Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

05 Abril 2018 | 03h00

ESTADO X NAÇÃO

Verdades inconvenientes

Os cidadãos deste país têm sido informados, nestes últimos tempos, de fatos que em outras épocas jamais foram objeto de interesse ou curiosidade. Cito apenas três: o indecente foro privilegiado, os gastos aberrantes de um tal Fundo Partidário e a obscena indicação de juízes por presidentes da República. Embora fundamentados em leis imutáveis ou medidas provisórias de grande savoir-faire, ou sei lá mais o quê, são verdadeiras teratologias, cuja patológica gestação deveria desembocar na morte – sem dor ou sofrimento – ao nascer. Mas têm tão poderosos defensores (há outros fatos tão gritantemente incompreensíveis quanto) que os patrícios se veem impotentes diante de tamanha desfaçatez. Fazer o quê?

HERMANN GRINFELD

hermann.grinfeld@yahoo.com.br

São Paulo

Democracia ameaçada

Não é que o sistema democrático não funcione. Funciona até muito bem no mundo inteiro. Mas pode deixar de funcionar se dominado e corrompido por demagogos mal-intencionados que cheguem ao poder. Infelizmente, foi o que ocorreu com o Brasil. E não foi um fenômeno superficial, passageiro. A lista da propina indica quão generalizado isso foi. Atos, legislações e jurisprudências foram criados com objetivos diversos do bem público. E estão profundamente enraizados no Estado. A ponto de provocar descrença generalizada no sistema democrático. Reverter esse estado de coisas não será fácil. A limpeza geral de tudo isso será imprescindível se pretendemos extirpar a metástase que ameaça a nossa democracia, para que volte a funcionar.

JORGE ALBERTO NURKIN

jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

O país das minorias

Quando a legislação avança em benefício da maioria, minorias ativas, não necessariamente de esquerda, encontram caminhos alternativos para burlá-la. Veja-se a prisão após condenação em segunda instância, o fim do imposto sindical, os avanços na legislação trabalhista e mais um tanto de coisas. Estou tentando criar uma minoria, a bancada das pessoas de bem na Câmara, mas está difícil. Contratei Diógenes, que com um candeeiro, em pleno dia, procura um político de bem sem sucesso.

ROBERTO VIANA SANTOS

rovisa681@gmail.com

Salvador

Reconstrução nacional

O Estado, em seu fórum A reconstrução do Brasil, vem trazendo ao debate público as mazelas que acometem o Poder Executivo na condução de políticas que devem ser incrementadas para que as gritantes disparidades sociais sejam paulatina, mas firmemente reduzidas e avanços culturais, alcançados. Personalidades do universo econômico, jurídico, empresarial e político discorrem com propriedade, experiência e seriedade sobre reformas e mudanças de paradigmas que deveriam estar nas falas e nos comícios de todos os políticos que, neste festival de vaivém de mudanças partidárias, buscam somente os melhores tempos na TV e os mais polpudos recursos financeiros para se enaltecerem e se elegerem como “condutores do Estado e da Nação” ou “representantes” do povo. Como diz Delfim Netto, “não adianta mandar para o Congresso quem não pensa”. Combater o patrimonialismo, debater a Previdência e enfrentar os privilégios das castas do serviço público é o mínimo que os eleitores conscientes esperam dos candidatos que têm de fato espírito público, para podermos também ser seus porta-vozes em núcleos de convívio, formando opinião, conscientizando eleitores hoje vítimas do populismo. E basta de “achismos” – como, por exemplo, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tanto gosta de “achar”.

CARLOS LEONEL IMENES

leonelzucaimenes@gmail.com

São Paulo

JUSTIÇA E IMPUNIDADE

Terremoto

O tremor de terra que teve epicentro na Bolívia e repercutiu em todo o Centro-Sul do País em nada se compara ao terremoto que sobrevirá ao Brasil e ao povo brasileiro se o STF revir sua posição para reverter a prisão do condenado. Nas mãos do STF a estabilidade do Brasil pelas próximas décadas.

CLAUDIO JUCHEM

cjuchem@gmail.com

São Paulo

Voto de Gilmar

Ontem, o ministro Gilmar Mendes deu uma série de exemplos de condenações cujos tempo de prisão depois foi reduzido em instâncias superiores, assim como a situação de calamidade das prisões, para justificar sua mudança de opinião quanto ao voto que deu em 2016 sobre a prisão após segunda instância. Ora, o ministro só tomou conhecimento desses fatos depois do seu voto em 2016? Isso é uma admissão de total e completo desconhecimento desses fatos?

ELY WEINSTEIN

elyw@terra.com.br

São Paulo

Produtividade

Para mim, como faz o Copom, os ministros do STF deveriam dizer sim ou não (o que a vaidade não lhes permite) e posteriormente, por escrito, divulgar os motivos que os levaram à decisão. No mínimo, a produção seria multiplicada, a favor da Justiça e de seus altos custos.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

caxumba888@gmail.com

São Paulo

Povo nas ruas

A manifestação grandiosa na terça-feira em São Paulo e no Brasil não significa direita contra esquerda, muito menos ricos contra pobres. É a Nação brasileira contra a corrupção, esperando que todos os Poderes da nossa República a tenham entendido.

CARLOS E. BARROS RODRIGUES

ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

S. Exa. o eleitor

O editorial Que Supremo é este? (31/3, A3) informa o absurdo que foi a decisão do ministro Dias Toffoli de devolver a elegibilidade ao ex-senador Demóstenes Torres. Realmente, um absurdo! Mas para que o ex-senador Demóstenes Torres se reeleja alguém precisa votar nele. Correto? Portanto, afirmo que um absurdo ainda maior seria ele ser (re)eleito nas urnas. Minha sugestão, caso isso aconteça, seria o Estadão publicar um editorial com o título Que eleitor é esse?.

MARCOS ARCHINA WEIGT

mweigt@gmail.com

São Paulo

O Brasil com medo

O Brasil elegeu democraticamente Sarney, Collor, FHC, Lula, Dilma, Temer, Cabral, Cunha, Geddel, Severino, Hildebrando, entre outros tantos que nos trouxeram até aqui. Antes de ter medo de declaração de general sobre impunidade, a Nação deveria ter medo de errar nas urnas.

MÁRIO BARILÁ FILHO

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

PALAVRAS EXATAS

 

As palavras do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas (4/4, A8) não poderiam ter sido mais exatas e reconfortantes: respeito à Constituição, à democracia e à paz social. Recado direto aos defensores da absurda e maléfica tese da intervenção militar. Apesar dos pesares, que não são poucos, questões polêmicas só devem ser discutidas e resolvidas pela via republicana, seja qual for o resultado. Respeito aos Poderes e às instituições acima de tudo.

 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

 

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IMPUNIDADE

 

A impunidade mata! Mais do que qualquer arma, é a impunidade que incentiva ao crime. A declaração do general Villas Bôas, de que “compartilha o anseio dos cidadãos de bem, de repúdio à impunidade” revela o pensamento de um homem justo acostumado à ordem e à disciplina. Os que não apoiam suas palavras estão a favor do crime.

 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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A FALA TARDIA DO GENERAL

 

Não creio que a fala do general terá influência no Supremo Tribunal Federal (STF) porque chega tarde demais, principalmente porque foi ao vivo e em cores e agora soa apenas como uma chantagem barata aos ministros daquele órgão. Houvesse dito alguns meses antes, hoje o País não estaria tenso e Lula já acostumado a dormir na cadeia.

 

Laércio Zanini spettro@uol.com.br  

Garça

 

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A IMPUNIDADE E A SUA ACEITAÇÃO

 

Não só as Forças Armadas deste país não aceitam a impunidade para os corruptos e larápios do erário público. Todas as camadas sociais deste país repudiam os corruptos e a corrupção, porque o desvio dos dinheiros públicos deveria ser aplicado na saúde, educação e segurança. Deixar o corrupto solto, além de se prestigiar a corrupção, será permitir que outros pensem que a impunidade voltou a reinar na Nação. Daí que está absolutamente correta a manifestação do eminente comandante do Exército, general Villas Bôas. A democracia compreende a existência de entendimentos e procedimentos conflitantes e contrários, mas não pode e nem deve permitir que os contrários prestigiem ou preguem a corrupção, em detrimento da ética e da moral nacional. Não pode a nossa juventude confundir democracia com anarquia, especialmente quando vê a impunidade de figuras importantes do cenário nacional. O regime democrático se fortifica mirando em exemplos.

 

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

São Paulo

 

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QUE ROSNEM AS CASERNAS E QUARTÉIS!

 

Durante trinta anos nossas FFAA foram relegadas ao ostracismo pelos “socialistas” que tomaram conta do Brasil. Vilipendiaram, menosprezaram, mentiram e até tentaram criar um exército paralelo para deixar às FFAA apenas serviços subalternos. Bastou o comandante do exército, general Villas Bôas numa rede social se manifestar contra essa ditadura que o STF vem nos impondo, julgando políticos ao seu bel prazer e contra o que reza nossa Constituição, ministros que não tiveram um voto popular sequer, para que a esquerda raivosa se sinta ameaçada com medo de outra ditadura militar. Quer dizer que nossos militares, guardiães e protetores do País não podem opinar? Não podem mostrar que estão cientes do que fizeram, roubando cofres públicos e querendo manipular para que não paguem perante a Justiça? No Brasil de antes da Constituição de 1988, havia ordem e progresso e nenhum comandante das FFAA saiu milionário como os políticos de hoje. Embora a esquerda reclame, foi a época em que o Brasil mais cresceu. Que nossos generais continuem mostrando que estão cientes de tudo e que não aceitam mais esse tipo de “democracia”, em que cofres são arrombados e o povo refém de políticos corruptos. Que rosnem as casernas e quartéis. A população de bem agradece. Não estamos sozinhos nessa luta!

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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PERGUNTA SOBRE O PAPEL INSTITUCIONAL DAS FORCAS ARMADAS

 

A Constituição em seu artigo 142 estabelece que: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. Num caso como o do Brasil, em que os Poderes constitucionais foram efetivamente dominados em grau não desprezível por organizações criminosas (as Orcrim do PowerPoint de Deltan Dallagnol), caberia ou não a atuação pontual das Forças Armadas como último recurso (quando todos os demais falharam) para proteger os Poderes da República do domínio e da influência exercidos pelas Orcrims? Senão, a quem cabe evitar que sejam dados salvo condutos que garantam impunidade aos seus membros e principalmente a suas lideranças?

 

Jorge Alberto Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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EXAGERADA ENCENAÇÃO DO MINISTRO

 

O ministro Gilmar Mendes, por meio de exagerada encenação, verdadeiro teatro, buscou exemplos que não guardam nenhuma relação com o habeas corpus posto a julgamento, numa demonstração clara para justificar o injustificável, ou seja, enxergar alguma ilegalidade ou constrangimento na possível prisão de Lula para lastrear a concessão do habeas corpus que, desde o início, visivelmente era seu intento. Verdadeira aberração jurídica! Lamentável, é uma vergonhosa sustentação de tese fantasiosa, fictícia, insustentável, antijurídica, que enxovalha o Supremo Tribunal Federal. Trabalhou como verdadeiro advogado de defesa e a Nação, indignada, pergunta: Por quê? Será por motivos inconfessáveis! Pobre Brasil!

 

Walter Rosa de Oliveira walterrosa@raminelli.com.br

São Paulo

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NÃO CONTOU TUDO

 

O ministro Luís Roberto Barroso ganha destaque nas manchetes dos jornais por fazer declarações bombásticas, corretas, sobre as mazelas da corrupção e do assalto aos cofres públicos por políticos e empresários. Mas o ministro não quis ou não pode dizer tudo. Esqueceu-se de mencionar que havia um projeto de tomada e manutenção do poder pelos petistas e assemelhados iniciado muitos anos atrás ocupando espaços na administração pública, atuando junto a dita inteligência, colocando em prática a cartilha gramscista. Nada foi só por ganância, ministro!

 

Marco Balbi mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

 

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DEBATE SOBRE LEGALIDADE

 

O debate sobre a legalidade da prisão após a segunda instância é uma ótima oportunidade para analisar quem é quem no Poder Legislativo. Alguns deputados e senadores ligados a ambas as bases, governista e oposicionista, tentam tirar o seu da reta e mostram que, apesar das diferenças, conseguem trabalhar juntos para fazerem o que não devem. Quem não tem rabo preso não quer mudar a legislação neste sentido, tampouco dar margem para que vários outros corruptos escapem da prisão. Mas parece que liberar um monte de bandido é um preço aceitável se entre eles estiver o ex-presidente Lula. O partidarismo é uma doença.

 

Thiago Andrade thiagocandrade@yahoo.com.br

Recife

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UMA LIÇÃO AO STF

 

Srs. ministros do STF, o Brasil e a maioria dos brasileiros não querem nada de corrupção, querem mais escolas, mais hospitais e creches. Temos a dizer que graças a Deus tivemos a sorte e fomos abençoados quando apareceu a nova procuradora-geral da Republica Raquel Dodge, que deu uma esperança de que tudo não está perdido, portanto, vossas senhorias aprendam com ela o bom senso em seus discursos e seus pareceres jurídicos.

 

Valdir Sayeg valdirsayeg@uol.com.br

São Paulo

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COTAS DOS MINISTROS DO STF

 

O “Estadão” noticia que os ministros do STF têm direito a mais de R$ 51 mil ao ano para passagens aéreas. No entender do STF: “os ministros podem despachar eletronicamente de qualquer lugar do País”. Agora ficou escancarado que um ministro que pede vista de um processo que já tem maioria formada está apenas procrastinando a publicação do acórdão. Com a palavra o ministro Dias Toffoli para se pronunciar sobre o processo que dormita em seu computador.

 

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

 

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ABAIXO-ASSINADO DE JUÍZES E ABAIXO-ASSINADO DE ADVOGADOS

 

Dois abaixo-assinados foram entregues ao Supremo. Com cerca de 5.000 assinaturas, de juízes e promotores, a favor da prisão a partir da segunda instância, e, com cerca de 3.600 assinaturas, de advogados, contra a prisão a partir da segunda instância. O contraste salta aos olhos. Não estou dizendo que todos esses advogados estejam defendendo interesses econômicos, mas em termos estatísticos é isto que está acontecendo, com certeza. A oferta de trabalho vai ser grande para os advogados, ainda mais nestes tempos de grandalhões atrelados à Justiça.

 

Wilson de Campos Vieira wcamposvieira@gmail.com 

São Paulo

 

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PASSEATA NA PAULISTA: CADÊ AS MINORIAS?

 

Ontem, na Avenida Paulista, participei da passeata contra a corrupção e manutenção da prisão de réus condenados na segunda instância. O tema é da mais alta importância para o Brasil, mas notei que alguns setores da sociedade não estavam presentes, pelo menos não manifestaram apoio publicamente. Por que lá não apareceram UNE, sindicatos, associações dos negros, gays, artistas, índios, direitos humanos, igrejas e todos esses que se dizem minorias injustiçadas? Por que não foram protestar contra a corrupção, será que não lhes é importante. Ao que parece não nada importante para eles!

 

João Cesar Ribeiro cesar.ribeiro8@hotmail.com

São Paulo

 

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PRISÃO DE LULA

 

Apesar do sucateamento dos Correios, tentarei enviar, via Sedex, uma caneta para o juiz Moro assinar o mandato de prisão.

 

Guto Pacheco jam.pacheco@uol.com.br  

São Paulo

 

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PARALELO

 

Há um nítido paralelo entre o juiz Sérgio Moro e o juiz Thomaz Moro; ambos profundos conhecedores do Direito, laboriosos, de hábitos austeros e atitudes orientadas de maneira racional. O mesmo paralelo existe entre Lula e Henrique VIII; ambos transgressores do Direito, obcecados pelo poder e dinheiro, envaidecidos, apegados ao luxo, de hábitos desenfreados e atitudes orientadas de maneira passional. Os defensores de Lula têm os mesmos interesses que tinham os do rei. Certa vez, Thomas Moro, surpreso por observar até que ponto se rebaixava um dos bajuladores do rei, comentou: “For Wales?”, como quem diz, “por essa bagatela você troca sua dignidade?”. Semelhante censura merecem os que defendem um condenado em segunda instância que age como se fosse o rei da cocada preta.

 

Irene Dell’ Avanzi irenedellavanzi@hotmail.com

Itapetininga

 

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GREVE DE FOME

 

O demiurgo de Garanhuns, Lula da Silva, diz que fará greve de fome se for preso. As pessoas de bem acham que o heptarréu deveria manter essa greve para o resto da vida. Já, greve em relação ao álcool, calou-se. Pena que não se pode acreditar!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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CRIMES ELEITORAIS

 

Legisladores, futuros novos candidatos, não estão cooptando ilicitamente eleitores por darem 100% de desconto em encargos de débitos vencidos? E “Lulla” em campanha eleitoral antecipada?

 

Roberto de Mamede Costa Leite r-mamede@uol.com.br 

Ubatuba

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LULA, O DITADOR

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agiu como um ditador, pois exerceu o poder sem respeitar a democracia e sem respeitar as leis do País. Lula governou de acordo com a sua vontade, defendendo os interesses do Partido dos Trabalhadores, dos empresários e dos banqueiros. O petista não protegeu o povo brasileiro.

 

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

 

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FIM

 

Lula: game over.

 

Milton Córdova Júnior milton.cordova@gmail.com

Brasília

 

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OS CARAS DE PAU

 

Os canastrões Paulo Maluf e coronel João Batista Lima, disputam prêmio de melhor fingimento do ano! A arte de sair da cadeia pela porta da frente não é para principiantes. É preciso anos de malandragem para adquirir o status de mestres da enganação. Atores natos, Maluf e Lima, assim como os cariocas Garotinho e Picciani, são um retrato do deboche, como os criminosos do colarinho branco passam a perna na cega e falsa Justiça brasileira.

 

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS

 

Durões com Maluf, marias moles com Lula.

 

Sérgio S. de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com 

Monte Santo de Minas (MG)

 

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CRETINO

 

Cretino, adjetivo que serve para designar um individuo que tem incapacidade mental, pessoa cínica, manipuladora, medíocre que só pensa em si mesmo, foge de qualquer abordagem. Temos no Brasil alguns em posições de destaque, vão afundar o País amanhã.

 

Sinclair Rocha sinclairmalu@uol.com.br

São Paulo

 

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NÃO ESTÁ FÁCIL

 

Não está nada fácil principalmente para os brasileiros que já viveram mais de cinco décadas, entender e se adaptar as duras realidades que vivenciamos que ora estamos passando. Corrupção por partes das elites dos gestores públicos mancomunados por igual seguimento da iniciativa privada, geradoras de nossas atuais tragédias socioeconômicas, que nos assustam. Para fugir da síndrome coletiva de pânico, que muitos estão vivenciando, em especial nas nossas megalópoles, exige que procuremos manter um forte equilíbrio emocional, fundamental para uma vida saudável que tanto desejamos e podemos, apesar de tudo ter e, com isso termos condições de ajudar a solucionar nossos atuais e angustiantes problemas.

 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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GILMAR MENDES

 

Gilmar Mendes voltou de Lisboa onde se encontra frequentemente para tratar de assuntos particulares. Quando vem ao Brasil dá expediente no STF para notórios réus endinheirados já condenados. E o povo que trabalhe...

 

Marisa Bodenstorfer

Alemanha

 

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DECLARAÇÃO POLÊMICA

 

O ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que a prisão de Lula causaria uma má impressão do Brasil. Eu já acho que ele, enquanto um ministro da alta Corte do País nos envergonha muito mais julgando de acordo com seus princípios medíocres.

 

Luiz Frid luiz.frid@globomail.com

São Paulo

 

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DEBOCHE

 

O ministro Gilmar Mendes mostra-se cada vez mais irresponsável, parece que está (e está) debochando dos brasileiros.

 

Manoel Carlos Gonçalves Junior manoelquito@gmail.com

São Paulo

 

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IMAGEM DO BRASIL

Gilmar Mendes é o retrato vivo da decadência e corrupção do Judiciário brasileiro. Além de não ter uma visão prática do que seria a Justiça no Brasil, se todos tivessem o direito de recorrer ao 3.º grau, seria a festa de todos os criminosos e um escárnio às vítimas dos criminosos. No caso de Lula, já condenado em 2.º grau e hexarréu em mais seis processos de corrupção, é um acinte aos contribuintes que direta e indiretamente foram vítimas da mega roubalheira, que houve no País quando governado pelo PT e seus aliados. Independentemente dos resultados, só haverá um enquadramento do Judiciário, se houver alguns processos de impedimentos de ministros do Supremo, que abusaram fortemente de seu poder, desviando-se em nome de “princípios abstratos” praticar sentenças de cunho político.

 

Ulf Hermann Mondl hermannxx@yahoo.com.br

São José (SC)

 

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INVERSÃO DE VALORES

 

O ministro Gilmar Mendes disse que “a prisão de Lula mancha a imagem do País”. Ao contrário ministro, ele é quem mancha a imagem do País. Total inversão de valores a declaração do ministro.

 

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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PELO FIM DA BALELA

 

De acordo com o ministro Gilmar Mendes: “Prisão em segunda instância é uma balela”. Senhores juízes de primeira instância e desembargadores de segunda instância, me desculpem. Afinal, os senhores são todos devida e comprovadamente capazes de exercer a profissão de juiz. Mas, com a afirmação acima para sempre nos autos do STF, Gilmar Mendes acabou de decretar as suas varas como inúteis. Como Gilmar é um ser infalível em sua análise lógica, quase um semideus insulado da opinião pública (essa ralé que não entende quando uma maracutaia está sendo descaradamente armada), nada mais óbvio do que, com o Estado quebrado, dar um fim as primeiras e segundas instâncias da Justiça e economizar bilhões por ano.

 

Oscar Thompson OscarThompson@hotmail.com

Santana do Parnaíba

 

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A FUNÇÃO DE GILMAR

 

Gilmar Mendes não é regiamente pago para cuidar da imagem do Brasil. Recebe do povo para zelar pelo cumprimento da Constituição por todos.

 

José Mamprin Neto mamprinneto@hotmail.com

Bragança Paulista

 

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NOME FLORIDO

 

Ministra Rosa Weber, seu prenome lembra uma flor (rosa), querida por todos nós e que enfeita nossos jardins, enfeita, também com seus votos no STF, não só esta alta Corte e, consequentemente, um dos Poderes da República, o Poder Judiciário. Assim, espero que ao votar o mérito o pedido de habeas corpus feito pelo ex-presidente Lula para se livrar da prisão provisória a que foi condenado na primeira instância e que deverá ser mantida após a condenação em segunda instância, seja um voto negando a concessão do pedido em tela. Mantendo o já decidido, STF, prestigiará os quatro anos da operação Lava Jato, como também, dará ao mundo o exemplo de que o Brasil respeita a Constituição e ampara o Estado Democrático de Direito.

 

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br  

Assis

 

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‘OS GUARDIÕES DA IMPUNIDADE’

 

Nêumanne escreveu no artigo “Os guardiões da impunidade” (4/4, A2), palavras duras sobre diversos ministros do STF. Mas é a mais pura verdade tudo o que ele disse. Sou testemunha de tudo pelo acompanhamento que faço há muitos anos como leitor e assinante diário e assíduo do “Estadão”, da “Folha” e também de outras fontes. Parabéns a ele pela coragem.

 

Jarvis Viana Pinto jarvisvp@uol.com.br  

Ribeirão Preto

 

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PREVIDENCIÔMETRO

 

A Confederação Nacional da Indústria instalou o Previdenciômetro para mostrar quantas escolas, hospitais e casas poderiam ser construídas com a economia produzida pela reforma da Previdência, como noticiou o “Estadão” (4/4, B3). Mas, esquecem que nada disso teria sido feito, pois o dinheiro “economizado” teria desaparecido no buraco negro da compra de votos e da corrupção.

 

Tibor Rabóczkay trabocka@hotmail.com

São Paulo

 

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DECLARAÇÃO DO IR

 

Poderiam os melhores tributaristas do País me informar como devo inserir na minha declaração anual de Imposto de Renda os 513 deputados federais, 81 senadores, 11 ministros do STF, uma ex-vice presidente e cerca de 5 milhões de funcionários públicos como dependentes?

 

Jose Rubens de Macedo Soares joserubens@jrmacedoadv.com.br  

São Paulo

 

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ECONOMIA, UMA MARAVILHA

 

A economia brasileira está uma maravilha, para os banqueiros evidentemente. Também pudera, eles captam nosso dinheiro a menos de 0,5 % e nos emprestam o mesmo dinheiro por 8 a 12%, e o governo só faz olhar e proteger essa cambada de ladrões engravatados que a título da inadimplência, nos arranca o couro sem dó. Já passou da hora de punir e exigir o pagamento dos impostos dessa corja, que são os maiores devedores da Receita Federal, verdadeiros agiotas autorizados.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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‘A RECONSTRUÇÃO DO BRASIL’

 

Estive na última terça-feira no Unibes Cultural para ouvir as apresentações – muito oportunas – para discutir a reconstrução de nosso País. Me chamou a atenção um provérbio chinês mencionado por um dos apresentadores de que, se cada um varresse sua calçada, todo o País estaria limpo. A organização daquele dia fez pensar nesse provérbio: o horário do início era às 9:00 horas com a recomendação de chegar às 8:30 horas para que a identificação dos participantes fosse feita em ordem. Porém, o teatro só foi aberto às 9:10 horas e o evento só iniciou às 9:40 horas. Fiquei pasmo quando o sr. José Fucs começou os trabalhos afirmando que “o tempo é curto e peço aos participantes para serem concisos em suas participações”. Se queremos pôr em ordem o País, é necessário que sejamos profissionais em tudo o que fazemos. Pontualidade é parte disso. Notem, minha observação é de caráter construtivo. Temos que dar importância a tudo, porque é uma forma de respeito aos que vieram pontualmente.

 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com

São Paulo

 

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JOÃO GILBERTO

 

Causa tristeza profunda a matéria (4/4, C6) sobre a autorização dada pela Justiça do arrombamento do apartamento de João Gilberto para salvaguardar sua saúde física e mental debilitada. Com efeito, o genial criador da batida da Bossa Nova não merecia epílogo tão constrangedor, fora do tom e desafinado.

 

J.S. Decol decoljs@gmail.com  

São Paulo

 

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CR7

 

O gol antológico de Cristiano Ronaldo lembra grandes jogadas de Pelé, entretanto, o criador e divulgador da bicicleta futebolística foi Leônidas da Silva, um dos maiores jogadores brasileiros, que atuou no Clube de Regatas Flamengo, no São Paulo Futebol Clube e na Seleção Brasileira de Futebol.

 

Francisco de Assis V. Pereira da Silva vpfassis@uol.com.br

São Paulo

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