Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

03 Fevereiro 2018 | 03h10

PODER JUDICIÁRIO

Impunidade dos poderosos

Na sessão de abertura do ano judiciário, na quinta-feira, a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), sem citar nomes, repeliu com veemência as ofensas e ameaças à Justiça que vêm sendo feitas por Lula da Silva e seus aliados, depois que o Tribunal Federal da 4.ª Região (TRF-4) confirmou a condenação do ex-presidente por envolvimento em crimes no âmbito da Operação Lava Jato. “Há que se lembrar que respeito à Constituição e à lei para o outro é a garantia do direito para cada cidadão”, ponderou a ministra. E mais adiante: “O que é inadmissível e inaceitável é desacatar a Justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual, fora do Direito, não é Justiça, senão vingança ou ato de força pessoal”. No mesmo dia, o ministro Luís Roberto Barroso manteve a suspensão de trechos do decreto de indulto de Natal editado pelo presidente Michel Temer (MDB), pedindo que Cármen Lúcia leve o caso para ser julgado pelo plenário do STF. São decisões importantes que criam a oportunidade perfeita para que o ministro Dias Toffolli demonstre o seu engajamento nessa onda moralizadora, devolvendo ao plenário o processo que trata da restrição ao foro privilegiado para parlamentares, do qual pediu vistas em 23/11/2017, quando o placar era de 7 x 1 a favor da limitação. Talvez assim consiga afastar os temores da sociedade de que, quando assumir a presidência da Suprema Corte em substituição a Cármen Lúcia, em setembro deste ano, seja interrompida a rota do Supremo, que aos poucos vem pondo fim à cultura de impunidade dos criminosos de colarinho branco, que predominou até então no Brasil.

SERGIO RIDEL

sergiosridel@yahoo.com.br

São Paulo

Recado dado

A presidente do STF deu um recado muito claro ao PT e a Lula ao defender o Poder Judiciário, dizendo ser inadmissível e inaceitável desacatar a Justiça. Mas, de fato, o que causa muita preocupação é sua substituição em setembro pelo jurista Dias Toffoli, ex-advogado do PT. Afinal, Delúbio Soares já disse que a aposta do PT para Lula concorrer em 2018 é Toffoli.

LUIZ BIANCHI

luizbianchi@uol.com.br

São Paulo

Obviedades

A ministra Cármen Lúcia tem toda a razão quando diz que a Justiça não pode ser desacatada. Isso é simplesmente óbvio. Faltou dizer algo que se está tornando igualmente óbvio para a sociedade brasileira: a elite do funcionalismo público dos três Poderes, com destaque para o Judiciário, também não pode desacatar a realidade brasileira se autoconcedendo privilégios descabidos e imorais – embora sob a capa de uma forjada legalidade –, à custa do restante da sociedade e pondo em risco a coesão social e o futuro do País. Sem a mais elementar justiça, contra a qual os “mais iguais” do Judiciário e do Ministério Público têm trabalhado ao minarem e praticamente eliminarem a reforma da Previdência, também não pode haver democracia. Está na hora de atribuir responsabilidades pelo déficit e pela grave crise em que se encontram a Previdência e a capacidade financeira do Estado brasileiro a quem as tem. O Estado do Rio de Janeiro é só um protótipo em pequena escala do que poderá vir a ser o Brasil em breve. Está na hora de dizer e praticar as obviedades que realmente interessam.

JORGE MANUEL DE OLIVEIRA

jmoliv11@hotmail.com

Guarulhos

Potestades

Parabéns ao Estadão pelo editorial A responsabilidade do Judiciário (2/2, A3), pela coragem de abordar comportamento desse Poder, que vem indignando a sociedade brasileira. O editorial deveria ser colocado num quadro e afixado na maioria das salas de audiências dos Fóruns por este Brasil afora, para servir de alerta à grande maioria dos magistrados, que pensam que são Deus. Aliás, a maioria tem a certeza de que é Deus.

ANTÔNIO C. TUTA DE OLIVEIRA

esctuta@uol.com.br

Avaré

CRIME E VIOLÊNCIA

Fronteira

“A lei é a divisória entre a moral e a barbárie” – Ruy Barbosa, citado pela presidente do STF. Quem assegura essa fronteira é a Polícia Militar, cujos membros, hoje em dia, são mortos como se matam galinhas (apud governador Pezão). A assim continuar, em breve não haverá quem mantenha a divisória.

CLÁUDIO DUARTE

claudio_duarte@hotmail.com

Belo Horizonte

Balas perdidas

Chega a ser revoltante a situação atual do Rio de Janeiro. Nos últimos dias é impressionante o número de mortos, muitos deles vítimas de balas perdidas. O pior é que esse número parece estar aumentando diariamente e o policiamento, ao contrário, é cada vez mais deficiente.

LAERT PINTO BARBOSA

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

Guerra civil no Rio

No mês passado houve 688 tiroteios no Rio de Janeiro. Foram mais de 22 por dia, quase um por hora. O quadro configura uma guerra civil. Reconhecer o problema que esgarça o tecido social é o primeiro passo para enfrentar suas múltiplas facetas. A complexidade da situação não permite achar solução fácil, ainda mais sem alguém com estatura política e credibilidade para levantar o Estado e a Cidade Maravilhosa do caos econômico.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

Em defesa do povo

Na manhã de 31 de janeiro, no momento em que houve grande troca de tiros entre bandidos e policiais na Linha Amarela, no Rio, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, estava na cidade. Como chefe da segurança do País, deveria ter ido ao front, em defesa do povo que estava na linha de tiro. Pimenta no olho dos outros é colírio... S. Exa. vive cercado de seguranças, não é?

ORIVALDO T. DE VASCONCELOS

professortenorio@uol.com.br

Monte Alto

Falência do sistema

O ministro Jungmann disse que o sistema de segurança pública no País está falido. De acordo com ele, a situação chegou a tal ponto que facções estão no comando de ações criminosas praticadas por quadrilhas organizadas de dentro das penitenciárias. Mas por que nenhuma autoridade, apesar das muitas reuniões realizadas e de muita fala e muitos discursos, menciona o fato que é o principal nessa questão, ou seja, a mudança nas leis penais? Por que esse tabu, esse esquecimento do tão óbvio? É que a insegurança jamais atinge quem vive despreocupado e longe dos centros de pobreza.

MARCELO GOMES JORGE FERES

marcelogferes@ig.com.br

Rio de Janeiro

“Concordo plenamente com a presidente do STF quando disse que o Judiciário não é um problema. O problema são as pessoas que fazem parte dele e as decisões que tomam”

ELY WEINSTEIN / SÃO PAULO, SOBRE O DISCURSO DA MINISTRA CÁRMEN LÚCIA, ANTEONTEM

elyw@terra.com.br

“Passado mais de um mês de sua nomeação, que falta faz a nobre (?) deputada à frente do Ministério do Trabalho?”

GUTO PACHECO / SÃO PAULO, SOBRE CRISTIANE BRASIL

jam.pacheco@uol.com.br

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OS 70 INDECISOS

A aprovação do chamado "teto de gastos" em 2016, expresso na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, representou importante avanço no processo de recuperação da crise fiscal gerada nos governos Dilma, cuja origem remonta a um keynesianismo amanteigado do segundo mandato de Lula da Silva, além de contribuir para a construção de uma cultura fiscal e orçamentária mais racional e austera. Essa nova regra impôs o fim do crescimento real dos gastos públicos federais anuais, que passam a ser apenas corrigidos pela inflação do período anterior (IPCA) acumulado em 12 meses e encerrado em junho. No entanto, verifica-se efeito perverso resultante da combinação do "teto" com o rombo na Previdência, que atingiu a marca de R$ 268,8 bilhões em 2017 (!), com crescimento de R$ 49 bilhões ante 2016 (!). Trata-se da necessidade de cortar outros gastos para cobrir o déficit previdenciário e, assim, cumprir a regra expressa na emenda constitucional de 2016. E é justamente para cumpri-la que o Ministério da Fazenda pretende cancelar até R$ 8 bilhões em despesas orçamentárias, o que deve ser anunciado nesta sexta-feira (2/2). Nesse tipo de situação, como evidenciam as experiências de Portugal e Grécia, a primeira opção é cortar os ditos gastos discricionários, que são aqueles não vinculados por lei; na sequência, começa-se a discutir a reestimativa de gastos obrigatórios, o que de fato já vem sendo pensado; por fim, se não reformado o causador de todo o desequilíbrio fiscal, o sistema previdenciário insustentável, recorre-se à flexibilização de direitos adquiridos. Diante desse tenebroso quadro, como pode haver parlamentar brasileiro que declare voto indeciso à reforma?! São cerca de 70 legisladores que ou esperam barganhar o voto acerca de tema do maior interesse nacional ou temem fragilizar seu projeto eleitoral pessoal. Em todo caso, não honram o mandato que lhes foi conferido pelas urnas.

Elias Menezes elias.natal@hotmail.com  

Belo Horizonte

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FUNDO PARTIDÁRIO

É um escárnio que um país completamente falido, sem dinheiro para pagar o salário dos funcionários públicos, crie um fundo para distribuir dinheiro público para os partidos políticos. Criado com a criminosa desculpa de ser a única forma de os partidos roubarem um pouco menos, o bilionário fundo partidário não trará qualquer benefício para a população. Tanto faz o Brasil eleger Collor ou Lula para presidir a República. Proponho que a Presidência da República e todos os cargos no Congresso sejam sorteadas entre todos os cidadãos brasileiros de ficha limpa, que manifestarem interesse e que estejam em dia com suas obrigações. Os bilhões economizados com o fim das campanhas eleitorais e das eleições seriam destinados a pagar os salários atrasados do funcionalismo público. Com um pouco de sorte, o País terá um presidente muito melhor que Lula, Collor ou Bolsonaro, e por meio do sorteio teremos um Congresso muito melhor do que este lixo que aí está. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

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FUTURO ROUBADO

É revoltante que bilhões de reais sejam desviados do orçamento público para financiar campanhas de partidos dirigidos por quadrilheiros condenados. Não basta já termos de sustentar estes covardes e omissos legisladores (sic) que agem impune e descaradamente exclusivamente em proveito próprio? Espero que nas próximas eleições o povo remova do Congresso esses ladrões do nosso futuro.

Honyldo Roberto Pereira Pinto honyldo@gmail.com  

Ribeirão Preto

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FECHEM A CEF DE UMA VEZ!

O "Estadão", em sua página de Economia, muito bem comenta que a "Caixa concedeu créditos a municípios e Estados com garantias proibidas por lei" (01/2, B1).  Está mais do que na hora de fechar - eu disse fechar e não vende r- esta excrescência, bem como a outra, o Banco do Brasil, que definitivamente não servem para nada, "caixas pretas" que não agregam nada de útil à sociedade. Elas apenas se nutrem do próprio corporativismo nefasto e servem como cabide de emprego de políticos, pagando altos salários e régias aposentadorias, colaborando em muito com a corrupção institucionalizada no governo federal. Chega!

Paulo Sérgio Pecchio Gonçalves ppecchio@terra.com.br 

São Paulo

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EMPRÉSTIMOS NA CAIXA!

Suspender empréstimos aos Estados e municípios pela CEF, porque é vedado pela Constituição e receber em garantia receitas tributárias "nas nuvens". Isso é futuro! Mas em decorrência disso, deputados e senadores estão fazendo chantagem com o governo federal. Se os empréstimos não saírem, não votarão a "reforma da Previdência". Não bastasse governos precisarem viver de cócoras a esses "partidecos" chamados de "centrão do baixo clero", a recuperação da economia brasileira também fica refém? Empregos ficarão pelas calendas, porque esses "filhos da Pátria", se recusam a votar pelo Brasil, para pensarem apenas nos seus umbigos, de olho na reeleição? Mais um motivo para não reeleger ninguém deste atual Congresso. Mas como eles sabem que a grande maioria da população desconhece sua importância em uma eleição, a coisa ficará como sempre foi. Por isso eles continuam fazendo de seus cargos, gato e sapato!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 

São Paulo

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PREVIDÊNCIA

Sabemos que empresas de primeira linha têm débitos incalculáveis com o INSS. Por que o governo não cobra dessas empresas ao invés de cobrar do trabalhador? Sempre pendem para o lado do mais fraco: o povo. Até quando seremos prejudicados com essa filosofia?

Laert Pinto laert_barbosa@globo.com 

São Paulo 

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CORTES NOS BENEFÍCIOS DO INSS

A julgar pela declaração do presidente Temer, em Davos, vem aí um corte nos benefícios da aposentadoria e pensão pagos pelo INSS. Se isso acontecer, espero, por questão de Justiça, que os cortes incidam apenas sobre os benefícios aos funcionários públicos e aos militares, maiores responsáveis pelos rombos.

David Hastings david.hastings.brazil@gmail.com 

São Paulo

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PERIGO REAL E IMEDIATO

O perigo imediato e real é para o quem paga INSS e os sacanas que roubam não serão sequer apontados. Que tal "quebrar" de vez os "aposentados" que recebem sem sequer ter contribuído, ou contribuído apenas com parte? E que tal cadeia para os que aprovam essa barbaridade com o INSS, um simples seguro? Há alguém no governo disposto a isso, mesmo no Supremo Tribunal Federal? E a "rainha do Brasil" que colocar ordem no chiqueiro?

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 

São Bernardo do Campo 

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Senhor presidente Temer, por que não deduzir 11% da aposentadoria dos que recebem acima do teto de R$ 5.645,81? Daria uma pequena fortuna para cobrir o rombo.

Paulo Seiji Isewaki Isewaki@gmail.com 

São Bernardo do Campo

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HARMONIA ENTRE OS PODERES DA REPÚBLICA

Com um discurso inspirado, curto e direto, a presidente do STF abriu o ano Judiciário de 2018. Não lhe faltaram palavras para dizer o que tinha que ser dito e os líderes dos demais Poderes compareceram e escutaram com um silêncio respeitoso. Um excelente começo para uma convivência harmônica entre os três Poderes em 2018. 

Jorge A. Nurkin jorge.nurkin@gmail.com 

São Paulo 

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PAIXÃO DE CRISTO

Assistindo a abertura do ano Judiciário, pela ministra do STF, Cármen Lúcia, ao lado do presidente Temer e do presidente do Senado Eunício de Oliveira, me fez lembrar a cena da paixão de Cristo, na Sexta Feira Santa, em que Jesus Cristo morreu crucificado no meio de dois bandidos.

Arnaldo Luiz de Oliveira Filho arluolf@hotmail.com 

Itapeva

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INADMISSIBILIDADE

Sobre a inadmissibilidade de desacato à Justiça, aspecto destacado pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, no seu discurso de abertura do ano Judiciário de 2018, seria interessante relembrar a sentença proferida pelo desembargador Victor Laus, durante o julgamento que condenou o ex-presidente Lula por corrupção no caso do triplex do Guarujá, na Lava Jato: "Nós não julgamos pessoas, nós julgamos fatos". Esta simples declaração resume o que a sociedade deve esperar de uma Corte Suprema, órgão máximo da lei, dedicado a praticar a Justiça de maneira mais próxima possível do ideal. Tal preceito, no entanto, nem sempre é observado nas decisões do colegiado, ocorrendo o contrário com frequência preocupante, quando, muitas vezes, os julgados influenciam as conclusões dos ministros, prática que induz os partidários inconformados a manifestarem inadmissíveis desacatos.

Paulo Roberto Gotaç pgotac@gmail.com

São Paulo 

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A QUE PONTO CHEGAMOS

Pobre do País em que a presidente do STF precisa dizer com todas as letras, em alto e bom som, que é preciso respeitar e acatar a lei. A que ponto chegamos!

J.S. Decol decoljs@gmail.com 

São Paulo 

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LIBELO DE CÁRMEN LÚCIA 

Libelo da presidente do STF ministra Cármen Lúcia foi enfático e certeiro. Repudiou excrescências e ameaças de pseudo-donos da verdade que se julgam acima da lei. Nesse sentido, há dias, com a mesma tônica de Cármen Lúcia, embora com menos competência, afirmei nas redes sociais que a verdadeira Justiça não é dissimulada nem se intimida diante de histéricos e paladinos fajutos. O Brasil tem leis e magistrados responsáveis e briosos. O País e os brasileiros não merecem permanecer reféns de Lula e do exaurido petismo. Fora com os demagogos profissionais e maus brasileiros. 

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 

Brasília (DF)

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JUDICIÁRIO E O RESPEITO À CONSTITUIÇÃO

Disse ontem, 1.º de fevereiro, a presidente do STF: "O respeito à Constituição e à lei é a garantia do direito para cada um de nós, cidadão. A nós, servidores públicos, o acatamento irrestrito à lei impõe-se como dever, acima de qualquer outro". O problema é que os primeiros a não respeitarem a lei, ou pior, a não respeitarem a Constituição são os próprios juízes, desembargadores e ministros, quando se trata dos próprios proventos. Refiro-me ao teto estabelecido no item XI do artigo 37 da Constituição, para o qual os membros do Judiciário não dão a menor bola. Não seria esse desrespeito equivalente a uma corrupção institucionalizada e perpétua dentro do próprio Judiciário? Para nós contribuintes brasileiros não faz diferença se os impostos que pagamos são surrupiados para pagar corrupção ou se são surrupiados para pagar proventos inconstitucionais a membros do Judiciário: ambos são igualmente surrupiados. Na verdade há uma diferença: os corruptos não usam toga como escudo. É inaceitável e não basta parar imediatamente de pagar proventos inconstitucionais, é necessário que os valores já pagos sejam integralmente restituídos.   

Milton Bonassi mbonassi@uol.com.br 

São Paulo

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PESQUISA DA PSEUDO-DEMOCRACIA

Resultado das pesquisas: Lula entra no clima de já ganhou; Bolsonaro vai processar a pesquisa; Luciano Huck ficou esperançoso; Geraldo Alckmin, mais uma vez, se vê fora do páreo - quem sabe se ele tivesse expulsado Aécio Neves do partido - ainda está em tempo, Alckmin! Collor ainda não decolou. A única certeza é que isso não é democracia, quem escolhe os governantes são os partidos políticos, um cidadão comum é impedido de se candidatar, é obrigado a entrar para algum dos sindicatos do crime, onde será doutrinado sobre a arte e o ofício de roubar dinheiro público. Pouco importa quem vai ganhar a eleição, o povo irá escolher apenas entre aqueles previamente escolhidos pelos partidos para manter os esquemas de desvio de dinheiro público funcionando, o Brasil vai continuar sempre perdendo com a sua pseudo-democracia. 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo 

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CENÁRIO SEM LULA

É difícil de acreditar nestas pesquisas. Analisem os 13 anos de governo petista, a situação do País, da Petrobrás e todos os escândalos. Eu gostaria que fossem publicadas informações tais como: Estado, cidades, municípios e região em que foram realizadas essas pesquisas. É claro, todos sabemos que você pode orientar e obter o resultado que lhe convém ou que interessa a alguém. Eu me recuso a admitir que o povo brasileiro, por mais humilde sua origem e preparo, seja tão ignorante, hoje, a ponto de não perceber o quanto foi ruim para o País o governo petista. Fiz uma viagem em janeiro ao interior de São Paulo, até divisa com o Mato Grosso do Sul, e fiquei admirado com as obras, pontes e estradas duplicadas por vários locais. Acho que nosso governador, Geraldo Alckmin, deveria ter só um pouquinho dos "marqueteiros" do PT. Seria eleito no primeiro turno, com folga.

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br 

São Paulo 

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PESQUISAS

Como ter uma leitura séria de pesquisas, que se quer estabelecem participantes ordenados pela lógica eleitoral?!

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com 

São Paulo

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COLLOR NO JOGO

Nas eleições de 89, Fernando Collor, também filiado a partido pequeno, começou a corrida eleitoral com 3% de intenções de votos. Teve alta rejeição, mas venceu a disputa contra Lula.  Collor lançou-se candidato há apenas 10 dias.  Lambari é pescado, o jogo é jogado e o apressado come cru. Collor é o mais preparado de todos os candidatos na rinha.  Fato que será demonstrado nos debates.  

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 

Brasília

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DATAFOLHA 51% A 47% CONTRA LULA

A última pesquisa "Datafolha" mostra que 51% dos eleitores defendem impedir Lula da disputar a eleição, enquanto 47% defendem sua inclusão na urna eletrônica de votação e sua permanência na corrida presidencial deste ano. Os dados refletem uma sociedade dividida e polarizada, como já ocorreu em 1950. Na época, não havia necessidade de maioria absoluta de votos para ser eleito, pois não havia o sistema de dois turnos. Os votos contra Vargas chegaram a 51,27% e os votos a favor de Vargas foram 48,73%. Os resultados eleitorais daquela eleição presidencial, em torno desta outra importante figura histórica, são muito similares e ajudam a refletir sobre o atual impasse político em torno da figura de Lula.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br 

Campinas

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PESQUISA DA DATAFOLHA

"Datafolha", eu vos pergunto como é que eu posso acreditar nas vossas pesquisas? Onde é que vocês arrumaram tantos votos de apoiadores de Lula da Silva? Onde eles estão? Eu não acredito na vossa pesquisa e vos faço um desafio para comprovar a veracidade divulgada a favor do ex-presidente condenado a 12 anos e um mês de prisão... Eu posso apresentar uma prova dos nove para mostrar ao vivo pelas televisões essa grande dúvida que eu e os brasileiros têm. Vocês topam fazer um teste público?

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com 

São Paulo

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PARTIDOS OU SEITAS?

Ou os partidos políticos brasileiros se reformulam ou desaparecerão. Crise moral, fisiologismo, indefinição ideológica e total descrédito perante os eleitores. Os partidos de extrema-esquerda e direita se transformaram em seitas. Penso que o PT sempre foi uma seita religiosa. Desde Hegel e seu aluno Karl Marx, ideologias totalitárias se tornaram seitas dogmáticas, como o comunismo, o nazi-fascismo e o pseudodemocrático capitalismo. A política renunciou ao racionalismo e adentrou os templos da verdade revelada e incontestável de líderes "guias geniais dos povos"! A política clássica se refugiou em livros de História da Filosofia.

Paulo Sérgio Arisi paulo.arisi@gmail.com  

Porto Alegre

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REACIONÁRIOS!

O mundo mudou, as pessoas mudaram e os relacionamentos já não são os mesmos. Questões como casamento entre pessoas do mesmo sexo, uso recreativo de maconha, ideologia de gênero, aborto e eutanásia estão inseridas no debate atual e contemporâneo. E, diante deste cenário, a bancada evangélica com 97 deputados e 3 senadores; e os católicos com 48 deputados (segundo o "Estado") estão se aliando contra o progresso e o futuro. Reacionários, diga-se de passagem, ao encontro de Cristo ou ao encontro do retrocesso medieval e caduco? O Brasil não precisa andar para trás, negando o debate, negando o mundo real que acontece na vida das pessoas. Um basta ao véu que encobre o que desagrada padres e pastores. Precisamos de religião que nos trate como adultos e não como crianças, precisamos de bancadas evangélica/cristã alinhadas com as necessidades dos filhos de Deus.

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com  

São Paulo

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O QUE O BRASIL PRECISA

Digo que além de tudo que já foi dito sobre o Brasil, é necessário que se leve em conta: 1) Redimensionamento de todos os quadros políticos existentes, "por que isso?". Porque na década de 60 e 70 iniciou-se um processo de concessão de serviços públicos de saneamento básico, de distribuição de energia elétrica, de telefonia, de estradas de aeroportos, etc, e até hoje se continuam outras concessões e reduziu-se a necessidade de tanto políticos e cargos comissionados. Se houver a redução de políticos e assessores o custo Brasil diminuirá e reduzirão a corrupção e o dinheiro público não será gasto desnecessariamente; 2)  Durante meus 37 anos de trabalho eu constatei que há necessidade de planejamento de projetos integrados  desde os municípios, com empresas que detém concessões do saneamento público/administração municipal/DNIT e outras, pois  isso não é feito sistematicamente e os projetos acabam não contemplando todas necessidades. Ao me ver, falta muita coisa. Para se ter uma ideia, no Brasil as empresas de saneamento têm perdas que variam de 30% na região sul até 70% de perdas na região norte e as prefeituras pouco se importam com isso. Resumindo, o desperdício aumenta o custo operacional das empresas e esses custos são simplesmente repassados nas contas de água. Existe a necessidade de mais debate para determinar diretrizes para todas as empresas de concessão de serviços enunciais à população, mas muitas vezes, são realizadas independe. Depois de 37 anos trabalhando numa empresa tão boa como a Sanepar, "melhor empresa do Brasil em saneamento" aprendi que a maioria dos desperdícios de dinheiro é devido à falta de diretrizes e harmonia nos projetos e obras que são, na maioria das vezes, sem integração entre as diversas empresas que operam nos municípios ou que interagem em obras que o Estado desenvolve atividades. É necessário um mutirão de profissionais de diversas entidades para estudar e definir melhor integração de projetos principalmente no planejamento integrado, a começar pelo orçamento municipal anual com todas as empresas que têm concessão municipal de serviço público. Sem isso, o Brasil não será primeiro mundo.

Sérgio Roberto Cavichiolo Franco sergiocavic@gmail.com

São Paulo

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NO BRASIL DA JUSTIÇA LENTA

Há muito que a sociedade brasileira reclama que no Brasil a Justiça é lenta! Mas, o respeitado jornalista e professor da Eca-USP, Eugênio Bucci, parece não concordar, e o título de seu artigo publicado no "Estadão", diz bem, "Efeitos colaterais da Justiça veloz" (1/2, A2)!  Lógico que, faz esta observação porque Lula, para este articulista, teve uma decisão em segunda instância muito rápida, veloz...  Ora, Lula foi denunciado em setembro de 2016, e condenado em segunda instância em 24 de janeiro de 2018. Tempo suficiente para sua condenação! Aliás, esse prédio do triplex está sendo investigado há anos, e faz parte do rumoroso caso do Bancoob, ligado ao sindicato dos bancários, que, dirigido por petistas, desviaram verbas desta cooperativa não entregando centenas de apartamentos aos mutuários.  E Bucci não descarta que a legitimidade das próximas eleições venha ser posta em questão.  Por quê? Só porque nesta pesquisa do "Datafolha", o índice de 31% de votos brancos e nulos foi recorde na história do instituto!  Certamente o articulista acha que não será legitimo este pleito porque Lula, por ser inelegível não vai poder participar... E quanto aos 31%, há quase 10 meses do pleito, e sem candidatos definidos não assusta ninguém. Só talvez os idólatras ligados ao ex-presidente... E seguindo seu raciocínio, diz que a condenação de Lula não significa uma vitória da ética como muitos alardeiam.   Quer dizer que, quando um formador de quadrilha como Lula é condenado a vitória é da quadrilha e não da ética? Faça-me um favor, jornalista Eugênio Bucci... E não satisfeito, diz ainda que, "é possível considerar que uma desconfiança mais densa de setores da sociedade com relação à Justiça, teve seu marco no impeachment da Dilma Rousseff", e se agravou agora com o julgamento (de Lula) no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região.  Ora, Bucci, no caso de Dilma, em 2013, somente num único dia de manifestação popular contra o governo, saíram às ruas pelo País, mais de quatro milhões de brasileiros, tal era a indignação. E em manifestações em defesa de Lula, ou de Dilma, jamais ultrapassou a 150 mil pessoas, ou de idólatras...  O povo brasileiro clama por um Judiciário célere, que não proteja corruptos, e vis. E também aplaude o trabalho desempenhado pelo Ministério Público Federal (MPF), e da Polícia Federal (PF), como no caso da Lava Jato, que investiga, denuncia, e promove a condenação e prisão desses como Lula, seus camaradas e aliados que desviaram bilhões de reais de recursos dos contribuintes... O que promoveu um efeito colateral perverso com a corrupção protagonizada em larga escala pelo PT, indignando 210 milhões de brasileiros!  

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 

São Carlos 

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BUCCI E OS "PILARES DA DEMOCRACIA"

Achei deveras interessante a colocação do articulista Eugênio Bucci no "Estado". Diz ele: "(...) É muito difícil para o leigo entender de que modo essa promessa, no caso do famigerado triplex, se traduziu na vida prática. Lula não é dono do apartamento. Ninguém de sua família é. Nenhum deles usou o imóvel, nunca".  E sacramentou: "Nesse contexto, o senso comum não consegue compreender por que uma pena tão pesada (...) para um crime que jamais se consumou no plano dos fatos". O curioso é que na mesma edição, o professor Roberto Macedo, publicou outro artigo sob o título "Lula e o tríplex que diz não ser seu" (1/2, A2), no qual explica a questão com a didática do grande professor que é: "(...) Cerne desse crime é a vantagem indevida, e essa  reforma do triplex (...) configura vantagem indevida em seu benefício (de Lula), mesmo que ele não fosse o proprietário do apartamento. Ou seja, na configuração desse crime a propriedade não tem relevância". O professor Macedo, de forma simples, destruiu a tese petista - e dos filo-petistas - segundo a qual o crime não teria se consumado.  O curioso é que o professor Roberto Macedo é economista, enquanto o professor Eugênio Bucci é bacharel em... Direito. Já ao fim do texto conclui o professor Bucci: "Se se alastrar a impressão de que a toga tem um lado, o que será posto em risco são pilares mais essenciais do que a candidatura de um ou de outro". Nesta parte anuo com a lente. A democracia acima de tudo, haveremos todos de concordar. Aliás, por falar em lado da Justiça e pilar da democracia, penso que Lula e o PT deveriam se preocupar vivamente com o lado que a Justiça, na Venezuela chavista, tomou já faz algum tempo - tornando-se praticamente um "puxadinho" do Palácio de Miraflores (sede do governo local) sem que Lula e o PT dissessem um "a" contra, aliás, muito pelo contrário. O arbítrio por lá foi evoluindo até chegar ao ponto de a Justiça venezuelana tornar ilegal (!) a candidatura presidencial de membros importantes da MUD, a principal força de oposição naquele país, tudo pelo indesculpável "crime" de... serem oposição e não se curvarem ao chavismo. Infelizmente, como já adiantado, nem Lula nem o PT - que desde sempre estiveram juntos com Chávez e Maduro em seu desiderato de subjugar a Justiça - parecem dispostos a rever seu posicionamento em relação à quebra dos "pilares" da democracia no país vizinho. Pegando emprestado uma expressão do próprio professor Bucci,  eles (PT e Lula) usam de "dois pesos e duas medidas", enaltecendo as virtudes da democracia apenas quando lhes convém. 

 

Silvio Natal Silvio Natal silvionatal49@gmail.com 

São Paulo 

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ARTIGO INFELIZ

Lamentável o artigo do professor Eugênio Bucci: "Efeitos colaterais da Justiça veloz". Vendendo a tese da falta de provas, seja para o impeachment da "mulher sapiens", seja para a condenação da jararaca em segunda instância, ao invés de aproveitar a influência que deve ter na formação de opinião de seus alunos para esclarecer que o Poder Judiciário não precisa exigir, para a comprovação de um crime de responsabilidade, ou de corrupção, que haja declaração por escrito com data, assinatura, firma autenticada e reconhecida em cartório. Comenta-se que até a velhinha de Taubaté entende, perfeitamente, que há caminhos próprios para cada ramo do de Direito, simples assim.

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br 

Itanhaém

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EFEITOS COLATERAIS PT. 1

Lendo o artigo do sr. Eugênio Bucci, "Efeitos colaterais da Justiça veloz" veio-me à cabeça a piada de um naturalista a observar um jacaré com o binóculo invertido para tentar  prender o bicho em uma caixa de fósforos. Ora, ora, sr. Bucci o abismo entre o Poder Judiciário e o povo não é devido ao que Vossa Senhoria presume. É exatamente o contrário, é a leniência com os amigos e o pluralismo das decisões das onze ilhotas que compõem o arquipélago do STF, é a insegurança jurídica, é o princípio de que todos são iguais perante a lei que é constantemente agredido. Filigranas são as colhidas pelo sr. Bucci para defender o indefensável e para comparar o incomparável. Uma aberração. Digna de quem a elaborou para gáudio de seus correligionários.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 

Campinas 

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EFEITOS COLATERAIS PT. 2

O título do artigo do professor Eugênio Bucci, "Efeitos colaterais da Justiça veloz", levou-me a pensar quais "efeitos colaterais" podemos ter: a Justiça veloz evita que os crimes prescrevam, beneficiando o criminoso; a rapidez do julgamento eleva a confiança do povo na Justiça (isso já está ocorrendo); a Justiça veloz combate a impunidade daqueles que cometeram crimes; a Justiça veloz, operada pela Operação Lava Jato, já condenou inúmeros políticos corruptos, que, antes, eles acreditavam que o processo criminal iria dar em nada; a Justiça veloz não julga - condenando ou absolvendo - pelo nome do acusado, mas sim fundamentada no Código Penal e em outras leis. Esses "efeitos colaterais" estão diminuindo muito o abismo entre o povo e a Justiça brasileira. Quanto ao olho do artigo do Professor "outros ex-presidentes ganharam favores iguais ou maiores que os de Lula. Alguém foi preso?". É verdade, pois nenhum ex-presidente foi preso. Em outras épocas a Justiça era tão lenta que o crime prescrevia, ou o réu era um político que se achava acima das leis. Exemplo: Atualmente a demora excessiva está protegendo o senador Renan Calheiros. Finalmente, mais um "efeito colateral" da Justiça Veloz é o choro dos petistas fanáticos que preferem ficar dentro da Caverna de Platão, acreditando nas sombras e refutando a realidade. 

José Ruiz Talhari talhari2015@gmail.com 

São José do Rio Preto

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CONTRADITÓRIO E DESONESTO

O artigo do jornalista e professor da ECA-USP Eugênio Bucci "Efeitos colaterais da Justiça veloz" é contraditório e desonesto intelectualmente ao mesmo tempo. Irresponsavelmente o autor critica a condenação do ex-presidente, em Curitiba e Porto Alegre, sugerindo o absurdo argumento de que a Justiça brasileira deve pensar melhor e decidir alguns casos politicamente (???) como que flexibilizando as suas decisões conforme o paciente. Afirma também que deve ser mais popular (???) ficando mais próxima do povo. Já vimos essa história no passado várias vezes e aonde chegou. Não é nem necessário contra argumentar tamanha baboseira. Critica também a velocidade e agilidade no caso jurídico do ex-presidente. Está tudo errado, caracterizando, deduzo, má fé do articulista. Em primeiro lugar, as decisões da Lava Jato tanto em primeira como em segunda instância têm tido o mesmo procedimento e velocidade em dezenas de casos por elas julgados. O caso do ex não foi diferente como de tantos outros e segundo, a Justiça deve ser rápida e ágil sim, senhor Bucci. A lentidão atual, principalmente nos Tribunais Superiores é uma das nossas graves falhas estruturais e leva a prescrição de crimes. Quantos casos da Lava Jato o STF colocou em pauta para julgar? Nenhum. Na primeira instância de Curitiba foram julgados cerca de 120. Isso deve ser corrigido. Os exemplos de Curitiba e Porto Alegre devem ser disseminados por todo o País. Isso é Justiça eficaz e deve ser buscada a qualquer custo. Ruy Barbosa, o Águia de Haia, já dizia que com Justiça lenta não se faz Justiça. Por incrível que pareça o sr. Bucci usa paradoxalmente um ponto de vista sobre o impeachment da ex-presidente Dilma afirmando que o processo era fraco e suas premissas não deveriam permitir seu afastamento. Aqui ele defende uma visão fechada sendo que no anterior do ex-presidente Lula uma flexível. E o desastre econômico? É condenável como a ideologia perverte o mais simples raciocínio e faz com que pessoas que teriam alguma formação intelectual ultrapassem sem pudores os limites do bom senso. A tendenciosidade deste senhor infelizmente não é isolada.

Emilio Gomes emiliogomes@terra.com.br 

Curitiba

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CALA A BOCA QUEM ESTÁ PRESO

Roberto Macedo está certo ao afirmar que é necessário combater as narrativas deturpantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e eu acho que a maneira mais fácil de fazê-lo é trancafiá-lo numa cela do Complexo Médico Penal de Pinhais.

Sergio S. de Oliveira

Monte Santo de Minas (MG)

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ANA PAULA

É lamentável ver uma grande atleta levantar bandeira contra outra atleta por puro preconceito. Um dos maiores especialistas no mundo sobre a questão trans é o dr. Alexandre Saadeh, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ana Paula poderia muito bem se informar com renomado psiquiatra, em vez de estar sempre batendo na mesma tecla para prejudicar outra atleta.

João Evangelista Belém 

Lauro de Freitas (BA)

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FEBRE AMARELA? 

É de cair de costa o que as autoridades mundiais estão aprontando com a população da terra. Estou falando do governo brasileiro, em primeiro lugar e também, por incrível que pareça, da OMS Organização Mundial de Saúde (OMS) que também recomenda que o jeito de acabar com a epidemia da febre amarela é vacinar as pessoas, mas nem pensar em acabar com a fonte (os mosquitos). A ganância é tão grande globalmente que vacinar a população traz muito dinheiro! As autoridades não estão nem aí para fazer o obvio: acabar com mosquitos que só vivem 40 dias. Oswaldo Cruz, no século passado, sem recursos conseguiu acabar com a febre amarela no Brasil. Com uso de aviãozinho e fumacê, vivi 15 anos no Rio de Janeiro sem pernilongos e outros mosquitos. Exijam das autoridades de saúde que comecem a agir com decência e acabar com os mosquitos, obviamente não em lugares de densas florestas, mas em todo o Brasil habitado.  Daqui a pouco desse jeito absurdo, vai chegar à nossas cidades, a Malária.

Michelle Schott mschott@sti.com.br 

Santana de Parnaíba 

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VIOLÊNCIA

O Rio de Janeiro registrou mais de 600 tiroteios em janeiro de 2018. Será que podemos dizer que esta é sim a cidade perigosa? Porque a dita e famosa maravilhosa já era.

Antonio Jose Gomes Marques a.jose@uol.com.br 

Rio de Janeiro

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SEGURANÇA PÚBLICA

Nos morros cariocas, tiroteio de moderado à leve com rajadas esparsas. Perdidas, continuam balas e a vergonha do governo.

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com 

São Paulo

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CALAMIDADE 

Onde estão ou estiveram todos os políticos cariocas: vereadores, deputados estaduais, federais, senadores, prefeitos e governadores que não viam o que acontecia no Rio? O crime crescendo e se organizando e os políticos se locupletando. Os cariocas que aprendam a votar, se unam e eliminem esses políticos fajutos!

             

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

 

 

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