Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

26 Março 2018 | 05h00

STF X NAÇÃO

Suprema desmoralização

Há cerca de duas semanas o sr. Lulla da Silva esbravejou, ameaçando: “Se eu for preso, levo o STF comigo”. Foi o suficiente para começar um corre-corre entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente Celso de Mello e Marco Aurélio Mello. A pressão sobre a presidente, ministra Cármen Lúcia, foi enorme. Ela tentou resistir, mas não conseguiu. A maioria dos ministros armou o circo para a reunião do plenário de quinta-feira (22/3). Discutiram, falaram, falaram e não disseram nada. Como o ministro Marco Aurélio tinha passagem marcada para viajar, deu-se origem a uma votação em que a maioria concordou em não continuar com a sessão até mais tarde. Resultado: votação do mérito do habeas corpus de Lulla adiada para 4 de abril e o demiurgo de Garanhuns, condenado em segunda instância, não pode ser preso até lá. Ao privilegiar o crime e desrespeitar e desmoralizar a si próprio, o STF põe em risco toda a lógica da Justiça e nos aproxima perigosamente do estado de anarquia, da ausência de autoridade, de regras e normas de convivência. Já passou da hora de o Brasil acordar!

ANTONIO CARELLI FILHO

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

Pressão insuportável

O que disse Sepúlveda Pertence a Cármen Lúcia em reunião privativa? O que há de tão grave para decepcionar, ainda mais, milhões de brasileiros?

LEONOR TOYO NISIYAMA

leonor.tn@gmail.com

Osasco

A última romântica?

Fui funcionária do Tribunal de Justiça e sempre me orgulhei de pertencer a seu quadro de serventuários. Via as dificuldades com que trabalhavam juízes e promotores em meio ao acúmulo de processos. Dedicava-me com afinco a executar as determinações proferidas em processos. Muitas vezes os depoimentos iam além do horário de expediente, mas isso não interferia no nosso dever a cumprir. Diante do que assisti no STF, cheguei às lágrimas. Sem entrar no mérito do que se discutiu, a ofensa a nós, brasileiros, foi de tal violência que não consegui me distanciar. O ministro dizer que precisava sair porque tinha compromisso?! Que compromisso seria maior do que exercer sua função naquele julgamento? Que compromisso seria maior, diante de milhões de brasileiros, do que honrar sua toga e estar presente? Seu compromisso deixou nua a Justiça brasileira. 

BETE MARUN

elisabetemarun@hotmail.com

São Paulo

O ocaso dos deuses

Cármen Lúcia e Marco Aurélio unem-se em chororô ao se verem tratados de forma que nunca “poderiam ter suposto”. É no que dá delirar que eram deuses do Olimpo e suas decisões erráticas não teriam consequências. Apavorados, descobrem sua fragilidade humana. Atônitos, olham para os lados em busca de ajuda. Mas quem os socorrerá...?

SANDRA MARIA GONÇALVES

sandgon@terra.com.br

São Paulo

Nação agredida

Agride-se, de maneira inédita, a dignidade do Supremo Tribunal Federal, lamuriam-se os ministros. Na verdade, agride-se de maneira inédita a dignidade do povo quando o STF simplesmente se mostra inútil e não cumpre a sua missão de julgar e mandar prender os corruptos. Isso sim!

JÚLIO ROBERTO AYRES BRISOLA

jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

Patrulhar salafrários

Marco Aurélio Mello reclama que o STF está sofrendo um patrulhamento sem igual. Ué, ele esperava que o povo brasileiro apoiasse o absurdo que fizeram? Diz ainda que temos de saber separar os salafrários. Concordo, afinal, quatro ministros votaram contra o golpe dos outros sete.

MAURÍCIO LIMA

mapeli@uol.com.br

São Paulo

O ministro Marco Aurélio encontrou o termo certo para o que a sociedade pensa dos que querem livrar Lula e toda a sua quadrilha da prisão: salafrários! 

NILSON OTÁVIO DE OLIVEIRA

noo@uol.com.br

Valinhos

Jabuticaba criminal

Se o STF já é a quarta instância de julgamento, seus membros acabam de instituir uma nova instância, intermediária, a quinta, que é o habeas corpus preventivo para condenados em segunda instância prestes a terem a sentença executada. A execução da pena fica suspensa até a chegada ao fim do labirinto, que pode ser a prescrição. O jeitinho brasileiro não tem igual.

JOSÉ ROBERTO SANT’ANA

jrsantana10@gmail.com

Rio Claro

‘Argumentos’ da defesa

Um “conceituado” causídico inicia a sua defesa na mais alta Corte do País com uma mentira sobre um ex-presidente europeu. Chama uma das mais longevas democracias do mundo de país autoritário. Mas considera normal “rasgar” a Constituição do país onde vive. Pode haver maior hipocrisia? Dá para descer mais baixo que isso?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

Vox populi, vox dei

Na fatídica sessão de quinta-feira ficou claro para o Brasil o papel assumido pelo STF de legislar para os amigos. Como confiar, respeitar e aceitar tal fato, feito às claras para que todos vissem? É urgente uma reforma no Poder Judiciário, para que as nomeações sejam feitas por mérito, e não por escolha política. O Congresso, ao qual cabe legislar, vem deixando sistematicamente que o STF o faça. Pelo que se tem visto, os três Poderes estão corrompidos. Mas a sociedade acompanha de perto essas manobras. Tal afronta não pode continuar. É preciso dar um basta nessa situação. “A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela não há a quem recorrer”, ensina Ruy Barbosa. Mas existe a voz do povo e essa voz não pode ser calada.

IZABEL AVALLONE

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

CORREIOS

Presas em Cumbica

Aleluia! Minhas 50 cartas de Natal enviadas via correio (pelo serviço prioritário) no início de dezembro finalmente chegaram ao destino na Alemanha, na França e nos EUA. O correio brasileiro precisa de mais de três meses para levar as cartas de Campo Belo, em São Paulo, para o aeroporto de Guarulhos! No sábado chegou uma carta da minha filha postada na Alemanha em 17 de janeiro. Quem segura as cartas durante meses no aeroporto de Guarulhos? É o Sedex?

MICHAEL PEUSER

mpeuser@hotmail.com

São Paulo

AMBIÇÕES DE DORIA

O prefeito paulistano João Doria oficializa sua pretensão de ser candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB. Fica claro que seus eleitores votaram em Doria para o cumprimento de quatro anos de trabalho. A ambição falou mais alto e o Prefeito oficializou sua candidatura para concorrer à governança do Estado de São Paulo, Em respeito a seus eleitores, não deveria deixar seu cargo coo prefeito. No entanto ele se arrisca a deixar a Prefeitura e se candidata ao governo de São Paulo, pelo PSDB. Se for eleito, não cumprirá seu mandato por inteiro, como prefeito da Capital de São Paulo, Essa atitude é decepcionante para nós e seus eleitores. 

Francisco Zardetto

fzardetto@uol.com.br 

São Paulo

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O PULO DO GESTOR

O senhor João Doria foi eleito prefeito para cuidar da cidade de São Paulo. Querer deixar o cargo para o qual foi eleito por esmagadora maioria de votos para pleitear o cargo de governador do Estado de São Paulo, pode ser perigoso. É pular degraus e fazendo isso pode errar o pulo e cair. Muitos, fazendo isso, já caíram e saíram quebrados. Gilberto Kassab diz que a população vai entender, mas ele já perguntou? De minha parte, eu acho arriscado e não entro nessa.

Alvaro Salvi

alvarosalvi@hotmail.com 

Santo André

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TRAMPOLIM SP

Mais uma vez estão usando a cidade de São Paulo como trampolim para cargos maiores e esquecem que esta cidade precisa de um prefeito e não de um gestor. O PT elegeu Marta Suplicy não para cuidar da cidade, mas para mostrar o poder do partido. Gilberto Kassab usou a cidade para o bem próprio, se reelegeu e refundou o PSD. Haddad pensou: “a presidente é do mesmo partido, então é só prometer que ela paga”. Aí vieram as vacas magras e nos ferramos. Agora veio Doria, o office boy do governador Alckmin, que quer ser presidente, se eu colocar o gestor na maior cidade do País fica mais fácil, dividiu o partido para colocar o gestor, no começo da gestão mostrou que não sabe nem colocar pessoas certas no lugar certo, o vice está sendo investigado, os subprefeitos não conhecem asfalto, não sabem contratar pessoas nem para cortar mato das praças. Estamos há um ano e dois meses mudando de rotas para não cair nas crateras, mas a propaganda fala em tapetes, agora o gestor quer ser governador. Não se esqueçam de Serra. Eu não voto em quem traiu esta cidade.

Nelson Pratt

nelsonpratt@uol.com.br 

São Paulo

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QUESTÃO DE HONRA

Votei em varias candidatos a prefeito que prometeram honrar o mandato. Não honraram! Pedi votos para ajudar a eleger Doria com o plano de mudar o perfil dos políticos que fazem trampolim. Milhares dos meus contatos querem que Doria cumpra os quatro anos de mandato na Prefeitura para mostrar a que veio! Se não cumprir o mandato, não se elegerá. Não votarei nele, principalmente se o vice for Kassab! E, como eu, milhões! Respeite nosso voto!

Walter Rosa de Oliveira

walterrosaoliveira@gmail.com 

São Paulo

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CAINDO NA REAL

Somente agora o cidadão paulistano está sentindo que o projeto de recuperação e modernização da cidade de São Paulo não deslancha como o prometido, pois o alcaide, autoproclamado “gestor”, e não político está direcionando seus interesses para ocupar a cadeira do Palácio dos Bandeirantes, deixando para um segundo time a administração da Cidade, ou seja, por políticos inexperientes e refratários aos interesses da população. Aonde está o “fumacê”? A poda de árvores? A febre amarela e a dengue agradecem!

José Millei

millei.jose@gmail.com 

São Paulo

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PREFEITOU POUCO

Fui entusiasta de Doria e consegui muitos votos para ele quando candidato a prefeito. Fui também uma das primeiras a perceber o rapaz querendo dar voos mais altos e lhe escrevi várias vezes até para jornais cobrando isso... Ele sempre respondendo: “Vim e vou prefeitar”. Agora o moço mostra sua cara querendo fazer o caminho de José Serra. Ficamos então com Bruno Covas e ficaremos também com Kassab, pois esse Doria vai querer se candidatar a papa enquanto espera a próxima eleição para presidente. Devemos dar a esses aproveitadores que não sabem o que querem prisão domiciliar... Ambição desmedida não deve ser incentivada. Lamento meu voto e peço desculpas a quem consegui convencer que esse era o cara.

Cecilia Centurion

ceciliacenturion.g@gmail.com 

São Paulo

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VOTO NA LIXEIRA

Depois de ver meu voto consciente ter sido literalmente jogado no lixo pelo “não político, mas sim empreendedor e gestor”, João Doria Jr., a que conclusão chego? Só a “velhinha de Taubaté”, criação do excelente Veríssimo, deve ainda acreditar nele! Vejo a indignação por parte de seus eleitores, assim como eu, que depositaram neste cidadão toda a confiança na reestruturação de uma cidade acabada e destruída pela gestão anterior (que aliás... Também quebrou o País). Discurso bonito, bem preparado, mas que pouco fez em 14 meses de gestão, (porque o tempo corria e a cabeça já almejava outros voos. Mal sabíamos, porém... Já estava em cima do muro, com outro foco (Presidência? Foi podado rapidinho), dissimulado e, para piorar, se juntou a um nome “de currículo duvidoso” para fazer parte como vice de sua chapa. Acredito que o livro de cabeceira do ex-prefeito seja o brilhante “A fogueira das vaidades”, editado em 1987, de autoria do excelente Tom Wolf.

Maria Luisa

marialuisa@jcpasserini.com.br 

São Paulo

 

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DOSE DE SENSO

O senhor João Doria talvez necessite, com urgência, de uma grande dose de senso do ridículo! Assumiu a prefeitura do Município de São Paulo há pouco mais de um ano, com juras de amor pela cidade, dizendo que faria dela uma cidade linda, chegando a posar de gari e usar vassoura, instrumento, aliás, já usado anteriormente por outro político de discutível lembrança. Disse, com todas as letras, que era um gestor e não um político, dizendo ainda que sua tarefa era “prefeitar”! Ainda não cumpriu o que prometeu e já quis ser presidente da República e, agora, pretende ser governador do Estado! Esquece-se o referido senhor que um trabalho iniciado e concluído, conforme o prometido é a melhor propaganda para quem pretende alçar voo. Segundo os cientistas, o mundo não deverá acabar nos próximos milênios e, assim, o atual alcaide terá inúmeras oportunidades para mostrar que cumpre o que promete, demonstrando também responsabilidade e angariando a confiança dos eleitores.

Atlete Pacheco

arlpach@uol.com.br   

Itanhaém

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FUGINDO DO COMBINADO

No Brasil, o candidato eleito para prefeito (João Doria) pode concorrer para governador ou presidente, mesmo sem ter terminado o mandato e mesmo assim, o voto é obrigatório, apesar de alguns ainda acharem que vivemos em uma democracia. É o mesmo que combinar uma cirurgia com um renomado médico especialista e te mandarem um podólogo para o procedimento (com todo respeito aos podólogos).

Marcos Catap

marcoscatap@uol.com.br 

São Paulo

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DORIA E A PALAVRA

Doria fez juras de amor a Geraldo Alckmin e prometeu cumprir integralmente seu mandato. Eleito, além de esquecer sua promessa, traiu seu patrono. Quem gosta de votar em traidor e em homem sem palavra?

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneiro.jcc@uol.com.br 

Rio Claro

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JOÃO AGRIPINO DA COSTA DORIA JÚNIOR

O Prefeito da Cidade de São Paulo, segundo suas palavras “eleito para ‘prefeitar’ por quatro anos”, após 14 meses de mandato, renuncia à Prefeitura, para candidatar-se ao governo do Estado de São Paulo. O que nos parecia uma grata promessa de um administrador objetivo e competente, se esvai, revelando mais um político carreirista e desprovido de qualquer compromisso com a verdade e a confiança de seus eleitores.

Luiz Antônio Alves de Souza

zam@uol.com.br 

São Paulo

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TUDO IGUAL

Paulo Maluf dizia que “Pitta será um ótimo prefeito”. João Doria diz que “Bruno Covas será um ótimo prefeito”. Na administração, tudo piorou; só os prefeitos continuam iguais.

Ademir Fernandes

standyball@hotmail.com 

São Paulo

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RECLAMAÇÃO

Vi esta semana matéria publicitária da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP), dando conta das ruas e avenidas a serem reasfaltadas nos próximos dias. Eu e milhares de moradores da Vila Andrade e Vila Suzana, que dispomos unicamente da Avenida Giovanni Gronchi para acessar nossas moradias, ficamos pasmos em constatar que referida avenida, com mais de seis quilômetros de extensão e de trânsito intenso o dia todo, simplesmente não está aquinhoada nesse programa. É preciso transitar por ela cheia de crateras para entender nossa reclamação.

Tullio Fomicola

tulney@gmail.com 

São Paulo

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UMA ADMINISTRAÇÃO DEFICIENTE

O governo do prefeito Doria, que ainda se diz gestor, mas vem se mostrando um administrador público ineficiente, a começar por faltar muito ao trabalho. Também vem se caracterizando por impor suas decisões sem dar oportunidade de manifestações contrárias, como soer acontecer em um regime democrático. Ocorreu no episódio em que pretendia acabar com a Cracolândia e deu no que deu, por falta de um planejamento correto. Agora, também sem uma explicação convincente, pretende elevar a contribuição previdenciária dos servidores para 14% e mais uma Previdência privada com desconto de 5% nos vencimentos, importando em acréscimo de 8% de descontos nos vencimentos. Ora, desde 2000, os servidores vêm tendo um reajuste anual de 0,01% para que o gasto com a folha de pessoal não ultrapasse os 40% das receitas correntes, permitidos na PMSP, desde a lei sancionada pelo ex-prefeito Jânio Quadros. A Lei da Responsabilidade Fiscal permite aos municípios um gasto com pessoal de até 54% das receitas correntes, portanto, bem maior que a praticada pela PMSP, desde 1988. Cabe acrescentar ainda que os vencimentos dos inativos, nome oficial dos aposentados, continuam onerando a folha de pagamento das respectivas secretarias e, portanto, entram no cálculo do limite de 40%. Assim, ao Instituto de Previdência Municipal (IPREM) cabe o pagamento apenas das pensões às viúvas e dependentes dos servidores falecidos. Na administração do ex-prefeito Haddad, as diversas categorias foram reestruturadas com aumentos diferenciados, de acordo com a vontade daquele prefeito, ocasionando reajustes bem diferenciados entre as diversas categorias, contornando as sim o disposto na Carta Magna, provocando, provavelmente e indevidamente, despesas com pessoal acima dos 40% das receitas correntes. Porém, o mais relevante entre as despesas com o pessoal, são os chamados cargos de livre provimento, cujo número é desconhecido e preenchidos por apaniguados da administração da vez, nas escalas mais altas do funcionalismo municipal. Eis, em resumo, o motivo da revolta do funcionalismo. Primeiro o prefeito deveria cortar drasticamente os cargos ocupados pelos comissionados e depois provar com dados confiáveis o déficit existente, em lugar de divulgar números que não se sabe como foram obtidos e impedir que a Guarda Municipal agrida professores, que são responsáveis pelo futuro das novas gerações e são muito mal remunerados.

Gilberto Pacini

benetazzos@bol.com.br 

São Paulo

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ILUME E PPP 

Quero sugerir ao prefeito Doria que não faça mais tentativas de Parceria Público-Privada (PPP) para a questão da iluminação pública da cidade de São Paulo. A ex-diretora, Denise Abreu, tinha uma folha corrida de espalhar caos por onde passou, desde a ANAC, em 2007. Proponho uma solução a altura de suas ambições: fazer uma criação de bilhões de vaga-lumes, aquele inseto que fornece pequenos feixes de luz intermitentes. Eles seriam criados em cativeiros espalhados por toda a área de nossa cidade linda. Estas gaiolas seriam abertas logo ao entardecer. Tenho certeza que eles iluminariam toda a cidade com mais regularidade, menor custo e mais eficiência do que as concessionárias. Dou como exemplo o último contrato com a FM Rodrigues que foi assinado por R$ 6,9 bilhões, em 8/3/2018. A eficiência destes micro faróis poderia ser atestadas pelo próprio edil. Esses insetos não cobram ágio nem fazem qualquer tipo discriminação. Emitir luz é de sua natureza. Seu bairro, o Jardim Europa, fica com ruas escuras, por dias, após qualquer ameaça de vento ou chuva, aliás, como diversos pontos de SP. Talvez com a utilização destes bichos benfazejos, o Prefeito desista até mesmo de uma equipe de guardas humanos para a segurança de seu lar. É improvável que nossa iluminação pública fique pior do que está agora. Ouse prefeito, inclusive como plataforma de seu marketing político.

Marize Carvalho Vilela

marizecarvalhovilela@gmail.com 

São Paulo

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LIDERANÇA EM CORRUPÇÃO

Todos os dias tomamos conhecimento de casos de propina, sempre negados pelos beneficiados, geralmente em contratos de grande monta, como o caso publicado da PPP da luz, licitação bilionária de quase R$ 7 bilhões aprovado pela senhora Denise Abreu, conhecida do povo brasileiro. O Brasil, atualmente, acredito que já deve ter alcançado a liderança como País mais corrupto do planeta.

Ariovaldo J. Geraissate

ari.bebidas@terra.com.br 

São Paulo

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AGORA LIBEROU GERAL

Os responsáveis pela Saúde em São Paulo colocaram tanto medo na população exigindo comprovante de residência, atestado médico, limite de idade, falavam de casos de morte após a aplicação da vacina da febre amarela, que conseguiram desestimular os pretendentes. Agora, pedem de joelhos para que os outros 50% do povo vá a qualquer centro de Saúde e, sem qualquer restrição, tome a vacina. Fica claro que a “dose de medo” foi muito maior do que a realidade e, agora, liberou geral. Eita turminha “trapaiada”, sô!

Júlio Roberto Ayres Brisola

jrobrisola@uol.com.br 

São Paulo

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ABANDONO DO CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

É lamentável a total falta de respeito dos órgãos publicas pelo desleixo na manutenção do Cemitério da Consolação, hoje a total mercê de vândalos e da bandidagem.

Robert Haller

robelisa1@terra.com.br   

São Paulo  

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SÓ FALTA A LONA

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, diz que vai distribuir café com leite e pão com manteiga no próximo cadastramento no Feirão de Emprego. Distribuir pão com manteiga... Café com leite... Hum... Não sei, não, está me cheirando a circo romano. 

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com 

São Paulo 

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‘QUEM PAGA A CONTA’

Como se não bastasse trabalharmos cinco meses por ano para sustentar o elefante da máquina pública e os privilégios, penduricalhos, mordomias e abusos de políticos e classes de servidores, sem receber nada de retorno, agora teremos de arcar também com a conta bilionária da incompetência e da roubalheira da cidade do Rio? Mais um “mesinho” de trabalho de servidão para inteirar um semestre neste ano?

Lenke Peres

lenke@uol.com.br 

Cotia

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COMBATE À VIOLÊNCIA

Tratar as consequências sem tratar as causas é o mesmo que enxugar o chão sem fechar a torneira. Destinar bilhões para a intervenção no Rio de Janeiro, sem combater as causas, não vai erradicar o crime e a violência. Nas grandes cidades, os criminosos geralmente usam as favelas como bases de operação e refúgio. O motivo nada tem a ver com sentimentalismo ou ideologia e sim com conveniência estratégica. O traficante na favela se esconde em pontos de difícil acesso e usa a população carente e inocente como escudo. Na favela também é fácil recrutar jovens desorientados e oriundos de famílias desestruturadas. Neste mundo globalizado pela tecnologia, não é difícil conduzir para o mal uma mente imatura e ávida por fama e riqueza. A porta do primeiro emprego deveria ser numa empresa apoiada por incentivos públicos. Mas o descaso do Estado empurra esses jovens para a porta do crime, de onde é difícil sair. Ou seja, não se investe em prevenção e depois torram-se milhões com tratamentos, muitas vezes inutilmente. Mas voltando, à intervenção no RJ e aos bilhões requisitados, acredito que essa dinheirama seria muito mais bem empregada, se o estado investisse em prédios de moradias nas bases dos morros, integrados com áreas comerciais e de lazer e simplesmente oferecesse essas moradias aos favelados em troca dos seus barracos. Os morros seriam desocupados e reflorestados e os traficantes perderiam seus convenientes refúgios. Dinheiro não falta, o que falta é vontade. Só o que se torra com auxílio-moradia no Judiciário, daria para construir vários conjuntos desses. 

João Carlos Melo

jca.melo@yahoo.com.br 

São Paulo 

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TAXA SELIC HISTÓRICA

Pela primeira vez a taxa básica Selic cai para 6,5% ao ano! A menor da nossa história! Desde outubro de 2016, em que a Selic estava em 14,25%, pela 12.ª vez consecutiva o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, reduz a taxa básica, agora de 6,75% para 6,5%! Esse percurso de redução da Selic foi feito em 17 meses, sem canetada, sem alarde, populismo, e demagogia dos governos petistas! Simplesmente respeitando as regras de mercado, alicerçado nas boas ações da equipe econômica do governo, que propiciou principalmente a queda brusca da inflação, hoje abaixo dos inimagináveis 3% ao ano. É bom lembrar que, essa queda da taxa básica de 7,75 pontos, ou seja, de 14,25% para 6,50%, permite ao Tesouro uma economia de aproximadamente R$ 155 bilhões de juros sobre o serviço da dívida pública. Mas, infelizmente, essa expressiva queda da Selic, não mereceu a atenção dos bancos públicos e privados, já que, os juros para o consumidor final continuam elevados...

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com   

São Carlos

REPÚBLICA

Se todos não forem considerados iguais perante a lei e a Justiça, sem qualquer exceção, como determina a Constituição Federal, que seja então proclamada novamente a República, pois não?

J.S. Decol

decoljs@gmail.com 

São Paulo

COMUNICAÇÃO

O abuso de celulares e smartphones é uma realidade nos dias atuais. Muita gente perde tempo em assuntos superficiais junto a estes aparelhos. Quando não se aprofunda um assunto surge a superficialidade. Quem sabe um pouco de tudo não sabe nada profundamente. A mudança de assuntos gera uma comunicação com rupturas. Estas abrem dificuldades de interpretação no diálogo. O excesso de assuntos e de ideias novas não permite uma comunicação que flui naturalmente. Os aparelhos chamados tablets e smartphones viciam as pessoas a não comunicarem bem. Na verdade, gera-se frustração maior quando o amor, que requer tempo e paciência, não é amado!

Paulo Roberto Girão Lessa

paulinhogirao@gmail.com 

Fortaleza

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