Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

28 Abril 2017 | 03h00

GREVE POLÍTICA

Por um Brasil melhor

Na minha família ninguém vai aderir à greve. Estamos, sim, agradecidos a Deus por todos estarem empregados, diante de tanto desemprego causado por corrupção, roubalheira e desgoverno. Não tenho simpatia pelo governo atual, que não escolhi (não votei na chapa Dilma-Temer), porém a crise vem de longa data, e não de poucos meses. Torço por um Brasil melhor, não quero torcer contra só para depois poder falar: eu não disse?

ANGELA MARIA DE SOUZA BICHI

angela_bichi@hotmail.com

Santo André

Ainda que estivesse em férias, hoje eu trabalharia, deixando claro aos pelegos dos sindicatos, que têm ojeriza a trabalho, e aos petralhas corruptos que o Brasil está no caminho da recuperação, após a devastação do governo bolivariano, lembrando também que minha bandeira é verde e amarela, jamais vermelha.

SERGIO CORTEZ

cortez@lavoremoveis.com

São Paulo

Que Brasil é esse?

Em que país estamos mesmo? Num Brasil em que há liberdade de locomoção e pensamento, onde a democracia resiste a duras penas às reações contra o fim de mordomias e falcatruas, ou num país em que até professores da rede particular fazem greve? Quem é mais importante, o trabalhador que depende do transporte público, ou o sindicalista que recebe sem trabalhar? Vamos sair, sim, de casa, fazer tudo o que é nossa responsabilidade e dar graças a Deus que a era PT está bem próxima do fim.

MARIA LUCIA RUHNKE JORGE

mlucia.rjorge@gmail.com

Piracicaba

Dia do pelego

Parabéns ao Estadão pelo editorial A greve do feriadão (27/4, A3), que diagnostica de forma precisa como os grevistas aliados do sindicalismo exploram o gosto pela ociosidade de muitos trabalhadores, frequentemente usados como massa de manobra. A propósito desta greve, lembro que em 2015 Dilma Rousseff, umbilicalmente ligada ao PT, partido a que muitos sindicalistas de viés grevista estão também ligados, mandou a Força Nacional reprimir, na base da borrachada, caminhoneiros que faziam greve. Preocupada com a extensão da paralisação, Dilma ainda ordenou que seu ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, preparasse medida provisória promovendo uma verdadeira perseguição a caminhoneiros, com multas para os donos dos veículos que variavam de R$ 5.746 a R$ 19.154, em caso de reincidência. E agora, quando o governo não é do PT, querem uma greve geral?!

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Só rindo

O editorial A greve do feriadão informa que o PT apresentou seis medidas para a recuperação da economia, do emprego e da renda. Em minha opinião, é o mesmo que o Dunga apresentar seis medidas para melhorar o desempenho da seleção brasileira.

MARCELO MELGAÇO

melgacocosta@gmail.com

Goiânia

Para atazanar a Nação

Com recursos do imposto sindical, que provém do salário dos trabalhadores, sindicalistas, com a ajuda do PSOL, do PCdoB, do PDT e, principalmente, do PT, querem com essa “greve geral” de hoje atazanar de vez a vida da sociedade brasileira. Esses mesmos sindicatos e partidos, que se lixaram para corrupção, para a derrocada da economia e para o desemprego de 13,5 milhões de trabalhadores – culpa exclusiva de governos petistas –, agora, preocupados que estão com as boas iniciativas na área econômica do governo Temer, prometem tumultuar a Nação. A desculpa é que são contra as reformas em curso, da Previdência e trabalhista, que o PT não teve a grandeza de realizar. E, como ato de terror, mentem pelas redes sociais que os trabalhadores serão prejudicados. Muito preocupantes são os relatos de comerciantes em São Paulo de que gente envolvida na promoção dessa estúpida e inoportuna greve está ameaçando com represálias os empresários que não fecharem as portas de seus estabelecimentos. Infelizmente, é o que de melhor sabem fazer...

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Nas entrelinhas

Os sindicatos dizem não estar preocupados com o fim do imposto sindical. Mas com a reforma trabalhista estão, e muito, porque o diálogo entre patrão e empregado será mais fácil e, assim, os sindicatos poderão perder sua maior fonte de renda, os honorários de até 30% em toda ação trabalhista comandada por eles. Só isso explica a enorme quantidade de ações ganhas, com a ajuda “milagrosa” da Justiça do Trabalho, que continua tratando empregador como aproveitador do coitadinho do empregado, como nos anos 1940. Aposto que se passarem malha fina nos milhares de ações trabalhistas encontrarão braços e pernas dos sindicatos, o que deixa o ganho deles com o imposto como reles gorjeta. Deu para entender o porquê dessa greve?

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Solução do problema

Receita simples e caseira para pôr fim ao movimento paredista da CUT e demais centrais, em “defesa da garantia dos direitos dos trabalhadores”: em vez de acabar com a obrigatoriedade do imposto sindical, obrigar os empregados a doar-lhes dois dias de trabalho por ano.

ULISSES NUTTI MOREIRA

ulissesnutti@uol.com.br

Jundiaí

REFORMAS

Imposto e foro

A extinção do imposto sindical, que está para se concretizar, é um presente histórico para os trabalhadores e odioso para os pelegos sindicalistas. Quanto à extinção do foro privilegiado, difícil acreditar que nossos senadores aceitem cortar na própria carne, de graça, sem benefícios de contrapartida. No mínimo, soa estranho. Aguardemos a votação dos deputados federais.

HONYLDO ROBERTO P. PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Pé-de-meia

Assisti a uma entrevista do Paulinho da Força dizendo que o justo seria acabar com o imposto (imposto!) sindical obrigatório após seis anos, não já, para os sindicatos se adequarem à situação. Ora, acompanhando a trajetória desse senhor ao longo dos anos, tenho certeza que ele disse isso pensando só no bem que os sindicatos fazem a todos os trabalhadores deste país, como empregam bem esse suado dinheiro, e isso me comove muito... Se não o conhecesse, pensaria que Paulinho está pedindo esse tempo para que os sindicalistas possam fazer seus pés-de-meia.

ALBERTO SOUZA DANEU

curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

GREVE GERAL

 

Fazendo um exercício de imaginação, se o presidente Michel Temer aumentasse de um para dois dias a contribuição sindical, será que CUT, centrais sindicais e afins organizariam esta greve geral hoje, que deixará o Brasil ainda mais debilitado economicamente? Com feriado em duas sextas-feiras seguidas, outro no dia 1/5 (segunda-feira), será que sobrará emprego para aqueles que faltarão ao trabalho nesta sexta-feira de greve geral? O tempo dirá, porque os presidentes dos sindicatos jamais perderão seu emprego, nem serão demitidos. Essa gente não passa de oportunistas com uma massa de manobra nas mãos.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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FOLGA

 

O trabalhador brasileiro se acostumou com duas sextas-feiras seguidas de folga e promoveu, por causa de uma lei que ele nem sabe bem o que representa, decreta a terceira sexta, que, juntando com a segunda, vai ser uma maravilha! Viva o Brasil!

 

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

 

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UM APELO

 

Senhores sindicalistas, não tem como remarcar esta greve para depois que passar a frente fria? Com este frio, não dá praia. Se remarcar para 14 de julho, dá para emendar cinco dias... Do jeito que o diabo gosta! Grato. Quem sabe até lá aparece um real motivo...

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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SE CONSELHO FOSSE BOM...

 

Aqueles que forem espertos, ao invés de saírem de casa em direção às manifestações, programadas para o fim de semana prolongado, e acabar levando spray de pimenta e gás lacrimogênio pelas fuças, como se usa dizer, a melhor opção, se quiser mesmo aproveitar a folga, é pegar seu carro ou mesmo um ônibus e rumar para o campo ou praia. Quem avisa amigo é. Sem ironia, por favor!

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

 

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APOIADORES

 

Apoiadores da greve sem causa de hoje não passam dos “mortandeleiros” petistas que, visando à vagabundice, que lhes é peculiar, pensaram num feriadão mais que prolongado, que lhes permitirá ficar mais tempo sem fazer nada.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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O PRÓPRIO UMBIGO

 

Houve momentos políticos neste país em que o governo petista era maioria no Congresso, contava com o apoio de grande parte da população, nadava tranquilamente de braçada, e, mesmo assim, não se dispôs a fazer reformas necessárias para que o Brasil pudesse dar passos à frente, seguindo o exemplo de países europeus mais adiantados. Estavam mais preocupados em implantar mensalões e petrolões que garantissem sua permanência no poder “ad aeternum”. Já o governo de Temer não conta com a simpatia da maioria da população, não tem projeto de se reeleger em 2018, mas conta com maioria no Congresso. Temer pode, com todo civismo, fazer planos, não para si, mas para o futuro do Brasil, e por isso ousou estas reformas que o PT, no seu tempo, se acovardou, temendo bater de frente com seu eleitorado de cabresto e mesmo com aquele eleitor que só vota para defender interesses pontualmente pessoais. Agora, PT, movimentos sociais, sindicatos e a Igreja Católica se unem contra as reformas que, segundo eles, “desmontam direitos sociais conquistados com muita luta pelos brasileiros”. Frases apelativas, mas absolutamente mentirosas! O PT é contra as reformas porque os créditos de seus benefícios não recairão sobre este partido. Assim como Lula e o PT foram firmemente contra a implantação do Plano Real, a despeito do bem que acabou causando à nossa economia. Assim é o PT, “às favas com o Brasil”, o que importam são seus interesses. Como sempre, petistas estão acariciando o próprio umbigo.

 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

 

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A DECISÃO DE JOÃO DORIA

 

O prefeito de São Paulo, João Doria, é admirável, antenado e rápido para tomar decisões. Fez um acordo com o Uber e o 99, oferecendo transporte de graça aos funcionários que queiram ir trabalhar hoje. Num vídeo rápido e objetivo, disse aos funcionários que, se quiserem manifestar-se, podem fazê-lo aos sábados, domingos ou à noite. Perfeito. Nunca tivemos um prefeito ou governador preocupado com a população quando há paralisações no transporte, em fazer com que os funcionários pudessem trabalhar apesar da greve. No caso do metrô, deveria liberar as catracas, pois assim estaria dado ao povo o direito de ir e vir e a perda de arrecadação da catraca liberada seria cobrada do sindicato. Depois as pessoas criticam Doria, mas ele é um homem que está à frente de seu tempo. Merece todo respeito pela prontidão com que exerce sua função de administrador e pela forma elegante com que se dirige aos seus funcionários. Nota dez ao prefeito. Nunca antes neste país tivemos alguém tão preocupado com o cidadão. Como disse o prefeito, “o Brasil não é do mundo sindical, não. O Brasil é dos brasileiros”. Apesar dessa afirmação verdadeira do prefeito, causa estranheza que o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira (PTB), esteja do lado das centrais sindicais e se posicionou contra o fim do imposto sindical. Presidente Temer, o seu ministro vai contra o apelo da população, que não aguenta mais ser achacada pelos famintos sindicalistas que não prestam serviços adequados aos seus associados.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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A LIBERDADE ALHEIA

 

Hoje o Exército vai estar nas ruas para proteger quem quiser ir trabalhar ou andar de táxi, Uber ou carro particular, e quem atrapalhar a circulação destes levará bomba de gás. Liberdade de greve tem limites básicos, o da liberdade dos outros, coisa difícil de entender para ditadores de esquerda, mas realidade conquistada pelo cidadão livre do Brasil. Portanto, quem quiser continuar respirando, respeite a liberdade alheia, como a democracia respeita até a de quem gosta de ditadura de esquerda. Mas tem o limite do ir e vir.

 

Roberto Moreira da Silva Rrobertoms@uol.com.br

São Paulo

 

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GREVE NO SANTA CRUZ

 

Adoro democracia! Faca no pescoço no Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Os alunos escreveram carta com severas críticas, bem fundamentadas, aos professores grevistas contrários às reformas. Se esses professores não derem o troco à altura, que troquem de posição com os alunos... ou peçam as contas rumo à Venezuela.

 

Olimpio Alvares olimpioa@uol.com.br

Cotia

 

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A HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO À DERIVA

 

Herdar o legado deixado pelos padres Paul-Eugène Charbonneau e Lionel Corbeil certamente não deve ser tarefa fácil. Os fundadores do Colégio Santa Cruz transformaram a mentalidade de gerações de pais e alunos, por meio de um sistema educacional moderno e inovador, e fizeram daquela instituição em exemplo de sucesso e pioneirismo. Ao me formar em 1986, fui com a certeza de que voltaria com a prole... 30 anos depois, no final de 2016, formei minha segunda e última filha nesta escola, contando os minutos para que aquele fardo terminasse. Lamento dizer que o legado ficou para trás. O moderno de outrora deu lugar ao equívoco de ideais mal formulados, no qual lamentavelmente se encontra a esquerda brasileira e juntamente com ela a grande maioria do quadro docente desta escola... uma nau sem rumo! Professores, estes endossados por orientadores e diretores, zombam dos alunos que expressam opinião contrária aos seus preceitos sem fundamento, dando o pior exemplo de bullying que uma instituição educacional jamais poderia dar. Se o Santa Cruz quiser voltar a ser a escola pioneira que sempre foi, terá de dar uma guinada e olhar os exemplos positivos deixados por seus fundadores, que formaram gerações e gerações de cidadãos conscientes, que hoje lideram tantas frentes de projeção nacional e internacional. Virar as costas a tudo o que foi construído ao longo de tantos anos não é inovador, é obtuso. A nota publicada na coluna de Sonia Racy ontem (“Nova carta”, 27/4, C2) exemplifica o mal estar pelo qual a escola vem passando nos últimos tempos. Vamos torcer para que este triste momento pelo qual a escola vem passando fique logo para trás e que de forma positiva o quadro docente volte a dar espaço às boas práticas de respeito, cidadania e tolerância tão em voga nos idos de outrora.

 

Maria Thereza Whitaker Tabet lecomcre@terra.com.br

São Paulo

 

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O PROTESTO NOS COLÉGIOS

 

Fui aluno de 1962 a 1967 do Colégio São Luis, cujos professores aderiram à greve de hoje. Imaginem se o poder laico\temporal desse apoio a uma greve, num domingo ou sábado, com as igrejas vazias, em protesto contra leis canônicas do tipo contra o aborto, a favor do casamento e de famílias homossexuais, do casamento de padres, do acesso de mulheres à hierarquia da Igreja, com possibilidade de termos uma papiza, etc. A Igreja acharia um absurdo, não acham? Portanto, parem de se meter no poder temporal, o poder eclesiástico acabou na idade média, ou teremos de ressuscitar Napoleão Bonaparte!

 

Luís Fernando meirelles@meirellescarvalho.com.br

São Paulo

 

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PARALISAÇÃO

 

Os grevistas ladram e as reformas passam. Muda, Brasil!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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PRESSÃO

 

A votação do projeto de reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) está motivando as várias tendências do movimento sindical a agirem em conjunto. É a resposta à atitude impositiva do atual governo. Até greve geral foi organizada. Mas uma outra questão pode ter resultados ainda maiores: a pressão sendo exercida contras os parlamentares em suas bases eleitorais. E isso, por certo, vai deixar número significativo de deputados preocupados no próximo período eleitoral. É esperar para ver.

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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VOTAÇÕES NO CONGRESSO

 

Podemos considerar o dia 26/4/2017 um dia histórico. Apesar da gigantesca crise política e de governabilidade, o governo Temer conseguiu importantes avanços no Congresso com as reformas que podem energizar o Brasil.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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REFORMA TRABALHISTA

 

Ainda que a reforma da legislação trabalhista seja entendida como extremamente necessária, considero como insensata a colocação de seu projeto na pauta de votação no plenário da Câmara em dia tão próximo ao da comemoração do Dia do Trabalho. Um dos pontos mais polêmicos do projeto é a desobrigação do trabalhador de contribuir com o Imposto Sindical. É inegável que, diante de tal situação, os sindicatos tenham formado um movimento grevista abrangente que, provavelmente, se estenderá por todo o País, com consequências imprevisíveis. Tudo bem que a ocasião seja oportuna para o governo no que diz respeito à sua aprovação, mas, por ora, totalmente desfavorável à sociedade. Postergar por alguns dias algo que vem se arrastando por tanto tempo mostraria, no mínimo, bom senso. Como o mal (não a reforma, mas o açodamento) já está parcialmente feito, ponderar para minorá-lo é essencial.

 

Paulo Guida paulo.guida@yahoo.com.br

São Paulo

 

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SUGESTÃO

 

Sobre a reforma trabalhista, tomo a liberdade de sugerir o seguinte: cada empregado deveria ter sua microempresa (com base no CPF ou PIS); cada microempresa (empregado) faria um contrato com a empresa que a contrata; cada microempresa (empregado) receberia o valor mensal total combinado; cada microempresa (empregado) arcaria com seus próprios custos; cumprindo fielmente o contrato firmado, mensalmente receberia o valor; não cumprindo, estará fora. Todos se beneficiariam:

a empresa não teria encargos trabalhistas, a não ser o valor combinado com a microempresa; o empregado (microempresa), com base nos seus recebimentos sem descontos, faria sua poupança e cuidaria da sua saúde, poupança, seguro, rentabilidade. Detalhe: se faltar, não recebe. Se fizer greve, não recebe. Se não emitir nota, não recebe. Se ficar doente, não vai ter 5 dias de folga. Quero ver faltar no serviço ou deixar de cumprir serviço contratado para ir à passeata defender quem não presta. Os únicos que iriam perder, chiar e gritar são estes advogados trabalhistas que enchem o fórum de petições, muitas vezes indevidas (alguns até ficam com o valor recebido e não o repassam).

 

Jose Pedro Vilardi vilardijp@ig.com.br

São Paulo

 

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A REFORMA DAS REFORMAS

 

De repente, não mais que de repente, o atual governo, o mesmo originário, aliado, compadre e cúmplice do que saiu, com seus muitos filhos adotivos – aqueles que só obedecem a quem lhes dá o que querem, como “brinquedos e doces” –, tem a fórmula secreta para colocar o Brasil nos trilhos e estancar a sangria, certamente referindo-se à inflação, ao desemprego, às taxas de juros, ao rombo na Previdência, aos erros da CLT e, até, quem sabe, à corrupção que assola o País. Pelo menos é o que propõem Temer, Meirelles e companhia limitada em seus infindáveis – e pouquíssimo confiáveis – discursos e nas reformas que consideram a salvação da lavoura, o coelho da cartola. A invenção da roda, quadrada, é bem verdade, pois atacam direitos conquistados durante anos de lutas, podendo nos levar a um retrocesso ainda maior. Todos sabem que o desespero bateu no Planalto e, em razão da rejeição por quase toda a classe política brasileira, além da crescente dívida provocada pelos sucessivos projetos criminosos de poder e pelo tsunami de roubalheira e demais desvios, em que PT e PMDB foram os principais – não os únicos – responsáveis diretos (os indiretos fomos todos nós, eleitores e contribuintes que votamos mal e nos limitamos a pagar os impostos), não restou outra alternativa ao governo se não propor reformas imediatas, como a trabalhista e a previdenciária, estas duas a justificar boa parte do  caos vivido por mais de 200 milhões de brasileiros e o empenho desesperado para convencer o Legislativo (deputados federais e senadores) a aprová-las para ontem. Mas de nada vão adiantar as mudanças se a principal e mais fundamental de todas não for feita, ou seja, a reforma da casa chamada Congresso Nacional, também conhecida como a casa da mãe Joana. Somente com uma profunda reforma política, aliada a alterações nos Códigos Civil e Penal, que acabe com tantas imoralidades e aberrações cometidas pelos políticos, poderemos ter um país mais justo, tanto para os trabalhadores que continuariam a ter resguardados os direitos adquiridos quanto para todo o restante da sociedade, que passaria a ver mais bem aplicados os invejáveis recursos que vêm sendo desviados por uma minoria mentirosa, perdulária, corporativa, mal intencionada e que só pensa em continuar roubando sem ser molestada pela Justiça e pelo abuso das “autoridades”. Em não sendo possível fazê-las, em breve, muito em breve mesmo, o País ficará paralisado, novamente, à espera da “reforma das reformas”, que conserte, de uma só vez, todos os erros que o atual governo insiste em cometer.

 

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

 

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ALVO PRINCIPAL DO PL 280

 

Numa época em que o poder da corrupção vem ameaçando minar os pilares da democracia com a compra de políticos venais e a intimidação a procuradores e juízes, a quem mais interessaria a aprovação em caráter de urgência da Lei de Abuso de Autoridade, que permite a investigados processarem integrantes do Ministério Público Federal (MPF)? É óbvio que a aprovação dessa lei atende apenas a uma classe de políticos, os envolvidos em alta corrupção, cujo sonho é frear as investigações da Lava Jato, seguindo livres e impunes na rapinagem. Para ter uma ideia de como seria essa lei na prática, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) a aprovasse, imaginem um Eduardo Cunha processando um ministro do Supremo que o mandou prender, ou ainda um Marcelo Odebrecht interpelando judicialmente o juiz Sérgio Moro por abuso de autoridade?  Espera-se que o STF derrube a decisão dos protagonistas deste teatro burlesco em que políticos corruptos terão o poder de cercear os agentes da lei.

 

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

 

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ABUSO DE AUTORIDADE

 

“Hermeticar errado” (?!) – isto é, contra o interesse de alguém –, segundo algumas eminências, deve se tornar crime de abuso de autoridade. Que absurdo – em Direito e Justiça – é isso?

 

José Etuley B. Gonçalves etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

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O ABUSO DOS ABUSOS

 

A quintessência do abuso de autoridade se dá quando um bando de delinquentes do Congresso Nacional usa sua autoridade de Poder Legislativo para tentar aprovar uma lei cujo objetivo maior é garrotear órgãos do Poder Judiciário em suas atribuições e prerrogativas. A sem-vergonhice de Suas Excelências não encontra limites para garantir sua impunidade. O Judiciário e a sociedade precisam reagir com todas as suas forças contra este que pode ser considerado o abuso dos abusos de autoridade.

 

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

 

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ABUSADORES DO PODER

 

Abuso de autoridade é o que historicamente vem acontecendo no Brasil, por presidentes da República, ministros de Estado, senadores, deputados federais, governadores, dirigentes de empresas estatais, como Petrobrás, BNDES, Correios, Caixa Econômica e muitas outras, e por grandes empreiteiras, construtoras, bancos, empresas nacionais e multinacionais de grande porte. Autoridade de poder, conferida pelo povo aos primeiros, que são autoridades governamentais e/ou estatais e pelo dinheiro aos poderosos privados. Estes são os grandes e verdadeiros abusadores do poder no Brasil! Poder Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal tentam coibir os excessos do Executivo, do Legislativo e do mundo empresarial privado.

 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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TOMEMOS NOTA

 

Querem acabar de vez com a Operação Lava Jato (Lei de Abuso de Autoridade), não há dúvidas, como também o homem “mais honesto do Brasil” quer calar a imprensa (“Veja”, “Estado”). São essas as atitudes com que os senhores ilustres e dignos nos presenteiam a pouco menos de um ano das eleições. Tomem nota, meus amigos, nomes, partidos, regiões e, principalmente, ações.

 

Leandro Ferreira leandroferreoradasolva@gmail.com

São Paulo

 

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NOVA ORDEM

 

Os oito anos de Lula e os cinco de Dilma Rousseff são a prova brasileira de que no sistema democrático presidencialista a cabeça do presidente e seu conteúdo determinam o destino do País. Lula começou com a ideia fixa de dar três refeições diárias aos pobres, pelo simples mérito de serem pobres, mas, 15 anos depois, eles continuam pobres. Em seguida começou a distribuir benesses a outros países pobres, e hoje transformou o Brasil num deles. Dilma começou com a faxina dos malfeitos, e sua cabeça malfeita terminou homenageando a mandioca e enterrando em seu lugar o Brasil. Um dos itens essenciais da reforma política tem de ser a cabeça do presidente, desde o QI à formação universitária, conhecimento de História, experiência executiva, teste de aptidão e ficha limpa. Basta de demagogia e verborragia. Basta de aventuras. Queremos comemorar, já em 2022, os 200 anos da independência, com uma nova ordem econômica e um verdadeiro progresso social!

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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LAVANDERIA DE PRIMEIRO MUNDO

 

Partidos políticos que acobertam políticos corruptos são uníssonos para se defender das delações premiadas em face de recursos da corrupção, com a eterna frase: “Todas as contas eleitorais foram aprovadas pelos respectivos tribunais regionais”. Todavia, somente agora “caiu a ficha” do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedor-geral da Justiça Eleitoral Herman Benjamin, que reconheceu que no País estes tribunais nada mais são do que uma “lavanderia de luxo, de Primeiro Mundo”, pois dão aval aos recursos de má origem ou de origem criminosa, concedendo uma legalidade formal. A constatação se originou quando o tribunal se debruçou sobre as contas partidárias de seis anos atrás! Ora, além da “rapidez”, ninguém nunca percebeu nada sobre a tal “lavanderia”?

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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A ESQUERDA E LULA

 

Acerta em cheio o jornalista Eugênio Bucci ao questionar, no artigo “A esquerda, o silêncio e a religião” (27/4, A2), a dificuldade da militância da esquerda em criticar o ex-presidente Lula. Seja por idolatria mística, seja por “tática para não enfraquecer a causa”, tais atitudes, cegas e ignorantes, colocam o PT em franco curso de extinção. Se o partido almeja sobreviver, precisa cortar o cordão umbilical que ainda o prende ao seu líder (ou será ex-líder?) decadente. Uma ressalva: o jornalista foi muito generoso ao escrever da “dificuldade de núcleos de esquerda de fazer a crítica de determinadas condutas de Lula”. No lugar de “determinadas condutas”, o correto seria: evidências gritantes de desvios legais, morais e éticos.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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‘A ESQUERDA, O SILÊNCIO E A RELIGIÃO’

 

Depois da decepcionante participação do “professor” Bucci no “Roda Viva”, da TV Cultura, vou me abster temporariamente de comentar seus escritos.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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TIRANDO A CAUDA DO FOGO

 

Os últimos feriados foram consagrados a mártires responsáveis pelo surgimento de responsáveis pelo cristianismo, a princípio deturpado nos verdadeiros ensinamentos dos apóstolos, até que o frade agostiniano Martinho Lutero condenou a venda de indulgências e de relíquias pela Igreja Católica, culminando com o que a história relata como Reforma Protestante. O Brasil foi marcado por datas como a crucificação de Jesus Cristo e a morte do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Lembrando o mártir da independência, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, disse em Ouro Preto que “a liberdade e a justiça foram solapadas por uma teia de acusações que lembram as alcovas da Conjuração Mineira”. Ainda em Ouro Preto, Lula não compareceu à cerimônia de condecoração com a Medalha da Inconfidência, talvez para evitar um encontro com o juiz Sérgio Moro. Toma sentido de ópera bufa o show que os delatores da Odebrecht estão oferecendo ao público televisivo com as principais redes de televisão, batendo todos os recordes de audiência. Diante das acusações de propina dos delatores e a negação dos fatos pelos acusados, chega-se à conclusão de que a democracia brasileira não é constituída de políticos, mas de querubins e serafins celestiais.

 

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

 

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JUSTIÇAMENTO

 

Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, denunciado na Operação Acrônimo, fez críticas ao Judiciário durante recente cerimônia de entrega de Medalha da Inconfidência: “Falo também das perseguições políticas, religiosas ou raciais, muitas delas respaldadas por processos claramente parciais, onde a violência e o desrespeito se ocultam atrás de ações espetaculosas, nas quais a intenção de justiçamento, e não de justiça, fica cada dia mais evidente”. Como ex-guerrilheiro, participante de ações armadas terroristas criminosas, com a finalidade de implantar o comunismo no País, sem nenhum compromisso com a democracia, embora hoje se autorotule como paladino dela, deve saber do que está falando quando se refere a justiçamento.

 

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

 

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FORO PRIVILEGIADO

 

A possibilidade de o STF decidir pela restrição do foro privilegiado aos crimes cometidos durante o mandato poderá ensejar que, baseando-se nessa decisão, políticos que não ocupam cargos eletivos, mas cometeram crimes durante seus mandatos, e estão sendo processados e julgados nos juízos de primeira instância, pleiteiem que seus processos sejam processados e julgados no STF. O efeito será contrário ao pretendido.

 

Reynaldo José Gatti Busch rjgbusch@hotmail.com

Limeira

 

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PRESÍDIO

 

O maior presídio nacional chama-se foro especial. Um direito dos poderosos para sugar e não responder por seus atos. Esta reforma constitucional é questão de ordem e decência. Afinal, somos todos iguais ou não perante a lei?

 

Alice A. Câmara de Paula alicearruda@gmail.com

São Paulo

 

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MARIA ANTONIETA DE GOIÁS

 

Marconi Perillo, governador de Goiás, em plena crise econômica, que traz fome e aflição à vida dos cidadãos decentes e honestos, citado na Operação Lava Jato por receber propina, é o retrato escarrado da casta política nacional com seu eterno complexo de Maria Antonieta, ao celebrar o casamento faustoso da filhinha com 350 convidados em sua fazenda, onde reproduziu (!) uma igreja de Pirenópolis por medo de, na igreja original, enfrentar a ira do povo “sem bolo”! O grotesco desta gente não tem limites. A lição que receberão no amanhã, ouso dizer, também não...

 

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

 

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DE VOLTA À PRISÃO

 

Adriana Ancelmo, que, com recursos desviados dos contribuintes ostentava luxo e riqueza, e que se transformou numa das maiores clientes de sofisticadas joalherias do País, cúmplice da vida corrupta de seu marido, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, depois de quase um mês em prisão domiciliar, volta ao Complexo Prisional de Bangu (RJ). Na realidade, de lá Adriana Ancelmo não deveria ter saído, porque ao lado do ex-governador, também preso, roubou o Estado do Rio de Janeiro sem dó e sem piedade! Aplauso ao Ministério Público Federal, que solicitou ao Tribunal Regional Federal da 2.ª Região que fosse revogada a prisão domiciliar de Adriana, como assim decidiram os magistrados. Agora, só lhe resta saborear as quentinhas do presídio, e bem próxima de Cabral.

 

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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ESCRAVOS DE JÓ

 

Um juiz manda prender, um juiz manda soltar. É a Justiça brincando de escravos de Jó, “tira, põe, deixa ficar”...

 

Milton Bulach mbulach@gmail.com

Campinas

 

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ACABOU O DINHEIRO

 

Primeiro foi o Estado do Rio de Janeiro a quebrar. A Prefeitura da Cidade do Rio seria a bola da vez, mas alguns achavam que não, que tinha dinheiro, blá, blá, blá. Não demorou muito. O prefeito Marcelo Crivella disse que, a continuar o atual “status quo”, tendo de pagar os empréstimos contraídos na Caixa Econômica Federal e no BNDES, a partir de setembro não haverá dinheiro para pagar o funcionalismo. Agora, o servidor municipal, que estava tranquilo, já vai começar a ter insônia. E na prefeitura também a situação da Previdência municipal está caótica. Este pessoal acha que a Previdência tem dinheiro para pagar todos. Devem achar que dinheiro nasce do chão. Ficam concedendo benefícios sem critério, sem análise, ninguém pergunta de onde vai sair o dinheiro para a concessão desses benefícios e dá no que dá. Agora, não tem dinheiro para todos. A Prefeitura se endividou na Caixa e no BNDES para fazer as obras para a Olimpíada, em plena recessão econômica – atividade industrial, comercial e de serviços em queda. Consequentemente, isso afeta a arrecadação, mas não pensaram nisso. O que valia era fazer as obras – diga-se de passagem, mal feitas, pois a maioria está se deteriorando, como a ciclovia –, e empurraram o abacaxi para o atual gestor. O Brasil não tinha a mínima condição de realizar a Copa do Mundo e a Olimpíada. Forçaram a situação para agradar uma classe elitista. Estão aí os Estados quebrados, principais capitais do País também, endividados e com elefantes brancos espalhados pelo País. Eis o legado.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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‘FECHE OS OUVIDOS! ABRA OS OLHOS!’

 

Fiquei deprimido depois de ler o artigo “Feche os ouvidos! Abra os olhos!” (26/4, A2), do jornalista Fernão Lara Mesquita, em que ele nos mostra as fétidas entranhas do Orçamento federal: 54% do PIB gastos com aposentadorias e 41% com funcionários públicos na ativa, sobrando apenas 5% para investimentos. Na mesma tecla e no mesmo dia, o artigo “SOS Previdência!”, do professor José Márcio Camargo (página B2), confirmava os gastos com aposentadorias e pensões. O pior de tudo é o desequilíbrio na repartição daqueles 54%, em que os “brasileiros comuns” (a maioria) recebem a média de R$ 1.600 e os “marajás” (a minoria) recebem até R$ 30 mil. Isso é democracia? Dá para entender por que o corporativismo de alguns setores do funcionalismo reage violentamente à reforma previdenciária. Mas não dá para entender por que setores pensantes da sociedade brasileira não se contrapõem com a mesma intensidade perante a iminência da quebra do País. Para mim, que sou da geração de 1968, que lutou contra a ditadura, pelas Diretas Já!, que viu no Plano Real uma esperança, é deprimente ver o País desmoronando, afundado em corrupção e na falta de ética. É por isso que agora, no outono da minha vida, com tristeza e cada vez mais, tenho ouvido dizer que a melhor porta de saída para o Brasil são os nossos aeroportos internacionais.

 

Luiz Loureiro loureiroefabiana@gmail.com

São José dos Campos

 

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NO MÍNIMO, DUVIDOSO

 

Está sendo divulgada pela internet uma mensagem arrasadora pondo em dúvida a idoneidade da Caixa Econômica Federal (CEF) quanto aos sorteios realizados da Mega Sena, como sendo manipulados, especialmente quando acumulados. Sempre ocorre de o prêmio ser ganho por um único apostador, de um local ermo, que às vezes nem do mapa consta, e preferencialmente se trata de um roceiro, um lavrador, um cortador de cana, etc. Considerando a classe política reinante no País, indiscutivelmente e completamente corrupta, suja e ladra, não é uma possibilidade a descartar, né não?

 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

 

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BRIGA NA LIBERTADORES

 

Depois do jogo de quarta-feira no Uruguai (Peñarol 2 x 3 Palmeiras), seria interessante lembrar a todos os amantes do futebol sul-americano que estamos em pleno século 21 e não nos tempos da Pedra Lascada.

 

Luiz Bianchi luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

 

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CARLOS CHAGAS (1937-2017)

 

Com o passamento de Carlos Chagas, o Brasil perdeu um dos jornalistas mais completos de nosso país. À família enlutada, meus pêsames.

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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