Essa é uma prova de que nem o TCU nem o MP estão enxergando nada, comprovando que a Justiça é cega. Então está explicado! Haddad e Tatto são do PT e só podem ser farinha do mesmo saco. Alguém discorda? E fica por i$$o mesmo? 

 

Fernando Silva lfd.dasilva@uol.com.br  

São Paulo

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LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS DE AZAR

O governo federal passou, agora, a estudar a possibilidade de legalizar os jogos de azar, como o jogo do bicho, os cassinos e bingos, para aumentar a arrecadação e reduzir o déficit do orçamento. Essa alternativa deveria ter sido estudada e com a arrecadação estimada há mais tempo, pois é uma maneira de aumentar a receita muito mais justa que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), pois cada um joga se quiser. Aliás, a proibição dos bingos, dos cassinos e, principalmente, do jogo do bicho, o mais popular do País, é de uma estupidez cavalar. A Caixa Econômica Federal realiza diariamente sorteio de jogos de azar em várias modalidades e já poderia estar faturando mais há muito tempo se as lotéricas aceitassem as apostas do jogo do bicho, em lugar de deixá-lo na mão de contraventores, todos conhecidos e milionários. A Caixa poderia até ser a única banqueira da bicharada. Tem razão o deputado que lembrou que, enquanto se proíbem aqui os cassinos e os bingos, quem quer jogar pode fazê-lo pela internet ou em outros países. Eu jamais entrei num bingo e muito menos num cassino e a única vez em que eu joguei no bicho foi por intermédio de um colega meu do serviço, pois não sabia nem sei onde existem os pontos de recolhimento das apostas. Mas penso há muitos anos que esse jogo poderia, sim, ser "estatizado", como os outros, ou deixar para a livre iniciativa, desde que o governo pudesse fiscalizá-los muito bem, o que, como todos nós sabemos, é muito arriscado. Se inúmeros países faturam muito bem com os jogos de azar, não tem cabimento o Brasil proibir, inclusive associados os cassinos às belas praias e paisagens que a natureza nos deu. Com certeza aqueles que hoje faturam milhões diariamente com os jogos clandestinos serão os únicos prejudicados se os jogos de azar forem liberados, pois os viciados jamais pararam de jogar.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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OPORTUNISMO

Lincoln ensinou ao mundo que um político se torna estadista quando assume seus próprios erros e se norteia por valores, não pelo oportunismo. Liberar jogos de azar para aumentar a arrecadação é um exemplo acabado do desespero e da falta de rumos. Para um governo sem rumo, poderia sugerir tributar os "serviços de diversão masculina adulta" (prostituição), o narcotráfico, o tráfico de armas, o cultivo de maconha e as clínicas de aborto, que deixariam a clandestinidade e gerariam receita para cobrir o rombo que essa gestão causou aos cofres, à moralidade e à esperança do Brasil. Quanta mediocridade! Quanta baixeza! Que vergonha!

Luiz Eduardo Pesce de Arruda luizeduardoarruda@yahoo.com.br 

São Paulo 

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A VOLTA DA CPMF

A CPMF foi inicialmente idealizada para ser um imposto único e desvirtuaram-na para mais um imposto que, de provisório, virou permanente, até ser derrubado pelo Senado. A proposta, agora, é ressuscitá-la com uma alíquota de 0,2% para obter uma arrecadação de R$ 32 bilhões. Proponho, então, que se aplique uma alíquota de 0,4%, arrecadando-se R$ 64 bilhões, e que os R$ 32 bilhões a mais sejam compensados com um corte linear em toda a cadeia produtiva dos impostos e contribuições - IPI, CSLL e Cofins -, barateando os preços dos produtos, incentivando o consumo e o crescimento da economia. Mais vendas, mais empregos, mais arrecadação com a CPMF. Detalhe: eliminar qualquer isenção na aplicação da CPMF e tributando inclusive quando o contribuinte mudar "de bolso", isto é, trocou de banco/agência, mesmo sendo do mesmo CPF, paga.

Victor Hugo renard-46@hotmail.com 

São Paulo

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NA CONTRAMÃO DA LÓGICA

O faturamento (arrecadação) do governo diminuiu porque o nosso faturamento diminuiu, fruto de erros incríveis na gestão do País. Como vivemos no mundo real, reduzimos despesas, demitimos. A premissa do governo federal de aumentar impostos para aliviar o caixa vai na contramão da lógica. A iniciativa privada é mais eficiente que a máquina estatal, de maneira que, para aumentar a arrecadação, temos de diminuir impostos, deixando mais dinheiro nas nossas mãos, e, com eles, aumentar nosso faturamento e, por consequência, elevar a arrecadação. Para que o País vença a crise em que fomos metidos, é preciso simplificar e reduzir impostos, o movimento contrário só vai piorar as coisas.

Oscar Seckler Muller oscar@mullermetais.com.br 

São Paulo

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CARROSSEL

Existe um filme de ficção científica, de 1976 ("Fuga do Século 23"), sobre uma sociedade utópica, obcecada por juventude e mortalidade, que mantém os indivíduos enclausurados, como gado, em domos a fim de preservá-los da destruição nuclear. Como os recursos são escassos nesse ambiente limitado, quando os habitantes chegam aos 30 anos, são obrigados a entrar no Carrossel, uma máquina supostamente destinada à renovação da vida, mas onde, na realidade, são mortas e transformadas em comida para os demais. Esse filme me veio à lembrança quando vejo as propostas para salvar a economia brasileira, especialmente naquilo que realmente interessa ao (des)governo: como arrancar mais dinheiro da população, através da proposta de um imposto "pequenininho", "que ninguém vai se recusar a pagar", como dizem, cinicamente: a ressurreição da CPMF. Como os "culpados" pelo rombo nas contas do governo são os aposentados (e não a farta distribuição do dinheiro público para amigos de ideologia e apaniguados), o novo tributo será batizado como CP-Prev. Será que o próximo passo será mandar os aposentados para o Carrossel? 

Aparecida Dileide Gaziolla aparecidagaziolla@gmail.com 

São Caetano do Sul 

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MÃOS AO ALTO!

É bem assim, nossos governantes querem assaltar a carteira do indefeso cidadão. A presidente quer tirar 0,20%; os governadores, 0,09%; e os prefeitos, outro 0,09%. Mãos ao alto, contribuinte! 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br                                    

Rio de Janeiro

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MÉDIA

Petistas do Senado defendem critérios para livrar da CPMF a "nova classe média" que ascendeu à classe C do consumo nos últimos anos. O que sobrou foi apenas o direito a uma "média" com pão com manteiga.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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DESPREOCUPADOS

Presumo que a volta da CPMF já esteja mais que aprovada, principalmente porque o governo prometeu dividir o bolo com Estados e municípios. Pelo visto, ninguém neste país está preocupado com a sofrida sociedade brasileira, que não sabe o que fazer para pagar tantos tributos.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 

Jandaia do Sul (PR)

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JEITINHO BRASILEIRO

Já está pavimentado o caminho para a aprovação da CPMF: governadores, prefeitos, deputados, senadores e vereadores concordam, desde que ganhem alguma coisa com o novo imposto, é claro!  No mais puro estilo "toma lá, dá cá", o governo vai comprar a aprovação da CPMF com o dinheiro dos 200 milhões de otários brasileiros. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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AJUDA

Agora vem esta: interlocutores falam a Dilma Rousseff para conversar com FHC (o da "herança maldita") e José Serra em busca de ajuda na aprovação dos aumentos de impostos, inclusive a nova CMPF. Mas, para um pessoa que para se reeleger derrotou o PSDB até fazendo pacto com o capeta, será que tem moral para fazer isso?

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br  

Rio de Janeiro

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O ESPERADO AJUSTE (NO GOVERNO)

 

Dentre as medidas impopulares que o governo vem adotando, a recriação da CPMF é a mais grave. Principalmente porque representa a penalização de todos os brasileiros, em vez do corte nas despesas do próprio governo perdulário e inchado. O ministro Joaquim Levy classificá-la com um "impostinho" soa como deboche ao povo e ao setor produtivo, já penalizados com uma das maiores cargas tributárias do planeta. Espera-se que os congressistas impeçam a concretização de mais essa mordida no bolso da população e forcem o governo a buscar o equilíbrio de suas contas na economia dos recursos que já arrecada, e não na criação de mais obrigações para quem trabalha e produz. Também é aconselhável que, nos próximos dias, quando for aos Estados Unidos, para a assembleia da ONU, a presidente Dilma abstenha-se de alugar luxuosas limusines e toda a entourage que ultimamente tem contratado. Economia e seriedade também são pressupostos da democracia. 

 

Dirceu Cardoso Gonçalves  aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

                                                                                                     

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ESTAMOS CANSADOS

Presidente Dilma, antes de fazer tanto esforço para aprovação da nova CPMF, faça o dever de casa: reduza o número de cargos comissionados de verdade, de ministérios, de viagens, de almoços e jantares regados a bons vinhos e também empregados domésticos e motoristas. Há um exagero de gastos no Planalto, no Alvorada e na chácara onde costuma fazer festas juninas. Os parlamentares também precisam cortas gastos exagerados. Se estamos enfrentando uma crise financeira, é necessário parar com essa gastança. O contribuinte é muito bonzinho, mas está cansado de bancar essa farra. Os petistas precisam parar com essa mania de querer distribuir pobreza. Não se esqueçam de que são os ricos que dão emprego aos pobres e sustentam esta República.

Odiléa Mignon cardosomignon@gmail.com 

Rio de Janeiro

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NO PAÍS DAS MARAVILHAS

 

Lendo o noticiário, percebo que a classe política está a habitar o mundo de Alice - a que vivia no "país das maravilhas". Com o PIB retrocedendo 3% (prevista nova queda em 2016), o País sofrendo downgrade em seu rating soberano, o orçamento-2016 prevendo um vermelho de R$ 30,5 bilhões e o setor público amargando um déficit nominal que já ultrapassa os 8,8% do PIB, coisas que fariam a classe dirigente de qualquer país minimamente responsável se mexer, ainda se discute a pertinência de coisas absolutamente indispensáveis como a adoção de idade mínima para a aposentadoria e a revisão de um pretensioso "welfare state" ampliado generosamente nestes anos petistas, para fazer frente à situação de indigência fiscal em que o Brasil está. Por que não se fala em restringir os "penduricalhos" nababescos dos vencimentos do setor público (como funções e gratificações esdrúxulas, generosas, etc.)? Por que não reduzem um pouco que seja as mordomias dos próceres da República, como auxílio-moradia, aposentadoria precoce e outros? Cargos e funções comissionados seguem "imexíveis" e o salário mínimo continua sua saga de pródigas majorações, sangrando os cofres da Previdência. Cerca de 45% dos recursos da Nação (!) transitam pelo Estado, uma situação incompatível com o estágio de desenvolvimento em que o Brasil se encontra. Espaço para cortar os excessos que sangram o erário e produzem déficits a mancheias tem e de sobra, mas só se fala em nova CPMF e outros tributos para cobrir os rombos - jamais em cortar o mal pela raiz. Ou o Brasil toma juízo ou o caminho da Argentina - quem sabe o da Grécia - será inevitável.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 

São Paulo

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CONTENDO OS GASTOS

Visando a colaborar com o governo federal com a contenção de gastos, uma vez que o ministro Edinho Silva afirmou que não havia como reduzir despesas, faço uma sugestão. Depois de destituir todos os que se encontram ocupando cargos de confiança, a partir de 1.º de outubro próximo, a presidente Dilma deveria atribuir à Casa Civil a missão de, em 30 dias, apresentar um plano de redução das 149 empresas estatais do governo federal. Algumas deverão ser simplesmente extintas e a maioria, privatizada. Seria um vigoroso corte de gastos, além de fazer algum caixa para o Tesouro. Lembro que a famosa empresa responsável pelo natimorto trem-bala desperdiçou recursos dos brasileiros para nada. Governar é estabelecer prioridades. 

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com 

Rio de Janeiro

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ONDE MAIS SE PODE CORTAR

Se o governo quer reduzir gastos, aqui vão sugestões: 1) acabe com "A voz do Brasil" e venda esses horários às emissoras via impostos ou taxas, e o arrecadado vai para a saúde; 2) reduza dramaticamente as propagandas do governo e das estatais durante cinco anos, e também venda esse espaço na mídia em leilões de horário, e quando precisar o governo entra no leilão. Essa grana fica no caixa do governo e das estatais; 3) o horário de partidos e do Legislativo serão reduzidos e também colocados em leilão, e esse arrecadado vai para a educação. Com isso a sociedade ganha, pois não tem de desligar o rádio ou a TV e, quem sabe, se educa um pouco mais com uma programação adequada pelas mídias.

Jose Guilherme Santinho msantinho@uol.com.br 

Campinas

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A OPÇÃO POR MAIS IMPOSTOS

O único esforço extraordinário do governo é tentar transferir o rombo de suas contas para o vilipendiado contribuinte.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br 

São Paulo

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VELHACOS

Relendo Dostoiévski em "Crime e Castigo" (1866), encontrei uma afirmação muito interessante: "Ideias, sim, pululam, o desejo do bem existe, embora sob uma forma pueril, e honestidade também se encontra, apesar de que, visíveis ou encobertos, abundam os velhacos!". Quanta sabedoria e realidade perenes! Nota: qualquer semelhança com personagens atuais é mera coincidência.

Décio Antônio Damin deciodamin@terra.com.br 

Porto Alegre

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OCIOSIDADE NA INDÚSTRIA

Segundo dados do IBGE, a redução de postos de trabalho na indústria nos últimos 12 meses é de 4,9%. A ociosidade na indústria chegou a 21,4% em julho. Somente no ramo da indústria, referente aos meios de transporte, a queda no emprego foi de 11,9%, em comparação com o mês de julho de 2014. Com o aumento do desemprego e da inflação, o rendimento dos trabalhadores está seriamente comprometido. Se o Brasil perder o grau de investimento numa segunda agência de classificação de risco, o prejuízo poderá ser de R$ 30 bilhões. É notório que Dilma e os seus 39 ministros estão completamente atrapalhados e precisam ser substituídos imediatamente.  

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br 

Belo Horizonte (MG)

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DESEMPREGO

Além dos trabalhadores à procura do primeiro emprego e dos milhares já demitidos, em agosto foram cortados mais de 26 mil postos de trabalho só no Estado de São Paulo. De resto, está tudo sob controle, não é, dona Dilma?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 

São Paulo

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MUDANÇA É URGENTE

O Brasil nas mãos deste desgoverno não tem conserto. Há necessidade de uma nova direção para um país decente, com dirigentes responsáveis e competentes para pôr fim nessa crise política e econômica que atinge toda a sociedade brasileira. Essa mudança é urgente, para que uma nova administração promova reformas necessárias, como a trabalhista, a tributária, a previdenciária, a política e a educacional, e, ainda, controle dos gastos públicos e rever a cobrança de impostos escorchantes, sem retorno, dos contribuintes. Três caminhos para que isso aconteça: no curto prazo, renúncia ou impeachment; no longo prazo, o eleitor se conscientizar para banir esses petistas em eleições futuras.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br 

São Paulo

  

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GOLPE?

Dilma Rousseff continua sem a dimensão da crise de credibilidade em seu governo e segue procurando pêlos em ovos. Tudo o que Dilma disse em sua campanha que não faria, ela está fazendo ou propondo que se faça. A última foi a declaração de que querem um "golpe" contra a democracia e afirma que "nós faremos tudo para impedir que processos não democráticos cresçam e se fortaleçam". Quais seriam os processos "não democráticos" a que se refere? Quem conheceu Dilma engajada no passado contra a ditadura sabe que a favor da democracia não foi a sua luta com armas nas mãos. Se ela está se referindo ao impeachment, esse é um processo dentro das leis e previsto em nossa Constituição, e seu partido foi o grande apoiador desse processo contra Collor. Golpe, prezada presidente, é o que ganhamos junto com sua vitória na sua reeleição: roubalheira, administração medíocre, voluntarismo, ideologismo, populismo deslavado, mentiras, entre outros tantos desmandos. Não há como, diante da situação de fundo de poço em que nos colocou, confiar, acreditar na solução proposta. Seu desgoverno acabou antes de começar. 

Leila E. Leitão

São Paulo

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MENTINDO

Os argumentos que Dilma Rousseff usa para se defender contra o pedido de seu impeachment são hilários. "Encurtar o caminho da rotatividade democrática é golpe", "fui eleita democraticamente pelo voto popular" e outros que não valem a pena voltar a citar. Por esses argumentos, o PT teria de pedir perdão de joelhos a Collor, por ter votado pelo seu impeachment, porque esses mesmos argumentos valeriam para que ele não fosse cassado. Essa mulher é muito incapaz e envergonha as demais mulheres deste Brasil. Não precisa de muitos argumentos para cassar Dilma, é só analisar a palavra impeachment (impeachMENT), é o que ela vem fazendo há quase dois anos: MENTE.

Francisco Augusto Pereira Lima faugplima@gmail.com

São Paulo

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O CAMINHO PARA A PHOENIX

Causa-me estranheza que nenhum analista político tenha interpretado como um verdadeiro bumerangue a política de terra arrasada praticada pela "presidenta" Dilma em seu último mandato, visando a atingir o candidato opositor que viesse a se eleger em seu lugar, e assim aplainar a trajetória do retorno de Lula em 2018, como o salvador da Pátria. Embora o tiro tenha saído pela culatra, permanece inalterada a estratégia de torná-lo o próximo presidente, fazendo-o emergir como Phoenix, porém das cinzas de sua própria criação.

Benedicto Orivaldo do Amaral benoamaral@uol.com.br 

Atibaia 

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DE FEITIÇOS E FEITICEIROS

No momento, a sociedade oposicionista brasileira começa a sentir o tal de "um barulho danado e não vai dar em nada". Os oposicionistas, a bem da verdade, não têm onde se apoiar para atingir seu objetivo. Já, já será o feitiço indo contra o feiticeiro, ou, ainda, quem não faz toma (o gol, é claro).

José Piacsek Neto bubanetopiacsek@gmail.com 

Avanhandava

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FIM DA FARRA

O aparelhamento das instituições brasileiras e o loteamento de cargos, mais a criação de milhares de outros "fantasmas", tudo dentro de um projeto de poder, está evidenciado na decisão da Petrobrás de cortar 5 mil funcionários terceirizados. Ora, direis ouvir estrelas e perdestes a razão. Que empresa, por mais gigantesca que seja, pode suportar a demissão em massa de 5 mil empregados, a não ser que esses "cumpanheros" apenas constassem da folha de pagamento. É assim que vai se desmoronando o sonho de Lula, que já foi um dia o de Adolf Hitler.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 

Vassouras (RJ)

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AS MORDOMIAS NAS ESTATAIS

 

Quando chegam datas-base de reajustes para empregados de empresas estatais, como agora na Petrobrás, é que ficamos sabendo das mordomias que correm soltas nessas empresas. As estatais são "mundos à parte", onde o empregado tem estabilidade e vantagens inexistentes em qualquer outra empresa ou órgão público. Enquanto se enfrenta uma crise econômica e de empregos, vemos que os empregados da Petrobrás ganham 15 salários anuais, que são (além dos normais) o 13.º; mais a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que seria o 14.º; e também um tal de "salário de contingenciamento", pelas "perdas  inflacionárias passadas", então um 15.º. Até quando os governos vão permitir essa situação acintosa perante os demais trabalhadores e servidores públicos?

  

Heitor Vianna P. Filho bob@intnet.com.br 

Araruama (RJ)

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DESCASO COM A EDUCAÇÃO

Os dados da Avaliação Nacional de Alfabetização não surpreendem ao revelar que no Estado mais rico do Brasil as crianças têm baixo domínio nos conteúdos da Matemática e habilidades de leitura e escrita. Isso é o resultado de uma política educacional que combina descaso do Estado, baixos salários, destruição do magistério, péssimas condições de trabalho e pouco bom senso na gestão da educação pública. Favas contadas!

Maria Isis Meirelles Monteiro de Barros misismb@hotmail.com 

Santa Rita do Passa Quatro

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EDUCAÇÃO X ECONOMIA

Lamentável a situação da educação no País, a meu ver muito pior do que a situação econômica, pois estamos no auge da nossa força de trabalho, com uma boa parte da população numa faixa etária produtiva, e em breve devemos sair dela. Precisamos nos preocupar mais ainda com a qualidade da educação desde a primeira infância, pois nas avaliações internacionais (Pisa) o Brasil piorou. Como vamos ter aumento de produtividade e eleitores com critério, com a educação caminhando para onde está? Só há um caminho: escolas compartilhadas, assim como em Madri e em outros países da Europa. Quem vai levantar essa bandeira?

Marcelo F. Monteiro marcelofm@pmonteiro.com.br 

Ribeirão Preto

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OS NOVOS MUROS DE BERLIM

O Muro de Berlim separava homens em razão do pensamento ideológico. Os muros que hoje se multiplicam na Europa visam a afastar pobres refugiados de guerra, famílias inteiras submetidas à infâmia de guerras e revoluções mercenárias e sanguinárias, a demonstrar que, nos momentos e nos assuntos mais importantes para a humanidade, "união" europeia é um raio em céu azul. A Alemanha de Angela Merkel, provavelmente em busca da purgação de seus pecados históricos, acolhe os rebotalhos humanos e procura integrá-los à vida social. Outros países europeus não sofrem remorsos a serem apagados de suas memórias. 

  

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 

São Paulo

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AÇÕES CONCRETAS NA SÍRIA

Apesar de todo o horror no trato com os refugiados na Europa, é preciso analisar a origem de todo o problema. Afeganistão, Iêmen e Iraque sofrem com o Estado Islâmico (EI). A Síria, além do maldito EI, ainda é vítima do tirano Assad, que pretende matar quem precisar para continuar no poder. Isso tem de terminar. É necessária uma ação militar conjunta, global, para erradicar Assad do poder e dizimar o EI, antes que este dizime os civis - que tanto sofrem e morrem nesta guerra de ódio religioso gratuito. Às vezes, para haver paz, é preciso haver guerra. Eis a situação. E que se calem os hipócritas de plantão!

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br 

Porto Feliz 

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VALORES PRIMORDIAIS

Devem,  com certeza, os países que podem acolher os refugiados sírios. Claro que correm o risco de receberem terroristas em seu meio, mas a primeira missão de todos é salvar vidas. Estes são nossos valores primordiais.

Luíz Frid luiz.frid@globomail.com 

São Paulo

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