Fórum dos leitores

Cartas selecionadas para a edição impressa e portal estadao.com.br

O Estado de S.Paulo

05 Março 2018 | 03h00

GATILHO DA SABESP

Ideia perversa

Se o governador Geraldo Alckmin realmente almeja se eleger presidente deste país em outubro, precisa enterrar já esse projeto esquizofrênico da Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo (Arsesp) que pretende criar um gatilho para reajuste da conta de água a fim de melhorar a lucratividade da Sabesp. Ora, se falar em gatilho já dá arrepios e lembra triste período de hiperinflação no País, neste caso, só para beneficiar a Sabesp, vai punir justo o consumidor que reduzir o consumo do precioso líquido?! Ou seja, o tal gatilho será aplicado quando o consumo geral tiver queda brusca, ou de 10%. No lugar de prêmio, castigo?! É bom lembrar que há quatro anos, antes do período crítico de estiagem, a demanda nas regiões servidas pela Sabesp era de 71,4 mil litros por segundo e hoje, para atender 21 milhões de pessoas, caiu para 60,9 mil l/s. Isso significa que, reconhecendo o problema, o povo paulista está colaborando. E agora, em troca, a Sabesp vem com uma ideia estúpida dessas? Isso é terror social! 

PAULO PANOSSIAN

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

Intriga da oposição

Em qualquer ocasião essa proposta seria irracional, absurda, incongruente. A Sabesp gastou montanhas de dinheiro estimulando a população a poupar água e quando, a duras penas, ela consegue, é punida com aumento da conta sob a “justificativa” de diminuição do consumo?! Em ano eleitoral, parece ideia de adversário político infiltrado no governo. Se o governador não barrar logo essa ideia de jerico, pode desistir da sua candidatura à Presidência, será derrotado até em São Paulo.

ANTONIO CARLOS KUSSAMA

ackussama@yahoo.com.br

Guarujá

Incompetência operacional

É um contrassenso a proposta da Arsesp - que deveria defender o consumidor - de criar uma taxa extra para quem reduz o consumo de água. Isso é claramente incompetência operacional da Sabesp, que não consegue resolver os problemas de vazamento e de aproveitamento da captação e distribuição dos recursos hídricos de São Paulo. Obrigar o consumidor a pagar por sua incompetência é, no mínimo, abusivo. O Procon tem de entrar nessa questão.

PETUEL PREDA

petuelpreda@terra.com.br

São Paulo

Indexação e inflação

Gatilho na conta de água... Alarmante! Novamente a arma dos gatilhos para proteger o governo e as empresas públicas! Protegendo-se da inflação e da variação de seus custos, nunca precisarão preocupar-se em combater esses males. Foi assim em nosso passado não tão longínquo, a ponto de terem generalizado a indexação de tal forma que nada mais lhe escapou, levando a inflação a 80% ao mês. Até a arrecadação dos tributos federais, estaduais e municipais sobre os preços, que incluem o custo inflacionário, cresce com a inflação. Precisamos extinguir a correção monetária, definitivamente. Só sem ela todos se esforçarão no combate à inflação.

LUIZ AUGUSTO CASSEB NAHUZ

luiz.nahuz@gmail.com

São Paulo

RECONSTRUÇÃO

Destruindo o Brasil

Quem não leu deve ler A reconstrução do Brasil (3/3, A3), síntese das consequências da promulgação da Constituição de 1988, que aprofundou nossa tragédia como nação. Idealizada por servidores e agentes políticos, estes consagraram seus domínios sobre o Orçamento público, hoje quase todo direcionado para manter sua vida nababesca, pouco sobrando para a manutenção de garantias básicas e investimentos. E esses abusos se dão nos Poderes Executivo e Legislativo municipais, estaduais e federal, em todo o Poder Judiciário e nas empresas públicas. Tivéssemos o nosso verdadeiro direito democrático de voto distrital e recall, acabaríamos com essa desaforada prática na primeira eleição. A situação está se tornando insuportável, apontando para consequências traumáticas em breve. Afinal, são 220 milhões de prejudicados contra uma minoria de privilegiados que estão destruindo o Brasil.

HONYLDO R. PEREIRA PINTO

honyldo@gmail.com

Ribeirão Preto

Afronta ao espírito da Carta

O editorial A reconstrução do Brasil aborda com maestria a essência de nossas mazelas mais recentes ao trazer à luz o debate, ainda que tardio, sobre a eficiência da nossa Constituição federal. A Carta Magna, além de ter um texto confuso e inacessível à maioria dos brasileiros, permite interpretações equivocadas e distantes da realidade nacional. Nossa Constituição é quase uma mentira absoluta, no mínimo, uma falácia “literária”. Não se consegue dela extrair as consequências que seu texto induz, pois, como bem lembrado pelo editorial, os Poderes da República não podem continuar servindo para que o “político de plantão” faça a leitura do Texto Maior ao sabor de seu próprio interesse e aplique as suas conclusões da forma mais leviana e casuística possível. São garantias básicas dos brasileiros, por serem universais nas democracias, o acesso a educação, saúde e segurança e, fundamentalmente, o direito de viver livre num Estado Democrático de Direito, em paz e com a integridade moral preservada. Conceder somente o direito ao voto não é conceder democracia. O cidadão precisa receber do Estado, como ente maior, as condições mínimas para permitir-lhe alcançar a dignidade e assim se capacitar ao pensamento livre, para descobrir por suas próprias convicções o que serve e o que não serve ao interesse nacional. No entanto, os preceitos da liberdade de pensar e de livremente se expressar estão tolhidos na maioria dos brasileiros, seja pela fome, pela falta de esperança ou pela ausência total de entender o que é o certo e o errado neste país carcomido pela imoralidade. É inequívoco que a manutenção desse estado de coisas é ato proposital dos “comandantes-políticos” de plantão, sejam do passado, escondidos em escaramuças (mas no poder), ou do presente, disfarçados de bons samaritanos com lapsos sérios de memória. Todo dia são centenas os atos “governamentais” advindos dos três Poderes que afrontam o espírito contido na Lei Maior - considerando que em relação à leitura da letra da lei essa realidade não existe mais, e quando se arvoram em sábios supremos de ocasião, dá no que dá. Mas a pior das consequências oriundas dessas violações é a ausência de consciência nessa trupe de políticos falsos travestidos de messias e naqueles que se põem a reinventar as interpretações do texto constitucional, muitas vezes para atender aos interesses “filosóficos” dos apadrinhados, acarretando, por consequência, o ápice do dano para os brasileiros: o apodrecimento da nossa sociedade e a perda dos nossos valores morais, fazendo desaparecer dos corações a própria Nação.

CLAUDIO ANTELO

claudioantelo@icloud.com

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

DORIA

 

O prefeito dilapida a poupança eleitoral do PSDB ao articular manobras da velha política para impedir que a legenda respire a renovação. Acelerando de ré, esquece os milhões de votos que o partido recebeu e tenta abolir as prévias para o governo do Estado pelas vias da cooptação de adversários e, sobretudo, pela divulgação açodada de manifestos ridículos. Se Doria mirar a bola – e não a canela alheia – ainda pode salvar a biografia política. Se insistir no fisiologismo, ficará tarde e o ônus será do tucanato como um todo. Só o Bandeirantes parece não estar vendo.     

 

Fernando Dourado Filho douradofernando372@gmail.com

São Paulo

 

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GESTÃO DORIA

 

Completando o comentário de Chico Lameirão no “Fórum dos leitores” (28/2), eu como antigo kartista campeão brasileiro de 1969, venho repudiar a ganância do prefeito em destruir o kartódromo para edificar vários prédios em lugar dos mananciais que abastecem a grande São Paulo. O kartódromo foi conseguido com muito sacrifício por nós kartistas e de Dona Lulla Gancia junto ao prefeito Faria Lima na década de 60. De lá saíram todos os pilotos nacionais e os brasileiros da Fórmula 1. É inconcebível ver a destruição de um templo nacional e internacional na formação de pilotos de todas as categorias. Não falo só por mim mas, em nome de todos os esportistas do automobilismo.

 

Paulo Viscardi Filho paulo.viscardi@ig.com.br

São Paulo

 

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A MÁSCARA CAIU

 

João Doria, politiqueiro de primeira, travestido de gestor, se fez de apolítico, mas deixou marcas evidentes do quanto ama o poder... Embriagado com a vitória para prefeito de São Paulo fez campanha para presidente da República por todo o Brasil. Abandonou a prefeitura, mas quebrou a cara e voltou com o rabo entre as pernas. Agora, dado a ganância de poder, está inaugurando até ponte onde não existe rio e creche onde não há crianças, pensando no governo do Estado... Tomara que a sua imbecilidade não o leve a lugar algum... O povo, mais  precisamente o eleitorado, já não aguenta mais tanta hipocrisia e promessas mentirosas, obras eleitoreiras já são de longe percebidas.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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NOVO CORRETOR DA CIDADE

 

Prezado leitor Rui Amaral Jr. (“Fórum dos leitores”, 1/3, A3): a verdadeira intenção da gestão atual é assegurar os “direitos” do setor imobiliário em explorar a cidade já instalada – em detrimento de moradores, atletas, trabalhadores, empreendedores paulistanos que são seus verdadeiros donos – cuja segurança jurídica não é nem levemente abordada nos Projetos de Intervenção Urbana (PIUs) da prefeitura que tudo podem na cidade. Assim, o prefeito João Doria sucede a Gilberto Kassab, não por coincidência, seu vice na candidatura ao governo do Estado, como o novo corretor da cidade de São Paulo – em lugar de gerir, como prometeu. O Autódromo é a sua primeira vítima, seguido pelo Estádio do Pacaembu e inúmeras outras grandes áreas urbanas consolidadas oferecidas à gula do setor imobiliário por terrenos usufruídos por outros. Consulta pública via internet, e, se há audiência pública, é para fazer de conta que há participação da população – já que nada muda nos PIUs e suas concessões com objetivos comerciais. Quando a segurança jurídica da população será restaurada na cidade?

 

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

 

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OS PROJETOS DOS NOSSOS VEREADORES

 

Desde as Emendas n.º 3 e n.º 10 à Lei Orgânica do Município, respectivamente em 1990 e 1991, os nossos vereadores passaram a dedicar boa parte do seu tempo em propor projetos de lei designando nomes para os logradouros públicos e equipamentos da prefeitura da cidade de São Paulo. Por exemplo, na legislatura passada, foram aprovadas 291 leis nesse contexto. Muitas dessas designações para praças, na realidade se referiam apenas a confluência de vias públicas e 38 a acréscimo de um nome a designações já existentes. Porém, na atual legislatura, nossos parlamentares estão exagerando no seu afã de se dedicarem a tais designações e comemorações. No Diário Oficial da cidade, em 22/2/18, foram aprovadas duas leis, a de n.º 16.834/2018 do vereador Mário Covas Neto, instituindo o “Dia do Surdo” em 26/09, revogando inciso da Lei n.º 14.485, de 2007 e a de n.º 16.872/2018, do vereador Ricardo Teixeira, instituindo o “Dia do Celíaco”, revogando a Lei n.º 13.349/2002.  Ambas sancionadas pelo presidente da Câmara Municipal. Também nossos criativos vereadores aprovaram leis, acrescentado um nome a vias, pontes e viadutos públicos, já anteriormente denominados. É o caso da Lei n.º 16.629/2017, de autoria do vereador Eduardo Tuma, acrescentando o nome do senador Romeu Tuma, seu tio, à tradicional Ponte das Bandeira, principal acesso ao Bairro de Santana, além de outros da Zona Norte. No caso de eventos e datas comemorativas, até hoje, os vereadores da atual legislatura, aprovaram setenta e nove leis. Neste conjunto me impressiona ainda hoje a Lei n.º 16.437/2016, do vereador Toninho Paiva, publicado no DOC de 12/05/16, com errata em 13/5/16, oficializando o Hino de Arouca, um concelho (município) de Portugal, com anexos contendo letra e pauta do hino. Cumpre acrescentar que tais leis implicam em despesas inúteis para a o município, como a confecção de novas placas indicativas. Em minha opinião, nossos vereadores, deveriam se dedicar somente a propor leis que realmente fossem em benefício da população paulistana, além de examinarem com maior rigor os projetos de leis propostos pelo prefeito. Seria importante que o “Estadão” noticiasse amiúde as atividades dos nossos vereadores.

 

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

 

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SERRA EXPLICA

 

Pois é, o nosso prefeito que não era político e sim gestor, se mostrou mais político do que o mais político. Afinal, suas promessas caem todas por terra. Certamente será condenado nas urnas. São Paulo lê jornais, sr. prefeito, se informa enquanto bebe café preto e amargo. Serra explica tamanha infidelidade e suas consequências. Ainda que a história política de Serra seja extensa, digna de nota. Já a sua nem tanto. Abortar a gestão com tantos projetos de privatizações não seria irresponsável? Uma lástima eu diria, afinal o seu eleitor tem que engolir Bruno Covas goela adentro. Não jogarei o meu voto no lixo de novo, prefeito, fique sabendo. Uma pena o eleitor não poder interferir nisso. Só nos resta o voto. O senhor pode acabar no “Aprendiz” e sem audiência, por tamanha falta de compromisso.

 

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo

 

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CADÊ O DINHEIRO, SRA. DERSA?

 

Embora o governo do Estado alardeie que suas contas estão em dia, o fato é que não é bem assim. Eu e minha família sofremos uma desapropriação movida pela Dersa, que alcançou valioso imóvel de nossa propriedade situado no km 23 da Rodovia Anhanguera que era a residência da nossa família, para implantação de uma praça de pedágio do Rodoanel, funcionando e faturando já há anos. Depois de muitos anos de tramitação processual (18 anos) a Justiça finalmente fixou o valor indenizatório da área desapropriada e que deveríamos já ter recebido. Todavia, qual não foi nossa surpresa quando intimada a depositar a condenação (aqui não se trata de precatório), a Dersa não honrou o compromisso ignorando totalmente a determinação judicial e não apresentou qualquer justificativa, o que levou a Justiça a determinar a penhora online de ativos financeiros da devedora. Ocorre que, para espanto geral, o Banco Central não encontrou valores para serem penhorados em qualquer das contas da Dersa, embora a mesma tenha reservas e aplicações financeiras destinadas exclusivamente ao pagamento de expropriados, além de ser responsável por obras de grande vulto e, naturalmente, receba recursos de diversas fontes para executar tais compromissos, cobrir investimentos e suas despesas correntes. Só que o dinheiro deve estar camuflado, pois o Bacen, mesmo com a determinação judicial, não conseguiu localizar um único centavo. Como que a Dersa paga seus funcionários e fornecedores? Com isso, não conseguimos receber o que é justo e de direito; além do Judiciário, não temos mais a quem recorrer. Alguns membros da família que foram desalojados pagam aluguéis para poder morar! Conclui-se, daí, que São Paulo também pratica calotes, a exemplo de outros Estados, prejudicando os seus próprios contribuintes.

 

Jose Roberto Traboulsi jose.roberto@traboulsi.com.br

São Paulo

 

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No carnaval, a prefeitura do Rio multou cerca de 400 pessoas urinando em via pública. Nada contra a fiscalização e a penalidade. Mas pergunto: a mesma Prefeitura disponibilizou nos locais públicos banheiros químicos para atender as pessoas? Mesmo que cobrasse pelo uso do banheiro o correto seria disponibilizar o banheiro químico para poder impor a penalidade. Isso demonstra que o Estado só pensa em multar! Da mesma forma, fiscais da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) ficam nas proximidades dos aeroportos para multar turistas e visitantes que não conhecem a legislação e às vezes joga uma simples guimba de cigarro no chão. Ninguém defende quem joga lixo nas ruas, mas não disponibilizar lixeiras e ficar a espreita para covardemente multar os turistas não me parece uma atitude decente e correta da Comlurb e da prefeitura. Impor penalidades sim! Mas disponibilizando serviços. O contrário é achaque! Que o omisso Ministério Público (MP) do Rio e o caro e dispensável TCM-RJ tomem uma providência. É o mínimo que se espera.

 

Hélio Silva Campos hcampagnucio@hotmail.com

Brasília

 

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GOVERNO TEMER

 

Quantos ministérios Temer deverá criar até o final do seu governo? Para facilitar, aí vão algumas sugestões Ministério Extraordinário da Corrupção, Ministério Extraordinário para Controle das Contas Públicas, Ministério Extraordinário para Controle de Invasão de venezuelanos e bolivianos e um bem emblemático, o Ministério Extraordinário para Fiscalizar Ministérios desnecessários e inúteis.

 

José Roberto Iglesias rzeiglezias@gmail.com

São Paulo

 

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TAXA DO CONFORTO?

 

É um ultraje e completamente abusivo o que faz a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos de nosso País, ao anunciar um custo adicional por entregas no RJ em razão da violência carioca. Maior absurdo ainda é que os Correios não entregam a maioria das encomendas, fazendo com que nós, consumidores, nos dirigimos aos seus centros de distribuição, completamente precários, não comportando tamanha demanda, submetendo-nos aos mesmos riscos de roubo sofrido pela autarquia e pagando por um serviço oneroso e muitas vezes não cumprido. Infelizmente os Correios, em razão do artigo 21, “X” da Confederação de 88 detém exclusividade por meio da União em operar os Serviços Postais, entretanto, já fora comprovado seu sucateamento, não obtendo êxito mais em cumprir com suas obrigações. Por outro lado, figuram as transportadoras, das quais possuem serviço extremamente oneroso quando comparados aos Correios, bem como por diversas vezes, por não atender a área de destino, encaminham a encomenda para os Correios. Desta forma, os consumidores ficam de mãos atadas e a disposição desse monopólio.

 

Willyan Sylvio willdias96@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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O QUE HÁ COM OS CORREIOS?

 

Os Correios, que já foram exemplo de bom serviço público, hoje estão em plena decadência. Uma carta postada e endereçada na capital de São Paulo tem demorado por volta de 10 dias para chegar ao destino.

 

Frederico Russo juridico@fredericorusso.com.br

São Paulo

 

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TAXA EXTRA, GARANTIA E PROPAGANDA 

 

Não se aflija, cidadão, no Rio, Sedex é como bala-perdida, sempre encontra o destinatário.

 

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

 

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LAVA JATO DOS CORREIOS!

 

Não está faltando uma Lava Jato dos Correios, não?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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JURISTAS CRITICAM EXCESSOS DA CONSTITUIÇÃO

 

Creio que na continuidade do “Fórum Estadão”, o item abaixo deverá ser objeto de discussão e propostas de solução. A Constituição permite a indicação para cargos de confiança e em comissão nas organizações do Estado, administração direta e indireta, nos três níveis de governo, o que as torna ineficazes, ineficientes e corruptas. O troca-troca entre Legislativo e Executivo comprovam e constituem rotina que deveria ser crime. A precariedade dos serviços públicos (educação, saúde, segurança, saneamento, transportes, etc.) resultante, causa prejuízo anual colossal à população e ao desenvolvimento do País! Naturalmente os partidos e seus políticos não têm proposta para eliminar as indicações e punir infratores. O que aconteceu na Petrobrás, Fundos De Pensão, Eletrobrás, Correios, etc., não é exceção, contamina as organizações do Estado de norte ao sul do País.

 

Darcy Andrade de Almeida dalmeida1@uol.com.br

São Paulo

 

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NOVAS LIDERANÇAS PARA O DEBATE

 

Todos que participaram do “Fórum Estadão” já tiveram suas oportunidades e perderam, tanto é verdade que o País está assim! Os senhores deveriam preparar um “Fórum” com novas lideranças, estará nelas o que o Brasil irá ser!

 

Eugênio José Alati eugenioalati13@gmail.com

Campinas

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BICO CALADO, FHC

 

FHC deve estar se abastecendo de charutos ou cigarros produzidos no Uruguai. Esta deve ser a única razão para os disparates pronunciados pelo tucano esfumaçado. Após jantar com Haddad, manifestou toda a sua satisfação pelo perfil da figura “petralha”, afirmando ser ele um excelente candidato, não fosse do PT, numa clara manifestação de seu desvario momentâneo e a total falta de recordação do que foram os quatro anos de “administração” de seu conviva. No “Fórum Estadão” sobre Reconstrução do Brasil, chama de governo fraco o de Michel Temer por colocar como ministro da Defesa um militar.  O douto ex-presidente provavelmente gostaria de ver na Defesa um médico, um agrônomo ou, eventualmente, um engenheiro civil, filiado a algum nobre partido dessa enorme plêiade com que somos contemplados e temos que sustentar. Cada macaco, não deve ocupar o seu respectivo galho? Por que não te calas Fernando? Calado sua inteligência se sobressai.

 

Renato Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

 

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AS POLTRONAS

 

Parabéns pelo “Fórum” e pelos artigos no jornal impresso, porém é impossível deixar de observar as fotos de FHC e Falcão e o estado das poltronas das quais eles se utilizam. Talvez a responsabilidade seja da Unibes Cultural, porém é uma vergonha o emprego desse mobiliário para fotos de divulgação nacional em um evento tão positivo. Desculpem o desabafo, talvez irrelevante, porém acredito tornar-se necessária a manutenção da imagem em todos os aspectos. Obrigado a quem se deter e observar o fato.

 

Antônio Pisani pisani@bol.com.br

São Paulo

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DISCUTA IDEIAS E NÃO PESSOAS

 

No boteco, na academia, nos lares e até na gafieira é unanime a defesa do livre pensamento, da livre expressão e no direito de ir e vir. O jeitão da moedeira me leva a pensar que isso só é válido para o próprio que está falando, aliás, mais parece discurso. Quem quer que seja que dá sua opinião sobre alguma coisa é combatido e até ofendido, quando o que deveria acontecer era discordar da opinião e não do opinador. Vejo isso em todos os lugares. Não seria tão grave se somente os broncos e desinformados assim agissem, mas o que vemos é que muita gente bem informada (com escolaridade) e aparentemente esclarecida são os piores nos ataques pessoais. Isso ficou bem claro nas análises referentes às opiniões do professor Fernando Henrique Cardoso. Vamos combinar: discorde, faça outra proposta, compare e faça o diabo, mas respeite os outros. Discuta ideias e não pessoas.

 

Sergio Barbosa sergiobarbosa19@gmail.com

Batatais

 

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CORRUPÇÃO GERAL

 

O Tribunal de Contas da União nas suas análises não levou a fraude implícita por motivos políticos, principalmente nas concessões de R$ 1,00 de Dilma, preço que não pagava a maioria das obrigações numa análise mais rigorosa, principalmente quando havia grandes melhoramentos e obras novas. Praticamente nenhuma dessas concessões cumpriu suas obrigações, fora as de manutenção e pequenas obras. Um bom exemplo é o contorno da BR-101, na Região da Grande Florianópolis, que deveria estar pronto em 2012, mas que mesmo com muita pressão local talvez fique pronto em 2020. Existe a suspeita que os governos petistas fossem já lenientes desde o começo, com as obrigações das obras de melhorias, não pagáveis com tais tarifas baixas. A corrupção não se restringiu ao petrolão ou Lava Jato, mas esteve também presente em quase tudo o que fizeram os governos petistas.

 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

 

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PEDÁGIOS E INFLAÇÃO

 

Há necessidade permanente de que, em todo o território nacional, ocorra uma fiscalização acentuada nos pedágios das diversas rodovias, a fim de que: 1) seja verificado o cumprimento dos contratos assinados entre partes, especialmente no tocante às obras a serem feitas pelas concessionárias, e, ainda, 2) se os preços cobrados estão em consonância com as normas governamentais, além do respeito aos respectivos contratos. Porque, pela análise apresentada pelo “Estadão”, na realidade, está ocorrendo inadimplemento contratual e descompasso nas cobranças cabíveis e permitidas legal e contratualmente. Os pedágios precisam ser mais fiscalizados, porque os seus preços refletem na economia popular e as condições das estradas influem na economia nacional.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

 

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UBER X TAXI

 

Estamos vivendo um mundo em que as profissões e os negócios estão mudando rapidamente e cedendo lugar a outros, que também serão superados em pouco tempo. Os serviços de transporte individual estão passando por isso. Os serviços tipo Uber não são apenas a evolução natural do serviço de taxi, mas sim fazem parte de uma forte tendência, que está moldando a sociedade: a economia compartilhada. A mesma inspira as reformas trabalhistas. É razoável que o poder público medeie a transição do velho para o novo, inclusive para mitigar sofrimentos. O que o poder público não pode é ceder às pressões, legítimas do ponto de vista de quem litiga, mas descabidas em termos do interesse da sociedade, e implementar soluções ingênuas casuísticas e anacrônicas. É importante que se entenda que, em relação à onda inexorável do desenvolvimento tecnológico, a diferença entre um afogado e um surfista é a preparação de cada um deles em relação a ela. A sociedade não pode pagar pela alienação ou comodismo de alguns.

 

Ruy Salgado Ribeiro ruysalgado@uol.com.br

Ribeirão Preto

 

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CONCRETITUDE DA MÍDIA IMPRESSA

 

No caleidoscópio dos acontecimentos globais que as redes virtuais divulgam instantaneamente nesses tempos ciclópicos que vivemos, nada mais necessário para nos situarmos sobre as realidades reais, do que a chamada mídia tradicional impressa. Por serem tais veículos materialmente mais concretos, sua permanência em nossas vidas estão assegurados, principalmente ao explanarem os fatos do dia a dia global, por terem tempo mínimo de averiguação, comprovação e analises de ditas realidades, fugindo do oceano das fake news que a virtualidade  desses tempos de agora, confunde-nos  constantemente.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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