Fórum dos Leitores

Atualizado às 8h56.

O Estado de S.Paulo

23 Março 2013 | 02h05

GOVERNO DILMA

Nomenclatura

Conforme publicado pelo Estadão (22/3), os prédios que estão sendo construídos com verba do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida para receber desabrigados pelas chuvas de abril de 2010 no Morro do Bumba, em Niterói (RJ), já apresentam rachaduras e ameaçam desabar. Que tal mudar o nome do programa para Minha Casa, Minha Morte?

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo  

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Dá para acreditar?

A tragédia que aconteceu há três anos no Morro do Bumba serve bem para ilustrar a vergonhosa ineficiência e o descaso dos governantes brasileiros para com o povo que os elegeu, outorgou-lhes poder e lhes paga regiamente. Os apartamentos simples e de fácil construção, incluídos no programa Minha Casa, Minha Vida, que levaram todo esse tempo para ficar prontos (?!), estão ameaçados de ruir e terão de ser reconstruídos antes de serem entregues aos desabrigados! É a mesma ineficiência e o mesmo descaso da falta de infraestrutura no País e busca de soluções para o escoamento da supersafra de grãos, que provoca filas quilométricas nas estradas que levam ao Porto de Santos, encarecendo e tornando menos competitivos os nossos produtos. Exemplos como esses poderiam ser citados nas áreas da educação, da saúde e em tudo o mais de que dependemos do governo para satisfazer as necessidades e resolver os problemas do povo brasileiro. E, apesar disso tudo, o povo ainda aprova o governo Dilma Rousseff e dá à presidente uma aprovação pessoal de 79%. Dá para acreditar?

RONALDO GOMES FERRAZ

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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Fiscalização 'drástica'

Que tal a sra. presidente fiscalizar melhor o destino de toda essa verba para as tragédias causadas pelas chuvas? Não lhe parece esquisito que todo ano seja a mesma coisa? Não lhe dá a impressão de que nada é feito? Já ouvi dizer que tem muito prefeito aí pelo Brasil virando sapo de barriga para cima pedindo chuva. Sugiro uma fiscalização "drástica" e reparos nos ralos por onde toda essa grana está sendo escoada.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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Seca no Nordeste

O governo está gastando milhões na construção de estádios de futebol pelo País, mas virou as costas para o povo do Nordeste, que tanto sofre com a seca. Parte desse dinheiro deveria ser destinada aos nordestinos, que desejam apenas produzir para seu próprio sustento, plantando e criando gado, o que seria perfeitamente possível se o governo lhes desse a atenção merecida, enviando recursos para a construção de poços e açudes, ou, então, não fizesse das obras públicas mais uma forma de desviar dinheiro, caso da transposição do Rio São Francisco, que no papel é um megaprojeto e na realidade é sinônimo de ladroagem, abandono e desperdício. Dilma faz questão de ir à TV dizer que tirou milhões de brasileiros da miséria, mas se esqueceu do povo do Nordeste, que nem tem água para beber e vê suas criações morrendo de fome e sede. Por que tanto dinheiro para estádios e nada para quem de fato precisa?

ALBERTO ALEXANDRE MACHADO

al_amachado@yahoo.com.br

Paranavaí (PR)  

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PODER JUDICIÁRIO

Conluio juízes-advogados

As representações dos juízes e advogados reuniram-se para contestar a mais recente manifestação polêmica do ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF. Sua alegação de que juízes e advogados fazem conchavos espúrios merece algumas reflexões. Primeiro, não era normal a divulgação de declarações de juízes do STF na mídia, como está ocorrendo. Segundo, da forma generalizada como Barbosa se manifesta, deixa todos no mesmo patamar: os sérios e honestos junto com os que porventura cometem deslizes. Por fim, se ele faz a afirmação é porque conhece casos que sustentam sua tese. Logo, tem de tomar as medidas adequadas.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos  

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Ética e barbárie

O ministro Joaquim Barbosa afirmou não só que há "conluio" entre juízes e advogados, como também que muitos juízes deveriam ser afastados de seus cargos. Em vez de a OAB e as associações de juízes promoverem atos de repúdio às declarações do ministro, deveriam aproveitar a oportunidade para realizar, com coragem, uma completa apuração da realidade em que se encontra a magistratura no Brasil, tomando medidas transparentes para restaurar o respeito de seus associados. Assim estariam agindo para tirar o Brasil dessa situação tão prejudicial às nossas instituições democráticas. É necessário reconhecerem que a "barbárie" está se instalando no País mais pela frouxidão quanto à ética, que facilita conluios, nepotismos e a ganância excessiva dos que deveriam dar o exemplo aos demais brasileiros.

SILVANO CORRÊA

scorrea@uol.com.br

São Paulo

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Corporativismo

Enquanto o corporativismo imperar no Judiciário, jamais poderemos retirar dessa instituição os maus elementos, que tanto mal fazem ao País. Joaquim Barbosa não mentiu, sendo notório, até para quem não milita na área, o favorecimento de alguns juízes aos pedidos de políticos, colegas de toga e grandes bancas de advocacia do País. Assim, é totalmente descabida a indignação da AMB, da OAB e da Ajufe diante das declarações do presidente do STF. Essas entidades prestariam um grande serviço ao País se, em vez de repudiar tais declarações, colaborassem para o saneamento da Justiça, o único meio capaz de recuperar a credibilidade de que falam.

ANA MARIA CARMELINI

anacarmelini@yahoo.com.br

São Paulo

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Subserviência

Por muito tempo se pensou que o Judiciário fosse um Poder à parte, longe das maracutaias. Agora que vazaram certos e-mails e veio à tona pedido de juízes privilegiando filhos de amigos, podemos imaginar como se sentem os que trabalham duramente e seguem à risca o rigor imposto pela magistratura. Se o "colega" Jorge Hélio chegou a deferir liminar a pedido, como se sentirá perante a sociedade que toma ciência das mais abjetas decisões há tanto tempo guardadas a sete chaves? O ministro Joaquim Barbosa vem sendo espezinhado por uma turma que não está contente com sua atuação no caso dos mensaleiros. Esses mesmos que criticam Barbosa são os que por trás das cortinas sempre tiveram privilégios. Que vergonha e que falta de hombridade dessa gente que ocupa cargos tão altos e de tamanha importância! Não por acaso, vem sendo dita cada vez com maior convicção a frase "o bom advogado conhece as leis, o melhor conhece o juiz". E já dizia Rui Barbosa: "A existência do elemento servil é a maior das abominações".

LUCIANA LINS

lucianavlins@gmail.com

Campinas

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MANTEGA, O HUMILDE

Respondendo sobre os erros nas previsões da economia, disse o ministro Guido Mantega: "Diga quem acertou? Eu vou dar o Prêmio Nobel de Economia". Humildade pura. Foi só uma pequena confusão, eis que, sonhador como ele é, achou que já tinha sido nomeado presidente do Banco Central da Suécia.

Sérgio Barbosa

sergiobarbosa@megasinal.com.br

Batatais

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A BOLA OPACA

Guido Mantega brinca com coisa séria com suas explicações sobre os resultados pífios da economia, respondendo ao senador Álvaro Dias. Pelo andar da carruagem, sua "bola de cristal" há muito está completamente opaca, desde que dava pitacos na Economia nos idos do governo de FHC. Por muito menos qualquer governo sério já o teria trocado, mas a obstinação por suas convicções doutrinárias impedem sua saída.

Leila E. Leitão

São Paulo

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GUERRA E PAZ

A situação política envolvendo Israel e seus vizinhos não terá solução porque não é de interesse de nenhuma das partes. O editorial "Obama fica nas palavras" (22/3, A3) aponta uma radiografia preocupante da visão dos Estados Unidos sobre a questão e a mistura explosiva de história, religião e petróleo. Entendo que as negociações para um processo de paz na região podem até acontecer, mas sempre estarão longe da paz absoluta, situação de não conflito. A paz não justificaria a indústria bélica, a sustentação de exércitos qualificados e a sina expansionista. Que a história remodelada pelos países no Oriente Médio não provoque uma guerra de dimensões mundiais com nova investida no extermínio de povos e culturas.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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ESTADO PALESTINO

Na sua visita a Israel, o presidente norte-americano, Barack Obama, disse que a paz é fruto da justiça e insistiu na legitimidade da criação do Estado palestino. Mantendo a neutralidade e discrição, o líder americano falou que cabe a cada um construir o amanhã que se deseja, com ou sem violência. Os assentamentos não podem invadir ou ocupar o território palestino. A força e a guerra, ao que tudo indica, estão descartadas, pois cada povo deve ter suficiente discernimento para se autotutelar, eis a lição deixada no solo por onde Cristo há milênios tentou, mas não conseguiu, pacificar os espíritos.

Carlos Henrique Abrao

abraoc@uol.com.br

São Paulo

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PAPO FURADO

Essa visita de Barack Obama ao Oriente Médio, basicamente Israel, visa somente a atender interesses econômicos dos EUA, fazendo média com os israelenses, grandes investidores de seu país. As invasões absurdas da Cisjordânia, Faixa de Gaza, Colinas de Golã e Península do Sinai continuarão se expandindo com assentamentos ilegais e criminosos, com o eterno aval norte-americano. Obama, para disfarçar, bate um papo furado com Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, que não leva a resultado prático algum.

Habib Saguiah Neto

saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

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BARBÁRIE

Associações de juízes e advogados se uniram em repúdio às acusações feitas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, acusando haver conluio entre eles. Alegam que tal acusação de Barbosa afeta a credibilidade do Judiciário e remete o País à barbárie. Lamentamos informar que a credibilidade do Judiciário já está comprometida faz tempo, como também o País se encontra em situação de barbárie há mais de dez anos, desde que o PT assumiu o comando.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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QUE JUSTIÇA NOS PROPORCIONAM?

As associações de magistrados e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) perderam uma magnífica oportunidade de ficarem caladas. Até o mais analfabeto dos brasileiros sabe que há "conluio entre juízes e advogados" no País, conforme afirmou Joaquim Barbosa. Sabe-se que o abrandamento de penas é uma prática comum e também, muito relatadas, as "vendas de sentenças". São práticas comuns em nossa justiça, relatadas diariamente pela imprensa e que vinham sido fortemente combatidas pela ministra Eliana Calmon e, agora, pelo ministro Joaquim Barbosa, com o apoio importante do Ministério Público, representado pelo ministro Roberto Gurgel. Não cabem as reclamações contra o pronunciamento do ministro Barbosa, dado que nossa justiça tem sido culpada e responsabilizada por impunidades, demoras propositais em processos, mau funcionamento em registros com processos há décadas atrasados, com pobres sem atendimento em mais de 70% das comarcas, contrariando a Constituição, com presos sem acusação há dez anos em prisões. Juízes são funcionários públicos bem pagos e com cargas de trabalho muito inferiores às demais categorias. Acresça-se que os advogados tiram grandes e conhecidos proveitos dessa situação de justiça caótica. Quando se diz que não há justiça no Brasil, um dos motivos foi o apontado pelo ministro Barbosa, com muita propriedade e certamente, com a concordância da maioria da população. Que justiça juízes e advogados nos proporcionam?

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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RODEIO

Na arena da conivência, o ministro Barbosa demonstra não temer pegar touro a unha...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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CAMPANHA CONTRA BARBOSA

O ministro Joaquim Barbosa afirmou haver "conluio" de juízes e advogados depois de saber de uma troca de emails que demonstrava favorecimento à Lilian Tourinho, filha do conselheiro Tourinho Neto, que não estava mais gostando de ficar ocupando uma vara no Pará e queria apressar sua ida para Salvador, mesmo que ela não tivesse cumprido o mínimo de tempo necessário para poder ser removida. O pedido do seu pai foi deferido, mas o e-mail vazou, e o conluio ficou comprovado (parece que o Céu está conspirando a favor do povo brasileiro). Só que agora juízes e advogados se unem contra a crítica de Joaquim Barbosa alegando que ele usa métodos da ditadura, generaliza e "afeta o Judiciário e o Estado de Direito democrático" remetendo o País à barbárie. Este discurso usa o linguajar da militância, é nada mais é do que o resultado do julgamento do mensalão que se faz sentir sobre o maior responsável pelo seu êxito: tentam enxovalhar a figura e o trabalho de um ministro que nos encheu o peito de esperança de que este país pode dar certo, sim! A propósito, gostaria de ter visto uma manifestação de repúdio ao menos por parte da OAB e destes senhores da Ajufe quando João Paulo Cunha e José Genoíno foram indicados para integrar a Comissão de Justiça da Câmara Federal, dois petistas condenados no julgamento do mensalão. Neste caso, nenhum destes se indignou!

Mara Montezuma Assaf

montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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JUÍZES E ADVOGADOS

Ambas as categorias, que integram a administração da Justiça, precisam pautar-se de acordo com a ética estabelecida em seus respectivos regulamentos e normas de conduta. Os magistrados seguem a Lei Orgânica da Magistratura, mas devem sempre ter o lema de que a moralidade é o pressuposto essencial do exercício da judicatura. Já os advogados ficam adstritos ao Estatuto da OAB e ao Código de Ética Profissional, cujas prescrições determinam, também, o respeito às normas éticas e tendo a moralidade como pressuposto do exercício da advocacia. Quando o magistrado pauta sua conduta, costumeiramente, pela ética e pela moralidade, dificilmente o advogado terá oportunidades de manter relações anômalas com o magistrado, porque o respeito precede as conversações e despachos ou esclarecimentos. Assim, o referido conluio, de que o eminente presidente da Suprema Corte fala, ocorre quando o magistrado abre a guarda e possibilita as insinuações ou manifestações anômalas e não compatíveis com o exercício de ambas as profissões. Mas ambos podem ser culpados e ambos podem e devem ser punidos, em nome de uma Justiça com ética, dignidade e moralidade.

José Carlos de C. Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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ECO

Ao levantar "dúvidas" sobre a existência de um conluio entre juízes e advogados, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Joaquim Barbosa, firmou aquilo que o povão vem falando, desde as indenizações milionárias que foram abocanhadas pelos supostos perseguidos da "ditadura". Esperamos que as palavras do ministro tenham produzido um eco suficiente para acordar toda a Justiça do brasileira.

Leônidas Marques

leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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NOVA INVESTIDA

Esse mesmo pessoal que move essa vergonhosa campanha buscando desmoralizar o ministro Joaquim Barbosa fez o mesmo com a ministra Eliana Calmon, quando ela instituiu medidas moralizadoras no tempo em que era a corregedora do Conselho Nacional de Justiça. São as mesmas s associações, os mesmos grupos, os mesmos líderes corporativistas. Assim como não conseguiram com Eliana Calmon, não conseguirão com Joaquim Barbosa, que mora no coração dos brasileiros, e que nos emociona por sua trajetória de vida e por sua coerência ética.

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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HAJA 'CONLUIO'

O Legislativo não legisla e, quando o faz, faz em benefício próprio, enquanto isso o Judiciário só julga em cima dessas e outras leis superadas. Este é o verdadeiro conluio que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) não pode e não quer dizer abertamente para não piorar ainda mais a imagem do Judiciário. Vivemos num regime "demosocialítico" da impunidade, onde os da "cúpula" se enriquecem à custa dos mais humildes que votam satisfeitos em troca das bolsas do assistencialismo, um verdadeiro estelionato eleitoral. Só não acontece nada porque é muita gente participando de$$a$ vantagen$. Haja conluio!

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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BARBOSA DÁ IBOPE

Eliana Calmon deixa seguidores depois que passou brilhantemente à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em que denunciou colegas magistrados por condutas desabonadoras. E na mesma linha de Eliana, Joaquim Barbosa, o implacável relator do mensalão, e que hoje também comanda o CNJ, afirmou corajosamente haver conluio entre juízes e advogados, e que muitos magistrados deveriam ser colocados para fora da carreira. O que levou a OAB e a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) a criticá-lo. Mas, mal sai esta notícia divulgada pelo "Estadão", depois de 24 horas, pelo mesmo jornal, tomamos conta de que por um e-mail vazado se levantam suspeitas de favorecimento (ou conluio) à filha de Tourinho Neto, juíza Lilian Tourinho, que pretendia participar de um concurso de remoção do Pará para Salvador! E para que nada fique sem uma prova cabal, e ao mesmo tempo acalmar os apressadinhos da OAB e do AMB que se acham intocáveis, o "Estadão" publica para não deixar nenhuma dúvida, inclusive o tal do nebuloso e-mail... E por toda essa história, é bom afirmar que, na falta de um Rui Barbosa, hoje nós temos o Joaquim, que demonstra como objetivo maior da sua atividade pública, servir com honestidade, coragem e competência as nossas instituições!

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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TOURINHO NETO

O desembargador Tourinho Neto, além de conceder alvarás e liminares que extrapolam ao bom senso, teima em sair na defesa de calhordas deste país. É incrível a postura desse magistrado. Em causas mais estapafúrdias ele está sempre de plantão e apto a atender quem o procura. Agora, no CNJ, bateu boca com o ministro Joaquim Barbosa. Quem desconhece os conluios existentes? Onde o dinheiro fala, a verdade cala. Deveria ter vergonha de olhar-se no espelho.

Sebastião Paschoal

s_paschoal@hotmail.com

Rio de Janeiro

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FAVORECIMENTO

Esse juiz de nome Tourinho é o mesmo que invariavelmente soltava o Cachoeira e agora pede agilidade no processo da filha no CNJ. A revogação da liminar ficou pior do que sua manutenção, pois deixou transparecer a imagem de favorecimento da filha do juiz que pretendia ser removida. Tomara que o ministro Joaquim Barbosa dispare uma sindicância para apuração da verdade.

Yvette Kfouri

Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

Este é o cara, veja por que: fui indenizado por uma desapropriação de uma área por R$ 7,00 m2, e, posteriormente, em outra área confrontante, um juiz de Araguari (MG) aceitou nova avaliação por R$ 0,29 m2. Será que é só este que age assim no País?

Odomires Mendes de Paula

odomires@abrampe.com.br

Uberlândia (MG)

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OPORTUNIDADE

O ministro Joaquim Barbosa afirmou haver "conluio" de juízes com advogados e que muitos deveriam ser afastados dos seus cargos. Sabemos que existem muitas outras razões motivadas por ganância, poder e desvios de conduta, simplesmente porque são humanos. Em vez da OAB e da Associação dos Juízes Federais manifestarem atos de repudio às declarações verdadeiras do ministro, deveriam aproveitar a oportunidade para realizarem, com coragem, um diagnóstico da realidade em que se encontra a magistratura no Brasil e tomar medidas para restaurar o respeito e a integridade de suas associações. Assim, estarão eles agindo com integridade para tirar o Brasil desta "barbárie".

José Carlos Costa

policaio@gmail.com

São Paulo

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O SILÊNCIO DOS BONS

Todos os cidadãos de bem do Brasil sofrem com o desesperador regime de corrupção assumido descaradamente pela administração petista. A corrupção está implantada nos Três Poderes, que em tese, existem para proteger e zelar pela sociedade. Ouve-se apenas uma voz levantar-se, ainda que timidamente, contra essa realidade: a voz do ministro Joaquim Barbosa. Fala-se muito do silêncio "dos bons", culpado pela instalação do mal nos poderes públicos. Discordo disso: os bons somos nós, que todos os dias protestamos contra as injustiças e roubalheiras, e não somos ouvidos. O grande problema é o silêncio de quem tem o poder de mudar alguma coisa e se omite: o grande culpado é o silêncio "dos poderosos". Poderosos calados, comprados e vendidos, que se locupletam enquanto o país afunda na deterioração moral e material. Haverá neste Brasil de 194 milhões de habitantes mais alguém da cúpula dos poderosos disposto a lutar pela decência e pelo fim da impunidade, ao lado do ministro Joaquim? Ou devemos nos conformar definitivamente com o futuro cubano que nos destinam?

Anita M. S. Driemeier

lindyta9@gmail.com

Campo Grande

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JURAMENTO PARA QUÊ?

Para que serve aquele ato, tão solene na formatura, o emocionante juramento profissional? Vejamos: Médica é acusada de "aliviar o sofrimento humano" na UTI; dedos de silicone nos lugares de plantões médicos; advogados chafurdados até o pescoço de "conluios" e denunciados pelo próprio presidente do STF. Acho que não foi por acaso que tal juramento foi implementado pelo célebre médico da Grécia antiga, Hipócrates (460-377 a. C.). É muita hipocrisia aliada ao jeitinho brasileiro.

Rodolfo Jesus Fuciiji

fucijirepresentacao@ig.com.br

São Paulo

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PLANTÕES MÉDICOS

Se médicos do Samu estavam fraudando o ponto em Ferraz de Vasconcelos e por isso foram afastados de seus postos seria bom fiscalizar nessa linha de plantões o que anda acontecendo. Corre à boca pequena que estudantes de medicina estão dando plantões usando Conselho Regional de Medicina (CRM) de médicos e depois o valor é dividido. Até ninguém descobrir a fraude está tudo muito bem, os doentes é que precisam rezar, já que hoje quando vamos ao médico o diagnóstico ouvido é quase sempre esse: ou é vírus ou é bactéria. Pobre país, onde quer que se vá a corrupção está solta. A miséria é tão grande nesse país que estudantes com a desculpa de arrumar uma grana aceitam burlar as leis. Esses são os médicos que o futuro reserva aos brasileiros. Esses estudantes deveriam estar estudando para se aprimorar e não se especializando em dar golpes.Onde há fumaça há fogo.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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BURLANDO O PODER PÚBLICO

Temos lido notícias preocupantes sobre o desprezo da ética e da honestidade por alguns profissionais da medicina no Brasil. Seja na enfermagem, na administração ou na medicina propriamente dita. Ora são médicos cometendo erros inaceitáveis para quem tanto estudou e vive para salvar vidas. Ora temos casos de profissionais sendo acusados de fraude na pratica da medicina. Em Curitiba médicos sendo demitidos e processados pelo Ministério Público acusados de formação de quadrilha, homicídios e muito mais. Em São Paulo e na cidade de Sorocaba alguns meses atrás médicos foram flagrados batendo o ponto eletrônico e depois saindo à francesa para ficarem dando expediente em seus consultórios. Sendo que ao final do mês recebiam seus salários intactos do Estado. Alguns foram demitidos outros tantos nem tanto, uma leve admoestação e os doutores da ética lá estão dando seus expedientes completos ou não. O Estado é pai e mãe da corrupção e da imoralidade, logo, deixa como está. Agora vem de Ferraz de Vasconcelos uma cidade que fica na Grande São Paulo a notícia mais estarrecedora dentre as tantas na área de medicina enganosa - desculpe, é uma nova especialização da medicina em SP. Uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi flagrada batendo o ponto eletrônico de outros médicos. Não bastasse o ato que é abominável e passível de demissão por justa causa, o que deveria ocorrer sem sombras de dúvida. Ficou ainda pior quando ela foi filmada por uma câmera de segurança tirando dos bolsos dedos de silicone contendo as digitais de seus colegas médicos. Os médicos faltavam sempre ao expediente e a Prefeitura e sua Secretária de Saúde e o próprio Samu não sabiam. Depois dizem que só o lula não sabe nada neste país. Eles recebiam seus salários intactos ao final de cada mês, porém como são profissionais dedicados e conscientes de suas responsabilidades, doavam parte deles para um líder da quadrilha, que era o coordenador Jorge Cury. Segundo a médica "amiga" o esquema envolvia cerca de 11 médicos e 20 enfermeiros e seria coordenado pelo competente senhor Jorge Cury. Mais um caso estarrecedor e que também como os demais vai ser arquivado e esquecido pelo poder público e pela nossa inoperante justiça.

Rafael Moia Filho

rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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PRIORIDADES

Causa espanto e indignação a situação da saúde deste país. Temos visto em reportagens publicadas quase diariamente o descalabro que é o atendimento público, a falta de médicos e de equipamentos, os hospitais fechando e o despreparo dos atendentes. Ao mesmo tempo, bilhões e bilhões são gastos com os estádios para a copa do mundo e com as olimpíadas, com as dezenas de ministérios que são criados para acertos políticos e com a corrupção, mais ativa do que nunca. Tenho problemas cardíacos e passo por acompanhamento no hospital Dante Pazzanese. Na semana passada, minha esposa foi marcar o retorno para meu atendimento e está lá,carimbado na carteirinha... abril de 2014! Ela perguntou se a atendente estava certa dessa data e recebeu como resposta: "Está logo aí, passa rápido" (!). Não culpo o hospital, que é referência na área de cardiologia e que deve estar, por deficiência do SUS, sobrecarregado. Mas é revoltante ter que voltar daqui há mais de um ano para uma consulta, ver o desespero das pessoas mais graves a espera de uma ajuda, crianças chorando de dor na fila dos hospitais, camas espalhadas pelos corredores e ao mesmo tempo conviver com essa politicagem e esses políticos insensíveis com essa situação. Só podemos contar com a imprensa para combater tudo isso e para mostrar a todos o que está sendo o governo do PT, que vem acabando com nossa esperança de melhores dias!

Milton Moreira

milton.tristil@uol.com.br

São Paulo

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A DEFESA DO ABORTO

Cumprimento pela decisão dos 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRM) que apoiam a descriminalização do aborto nas primeiras 12 semanas de gestação. Deve-se respeitar a autonomia da mulher, que é a única pessoa que deve decidir sobre o que fazer com o seu próprio corpo. Nos países com legislação mais restritiva, como na América Latina, é muito maior o número de abortos clandestinos (32 para cada mil mulheres), causando milhares de mortes e graves sequelas. Já nos países com leis mais tolerantes, como na tolerante e desenvolvida Europa Ocidental, a proporção é quase três vezes menor, com apenas 12 abortos para cada mil mulheres. É preciso acabar com a hipocrisia e com a influência perniciosa da Igreja nesta questão, que deve ser pautada pelo respeito á autonomia e independência da mulher e ao seu direito de escolha, e como uma questão de saúde pública e não como caso de polícia.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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VISÃO MÍOPE

Engraçado que o Conselho Federal de Medicina (CFM) esteja preocupado em mudar o Código Penal Brasileiro para dar à mulher direito ao aborto e, no entanto, esta mesma medicina atende milhares de pessoas baleadas, esfaqueadas e mutiladas por motoristas inconsequentes e não pede para mudar nosso "Código Penal", omisso, caquético, ultrapassado que permite que condenado sociopata seja solto com 1/6 de pena cumprida? Responda a assassinato em liberdade desde que tenha emprego e residência fixa? Fique eternamente foragido sem ser molestado e penalizado pelo estado? Quantas dessas pessoas ficam dias, até meses lutando pela vida nos hospitais brasileiros, vendo familiares sofrendo, assistidos pelos mesmos médicos que hoje se preocupam com aborto feito por mães inconsequentes. Vir a público defender aborto é simples, mas sentir pena daqueles que sofrem nas mãos dos bandidos torna-se corriqueiro e dispensável? Não é estranha essa visão míope e unilateral de nosso Conselho de Medicina? Ninguém melhor do que eles para lutar pela mudança no nosso Código Penal, tão pedido pela população e cujos congressistas não estão nem aí. Lutem contra bandidos, não fetos!

Beatriz Campos

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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EM DEFESA DA VIDA

Gostaria de fazer algumas colocações a respeito do documento do Conselho Federal de Medicina sobre o aborto. Primeiro, ele fala de "autonomia maior a mulher", primeiro isso significa que ela é dona do ser, ou do feto que está dentro dela, onde será que ela comprou, se ela é proprietária! Além disso, eles falam do número elevado de aborto no País, então o número de dependente de droga injetável é elevado, então vamos legalizar, dar seringas, assim reduzimos o número de casos de doenças transmissíveis por via hematogênica, dentro desta ideia. O sr. Roberto D'Avila deveria refletir, junto com os outros nossos colegas, antes de emitir documento a respeito deste assunto, pois somos formados para defender a vida, o que não parecer no documento em questão.

Luiz Eduardo Andrade, médico

eduriodocampo@gmail.com

Rio do Campo (SC)

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NÃO FAZ DIFERENÇA

O Conselho Federal de Medicina agora defende, junto ao Senado, o aborto até a 12a semana de gestação. Alguma surpresa? Tudo bem. Afinal, a vida humana no Brasil já não vale nada, mesmo. Juntar alguns fetos aos 50 mil cidadãos assassinados anualmente não vai fazer muita diferença. Desde que não se mate nenhuma ararinha azul, está tudo bem.

Maria Cristina Rocha Azevedo

crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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A RAPOSA NO COMANDO DO GALINHEIRO

A pressão para que o pastor e deputado racista Marco Feliciano renuncie a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias do Congresso (CDHM), se tornou algo insustentável. Sua permanência está causando revolta dos defensores, militantes e de ativistas dos direitos humanos. A pergunta que não quer calar, é até quando o pastor evangélico vai resistir a pressão? As manifestações de protesto a sua permanência estão por todo o Brasil e nas redes sociais. Há quem se declare de luto - um luto simbólico, mas tão real quanto a luta que une as mulheres e os LGBTS, os negros e outros grupos que vêm sofrendo descriminação ao longo dos tempos. O fato é que com a proliferação das dezenas de seitas religiosas que se espalhou pelo país já começa a preocupar as autoridades, pois sabemos que em muitos países a mistura de política, religião e fanatismo vem se tornando algo incontrolável e violento. O Brasil, é um país laico, porém, os governantes devem ficar atentos, pois, as disputas entre fieis estão ficando acirradas, e que num futuro próximo não tenhamos de passar por problemas como os que assistimos acontecendo mundo a fora. A CDHM tem como principal objetivo contribuir para a plena afirmação dos direitos humanos. Sua criação deu-se a partir das reivindicações dos movimentos sociais e sindicais e deveria ser presidida apenas e não somente por deputados comprometidos com essa luta, e não por alguém que prega o racismo e a homofobia. Vídeo divulgado por assessor de Feliciano com ataques a deputados que o criticam e a rituais africanos acirrou ainda mais o embate, aponto de presidente da câmara Henrique Eduardo Alves cobrar uma solução do (PSC) para o caso o mais breve possível. Parlamentares de várias siglas lançaram uma frente parlamentar em defesa dos direitos humanos pedindo a saída imediata do pastor Marco Feliciano do cargo. Será que o ego do pastor racista continuará falando mais alto? Todos devemos defender a justiça social, a igualdade a fraternidade e a paz, e não a discórdia como está fazendo o parlamentar. Xô racistas!

Turíbio Liberatto

turibioliberatto@hotmail.com

São Caetano do Sul

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CONTRA A HIPOCRISIA

Nunca ouvi falar dessa Comissão de Direitos Humanos e Minorias nem desse deputado Feliciano, mas espero, sinceramente, que ele não renuncie ao cargo, pois, mesmo que involuntariamente, ele simboliza, hoje, um grande holofote a expor o quanto a hipocrisia na política contribuiu para criar matilhas de beócios raivosos, entre outras excrescências, e para corroer a decência das instituições brasileiras.

José Benedito Napoleone Silveira

nenosilveira@aim.com

Campinas

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E AS OUTRAS COMISSÕES?

Tudo bem protestar conta a indicação do pastor Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, mas como ficam as indicações de Genoino e João Paulo Cunha para outras comissões da mesma Câmara?

Carlos Norberto Vetorazzi

cnorbertovetorazzi@yahoo.com.br

São José do Rio Preto

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TODO PODER À MAIORIA!

Ainda que não concorde com o conservadorismo do deputado Feliciano, não posso admitir que meia dúzia de militantes, que representam, por sua vez, grupos minoritários na sociedade brasileira, derrubem-no da presidência de uma comissão da Câmara, seja ela qual for. Onde estava a militância quando os tolerantes, mas intoleráveis, Renan e Henrique Alves foram eleitos para a presidência das casas congressuais? Daqui a pouco, a militância desloca-se para Roma para apupar e pedir a renúncia de Francisco, que defende, com modos refinados e em latim (!), pontos de vista próximos ao do deputado-pastor! Chega desta história de politicamente correto. Ao contrário dos bolcheviques de 1917, todo o poder à maioria, já!

Mário Alves Souza

maroca64@bol.com.br

Salvador

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SEM MORAL

O pastor Feliciano não tem "desconfiômetro"? Não tem vergonha? Que finja que vai ao banheiro e caia fora!

Alessandro Lucchesi

timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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A BICICLETA E A EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO

O tétrico acidente da avenida Paulista, onde o carro arrancou o braço do ciclista, somado a outras ocorrências envolvendo ciclistas - 52 mortos no ano passado nas ruas de São Paulo - levaram o prefeito Fernando Haddad a interessar-se pelo problema. Reunido com cicloativistas, ele prometeu verbas para construção de ciclovias e ciclofaixas, além de um plano de comunicação para promover a segurança. A bicicleta é um antigo e interessante meio de locomoção. Mas, para poder conviver com os outros entes do trânsito urbano, precisa estar inserida num contexto onde seu condutor reconheça e obedeça a regras para, com isso, poder exercitar seus direitos e deveres. Não basta alguém que viajou à Ásia ou Europa e lá viu ciclistas trafegando em meio aos carros, vir aqui, pintar faixas ou colocar cones nas ruas, dizendo que aquilo é uma ciclovia. É necessário que tanto ciclistas quanto motoristas sejam conscientizados de que a rua é um espaço público e que nele terão de conviver, respeitando-se mutuamente. Há que se definir áreas para o ciclismo de transporte e o esportivo e, também, que utilizar todos os recursos técnicos e de comunicação para evitar acidentes. Para reintroduzir a bicicleta como opção de transporte, é preciso uma ampla e cuidadosa operação. O grande ponto está na educação do ciclista, do motorista e, até, do pedestre. Sem isso, nada feito...

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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FUGINDO DA TRAGÉDIA

É muito interessante observar que durante os tempos de impactos negativos ocorridos pelas tragédias que têm acontecido recentemente, casos da boate gaúcha e, agora, a da região serrana do Rio de Janeiro, Lula simplesmente toma "chá de sumiço". Justamente ele, que em ocasiões favoráveis não perde a oportunidade de nos bombardear com frases e piadinhas de mau gosto. Por que será?

Geraldo Alaécio Galo

ggalo10@terra.com.br

Guarulhos

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CORREDOR DA MORTE

É triste ter-se notícias sobre mortes causadas por faltas de caráter, de educação e de competência. Entre tantas que assolam nosso País, li que o Itamaraty teme por traficantes brasileiros na Indonésia, condenados a pena de morte. E nós aqui, em São Paulo? Não estamos, ainda, plenamente conscientes que crianças e adolescentes também estão condenados a morrer em breve pelo uso de crack. Faltam recursos públicos para conter o tráfico e recuperar viciados em drogas. Sobram, porém, para obras faraônicas, como por exemplo, monotrilho ao invés de corredor de ônibus na Avenida Roberto Marinho. A obra do desperdício prossegue rapidamente. Para tristeza de Élio Gaspari, ela se destina a sustentar os trens no "andar de cima" que andarão a 15 metros de altura. "No andar de baixo", isto é, no chão dessa mesma avenida e nas transversais escuras, dormem, andam e correm jovens usuários de crack. Alguns já estão em seu corredor privativo da morte, sem sequer ter consciência de seu destino. Sem Itamaraty, tampouco de defensores dos Direitos Humanos, guardando-os, como prega o papa Francisco!

E. J. Daros

daros@transporte.org.br

São Paulo

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