Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

18 Outubro 2017 | 03h02

GOVERNO TEMER

Assim fica difícil

Não está fácil a vida do presidente Michel Temer. Além de ter de enfrentar toda a armação que fizeram contra ele, enfrenta problemas de saúde. Mesmo assim, seu governo vem apresentando bons resultados. Se o deixassem governar com tranquilidade, decerto os resultados seriam bem melhores. Mas como a política brasileira virou um furdunço e o “chefão” continua pelaí incitando o povo a lutar contra quem ele mesmo pôs no governo, e querendo retornar em 2018 para nos dar a ferroada final, o que esperar daqui para a frente?

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

Bota fogo

Mudam os atores, mudam as peças, mas o desejo de derrubar o chefe do Executivo permanece latente. As eleições estão às portas e os ânimos, acirrados. Respeito seria o mínimo a esperar, manchar a imagem do presidente agora é prejudicar a vida dos brasileiros, que já começam a respirar aliviados com os sinais positivos da economia. É, mais uma vez, a mosca azul no centro da roda do poder, que até já virou clichê. Quanto ao jantar de Rodrigo Maia com Renan Calheiros et caterva, o assunto de fato foi Botafogo – bota fogo no Planalto, bota fogo no governo, bota fogo nas reformas... Ou seja, nada de novo no front.

LEANDRO FERREIRA

leandroferreoradasolva@gmail.com

Guarulhos

LULOPETISMO

Devaneios de Dilma

A ex-presidente Dilma Rousseff agora quer usar parte da delação de Lúcio Funaro para reforçar o pedido de anulação do seu impeachment, que tramita sem sucesso no Supremo Tribunal Federal (STF), lançando mão da informação de que o doleiro repassou R$ 1 milhão ao então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para compra de apoio dos deputados. Supondo que os mais de 50 deputados, número acima do necessário para a cassação, tivessem sido comprados, cada um levaria a irrisória quantia, para um parlamentar no Brasil, de aproximadamente R$ 50 mil. O problema de Dilma e asseclas é que eles dispõem de muito tempo livre, e dinheiro do contribuinte sobrando, para alimentar seus devaneios, aqui e no exterior.

ABEL PIRES RODRIGUES

abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

INSEGURANÇA JURÍDICA

‘Comício judicial’

Uma vergonha as palavras do presidente da Associação Nacional dos Juízes do Trabalho proferidas no “comício judicial” a que alude o Estado (15/10, A3): “A norma não é o texto (da lei). A norma é o que se extrai do texto”. Essas palavras refletem a essência da insegurança jurídica reinante no País. Ancorados na palavra “hermenêutica” os juízes, especialmente os do Trabalho, deitam e rolam e se imitem de poderes legislativos que, como diz o Estado, foram obtidos apenas num concurso público, não no voto. O Congresso Nacional precisa reagir contra a usurpação dos seus poderes e a sabotagem dos fundamentos do regime democrático, estabelecendo limites “à livre convicção motivada de cada juiz do Trabalho”. De há muito se sabe no Brasil que “bunda de bebê e cabeça de juiz são imprevisíveis”. Pois cabeça de juiz precisa ser previsível, porque a correta aplicação da lei, publicada e conhecida por todos, é que garante a segurança jurídica dos cidadãos.

WAGNER TAVARES

wag2@terra.com.br

São Paulo

CARGA TRIBUTÁRIA

Aumento do PIS/Cofins

Em vez de aumentar alíquotas, o governo deveria devolver a arrecadação irregular. A imprensa vem noticiando que o governo federal pretende aumentar, por medida provisória, as alíquotas do PIS/Cofins para compensar perdas de arrecadação decorrentes da decisão do STF que excluiu o ICMS da base de cálculo desses tributos. Não há como concordar com isso. Além da burocracia infernal, dos impostos e alíquotas escorchantes, os governos ainda aplicam as leis e regras criadas por eles mesmos de maneira errônea e distorcida, sempre para arrecadar mais. Quando a Receita Federal acredita que o contribuinte falhou, sua ação é sempre implacável: multa de muitos por cento, correção pela Selic, penhora online, etc. Esse rigor é geral, atingindo empresas, pessoas físicas, profissionais liberais e todos os que pagam impostos neste país. Num raríssimo caso em que a Justiça impede a inconstitucionalidade, a reação do governo deveria ser o ressarcimento imediato ao contribuinte dos valores cobrados a mais nos últimos anos, com a devida correção monetária e um convincente pedido de desculpas. Em vez disso, o que faz o Ministério da Fazenda? Estuda uma forma de aumentar as tais alíquotas para continuar esfolando o contribuinte. A Fiesp acredita que, se os sucessivos governos distorceram a interpretação da lei para arrecadar mais, não têm direito a esse acréscimo de arrecadação, que deve retornar ao contribuinte. Lutaremos com todas as forças para impedir o aumento das alíquotas do PIS e da Cofins. O “pato” vai para a rua.

PAULO SKAF, presidente da Fiesp

federacao@fiesp.com.br

São Paulo

Tunga federal

O Ministério da Fazenda defende novo imposto sobre combustíveis fósseis. E ninguém de nenhum dos três Poderes tem a dignidade de ao menos solicitar o reajuste da Tabela de Imposto de Renda na Fonte, que tunga valores altíssimos de praticamente todos os assalariados, tornando-os involuntariamente os grandes financiadores dessa corrupção desenfreada que está acabando com o nosso país.

JOSÉ ROBERTO NIERO

jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul

GESTÃO DORIA

Muito barulho por nada

A propósito do editorial Serviço de ônibus piora (17/10, A3), a população não precisa de dados oficiais para constatar essa piora, ela sofre com isso diariamente. No início da gestão Doria, eu sempre defendia o prefeito das críticas, justificando que era cedo para avaliar o seu desempenho. Agora me uno aos críticos e sou obrigada a concordar que ele faz muito barulho e não tem realizando quase nada. Doria tornou-se uma decepção para boa parte de seu eleitorado. Do jeito que está indo, é capaz de ainda sentirmos saudades do Haddad, que, na minha opinião, foi um dos piores prefeitos que já tivemos. A população paulistana confiou no discurso de inovação e eficiência de um “não político”. Infelizmente, não é isso que estamos vendo.

ELISABETE DARIM PARISOTTO

beteparisotto@gmail.com

São Paulo

CORREÇÃO

No editorial Inepta e inconstitucional (12/10, A3), o nome correto do advogado do ministro Eliseu Padilha é Daniel Gerber, e não Gueber, como publicado.

“Considerando de onde veio, quem o enviou, para onde e quem o recebeu... ‘descuido’? Ah, conta outra, vai...”

JOSÉ PERIN GARCIA / SANTO ANDRÉ, SOBRE A DIVULGAÇÃO DO VÍDEO SIGILOSO DO DOLEIRO COM ACUSAÇÕES AO PRESIDENTE

perin@uol.com.br

“O ‘menino do Rio’ fazendo traquinagem em cima do ancião”

ADALBERTO AMARAL ALLEGRINI / BRAGANÇA PAULISTA, SOBRE A PENDENGA MAIA-TEMER

adalberto.allegrini@gmail.com

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

TRANSPARÊNCIA E MEDO NO SENADO

Vergonha. Como em 2018 dois terços do Senado enfrentarão as urnas depois de longínquos oito anos de mandato, o medo de julgar um companheiro tão corrupto quanto boa parte deles, como é o caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG), resolveram que a votação seria por voto secreto. Agora, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes corretamente determinou que a votação deverá ser aberta, conforme determina a Constituição. Isso é transparente, com o nome de todos os senadores publicados no painel da Casa. Difícil, agora, de esconder-se nas sombras da opinião pública. Dá ou não vergonha desta nossa classe política? Todos querendo fazer cara de paisagem quando se julga um colega por corrupção. Espero que em 2018 a população esteja mais alerta e eleja quem realmente merece "oito anos" de mandato. Quase uma década para fazerem o que quiserem em nome do povo!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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VOTO ABERTO

Decisão sobre voto aberto em caso de Aécio causou surpresa, disse secretário-geral do Senado. Surpresa? Surpresos estariam todos os brasileiros honestos se vocês mesmos do Senado tivessem tido a coragem e a honradez de cumprir a Constituição e fazer valer o voto aberto para todas as decisões.

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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GEOGRAFIA DO LEGISLATIVO

É imprescindível transferir a capital do Brasil para o Rio de Janeiro ou para São Paulo. O Congresso Nacional, Câmara e Senado, precisa estar localizado ao alcance do povo, e não em ilhas isoladas por seguranças, polícias e hipocrisias, assim permanecendo livre dos gritos, das cobranças populares e dos xingamentos que lhe são cabíveis. Além do isolamento facilitado pelas leis forjadas e pelas distâncias impunes, as instituições legislativas de Brasília deveriam ser transformadas em museus, dedicados à memória das ditaduras das corrupções desvairadas e aos genocídios promovidos pelas politicagens covardes.

Marcelo G. Jorge Feres marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

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IGUAIS E HARMÔNICOS

 

O Senado e o Supremo Tribunal Federal harmonizaram-se cinicamente para ensinar aos brasileiros que a Constituição federal é flexível, desde que conveniente a príncipes que, logo mais, serão pus e pó, nivelados a mortais assinalados por charmosas lápides de granito ou por proletárias cruzes brancas de madeira chinfrim. No Brasil, mandato parlamentar federal significa salvo-conduto para todo tipo de crime ou patifaria. Pior: com indisfarçáveis impunidade e deboche. Do fatiamento da Carta Magna pela dupla RR (Ricardo Lewandowski-Renan Calheiros) no julgamento do impeachment de Dilma Rousseff à absolvição da dupla DMT (Dilma-Michel Temer) por excesso de prova de crime eleitoral, pelo Tribunal Superior Eleitoral comandado por Gilmar Mendes, a cúpula do Judiciário tem se mostrado servil a interesses suspeitos do Executivo e do Legislativo, e não ao rigor da lei. Alguém dúvida de que, em Brasília, os poderes são iguais e harmônicos entre si?

José Maria Leal Paes tunantamina@gmail.com

Belém

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PERDA DE MANDATO

Delcídio do Amaral e Eduardo Cunha perderam seu mandato parlamentar por não terem pedigrees. Aécio Neves não perderá o seu mandato parlamentar por ter pedigree. E, além de pedigree, Aecinho tem... tancredee.

Ney José Pereira neyjosepereira@yahoo.com.br

São Paulo

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FUGA DIFÍCIL

Michel Temer e Aécio Neves pretendem, abraçados, correr da Justiça, mas devem tropeçar no Brasil.

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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A DELAÇÃO DIVULGADA

As denúncias do doleiro Lúcio Funaro, que foram divulgadas no fim de semana, criam problemas entre o Palácio do Planalto e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). E num momento delicado. O doleiro entra em detalhes sobre como o uso de verbas para a compra de votos pelo afastamento da ex-presidente Dilma é mais uma crise que poderá, inclusive, influenciar a tramitação da votação do processo contra o senador Aécio Neves. Como se constata, a cada denúncia o conceito do atual governo cai de cotação e em credibilidade.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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ESCÁRNIO NACIONAL

O que nos interessa se a delação de Funaro é sigilosa ou não? Será que o Brasil não tem problemas mais importantes para serem tratados? Os membros dos Três Poderes, vivendo idilicamente no mundo próprio, graças aos altos salários que se auto-outorgaram, perderam a noção de bom senso, do interesse público. É um deboche aos brasileiros que pagam a conta, em todos os sentidos. O País vive um escárnio nacional.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

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NOTÍCIA DO DIA

Esqueçam os vídeos de Funaro! Nem pensar no resultado do seu time no Brasileirão! Eleições na Venezuela? Qual o quê! A notícia mais relevante do dia é tomar conhecimento de que o esquerdista caviar zona sul carioca Wagner Moura comprou um caminhonetão blindado. Capitão Nascimento tem medo! Com certeza, deve defender com unhas e dentes o estatuto do desarmamento!

Marco Antonio Esteves Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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A CATERVA SE PROTEGE

Gravações ao vivo e em cores, malas e apartamentos abarrotados de dinheiro não servem como provas. Foro privilegiado e, agora, a revisão da questão da prisão após julgamento em segunda instância, postergando ou não a condenação definitiva até o trânsito em julgado, isso, claro, se o processo não caducar. Corporativismo entre políticos, um STF ameaçado, amedrontado e engessado, pois os processos não andam. É a caterva se protegendo.

Marisa Bodenstorfer 

Lenting, Alemanha 

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PROFANADORES DO BRASIL

A presunção de bandidagem é clara: o governo, contando com os votos certos dos ministros no Supremo Tribunal Federal comprometidos com a "causa", se junta ao PT e ao que é mais podre na política brasileira para se manter no poder e garantir a impunidade com a revisão da prisão após julgamento em 2.ª instância. Nesse covil de ladrões e profanadores de uma nação, se radicais não se apresentarem antes, resta ao eleitor, em 2018, ir à forra, exercendo o seu poder de destituir e/ou não eleger o político que lhe pareça desonesto, mesmo sem provas. 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos 

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PROMISCUIDADE INSTITUCIONAL

 

É impressionante que em pleno século 21 o governo brasileiro esteja, de maneira absurda e desprovida de ética, promovendo alterações na legislação de modo a dificultar o combate ao trabalho escravo. A medida é um afago à bancada ruralista na Câmara dos Deputados, que dispõe de votos importantes para barrar a denúncia contra o presidente da República. É humilhante e ultrajante que políticos façam benesses com o "chapéu alheio" e, neste caso, exponham milhões de brasileiros a condições desumanas de trabalho. É preciso que o Estado cumpra o seu papel de fiscalizador e puna todos aqueles que desrespeitam a lei. Falar da Constituição em rede nacional ou em discursos é tudo muito lindo, mas fazê-la respeitar é ainda mais importante. O presidente está negociando valores inegociáveis. Negociar votos no Parlamento usando esse tipo de barganha é de uma promiscuidade institucional sem precedentes.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

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RETROCESSO

Michel Temer desceu ao ponto mais baixo de seu governo ao facilitar a vida de quem explora o trabalho em condições análogas à escravidão. As mudanças feitas nas leis devem garantir mais alguns votos da toda-poderosa bancada ruralista, a turma que até hoje não se conformou com a Lei Áurea. Michel Temer tem quase todo o seu governo preso, está acusado de crime de corrupção, organização criminosa e obstrução à Justiça e, agora, coroa seu curto mandato tampão na Presidência da República com um inacreditável retrocesso a favor da escravidão. Vergonha. 

Mário Barilá Filho mariobarilafilho@me.com

São Paulo

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VALE TUDO

Temer é capaz de qualquer crime para se manter no poder. Sua última façanha é favorecer o trabalho escravo pelo interior do Brasil, para agradar a bancada ruralista da Câmara e, assim, garantir os votos deles para derrotar a segunda acusação contra ele. Pelo poder, vale vender a alma aos diabos. Até onde vai a desfaçatez do quadrilhão do PMDB da Câmara?

      

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

    

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NA DOR SE APRENDE

Eu penso que coerência é essencial: o Brasil errou ao eleger Dilma (e Temer) e, agora, não quer pagar o preço! Alega-se que é melhor Temer continuar, pelo bem do Brasil! Ora, queremos que todos os erros de políticos sejam penalizados, mas o erro político do Brasil que elegeu Dilma-Temer, não? Dois pesos, duas medidas? Vai doer tirar Temer? O sofrimento aperfeiçoa, quem sabe o Brasil aprende!

Sandra Maria Gonçalves sandgon@terra.com.br

São Paulo

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DISCÍPULO

"Extra, extra! Michel Temer foi o único e melhor vice de Dilma Rousseff." A começar pelos pontos em comum na Presidência da República: atenta contra a Lava Jato, corta verba da educação, acoberta aliados, faz reforma de mentirinha e nega tudo até o fim.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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PASADENA, 11 ANOS DEPOIS

A dita honesta, mas cúmplice da corrupção petista ex-presidente Dilma Rousseff, teve seus bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O caso se refere à compra pela Petrobrás, em 2006, da refinaria de Pasadena, nos EUA. Essa negociata superfaturada, que acarretou prejuízo bilionário para estatal de US$ 580 milhões, ou R$ 1,85 bilhão, foi autorizada por Dilma, que, na época, além de ministra da Casa Civil de Lula, era também presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. Devemos lamentar que esse bloqueio dos bens de Dilma, que também penaliza outros membros do conselho (o ex-ministro Palocci e ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli), tenha ocorrido somente depois de 11 anos de mais este escândalo petista.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Paulo

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A MANIFESTAÇÃO DO TCU

A refinaria de Pasadena foi comprada por um grupo de investidores por menos de US$ 100 milhões e revendida logo em seguida à Petrobrás por US$ 1 bilhão. E dizem que não vale nem os US$ 100 milhões iniciais. Essa compra se deu de forma muito esquisita: aprovada pela diretoria num dia e pelo Conselho no dia seguinte. No Conselho, era presidente a sra. Dilma Rousseff, de saudosa lembrança. Tudo isso foi amplamente divulgado, só não souberam disso os analfabetos. Pois não é que a Procuradoria-Geral da República se "esqueceu" disso, afinal o que é um pequeno prejuízo de US$ 1 bilhão na Petrobrás, quando se pode passar para a história como o homem que derrubou o presidente do Brasil? E todos os procuradores que também não deram importância a isso? Como disse o "Estadão" em um de seus artigos de fundo, foi necessário que o Tribunal de Contas da União (TCU) se manifestasse para que esse assunto devidamente esquecido pelos responsáveis reaparecesse? Supondo que a sra. Rousseff saiba ler - há controvérsias -, como tomou uma decisão baseando-se num material que ela mesma disse era falho? Tanta gente sonha em poder dar um golpezinho de uns poucos milhões de dólares e não o faz por medo da lei, mas parece que há outras pessoas que têm o corpo fechado por alguma mágica que precisaríamos descobrir. 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

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BLOQUEIO DE BENS

Como dizem, "pois é, e Pasadena ficou por isso mesmo..."

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo 

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MAIS UMA RUÍNA

A teia abjeta da corrupção enleia os que urdiram a compra de Pasadena. É mais uma ruína do PT.

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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CHAMADA À RESPONSABILIDADE

Seria sonhar alto demais que parlamentares que têm nas mãos a responsabilidade pelo futuro do Brasil lessem e compreendessem o significado do editorial do "Estadão" de domingo, dia 15 de outubro, "O interesse público e regras de ouro", e se conscientizassem da importância da missão para a qual foram eleitos? Nesse editorial, o que está sendo evocado, quase como num pedido, é a necessidade "de que se mobilize um número suficiente de parlamentares capazes de pensar nos interesses básicos do País, a mais importante regra de ouro" para sairmos da mais grave crise das últimas décadas. Creio, mesmo, que, se estes senhores entendessem de verdade o quanto detêm de poder para mudar nosso Brasil para melhor, talvez quem sabe fariam o que é preciso para resolver, principalmente, o descompasso entre as receitas e as despesas. Se isso não for resolvido, se estes senhores só olharem para seus interesses eleitoreiros, com medo da impopularidade, por Deus, podemos enterrar nossas esperanças de viver num país promissor. E bastaria que parte deles se desse conta da seriedade do que foi exposto neste importante editorial. Como brasileira, eu agradeço ao "Estadão", na figura de seu editorialista, por colocar essa chamada à responsabilidade aos parlamentares em cujas mãos está, em grande parte, o destino do nosso país. A chave está nas mãos deles. Que a usem para nos abrir as portas do desenvolvimento e do progresso, sonho tão acalentado por todos os que vivem à espera de um futuro melhor, com menos sofrimento, com mais esperança, pois só com uma economia equacionada teríamos recursos para melhorar o nosso triste Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), sempre tão vergonhosamente baixo perante as nações desenvolvidas.

Eliana França Leme efleme@gmail.com

Campinas

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CASO CESARE BATTISTI

O sr. ministro da Justiça, Torquato Jardim, disse, a respeito da tentativa de saída do País do guerrilheiro Cesare Battisti, que "(...) houve uma quebra de confiança" ("Estadão", 14/10, A6). Ora, sr. ministro, isso quer dizer, então, que este governo confiava num reles assassino, julgado e condenado por uma Justiça que de fato funciona, de um país absolutamente democrático como a Itália? Por esta e por outras parecidas é que a gente percebe a qualidade do governo que temos.

Paulo Sérgio P. Gonçalves ppecchio@terra.com.br

São Paulo        

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RECIPROCIDADE

Se não concedermos imediatamente a extradição do assassino terrorista à Itália - o que já deveria ter ocorrido em 2010! -, continuaremos fazendo jus à qualificação que um diplomata israelense fez, recentemente, de nosso país: anão diplomático. Precisamos restabelecer plenamente nossas relações com a comunidade internacional, especialmente com a Itália, que há pouco tempo extraditou-nos o sr. Henrique Pizzolato, réu na Lava Jato. A reciprocidade é um dos pilares da boa convivência entre as nações.

José Antonio Braz Sola jose.sola@globomail.com 

São Paulo

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A CABELEIRA DO ZEZÉ

O ministro Luis Fux, do STF, concedeu liminar favorecendo a permanência do criminoso Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália, no Brasil. O ministro Fux vem, ultimamente, tomando decisões polêmicas que vêm desagradando a opinião pública. Talvez seja influência do seu portentoso topete, que aquece em demasia seus miolos.

José A. Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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CUSTO

Cada ministro ao custo de R$ 95 mil por hora, o assassino condenado Batistti estará custando cerca de R$ 1 milhão aos brasileiros. Será que precisamos importar mais um assassino, ministro Fux? 

Jair Nisio jair@smartwood.com.br

Curitiba

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GRATIDÃO

Nada justifica a liminar do ministro Fux ao assassino Battisti, a menos que o ministro tenha se esquecido da justiça e apenas se envolvido num processo de gratidão. É notório que a permanência desta pessoa no Brasil tem um viés comunista muito intenso. A medida terá sido em apoio a seus padrinhos (Lula e Dilma), que, inclusive, ajudaram na nomeação da filha do ministro como magistrado? Percebe-se que todo o legado que a colônia italiana deixou para o nosso país foi sumariamente deletado. Agora é tarde, após este clamoroso erro, não há como corrigir.   

Ivan Bertazzo bertazzo@nusa.com.br

São Paulo

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VERGONHA E TRISTEZA

Jamais em tempo de paz e na histórica relação fraternal entre Brasil e Itália, nações quase gêmeas em alma, o Brasil, ora partindo de seu sistema político, ora de seu sistema judicial, agiu com tanto desprezo e escárnio para com a Itália e seu povo como neste caso envolvendo o assassino e terrorista Cesare Battisti. Sinto profunda vergonha de ser brasileiro, o que para mim não é menos pior que a profunda tristeza que sinto também como cidadão italiano.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br

Taquaritinga

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JOÃO DORIA E AS MULTAS DE TRÂNSITO

Aos poucos e mansamente, o prefeito Doria está dizendo a que veio, além, é claro, de sonhar com o Planalto, contando com os eleitores da capital paulista. Vejam sua última invenção: vai captar recursos no mercado de capitais, coisa de R$ 400 milhões, dando como garantia, como lastro, a previsão dos recursos oriundos das multas de trânsito, que todos sabemos serem uma verdadeira indústria, o que mostra claramente que Doria jamais investirá na educação e no esclarecimento dos motoristas, o que ajudaria a reduzir as infrações e os acidentes, mas também a arrecadação com as multas. Viram como ele está preocupado com as multas e os acidentes? No fundo, no fundo, ele quer é ser presidente da República, quanto ao resto, ele quer que se exploda. Portanto, prezados leitores, com essa nova invenção, preparem seus bolsos, pois as multas vão mais que duplicar.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

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'MÁGICA COM AS MULTAS'

O jornal "Estado", edição de 15/10, abordou um tema já bastante conhecido, mormente na cidade de São Paulo do prefeito João Doria ("Mágica com as multas", página A3). Trata-se do aumento da arrecadação de multas de trânsito, cuja tendência só faz aumentar, não por obra e ação do prefeito, mas pela insistente indisciplina dos motoristas que insistem em transgredir as regras de trânsito. Não há uma "indústria de multas", mas, sim, uma rebeldia que está se tornando uma "marca" que a cada dia se espalha pelas rodovias brasileiras.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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DESCASO

Cansei-me de João Doria! Com que descaso ele considera os eleitores que o elegeram para "prefeitar" na cidade de São Paulo!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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DORIA DOURADO

João Doria, prefeito de São Paulo eleito em primeiro turno (com votos dos que buscavam sepultar uma era de insensatez), parece que foi mordido pela mosca azul. Tal qual Lula, pensa que, uma vez no poder, pode poder para sempre! Governar a maior cidade do País, que é também uma das maiores do mundo, requer clareza na mente sobre os problemas da cidade e da sociedade, e traquejo, bom senso, disciplina, diplomacia, presteza, coerência, paciência, agilidade, vigilância e... mãos à obra. Comunicação superficial, banal, de divulgação de um ego inchado, por espaços nacionais alhures, que as mídias transmitem (informando, no seu dever democrático) não é preciso nem necessário para verdadeiros estadistas que pretendem (sabe lá por quais privilégios, se não financeiros, quiçá divinos) conquistar o apoio do povo para merecer votos e eleger-se presidente da República do Brasil. Quem faz se sobressai, sem necessidade de marqueteiros. Ao lado de São Paulo, outros tantos municípios que lhe fazem divisa aglomeram-se conformando o que é a Grande São Paulo, com mais de 20 milhões de pessoas, que se movem e consomem. Pois eis que, ao invés de ficar a paquerar políticos de outras vertentes regionais deste imenso Brasil, não se ocupa nosso prefeito em articular políticas públicas com os alcaides destes municípios que têm na geografia muito em comum para consolidar projetos de transporte, de saneamento, de segurança, entre outros assuntos de interesse desta grande massa humana paulista?

Carlos Leonel Imenes leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

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TUDO A SEU TEMPO

O senhor Jânio Quadros foi vereador, deputado estadual, deputado federal, prefeito, governador e presidente da República. Bela carreira, mas com final, infelizmente, triste. João Doria foi eleito com mais de 3 milhões de votos, incluindo o meu, afirmando ser gestor, e não politico. Até agora, 9 meses decorridos, nada foi feito pela maior cidade do Brasil, ele viaja muito - viagens sem qualquer relação com o seu cargo, claramente pensando, visando à eleição e fazendo campanha somente para a sua candidatura a presidente. Doria não precisa de conselho, mas, se isso se confirmar e ele perder a eleição presidencial, sua carreira vai para o brejo. Ainda é tempo de o prefeito tomar posse e cuidar desta cidade totalmente abandonada. Doria pode ter uma carreira brilhante. Que não a queime. Tudo a seu tempo. 

Ariovaldo J. Geraissate ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo 

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JOÃO DORIA

Você, como gestor, se revelou um fiasco. Fosse em minha empresa, já estaria demitido.

Antonio Sergio Isnidarsi  aiisnidarsi1@hotmail.com 

São Paulo

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A DESCONSTRUÇÃO DE JOÃO DORIA

Na quinta-feira, dia 12 deste mês, li um artigo intitulado "No descompasso da ambição". O artigo tinha como linha central o ataque velado à imagem de Doria. Sinto-me tranquilo em comentar, pois nunca votei nele e provavelmente não votarei. O que chamou minha atenção foi o completo incômodo do articulista quanto à posição social do prefeito. Termos como "almofadinha-celebrity" ou "desfilando em trajes típicos" demonstram todo o preconceito e o complexo daquele que os escreveu. Assustei, pensei: "Será que estou lendo mesmo o 'Estadão'?". O prefeito ainda foi chamado de alcaide, nome que se dava aos governadores acastelados da idade média. Bom, o artigo foi escrito por um professor da USP. Acastelados, estes, sim, rodeados pelo domínio da esquerdopatia, estes pseudointelectuais vivem num claustro esquizofrênico, onde o verbo marxista ainda encontra morada. Triste ver um artigo tão tendencioso em desconstruir, como eles dizem, a imagem de uma figura pública. Na tentativa de costurar uma notícia, acabaram perdendo a linha e o carretel.

Sergio Cipullo sergiocipullo@gmail.com

São Paulo

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VINGANCINHA

Li na "Coluna do Estadão" de 6/10 que o Planalto ficou ressentido com o governador Geraldo Alckmin, pelo insucesso consubstanciado nos votos contra Michel Temer na primeira denúncia. A partir de então, Temer pôs em prática a vingancinha: os pedidos de Doria antecedem o do governador. Resultado disso tudo: a comunicação Doria/Temer extrapola, enfim, os encontros no salão de Jassa, famoso cabeleireiro e confidente do também famoso Silvio Santos. E Gilberto Kassab. Pensando bem, os penteados são parecidos. Penteado este que Alckmin, por questões genéticas, jamais terá.  

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo 

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PROJETO ALIMENTO PARA TODOS

A gestão Fernando Haddad recebeu o Prêmio Mayors Challenge 2016, promovido pela Bloomberg Philanthropies. A ação, que recebeu inscrição de 290 cidades, buscava iniciativas municipais ousadas que promovam o desenvolvimento urbano sustentável. Como vencedora, a capital paulista recebeu um aporte de US$ 5 milhões da entidade para implementar o projeto apresentado. O Plano Diretor Estratégico de Haddad reservou áreas rurais que, além de transformá-las em verdadeiros "cinturões verdes" em torno da cidade, serão incentivadas pelo programa Ligue os Pontos a produzir alimentos orgânicos. Esse programa é diametralmente oposto ao Alimento para Todos, do prefeito João Doria, que pretende oferecer para a população pobre alimento reciclado que iria para o lixo, talvez para possibilitar que crianças nas escolas municipais possam repetir a merenda sem serem marcadas como gado. O interessante dessa história é que Doria se diz admirador do Bloomberg, mas quem recebeu prêmio do ex-prefeito de Nova York foi Haddad.

Francisco N. Xavier franciscoxavier1000@gmail.com

São Paulo

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PELA PAZ PÚBLICA

Em todos os campos, da pesquisa científica à cultura, o Brasil vive, talvez, o pior momento da sua história. A civilização está se perdendo neste país, naufragando no mar de lama da corrupção e da ignorância. O respeito ao próximo nunca foi um valor forte no Brasil e a cultura do barulho, do incomodar os outros, dos excessos de gritaria e de barulheira tem perturbado a paz coletiva cada vez mais. Se roubam desavergonhadamente o dinheiro público (ficando no poder sendo pouco incomodados), como esperar que as atuais pessoas públicas zelem pela paz pública? A paz pública, tão importante para o bem-estar de famílias honestas e trabalhadoras. E aqui entro no ponto: é crescente a infestação de carros de som por toda a cidade fazendo propaganda compulsória! E digo compulsória porque, em nossos lares ou locais de trabalho, não temos como "desligar" ou "mudar de canal" para escapar desse intenso ruído. Somos obrigados a aguentar estes berros em alto volume, desconexos, nos horários mais impróprios, e nenhuma força institucional parece se incomodar em tolher esse assédio moral e esse arbítrio. A Constituição é clara: ninguém é obrigado a nada, a não ser por força da lei. Porém, nós estamos sendo obrigados a escutar os barulhos, as músicas imprestáveis, as locuções malditas de vendedores de ovos, pamonhas, sorvetes, etc. e os anúncios de lojas que, ao invés de atrair clientes, parece que os querem afastar com essa prática irritante. Ferramentas legais existem, os códigos punitivos existem e não os vou elencar aqui, pois nosso prefeito e governador têm o dever de ofício de os conhecer, ou, ao menos, ter assessores que os conheçam. Polícia Militar e Guarda Municipal podem coibir esse abuso, essa afronta ao direito difuso de toda a população. Então, que o façam. Que o prefeito Doria e o governador Alckmin coloquem como prioridade uma campanha de tolerância zero com essa cultura do barulho. Em particular, peço atenção à região da Vila Carrão, que tem sido alvo desses barulhentos nos últimos meses. Nos últimos anos, esses carros de som apareciam raramente neste bairro, mas agora há uma infestação, como tenho detectado também no centro de São Paulo e na região do Jardim Anália Franco. No bairro da Vila Carrão há a agravante de que aqui temos muitas casas de descanso para idosos e, também, muitos moradores são idosos. É um verdadeiro assédio moral o que anda acontecendo neste bairro. Espero que providências sejam tomadas. Seria bem-vindo um programa conjunto da Prefeitura e do governo do Estado pela preservação do silêncio, um programa de cunho educativo que mostrasse a importância do combate ao barulho para a preservação da saúde das pessoas e da sociedade.

Alexandre Forte Rodrigues alex_forte@hotmail.com

São Paulo

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ARRASTÃO EM SÃO PAULO

Os paulistanos assistiram incrédulos e atônitos às inacreditáveis e violentas cenas surreais de uma quadrilha assaltando pessoas dentro de carros no meio de uma rua no Morumbi, no fim de semana. Pelo visto, parece que, tal qual os cariocas, também teremos de convidar as Forças Armadas para desfilarem seus tanques no patrulhamento de São Paulo. A que ponto chegamos!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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OS EUA FORA DA UNESCO

Setenta e três anos após participar da criação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, rompe com a instituição e retira o país da Unesco. Talvez fosse de esperar. Trump já havia feito duras críticas à ONU. Ao romper com a Unesco, deixa um recado ainda mais claro: o mundo não importa. O que importa é a "grandeza" dos EUA. O peso simbólico de tão radical decisão é muito forte. O mundo está, mais uma vez, sofrendo a ameaça da fragmentação, da guerra, da divisão extrema entre grupos altamente polarizados. Por toda parte a extrema direita volta à tona. Grupos neonazistas, fascistas, passeatas de supremacia branca. Na Alemanha, depois de décadas, a extrema direita conseguiu assentos no Parlamento. Enquanto isso, no Brasil, políticos radicais propagam discursos repugnantes de xenofobia, racismo, machismo. Nos Estados Unidos, Trump promove seu show com palavras e atitudes que flertam com o totalitarismo e o populismo conservador. Trump rompe com a Unesco e parece anunciar um risco de fragmentação ideológica e política em nível mundial.  

Vinícius Carvalho da Silva viniciusfilo@gmail.com

Petrópolis (RJ)

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O INCENDIÁRIO TRUMP

Os que entendem do assunto, como Yukiya Amano, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, e Federica Mogherini, a alta representante da União Europeia para Política Externa e Segurança, declararam que o Irã está seguindo o acordo nuclear assinado com os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, França, Rússia, China e Alemanha. Não para o "instável" Donald Trump, que, por princípio, não concorda com as realizações da época Barack Obama. Para justificar a imposição de mais sanções contra o Irã, mistura acordo nuclear com desenvolvimento militar e suposto apoio ao terrorismo! Os líderes de Alemanha, França e Reino Unido estão tentando fazer o incendiário avaliar melhor as consequências de seus atos, pois parece que a suposta robusta democracia americana não é suficiente para segurar a fera!

Omar El Seoud  elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

 

 

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