Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

30 Dezembro 2017 | 03h07

INDULTO DE NATAL

Melhor recuar

Notícia do Estadão (29/12) nos informa que o ministro da Justiça, Torquato Jardim, já estuda novas medidas que possam “compensar os brasileiros que foram excluídos (do indulto de Natal) pela decisão do Supremo”. Ora, o decreto do indulto natalino assinado pelo presidente Temer era tão benéfico a criminosos condenados que causou justa indignação na população brasileira. Foi contestado pela procuradora-geral da República no Supremo Tribunal Federal (STF) e a presidente da Corte, Cármen Lúcia, suspendeu parcialmente o referido texto, ressaltando que “o indulto não é prêmio ao criminoso nem tolerância ao crime”. E a ministra o fez em razão de o decreto não atender à Constituição brasileira – apesar de Michel Temer ter sido professor de Direito Constitucional da USP. Agora, o ministro vem a público dizer que quer “compensar brasileiros excluídos do indulto”? Que me perdoe o ministro, mas não se trata de brasileiros comuns, mas de criminosos saqueadores dos cofres públicos, já que entre os beneficiados estariam presos pelas investigações da Operação Lava Jato. Melhor seria o presidente recuar, sem criar grande marola.

GILBERTO PACINI

benetazzos@bol.com.br

São Paulo

Parece piada

Abismado, li que o governo estuda editar outro decreto, para “compensar os brasileiros que foram excluídos (do indulto)”. Parece piada! Na realidade, o governo quer é dar um presente (à nossa custa) a um bando de criminosos que o STF excluiu desta pouca-vergonha de indulto.

NELSON PENTEADO DE CASTRO

pentecas@uol.com.br

São Paulo

Presidente dissonante

Segundo o ministro Torquato Jardim, o presidente determinou que a pasta estude “outros critérios” para “acolher” aqueles condenados que seriam beneficiados no decreto anterior e que, com a suspensão parcial pelo STF, não receberão o benefício do indulto. Francamente, desta vez Temer conseguiu, ao mesmo tempo, desprestigiar o Supremo e desrespeitar o povo brasileiro.

RICARDO C. SIQUEIRA

ricardocsiqueira@globo.com

Niterói (RJ)

Instinto

Temer tentou conceder indulto a presos por corrupção, não conseguiu por ação da Procuradoria-Geral da República e do STF, mas vai continuar tentando, com a ajuda de seu ministro da Justiça. Este esforço do presidente para proporcionar alguma regalia a um bando de corruptos presos não é bondade natalina, mas sim instinto de sobrevivência. Ele sabe muito bem que, se políticos corruptos presos começarem a delatar, seu governo acaba e ele vai dividir a cela com a tigrada que tentou indultar. Tem de manter isso, viu, Temer!

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Reação

Numa reação rápida e louvável, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e a ministra Cármen Lúcia conseguiram neutralizar boa parte do indulto natalino do presidente Temer, que achou que, além de exercer o Poder Executivo, podia exercer também o poder do Judiciário, perdoando penas e multas de criminosos do colarinho branco. Os brasileiros estão cansados deste tipo de políticos e com certeza a resposta virá nas eleições de outubro de 2018, retirando do poder boa parte da atual classe política.

PAULO DE TARSO ABRÃO

ptabrao@uol.com.br

São Paulo

Vigilância permanente

Por estranho que pareça, foi ótimo o surgimento do imbróglio do decreto de indulto de Natal. Ele mostrou a necessidade de permanente vigilância de todos os que consideram necessária a continuação da Operação Lava Jato. Aqueles que querem acabar com ela, trabalhando nas sombras, mas muito bem posicionados, continuam agindo vergonhosa e dissimuladamente com esse objetivo. Mais do que nunca, continuar alerta é imprescindível.

JOSÉ ETULEY B. GONÇALVES

etuley@uol.com.br

Ribeirão Preto

Desestímulo à honestidade

O indulto assinado pelo presidente da República, que tem a função de zelar pelo bem, também está zelando pelo mal, desestimulando a honestidade no País, beneficiando corruptos e estimulando a impunidade. Realmente, isto é uma vergonha!

ARCANGELO SFORCIN FILHO

arcangelosforcin@gmail.com

São Paulo

Esforço errado

Ao invés de promover tais regalias aos presos no final do ano, o governo Temer poderia investir na segurança dos cidadãos brasileiros de bem, garantindo a paz daqueles que estão comprometidos com o desenvolvimento correto e verdadeiro do País.

FLÁVIO PORTO GOMES CAMACHO

fpcamacho@bol.com.br

São Paulo

ECONOMIA

Recuperação

Cumprimento o Estadão por ter publicado no alto e à direita na primeira página da edição de 29/12 a manchete Abertura de lojas supera fechamento após 34 meses, sobretudo por estar o ano prestes a findar e desta forma sinalizar que a recuperação econômica do Brasil, em pleno e inegável curso, continuará no próximo ano e será acelerada. Claro, seria melhor ainda se fosse a manchete principal, em lugar do veto parcial do indulto natalino por Cármen Lúcia, mas já é um progresso a ser comemorado que notícias econômicas favoráveis voltem a ser estampadas na primeira página dos jornais. É importante noticiar o fim da recessão, o aumento das vendas do comércio no Natal deste ano, a queda do desemprego, a volta dos investimentos e a queda da inflação e dos juros. Em suma, o que importa mais do que tudo, para além da Operação Lava Jato, é a economia do Brasil, na linha do que se vulgarizou com a observação feita por um assessor político norte-americano quando da primeira eleição de Bill Clinton, em 1992: “É a economia, estúpido!”.

PAULO A. DE SAMPAIO AMARAL

drpaulo@uol.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano novo de Angelo Tonelli, Arnaldo de Almeida Dotoli, Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Claudio Adilson Gonçalez – MCM Consultores Associados, Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut, José de Anchieta Nobre de Almeida, José Carlos Saraiva da Costa, Leandro Ferreira e Paulo R. Kherlakian.

“Tomara que o plenário do STF se junte a Cármen Lúcia e aos brasileiros de bem e confirme a decisão dela. Não aguentamos mais tantos bofetões. É hora de invertermos essa situação”

ELISA MARIA ANDRADE / SÃO PAULO, SOBRE A SUSPENSÃO DO INDULTO DE NATAL DE TEMER

elisampcandrade@gmail.com

“E agora, como ficam os amigos do rei?”

MOISES GOLDSTEIN / SÃO PAULO, IDEM

mgoldstein@bol.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

O INDULTO DE MICHEL TEMER

Falta apenas um dia para que termine o ano de 2017, mas a maior sacada do ano terá sido a divulgada pela jornalista Eliane Cantanhêde em sua coluna "Audácia tem limites" ("Estado", 29/12, A5). Para adversários de Michel Temer, "o fracasso subiu-lhe à cabeça". Num país sério, seria impensável um presidente indultar no Natal corruptos amigos e eventualmente aproveitar o precedente para sua própria defesa futura. Ainda bem que a Procuradoria-Geral da República e a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram à grave ofensa à Constituição.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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INDULTO A SI

 

Eliane Cantanhêde até que foi branda na sua "Audácia tem limite" (29/12, A5). O descaramento é que ultrapassou os limites. O presidente Temer não se preocupa nem em aparentar honesto. Para favorecer corruptos condenados ou em vias de ser, alia-se descaradamente ao conhecido baixo clero do Supremo para acabar com a prisão na segunda instância e estender o foro privilegiado a ex-presidentes. É um tapa na cara do povo brasileiro!

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

 

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O VERGONHOSO ANO DE 2017

O decreto presidencial de indulto de Natal é escandaloso e sinaliza a liberdade para todos os envolvidos na Lava Jato e em outras operações da Polícia Federal, privilegia quem roubou e afundou o País e sinaliza que esse tipo de crime é "tolerável", talvez por razões humanitárias, pois os salários dos políticos e funcionários de estatais são muito baixos e é preciso um complemento de renda para sobreviver... A sociedade já não se manifesta mais, sinal de que perdeu a capacidade de se indignar, o que não é bom. Os políticos não estão preocupados com manifestações nem com o barulho de panelas, já que fizeram a sua parte, que foi gerar desemprego, queda de renda e colapso generalizado na saúde, segurança e educação, pondo a sociedade de joelhos sem poder de reação. A todos os brasileiros, um melhor 2018, e a todos os políticos, nenhuma ofensa, só indiferença.

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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PERDÃO DE PENA

Diz-me com andas te direi quem és. Indulto natalino, para você, camarada Virgulino.

 

Manuel José Falcão Pires manuel-falcao@ig.com.br

São Paulo

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UM AVANÇO

A presidente do STF, Cármen Lúcia, após avaliar a ação enviada pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, contra o indulto de Natal assinado pelo presidente Temer, decidiu suspender parcialmente o decreto presidencial, ou seja, a ação será examinada pelo relator, ministro Luis Roberto Barroso, ou pelo plenário do STF na forma da legislação vigente. Sem dúvida, já é um grande avanço para não pôr em risco a Operação Lava Jato e também afastar a ideia de que o crime de colarinho branco (corrupção) compensa. Os brasileiros de bem agradecem de coração o empenho da presidente do STF e da procuradora-geral da República em frear a picaretagem política do presidente Temer e do ministro da Justiça, Torquato Jardim.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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OS AVANÇOS E O BREQUE

No governo Temer ocorreram alguns avanços, como a queda dos juros e da inflação, as privatizações e a nova legislação trabalhista. Os avanços seriam ainda maiores se houvesse uma gestão honesta e ética, sem proteção aos ministros despreparados e fichas-suja (exceção do ministro Meirelles). Agora, decretou um "insulto" de Natal que é uma verdadeira propaganda a favor da corrupção e de outros delitos graves. É claro que o presidente está legislando em causa própria, pois seu foro privilegiado está por um triz. Cumprimento a procuradora Raquel Dodge e a ministra Cármen Lúcia. Nós, o povo brasileiro, agradecemos e aplaudimos de pé pelo bom senso e pela coragem.   

Roberto Hungria cardosohungria@gmail.com

Itapetininga

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BOLA FORA

Com a decisão de Cármen Lúcia, presidente do STF, o jurista Michel Temer amassou, limpou e jogou no lixo do banheiro sua biografia de constitucionalista. E o trapalhão contumaz Torquato Jardim devia mostrar mais competência no cargo de ministro da Justiça.

Ademir Valezi adevale@gmail.com

São Paulo

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PODER COM LIMITES

Bravo, Raquel Dodge! Bravo, Cármen Lúcia! Corajosamente mostraram que o Executivo não tem poderes ilimitados num país democrático. Sem entrar na discussão do mérito da mais generosa redução de penas de todos os tempos, onde já se viu um presidente da República, com a agravante de ser professor de Direito Constitucional, a posar como se fosse dono do erário, renunciar a receita ao livrar criminosos do pagamento de multas pelos crimes cometidos? Ora, pois!

Joaquim Quintino Filho jqf@terra.com.br

Pirassununga 

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TUDO DOMINADO?

O governo Temer pensava que o Judiciário estava dominado. Não é bem assim...

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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TIRO NO PRÓPRIO PÉ

O pobre Michel Temer não consegue dar uma dentro, apenas tiro no próprio pé. Desta vez não foi o "caso" de Carlos Marun, escalado para o trabalho que ele não consegue fazer sobre a reforma da Previdência, mas sim de dar benesses natalinas, com o "chapéu" dos brasileiros honestos, a colegas corruptos. Ainda bem que "ainda" podemos contar com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que concedeu liminar contra essas espúrias concessões, pois será ela substituída em setembro pelo ministro petista Dias Toffoli no comando da Corte. Ora, será que Temer consegue entender o recado ou será necessário um desenho?

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo 

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VAI INSISTIR NO INDULTO

O que falta a Temer, mesmo, é vergonha na cara. Aguarde e verá!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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LIQUIDACÃO DE SENTENÇAS

A notícia correu célere a ponto de provocar uma revoada nas extradições de condenados dos países vizinhos para o Brasil.

Sergio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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PIZZOLATO EM LIBERDADE

O ministro Luis Roberto Barroso mandou para casa o ex-fugitivo, condenado no mensalão a 12 anos de cadeia, Henrique Pizzolato. Barroso jura de pés juntos que decidiu pela soltura do petista baseado na lei. Ninguém abriu o bico. Nem mídia nem redes sociais. Botaram a viola no saco. Se fosse o ministro Gilmar Mendes o autor da soltura, o mundo viria abaixo. Ornamentado por xingamentos, ódios e burrices.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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PRESENTÃO

Cada dia observamos que no Brasil e para alguns o crime compensa. Pizzolato deveria cumprir a totalidade da pena a que foi condenado, ele deve estar triste por ter passado alguns anos na Itália, se aqui estivesse, poderia se candidatar a cargo eletivo.

Pensando bem, quem tem um Barroso não precisa de Papai Noel!

Adilson Pelegrino gumerci@terra.com.br

São Paulo

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MAIS INSULTOS

E o sr. Henrique Pizzolato (PT) não queria ser extraditado para o Brasil por causa das condições das prisões... Esqueceu do nosso Judiciário? Haja! 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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AS DIVERGÊNCIAS NO STF

Ao ler matéria recente no "Estado" sobre a divisão no Supremo, não há como ficar indiferente a tantas divergências, aliás, que já estávamos acompanhando há tempos pelo noticiário dos jornais e das emissoras de TV. Sabemos, como leigos, que o nosso Direito é baseado no Direito Romano, pródigo na defesa dos réus. Mas o faz com tal exagero que, em muitas ocasiões, prejudica demasiadamente a coletividade, principalmente nas causas que envolvem o patrimônio público. E essa divisão acintosa entre a primeira e segunda turmas do STF, em conceder habeas corpus a réus da Operação Lava Jato, me faz pensar que a escolha política dos ministros não é a melhor que se poderia obter. Era de esperar decisões mais equilibradas entre os ministros. Fiquei particularmente intrigado com a declaração de um ex-ministro do STF que reservadamente disse à reportagem "que é uma tradição da segunda turma conceder mais habeas corpus do que a primeira". Para ele, uma das explicações seria que os ministros mais antigos e, segundo ele, "mais experientes", estão no segundo colegiado". Ora, sabemos que réus abonados podem contratar bons e caros advogados, que aproveitam as inúmeras particularidades das leis para poderem argumentar a favor de seus clientes, muitas vezes legais, mas moralmente injustas. Libertar um ex-governador e uma ex-primeira-dama que contribuíram, e muito, com a situação de falência do Estado do Rio de Janeiro, anteriormente um dos mais ricos do País, não me parece resultado de maior experiência e muito menos aplicar a Justiça, como todos gostaríamos que fosse, à luz da moralidade e da honestidade.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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SUPREMO DIVIDIDO

Em brilhante matéria de capa, "Soltura de presos expõe divisão dentro do Supremo", o "Estadão" de 26/12/2017 analisou a absurda divergência entre as duas turmas do STF. Se trocássemos os dois ministros, Marco Aurélio e Alexandre de Moraes, da primeira turma, pelos ministros Edson Fachin e Celso de Mello, titulares da segunda turma, então a divisão seria mais acentuada. Ficariam na primeira turma: Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber mais Edson Fachin e Celso Mello. Estes juízes ministros se caracterizam por serem a favor de fazer justiça e punir severamente os corruptos poderosos da Nação. Os ministros da segunda turma - Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski -, acrescidos de Marco Aurélio e Alexandre de Moraes, são defensores notórios dos corruptos e por isso são tão generosos em conceder habeas corpus a todos os bandidos de alta linhagem da República. Cármen Lúcia se equilibra no meio, sem coragem de se colocar definitivamente ao lado dos que desejam fazer justiça.

  

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Os juízes do STF poderiam ser substituídos, vantajosamente, pela inteligência artificial, que, a partir de big data e algoritmos, faria os julgamentos com precisão e objetividade, isenção de clientelismo, fisiologismo e ideologias, estabelecendo jurisprudências honestas válidas para todos os cidadãos. Espero que isso aconteça logo.

Eliana Nogueira do Vale eliana.vale@uol.com.br

São Paulo

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CASAS DE NEGÓCIOS

No Brasil, os Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) sediados em Brasília se tornaram simplesmente casas de negócios, onde cada um vende o seu peixe da melhor forma que convier, e tudo o que cada um almeja é auferir altos lucros fazendo uma verdadeira farra com o dinheiro arrecadado do povo brasileiro.

Urias Borrasca urias@mercosulrefratarios.com.br

Sertãozinho

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SOB AMEAÇA

Causa espécie, indignação e profunda preocupação a declaração do juiz da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, responsável pelos julgamentos da Lava Jato no Estado, de ter recebido ameaças de morte, razão pela qual pode deixar a cidade. Com efeito, a cidade outrora "Maravilhosa" virou terra de ninguém, dominada e controlada não apenas pelo crime muito bem organizado do tráfico de drogas e armas, como também pelos políticos e grandes empresários envolvidos nos escandalosos e milionários crimes de corrupção. A que ponto chegamos!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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O TOMA LÁ, DÁ CÁ PELA REFORMA

"Ministro nega que recurso seja 'chantagem' e destaca que dinheiro de banco público é 'ação de governo'." Sobre negociação para a votação da reforma da Previdência, realmente, o ministro Carlos Marun tem razão: uso de dinheiro de banco público não é "chantagem". No Brasil isso se chama "ação de governo". E como governo tem agido...

Geraldo F. Marcondes Jr gfonsecamarcondes@uol.com.br

Taubaté

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PURA CHANTAGEM

Ministro de Michel Temer diz que liberar verba por voto é "ação de governo"! Logo, ação do governo Temer é "te dou dinheiro caso você vote como eu quero". Isso é o quê? É pura chantagem ou coisa pior! 

José Carlos Alves jcalves@jcalves.net

São Paulo

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ALTA DO CONSUMO NO NATAL 

Prova de que realmente a nossa economia está se recuperando vem pelo resultado divulgado pela Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop) de que as vendas neste Natal cresceram 6% nos shoppings, e com um volume financeiro expressivo de R$ 51,2 bilhões. O melhor resultado desde 2013! E, para confirmar esse bom momento da nossa economia, também a Serasa Experian divulgou o resultado geral do comércio no País, que neste mesmo período natalino teve crescimento de 5,6%! O melhor desde 2010. Mérito para a equipe econômica do governo, que, com a credibilidade que tem, agiu com eficiência. Ademais, contendo gastos outrora excessivos, derrubou a inflação de 10,67% para 2,9%, assim também a taxa Selic de 14,25% para 7%. E com a liberação das contas inativas do FGTS e do PIS/Pasep, ao mesmo tempo que permitiu a redução da inadimplência, felizmente, incentivou o consumo das famílias no Natal.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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COMÉRCIO

Muito triste o fechamento de lojas (105,3 mil em 2016, "Estado", 29/12), que têm seus colaboradores pais de família. Que todos possam retornar a campo o quanto antes. Um brinde ao saldo positivo de lojas abertas (1.202 lojas abertas). Quanto aos que resistiram milagrosamente com suas lojas abertas, perseverando bravamente, saibam que o pior já passou. Que as lições da crise possam nos aprimorar ainda mais. Cortes, ajustes, equipes menores, uma maior entrega no contato com os clientes. O que não mata nos faz fortes. Amém. 

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

Guarulhos 

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POR QUE TANTO OTIMISMO?

Na coluna "Direto da Fonte", de Sonia Racy, de 29/12, todos os dirigentes de empresas ligadas à economia entrevistados esperam com otimismo o ano de 2018. Será que eles sabem que o futuro presidente vai seguir a linha de atuação de Michel Temer? Acho que antes de mais nada é preciso ouvir a intenção dos eleitores. Se pretendem eleger um populista sem nenhum compromisso com o País, podem esquecer o otimismo.

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br

Piracicaba

 

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