Fórum dos Leitores

Atualizado às 6h05.

O Estado de S.Paulo

14 Março 2013 | 04h23

HABEMUS PAPAM

Bem-vindo, Francisco! 

Habemus papam, e é argentino. O primeiro sul-americano e o primeiro franciscano, representante da ala da Igreja Católica conhecida principalmente pela simplicidade, a mesma que marcou São Francisco de Assis, cujo nome foi escolhido por Jorge Mario Bergoglio. Simples e comunicativa foi a sua primeira aparição. Pessoa de gostos simples, fazia sua própria refeição e teve como característica bater de frente com o governo dos Kirchners. Que sua influência no mundo seja levar as pessoas para o caminho do bem e do respeito, tão difíceis nos dias de hoje. Há muitos anos a Igreja vem perdendo sua real função, envolta em escândalos e politicalha. Esperamos que o papa Francisco consiga levar todos os cristãos de volta para casa. Seja bem-vindo!

BEATRIZ CAMPOS
beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo

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União e esperança

Mesmo o Brasil tendo o maior número de católicos do mundo, o escolhido para ser o novo papa foi o argentino Jorge Mario Bergoglio. Deus permita que ele possa ajudar na união dos povos e trazer mais esperança para todos. Que Deus ilumine o papa Francisco e lhe dê sabedoria para administrar a Igreja num mundo de tanta complexidade como o atual.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI
mmpassoni@gmail.com
Jandaia do Sul (PR)

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Surpresa

Depois de cinco escrutínios, foi eleito o novo papa da Igreja Católica Apostólica Romana. Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, é da América Latina, argentino, e tem 76 anos. Foi uma surpresa para todos os teólogos e a mídia. Isso é uma prova de que tudo o que se falou a respeito da eleição foi apenas "chute" e imaginação.

OLYMPIO F. A. CINTRA NETTO
ofacnt2yahoo.com.br
São Paulo

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Parabéns

Parabéns ao povo argentino, nosso vizinho tão próximo e tão distante de nós em cidadania, educação e cultura. Como se não bastassem os cinco Prêmios Nobel que os argentinos já receberam - dois da Paz, dois de Medicina e um de Química -, ante nenhum do Brasil, agora eles têm um papa. Até o futebol deles é superior ao nosso. Vamos parar de falar mal dos argentinos e nos espelhar naquilo que eles têm de positivo.

RONALDO GOMES FERRAZ
ronferraz@globo.com
Rio de Janeiro

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Votos

Aguentar os hermanos daqui para a frente será mais difícil ainda, e sem "catimba". De qualquer maneira, parabéns a eles, nossos hermanos, e ao papa Francisco. Que tenha um ótimo papado. É isso que nós todos desejamos.

JOSÉ PIACSEK NETO
bubapiacsek@yahoo.com.br
Avanhandava

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Conciliação

Com um papa argentino, Maradona vai se achar Deus. Brincadeiras à parte, desejo boa sorte ao papa Francisco. Que ele consiga reorganizar a Igreja Católica e continuar o bom trabalho de João Paulo II - interrompido por Ratzinger - como pregador da paz e conciliador entre as religiões do mundo.

SÉRGIO ECKERMANN PASSOS
sepassos@yahoo.com.br
Porto Feliz

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GOVERNO DILMA

O Brasil e a inflação

Tivesse a redução de impostos sobre a cesta básica o objetivo de eliminar o absurdo da tributação sobre bens básicos da população como um todo, eu apoiaria. Mas essa não foi a razão, e sim tentar, mais uma vez, controlar a inflação, o que este governo não tem conseguido fazer. A isenção de tributação sobre remédios de uso contínuo seria bem-vinda, mas esta foge da ideia do governo, o que comprova a criação de mais um artifício fantasioso que foi esse sobre os alimentos. Além do mais, pela lei da oferta e da procura, a isenção sobre alimentos poderá ser um tiro no pé, pois poderá fazer crescer o consumo e alimentar a inflação. Eles estão perdidos. Imaginem nós.

CARLITO SAMPAIO GÓES
carlitosg@estadao.com.br 
São Paulo

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Baú de bondades

Quando inventou o índice de Felicidade Interna Bruta (FIB), Jigme Wangchuck, rei do Butão, baseou-o nas conquistas espirituais, dizendo que a riqueza não trazia felicidade, para desviar a atenção do povo e justificar a miséria crescente no seu país. Dilma, que avalia o povo à sua imagem e semelhança, sabe que o brasileiro não é lá muito chegado a essas vãs filosofias e, então, criou o baú das bondades federais genuinamente recheado de coisas materiais, exatamente com os mesmos objetivos do rei do Butão: desviar o foco da miséria generalizada no País e, ao mesmo tempo, ladrilhar com pedrinhas de brilhante o asfalto do caminho eleitoral que pretende percorrer. Há alguns dias anunciou a redução na conta de luz e quase simultaneamente, o aumento do óleo diesel. Ora, temos déficit de energia elétrica desde o tempo em que Dilma era a ministra de Minas e Energia, e toda semana a energia elétrica acaba e demora horas para voltar. A redução na conta, então, é automática, mas os geradores são movidos a diesel, logo, somos sempre os perdedores, por mais que o nhem-nhem-nhém seja o mesmo há dez longos anos. O editorial de 11/3 (A3) sugere as medidas de saneamento das contas públicas para evitar as concessões de "generosidades" que trarão prejuízos futuros: racionalizar os gastos, eliminar desperdícios e aumentar a eficiência do setor público. Por falar nisso, ela, que tinha prometido diminuir o número de ministérios, 38, alguns inúteis, acaba de criar mais um, também inútil, o da Micro e Pequena Empresa, tão somente para acomodar o PSD, ampliando e garantindo o apoio para sua campanha de reeleição... Haja FIB!

CARMELA TASSI CHAVES
tassichaves@yahoo.com.br
São Paulo

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Segundo plano

O que a presidente faz com seus quase 40 ministérios - e milhares de mistérios -, em resumo, é demonstrar que não sabe gastar nem poupar o nosso suado dinheiro. A ambição do segundo mandato comprova, além de falta de autocrítica e de humildade, que ela coloca o Brasil em segundo plano.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT
anchar.fro@hotmail.com
São Paulo

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Ministério da Microempresa

É lamentável ver que o governo cria mais um ministério somente para agradar a um partido. Ou seja, um toma lá, da cá. Muito mais importante seria aprovar o Simples Trabalhista.

ODOMIRES MENDES DE PAULA
odomires@abrampe.com.br
Uberlândia (MG)

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CONGRESSO NACIONAL

Conchavo

'Habemus orçamentum...'

VICTOR GERMANO PEREIRA
victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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FRANCISCO, O NOVO PAPA

“A ti corremos, Angélico Pastor, Em ti nós vemos o doce Redentor. A voz de Pedro na tua o mundo escuta, não vencerão as forças do inferno, mas a verdade, o doce amor fraterno!” (Hino do Vaticano). Jorge Mario Bergolio, a partir de 13 de março de 2013, é para o mundo católico o novo papa, o novo Sumo Pontífice, com o nome papa Francisco. O que quer dizer pontífice? Pontífice quer dizer ponte e tem a função de ligar uma margem à outra de um rio. No caso do sucessor de Pedro, o múnus que lhe foi atribuído é o de fazer a ligação da terra ao céu, numa misteriosa troca de dons.  A ocasião é por demais feliz, no sentido de rendermos graças ao bom Deus, na mais absoluta convicção de que o povo de Deus, com o novo vigário de Cristo na Terra, reavivará a sua fé, através do representante legítimo e visível de Cristo aqui, na Terra, avançando às águas mais profundas, orientados por sua palavra segura, fecunda e esperançosa (cf. Lc 5, 4-7; MT 16, 18 ). Que ele seja um autêntico pai na caridade, num grande esforço de sempre mais proporcionar um estreito relacionamento da Igreja com o mundo contemporâneo, no meu modo de perceber as coisas, igualmente gritante, quando da ocasião do Concílio Vaticano II, tendo por base os princípios doutrinários da mãe Igreja, nestas palavras: “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração” (GS, 200). Visto pelos olhos da fé, o gesto de Bento XVI, que surpreendeu o mundo, revela-nos o sopro do Espírito Santo e que foi humildemente acolhido por todos. Renúncia durante seis séculos era tida como um sinal de fraqueza, mas que agora foi transformado e visto como uma atitude de extraordinária grandeza, na eleição do novo representante de Cristo da Terra, o papa Francisco. Nossa confiança é enorme, sobretudo ao refletirmos sobre a parábola do pai misericordioso (Lc 15, 11-32), porque somos chamados a sonhar com um papa totalmente identificado com o pai da passagem deste Evangelho, no seu amor infinito e acolhedor, que soube no momento exato compreender e compadecer-se da miséria do filho mais novo, num gesto extraordinário de generosidade, ao mesmo tempo que experimentou a alegria e a felicidade de seu retorno à casa. Vamos, esperançosos, contar com um papa que saiba compreender a humanidade, representada pelo filho mais novo, que deixou seu pai querido, numa aventura de assumir e administrar sua própria vida e seus bens, na irresponsabilidade e inconsequência. Igualmente, numa pedagogia marcada pela misericórdia, que saiba ir ao encontro do filho mais velho, que também representa a mesma humanidade, para falar-lhe da necessidade de misericórdia e conversão do coração, diante da dor, da miséria e do sofrimento humano, exigindo-lhe amor, compaixão, solidariedade e ternura. Num mundo marcado pelo pluralismo, na diversidade de pensamentos e opções de vida, alimenta-se sempre mais o sonho de um mundo fraterno e solidário, onde o Espírito Santo aja em toda sua plenitude, através do novo papa Francisco, eleito neste dia 13 março, para a função maior de animar e confirmar os irmãos na fé, na Igreja Católica. A nossa ardorosa súplica ao bom Deus, diante da missão incomensurável, que ele seja causa de grande alegria, além de ser fermento, sal e luz para toda a humanidade, ávida dos seus ensinamentos. Jesus Cristo continua a afirmar: “O que vos peço é que não os tireis do mundo, mas os livreis do mal” (Jo 17, 15). A Igreja vive inserida num mundo onde há pedofilia, homossexualidade e segunda união. Mesmo sendo uma organização de voluntários, espera-se de seus membros obrigações e vínculos, onde não se prescindem clareza e convicção. Na alegria da sua eleição, jamais podemos esquecer que o novo pastor universal tem, através do anúncio do Evangelho e do diálogo, a tarefa de fermentar o mundo e a própria criação, na edificação do reino de Deus e sua justiça. Com a chegada do novo vigário de Cristo na Terra, que o planeta possa ser alegremente contemplado, no sentido de que os cristãos sejam estimulados e fomentados a um grande compromisso de dialogar e cuidar da criação, nas suas mais diversas realidades. O mundo precisa carinhosamente de práticas ecológicas e ambientais, para que a fé da humanidade possa se tornar cada vez mais viva e coerente com aquilo que se acredita.

Geovane Saraiva, padre da Arquidiocese de Fortaleza geovanesaraiva@gmail.com
Fortaleza

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‘HABEMUS PAPAM’

O cardeal de Buenos Aires, arcebispo Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, para surpresa geral, visto não constar do nome dos cardeais mais cotados, foi eleito papa da Igreja Católica. É o primeiro pontífice das Américas eleito para tão importante cargo. Vai chamar-se Dom Francisco I. Nós, brasileiros, estávamos esperançados que fosse eleito para tão importante ofício Dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, que, segundo anunciava a mídia, era um dos mais cotados. A fumaça branca que sobrevoou simbolicamente a Argentina passou bem perto do Brasil. Mas a América do Sul foi merecidamente premiada pelo Espírito Santo. Saudamos o país amigo por tão grande honraria cristã.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis

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O ESCOLHIDO

Cardeal azarão papa eleição.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br
São Paulo

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FRANCISCO I

Até tu, Francisco?! Só porque é argentino tem de ser o primeiro!
 
Gladys Castanho glad-is@ig.com.br
São Paulo

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LATINOS

Primeiro foi Barack Obama, que venceu Mitt Romney com o voto dos latinos. Depois os republicanos dos EUA reconheceram sua força. Agora foram os cardeais no Vaticano que preferiram Buenos Aires... Só espero que Lula não comece a falar espanhol! 

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br
São Paulo

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PAPA ARGENTINO

Volta Bento!

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com 
Vinhedo

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PAPA PACO

Cristina 1 X 0 Dilma

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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A BOLA É NOSSA

Com a confirmação do novo papa, o jornal “Olé”, da Argentina, publicou a seguinte mensagem: “La mano de Diós ­– Maradona, Messi y agora Jorge Mario Bergoglio”. Presumo que os argentinos já se esqueceram de que aqui, no Brasil, já temos o Jorge Mário Lobo Zagalo, “o papa da bola”.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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MAIS ESSA?

“Habemus Papam?” Não! Pero los argentinos sí.

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com 
Bebedouro

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‘HERMANO’

“Los hermanos” devem estar vibrando, muito mais do que se fossem pentacampeões do mundo! Maradona e Messi agora são simples “chicos” perto do novo papa argentino, que se chamará Francisco I. E não era para menos, para um povo de tradições culturais tão variadas – e miscigenadas – a ponto de refletir a opinião mantida de que a cidadania argentina é constituída de “um povo que fala espanhol, tem ascendência italiana e tem cultura europeia”. E tudo isso, tenho certeza, caracterizou uma decisão religiosa, em que prevaleceu o aspecto político, mesmo que democrático. Parabéns, queridos “hermanos”, “los brasileños te saludan”.

Sagrado Lamir David david@powerline.com.br 
Juiz de Fora (MG)

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A MÃO DE DEUS

Se o papa eleito fosse brasileiro, Lula iria pensar que é Deus. 
 
Luiz Antonio Lopes Fagundes luiz.fagundes@hotmail.com 
São Paulo

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LIVRAMO-NOS DO ‘NUNCA ANTES...’
 
Imaginem se o nosso cardeal tivesse sido eito papa, poderíamos ouvir: “Nunca antes neste país um partido elegeu um papa”.
 
Silvio Leis  silvioleis@hotmail.com 
São Paulo

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ERRO

Comete outro enorme erro a minha Igreja Católica ao escolher em nome do Espírito Santo mais um papa ancião (76 anos), inexpressivo sob todas as formas, inexperiente ao jamais ter afrontado casos constrangedores e recorrentes de indisciplina sacerdotal, de infiltração partidária no seio da Igreja, assim como do uso político da instituição como, por exemplo, todos os outros candidatos aventados enfrentaram em suas carreiras, entre eles o “jovem” Dom Odilo Scherer, de firme personalidade e, talvez, até mesmo por isso, preterido! Já o eleito, talvez por ser “dócil” e convenientemente, quiçá, manipulável. A crise na Igreja Católica veio para ficar e, antes, ser postergada ao máximo quanto à hora em que esta deve decidir se retorna ao seu clássico conservadorismo ou se abre em definitivo ao liberalismo.

Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br 
São Carlos

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NOVO PAPA

Acolhemos com alegria a escolha do cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio como o novo papa da Igreja Católica, que adotou o nome de Francisco I. Deus o abençoe e que ele conduza o povo cristão no caminho da paz, da unidade, da solidariedade, do amor incondicional e da oração. Como portador da mensagem de Jesus, que saiba ainda enfrentar os desafios do mundo moderno com mansidão, diálogo e fraternidade, mantendo firmes os valores fundamentais da Santa Igreja.

Célia Leão, deputada estadual joaolage@gmail.com 
São Paulo

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ESPLENDOR

Até como eleitores, os cardeais são privilegiados, pois votam sob os esplendores da Capela Sistina.

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br 
São Paulo

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A TRADIÇÃO DA IGREJA

Uma instituição que não sofreu críticas provavelmente nunca existiu. No curso de sua longa história, a Igreja Católica certamente as mereceu, assim como, também, dada a notável mobilização  da mídia e do público em torno da eleição do novo papa, mostra ao mundo o valor de sua tradição. A figura do bispo de Roma é sem dúvida a melhor imagem que se pode ter do Ocidente, onde ela nasceu e permanece forte graças à manutenção de sua missão apostólica, de seus ritos e liturgia.

Roberto Castro roberto458@gmail.com 
São Paulo

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A IGREJA E OS NOVOS TEMPOS

Estamos em pleno século 21, quando a ciência cura câncer e a comunicação entre as pessoas pelo mundo virtual é instantânea, ao vivo e em cores. Usos e costumes evoluíram e crendices foram desmistificadas. Mas, em Roma, homens vestindo estranhos trajes coloridos, longos como vestidos de mulher, com barretes na cabeça, e anéis nos dedos, isolam-se em câmaras secretas para deliberar qual deles terá direito de sentar-se no trono papal. Tal qual nosso Congresso brasileiro, o Vaticano nada de braçadas na corrupção, mas a figura decorativa de um papa preenche a necessidade intrínseca que a humanidade tem de crer em mitos, tais quais os homens das cavernas. Enquanto isso, pessoas morrem à porta de hospitais, soterradas, afogadas, famintas, atropeladas, drogadas, abandonadas. Quando o ser humano irá evoluir?

Anita M. S. Driemeier lindyta9@gmail.com 
Campo Grande

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BANCO DO VATICANO

O Instituto para Obras Religiosas (IOR), conhecido como o Banco do Vaticano, é um verdadeiro “paraíso” fiscal terrestre. No banco mais opaco do mundo, crimes financeiros e lavagem de dinheiro não são considerados pecados. Tudo em nome do Pai e do dinheiro. Dá para crer?!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com   
São Paulo

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RELIGIÃO E GOVERNO

Dois fatos envolvendo as duas religiões monoteístas com mais seguidores chamaram minha atenção quanto à relação da Igreja com o Estado. O primeiro envolvendo Ahmadinejad, que foi repreendido pelos superiores religiosos por ter abraçado a mãe de Chávez, e a escolha do arcebispo de Buenos Aires para assumir o papado, mesmo havendo uma série de acusações contra ele por envolvimento com a ditadura argentina. 

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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MEDICINA EM XEQUE

A presidente Dilma cometeu gafe imperdoável durante sua presença no velório de Hugo Chávez, afirmando que teria sido melhor para o falecido ex-presidente se tivesse ficado sob cuidados do corpo médico do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para tratar de seu câncer, e não em Cuba! Essa desconsideração da presidente, pondo em dúvida a eficiência dos médicos cubanos, certamente desagrada aos petistas idólatras de tudo de bom e muito de ruim que acontece na terra de Fidel... E provavelmente essa falha grave diplomática da Dilma vem também em decorrência dos desastrosos resultados de seu governo com relação à nossa economia! Ou seja, o pavio sempre curto da presidente parece que está ficando minúsculo.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com 
São Carlos

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CHÁVEZ RESSUSCITADO

Mahmoud Ahmedinejad, abraçado com a mãe de Hugo Chávez (haram! – xiitas não podem encostar em mulheres que não são da mesma família), abusa da ignorância do humilde povo venezuelano. Declarou que Chávez “ressuscitará ao lado de Jesus”. Será que a esta altura o judeu Jesus já teria se convertido ao Islã, bem como o infiel Chávez? Ou será que o islamo-xiita Mahmoud já terá se rendido aos apelos da religião paulina “do amor”? Realmente, será que o Corão promete a não muçulmanos a ressurreição? E a comunistas ateus, em particular? Pobre Jesus! Ressuscitado logo ao lado de um notório antissemita!

Zalman Gift zalmangift@gmail.com 
São Paulo 

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HUGO CHÁVEZ

Vão embalsamar o caudilho. Não pensam em ressurreição?

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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DÚVIDA IMPERIOSA

Diante da estúpida declaração do presidente boliviano de que o câncer de Hugo Chávez e de outras figurinhas sem importância da política tupiniquim foram causados pelos serviços secretos do “império”, precisamos saber de qual “império da coca” ele está falando. Afinal, em matéria de envenenamento global, dizimando futuras gerações, há um dedo muito sujo fazendo acusações levianas e sem fundamento.
 
Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br 
Santos 

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AMISTOSOS DA SELEÇÃO

Li no caderno de “Esportes” do “Estadão” de ontem que a seleção brasileira fará um amistoso na Bolívia contra a seleção daquele país com renda em prol da família do menino Kevin, morto torcendo pelo seu time do coração, num jogo da Taça Libertadores. É um gesto de solidariedade cristã, mas pergunto: Não deveria o Corinthians fazer esse amistoso à sua custa? O que fizeram esse time de futebol mais a famigerada Gaviões da Fiel que ainda não ajudaram a família, já que foram responsáveis pela morte do menino?

Luiz Francisco A. Salgado direg@sp.senac.br
São Paulo

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GOL DO MARIN

Merece aplausos a decisão do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, anunciando que a seleção brasileira fará partida amistosa com a seleção da Bolívia, com toda a renda destinada á família do jovem torcedor boliviano, Kevin, morto atingido por um sinalizador em partida do Corinthians com time boliviano pela Libertadores. O louvável gesto enfatiza de forma marcante a grandeza, a sensibilidade e o desprendimento de Marin. Parabéns.
 
Vicente Limongi Netto limonginetto@hotmail.com 
Brasília

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PROTESTO NA PAULISTA

Em pleno dia de semana, alguns desocupados foram protestar diante do consulado boliviano, em plena Avenida Paulista, em São Paulo, com a finalidade de libertar seus companheiros corintianos presos na Bolívia. Isso bem mostra que alguém anda sustentando essa gente, que em horário de trabalho vai fazer baderna e tumultuar a vida de quem não tem nada que ver com eles. Quem será que mantém esses caras em atividade?
 
Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com 
São Paulo

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ESTATÍSTICA DAS ‘BIKES’

52 ciclistas mortos em São Paulo em 2012 se devem à tentativa em forçar uma cidade não preparada a aceitar o trânsito de um veículo não adequado. Para sua promoção pessoal, o prefeito prometeu inúmeras medidas, sabidamente inócuas, como uma maior fiscalização dos carros. Fabricantes e fornecedores de bicicletas, assim como empresários diversos, buscaram maiores resultados na sua popularização, veículo inapropriado para circular na cidade não preparada. E os politicamente corretos de plantão abraçaram a causa e agitaram manifestações de forma a colocar a população completamente a favor das “bikes” e contra motoristas de carros. Além de erros graves na construção de ciclovias, algumas na contramão do trânsito, funcionam em horários específicos não amplamente divulgados, causando acidentes evitáveis. O pior de tudo é que não existe regulamentação para o trânsito de bicicletas nem educação do ciclista, de responsabilidade da Prefeitura, e o tráfego desses veículos se dá livremente pelas calçadas, faixas de pedestres, travessias com sinais fechados, com uma impressão de que a ausência de regulamentação para disciplinar o trânsito significa que a cidade “liberou geral” para bikes. Oxalá as próximas estatísticas sejam menos ruins.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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CRIME DOLOSO

Diante de decisões judiciais similares à que foi dada ao atropelador do ciclista da Avenida Paulista no fim de semana é que podemos afirmar com plena convicção que no País não temos justiça e, caso a tenhamos, ela é totalmente parcial e tendenciosa. Pois dizer que o crime do atropelamento não pode ser considerado “crime doloso” é simplesmente ridículo, absurdo, incoerente e ilógico. A partir do momento em que o motorista bebeu, estando totalmente alcoolizado e assim mesmo se propôs a dirigir, caracteriza plenamente que assumiu o risco total de “dolo”. Além do mais, gostaria de saber se o tal atropelamento tivesse por uma infelicidade envolvido um filho do juiz responsável pela decisão, Alberto Anderson Filho, se o mesmo se comportaria e teria a mesma conclusão abominável e vergonhosa. 

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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BICICLETAS

Em que pese o direito dos “bikers”, pelados ou vestidos, de transitarem nas ruas, é bom lembrar que isso também exige responsabilidade. O Art. 244, § 1º proíbe “transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias”. Diz também no Art. 58: “Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores”. O que não se costuma comentar é que não são poucos os sustos que os motoristas levam com os “bikers” nas ruas das cidades. Quem nunca topou com um deles no meio de uma avenida e temeu, num possível desequilíbrio do ciclista à sua frente, atropelá-lo? Da mesma forma, conversões “alopradas”, feitas ignorando o princípio básico de todo bom motorista de qualquer tipo de veículo, o de sinalizar suas intenções, são igualmente comuns. Ultrapassagens pela direita, feitas pelo bordo da pista (ou próximo da guia) também causam enormes sustos aos motoristas. Que fique claro: não só os motoristas têm responsabilidades e deveres, mas também os têm os ciclistas, cujo dever maior é o de não expor-se a riscos desnecessários e preservar, acima de qualquer “direito”, a sua própria integridade física. As leis existem para os dois lados.

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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O JÚRI AO VIVO PELA TV E INTERNET

O País assiste ao primeiro julgamento transmitido ao vivo pela internet, rádio e televisão. Resultado da visão moderna do juiz Leandro Bittencourt Cano, de Guarulhos. O público tem a oportunidade de, se quiser, acompanhar integralmente a sessão e tirar suas próprias conclusões sobre o crime, a técnica do julgamento e, inclusive, sobre a conveniência (ou não) de manutenção da própria instituição do júri. Oxalá, um dia, todos os julgamentos neste país ocorram dessa forma. A prática já é aplicada no Supremo Tribunal Federal (STF). Recentemente, assistimos pela televisão às discussões sobre o caso “mensalão”. Se a mais alta corte de Justiça do País transmite ao público, não há razão para que as cortes menores deixem de disponibilizar o seu trabalho. O uso da comunicação também poderia resolver um grave problema: o das audiências. Neste caso, em vez do sinal aberto, o caminho já disponível tecnicamente é a teleconferência, infelizmente ainda rejeitada por parte das autoridades judiciárias. Em vez de ter de levar o detento do presídio para audiências no fórum, muitas vezes distante centenas e até milhares de quilômetros, ele é levado à sala de teleconferência do próprio estabelecimento penal, que interage com o outro ponto de comunicação, na sala de audiências do fórum onde é processado. Desde a década de 90 existem experiências nesse sentido, mas encontramos diariamente pelas ruas os carros de presos que vão das penitenciárias ao fórum e são acompanhados por policiais militares batedores, retirados da sua finalidade de patrulhar as ruas de nossas cidades. E, além do desvio da finalidade dos policiais e viaturas, ainda há o gasto. O Estado de São Paulo despende R$ 52 milhões por ano só na movimentação de presos. Com a teleconferência, boa parte desses recursos seria economizada e ainda haveria a possibilidade de maior rapidez nos trabalhos judiciais. A modernidade está ai, disponível. É só utilizar...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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CASO MÉRCIA

Oxalá a justiça seja feita e o assassino Mizael Bispo de Souza seja condenado á cumprir a pena máxima pelo tribunal do júri. Lamentável que alguém que tenha cometido um crime tão bárbaro e covarde como este tenha ficado tanto tempo em liberdade. Embora a pobre vítima, Mércia Nakashima, não volte mais à vida, a condenação do homicida será, ao menos, uma reparação e um consolo para a sua família e também um exemplo contra a impunidade e contra a violência praticada contra as mulheres no Brasil.
 
Renato Khair renatokhair@uol.com.br
São Paulo

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JULGAMENTO AO VIVO DE MIZAEL

Será que ele vai para o paredão?
 
Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net 
São Paulo

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ACUSAÇÃO PERIGOSA

O advogado de defesa, ao afirmar que a vítima era garota de programa, pensou que é ou vai ser pai um dia? A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deveria se pronunciar em casos assim, pois é inadmissível acusar e não provar. E Mércia era colega de profissão do indivíduo... 

José Roberto Palma palmapai@ig.com.br
São Paulo

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GUERRA PARTIDÁRIA

Começando por discutir em seminário o efeito devastador do governo petista sobre a Petrobrás, o vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman, anunciou guerra contra o PT para defender o País. Será que agora vai? Utilizando de mentiras e redes sociais patrocinadas por estatais para difamar adversários – sustentadas, pois, com dinheiro público –, o que o PT faz é guerra, não disputa. E é justamente aí que a oposição deve dar uma sacudida, acordar, e partir para o enfrentamento. Deve deixar de ser “acadêmico” e pôr a armadura, o colete a prova de balas, e blindar seu candidato a presidente com muita propaganda e falação. E, o mais importante, trazer a realidade à superfície, fiel aos fatos. Não pode, em momento algum, acomodar-se diante de tantos números falsos, de tanta ilusão vendida, de tantas promessas jogadas ao vento e nunca cumpridas pelo Partido dos Trabalhadores. Que defendam o Brasil com verdades, com promessas a serem cumpridas, com perspectivas moralizadoras, com ações fundamentadas, numa satisfação ao povo que não aguenta mais tanta desfaçatez e faz-de-conta, permitindo ao País a retomada do desenvolvimento.

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 
São Paulo

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OPOSIÇÃO VIVA

Aleluia! Finalmente a tucanada desceu do habitual muro. Essa declaração de “guerra” ao PT é bem-vinda, necessária e deve ser respaldada por todos os verdadeiros democratas deste país, uma vez que os petralhas não medirão nem esforços nem recursos, públicos ou “não contabilizados”, para perpetuar-se no poder e continuar a destruição sistemática deste país. Acordem, brasileiros, antes que seja tarde. Fora PT.

Renato Pires repires@terra.com.br 
Ribeirão Preto
                          
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SEIS POR DUAS DÚZIAS

O governo anuncia “novidades” no setor sindical, com o fim do imposto sindical, hoje eufemisticamente denominado “contribuição”, que seria substituído, depois de algum tempo (quanto?) por uma “taxa negocial”, que poderia chegar a até 1% do salário mensal do trabalhador. Ora, se o atual imposto é cobrado à razão de 1/30 avos do salário mensal, uma vez ao ano, e a “taxa negocial” poderá chegar a 1% do salário, todo mês, os trabalhadores sairão perdendo, pois terão descontados 12% do que terão recebido ao cabo de um ano, sem contar o décimo terceiro – a menos que o pagamento da “taxa negocial” seja opcional; e se não o for, continuará sendo um imposto, majorado e com nova denominação. Um ponto omitido nesta proposta é a manutenção das contribuições acessórias, como a confederativa, a assistencial e outras, oponíveis, com muita dificuldade, somente por trabalhadores não associados a sindicatos. Dos associados, essas agremiações cobram ainda mensalidades. As informações dadas por Gilberto Carvalho omitem que, para usufruir os benefícios citados por ele, é preciso ser associado aos sindicatos. Pelo jeito, a proposta é trocar seis por duas dúzias, ou mais...
 
Luiz M. Leitão da Cunha luizmleitao@gmail.com 
São Paulo

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OPCIONAL

O trabalhador não tem nada contra com relação ao valor de cobrança da taxa sindical. Isto é, desde que seja facultativa. Caso contrário, é apropriação indébita.
  
Ulysses Fernandes Nunes Junior twitter: @Ulyssesfn 
São Paulo

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SÓ MUDA O NOME

Parabéns, trabalhadores do Brasil (47 milhões), nossa presidente vai acabar com o Imposto Sindical. Sabe aquele dia de trabalho que você doa anualmente a esta cambada de vagabundos (quase R$ 2 bilhões anuais)? Pois é, pode tirar o sorriso do rosto, ele não vai acabar, vai apenas trocar de nome, passará a ser chamado de “taxa negocial”. Chique, não é mesmo? Quanto a você, trabalhador brasileiro, continuará patrocinando “a farra dos barbudos”. Uma pergunta aos 47 milhões de brasileiros: alguém de vocês, respondam francamente, já recebeu algum benefício de algum sindicato? E por que será que todos os líderes sindicais usam barba?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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NOVO IMPOSTO SINDICAL
 
O governo federal está costurando um novo imposto sindical. Sem anestesia e diretamente com na pele dos trabalhadores. O Imposto Sindical deveria sumir, desaparecer, ser extinto, etc., da já pesada carga tributária que pesa sobre o salário do trabalhador. Esta nefasta “contribuição sindical” equivalente a um dia de salário – que representa 0,28% ao ano – só serve para custear a promoção dos pelegos sindicais a cargos políticos. Praticamente pouco é devolvido aos empregados na forma de serviços e ou programas sociais. Não bastasse tudo isso, vêm os “bad boys” do governo, liderados pela CUT, Força Sindical, CGT, Brizola, Gilberto, etc. propor um novo imposto, que poderá custar até 1% sobre os salários da classe trabalhadora. E o que pior: dentro de um período de transição, será cobrado cumulativamente com aquele já existente. 

João Batista Piovan jbpiovan@gmail.com 
Osasco 

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QUE GANHEM PELO QUE PRODUZEM
 
Proveniente de época ditatorial de Getúlio Vargas, o Imposto Sindical é, na verdade, um tributo que onera o trabalhador e não lhe dá possibilidades de reivindicações sindicais. Merece ser extinto, modificado ou substituído, da mesma forma que a nossa vetusta Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1940. Parece que a intenção da presidenta Dilma é a de alterar o tributo para uma taxa que o sindicalizado pagará, mas com ampla possibilidade de exigir reciprocidade do sindicato a que pertence. Não há mais sentido que as entidades sindicais fiquem mamando nas tetas governamentais e sem nenhum compromisso praticamente de demonstrar retorno em benefícios para o trabalhador. Está, pois, mais que na hora de se alterar a benevolência do governo para as entidades sindicais. Elas precisam ganhar pelo quanto fazem e produzem.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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LIBERDADE DE NEGOCIAÇÃO

De acordo com noticiário, o governo Dilma abriu a pauta para a discussão sobre o imposto sindical, visando a outras formas de financiamento dos sindicatos. É uma ótima iniciativa, se tiver o sentido de garantir a livre associação dos empregados e dos patrões como preceitua o item XVII do artigo quinto da Constituição federal. E essa liberdade também compreende a eliminação de toda contribuição compulsória. Se pelos idos de 1940 esses modelos de sindicalismo foram necessários, hoje afrontam os anseios da população. Na área dos empregados o sistema atual abrange 42 milhões de trabalhadores com carteira assinada num contingente de 110 a 120 milhões de pessoas economicamente ativas. A meu ver, deveria ser permitido que os empregados escolhessem o seu ou os seus representantes para tratar das reivindicações e aumentos salariais coletivos e outras de caráter trabalhista. É comum a empresa com inúmeros empregados contar com uma associação dos seus empregados, formada e mantida de forma voluntária. Os representantes poderiam tratar dos interesses dos empregados diretamente com a direção das empresas, dispensando intermediários. Na área patronal também proliferam as associações de produtores e fabricantes, todas formadas e mantidas também de forma voluntária. Na área de comércio são bastante atuantes e ativos os Clubes de Dirigentes Lojistas (CDLs), reunindo voluntariamente grande porcentagem dos empresários. Com as mudanças na área da representação dos empregados, tornam-se obsoletos os sindicatos patronais, tão essenciais no passado. A pauta é abrangente e, por conseguinte, o tema suscita amplas discussões. E considero conveniente que sejam disseminadas e documentadas.

Helio Mazzolli mazzoli@terra.com.br
Criciúma (SC)

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