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O Estado de S.Paulo

29 Março 2013 | 02h07

GOVERNO DILMA

Política econômica

A presidente Dilma Rousseff fez uma declaração que causou confusão no meio econômico. Para quem fez um esforço de entender bem as suas palavras, ela está certa, porque o desafio é mesmo não deixar a inflação subir, mas sem frear o crescimento do Brasil. Óbvio! A fórmula mágica é simples: aumentar a eficiência do governo e gastar melhor a grande quantidade de impostos arrecadados. Elementar, meu caro Watson! 

LUIZ ANTÔNIO DA SILVA
lastucchi@yahoo.com.br
Ribeirão Preto

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BC sem autonomia

As declarações da presidente Dilma na África do Sul, quarta-feira, sobre o que vê como relação dicotômica entre crescimento da economia e inflação, mostram, de uma vez por todas, quem está no comando da política monetária do País: a própria Dilma. Sob os governos FHC e Lula, o Banco Central (BC) pôde atuar com um grau de independência alto o bastante para não se deixar contaminar pelas visões frequentemente equivocadas dos agentes políticos acerca do controle de preços. Na gestão Dilma, porém, a autonomia fez água. Ao que parece, Alexandre Tombini, que dirige a autoridade monetária, está lá como mero cumpridor de tarefas, nada mais do que isso. As ordens sobre juros partem do Planalto. Todavia essa centralização de instâncias da equipe econômica em Dilma não está produzindo resultados muito frutíferos: o desenvolvimentismo tosco do seu governo fez crescer não o PIB, mas os preços, que não param de subir! E nesse cenário mais do que "favorável", o que vem subindo sem parar também é a popularidade da presidente. Vai entender...

HENRIQUE BRIGATTE
hbrigatte@yahoo.com.br
Pindamonhangaba

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Vergonha alheia

Acompanho a política econômica há décadas e não me recordo de demonstração tão forte de desprestígio do BC como agora, quando o órgão está desautorizado a falar de inflação. Como impedir de tratar da inflação quem tem como obrigação institucional principal ser o guardião da moeda? Eugênio Gudin costumava dizer que antigamente, quando um ministro se sentia desprestigiado, pegava a bengala e o chapéu e voltava para casa. Hoje, como não se usa mais bengala e chapéu...

RUBEM DE FREITAS NOVAES
rfnovaes@uol.com.br
Rio de Janeiro

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A banalização da inflação

A declaração de Dilma de que não concorda com políticas de combate à inflação que impliquem redução do crescimento econômico causou nervosismo no mercado financeiro, pois sinalizou que ela é contra o aumento da taxa de juros - medida que o BC quer adotar caso a inflação continue dando sinais de alta. Para acalmar o mercado e reverter os estragos provocados por sua infeliz declaração, tanto Dilma como o presidente do BC, Alexandre Tombini, tentaram mais uma vez jogar a culpa na mídia, alegando que as declarações foram manipuladas e mal interpretadas. Mas nós, brasileiros, não precisamos mais nos preocupar com essa crise entre governo federal e BC, pois o ex-secretário de Política Econômica Luiz Gonzaga Belluzzo encontrou a solução ideal, com a sugestão de que o Conselho Monetário Nacional eleve a meta da inflação, pois a instabilidade da economia mundial gera choques de oferta que provocam alta dos preços, mesmo quando o crescimento global é baixo. É só pôr a culpa na crise mundial e aumentar a meta da inflação para, digamos, uns 15%. Acho que esse número não prejudicaria a reeleição de Dilma e para que os bolsistas não sofram com a alta dos preços dos alimentos basta aumentar o valor da bolsa-esmola. Se isso fizer o governo ficar sem dinheiro, basta o governo emitir mais moeda. E se isso fizer a inflação subir, basta aumentar novamente a meta da inflação para 30%... Caso a inflação vire hiperinflação, é só culpar FHC e sua maldita herança. E vamos que vamos, ladeira abaixo.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES
carmen_tunes@yahoo.com.br
Americana

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O dito pelo não dito

Dilma diz o que quer e não aceita que o mercado repercuta negativamente sua fala nem que a imprensa comente o caso? Ela disse que conter a inflação implica ter de adotar remédios que podem matar o doente. Por isso resolveu ser tolerante com o mal e deixar o doente à míngua. Agora que assustou os agentes econômicos, quer que fique o dito pelo não dito... A verdade é que Dilma não acerta o pé com a política econômica e, infelizmente, está colaborando para destruir o melhor da "herança maldita" que FHC nos deixou: o Brasil sem inflação!

MARA MONTEZUMA ASSAF
montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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DIREITOS HUMANOS

Democracia e vernáculo

E o deputado federal pastor Marco Feliciano mandou prender um manifestante em nome da democracia. Isso é que é entender de democracia. Conforme o próprio pastor disse, há que ser "áustero" - não austero. E isso, sim, é que é domínio do nosso vernáculo.

JOSÉ PIACSEK NETO
bubapiacsek@yahoo.com.br
Avanhandava

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Prender e arrebentar

O deputado Feliciano está se saindo "muito bem" na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Acusado de racista, mandou prender manifestante e disse que isso é democracia. Ele vai ter de mandar prender considerável parcela de brasileiros que não concordam com suas posições...

JOSÉ MARQUES
seuqram.esoj@bol.com.br
São Paulo

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DEFESA DO CONSUMIDOR

Sucesso depende de todos

O Idec gostaria de esclarecer sua avaliação do Plano Nacional de Consumo e Cidadania (a respeito do editorial Pacote para o consumidor, 27/3, A3). O seu mérito é colocar na agenda de todo o governo os problemas que afligem o consumidor e como medida de gestão é positivo fazer órgãos federais buscarem soluções integradas. Mas quando dissemos que vamos "acompanhar de perto o governo", isso não significa que toda a responsabilidade pela consecução das medidas recaia exclusivamente sobre o governo federal. Acompanharemos também o Congresso Nacional - que é quem vai aprovar a lei que reforça os Procons -, governos estaduais e municipais na sua missão fiscalizadora. As empresas - sejam do setor de telecomunicações, financeiras, comércio eletrônico ou qualquer outro - também têm sua responsabilidade. Se parte das medidas tem caráter de enforcement (termo inglês que significa aplicação, execução, reforço, etc.), é sinal de que as empresas, e não só as autoridades estatais, têm dificuldades no cumprimento do que já está em lei ou regulamento, haja vista a quantidade de recursos judiciais interpostos contra multas de Procons e agências reguladoras. Logo, o plano é uma parte, mas é medida necessária e bem-vinda. O Brasil todo tem um papel nessa missão.

FULVIO GIANELLA JR., coordenador executivo do Idec
arlete@idec.org.br
São Paulo

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MANIPULAÇÃO

Dona Dilma disse, ao término da reunião dos países emergentes na África do Sul, que “não sacrificará o crescimento econômico para conter a inflação”. Mas, a julgar pelos resultados da sua administração em 2012 (inflação de 8% e crescimento econômico de 0,9%), a frase correta, ou manipulada, como queiram, é “não sacrificarei a inflação para conter o crescimento econômico”...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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PRESIDENTE APELOU

Na ausência do uso da humildade em reconhecer que a sua infeliz declaração (“não concordo com políticas de combate a inflação que olhem redução do crescimento econômico”) tinha um claro recado ao Banco Central (BC) e ao mercado, que não se deve aumentar a taxa Selic para conter, ou reduzir, preços, Dilma, mostrando seu lado petista de ser, preferiu ofender a imprensa de ter “manipulado” ou distorcido suas palavras! O que não é verdade. Chamamos de manipulação, aí, sim, em conformidade com o dicionário “Aurélio”, os dossiês contra FHC fabricados pela Casa Civil, que tinha como ministra na época Dilma Rousseff. Ou segurar por sete anos o reajuste dos combustíveis, prejudicando seriamente a Petrobrás, para tentar manipular o eleitor. Ainda as muitas manipulações dos balanços do PAC, sob a supervisão da presidente desde o governo Lula. E as mais recentes, como a da redução do preço da energia elétrica na marra e as traquinagens contábeis para alcançar o superávit primário de 2012. Manipulação pior do que essas, impossível... E o que a imprensa fez, como sempre em cumplicidade e respeito ao nosso idioma, foi traduzir na integra aos seus milhões de leitores, ouvintes ou telespectadores a real visão da Dilma, com relação ao desprezo de seu governo com a alta da inflação.  E ponto! Oras bolas!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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DONA DILMA E OS JUROS
 
A presidenta Dilma deixou claro, em rede televisiva, que sua preferência é pelo desenvolvimento, mesmo que em detrimento do combate à inflação. Em resumo, é a favor do maior imposto que pode recair sobre a população, sob a alegação de prestigiar o desenvolvimento e o progresso. Entretanto, crescimento com inflação é apenas inchaço que gera insegurança e introduz muito mais cautela nos investimentos. Na verdade, a política econômica de Dona Dilma não é nem ortodoxa nem heterodoxa, mas dilmista e de acordo com caminhos a serem testados e convenientes à proximidade das eleições presidenciais. Relembre-se que a inflação, depois que dispara seu gatilho, difícil é contê-la, exigindo do povo sacrifícios muito maiores. Ainda, Dona Dilma poderia seguir outros exemplos, como o de Angela Merkel, na Alemanha, mas nunca o de Cristina Kirchner, da Argentina, cujo rumo de governo até mesmo ela desconhece.

José Carlos de C. Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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INFLAÇÃO E MANIPULAÇÃO

A presidente Dilma afirma que sua declaração sobre inflação foi “manipulada”. Presumo que, se nossa mandatária fosse às compras, com certeza iria comprovar que a inflação está em alta e o poder de compras, cada vez menor.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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TRANCADA

É preciso trancar Dilma em Brasília porque, em viagem, ela extravasa suas piores qualificações, principalmente a falta de educação que reflete negativamente na imagem do brasileiro. Depois de desrespeitar o papa Francisco, cumprimentando-o sem estar com a cabeça coberta, como manda o protocolo, agora apronta um desaforo ao presidente Jacob Zuma, da África do Sul, seu anfitrião, fazendo cara “amarrada” e ignorando encontro marcado, como se ela não deixasse seus visitantes à espera por horas no palácio. Sobretudo, seria útil prendê-la em Brasília para que não mande recados mal explicados de sua atuação na economia, o que deixa nosso mercado apreensivo e o prejudica.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br 
São Paulo

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AH, SE NÃO FOSSE O MERCADO!

Ainda bem que o mercado financeiro é suficientemente ágil para coibir embromações demagógicas.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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NERVOSISMO

A repercussão das declarações da presidente Dilma, numa entrevista na recente reunião da cúpula dos Brics, mostra que o andamento da economia do mundo ainda é ditada pelos que lidam com as bolsas de valores. Mas há um outro lado, ou seja, efetivamente o Brasil está numa boa situação, fato comprovado pelos pequenos reflexos que nossa economia sofreu com a recente crise que ainda dificulta a situação de alguns países que ditam regras na economia do mundo. E a reação de bolsas ou do sistema financeiro diante do que a presidente falou parece revelar o nervosismo desses especialistas. 

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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CARA FEIA NÃO RESOLVE

Dilma, Dilma... Que feio ficar brava com a imprensa por que falou a realidade. Só falta dizer que a inflação está aí de volta porque a imprensa noticiou, se não tivesse feito esta notícia, ninguém tinha notado nada e talvez tivéssemos dado outro nome aos aumentos de preço. A presidenta ainda ficou brava, fez cara feia. Vai saber o que a inflação sentiu, talvez tenha ficado com medo e ido embora para a Argentina de volta. Deve ser como frente fria, vem da Argentina e passa logo. Dizem que tudo o que acontece na Argentina, com o tempo, acontece aqui, presidenta. Inflação e, agora, só falta fechar a boca da imprensa.

Joao Braulio Junqueira Netto jonjunq@gmail.com 
São Paulo

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‘SAGA BRASILEIRA 2’

Vivendo diariamente a economia de nosso país e sofrendo suas consequências, ao ler o editorial “A inflação piora, o BC espera” (“Estado”, 15/3, A3), lembrei-me do excelente livro “Saga Brasileira”, que nos foi brindado pela jornalista Myriam Leitão em 2011. A continuar a frouxidão do (des)governo petralha na administração das contas públicas e no combate ao dragão da inflação (animal démodé e considerado morto que, parafraseando, ressurge encarnando o dragão da maldade; será o santo guerreiro encarnado por nós, povo brasileiro?), a sra. Myriam terá farto material para um segundo volume de sua obra, cujo título poderia ser algo como “Saga Brasileira II – Inflação, o Retorno”. Seja aquela a nossa triste sina e se lance a jornalista a essa empreitada, desde já lhe cedo gratuitamente o uso da ideia do hipotético título, caso o queira: bastar-me-á a melancólica lisonja da pertinência de sua utilização.

Andreas de Souza Fein andreas.fein@gmail.com 
São Paulo

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A CÚPULA DO BRICS

Brics é uma sigla acadêmica que essa gente leva muito a sério pensando que é bloco político. As afinidades mínimas vão pouco além da condição de países “emergentes”. Na verdade um campo propício para jogos de ganha perde, onde ao menos um inocente útil é peça fundamental. Emergente é algum tipo de “novo rico” entre os países, doido para aparecer e sem medo do ridículo. E como essa gente gosta de festa na laje. No caso, de reunião de cúpula, com efeitos de batizado de boneca, ao menos perante a sociedade, no caso, a comunidade internacional. Mesmo assim, nem todos são bobos.  Alguém deve ter voltado muito feliz para casa: Excluíram o dólar de um comercio bilateral de onde só levamos pancada na cabeça e do qual somos cada vez mais dependentes.  Mas pode ser pior: Caso seja de verdade, teremos de prover recursos que não temos para um banco inventado só para, adivinhem, fazer birra com o Tio Sam. O Putin já sinalizou que vai dar em nada. Enquanto o governo investe em seu novo protagonismo, a população agoniza. No mundo real, é apagão para todo lado: segurança pública, educação, saúde, ética, moral, desmoronamentos no Sudeste, seca no Nordeste, roubalheira descarada pra todo lado. Problemas urgentes que seguem acumulando e vão ficando para o dia em que o Brasil tiver um governo mais responsável. 

Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro antoniodamatta@ig.com.br 
São José dos Campos

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ACORDO BILATERAL

A união entre diferentes funciona muito bem, às vezes, entre pessoas. Porém, quando se trata de países, nada melhor que um bom acordo bilateral, Chile e México os países mais exitosos da América Latina que o digam.

Roberto Castro roberto458@gmail.com 
São Paulo 

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BRICS

O arranjo de reserva de contingência. “É um fundo político cuja utilidade não é clara, e do ponto de vista técnico não faz muito sentido” (Celso Ming, “Estadão”, 27/3, B2). Faz sentido, no entanto, para engordar a corrupção.
 
Luigi Vercesi luigiapvercesi@gmail.com 
Botucatu

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MESMO SENTIDO

O Brics é outro “Mercosul” em escala mundial, o tal fundo de contingência (CRA) tem o mesmo sentido demagogo dos PACs, e vai por aí afora.
 
Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com 
São Bernardo do Campo

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MUDANÇA

Com desemprego, renda em declínio, violência e o crime organizado assumindo o quarto poder da República, o que mais se quer é mudança. Para uma sociedade carente de meios que lhe permitam o exercício pleno de cidadania, como a nossa, ter o substrato intelectual que lhe possibilite avaliar propostas e optar pela democracia é um luxo inconcebível. Aos pobres e despolitizados juntam-se os insatisfeitos com o neoliberalismo e os oportunistas de todas as espécies, criando a essência formadora dos líderes totalitários, como Hitler, Mussolini, Stalin e tantos outros. Lula, raposa velha, sabe muito bem disso, pois foi nesse caldo que navegou, prometendo mudanças, para se eleger pela primeira vez, e, como o objetivo é ficar no poder eternamente, antecipa a campanha eleitoral e toma medidas de precaução contra todos os possíveis inimigos, mesmo os que ainda são aliados, como Eduardo Campos (PSB), possível adversário à eleição presidencial de 2014. Em entrevista exclusiva ao “Valor Econômico” do dia 26/3, como sempre, só disse o que lhe interessava, driblando perguntas indigestas como “mensaleiros” e “Rose” e deixando bem claro que também está “fazendo o diabo” para reeleger Dilma, ou melhor, reeleger-se pela quarta vez consecutiva. Dilma é aconselhada, sugestionada, defendida, socorrida, “empurrada”, enfim, não consegue governar sozinha. O que impulsiona Lula é só a megalomania ou ele tem receio de ser processado por abandono de incapaz?

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br 
São Paulo

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BRASIL À VENDA

Segundo noticiário, Lula diz que suas viagens ao exterior servem para “vender” o País.  É para acreditar e, por isso mesmo, ter muito medo.
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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A SORTE DE LULA

O ex-presidente Lula, agora, defende o financiamento público para campanhas eleitorais “para impedir novos mensalões”. Mais uma tentativa do chefe da sofisticada organização criminosa para desqualificar a Ação Penal 470. Ironicamente, a única operação eleitoreira do mensalão, o pagamento de Duda Mendonça, em dólar e fora do Brasil, resultou na absolvição do marqueteiro de Lula. Na ocasião, poderia o Congresso instalar o processo de impeachment, mas, numa atitude tragicômica e ilegal o PSDB, optou pela “sangria” do então presidente Lula.    
 
José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br 
Espírito Santo do Pinhal

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ESTEJA PRESO!

Lula propondo que doação eleitoral seja crime inafiançável é muita hipocrisia...

Mário Aldo Barnabé mariobarnabe@hotmail.com 
Indaiatuba

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UMA OUTRA CHAPA

Começou a campanha eleitoral? Como? E as convenções partidárias? Todo mundo em campanha ao arrepio das decisões partidárias?! Então, já que todo mundo tem candidato, lanço a minha chapa de candidatos à Presidência e vice-presidência da República, que com certeza assegurarão o previsto na Constituição! Saúde, educação e pão! Basta do Rio São Francisco vestindo farrapos como símbolo da miséria nacional, que é explorada pelo marketing politico-eleitoral! Chega de enganação! Uma chapa de verdade! Fernando Gabeira e Chico Alencar! Abaixo as velhas raposas! Abaixo as capitanias parasitárias ($$$) da base aliada! No covil das velhas raposas tem gente assanhada! Ah, os velhos caciques... Assim, nem Lula, nem Sarney, nem Dilma, nem FHC, nem Serra, nem Alckmin, nem Campos, nem Kassab, nem Ciro, nem nenhum raposão. Basta de aliados da plutocracia! Basta de radicais de direita e de esquerda! O Brasil precisa de quem conheça as artimanhas dos extremistas e radicais! Gabeira neles!

Luiz Fernando D'ávila lfd_avila@hotmail.com
Rio de Janeiro

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A FORÇA DO PODER

As eleições de 2014 já preparam e aliciam os oportunistas do poder, levando-os a uma campanha precoce e descarada. O povo deveria estar atento a essa antecipação casuística do calendário eleitoral,  que impossibilita qualquer debate futuro e pressupõe vitória. Mais uma artimanha demagógica para atrair os incautos e indecisos, e se firmar como opção salvadora de um governo que hoje abraça corruptos e os coloca como salvaguarda da Nação. Alerta, Brasil!
 
Ruth de Souza Lima e Hellmeister rutellme@terra.com.br 
São Paulo

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EX-PRESIDENTES

Talvez o que se critica no ex-presidente Lula é exatamente o que falta a FHC se quiser manter a viabilidade de seu partido como opção política no País. Não se podem comparar o jeito, o estilo e o discurso dos dois, uma vez que cada qual mantém a autenticidade de suas origens. A entrevista recente de Lula, muito bem dissecada no editorial “Presidente permanente” (“Estadão”, 28/3, A3), mostra que ele ocupa o lugar que lhe é devido, dada sua bagagem política. FHC foi esquecido por Serra nas campanhas e agora parece não conseguir se mostrar ao povo. Mas para a Academia Brasileira de Letras não fará muita diferença esse distanciamento.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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CAPITANIA HEREDITÁRIA

Só mudam os adjetivos: “presidente-adjunto”, “presidente-emérito” ou “presidente-permanente”. O fato é que “ele” não larga o osso nem a pau! Após dois mandatos consecutivos, seguidos da eleição de sua indicada, com grandes chances de ser reeleita em 2014, o “cara” ameaça voltar em 2018! Na capitania hereditária Brasil, saíram os Orleans e Bragança e entrou o da Silva. Haja estômago!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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MARCO FELICIANO

Querem tirar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência do Conselho de Ética por suas posições racistas e homofóbicas e os mensaleiros condenados pelo STF, João Paulo Cunha e José Genoíno, ambos do PT-SP não incomodam ninguém, onde está a coerência? O PT foi quem indicou o deputado Feliciano para o cargo e também apoiou seus deputados mensaleiros a fazer parte da Comissão de Direitos Humanos. Essas Comissões deveriam mudar de nome. Nem são humanas nem têm ética. A  situação está ficando fora de controle, o presidente da Câmara, Henrique Alves  não tem domínio sobre o caso, os trabalhos na comissão não andam. Deve ser isso que o PT quer bagunça e anarquia para desgastar mais essa casa tão desacreditada pela sociedade. Pelo visto estão conseguindo. Diz o ditado: quem pariu Mateus que o embale.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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ESCÁRNIO REPUBLICANO

Embora não concorde com as posições do pastor Feliciano e a justa comoção que ele está causando por elas depois que foi colocado na Comissão de Direitos Humanos, não vemos o menor movimento de revolta em relação a dois fichas-sujas, os deputados João Paulo e José Genuíno já condenados pela Suprema Corte a comandar nada menos do que a Comissão de Constituição e Justiça. Seria um peso e duas medidas, ou é porque o movimentos dos direitos humanos não enxerga defeito nos petralhas? De qualquer forma nosso parlamento esta a beira do escárnio republicano.

Leila E. Leitão
São Paulo

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ATENÇÃO

Todos que diariamente protestam contra o pastor Feliciano que preside a pasta dos Direitos Humanos por considerá-lo homofóbico, com certeza têm seus tentáculos em outros que querem tomar conta da pasta. Porque, cá entre nós, quem trabalha com carteira assinada tem direito a sair para protestar? Eles são pagos e aposto que têm endereço próprio, partido, etc. Ninguém em sã consciência e trabalhador tem tempo e disposição para montar barraca e ficar protestando. Aliás, militantes é que não faltam no PT, que estão acostumados a alugar ônibus, pagar lanche e cachê! Existem inúmeros casos cabeludos acontecendo no Congresso que deveriam levar milhões a Praça dos Três Poderes e apenas um pastor com ideias atrasadas merece atenção? 
 
Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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UM MAL À DEMOCRACIA

Esses artistas que se posicionaram contra o deputado Feliciano deveriam parar para refletir sobre o mal que eles estão fazendo para a democracia no nosso País. O deputado alvo de suas iras foi eleito por voto popular, democraticamente, e suas posições contra a aprovação do casamento homossexual, e contra o aborto, por exemplo, espelham a posição de grupo que o elegeu, o que é um direito constitucional que qualquer grupo, ou cidadão, tem de se posicionar a respeito de qualquer tema. O real problema está no toma lá, dá cá deste governo que pela causa maior da governabilidade, que é do seu único interesse e não do interesse do Brasil, permitiu que o PSC recebesse a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, e lá colocasse o pastor Feliciano. Mesmo porque o presidente da Comissão não resolve nada sozinho e outros membros, de outros partidos e tendências, estarão por lá para defender posições diversas. Além do mais, causa espécie ver Caetanos, Fernandas, Chicos e assemelhados, que tanto combatem o deputado Feliciano, nada terem feito a respeito da eleição de Renan e Eduardo Alves para as presidências do Senado e da Câmara, e às indicações dos condenados pelo mensalão João Paulo Cunha e José Genoíno para integrarem a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 
Rio de Janeiro  

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O PASTOR E OS CONDENADOS

Tão inadequada, injusta e paradoxal é a presença do pastor Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara como a presença de João Paulo Cunha e José Genoíno na Comissão de Constituição e Justiça ! Por que a militância só faz a grita unilateralmente? Feliciano foi escolhido através de métodos democráticos e estão querendo tirá-lo à força, na base do grito, isso é exercício de democracia ou de beneditadura? Os dois condenados petistas estão na moita só olhando o circo pegar fogo em cima do pastor... isso é justo? O pastor não é réu e muito menos um condenado, já os dois petistas foram condenados pelo nada menos que o Supremo Tribunal Federal. Que se cumpra a pena estipulada contra ambos! 

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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ALIADOS

Apoio a Dilma torna-se, para os partidos, justificativa para todos os atos. Inclusive para a permanência de Feliciano.
 
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com
Bauru

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RADICAIS DESMASCARADOS

Li uma recente entrevista do deputado Marco Feliciano e penso que foi muito esclarecedora. Não concordamos em tudo (por exemplo, não sou evangélico), mas no fundamental, sim. Por isso, gostaria de manifestar-lhe o meu apoio ante a ferrenha oposição que está encontrando para exercer o legítimo direito ao mandato. Sua decisão de permanecer no cargo suscita, pelo menos, um debate, que a sociedade brasileira precisa fazer. Estamos assistindo, nas últimas semanas, ao espetáculo da intolerância dos “tolerantes”: gente que se apresenta como “progressista” e “cabeça aberta”, e são autênticos radicais, fechados nos seus pontos de vista e nada dispostos ao diálogo. O deputado, no mínimo, contribui para desmascará-los.

Ricardo Ferreira fredrfo@gmail.com 
São Paulo

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FELICIANO RESISTE

Esta confusão toda em torna das posturas do deputado Feliciano tem a ver com o ativismo radical de grupos minoritários ligados a um partido nanico. Não discriminar, aceitar e acolher, é cristão. Mas Feliciano é um religioso que interpreta a Bíblia segundo os ditames da reforma, aquele movimento que passou o catolicismo – então decadente e viciado – a limpo, aí pelos anos 1500. Nos dias atuais, o próprio papa tenta renovar a igreja, retomando seus princípios basilares, muito próximos aos do deputado, aliás, Jean Wyllys, que interpela o deputado Feliciano, dedo em riste, em foto de jornal. Nós sabemos quem é: um ex-BBB que aproveitou os seus quinze minutos de fama e, da famosa casa, passou à casa da Mãe Joana, a Câmara, e de lá não quer arredar pé. As meninas do BBB, quando o jogo termina, tiram a roupa para grandes revistas masculinas, e faturam; Jean, de desempregado, lançou-se “jornalista, político e escritor”. Este senhor, em 2011 (está no Google) moveu campanha contra os cristãos de todas as confissões religiosas tachando-os de “doentes, homofóbicos, violentes, ignorantes e fanáticos”, dentre outros qualificativos. Moveu, também, campanha cencitória contra um tweet e tirou-o do ar porque criticava o kit gay, que não foi adotado, no fim. Jean quer mesmo é ficar em evidência para ganhar votos e permanecer no Planalto, pois na planície a vida é dura. Basta desta hipocrisia do politicamente correto: todo o poder à maioria (respeitados os direitos da minoria, claro).

Roberto Viana Santos rovisa681@gmail.com 
Salvador

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SUPOSTA DEMOCRACIA

Dá medo ver o patrulhamento, o linchamento moral de que é vítima aquele que pensa diferente dos grupos organizados e ousa dizê-lo. O tal pastor Feliciano, deputado presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, contrário ao casamento de homossexuais, está sendo alvo de um verdadeiro massacre, tanto destes grupos, quanto de parte da imprensa festiva, que entra em qualquer onda sem pensar no que está fazendo. Ora, o pastor tem o direito de pensar o que quiser! O casamento entre pessoas do mesmo sexo já é realidade, no Brasil. O deputado não pode impedir o que já é uma realidade, pois não? Acusá-lo de racista, então, é ridículo, posto que ele mesmo é afrodescendente. A perseguição aos que pensam diferente é coisa de países ditatoriais. Não se conhece democracia onde falar o que se pensa, ou não ser adepto desta ou daquela causa, seja proibido. Estamos trilhando um cainho muito perigoso! É a ditadura das minorias, onde aquele que não adere a esta ou aquela causa sofre perseguição e apedrejamento em praça pública. Podemos ser contra o casamento homossexual, contra as bicicletas nas avenidas, contra o sistema de cotas, contra a cessão de terras aos quilombolas, sem sermos massacrados por isto. Estamos supostamente em uma democracia! Ademais, se os membros dos grupos LGBT s esqueceram, devemos lembrá-los de que os Direitos Humanos não se aplicam somente a eles. Humanos somos todos, inclusive o deputado, que tem sim o direito d pensar diferente deles. A causa LGBT não é a única de que a Comissão tem que se ocupar. Seu universo de atuação é muito maior que isso.  Por fim, lembremos as palavras de Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o seu direito de você dizê-las”.  

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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CHICO ALENCAR E FELICIANO

Chico Alencar critica o seu confrade Feliciano pelas posições que defende. Chico é um homem decente, parece-me. Tem fortes convicções políticas. Foi adepto da Teologia da Libertação (diz o Google), o que era compatível com o materialismo ateu do comunismo que professa. Hoje Chico é uma mente tumultuada: exibe uma tolerância religiosa incompatível com os valores morais que catolicismo retomou (ao dar um fim à maldita Teologia da Libertação); não aceita o catolicismo que voltou a impor limitações (comunista é necessariamente ateu) mas descarrega a sua ira no deputado-pastor Feliciano. Chico, Chico, honra o teu nome!

Mário Alves Souza maroca64@bol.com.br 
Salvador

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SAI FELICIANO, ENTRA QUEM?

Quem substituiria Feliciano, alguém favorável ao aborto e à liberação da maconha? Para essa briga, não existe neutralidade, os manifestantes contra Feliciano são todos favoráveis ao aborto, liberação da maconha, casamento entre gays, etc., etc. Agora, considerando que o cargo que Feliciano ocupa representa as “minorias”, como elas, as minorias, podem decidir quem fica e quem sai? Nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Congresso e  Senado federal, quem decide, a minoria ou a maioria? É preciso respeitar o deputado Feliciano, ele foi eleito democraticamente

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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ALEGRIA

Será que a minoria barulhenta que quer afastar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados não percebe que quem está feliz por grande exposição na mídia é o pastor deputado? O ex-desconhecido parlamentar paulista está babando de alegria, e não vai renunciar ao cargo que lhe deu notoriedade fulminante de uma hora para outra. Parem com as manifestações inúteis, se não ele vai pleitear outro cargo que lhe vai dar maior visibilidade.

Toshio Icizuca toshioicizuca@terra.com.br
Piracicaba

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ENGENHÃO INTERDITADO

Nesta questão da interdição do estádio Engenhão, no Rio de Janeiro, não adianta ficar discutindo se o erro foi de projeto, de material, ou de sei lá o quê. A garantia das obras é de 5 anos, e já venceu. Falou-se que um relatório de 2010, ainda na garantia da obra, já apontava estes problemas. Se é verdade, por que não tomaram providências? Este relatório procede? A verdade é que não vai dar em nada. Dinheiro jogado fora. E olha o legado que ficou. Enganam e mentem para o povo descaradamente. Nisso tudo só lamento que os grande clubes do Rio não estejam aproveitando a grande oportunidade de acabar com o estadual deste ano e rediscutir os futuros estaduais. O ideal seria acabar com os estaduais ou os grandes só entrarem após os demais clubes disputarem um turno onde se classificariam os quatro primeiros. Aí teríamos um campeonato com oito clubes em turno único e com jogos só nos fins de semana. A manter-se o atual modelo, acho que o presidente do Flamengo está certo. Vai jogar com o time B. Eu ainda acho muito luxo. Entraria com o chamado “come e dorme”.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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QUEM PAGA SOMOS NÓS
 
Não só tive vergonha, mas também uma raiva maior ainda, quando fomos informados de que o estádio municipal carioca de apelido “Engenhão” e  sob uso do Botafogo está interditado porque pode desabar, e isso não é de agora, mas tem problemas desde sua inauguração! Pior é nossa mania de construir obras caras, inúteis, mal feitas e inseguras, para de imediato dar apelidos grandiosos, como no caso desse estádio, e deve ser porque nos consideramos um “povinho” e usamos superlativos  para nos sentir maiores! Nossa engenharia parece ter perdido a capacidade de calcular obras, como no caso desse estádio e de outras, como aquele conjunto de prédios que nem ainda estão prontos, mas alguns já estão ruindo, revelando que não foi feito o básico, que seriam as pesquisas de solo para calcular fundações. Não é preciso perguntar quem pagará os custos de tais erros, porque a resposta é fácil e de uma certeza total: nós, o povo! 
 
Laércio Zanini arsene@uol.com.br 
Garça

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A COPA E A CBF

A pretensão de realizarmos a Copa 2014 foi uma jogada eleitoreira visando às eleições nesse ano, já considerando os desvios do erário para a sua execução, alguém duvida? Como não podia deixar de ser a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), entidade máxima do nosso sofrível futebol dos últimos anos, está igual ou pior do que a copa no que tange a favorecimentos pessoais. Agora quem dá as “cartas” na CBF, além de José Maria Marin, é o também conhecido Marco Polo Del Nero. Essa foi a dupla deixada pelo antecessor Ricardo Teixeira, envolvido em tantos escândalos de corrupção... Quem afirma é o deputado federal e ex-jogador de futebol Romário de Souza Faria, que até já pediu a prisão de Marin, uma vergonha! Que esperança pode ter o povo brasileiro na realização da Copa e no nosso futebol?  Onde pretendem deixar o País e o futebol brasileiro? A eleição na CBF vai ser “comprada” a exemplo do nosso país, estamos todos contaminados pelos maus exemplos das chamadas “autoridades”. É deplorável!
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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LAMENTO PALMEIRENSE

Como palmeirense de 7 costados, gostaria de protestar pela humilhante goleada de 6 x 2 sofrida pelo Verdão diante do pequeno e obscuro Mirassol, pelo Paulistão-13. O Palmeiras é o Campeão do Século, tem a quarta maior torcida do País e precisa sair do lugar desonroso em que os recentes maus dirigentes o colocaram. Chega de humilhações e vexames. Um clube da grandeza, tradição, força, história e com as glórias do Verdão jamais poderia ser rebaixado duas vezes à 2.ª divisão do Brasileirão em apenas uma década e ainda tomar de 6 x 2 de um Mirassol da vida. É preciso mais respeito pela camisa, pela imensa e apaixonada torcida e pela história gloriosa do clube.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br 
São Paulo

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BLITZ E TRÂNSITO

Nesta quarta-feira (27/3), em São Paulo, uma blitz causou desnecessários transtornos aos cidadãos. O acesso à Ponte das Bandeiras, que costuma ser rápido por volta de meio-dia, levava mais de 15 minutos por causa do congestionamento causado pela operação policial. O uso de blitz há muito deixou de ser eficaz: os criminosos que se pretendem abordar com essa operação (como aqueles portando armas ou drogas em quantidade) não circulariam à luz do dia sem um esquema de comunicação por celular que os avisasse para desviar a rota. Ou seja, o prejuízo ao dia a dia do cidadão não se justifica.
 
Fabrício Samahá fabricio.samaha@uol.com.br 
Pindamonhangaba

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