Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

29 Outubro 2017 | 05h00

BATE-BOCA NO STF

Barroso x Gilmar

Para quem se regozijou com o ministro Roberto Barroso pelo embate grotesco que travou com o ministro Gilmar Mendes, durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), um alerta: Barroso, que acusa Gilmar de se guiar por ódio e parcialidade em suas decisões e de ir “mudando a jurisprudência de acordo com o réu”, age dessa mesma forma. Está aí para comprovar o recente julgamento pela Primeira Turma que afastou o senador Aécio Neves do exercício do mandato e determinou seu recolhimento noturno. Em seu voto para impor medidas restritivas, na absurda contramão do disposto na Constituição, Barroso chegou a argumentar ser injusto que outros investigados estivessem presos enquanto Aécio mantinha agitada vida noturna. Ou seja, no jogo do rancor, parcialidade e interpretação personalíssima da lei, então, daria empate na Corte e, como sempre, derrota da população, mal servida, apesar de pagar a suas excelências os mais altos vencimentos dos servidores públicos, acrescidos de incontáveis mordomias.

SERGIO RIDEL

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Desabono

Atitudes como essas só desmoralizam o Supremo.

MARCOS CATAP

marcoscatap@uol.com.br

São Paulo

Supremo se apequena

Na discussão em plenário entre Barroso e Gilmar, as vítimas foram o STF e a Justiça brasileira. Como podemos, a partir de agora, esperar julgamento isento e sereno dos ministros, se esses eméritos juristas protagonizam, ao vivo e em cores, uma altercação que se configurou como fora da curva, apesar do tratamento de “excelência” de ambas as partes? Que me desculpem os magistrados, mas pareceu que chegariam mesmo às vias de fato. Não sou da área jurídica, mas entendo que caberia à presidente Cármen Lúcia suspender a sessão. Bem, a ministra até que tentou, mas não conseguiu, por meios educados e serenos, interromper o incidente.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Egos inflados

“Estamos no plenário de um Supremo Tribunal” (sic), bem lembrou a presidente da mais alta Corte do País, ministra Cármen Lúcia, durante o fervoroso embate entre os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. De fato, parece ser preciso recordar, pois não é de hoje que esse tom de botequim vem tomando conta do STF, com ânimos exaltados e ofensas pessoais direcionadas a colegas da Casa. Nas sessões televisionadas, em especial, os egos dos magistrados se inflam, as preferências políticas afloram e a última coisa de que se ouve falar é da Constituição da República. O Brasil passa por profunda crise institucional, em que a confiança se tornou escassa e as figuras públicas que deveriam zelar pela Carta Magna têm dado grande contribuição para tal. Supremo é o ego de alguns dos intocáveis ministros.

ELIAS MENEZES

elias.natal@hotmail.com

Belo Horizonte

COMUNISMO, CEM ANOS

Brutal impostura

Ao ler o editorial A brutal impostura (26/10, A3), sobre o comunismo, não pudemos deixar de estabelecer um paralelo entre a Revolução Bolchevique, no seu espaço/tempo, e a “revolução” lulopetista, no nosso. O comunismo impôs-se ao povo russo, dominando seus corações e mentes em nome da igualdade entre os homens, lema de um partido que se dizia portador da verdade. Quando o PT foi criado, seu lema era a defesa da ética num mundo corrompido, da qual se dizia portador, e muitos acreditaram. Lenin chamava os dissidentes políticos de “inimigos do povo”, Lula e a militância chamam os contrários às suas façanhas de golpistas. Mudam-se os termos, mas o componente é o mesmo: a brutal impostura para manter o poder. O que nos preocupa é que essa ilusão mórbida encontra eco em mentes retrógradas – e não são poucas –, apoderando-se das instituições, da educação, da Justiça, lesando o desenvolvimento, a saúde e a segurança. Hoje, por exemplo, não sabemos se nos preocupamos mais com a febre amarela que ameaça a população ou com a febre vermelha que ameaça o STF. Tentamo-nos assegurar com as palavras do final do texto: poucos ainda acreditam nessa fraude.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@gmail.com

São Paulo

Ludopédio nas paradas

O fracasso do comunismo é tão grandioso que no centenário da revolução de outubro de 1917 os russos não programaram nenhuma celebração. Lá só se fala em Copa do Mundo.

LUIZ HENRIQUE PENCHIARI

lpenchiari@gmail.com

Vinhedo

VIOLÊNCIA E CRIME

Assassinato de policiais

Que esperam os srs. congressistas para providenciar legislação que puna com grande rigor os assassinatos de policiais? Eles representam a defesa da população e estão sendo dizimados. Não fiquem com dó desses assassinos nem venham com a desculpa do social. A cada policial atacado os bandidos ficam mais fortes e confiantes e nós ficamos mais fracos e indefesos.

WILSON SCARPELLI

wiscar@terra.com .br

Cotia

Insegurança pública

Reunidos no Acre, governadores pressionam o governo federal pela criação do Fundo Nacional de Segurança. Mas, relembrando uma antiga raposa política, quando se quer resolver se resolve, quando não se quer, cria-se uma comissão ou se promove um encontro e se elabora uma carta de pedidos/intenções. O problema é urgentíssimo. Era preciso um encontro desses no Acre? Nada contra o Acre, mas não faria mais sentido em Brasília? Aliás, quatro participantes desse encontro integram a proteção pessoal do presidente Michel Temer. O fato é que não há nenhuma boa vontade para resolver esse grave problema. Acompanhemos e vejamos se isso vai dar em alguma coisa.

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

RADICALISMOS

Ataque a Roosevelt

A estátua de Theodore Roosevelt no Museu de História Natural de Nova York foi atacada por vândalos, que exigem (!) sua retirada, alegando que ele era um supremacista branco e colonizador (27/10, A10). O que diabos se passa na cabeça desses tresloucados? A América, aliás, as Américas foram construídas por colonizadores, que as civilizaram e desenvolveram. Negá-lo é negar a nossa existência!

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS

sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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“O bate-boca comum nos botecos sobre a política nacional já havia, há tempos, chegado ao Congresso. Agora chega ao Supremo, condição que nos afasta a cada dia da crença na Justiça”

ELZA ANDRADE PERLATTI / RIBEIRÃO PRETO, SOBRE O EMBATE BARROSO X GILMAR

elzandrade@yahoo.com.br

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“Infelizmente, além de péssimos políticos e administradores públicos, o Brasil tem um STF confuso, individualista e sem compromisso com o papel que lhe cabe”

JOSÉ ROBERTO IGLESIAS / SÃO PAULO, IDEM

rzeiglezias@gmail.com

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ABUSO DE AUTORIDADE

 

Nem bem a Câmara dos Deputados livrou a cara do presidente Michel Temer da segunda denúncia de corrupção, lá vai o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desengavetar o projeto de lei de abuso de autoridade, iniciado no Senado, que tem como idealizadores os impolutos senadores Renan Calheiros e Roberto Requião. Quer dizer, continua a tentativa de destruição da Operação Lava Jato – já que qualquer corrupto que se sinta constrangido por estar sendo investigado poderá, em tempo recorde e com apoio dos seus “companheiros” e “cúmplices”, juridicamente, punir juízes, procuradores, etc. Quer dizer que a canalhada continua querendo se safar, enquanto seus corruptores cumprem pena. Com uma coisa podem contar: não repetiremos os mesmos erros da Operação Mãos Limpas da Itália. Além de voltarmos às ruas, em 2018 daremos o troco nas urnas, não reelegendo ninguém deste atual Congresso.

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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ABUSO DA CÂMARA

 

Duas ponderações sobre o desengavetamento do projeto de abuso de autoridade a toque de caixa: em primeiríssimo lugar, o povo já disse não! E, por último, mas não menos importante, ele deveria ser direcionado aos nobres deputados, com todo o respeito.

 

Ricardo C. Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

 

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O ESCRUTÍNIO DA SOCIEDADE

 

Excelente o artigo “Procurando no lugar errado” (27/10, A2), de Fernão Lara Mesquita. A missão é esta: tornar cada vez mais claros quais são os caminhos para submeter as autoridades e os representantes públicos ao escrutínio da sociedade, talvez obrigá-los àquilo que se tornou moda mencionar em inglês, “accountability”. O dever de prestar contas. Ao eleitor, a quem os conduziu ao poder. Acabar com isto de presidentes nomearem juízes para o STF, o STJ e o TST. Recall mesmo, todo funcionário público deve poder ser demitido por ineficiência e outras razões ainda menos nobres. O autor certamente sabe que tem o apoio de muita gente nessa empreitada, mas é preciso também uma força maior, algo que atinja a parcela majoritária da população acostumada a esta servidão eleitoral que vem desde o começo da República. Fernão vem mostrando, ao longo de uma série de artigos, como o sistema deve ser alterado para que a coisa funcione a nosso favor, e não em benefício das castas encasteladas no poder – Executivo, Legislativo e Judiciário.

 

Luiz Leitão da Cunha luizmleitao@gmail.com

São Paulo

 

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APRENDIZADO PARA A LAVA JATO

 

Para que o Brasil não tenha a mesma decepção ocorrida com o fracasso da Operação Mani Pulite (Mãos Limpas) na Itália, é imperiosa a vigilância atenta, ininterrupta e infatigável da sociedade civil e da imprensa na observância de como são feitos os negócios entre o poder público e o empresariado privado. O acesso à transparência dos contratos é a chave para que o Brasil deixe de ser esta vergonhosa República Federativa da Corrupção. Lava Jato sempre!

 

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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MÃOS LIMPAS E LAVA JATO

 

Já que a corrupção foi considerada mundial por integrantes da Operação Mãos Limpas na Itália, e  que tudo lá voltou a ser como  dantes, tanto lá como cá só há uma saída: prisão perpétua, porque tanto o corrupto quanto o corruptor são praticantes do crime mais hediondo que pode haver, pois quando o dinheiro público da saúde, da segurança e da educação é desviado, os ladrões estão assumindo a culpa pelas mortes em hospitais públicos, pelas mortes por falta de segurança e pela morte do desenvolvimento humano, pela falta de educação. Pensando bem, prisão perpétua é muito pouco para esta canalhada toda, que a cada nova lei e/ou emenda mata um pouco mais o futuro de nossos filhos e netos.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@iol.com.br

São Paulo

 

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CONTRA A CULTURA DA CORRUPÇÃO

 

O juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, a cargo de quem está a Operação Lava Jato em Curitiba, estão certos nos seus papéis. Moro, como juiz, tem de se manter no âmbito da lei. Não pode tomar partido. Dallagnol pode e deve afirmar que a acusação jurídica de alguns identificados não resolve por si só o problema social da corrupção. Para tanto, é preciso mobilizar a sociedade. Para tanto, a formação de uma ONG com missão anticorrupção é um bom começo. Parece que a cidadania ainda não percebeu isso, aculturada que está na tradição. Há de ocorrer uma quebra e um salto cultural.

 

Harald Hellmuth hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

 

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A LAVA JATO E A POLÍTICA

 

Não concordo com o editorial do dia 24/10 (“O partido da Lava Jato”) quando diz que a Lava Jato está se transformando num partido político. Não é a primeira vez que este jornal critica a operação no seu editorial. Os procuradores que integram a Lava Jato falam em saneamento da política. Alguém discorda disso? Nossos representantes no Legislativo não nos representam. Por acaso o procurador da República Deltan Dallagnol está errado quando afirma que a Lava Jato não apenas revelou a corrupção de um político ou de um grupo, mas de “grande parte da classe política” e, por essa razão, o “objetivo da operação é colocar essas pessoas poderosas debaixo da lei”? Segundo o procurador, a operação só será bem-sucedida se varrer do Congresso “grande parte da classe política”, gente que, segundo ele, faz leis para se proteger da Justiça. Onde está o erro?

 

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

 

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A SALVAÇÃO NA FORÇA-TAREFA

 

A resposta dos integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR) ao editorial “O partido da Lava Jato” (24/10, A3), publicada por este jornal em 26/10, são consistentes, realistas e profundas. Pena que eles não visem a fundar esse partido. Só assim haveria a completa exterminação total da politicalha corrupta que dilapida o País. Chega de foro privilegiado, chega de holerites vergonhosos, chega de tramoias e trambiques, chega de falta de moral e chega dos “profissionais parlamentares”. Muda, Brasil!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

                                                             

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LULA E A LAVA JATO

 

O ex-presidente Lula está em caravana pelo País, falando impropérios, e em Padre Paraíso (MG), no vale do Rio Jequitinhonha, mais uma vez afirmou ter certeza de que a “razão de apressar a morte dela (Marisa Letícia) foi esse sofrimento causado pela Operação Lava Jato”. Na vizinha Itaobim, reafirmou: “Revistaram a minha casa. São responsáveis pela morte da minha mulher”. Este homem, tendo já sido condenado a 9 anos e meio pelo juiz Sérgio Moro, está solto e continua desafiando e afrontando a Justiça, agora acusando os  agentes da Lava Jato de causadores da morte de sua esposa (quando na época de seu falecimento foi dito que ela era portadora de problemas no cérebro). Lula não admite ter cometido erros e desatinos, e sempre coloca nos ombros dos outros a culpa pelas barbaridades que fez e faz ao longo destes anos. Certamente, sua mulher vinha sentindo a pressão de ter de depor oportunamente à Justiça, e isso lhe trazia grandes tensões, que acabaram causando sua morte pelo rompimento de um aneurisma que ela tinha no cérebro e que foi diagnosticado há cerca de dez anos, conforme a imprensa noticiou. Uma pergunta que faço: Se Lula, em público, faz essa acusação tão grave, por que a Justiça não o enquadra?

 

Agnes Eckermann agneseck@gmail.com

Porto Feliz

 

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A OPERAÇÃO NO STF

 

O ex-presidente Lula da Silva, novamente aos perdigotos, num palanque de campanha eleitoral numa cidade do Vale do Jequitinhonha, vociferou que a Operação Lava Jato não acabará com a corrupção. Isso aconteceu logo depois do resultado da votação na Câmara dos Deputados, em Brasília, que arquivou denúncia contra o presidente Michel Temer e dois de seus ministros. Lula, mais do que ninguém, sabe que os processos dos três envolvidos não estão na alçada da Justiça de Curitiba, mas, sim, sob o comando do Supremo Tribunal Federal (STF), onde sete ministros foram “cria” do PT. Na verdade, Lula da Silva, como de costume, quer diminuir o valor do excelente trabalho da Lava Jato de Curitiba fazendo de conta que a parte inoperante dos processos contra políticos com foro privilegiado envolvidos na Lava Jato não é responsabilidade do STF, que não julga nem prende ninguém.

 

Antonio Carelli Filho palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

 

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DESNORTEADO

 

Não me surpreende que Lula, somente agora, como um político desnorteado e em estágio de decomposição moral, tenha afirmado ao jornal espanhol “El Mundo” que o seu poste, Dilma Rousseff, traiu o eleitorado brasileiro pelas suas ações desastradas na economia brasileira. Ora, o que esperar deste ex-presidente, sete vezes réu e já condenado na Lava Jato, que não teve a dignidade de assumir os seus graves atos de corrupção durante seu mandato e depois do fim dele, e ainda sem escrúpulo algum preferiu jogar a culpa de parte de seus atos vis sobre sua já falecida esposa Marisa Letícia?

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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TRAIÇÕES

 

Lula admite que  Dilma Rousseff traiu o eleitorado que a elegeu em 2014. Agora só falta ele admitir que  traiu o Brasil inteiro a partir de 2003.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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‘DILMA TRAIU ELEITORADO’

 

Lula gosta de culpar as mulheres por suas “luladas”, mostrando a cada dia que passa ser machista e ter um caráter vil. Coisa de cafajeste.

 

Alberto Souza Daneu curtasuasaude@uol.com.br

Osasco

 

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CARAVANA POR 2018

 

Confirmaram presenças na caravana de Lula pelo Brasil: Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo, Fernando Pimentel, Luciano Coutinho e Cesare Battisti. Enviarão representantes: José Dirceu, Antonio Palocci, Guido Mantega, João Vaccari Neto, João Paulo Cunha, José Genoino, Delúbio Soares, Henrique Pizzolato, André Vargas e Cândido Vaccarezza.

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

 

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2018 ATÉ AQUI

 

Ainda teremos muitos escândalos, denúncias e prisões que vão agitar o País e mudar um pouco o quadro eleitoral. Por ora, de um lado, uma campanha presidencial do nazi-petismo-banditismo prometendo continuar com a corrupção, a vagabundagem e a luta de classes. De outro, um direitista que quer consertar tudo na porrada. O resto é balão de ensaio. Neste momento crucial, temos duas opções: ou partimos para uma intervenção militar que feche o Congresso (entidade inútil, parasita e centro criminoso) e faça uma profunda reforma administrativa e judiciária, ou melhor escolhermos um candidato de centro, que agregue novas ideias para o bem comum da Nação e seja pacificador. Alguém que tenha ao menos o reconhecimento de serenidade e bom senso, sem estar envolvido no mar de lama que cobre o Brasil.

 

André Luis Coutinho arcouti@uol.com.br

Campinas

 

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PARA TER EM MENTE

 

Para os eleitores que se dispuserem a exercer a cidadania em seu grau maior num regime democrático, que é eleger no ano de 2018 um presidente da República, 54 senadores, 513 deputados federais, 27 governadores e 1.059 deputados estaduais, aqui vai a lembrança de uma das frases que o ex-deputado Ulysses Guimarães mais enfatizava nas sessões da Câmara quando apareciam ambiguidades dentro da Casa: “O tempo é o senhor da razão”. O dr. Ulysses tinha razão, o tempo nos ensina, esclarece nossas dúvidas, prova e comprova as verdades, responde às perguntas que ficaram sem respostas, muda nossos pensamentos e condutas, e por aí adiante. O circo dos horrores em que se transformou o Congresso Nacional nestes últimos meses para salvar o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente Michel Temer (PMDB-SP) foi o que assisti de pior na política nestes meus 84 anos de vida. Vou acordar vocês com o que disse um dia Abraham Lincoln, ex-presidente dos EUA: “Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo”. Chega de enganação.

 

Leônidas Marques leo.marquesvr@gmail.com

Volta Redonda (RJ)

 

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A POLÍTICA EM EBULIÇÃO

 

A grande indagação que se faz agora, em face dos últimos acontecimentos na política nacional, é como o eleitorado brasileiro irá se comportar nas eleições de 2018. Tal dúvida certamente está na cabeça de todos aqueles que concorrerão no próximo pleito, principalmente na daquelas tradicionais figuras da política que sempre se apresentam, mas que terão, pelo que se está estruturando até aqui, uma leva enorme de novos, estreantes e imaculados candidatos a enfrentar. Quem viver verá!

 

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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TIRIRICA DECEPCIONADO

 

Não sei se é piada ou sério: o deputado Tiririca disse que não se candidatará a deputado federal em 2018 porque está decepcionado. Uma coisa eu posso garantir: pior do que está não vai ficar, afinal, eram 1.829 políticos no colo da JBS, e apenas alguns foram escolhidos a dedo pelo Ministério Público e pelo STF. Só no Brasil, mesmo. E Tiririca não tinha falta nenhuma.

 

Zureia Baruch Jr zureiabaruchjr@bol.com.br

São Paulo

 

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DESCRENTES

 

Os brasileiros estão descrentes do governo, do Congresso e da Justiça. E andam deprimidos e sem perspectiva de as coisas mudarem. Não falta gente inteligente e de bem que pensa que, se os ladrões permanecerem no poder, o estrago que já foi absolutamente insuportável será ainda maior e acabará de vez com o Brasil. Ora, o grau de decepção com nossos governantes, legisladores e juízes só indica que estamos acordando de uma letargia profunda. No que se refere ao comprometimento do futuro, caso os corruptos continuem aí, livres, leves, soltos e donos do poder e de nosso dinheiro, concordo. Mas, quanto à depressão e a falta de perspectiva, ainda não há motivo para isso. Vejamos: os corruptos se aliaram e fizeram exatamente o que se esperava deles. Com maestria e sucesso, diga-se de passagem. Cabe ao cidadão fazer o que se espera de nós: unir-nos e não votar em absolutamente ninguém que participou do “acordão”. É simples: basta elaborar uma lista de todos aqueles que não votaram condenando quem deveria ser condenado nas várias oportunidades e sair numa campanha patriótica para que não se vote em ninguém dessa lista. Se der certo, os príncipes da propinocracia perdem seu foro privilegiado e vão ter de prestar contas. Simples, não? Se der errado, tem toda razão os que desistiram de tentar salvar o Brasil.

 

Jorge Alberto Nurkin jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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TEMAS CENTRAIS PARA 2018

Embora o governo federal apresente números que mostram alguma retomada no âmbito econômico, os efeitos negativos da recessão, a maior da história brasileira, ainda são duramente sentidos pela sociedade. Não por acaso, o País abriga uma legião de desempregados ou de postos de trabalho com faixa salarial bastante reduzida. Há dez anos o Brasil vivia o chamado “período de pleno-emprego”, no qual os índices de ocupação eram invejáveis para qualquer nação, fosse ela desenvolvida ou em desenvolvimento. Ocorre, no entanto, que durante o governo de Dilma Rousseff os indicadores econômicos e sociais começaram a cair a olhos nus. Não por acaso, inclusive, a presidente petista perdeu apoio popular e viu sua base parlamentar se voltar contra ela em velocidade recorde. Ocorre, no entanto, que os presidenciáveis terão de apresentar aos eleitores, durante a campanha, propostas verdadeiramente plausíveis para combater a crise e, principalmente, apresentar alguma resposta quanto aos escândalos de corrupção. Afinal, praticamente todas as grandes agremiações partidárias foram e são citadas nas delações da Lava Jato ou estão envolvidas em outras investigações em curso. A crise econômica e moral será tema central nas campanhas e nos debates a serem promovidos durante o pleito de 2018. Caberá aos brasileiros questionar adequadamente os postulantes à Presidência da República e saber escolher entre a realidade e a utopia.

Willian Martins martins.willian@globo.com

Guararema

 

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NADA DE NOVO A ESPERAR

 

Pelo que estamos vislumbrando, o panorama para as eleições de 2018 não nos oferece muitas opções de bons candidatos. O catastrófico “chefão”, Lula, ao invés de estar preso, já está fazendo a sua campanha eleitoral pelo País. Marina Silva, Ciro Gomes e outros desprezíveis também estão se arvorando candidatos. Jair Bolsonaro, há muitos anos na política, que nada nos apresentou até agora e ainda diz que Juiz de Fora é uma cidade paulista, quer ser candidato também. Geraldo Alckmin, nosso governador, é, talvez, o mais viável, pois os neonatos João Doria e Luciano Huck, que pouco entendem de Brasil, estão se apresentando também. Por outro lado, desprestigiados senadores desejam se candidatar a cargos menores para não perder o foro privilegiado. E as reformas continuam paradas, enquanto os atuais detentores dos maiores cargos se digladiam. Parece que não temos muito a esperar de novo nas próximas eleições.

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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EXPEDIÇÃO A MARTE 2017

 

A primeira viagem para Marte foi antecipada para o Natal de 2017! Oportunidade para que três ilustres e famosos presidentes possam participar da viagem sem volta! Donald Trump, Kim Jong-Un e Michel Temer são os grandes líderes premiados, por votação de seus conterrâneos, para governar Marte! O Planeta vermelho será dividido em três nações: uma capitalista, uma comunista e uma anarquista! Será um pequeno passo para eles e um salto gigantesco de felicidade para três nações! Feliz Natal para americanos, coreanos e brazucas! Feliz 2018!

 

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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A PROPAGANDA DO PCdoB

 

O caso ainda está quentinho em minha memória, assisti e achei oportuno lançar um desafio aos partidos políticos: conseguir, no mesmo tempo e espaço, falar mais besteiras do que o PCdoB faz em seu programa político na TV e no rádio. Somente para ficar numa idiotice: alguém conseguir achar outro país que queira colonizar novamente o Brasil. Uia, dar ouvidos para isso é o mesmo que lavar cabeça de burro, perde-se o tempo e o sabão.

 

Sérgio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

 

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CRUZ CREDO

 

Observando os “poderes” que permanecem conduzindo os destinos de nosso pobre país, a conclusão é desanimadora, senão deprimente. O chamado Poder Executivo continua “respirando com a ajuda de aparelhos”, totalmente marginalizado que está pela Nação: tem 97% (noventa e sete por cento) de rejeição daqueles a quem deveria governar e está nas mãos da “classe política” que poderia ajudá-lo, mas se diverte vendo-o “sangrar”. Um “Poder Legislativo” absolutamente fisiológico, “como jamais se viu neste país”, que manda às favas qualquer interesse nacional e “se vende” não por “30 moedas”, como fez Judas, mas por qualquer “emendazinha” que lhe garanta alguns milhões para poder se locupletar. E uma “favela” identificada como Poder Judiciário, onde a “comunidade arma barracos” de onde “moradores” engalfinham-se com seus vizinhos utilizando “armas de grosso calibre (verbal)”. É assustador! Cruz credo! Como o Brasil vai poder sair dessa balbúrdia em que se encontra?

 

José Claudio Marmo Rizzo jcmrizzo@uol.com.br

São Paulo

 

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A RESPOSTA QUE NUNCA CHEGA

 

Não consigo entender por que tanta pressão em cima do presidente Michel Temer sobre as denúncias por organização criminosa e obstrução de Justiça, e, agora, o caso Rodrimar, uma vez que é sabido que ao fim de seu mandato ele irá responder por elas. Por que a mesma coisa não aconteceu com Lula e Dilma? Por que o STF não agiu quando estouraram os escândalos? Rodrigo Janot quase implodiu o País. Esses indivíduos não pensam na Pátria? O que vemos são pessoas em todos os órgãos governamentais blindando os ex-presidentes e sentados em cima dos processos. Qual a razão para um processo ficar tanto tempo no STF? Depende de quem é o investigado? Aguardando a prescrição? A Justiça não é para todos? Se sim, como explicar que Renan Calheiros e tantos outros continuam agindo como se nada tivesse acontecido? Podemos concluir que o crime compensa? Eles sabem muito e intimidam quem os poderia punir? O que mais pode ser? Uma vergonha essa situação e um péssimo exemplo de honestidade e caráter dos cidadãos que deveriam zelar pelas instituições.

 

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

 

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BATE-BOCA NO STF

 

Algo vai muito mal no País quando dois juízes da mais alta Corte de Justiça resolvem bater boca, indo quase às vias de fato, numa sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). Não foi somente o descontrole emocional que ficou evidenciado, o que por si só já é grave, mas a falta de compostura de homens que estão ali para zelarem pela Constituição do País, e não para defenderem interesses próprios, como ficou claro no bate-boca entre Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, na quinta-feira. Um ministro acusar o outro de ter “parceria com a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco” é gravíssimo para a credibilidade da Justiça de uma nação, ao que este ministro retrucou acusando-o de soltar bandido. Uma discussão mais próxima do jogo do bicho do que de um tribunal de Justiça, no caso, o Supremo Tribunal Federal de uma nação. Como não querer que o País não mergulhe na pior crise de credibilidade, se os exemplos que vêm de cima são os piores possíveis? Definitivamente, os dois ministros envolvidos no último imbróglio dão um péssimo exemplo ao Brasil.

 

Luiz Thadeu Nunes e Silva luiz.thadeu@uol.com.br

São Luis

 

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O BRASIL DE HOJE

 

Lamentável o ocorrido entre Barroso e Gilmar no STF. Um episódio característico do que é o Brasil de hoje. E o fato já repercutiu na mídia internacional. Mais baixaria para nos envergonhar ainda mais. Também, após Lula e Dilma, que estuporaram o Brasil, o que realmente poderíamos esperar?

 

Carlos E. Barros Rodrigues ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

 

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ALGO DE PODRE

 

Ler os diálogos destes “barracos” do STF nos leva, homens do povão, a imaginar que há outros interesses nas decisões destes donos do poder. Ficamos sem entender quando um político (seja prefeito, governador, deputado, etc.) é cassado e tem sua cassação suspensa sem que sejamos esclarecidos (prefeito de Bertioga foi um exemplo), por exemplo. Então, quando surgem estes barracos, nas entrelinhas eles deixam transparecer que há algo de podre neste reino. Bem, de qualquer forma, o ministro Barroso tirou um pouco de nosso recalque. Gilmar Mendes faz parte dos erros de FHC que a gente vai pagar por muito tempo.

 

M. Mendes de Brito mdebritovoni@gmail.com

Bertioga

 

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UFC JURÍDICO

 

O UFC jurídico viveu momento inesquecível com o arranca-rabo entre os pesos-pesados Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso. Plateia lotada do plenário do STF. Gilmar e Barroso de calções e luvas pretas. O sangue escorreu dos dois lados. Respingou pelo País inteiro. A árbitra Carmem Lúcia acabou com a luta antes que acontecesse uma tragédia. Os jurados decidiram pelo empate. A revanche será breve.

 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

 

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NO ALTAR

 

Não convidem para padrinho no mesmo casamento os ministros Barroso e Mendes.

 

Moisés Goldstein mgoldstein@bol.com.br

São Paulo

 

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O ‘CAUSADOR’

 

Da lamentável discussão entre os ministros Luís Barroso e Gilmar Mendes, não há quem se salve. Todavia, quem “causa” mais vezes tanto no Poder Judiciário como de resto nos outros Poderes previstos no artigo 2.º da Constituição da República? Causa quando comparece à residência de Temer, altas horas da noite, para “reuniões não agendadas”. Também com o Ministério Público, Gilmar Mendes não se esquece de polemizar. Atropelando a urbanidade, dever dos sujeitos dos processos, Gilmar disse que Rodrigo Janot, ex-procurador-geral, foi “o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria, porque ele não tem condições, na verdade, não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir um órgão dessa importância”. E, desqualificando o trabalho do juiz Sérgio Moro, Gilmar disse que o juiz só tem conseguido destaque porque trabalha em “condições especialíssimas”. “Ele só faz isso”, afirmou, em relação ao julgamento dos casos ligados à Operação Lava Jato (“Estadão”, 20/4/2017). Quanto ao Ministério Público, e, em particular, a Deltan Dallagnol, procurador que oficia na Lava Jato em Curitiba, Gilmar também não poupa críticas, afirmando, por exemplo, sobre o pacote de medidas contra a corrupção proposto pelos integrantes da Lava Jato, que “é aquela coisa de delírio. Veja as dez propostas que apresentaram. Uma delas diz que prova ilícita feita de boa-fé deve ser validada. Quem faz uma proposta dessa não conhece nada de sistema, é um cretino absoluto. Cretino absoluto. Imagina que amanhã eu posso justificar a tortura porque eu fiz de boa-fé”, disse o ministro. E não cessa por aí. Então, o recado está dado: Barroso andou mal quando revidou no mesmo nível que o colega. Mas o “causador-mor” no STF, sem dúvida, é Gilmar Mendes. Quem dera ele voltasse para a Alemanha, continuasse seus estudos, em pós-doc. Aí, sim, um acadêmico que contribui para a hermenêutica jurídica.

 

Andrea Metne Arnaut andreaarnaut@uol.com.br

São Paulo

 

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FAÇO MINHAS AS PALAVRAS

 

“Não transfira para mim esta parceria que Vossa Excelência tem com a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco”; “Vossa Excelência normalmente não trabalha com a verdade. Vossa Excelência fica destilando ódio o tempo inteiro. Não julga, não fala coisas racionais, articuladas. Sempre fala coisas contra alguém, sempre com ódio de alguém”; “Vossa Excelência muda a jurisprudência de acordo com o réu. Isso não é Estado de Direito, isso é estado de compadrio. Juiz não pode ter correligionário”. Palavras do ministro Luís Roberto Barroso dirigidas a seu colega de STF Gilmar Mendes, que tomo a liberdade de fazê-las minhas, sem acrescentar ou tirar nem uma vírgula.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

 

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COMPETÊNCIA E DEMISSÃO

 

Pelo método atual de escolha de ministros do STF, é isto que temos: uma vergonha! Um chama o outro de mentiroso, “que solta bandido”, “destila ódio”, “leniente com criminosos do colarinho branco”, “defende bandido internacional”, “não fala coisas racionais”, “não é articulado”, “indulto a criminoso”, “advogado de bandido”, “muda jurisprudência de acordo com o réu”, “estado de compadrio”, etc. É muito grave, então não servem para o cargo que ocupam com esse currículo. Deveriam ser demitidos, ou se autodemitirem, e em seu lugar deveria ser colocado alguém previamente submetido a exame de capacitação, e não por ser amigo do rei.

 

Alpoim da Silva Botelho alpoim.orienta@uol.com.br

São Paulo

 

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A PETROBRÁS E O PRÉ-SAL

O magistrado da 3.ª Vara Cível Federal do Amazonas, Ricardo A. de Sales, concedeu liminar suspendendo a 2.ª e 3.ª rodadas dos leilões do pré-sal no dia 27/10 (sexta-feira), embasando seu ato no fato de que a Petrobrás deixa de fazer parte da exploração. Na realidade, se FHC tivesse privatizado a Petrobrás, estaríamos livres do propinoduto e dos encargos impostos pelo lulopetismo, inclusive com uma pletora absurda de mamadores nas tetas da empresa. Ressalte-se que, no Brasil, só pode ser contra as privatizações aqueles que desejam uma boquinha na coisa pública ou, então, concordam que ela sirva para os assaltos da esquerda e da direita sem escrúpulos.

 

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

 

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‘A CONSAGRAÇÃO DE XI-JINPING’

 

Sobre o editorial “A consagração de Xi Jinping” (27/10, A3), vejo com preocupação a ascensão do presidente chinês a um nível que quase sempre originou os piores ditadores do planeta. Principalmente por ser no mesmo país do maior assassino do planeta, Mao-Tsé-tung, que aniquilou 77 milhões de pessoas. A frase de John Emerich Edward Dalberg-Acton diz tudo: “O poder corrompe. O poder absoluto corrompe absolutamente”.

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

 

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A CHINA

 

O Luis Fernando “Velhíssimo”, já na fase pré-fóssil, como ele mesmo afirma, está chutando (“China”, 26/10, C8). A China não conseguirá toda a atividade econômica do planeta entre as suas fronteiras, não se bastará e o fato de ter pouco mais gente do que a Índia não lhe garantirá nenhuma vantagem. Ao contrário, lhe trará problemas sociais quase insolúveis. Segundo especialistas no assunto, somente países cujos territórios tenham acesso a três oceanos e que, mesmo descontinuadamente, se estendam por todos os fusos horários, terão condições de conquistar a hegemonia mundial, e pelo jeito a China não atende a nenhum desses requisitos.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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