Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

22 Outubro 2017 | 03h02

GOVERNO TEMER

Vitória na CCJ

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já marcou para quarta-feira, dia 25, a votação em plenário da segunda denúncia contra Michel Temer. Depois da vitória do presidente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 39 votos a 26, tudo leva a crer que ele vencerá folgadamente também no colegiado dos deputados. Assim sendo, espera-se que depois do resultado no plenário a Nação brasileira tenha paz para continuar alavancando a economia e realizar as tão necessárias reformas. Espera-se, ainda, que haja o entendimento e a compreensão de que Temer responderá às acusações com fundamento após o término do seu mandato. Agora é hora de pensar, só e simplesmente, no Brasil.

JOSÉ C. CARVALHO CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Grande expectativa

Espera-se que na votação em plenário da segunda denúncia contra o presidente Temer, por obstrução de Justiça e organização criminosa, os deputados conscientes ponham fim a esse impasse, que está prejudicando o Brasil. O presidente precisa dar continuidade ao seu programa de governo, que tem melhorado muito a vida dos brasileiros, pelo crescimento econômico, pela redução dos juros e da inflação e pela diminuição do desemprego.

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Fator de estabilidade

Por que o presidente Michel Temer está com a popularidade tão baixa? O fato é que, com o surgimento dos escândalos envolvendo o seu nome, Temer frustrou a esperança dos brasileiros de que, com a merecida saída da “estocadora de vento” do poder, eles teriam uma pessoa idônea e preparada para governar o País. Mas o que fazer? Tirá-lo da Presidência neste momento, em que até Dilma já pensa em recorrer para voltar? Com a economia dando sinais de recuperação, o melhor é remediar até o fim do seu mandato e não prejudicar ainda mais o Brasil.

JOSÉ OLINTO OLIVOTTO SOARES

jolintoos@gmail.com

Bragança Paulista

Paradoxo 93%

A imprensa noticia pesquisas indicando que o presidente Temer tem 93% de rejeição. Esse povo detesta inflação baixa. Não gosta de redução do desemprego. Tem ódio de juros baixos. Não gosta do balanço do comércio exterior, o mais alto em várias décadas. Realmente, são coisas para desgostar a oposição.

MARIO HELVIO MIOTTO

mariohmiotto@gmail.com

Piracicaba

Agenda de reformas

Pouco importa se o governo Temer é fraco, desde que a agenda do que deve ser feito, mesmo contra a opinião popular, seja mantida. Sinto imensa vergonha dos congressistas que, sob a ridícula desculpa da “ crise” política, deixam de apoiar projetos fundamentais para o nosso crescimento. Na verdade, hipocrisia à parte, eles só pensam em reeleição. Patriotismo, zero!

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Previdência Social

O artigo A Previdência ‘come’ outros gastos importantes (18/10, A2), de Roberto Macedo, é um alerta aos srs. deputados federais. Já passou a hora de voltar a debater e consolidar as mudanças imprescindíveis para que a nossa economia volte a crescer com mais ímpeto, propiciando aos jovens e a quem ainda tem anos de trabalho pela frente voltarem a ter a esperança de que minha casa seja minha vida, minha prole tenha escola e não faltará prato de comida à mesa.

CARLOS LEONEL IMENES

leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

‘O inimigo eleito’

A respeito do editorial O inimigo eleito (20/10, A3), o objetivo da esquerda é arrasar a vida do povo e depois se apresentar como a salvação da pátria em 2018. Assim, a derrocada do governo de Michel Temer é condição para impedir a melhoria do bem-estar do brasileiro pobre. Paralelamente, o Lula, embora réu, vai fazendo sua campanha eleitoral calcada em difamações.

OTTFRIED KELBERT

okelbert@outlook.com

Capão Bonito

MINERAÇÃO

E desmatamento

É grande o debate sobre os efeitos de projetos de mineração no desmatamento da Amazônia. Alega-se que a maior parte do desmatamento é indireta, a até 70 km da área das minas. Nesses estudos não se analisa o efeito devastador de florestas sob os auspícios do Incra, o primeiro que chega às áreas de mineração e logo vai cortando estradinhas e distribuindo lotes a colonos. Aliás, a ação devastadora do Incra se dá em qualquer área da Amazônia onde se possa chegar por uma estradinha. O processo do Incra é altamente danoso. Eles abrem estradas absolutamente retas, independentemente das irregularidades topográficas (o Incra não tem engenheiros?), e vão abrindo lotes dos dois lados. A cada colono que recebe um lote é dado o “direito” de desmatar parte dele para se estabelecer e obter capital vendendo madeira. Depois de ter desmatado essa parte, a maioria deles permite que madeireiros – ou eles mesmos – retirem madeira nobre dos trechos que deveriam ser preservados. Isso feito, a maioria dos colonos abandona o lote por falta de suporte técnico e condições de permanência. Os lotes abandonados são incorporados por vizinhos que permanecem na área, muitos deles para desmatar o que sobrou. Além disso, boa parte dos colonos que abandonam seus lotes após o desmate vai ganhar outro lote em outra área. E ninguém reclama disso. Nenhum repórter escreve algo a respeito. Ninguém do governo procura pôr lógica nessa “colonização”. E lá vêm as ONGs norueguesas, alemãs, etc., combater a mineração, com o suporte da mal-intencionada ou ignorante mídia global.

WILSON SCARPELLI, geólogo, com muito tempo de Amazônia

wiscar@terra.com.br

Cotia

SAÚDE PÚBLICA

Febre amarela urbana

Macacos são picados na copa das árvores pelo mosquito Haemagogus, na área rural, e podem entrar já contaminados pela febre amarela na área urbana. Há o perigo de reurbanização da febre amarela, que pode deixar de ser mera hipótese científica improvável, com risco próximo de zero, porque os macacos doentes podem ser picados pelo Aedes aegypti. O macaco morto no Horto Florestal de São Paulo é um alerta real sobre essa doença viral, que não pode ser negligenciado pela saúde pública. Uma campanha de vacinação e ampla divulgação na imprensa são fundamentais para dar segurança e informação à sociedade.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

“Sem fazer juízo de admissibilidade ou de mérito, somos obrigados a reconhecer que Temer 

vai conduzindo o País até a próxima eleição, depois do vendaval imoral do lulopetismo”

FRANCISCO JOSÉ SIDOTI / SÃO PAULO, SOBRE A ATUAÇÃO DO ATUAL GOVERNO

fransidoti@gmail.com

“E os recibos originais, cadê?”

ROBERT HALLER / SÃO PAULO, SOBRE OS COMPROVANTES DO PAGAMENTO DE ALUGUEL DE LULA

robelisa1@terra.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

VAMOS VOTAR

A campanha nas redes sociais para o não comparecimento às urnas nas eleições de 2018 já está a todo vapor. Apelos do tipo "aperte 000 e confirme", "anule seu voto", "vote em branco" e outros tantos alimentam a fuga em massa do já desanimado eleitor, que não acredita mais nos parlamentares, nos partidos, nas Casas Legislativas e nos governos de um modo geral. Com isso, o pleito de 2018 tende a bater o recorde verificado em 2014, quanto tivemos 37 milhões de eleitores que não escolheram nenhum candidato, ou não compareceram às seções eleitorais, ou optaram pelo voto nulo ou em branco (fonte FGV). Seria uma pena se isso se repetisse, pois uma faxina geral é necessária. Informações para pesquisas não faltarão.  A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontou, em abril de 2014, 136 milhões de computadores em uso no Brasil e diz que até o fim de 2017 cada habitante terá o seu tablet, notebook ou desktop para uso. Assim, para outubro de 2018, estima-se que teremos aproximadamente 208 milhões de aparelhos conectados. Portanto, não tem desculpas, o eleitor terá todas as informações necessárias em tempo real para apertar a tecla certa e "escolher o candidato certo", apelo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em todas as eleições.   

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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SALVE A 'DERROCRACIA'!

Quando vão abrir a "caixa de Pandora" conhecida no Brasil como urna eleitoral eletrônica? Não lhes parece um sistema perfeitinho demais para um país tão injusto? Pode estar aí o segredo de uma democracia na qual políticos exercem a soberania, um verdadeiro fardo para o povo brasileiro e um álibi recorrente nas alianças espúrias do Congresso Nacional.

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

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EDUCAÇÃO

Nossa salvação democrática é a eleição de 2018. Todos nós temos de acreditar na qualificação dos eleitores para tal evento, embora desde que o Brasil é Brasil nenhum governo tenha tido interesse em investir em educação. Fácil entender por quê!

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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PINCELADAS

No Brasil, os políticos, após eleitos, ignoram os anseios dos que os escolheram e passam a focar em seus interesses particulares e ampliadores de fortuna e poder, normalmente condutores de corrupção. Contam, também, com blindagem jurídica configurada por desconcertante prerrogativa de foro, que, apesar disso, mal é debatida. Até hoje, o País não foi merecedor de um Prêmio Nobel em qualquer categoria, talvez por causa da permanente desatenção das autoridades para com a educação, o que condena boa parte da população a viver num obscurantismo refletido nos quase 14 milhões de analfabetos. Seu povo vem perdendo gradativamente o direito de ir e vir e a saúde pública é lastimável quando se constata, por exemplo, que metade dos brasileiros não conta com coleta e tratamento de esgoto nem com água tratada. Essas são algumas pinceladas de um melancólico quadro bem maior.  

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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ROBERTO CAMPOS

A um ano das importantíssimas eleições de 2018, ao tempo em que se discute o papel do Estado na combalida economia do País, se por viés ortodoxo ou heterodoxo, cabe, por oportuno, citar o inigualável Roberto Campos: "O bem que o Estado pode fazer é limitado. O que ele nos pode dar é sempre menos do que nos pode tirar". Acelera, Brasil!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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UM PLEITO HONESTO?

Para podermos ter uma eleição honesta, uma faxina precisa ser feita antes! Com a bandidagem dos Três podres Poderes mandando, fazendo gato e sapato da Constituição e de nossa vida, não há chance de mudarmos alguma coisa. Não há nenhuma chance de termos um pleito eleitoral honesto. Que as Forças Armadas façam a sua parte e nos devolvam um Brasil decente.

Anita Driemeier guggiana1948@gmail.com

Campo Grande 

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PONTO DE INFLEXÃO

A sociedade civil parece mais atenta à importância de melhor escolha para 2018. Mas os indícios são graves. Surgem possibilidades de que se elejam celebridades... Qual seria a diferença a se reeleger Lula? O País é mais complexo do que uma "galera" de auditório. Basta de populismo e oligarquismo. O que o Brasil precisa é de uma meritocracia liberal de classe média, que é a que pode sustentar o País e de onde terá de sair a solução. Cortar os extremos dos que não leem porque não sabem e dos que não leem porque não precisam, pois a virtude está no meio. A eleição de 2018 terá de ser o ponto de inflexão do Brasil: ou finalmente para cima ou definitivamente para baixo. Não dá mais para segurar!

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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TUDO A FAZER

A cada dois anos os brasileiros são convocados para eleger aqueles que irão representá-los e governá-los nas diversas esferas de governo... e ser ludibriados! Os responsáveis pela propaganda partidária, quais ilusionistas de festas infantis, atraem a atenção do "respeitável público" para as promessas dos candidatos aos cargos executivos, deixando na penumbra a essencialidade dos que postulam os votos para os cargos legislativos para sua realização, bem como para a governança dos diversos entes federativos. Tão pouca importância é dada a esses futuros legisladores dos três níveis de poder político (Federação, Estados e municípios) que, desconhecidos da maioria, eles acabam sendo eleitos por votos (obrigatórios) dados pelos cidadãos a uma miríade de partidos legalmente constituídos - ou coligações de programas muitas vezes incompatíveis! - cujos princípios e estatutos não os distinguem ideologicamente e não são vinculantes de suas ações futuras! Esquecem-se de avisar aos interessados - os contribuintes que sustentam todo o aparelho de governo - que é o Poder Legislativo que determina o que pode ou não ser feito pelo Poder Executivo e pelo Poder Judiciário; que, sem que o Poder Legislativo o permita, nada acontecerá para mudar a gestão ou a aplicação das normas legais do País; e que são os congressistas que determinam aos demais poderes quais são suas funções e como devem exercê-las. A verdade "nua e crua" é que não há, constitucionalmente, como um presidente - mesmo sendo ele o chefe de Estado e do governo -, exercer sua vontade, ajustando as estruturas do governo e alocando os recursos do erário nesse sentido, para cumprir qualquer programa que tenha prometido executar ao se candidatar - e para o que foi eleito - sem que o Legislativo o endosse.  Assim como não há como ter Justiça no Brasil, mas sim o império da legalidade, com leis escritas pelos congressistas eleitos com os votos da população, que o Judiciário tem como obrigação utilizar em seus julgamentos. Pode parecer estranho - ou novidade - para muitos, mas ao Judiciário não compete fazer Justiça, mas simplesmente interpretar e obrigar o cumprimento da legislação quando da existência de conflitos sobre sua aplicação, sendo qualquer ação em contrário inconstitucional por ferir a Lei Maior. Enfim, para uma nação que se pretende uma Federação republicana onde impere a democracia e a Justiça, há tudo a fazer!

Jorge Alves jorgersalves@gmail.com

Jaú

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NOSSA RESPONSABILIDADE

As matérias jornalísticas apresentadas diariamente pelo "Estadão" explicam a dimensão da corrupção e da roubalheira do dinheiro do contribuinte durante os 13 anos da administração petista, responsável pela crise política e pela destruição da base econômica do País. Felizmente, com o impeachment da presidente Dilma, ao assumir legalmente a Presidência da República, Michel Temer, a duras penas, está conseguindo consertar os estragos do governo anterior, pondo em prática medidas para a retomada do crescimento, a recessão ficando para trás, o desemprego começa a diminuir, resultados positivos com a queda dos juros e da inflação, que melhoraram a vida dos brasileiros, mesmo enfrentado oposicionistas inconformados no Congresso Nacional, que vêm dificultando a aprovação de propostas importantes para o nosso crescimento, como a reforma da Previdência. É hora de os eleitores brasileiros, na próxima eleição, votarem, para Executivo e Legislativo, em elementos responsáveis, mais preparados e com ideias novas para preservar a democracia e evitar que o Brasil se transforme numa Venezuela.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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INCONFIDÊNCIA MINEIRA

Nos dias atuais, parece que estamos vivendo uma nova Inconfidência Mineira. O ex-presidente Lula, nas suas falácias, tem-se comparado a Tiradentes, o grande mártir que morreu enforcado e esquartejado. Nesta nova versão da Inconfidência, Aécio Neves (PSDB-MG) pode ser comparado ao traidor do passado, Joaquim Silvério dos Reis, que traiu seus companheiros e levou Tiradentes à forca. A traição de Aécio foi cometida de forma similar, traiu os 43,7 milhões de eleitores ao ser delatado por Joesley Batista, que apresentou áudio no qual eles negociaram a entrega de R$ 2 milhões de propina, fora o caso Furnas da época em que era governador de Minas Gerais, também envolvendo propina e ainda não esclarecido.

José Carlos Degaspare degaspare@uol.com.br

São Paulo

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FINANCIAMENTO DE CAMPANHA

O Partido dos Trabalhadores (PT) vai fazer vaquinha para custear a campanha do seu candidato à Presidência nas próximas eleições. Será necessário? Para quem tem vaquinhas no pasto da fazenda da família, é só dar baixa de algumas. Ou, talvez, dispensar alguns advogados do grupo que estão dando cobertura nas pendências e processos judiciais. Estes, com certeza, devem estar custando mais do que "uma vaquinha".

Alberto Caruso albertocaruso@uol.com.br

São Paulo

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O DINHEIRO DO NARCOTRÁFICO

Alguma novidade que "o narcotráfico não acaba porque financia campanhas políticas", como afirmou o presidiário Marcinho VP? Há 15 anos o narcotráfico saiu das grandes capitais, atingindo hoje até o agreste nordestino, e o governo brasileiro nada fez para impedir. Não existe "segurança pública" que dê conta, porque proliferam como peste de gafanhotos em campos férteis. Não podemos nos esquecer de que os "narcoguerrilheiros das Farc" financiaram campanhas do ex-presidente Lula, o que foi divulgado pela imprensa à época, e o BNDES financiou uma estrada na Bolívia chamada "estrada da coca", ligando-a ao Brasil. Nesse período, o governo do índio cacoleiro e bolivariano Evo Morales intensificou suas plantações de coca e o gigante Brasil estava pronto para consumi-la.  Marcinho tem razão. Não acaba o narcotráfico no Brasil porque gente da mais alta estirpe política tem muito a perder. Por isso, em 2018, o País precisa eleger gente que o ama, em detrimento de quem o vende para quem o financia. 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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POLÍTICA E CORRUPÇÃO

Há muito tempo que a corrupção está entranhada na política brasileira, mas, como agora, o Brasil jamais viu. Após a entrada do PT e sua quadrilha no governo, a corrupção aumentou tanto que muitos acreditam que já atingiu os Três Poderes. É verdade que, com o mensalão e a Operação Lava Jato, muita coisa foi e está sendo apurada, e os bandidos, trapaceiros, mentirosos e ladrões, o Brasil inteiro já está sabendo, e muito bem, quem são. Muito dinheiro foi recuperado, muitos estão atrás das grades, mas muitas coisas estranhas acontecem. Lula, o mais perigoso de todos, está rodando pelo Brasil apregoando seus "projetos e qualidades", apesar de ser réu em inúmeros processos judiciais e mencionado em dezenas de delações - e continua solto; nem uma prisão preventiva, dada a sua periculosidade, foi expedida. Carlos Arthur Nuzman, agora réu, está liberado da prisão. Concedem-se habeas corpus a torto e a direito a esses bandidos. Os bens dos irmãos Batista foram liberados, sendo que os que ficaram ainda presos não bastam para pagar quase nada do que devem ao BNDES e ao Tesouro. Puseram, agora, o foco de toda malandragem e roubalheira em Michel Temer e Aécio Neves (este ainda réu primário), para tirá-lo do maior ladrão que o Brasil já conheceu. Sérias e rápidas providências são necessárias para evitarmos que o Brasil não se transforme numa grande Venezuela. Já passou da hora. Que o povo retorne às ruas e avenidas novamente e exija os seus direitos.

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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PRENDE E SOLTA

Pagamos muitos impostos e entre suas destinações está o pagamento do Judiciário. O mínimo que poderíamos esperar seria a defesa intransigente da sociedade. Mas o que vemos é o Ministério Público e as Polícias prendendo marginais de todos os naipes e o Judiciário soltando. O caso mais recente é o do ex-jogador de vôlei (ruim, por sinal) Carlos Arthur Nuzman. Réu confesso no caso de corrupção na Olimpíada 2016, ganhou um habeas corpus para continuar sua vidinha gozando do dinheiro desviado.

Paulo H. Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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DE VOLTA À VIDA

Nunca roube pouco, que dá cadeia! Mas, se você              roubar mais de R$ 50 milhões, estará a salvo da prisão. Geddel Vieira Lima volta para seus luxuosos apartamentos e Carlos Arthur Nuzman, para sua mansão. Espera-se que Geddel receba de volta seus R$ 51 milhões e Nuzman, suas 16 barras de ouro. Pedro Barusco deve solicitar a devolução de seus US$ 98 milhões e Renato Duque, os 20 milhões de euros acumulados em Mônaco. Sérgio Cabral vai recuperar seus "exagerados" US$ 120 milhões. E todos os demais ultracorruptos do colarinho branco e da gravata de seda italiana. Brasil, um país de todas as injustiças!

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

  

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NO BERÇO ESPLÊNDIDO

Deitados em berço esplêndido, os brasileiros ficam indignados com a desfaçatez com que é tudo tratado na política. E no Judiciário. Isso não basta! É preciso que um povo se insurja unido, faça um levante, pare o País. Não temos líderes para isso.

Elisabeth Migliavacca

São Paulo

  

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MATO SEM CACHORRO

Pensando com meus botões e aproveitando o espaço cedido gratuitamente pelo "Estadão", pergunto a quem possa me responder: como fica o povo brasileiro, o cidadão de bem e honesto, que paga seus impostos religiosamente, diante das recentes decisões de políticos corruptos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal nos casos Aécio Neves e Michel Temer, no meu modo de ver, sempre afrontando o Supremo Tribunal Federal (STF), que deveria dar a última palavra? Lembro-me do velho adagio "estamos no mato sem cachorro". Até quando?

Arnaldo Luiz de O. Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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43 LIGAÇÕES

Sobre as ligações de Aécio Neves a Gilmar Mendes (ministro que investiga o senador), pergunto em qual país - sério - do mundo um réu fica papeando com o juiz de seu caso? É como se o traficante Marcola tivesse o telefone pessoal do seu juiz. Pior: eles acham tudo normal... Parem o País! Quero descer.

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

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SUJEITO

"Aécio não tem condições de ficar na presidência do PSDB", afirma Tasso Jereissati. Pergunta: na frase "a gente manda matar antes de delatar", onde está o sujeito? Resposta: de volta ao Senado.

 

José Roberto Niero jrniero@yahoo.com.br

São Caetano do Sul 

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O PESO AÉCIO

O pacto selado pelo Planalto com o PSDB para salvar a pele do senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem as contrapartidas conhecidas por todos, que, de certo, vão ajudar muito o presidente Michel Temer a atravessar a tal "pinguela", analogia muito bem sacada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso. Mas no partido uma corrente de deputados e senadores aconselham Aécio a mergulhar por um tempo, sumir e, assim, passar imerso por baixo da banguela do PSDB, para não derrubá-la com seu peso de elefante. Falta saber como explicar ao eleitor que Aécio Neves serve para ser senador da República, mas não serve para se apresentar como do PSDB. 

Abel Pires Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro 

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CRIAR PROBLEMA PARA VENDER SOLUÇÕES

O plano montado pelo lulopetismo com a ajuda do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot para derrubar Michel Temer, atribuindo a ele a condição de chefe de quadrilha e fonte de todos os males, não passa de estratégia para que o País esqueça quem é o verdadeiro responsável pela atual tragédia nacional que se abateu no País após 13 anos de PT, com 14 milhões de desempregados e uma recessão sem precedentes na história, com o objetivo de trazer Lula ao poder nas eleições de 2018, na condição de redentor dos pobres, para terminar o serviço interrompido pela cassação de Dilma Rousseff de aumentar o aparelhamento de Estado e terminar a dilapidação dos cofres públicos iniciada em 2003. Na campanha contra Temer, repete-se o mantra de que não há político que preste e que a política é coisa ruim. E, ruim por ruim, por que não votar no salvador da Pátria? É importante que se lembre que a responsabilidade pela catástrofe tem nome e sobrenome: Lula da Silva. E é fundamental que nessa assepsia promovida pelo atual governo se divulguem a natureza e a extensão da herança deixada, para que as dores inerentes ao árduo trabalho de reconstrução nacional sejam associadas a quem produziu a doença, e não ao médico, que, diga-se, demitiu mais de 20 mil petistas dependurados na máquina pública, cortou o patrocínio para jornalistas de aluguel, sites petistas e blogs sujos, proibindo também que 80 motoristas de Dilma continuassem à sua disposição, acabando também com a farra das grandes empresas amigas do PT no BNDES, além de reduzir a inflação e aumentar a geração de empregos. A estratégia petista é manjada: criar inimigos para vender soluções.

Paulo R. Kherlakian paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

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A PORTARIA DO TRABALHO ESCRAVO

Que o presidente Michel Temer, angustiado, está precisando de votos para se livrar da segunda denúncia de Janot, isso é um fato! O que não pode, e por causa de apoio político, é ceder à pressão da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem no Congresso uma ampla base de deputados e senadores, e mandar às favas o combate ao trabalho escravo no País. Essa medida consta de portaria publicada no "Diário Oficial" que, além de acabar com a autonomia dos fiscais do Ministério do Trabalho, determina que somente o ministro do Trabalho pode autorizar a divulgação da lista suja do trabalho escravo. É um absurdo! Já imaginaram um ministro denunciar pela imprensa uma empresa agropecuária, com o número de votos que o setor tem no Congresso? Cai o ministro! Outro absurdo: segundo a portaria, o trabalho escravo só será caracterizado se não houver consentimento do trabalhador. Ora, esse trabalhador de baixíssima renda, normalmente sem instrução formal, com a família sem ter o que comer, dificilmente terá coragem de não consentir com um trabalho degradante e humilhante. A sua dignidade como trabalhador depende de uma severa vigilância e fiscalização, como é de obrigação do poder público! Pelas novas regras, o próprio governo quer dificultar a fiscalização e a independência do Ministério do Trabalho. É um duro golpe contra a escravidão! É bom frisar que o trabalho escravo é tão indecente e imoral quanto um estupro, a violência doméstica, etc. Nesse sentido, o poder destes políticos e empresários não pode ser maior que a importância do Estado. Se o presidente Michel Temer tiver um pouco de amor à Pátria e respeito aos 210 milhões de brasileiros, urge revogar essa portaria.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Paulo

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A VERDADE NUA E CRUA

Os autos de infração do Ministério do Trabalho descreviam, ao gosto do fiscal, a pretensa infração. O dono da terra teria de derrubar a peça jurídica com argumentos e provas suas, o que realmente ficava bastante difícil. Doravante, a Portaria 1.129/2017 impõe determinações para o auto de infração, devendo a peça jurídica ser bem elucidativa e até acompanhada de fotos para melhor delimitar os fatos. Assim, terminou a cruzada ideológica perpetrada pela esquerda, para dar lugar à verdade nua e crua. Será realmente trabalho escravo aquele que o é, ficando excluídos aqueles trabalhos em que o Fisco entendia a configuração a seu modo de ver exclusivamente. Foi uma providência governamental elogiável.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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NA ARENA POLÍTICA

A grande vitória que Michel Temer deu aos escravocratas foi colocar os processos sobre trabalho escravo nas mãos do ministro do Trabalho. Os delitos não serão mais tratados como casos de polícia, serão tratados como uma questão política, em que tudo se resolve na base do conchavo, do "toma lá dá cá", da propina. Essa mudança no combate ao trabalho análogo à escravidão não apenas dará confiança para que as práticas continuem, como também vai estimular que novos empresários rurais e urbanos adotem as práticas, pois as consequências serão muito mais fáceis de serem negociadas no ambiente político do que numa delegacia de polícia. 

Mário Barilá Filho mariobarilafilho@me.com

São Paulo

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VALE TUDO

Para muitos, permanecer no poder vale tudo, inclusive a permissão ao trabalho análogo à escravidão.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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VERGONHA

O Brasil se acha o defensor dos direitos dos fracos e oprimidos, as "otoridades" falam na abertura da ONU, mas, na verdade, estamos a anos-luz dos países desenvolvidos, afinal tudo o que eles dizem nunca fazem e a prova maior foi agora a dificuldade para fiscalizar o trabalho escravo neste país do desemprego galopante, onde foi suprimida a presença dos sindicatos. Como o governo é esperto em manipular a grande manada de eleitores que se deixam influenciar por tudo o que ouvem e veem na mídia. Agora, quem irá nos defender, além do Chapolim colorado? Com fiscalização já havia trabalho escravo e, agora, que se quer retirar a figura do fiscal do Ministério do Trabalho, os grandes escravagistas poderão colocar coleira, focinheira e bola de ferro nos pés dos escravos. "Voltamos a viver como há cem anos e a cada hora que passa empobrecemos dez semanas." Sempre os poetas estão certos, são visionários num país repetitivo. Talvez a próxima lei que seja revogada seja a Lei Áurea, além da obrigatoriedade de chamar o patrão de "meu amo".

 

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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TRABALHO IRREGULAR

Sem cercear a locomoção do empregado para fora dos limites da propriedade empregadora, não há trabalho escravo, mas sim trabalho irregular, com o descumprimento das normas da Organização Internacional do Trabalho e da Consolidação das Leis de Trabalho brasileira.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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RECONSIDERAÇÃO

Nosso presidente é fraco demais, não é, não? Muda de parecer de acordo com a opinião pública muito rapidamente. Se nós tivéssemos nos calado com relação ao trabalho escravo, ele nem sonharia uma alteração. Pobre Brasil! Pobres brasileiros!

Maria do Carmo Z. Leme Cardoso zaffalon@uol.com.br

Bauru

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O TRABALHO DE GILMAR MENDES

  

Após ler na primeira página do "Estadão" de sexta-feira (20/10) que o ministro Gilmar Mendes disse que acha que não faz trabalho escravo, chego à conclusão de que ele ou está gagá ou nos considera um bando de idiotas e não tem a mínima noção do que é um trabalho escravo. Com o salário que ele tem, com o qual constantemente está passeando pela Europa, como vimos recentemente em Paris e em Portugal, é absurdo querer comparar-se aos trabalhadores que são vigiados por jagunços armados, trabalham de sol a sol, sem salário - pois o que ganham dá somente para pagar cama e comida -e não podem se ausentar das fazendas. E tenho certeza de que muitas dessas propriedades são de coronéis do Nordeste, sendo muitos deles deputados e senadores e muy amigos deste ministro que só gosta de aparecer.

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo 

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DENÚNCIA

Em nome de todos os brasileiros, denuncio o governo deste país por trabalho escravo com a retenção de quase 40% do que consumimos em forma de impostos, que financiam a máquina pública perdulária, partidos políticos, sindicatos e políticos em todos os níveis (a moral geralmente é baixa). Não existe escapatória, na compra de 1 kg de arroz ou de um carro de luxo, lá está o nosso senhorio tomando sua parte. Dos R$ 42 bilhões liberados do fundo de garantia inativo, R$ 16 bilhões voltaram para o governo em forma de impostos, e o povo sorriu feliz sem saber que foi roubado e que continuará sendo. Da tintura para os cabelos, jantares em restaurantes de luxo e até despesas "particulares de lazer" dos nossos deputados e senadores quem paga somos nós, via carga tributária insuportável até para países de Primeiro Mundo, e temos políticos de terceira categoria, se chega a tanto... Estamos lascados, sem plágio.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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