Fórum dos Leitores

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O Estado de S.Paulo

13 Abril 2018 | 03h00

MAPA IDEOLÓGICO

Patrulha fascista

Patrulhamentos ideológicos sempre existiram em centros acadêmicos universitários, não é nenhuma novidade. Entretanto, a lista elaborada – e vazada – pelo Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da USP, passou longe dos limites do aceitável. Seu presidente ainda ousou defender o documento grotesco com a justificativa (?) de “identificar em qual espectro ideológico o aluno se identifica mais”. Hipocrisia maior, impossível. Os qualificativos “velhão”, “progressista”, “judeu”, “crente” e “maconheiro de esquerda”, entre outros, traduzem uma postura fortemente preconceituosa, depreciativa e fascista, que nada tem que ver com o respeito democrático às diversas ideologias. Não basta um pedido de desculpas. O Ministério Público precisa agir com veemência.

LUCIANO HARARY

lharary@hotmail.com

São Paulo

Frutos estéreis

Tudo indica que a enorme árvore do Largo de São Francisco que nos deu frutos magníficos como Rui Barbosa, agora começa a dar flores contaminadas pela doença da intolerância, do racismo e da segregação. Espero que os frutos oriundos dessas flores produzam sementes estéreis, para o bem da Ordem dos Advogados do Brasil.

PEDRO LUIZ BICUDO

plbicudo@gmail.com

Avaré

Território livre

A estigmatização de colegas estudantes, bovinamente rotulados em listas totalitárias, calcadas em preconceito e discriminação, contrapõe-se aos valores do Direito e da justiça, que emanam da velha e sempre nova Academia do Largo de São Francisco. Para não merecer firme repúdio da comunidade acadêmica cabe à atual gestão do Centro Acadêmico XI de Agosto desculpar-se e rechaçar a absurda prática, para que prevaleçam os postulados da liberdade, da democracia e dos direitos humanos.

GUSTAVO UNGARO, presidente

do Centro Acadêmico XI de Agosto em 1996

gustavoungaro@hotmail.com

São Paulo

CORRUPÇÃO

Uma boa ideia

Pouco antes de ser preso, Lula embebido de uma cólera incomum, enquanto sorvia aos goles um líquido que muitos afirmam ser “água que passarinho não bebe”, disparou ataques ferozes ao Poder Judiciário, às elites e à imprensa – que prometeu regular caso volte ao poder – e ainda incentivou invasões e bloqueios promovidos pelo MST e congêneres. Ao final de sua fala raivosa, saiu esta pérola: “Eu não sou mais um ser humano, eu sou uma ideia”. E não é que três dias após a prisão dele sua peroração foi atendida por vários parlamentares e governadores petistas, que resolveram adotar o sobrenome Lula, em sinal de lealdade ao chefão, que cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro? É, a prisão de Lula está obrigando políticos, jornalistas e até juízes a saírem do armário petista. Nada como a luz do sol para clarear bem o ambiente. Essa sabujice dos petistas de acrescentar Lula ao próprio nome poderá, todavia, ser de grande utilidade se mantida até as próximas eleições, pois poupará os eleitores de terem de recorrer a demoradas pesquisas para poderem escolher um candidato com a ficha limpa.

PAULO R. KHERLAKIAN

paulokherlakian@uol.com.br

São Paulo

Visitas negadas

Parabéns à juíza federal Carolina Moura Lebbos, que negou a visita de governadores ao preso em Curitiba. Aliás, qual é o político menos ruim em quem eu possa votar? Não vejo nenhum.

SÉRGIO BRUSCHINI

bruschini0207@gmail.com

São Paulo

Odiosos privilégios

Presídios têm normas rígidas, cujo cumprimento é essencial, e há que ser integral, sob o risco de criação de odiosos privilégios nessas unidades, comprometendo seus objetivos. Aliás, o sr. Luiz Inácio da Silva sempre cumpriu tais normas, pois, até onde a memória chega, nunca visitou sequer um dos cumpanheiros presos, que, aliás, são muitos. Assim, a frustrada tentativa da caravana barrada à porta do cárcere não deve ter surpreendido o mencionado reeducando.

EDUARDO MENEZES SERRA NETTO

decimoserranetto@uol.com.br

São Paulo

Pingos nos is

Pergunta aos governadores que foram até Curitiba: quantas vezes visitaram os presídios dos seus próprios Estados? Pergunta ao presidente da Câmara: em vez de enviar comissão de deputados a Curitiba, não seria melhor dar um pulo no Pará, onde morreram mais de 30 pessoas nos últimos dias?

MARCO ANTONIO ESTEVES BALBI

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

Fazendo contas

Se o presidiário chefe da quadrilha que deu um prejuízo ao Brasil em torno de R$ 24 bilhões tivesse aplicado esse dinheiro em moradias urbanas e no campo, o MST e semelhantes estariam todos devidamente alojados.

MATHEUS MARIM

mmarim@dglnet.com.br

Campinas

Os milhões do ‘mais honesto’

Estão à disposição da Justiça os quase R$ 30 milhões de Lula da Silva, em títulos e empresas, a demonstrar que o homem “mais honesto” do Brasil – pelos montantes em reais –, na verdade, não parece ser tanto assim. Morderam o rabo da jararaca e pisaram na cabeça dela para não mais picar. Aos poucos, o demiurgo de Garanhuns vai demonstrando a seus fanáticos seguidores que errar é humano e que ele não é tão “bonzinho” quanto pensam. Eis que ninguém consegue ocultar ou obscurecer a verdade para sempre. Nem ele nem seus asseclas.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

SINDICALISMO

Chega de pelegada

Já estão falando outra vez na criação de novas taxas e contribuições obrigatórias para os sindicatos e as centrais sindicais. A contribuição sindical tem de ser espontânea e longe da tutela do Estado. Na realidade, esses recursos que enchem os cofres de CUT, Contag, CGT e outros estão sendo desviados para enriquecer seus dirigentes, sem nenhum controle ou fiscalização. Há que haver uma auditoria e fiscalização séria do TCU, da CGU e do Ministério Público, pois são recursos públicos. Além dos desvios internos, todos nós vemos que o dinheiro dos trabalhadores é usado para financiar campanhas políticas dos preferidos da pelegada, badernas, invasões e manifestações criminosas. Isso tem de acabar. Chega!

HELIO SILVA CAMPOS

hcampagnucio@hotmail.com

Brasília

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

 

LAVA JATO

 

A operação Lava Jato continua apurando os deslizes da classe política sem levar em consideração o cargo ou a atividade empresarial. E no caso de São Paulo, chama a atenção o posicionamento adotado em relação ao ex-governador do Estado, que consta em um inquérito, mas está sendo retirado das investigações da Lava Jato. Por que esse posicionamento?

 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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POLÍTICOS INVESTIGADOS

 

A vocês, políticos profissionais e investigados, senhor Geraldo Alckmin, Beto Richa, Marconi Perillo, Raimundo Colombo e Confúcio Moura, todos que governam ou governaram os Estados de São Paulo, Paraná, Goiás, Santa Catarina e Rondônia, respectivamente, um aviso: como vocês, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, negava tudo. Hoje ele mora numa quitinete de 16 m², na Polícia Federal (PF) de Curitiba, ou seja, a vossa batata está no forno.

 

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@uol.com.br

São Paulo

 

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TRIO AFINADO

 

Quando li a chamada “Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) autoriza retorno de Cabral ao Rio”, sabia que se tratava da Segunda Turma e que os votos a favor eram de Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Não, não sou paranormal, é que aos poucos, vamos aprendendo...

 

Ricardo Siqueira ricardocsiqueira@globo.com

Niterói

 

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CABRAL ESTÁ DE VOLTA

 

O ex-governador Sérgio Cabral, não aquele que descobriu o Brasil, e sim o que assaltou e quebrou o Estado do Rio de Janeiro – com a bênção e benevolência do STF – será transferido de Curitiba para o Rio de Janeiro, presídio de Benfica. Ficará bem próximo das praias cariocas, onde teve muitas regalias inaceitáveis e ainda com recomendações para não usar as algemas de ouro. Que país é este onde a fortes e sérias punições só para os ppp?

 

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@gmail.com 

São Paulo

 

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RETORNO DE CABRAL AO RIO

 

O pessoal de Benfica já deve ter encomendado o camarão e avisaram as garotas de programa para atender ao prisioneiro ilustre, que deveria entrar no livro de recordes pelo que roubou no Estado do Rio. Mais uma gentileza dos meritíssimos...

 

Aldo Bertolucci aldobertolucci@gmail.com 

São Paulo

 

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TUDO ERRADO COM A JUSTIÇA

 

Está tudo errado com a Justiça brasileira. De um lado temos Lula preso reclamando que não esgotou todos os recursos, não teve julgados os embargos dos embargos! Do outro lado temos Antônio Palocci reclamando que está na cadeia há mais de um ano sem ter sido julgado ou sentenciado. Uma Constituição pessimamente mal escrita, tribunais em que juízes se compartam como pavões, declamando intermináveis cantilenas em latim, fazendo referências intermináveis para impressionar seus pares, que em retorno irão declamar outras cantilenas. Pedidos de vista sem prazo para terminar, juízes que entram na corte abanando a passagem para a Europa. O poder Judiciário precisa de uma reforma completa, se nada for feito as instâncias inferiores vão continuar tendo que apelar para expedientes pouco ortodoxos: prisões preventivas que duram anos, conduções coercitivas e outras exceções que vão se tornando a regra do jogo para tentar fazer um mínimo de Justiça no país da impunidade.

 

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br 

São Paulo

 

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É TEMPO DE AGIR!

 

O brado de um cidadão: Sr. Gilmar Mendes demonstrou, em sua fisionomia, a expressão de horror, à semelhança de um santarrão, ao ver o maior ladrão do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, algemado de pés e mãos em Curitiba. O ministro, que é muito sentimental, contemple a expressão dos pacientes humildes na porta dos hospitais do Rio de Janeiro, sem atendimento, sem esperança, pois não há profissionais competentes, nem remédio, nem gaze, nem o mais simples apetrecho para um simples curativo, por que não tem dinheiro? Se aqueles milhões e milhões de reais roubados por Sérgio Cabral, afiliado do ministro Gilmar Mendes, fossem aplicados no Rio de Janeiro, a situação era outra, por certo não estaria sob intervenção federal na segurança. Aliás, como diz o ditado: “Há males que vêm para bem”; quem sabe se tal intervenção se estenda para o Brasil inteiro? Que bom seria, pois assim o Congresso seria fechado e todos os ladrões e defensores dos ladrões que ainda estão soltos fossem para prisão de segurança máxima. Aliás, ministro, se alguns desses ladrões, desde o mensalão até os do Lava Jato, estão em liberdade graças à sua atuação em conceder o habeas corpus, e ainda tecer repúdio a quem os prendeu de onde surgiram tantos ladrões? Sem dúvidas, do PT, desde o primeiro mandato de Lula. José Dirceu, Genuíno, Palocci, Vaccari, Delúbio e outros, com a orientação de Lula, o chefe, foi criado o mensalão, genialidade demoníaco, comprando, a peso de ouro, o apoio de deputados sem moral, venais, ladrões, traidores do povo que os elegeu, monstros com aparência humana! Mas um dia a casa caiu, Lula está preso, o partido destroçado! A corriola quer manter o chefe da quadrilha na liderança a qualquer preço, pois assim a roubalheira fica garantida! Os crimes foram denunciados, julgados, sentenciados e ao longo da história. Advogados foram contratados à peso de ouro, pagos com dinheiro roubado para defender esses corruptos e ladrões. Mesmo assim, alguns estão em liberdade graças a alguns companheiros do STF, que tem concedido o habeas corpus em favor desses, ladrões, deixando a sociedade brasileira à mercê dessa insegurança jurídica. STF por que agir em favor de ladrões ao invés de cumprir seu dever constitucional? Forças Armadas (FFAA), socorro, salvem o Brasil!

 

Nilson Dutra da Rosa dicon@uol.com.br

São Paulo

 

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CONSTITUIÇÃO DE CURITIBA

 

O polêmico Gilmar Mendes, autor de inúmeras patacadas jurídicas e agora idolatrado pelo PT fez duras críticas ao Ministério Público Federal (MPF), especialmente aos juízes Moro e Bretas. Ofuscado e um tanto invejoso da atuação dos dois juízes que gozam da simpatia popular, Gilmar Mendes partiu para o ataque. Se o STF agisse com a celeridade da “Constituição de Curitiba” (maneira jocosa de Gilmar Mendes se referir ao juiz Sérgio Moro), centenas de políticos com foro privilegiado estariam presos e a impunidade minimizada.

 

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

 

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MENOS GILMAR, MENOS...

 

Se o ministro Gilmar Mendes discorda das decisões do juiz Sérgio Moro isso é perfeitamente normal. Para tanto, existem tribunais e os respectivos recursos que podem alterar ou não uma sentença de primeira instância. O que é lastimável, é a tentativa de desacreditar o juiz de Curitiba, usando expressões como “República de Curitiba”, “Constituição de Curitiba" e outras que tais, chegando a citar nominalmente aquele magistrado. Assim agindo, somos obrigados a acreditar que o ministro não tem pedigree, tal qual o totó vira-latas de rua, com todo o meu respeito e desculpas ao totó!

 

Arlete Pacheco arlpach@uol.com.br

Itanhaém

 

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SÉRGIO MORO FALA COM DEUS?

 

“Este sujeito fala com Deus?”, pergunta Gilmar Mendes criticando Sérgio Moro. Se a voz do povo é a voz de Deus, talvez Sérgio Moro, ouvindo o clamor dos brasileiros por Justiça, esteja fazendo a vontade divina. Terrível seria se Moro fizesse como certos ministros, que se achando deuses, só que agem como advogados do diabo.

 

Paulo Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

 

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GILMAR MENDES

 

Diariamente nos surpreendemos com afirmações e atitudes absurdas deste ministro. Certamente mudou seu voto no caso da segunda instância para justificar futuramente seu voto favorável à não prisão de Michel Temer, seu habitual confidente em reuniões não agendadas. Ontem li na mídia que este ministro pergunta se o juiz Sérgio Moro por acaso conversa com Deus, então lhe pergunto: Por acaso você conversa com o Diabo?

 

Luiz Roberto Savoldelli savoldelli@uol.com.br

São Bernardo do Campo

 

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NO PLENÁRIO DO STF

 

Na sessão de anteontem, quarta-feira, dia 11, do STF, quem estivesse completamente alheio ao assunto, ao ouvir a fúria e a veemência dos ataques do sr. Gilmar Mendes à Lava Jato, ficaria certo de que os membros dessa operação da PF andam invadindo os conventos do País, sequestrando as irmãs de caridade e as enjaulando em prisões sem motivo algum. Porém, a sessão do STF tratava de combate à corrupção, como sabemos!

 

Hugo Policastro hjpolicastro@terra.com.br

São Paulo

 

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FALTA DE RESPEITO

 

Todos nós sabemos que a Operação Lava Jato tem prestado serviços de grande valia para o Brasil, punindo segundo os ditames da lei, políticos corruptos e outros malfeitores que provocam prejuízos sem contas à nossa Nação. É elogiável e oportuno o trabalho da Lava Jato, que se mostra muito competente no encalço de corruptos de toda espécie, titulares de manobras espúrias que causaram e causam prejuízo enorme ao nosso País. Não sabemos o motivo de o ministro do STF, Gilmar Mendes não perde a oportunidade de querer desmoralizar sempre esse trabalho árduo da Lava Jato, que muito de bom tem feito ao nosso País. Tal ministro deveria fazer um exame de consciência e mudar radicalmente sua atitude, criticando sempre em demasia quem trabalha para acabar com a corrupção em nosso País.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

 

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QUEM FALA COM DEUS E QUEM FALA COM O DIABO?

 

Se Moro fala com Deus, é certo que Gilmar, Marco Aurélio, Toffolli, Celso de Mello e Lewandowski falam com o diabo! Afinal, quem está tramando contra o povo brasileiro? Quem fala com Deus ou quem fala com o diabo? Verborragia total que não engana mais ninguém! Já está muito claro quem é que nesse Supremo defende seus padrinhos políticos e seus interesses particulares! Força MP... Força PF, o povo sabe claramente quem fala com Deus e quem fala com o diabo!

 

Armando Favoretto Junior armandofavoretto@gmail.com 

São José do Rio Pardo

 

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PITADAS DE PSICOPATIA

 

Pena que não tenha sido eu a dizer, mas que o ministro Gilmar Mendes tem surtos de bipolaridade, não temos dúvidas.

 

Roberto Carderelli robertocarderelli@gmail.com

São Paulo

 

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SUGESTÃO AO STF

 

Alteração no “layout” do plenário. Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Marco Aurélio de Mello, a esquerda da presidente Cármen Lúcia. Luiz Fux, Alexandre de Morais, Rosa Weber, Roberto Barbosa e Edson Fachin, à direita.

 

Sergio Salgado de Oliveira ssoliveiramsm@gmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

 

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ESCOLINHA DO SUPREMO

 

Se pudéssemos comparar os membros do Supremo com os alunos da “Escolinha do professor Raimundo” com certeza o ministro Marco Aurélio seria o Rolando Lero.

 

Marcos Catap marcoscatap@uol.com.br 

São Paulo

 

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SUPREMO O QUÊ?

 

Temos no nosso STF: juiz que recebe advogado de bandido, ouve deste que ele está perdendo o patrocínio do investigado e alega que isto foi imposição do Judiciário. Nosso juiz do STF, sem nenhuma investigação adota isto como verdade. Afinal, nas mãos de quem nossa Justiça está? Como pode um juiz do STF acreditar mais em advogado de investigado que no Poder do Estado?

 

Abel Cabral abelcabral@uol.com.br 

Campinas

 

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SERÁ QUE TODOS SABEM?

 

Será que o povo de bem, que é contrário à impunidade e a favor da prisão após condenação em segunda instância, sabe que o impeachment pode também ser aplicado aos ministros do Supremo Tribunal Federal? Esse remédio constitucional é aplicado aos servidores interessados no “quanto pior melhor”. Vejam as atuações de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello no STF. Querem de qualquer forma libertar criminosos já condenados, desafiando a jurisprudência daquela Casa. Enfrentam, sem nenhum pudor e educação, a presidente Cármen Lúcia e a ministra Rosa Weber, com piadinhas irônicas e arrogantes, insistindo, flagrantemente, para que mudem seus votos. O honesto povo brasileiro não precisa passar por isso, mas sim, dar início a um abaixo-assinado pedindo o impeachment desses problemáticos julgadores. O País agradece a dedicação das ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber. Muda Brasil!

 

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

 

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PROCESSOS NO STF

 

Alguém pode me dizer qual é a ordem para um processo ser analisado no STF? Se existe um processo a ser julgado há mais de 59 anos, por que o habeas corpus de Lula passou na frente de todos os outros muito mais antigos?

 

Cristina Craveiro mcristinacraveiro@gmail.com

São Paulo

 

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PRISÃO NO BRASIL

 

É do conhecimento geral que inúmeros detentos após cumprir suas penas ficam por um tempo indeterminado aguardo o alvará de soltura expedido pelo juiz, muitas vezes levam meses e até anos. Ora, por que então, aproveitando a elaboração do novo código, o juiz responsável pela imposição da pena, na data do início do cumprimento da pena, não autoriza antecipadamente ao diretor do presídio a soltura do detento na data prevista. Assim acontecendo, o diretor do presídio comunicaria ao juiz responsável a soltura do presidiário na data estipulada por ele ou pelo seu antecessor. Todos nós sabemos do acumulo de processos que cada juiz tem que resolver diariamente, devido a isso é que muitos detentos ficam presos muito tempo além do cumprimento da pena. Todos nós sabemos que as penitenciárias no Brasil estão com suas populações carcerárias superlotadas, algumas mantendo o número de presos com o dobro da sua capacidade. Além de essa medida ser justa, aliviaria os presídios das suas superes populações.

 

José Carlos de Castro Rios jc.rios@globo.com

São Paulo

 

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VISITA AO REI

 

Perguntar não ofende: tem base legal para exigir privilégios ao preso Lula? A população de Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco e Piauí ganharem, ou iam ganhar algo com a vista de seus respectivos governadores a uma pessoa, qualquer que seja presa por cometer crime? Os mesmos governadores mostrariam tanta solidariedade com as populações de seus Estados, aflitos com problemas de segurança pública, saúde, educação e moradia? Todas as respostas são definitivamente negativas. Entretanto, a insensatez dos políticos é incurável, pois está no DNA deles!

 

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com 

São Paulo

 

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ATÉ QUANDO “CUMPANHERUS” ABUSARÁS DE NOSSA PACIÊNCIA

 

Quem pagou a ida de políticos a Curitiba em pleno mandato e em dia útil a condenação de Luiz Inácio? Eu? Você? É. “É nóis”. Até quando teremos que sustentar estes maus políticos que se colocam acima do cidadão comum dando carteirada. Vergonha.

 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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ESBÓRNIA PÚBLICA

 

Governadores e senadores vagabundos deixam suas devidas e remuneradas obrigações, deslocam-se de seus Estados de origem e de Brasília para prestarem solidariedade ao boquirroto ladravaz devidamente encarcerado. As despesas dessa entourage, lógico, pagas com dinheiro do erário público e do público otário. Aberrações políticas querendo incluir o apelido do ladravaz em seus nomes para constar dos painéis de votação do Senado e da Câmara. Até quando vamos assistir impassíveis a esse circo dos horrores em que transformaram nossa podre republiqueta?

 

Renato Ortlepp renatotto@hotmail.com

São Paulo

 

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DAS REPRESENTAÇÕES ACAMPADAS

 

Em frente à sede da PF, alguns desocupados dizem representar “uma ideia”. De jerico...

 

Ademir Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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FORTE COIMBRA

 

O nosso “Estadão” publicou anteontem e ontem notícias de Curitiba, em que centenas de “petralhas” e comunistas que nem sabem quem foi Olga Benário, vêm trucidando os moradores locais com suas absurdas ideias de solidariedade ao “tigrão” que por força de leis está enjaulado. Essa tigrada não quer sair e além de perturbarem a ordem pública atrapalham o expediente e trabalhos da Polícia Federal no local, que vem pedir a transferência urgente do perigoso detento para outro local. Ora, minha sugestão é simples eficiente e barata. Transfiram o chefete para o Forte Coimbra em Corumbá, às margens do rio Paraguai. Local distante, sossegado e de difícil acesso. Quem gosta de acampar, como esses “petralhas”, poderá fazê-lo junto às sucuris e jiboias e os jacarés que abundam por lá.

 

Ubiratan De Oliveira uboss20@yahoo.com.br 

São Paulo

 

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FICHA

 

A ficha cadastral do ilustre prisioneiro na PF de Curitiba, onde consta como profissão “ex-presidente”, necessita ser corrigida de pronto. Cargo não é profissão, muito menos ex-cargo. No máximo, poderíamos classificá-lo como “aposentado por idade”, já que carteira profissional desse apedeuta, pouco se viu.

 

Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com  

São Paulo

 

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LULA

 

Recebi este, e tem sentido: Colocar “Lula” no nome é para fracos. Quero ver cortar o dedo... Rs.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

 

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X-LULA

 

Se a moda de colocar “Lula” no nome das coisas pegar, daqui a pouco teremos até hambúrguer com nome de molusco. Já pensaram? Um sanduíche que espirra pimenta no olho do consumidor (como um servidor público com descaso profissional pelo contribuinte), que a carne escorrega para fora do pão (como se fosse mais uma manobra inútil para escapar do seu destino inexorável) sujando tudo ao seu redor, e com gosto de pinga barata. Yek!

 

Oscar Thompson oscarthompson@hotmail.com 

Santana do Parnaíba

 

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O PT NÃO TEM PLANO B

 

O PT tem um plano A (Lula). Porém o seu plano A encontra-se totalmente incapaz para a empreitada (ficha suja).  Haddad não conseguiu se reeleger para prefeito, o que seria relativamente mais fácil. E convenhamos, Jaques Wagner não teria musculatura para ser plano B. Eis o drama do PT: ou é Lula ou não tem ninguém. Diferentemente do MDB, por exemplo, que tem plano A (Temer) e tem plano B (Meirelles). Quanto a indicar alguém para o posto, seria arriscado, afinal a indicação viria direto do cárcere, um apoio nebuloso, eu diria. O povo está de olho e os parâmetros são terríveis, o voto cada vez mais importante na democracia representativa. A eleição de 2018 será aquela em que o povo não vai tolerar mais Tiriricas.

 

Leandro Ferreira ferreiradasilvaleandro73@gmail.com

São Paulo

 

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#LULALÁ

 

PT: partido terminal. Era uma vez...

 

Js. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

 

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O TRESVARIO DE LULA

 

Lula não estava alucinado ao pregar a revolta social. Estava senhor de si. Felizmente, seus seguidores não tresvariaram.

 

Fausto Ferraz faustoferraz15@gmail.com

São Paulo

 

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“ESQUERDEIROS”

 

Todos que lutaram pela queda da ditadura e volta das liberdades democráticas não podem aceitar a baderna, o terrorismo, o desrespeito às leis, as pichações, a queima de pneus e a incitação clara à luta de classes. Os adeptos de Lula estão repetindo os mesmos erros daqueles que nos levaram ao golpe de 64. Há uma tendência suicida na chamada esquerda brasileira, incapaz de interpretar o momento histórico. Lembro a magistral definição do falecido sociólogo Guerreiro Ramos ao se referir aos nossos esquerdistas: “São esquerdeiros” mistura de esquerdistas com desordeiros!

 

José Eduardo Bandeira de Mello josedumello@bol.com.br 

Itu

 

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AGRESSÃO

 

A bárbara agressão, sofrida pelo cidadão Carlos Alberto Bettoni, pela gangue petista, devidamente filmada pela TV, em frente ao Instituto Lula, no último dia 5/4, não pode ficar impune. Todos os covardes foram identificados pela Polícia Civil e o inquérito deve estar nas mãos da Justiça, na próxima semana. Como eu, e milhões de brasileiros de bem, que assistiram a tragédia, rogamos por severa punição aos ensandecidos. Por ora, é voltarmos nossas preces, para que o senhor Bettoni saia do traumatismo craniano, sem sequelas.

 

Eduardo Augusto de Campos Pires eacpires@gmail.com

São Paulo

 

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JOÃO DORIA

 

É engraçado que João Doria, tão esperto em marketing, não tenha se defendido como deveria quando a esquerda quer impingir a ele a pecha de “sem palavra”. Engraçado que anos atrás o senador Serra abandonou a cidade de São Paulo em início de mandato e não houve indignação. Claro que quando se ganha uma eleição a intenção do eleito é cumprir a legado até o final. Mas também existem percalços nesse meio tempo, que exigem mudanças. Há anos que o PSB nacional deseja colocar as mãos no governo de São Paulo. Porque governou SP, o próximo passo será governar o País. Só que o PSB, partido do atual governador Mário França, andou décadas de mãos dadas com o PT e MST. E se governar nosso Estado teremos nossas fazendas produtivas invadidas e transformadas em favelas rurais. Porque se nessas ultimas manifestações França se recusou a enviar a Polícia Militar para defender jornalistas, quem garante que diante de uma ordem judicial de recuperação de terras e propriedades ele disponibilizará a polícia para cumprir a lei? Não precisamos ver para crer, precisamos?

 

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

 

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PICHAÇÃO NO PATEO DO COLÉGIO

 

Caos urbano na segurança pública de São Paulo. Vergonhosa a ação de pichadores sem serem abordados pela Polícia Militar ou pela Guarda Municipal. Onde estavam? No centro da cidade, imaginem a criminalidade na periferia.

 

Edmar Augusto Monteiro eamonteiroea@hotmail.com 

Mirandópolis

 

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EUGÊNIO BUCCI

 

Concordo em gênero, número e grau com o artigo de Eugênio Bucci do “Estadão” (12/4, A2) sobre os problemas e as consequências das falas dos chefes de Estado, sob o pretexto da “liberdade de expressão”, inclusive exemplificando a fala no twitter do general Eduardo Villas Bôas sobre uma possível intervenção militar caso o Lula não fosse preso. No entanto, ele se esqueceu de outros chefes de Estado (Lula, Gleisi, Lindberg e Boulos) convocando seus simpatizantes para pegarem em armas, colocarem fogo em prédios privados e invadirem a Globo. Outro político (Ciro Gomes) se dispôs a sequestrar Lula e levá-lo para uma embaixada para que fosse exilado e, consequentemente, ficasse impune das penas impostas pelo STF. Quando a crítica é feita para apenas um lado, não se trata de opinião ou informação, mas sim, de proselitismo político velado.

 

Tiago Lage tiagormlage@gmail.com

São Paulo

 

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LIBERDADE DE EXPRESSÃO

 

Não leio as estultices do sr. Bucci que “O Estado” publica, regular e infelizmente, em sua página A2. Ontem, contudo deparei com um destaque que dizia: “Um agente de Estado não tem o direito de sair por aí falando o que lhe dá na veneta”. Concordo e principalmente no caso dos agentes da simpatia do articulista. Aproveitando a sugestão do referido destaque para glosá-la. Um colaborador do ‘Estadão’ não tem o direito de escrever o que lhe passa pelo bestunto e os leitores do jornal têm o direito de rejeitar o que lhes pareça torpe e contrário à tradição do grande jornal do passado.

 

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br 

Campinas

 

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‘SENTENÇAS’

 

Se Luis Fernando Veríssimo quer realmente saber os critérios de determinação da duração das penas, conforme perguntou ao escrever “Sentenças” (12/4, C10), vou explicar (do pouco que sei). A duração da privação de liberdade (ou “tabela”, como referida por LFV) está no Código Penal. A autoridade julgadora pode mudar em relação aos agravantes ou atenuantes. Logo, os critérios nada têm de aleatórios (sim, ainda se usa “aleatório”). Quando à solidariedade aos presos, perdão, a um determinado preso que o autor considera especial, para não ser “obrigado a tomar o sopão da Polícia Federal todos os dias”, respondo haver uma forma de evitar: é só não estuprar, não matar, não roubar, não traficar drogas, não sequestrar e, até mesmo, não se deixar corromper. Difícil? Que nada. Eu sempre fiz isso e estou muito bem…

 

Luciano Nogueira Marmontel automatmg@gmail.com

Pouso Alegre (MG)

 

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CRÍTICA INFUNDADA

 

Veríssimo, ao criticar os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região de Porto Alegre pelo aumento da pena imposta a Lula, de “nove e pouco” para “doze e um mês”, demonstrou desconhecimento dos fatos. Houve um pedido dos advogados de defesa pela diminuição da pena e outro do MPF pelo seu aumento. Os desembargadores decidiram acatar os argumentos do MPF por julgarem bem fundamentados. Não existe, portanto, nenhuma tabela, mas sim bom senso. Veríssimo, sem dúvida, é um bom escritor de ficção, porém, nesse caso real, não deixou de ser tendencioso.

 

José Olinto Olivotto Soares jolintoos@gmail.com  

Bragança Paulista

 

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VERÍSSIMO

 

O sr. Luis Fernando Veríssimo no seu “Sentenças” equivocou-se quanto ao placar do habeas corpus de Lula. Não foi 6 a 5 e sim 6 a 4. Ou será que o voto do Gilmar Mendes vale alguma coisa?

 

Vito Labate Neto vitolabate@terra.com.br 

Mairiporã

 

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A SAÚDE MAL ADMINISTRADA

 

Em seu inconclusivo artigo “A saúde na emergência” (12/4, A2), o senador José Serra diz que o gasto público com a saúde no Brasil é de 4% do PIB, contra 40% na Itália ou Alemanha. Cita a falta de recursos e o subfinanciamento do SUS por conta da defasagem em sua tabela. Pois bem. O SUS, segundo grandes especialistas da área, não é um sistema exclusivamente público, dependendo em boa parte da iniciativa privada, o que significa que seu financiamento vai além dos 4% apontados pelo senador, e que, portanto, a diferença de gastos na comparação entre países é menor. As novas fontes de recursos que Serra diz ser necessário encontrar já existem: tapar os ralos da corrupção e da ineficiência e destinar esse dinheiro às santas casas, entre outras coisas. Dinheiro há, como houve para financiar a construção de estádios na Copa do Mundo, dando circo ao povo e sonegando-lhe saúde. Ao que se observa em São Paulo, não há lógica na administração de consultas, exames e procedimentos realizados pela Prefeitura, que envia pacientes de um extremo a outro da cidade, quando eles poderiam ser atendidos em unidades mais próximas às suas residências.

 

Luiz Leitão da Cunha luizmleitao@gmail.com 

São Paulo

 

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‘NA MOSCA’

 

Acertou “na mosca” o professor Roberto da Matta. Só acho que mais do que desolador é vergonhoso. Chamar um tribunal, que já completa quatro anos julgando uma Operação tão vergonhosa como a Lava Jato, na qual ele está enterrado até o pescoço, bem como uma segunda instância que aumento sua pena de forma unânime de incompetentes e brincar com nossa inteligência. Um mínimo de decência não lhe faria mal.

 

Manoel Mendes de Brito mdebritovoni@gmail.com

Bertioga

 

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DERBI

 

Pelo andar da carruagem, pelas declarações desse delegado Antonio Olim, na TV, jornal, etc., o título já é do Palmeiras. Que vergonha. Até os palmeirenses colunistas de jornais, quem diria. Nem no futebol o brasileiro pode ter mais tranquilidade. Prevalecem as ideologias e preferências pessoais e políticas.

 

Vitor de Jesus vitordejesus@uol.com.br

São Paulo

 

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CR7

 

O astro português Cristiano Ronaldo encantou o mundo esportivo com seu espetacular gol de bicicleta. Já o nosso astro Sérgio Moro encantou o mundo político com seu denodado gol de placa.

 

Nivaldo Ribeiro Santos nivasan1928@gmail.com

São Paulo

 

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O DEVER DE MOBILIZAÇÃO

 

As atenções dos brasileiros nesses próximos meses por certo estarão voltadas aos eventos da Copa do Mundo e das Eleições gerais, um na sequência do outro. Nessa circunstância, é bem possível que a sociedade brasileira como um todo, acabe por arrefecer o controle social que vem exercendo sobre os atuais Poderes da República, permitindo, de tal feita, eventuais surpresas que os políticos e ministros togados estejam a nos reservar. As consequências dessa eventual “negligência” da sociedade em permanecer mobilizada e atenta poderá ser o ambiente que muitos daqueles que decidem os destinos do Brasil estejam a esperar para dar o bote e, quiçá, ferir de morte a Operação Lava Jato. O congresso Nacional está paralisado e por certo nada mais irá produzir daqui até o final do ano, senão as possíveis medidas legislativas oportunistas para impedir que os corruptos sucumbam diante de seus desvios penais, afinal, ali estariam, segundo a conta do mais “honesto cidadão brasileiro” que se encontra preso em Curitiba cumprindo sua parca pena, 300 picaretas. O governo federal, por sua vez, tentará tão somente produzir políticas eleitoreiras buscando melhorar os índices de aprovação popular como se tal lhe fosse possível fazer, enquanto que o Poder Judiciário, por meio do Supremo Tribunal Federal, continuará na sua “nobre” missão de produzir discussões sem sentido e votos de duvidosa imparcialidade diante dos bons propósitos constitucionais. Portanto, todo o cidadão brasileiro tem o dever de observar atentamente o currículo moral dos candidatos aos cargos públicos eletivos antes de colocar o seu voto na urna. Será preciso agir com a máxima precisão analítica para se escolher candidatos capazes de realizar a mudança definitiva destes tempos difíceis e escuros a que estamos submetidos. Todos os cidadãos e fundamentalmente a boa imprensa terão de estar atentos, essencialmente em relação às futuras decisões do Supremo Tribunal Federal, que a partir do próximo mês de setembro sofrerá mudança em sua Presidência e com ela, talvez, a chegada de novas diretrizes ideológicas e filosóficas. Nunca é demais ressaltar que a nossa Constituição é clara ao dispor que “todo poder emana do povo e em nome dele será exercido”. Portanto, exerçamos o poder do voto e com ele o direito de exigirmos um país melhor, sério e que tenha como valor inegociável a moralidade pública.

 

Claudio Antelo claudio@ahantelo.com.br

São Paulo

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