Fórum dos Leitores

O BNDES E O JARDIM DE HUGO CHÁVEZ

O Estado de S.Paulo

10 Março 2013 | 02h09

Dilma Rousseff disse que os latinos-americanos choram a morte de Chávez. Que exagero! Ninguém duvida de que o Brasil é parceiro da Venezuela, mas nem por isso nós, brasileiros, estamos de acordo com a liberalidade com que os governos de Lula e Dilma ajudam a Venezuela por meio do BNDES, que está continuamente patrocinando projetos caríssimos na Venezuela, em detrimento dos próprios brasileiros. Conferindo: em 2003, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pleiteou no BNDES R$ 394 milhões para concluir as obras do metrô da Vila Mariana até o bairro do Ipiranga. Na época, o então presidente do BNDES, Carlos Lessa, e sua área técnica aprovaram a operação, mas Carlos Lessa caiu e assumiu o cargo Guido Mantega, homem de confiança do todo-poderoso José Dirceu, que imediatamente vetou o empréstimo ao governo tucano de São Paulo por estar perto de eleições municipais. Esta obra foi tocada, desde então, com recursos próprios de São Paulo, sem nenhum tostão do BNDES. No entanto, em 2004, o BNDES libera US$ 387 milhões para construção de hidrelétricas na Venezuela e no Equador. Em 2011, o BNDES emprestou US$ 673 milhões para construir o estaleiro dos países da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América) na Venezuela. O estaleiro será operado pela PDVSA, que está devendo US$ 5 bilhões na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, dando o calote na Petrobrás e no Brasil. Em 2012, a Venezuela negociou crédito de até US$ 814 milhões com o (BNDES) brasileiro para financiar a compra de 20 aviões de uso comercial da construtora Embraer. Na época Chávez assim se manifestou sobre este assunto: "Agradecemos muito à (presidente brasileira) Dilma pelo crédito que vai nos dar", assegurando que seu país "precisa contar com uma boa linha aérea". Enquanto isso, projetos que livrassem o nordestino das consequências da seca jamais saíram do papel.  Acho que falta aos nordestinos aprenderem a pôr a boca no trombone e cobrar do governo ações que poderiam estar beneficiando suas regiões castigadas pela seca, ao invés de estar regando o jardim de Hugo Chávez, que Deus o tenha!

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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ÍDOLOS

Se na Argentina o país está mergulhado em várias crises por causa de um ídolo morto há mais de 50 anos (Peron), imagine a Venezuela, que agora ficará com dois mortos para idolatrar: Bolívar e Chávez. Meus pêsames aos venezuelanos. História existe para que não cometamos erros do passado, mas persistir nos erros por idolatria atrasa o país em séculos e séculos. Bem que andam tentando criar um desses "ídolos" por aqui, e ainda bem que a morte para eles está bem longe, assim dará tempo para o povão acordar quando a crise provocada pelos inúmeros erros e incompetências chegar à mesa do brasileiro novamente. Infelizmente, esse choque ninguém esquece. Quem precisa novamente de um novo Sarney para chorar pelas perdas do passado? Inflação galopante ninguém esquece!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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BOLIVARIANOS

Não há a menor chance de a Venezuela melhorar com a morte de Hugo Chávez, porque a cambada e a camarilha bolivarianas são as mesmas.

 

Gilberto Lima Junqueira glima@keynet.com.br

Ribeirão Preto

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NÃO FARÁ FALTA

Mesmo em países subdesenvolvidos, a pretensa perpetuação no poder por governos populistas não é bem vista pela população. (Como a nossa, e Lula bem sabia.) A derrota de Chávez em 2007, quando o povo rejeitou o seu projeto de se reeleger indefinidamente - foi derrotado nas urnas por referendo - demonstrou claramente isso. Ele aceitou a derrota acatando a decisão popular em rede nacional. Mas mudou de ideia quando viu a oposição ganhar governos e prefeituras nas eleições regionais no ano seguinte e autorizou o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) a fazer propostas de emendas à Constituição para permitir a sua reeleição, afirmando estar pronto para governar até 2021 para consolidar o seu projeto da república socialista bolivariana, "se Deus quiser e me der saúde". Não deu. Com apenas 58 anos, o câncer acabou derrotando o seu projeto de poder e a sua vida, assim como o "seu" socialismo de uma república bolivariana, que é na realidade uma forma dissimulada (e populista) de um eterno plano de acabar com a fome e a miséria distribuindo dinheiro público para angariar (comprar) votos eternos dos menos favorecidos, que são a grande maioria destes países, inclusive o nosso, para nunca mais sair do poder (novamente, como o nosso). Esquecem estes déspotas irresponsáveis que o povo precisa de governos que tracem metas buscando a riqueza no desenvolvimento dos países, para gerar emprego e renda aos trabalhadores, e não de esmolas para sempre estarem embutidos numa sobrevivência atroz, na esteira da ignorância e no atraso latente. Foi-se! Não fará falta.

José Eduardo Victor je.victor@estadao.com.br

Jaú

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CONTORCIONISMOS

A Constituição, quando existe, de países com falta de democracia caracteriza-se por seu formato genérico e pouco específico, exatamente para possibilitar interpretações que abram caminho para a  eternização no poder do "comandante", eufemismo de "ditador". É exatamente o caso da Carta Magna da Venezuela. Foi essa fluidez que levou a Suprema Corte daquele país, num contorcionismo constitucional, a decidir-se pela posse de Nicolás Maduro, não determinando a realização de eleições a partir do momento que Hugo Chávez ficou impossibilitado de tomar posse. Agora, no exercício da Presidência, Maduro se vê obrigado a convocá-las, ficando a dúvida se o prazo de 30 dias começa a contar logo após a morte de Chávez ou se dentro deste prazo (30 dias) é que o pleito será marcado, ambiguidade típica da Constituição talhada para operacionalizar a manutenção do poder. Será que há outros contorcionismos a vista? As eleições correm o risco de serem consideradas desnecessárias? Interrogações.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com

Rio de Janeiro

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E AGORA?

A Venezuela vive um impasse. Está com as portas fechadas e, pior, sem Chaves.

 

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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O MODELO CHAVISTA FICA

Na realidade, trata-se de constatar a história em que governantes autocráticos e ditatoriais sempre foram a regra nas pajelanças de governos, desde as eras tribais, até mesmo no feudalismo da Idade Média, e que se tornaram prato cheio na era comunista dos séculos 20 e 21. Tratam-se de povos mantidos na ignorância e até analfabetismo por suas lideranças, as republiquetas latinas, inclusive o Brasil se situam nessa pajelança milenar, e a Venezuela é apenas a história que se repete no atual "chavismo messiânico" de um comunismo escaldado, mas não destruído pela falência soviética. Lamenta-se pelo povo venezuelano, que vive na miséria nadando em petróleo surrupiado por suas elites governantes, aliás, a mesma sina dos povos do Oriente Médio e de outros países "apenas produtores de petróleo".

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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POBRE AMÉRICA LATINA

 

Assisti pelos telejornais ao povo venezuelano comovido com a morte do comandante Hugo Chávez. Para entendermos como um populista, com ares de Fidel Castro, chegou ao poder e mudou as instituições para se perpetuar no poder, calando os opositores e fechando empresas de comunicação contrárias ao seu governo, temos que voltar no tempo. A Venezuela, em sua história recente, conviveu com uma disparidade enorme, ao lado de mansões, habitações luxuosas e carros caríssimos, tínhamos favelas e extrema pobreza. O surgimento do comandante Chávez, que usou o dinheiro do petróleo para distribuir benefícios para a população, agradou esta grande massa desamparada. Estava pronta a receita para se perpetuar no poder e ganhar a simpatia do povo. Este tipo de populista prolifera pela América Latina "comprando" a população e políticos a custa de corrupção e desta forma se perpetuam no governo por longos anos. Mas como não deixar margem para o surgimento destes políticos demagogos? A lição que temos mais próxima vem dos Tigres Asiáticos: investimento em educação e infraestrutura. Foi desta forma que a Coréia do Sul ultrapassou o Brasil, diminuindo a pobreza e produzindo tecnologia de ponta. Enquanto na América Latina a "distribuição" de renda é feita através de políticas assistencialistas tão somente. Desta forma, o Estado perdulário cobra da população um fardo pesado em impostos e tributos, sem um aumento da produtividade ou criação de tecnologia de ponta. Pobre América Latina.

Marcelo do Vale Nunes mvn@portoweb.com.br

Porto Alegre

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PASSADO E FUTURO

As massas populares não se lembram do passado e não entendem o presente. Vivem da esperança e acreditam em quem lhes promete o futuro. Na Argentina, em Cuba, em alguns países europeus e agora na Venezuela as massas acreditaram. Perón se foi, Fidel está indo, e agora Chávez se vai e deixa um país cheio de petróleo, mas repleto de incerteza. No que acredita a massa brasileira?

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

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A AMÉRICA BALANÇA

 

Com a morte de Chávez, a única certeza sobre o futuro da Venezuela é de que será complicado, sombrio e cheio de conflitos. De um lado, Maduro, que deve ser eleito; do outro, a oposição, que corre o risco de ser calada à força se for contra o governo de continuidade de Maduro, que é a única opção. Não existe outra via que não seja manter o poder com o assistencialismo aos pobres, o ataque constante contra a elite e os EUA, pois qualquer mudança por menor que seja rompe o equilíbrio entre povo, governo e Forças Armadas e, com os armamentos comprados por Chávez, a Venezuela pode se voltar contra seus vizinhos como a única saída para justificar o fracasso da revolução bolivariana que sucateou o país e reduziu sua capacidade de extração e refino de petróleo, sua principal, senão única, fonte de renda. Curiosamente parece que o governo do PT aprova a revolução, pois está levando o Brasil aos poucos para o mesmo caminho. Chávez era um falastrão, jogava para a platéia, ameaçava invadir os EUA, entre outros delírios, mas era previsível. Infelizmente, fica pior sem Chávez.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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CHÁVEZ

A morte de Hugo Chávez de certa forma vai servir para a comprovação de que suas propostas e objetivos ultrapassavam o limite personalista que muitos oposicionistas tentam impingir a ele. O questionamento que é feito em relação a qual socialismo ele tentou implantar leva a muitas reflexões. A principal, sem dúvida, tem a ver com o fato de que ainda não se constata um socialismo como o que é empregado em países como Cuba. Mas a política social adotada pelo presidente Chávez vai exigir dos futuros governantes uma visão diferente, para evitar que as elites de antigamente tentem voltar a controlar o poderoso sistema petrolífero. A morte do comandante Chávez é uma grande perda, mas também um grande estímulo para quem vier a substituí-lo e que tudo leva a crer, tem tido uma grande participação no trabalho que ele estava fazendo.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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PENSAMENTO

"Não existe o bem que dure para sempre, muito menos o mal que se eternize"

 

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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O 'DIABO' ELETRÔNICO

Dona Dilma Rousseff mostra ser uma boa aluna, mas, infelizmente e para azar do Brasil, só aprende o que não presta. Segue religiosamente o mau-caratismo de seu criador. Fala de público em "fazer o diabo" na eleição. Para os que não entenderam, isso significa desde agora: o desrespeito às normas eleitorais, como campanha antecipada, dossiês falsos contra futuros concorrentes; vai contratar o especialista Mercadante; aumento dos beneficiários do bolsa-família para consequente aumento de votos para o partido; aumento do valor dos benefícios; criação de novas bolsas - o contribuinte garante. Depois, no dia da eleição, nos grotões do Brasil: distribuição de dentaduras, só a arcada inferior, a superior só se o partido vencer; sandálias Havaianas, só o pé esquerdo (sintomático), o direito só se o partido vencer; mesários escolhidos só entre os militantes do partido e, finalmente, dentro da urna, um diabo modernamente informatizado como escrutinador. Não é sem razão que em todas as eleições em que o PT saiu vencedor, ao entrar na secção eleitoral a fim de exercer minha independente cidadania, senti forte cheiro de enxofre. Acontece que o "diabo" da dona Dilma se esconde dentro das urnas eletrônica.

 

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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PROCEDIMENTO CONDENÁVEL

Dilma dizer que poderão "fazer o diabo" durante a campanha para a eleição presidencial, não é novidade. É o que o PT sempre fez, lembram-se dos "aloprados" e os dossiês falsos? E da quebra do sigilo fiscal da filha de Serra, na Receita Federal de Santo André? Além de tantas outras atitudes condenáveis ao longo do processo eleitoral. Fazem o diabo com a tranquilidade de quem vai à missa dominical, sem se preocupar se o procedimento é ético, apenas confiando na impunidade que é o que vemos, hoje, em nosso país.

Alvaro Salvi alvarosalvi@hotmail.com

Santo André

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VALE TUDO

Serra e Alckmin, nas respectivas eleições presidenciais que disputaram, esconderam FHC e fugiram dele como o diabo foge da cruz. Através de sua esposa, a chilena Monica, Serra chamou a então candidata Dilma de assassina de criancinhas. Em vista disso, a  presidente com certeza sabe que o adversário PSDB fará o "diabo" para derrotá-la  nas próximas eleições.

Wilson Haddad wilson.haddad@uol.com.br

São Paulo

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A PRÉVIA DO DIABO

Entendi. Agora entendi. Depois de eleito e empossado exige-se bom comportamento dos adversários. Friso: dos adversário. Mas antes... Ah, antes! "Podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição", assentou a presidente Rousseff. Entendi o recado. Durante a disputa pelo cargo é a hora do vale tudo: xingar, ofender, injuriar, mentir, inventar, fingir, simular, debochar, dissimular, corromper, prevaricar, peitar, subornar, etc., etc., etc. Não interessa se essas coisas depois viram hábitos, costumes etc., etc., etc. Então, enfim, nós, cidadãos brasileiros, não contamos para nada, nada valemos, a nada servimos senão para, a duras penas, trabalhar muito para pagar os impostos, as contribuições, as taxas etc., etc., etc.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br

São Paulo

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NAS ELEIÇÕES

O diabo veste "Dilma"

 

Jose Rubem Bellato bellato@terra.com.br

Joinville (SC)

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É ISSO MESMO?

Será que eu entendi direito? A presidente Dilma prega que na campanha eleitoral pode-se "fazer o diabo", ou seja,  prometer o que sabidamente não será cumprido, comprar votos, mentir, maquiar estatísticas, omitir informações, gastar exorbitantes somas de dinheiro, é isso mesmo?

Jorge Spunberg jspunberg@gmail.com

São Paulo

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DILMA 'VAI FAZER O DIABO'

 

Nas fotos recentes a presidente Dilma tem se excedido para exibir charme ou para sorrir da lamentável situação que o País enfrenta em várias áreas do  governo, sem solução a curto prazo. Para resolver  o  problema  optou pelo pior caminho: vai "fazer o diabo" para ser reeleita. Vai se enfeitar de chifres  e de asas e usar as patas bifurcadas do diabo para se transformar no espírito maligno, no gênio do mal e no pai da mentira. Será que o Deus brasileiro, substituído por lúcifer, vai dar certo?

Evaristo Ribeiro Filho evaldib@uol.com.br

Barueri

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CONFISSÃO

Dilma confessa, que só respeita o povo durante o mandato. O que ela tenciona ou pretende, dizer com isso?

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn

São Paulo

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'TÔ AVISANDO...'

Pode-se fazer o diabo na eleição, revelou Dilma. Como ela já está em campanha declarada, os adversários que se cuidem: significa que ela já está com o diabo no corpo.

 

Eliana França Leme efleme@terra.com.br

São Paulo

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O DIABO

Segundo a presidente, podemos fazer o diabo durante a campanha... Se vingar e nascer, quem cuidará do bicho?

 

Luiz Antonio Fescina terrasfescina@terra.com.br

Conchas

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PACTO

Que o PT (Dilma/Lula) fez pacto com a direita, o centro e a esquerda eu já sabia, mas com o demo...! Tá explicado.

 

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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PROTEÇÃO DIVINA

Há muito tempo que eu achava que o Brasil do império petista era caso de exorcismo tal o domínio do mal nestes tristes tempos. Dona Dilma acaba de confirmar ao se dispor a mobilizar forças demoníacas e infernais nas eleições. Tá aí. O império petista começou com um presidente tipo Zé Pelintra e vai acabar com uma "presidenta diaba". Que Deus nos proteja!

Alexandre de Macedo Marques ammarques@uol.com.br

São Paulo  

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REELEIÇÃO

A respeito do editorial do "Estadão" de 6/3, "O diabo está na reeleição", só nos resta concluir: a presidente quer manter reeleição todos os aliados, inclusive o capeta. Cruz credo!

 

Eduardo Santalucia Junior santaluc@uol.com.br

São Paulo

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DETALHE

Erradicada a miséria por decreto, falta apenas o registro do POBRE, Partido Oportunista Brasileiro Redentor dos Excluídos...

 

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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A DISPUTA DE 2014

 

A senhora que atualmente está de presidente deste país terminou por definir o lema da próxima campanha presidencial: sem  ética de sua parte e seus correligionários! A disputa será entre Aécio x aético! O maquiavélico "eminência parda" que a comanda (e que não é o "adjunto") deve estar irritadíssimo com a semântica gafe de sua amiguinha. Freud explica!

 

Matheus Marim mmarim@dglnet.com.br

Campinas

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DILMA E OS SINDICATOS

Deu no "Estadão": Dilma abre a porta para sindicalistas e prepara medidas de reaproximação. Esse filme eu já vi: foi na Argentina, décadas de 1940-1950, quando Juan Domingo Perón iniciou a derrocada da Argentina. E deu no que deu... Ou melhor, no que está dando...

 

José de Castro joseh02@terra.com.br

Porto Alegre

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SOLUÇÃO PARA OS MALES

Prevendo dias mais nebulosos ainda em sua gestão que não deslancha, a Dilma, implora apoio junto aos dirigentes dos sindicatos, como divulgou o "Estadão" (4/3/2013). Os sindicalistas sentados num colchão repleto de verbas a fundo perdido, e de fazer inveja a qualquer um, de R$ 2 bilhões por ano (subtraídos dos assalariados sem consulta...), isso graças ao patrocinador de benesses com recursos alheios, o Lula, vão cobrar mais caro ainda por uma possível trégua de possíveis greves. E outros bilhões de reais, quem sabe, se o assunto for pedido de apoio para as eleições de 2014. Esta atual gestão federal é um autêntico governo do "morde" e "assopra". Ou seja, louco para "morder" o lucro dos empresários, como o da redução na marra de preço da energia elétrica, e dos acionistas da Petrobras, levando a estatal a bancarrota. E o "assopra", porque aos seus camaradas e aliados por suas indigeríveis conveniências (lógico que eleitorais) oferece o paraíso, mesmo que seja de forma ilícita, em detrimento do desenvolvimento do País. Porque o objetivo único desta tropa petista é de se perpetuar no poder, e nada mais!

Paulo Panossian  paulopanossian@hotmail.com 

São Carlos

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'CALA A BOCA'

Como são todos uns vendidos, qual será o tamanho do "cala a boca" a ser negociado com o nosso dinheiro? Com certeza o "presidente-adjunto" sabe.

Ariovaldo Marques arimarques.sp@gmail.com

São Paulo

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LULA QUER PADILHA PARA GOVERNADOR

 

Pois é, parece faltar a nós paulistas o brio que sobrava em nossos antepassados, porque não bastasse o Burla contando com a imensa colônia de migrantes do norte-nordeste em São Paulo, ter nos enfiado garganta abaixo com casca e tudo esse inútil do Haddad, agora, só para nos humilhar mais ainda quer eleger outro boneco de ventríloquo seu, o ministro Padilha  que até agora não disse a que veio na área da saúde. O ogro de Pernambuco detesta nós, paulistas, e agora, quer o estado e aí pessoal, sua Lulândia estará  completa. Isso não pode acontecer, nem que tenhamos que nos desligar da federação  e nos tornarmos independentes! Faltam-nos políticos de fibra como o saudoso Mário Covas!

 

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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LULA NA MÍDIA

Muito oportuna a nota da leitora Sylvia Loeb (5/3, A2) que estranha a insistência com que a mídia dá, diariamente, palanque gratuito não só ao Lula,mas também a tantos outros críticos ferrenhos da liberdade de imprensa, a exemplo de Zé Dirceu, Rui Falcão, Genoino, etc., que, com frequência quase diária emitem suas opiniões em espaço exclusivo, acompanhado de fotos de quarto de página. Deixem que falem sozinhos, pois não merecem nem uma nota de roda pé.

Frederico Fontoura Leinz fredy1943@gmail.com

São Paulo

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VITRINE

Parabéns para a leitora Sylvia Loeb: eu venho fazendo essa pergunta para mim mesmo há tempos. Porque tanto espaço dado na mídia ao Lula? Visita do Maracanã com Sergio Cabral, foto, discurso etc. Se as falas dele viessem com algo positivo seria bom. Parece estar de volta o Febeapá de Sergio Porto: festival de besteiras que assola esta país.

 

Nivaldo José Chiossi nchiossi@uol.com.br

São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

Deplorável, injustificável, imperdoável, absurda e melancólica a atitude do ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, insultando o repórter do "Estadão". Barbosa feriu a democracia e a liberdade de imprensa, além de manchar sua biografia. Logo Barbosa, habitualmente tratado como um Deus pela imprensa. Vou esperar a reação do time dos bajuladores do ministro.

Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com

Brasília

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INJUSTIFICÁVEL

"Data vênia", ministro Joaquim Barbosa, que modos são esses, excelência?! O Brasil, encantado com vossa ilibada conduta na condução irretocável do julgamento dos mensaleiros, protesta, veementemente, contra o vosso comportamento destemperado, grosseiro e ofensivo à imprensa, num episódio absolutamente incompatível com quem ocupa a cadeira de presidente do Supremo Tribunal Federal. Foi uma verdadeira aberração, que nenhuma dor de coluna ou estresse da labuta diária podem justificar. Que esse inadmissível tom áspero empregado não mais se repita, em hipótese alguma, caso contrário, nossa admiração por vossa nobre figura é que vai acabar chafurdando no lixo. A propósito, diz o ditado zen budista: "A inveja, a raiva e os insultos, quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo".

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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PERGUNTAS

Não questiono a impetuosidade, a rispidez com que S. Excia usou e respondeu ao profissional do jornal "O Estado de S. Paulo". Muito mais intrigante, e muito, muito estranho, é o fato de o repórter responder ao Sr. ministro Joaquim Barbosa: "Fazer perguntas é o meu trabalho". Assuntos, notícias, fatos, reportagens, escândalos muito mais polêmicos, relevantes têm sido deixado de lado, esquecidos, relevados, pelos jornais - "O Estado de S. Paulo" em particular - e pela mídia como um todo, sem que nenhum repórter, jornalista reivindique e ouse fazer perguntas aos protagonistas e conteste o fato de estar trabalhando e, portanto, fazendo perguntas. Pergunto eu, perguntamos nós, mais de 60 milhões de brasileiros (os que jamais votariam no PT), incluindo um respeitado time de comentaristas, os quais selecionaram um, apenas um fato dentre os mais de 200 que podem, devem ser questionados junto ao ex-presidente Lula, e selecionaram este por ser o mais recente e o mais jogado debaixo do tapete como nunca visto antes na história deste país: Rosemary Noronha. Perguntamos por que os repórteres, jornalistas, ávido por matérias bombásticas - do ponto de vista de escândalos comprovados -, não fazem perguntas ao Lula sobre este assunto?

 

José Paulo Vieira Salles   jpvs68@yahoo.com.br

São Paulo

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A VERDADE DÓI

No País é a primeira vez que temos um presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) como o Joaquim Barbosa, um homem de caráter, coragem e vontade de expor as verdades sobre o judiciário de uma forma geral. Ocasião em que afirmou que os juízes brasileiros têm "mentalidade mais conservadora, pró-impunidade". Pelas citações, provocou uma revolta entre colegas juízes, sendo condenado pelos mesmos e até taxado de desrespeitoso. A verdade dói, não é?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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A VOZ DO POVO

Excelentíssimos senhores presidentes Nino Toldo (Ajufe), Henrique Nélson Calandra (AMB), Renato Henry Sant'Anna (Magistrados da Justiça do Trabalho), desrespeitoso à população brasileira é a falta de vontade política em manter a indignidade das prescrições absurdas que determinam a impunidade a condenados pela Justiça, desde que tenham dinheiro para contratar grandes advogados. Desrespeitoso à comunidade brasileira é fazer prevalecer os privilégios esdrúxulos aos delinqüentes de colarinho branco. Saibam, srs. presidentes, que a grande maioria da população brasileira tem o ministro Joaquim Barbosa como o seu porta-voz. Crie-se uma pesquisa de opinião pública e V. Excias ficarão estupefatas com a concordância nacional às declarações corajosas de Joaquim Barbosa. Ainda há tempo de ouvir o clamor e a voz da maioria silenciosa, que tem certeza que não fosse a voz vibrante do ministro, outro seria o resultado do processo dos mensaleiros.

Fabio Porchat fabioporchat@gmail.com

São Paulo

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'PUXADINHO SEM FRONTEIRAS'

Sou graduando do curso de Psicologia, na Universidade Federal do Ceará (UFC). Gostaria de congratulá-los pelo editorial "Puxadinho sem fronteiras", publicada no dia 6 de março do corrente. Os pontos elencados pela pauta são de grande importância para questionarmos o que o Ciência sem Fronteiras preconiza. A iniciativa do governo federal "a priori" é realmente muito boa. Contudo, nesse pouco tempo de implementação, o programa começou a mostrar suas limitações. Como já relatado pela matéria, a questão da proficiência é uma delas. Por outro lado, alguns estudantes de áreas ditas prioritárias no edital de inscrição no programa estão sendo cortados. Quero considerar o caso específico dos estudantes de Psicologia. O Ministério da Saúde incluiu a Psicologia no rol da saúde a partir da década de 90. Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), vejamos o que diz a Resolução nº 287/98: Relaciona 14 (quatorze) categorias profissionais de saúde de nível superior para fins de atuação no CNS: assistentes sociais, biólogos, biomédicos, profissionais de educação física, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas; fonoaudiólogos, médicos, médicos veterinários, nutricionistas, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais. A categoria está enquadrada na área prioritária da Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde. Em chamadas anteriores já foram aceitos estudantes do nosso curso. Entretanto, embora, como já comprovado, hajam vagas para alocamento de estudantes para países como Canadá e Reino Unido, depois de termos dispêndio consideráveis quantias com exames de proficiência e outros documentos estamos sendo cortados nessa etapa do processo seletivo. Tendo em vista que temos muito a contribuir também em processos de promoção à saúde, não deixaremos de lutar pela reconcessão de vagas destinadas a estudantes o nosso curso. Mais uma vez os parabenizo pelo excelente editorial.

Abnadab de Melo Martins abnadab2004@yahoo.com.br

Fortaleza

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A IGREJA CATÓLICA E NOVOS TEMPOS

 

Os cardeais desejam conhecer o documento de 300 páginas preparado por três cardeais, cumprindo determinação do papa emérito Bento XVI. No referido documento, devem constar as mazelas da igreja católica, inclusive problemas com pedofilia, homossexualismo e casos relacionados com o banco do Vaticano. Venha o papa que vier, precisará S. Santidade estar aberto para os reclamos de uma sociedade, cujas mutações são muito rápidas e irreversíveis, precisando a Igreja Católica posicionar-se em todas elas, de tal sorte que os seus posicionamentos não afrontem os dogmas da Igreja e nem cometam contradições inaceitáveis. Caso contrário, a debandada de fiéis continuará não só no continente europeu, mas nos outros também, porque a falta de compreensão da igreja sobre determinados temas controvertidos ocasionou a falta de apoio de fiéis e mesmo de parte do próprio clero. No mundo contemporâneo as decisões precisam ser rápidas e com fundamentação convincente e adequada.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PAPA BRASILEIRO

Seria grandioso se o sucessor de Bento XVI fosse um papa brasileiro. O que pegaria muito bem no Rio de Janeiro, em julho, quando será realizada a Jornada Mundial da Juventude Católica. Mas sabemos que isso é quase impossível.

José Ribamar Pinheiro Filho pinheirinhoma@hotmail.com

Brasília

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INCERTEZAS

Muitas incertezas pairam no ar sobre a eleição do novo papa. Antes de renunciar, Bento XVI, deixou uma investigação com muitas denúncias de irregularidades na Cúria e no Banco do Vaticano para ser entregue, apenas, ao futuro papa. Aí reside a confusão. Como escolher entre os 115 cardeais o papa se entre eles estão os envolvidos com o escândalo? 

 

Antonio Negrão de Sá negraosa1@uol.com.br

Rio de Janeiro

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