Fórum dos Leitores

Atualizado às 8h32.

O Estado de S.Paulo

21 Abril 2013 | 02h07

ATENTADO EM BOSTON

Lá e cá...

Em apenas quatro dias o governo dos EUA, por meio de sua competente e bem remunerada polícia, matou um terrorista e prendeu o outro. Deu uma resposta rápida e eficaz ao seu povo. Enquanto isso aqui, no Brasil, assistimos a um julgamento 20 anos após o fato ter ocorrido e somos reféns de menores assassinos, porque nossos políticos se recusam a elaborar leis severas contra a criminalidade, pois isso não rende votos. Por outro lado, a presidente cria mais 7 mil cargos públicos a fim de aparelhar a máquina para a sua reeleição. Isso é seriedade?

M. HELENA BORGES MARTINS
m.helena.martins@uol.com.br
São Paulo

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INSEGURANÇA PÚBLICA

Questão de honra

A redução da maioridade penal é uma questão de honra judicial para o Brasil. O número de menores de idade "doutores" no crime é alarmante no País - crimes bárbaros, com requintes de crueldade e covardia. Esses delinquentes juvenis não podem continuar protegidos por leis vergonhosas, estatutos medíocres e políticos hipócritas. Até quando os marginais abaixo de 18 anos serão brindados com a liberdade de praticar crimes, sem punição à altura? 

CÉLIO BORBA
celioborba@ovi.com
Curitiba

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Simples assim

Quem tem o cérebro desenvolvido para portar (ilegalmente) arma de fogo e coragem para usá-la já deixou de ser menor há muito tempo. A única coisa que esse indivíduo não tem de maior é a Carteira de Trabalho. E nem está interessado em obtê-la. Só não querem enxergar isso os demagogos que querem o seu voto para sempre e em todas as eleições.

HERMÍNIO SILVA JÚNIOR
hsilvajr@terra.com.br
São Paulo

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Tempo perdido

É uma perda de tempo e de esforço monumental a grande mobilização da população e de alguns bem-intencionados, como o governador de São Paulo, que pretende ir a Brasília apresentar sugestão de lei para se poder reduzir a maioridade penal de infratores. A ideia é sensacional, mas essa grita toda não alcança ouvidos moucos. Os políticos não estão interessados em leis que um dia possam ser usadas contra os próprios ou alguém ligado a eles...

JOSÉ MARQUES
seuqram.esoj@bol.com.br
São Paulo

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Absurdo

O governo da presidenta Dilma, além de estar perdido na condução da economia, agora se mostra insensível com a segurança dos brasileiros, quando afirma ser contra a redução da maioridade penal. Basta de tantos absurdos, o povo não aguenta mais!

VALDIR SAYEG
valdirsayeg@uol.com.br
São Paulo

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ECONOMIA

Cesta básica

Será que Dilma Rousseff não lê jornais, tal como Lula, porque lhe causa azia? Caso contrário, o que teria a nos dizer da reportagem do Estadão sobre ser a inflação responsável por reduzir em quase 8 kg, em dois anos, a nossa cesta básica, o que representa nada menos que 26,7%? Ou seja, uma cesta básica que já era considerada medíocre, mediante tal redução, como podemos denominá-la?

ANGELO TONELLI
angelotonelli@yahoo.com.br
São Paulo

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Regime forçado

O Brasil de barriga cheia vai ficando para trás com o crescimento da inflação. A cada nova compra o carrinho de supermercado e o de feira voltam para casa mais vazios. O emagrecimento de 26,7% (8 kg) dos 31 itens da cesta básica (de 29,68 kg para 21,73 kg), entre fevereiro de 2011 e março de 2013, é como se a mesa do brasileiro tivesse perdido uma de suas quatro pernas. Regime forçado e estômago esvaziado provocam mau humor, nervosismo e voto contra. A refeição está servida.

J. S. DECOL
decoljs@globo.com
São Paulo

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O bolso e o voto

Estava na cara que em apenas dois anos praticamente 30% de inflação surrupiou o poder de compra da cesta básica. O governo, de olho no voto do povão, tentou em vão desonerar itens de primeira necessidade. Mas e os produtos tão necessários quanto esses para uma vida digna, que a nova classe C se acostumou a comprar? As vendas nos supermercados já mostram tendência de queda... Enquanto melhorava o poder de compra das famílias, todos agradeciam com o voto. Mas agora, com a inflação comendo essas benesses, rapidamente mudarão de opinião. Porque o povo quer mesmo é casa, comida na mesa e garantia de melhores dias para toda a família. O povo vota com o bolso e Dillma vai precisar suar a camisa para continuar no poder em 2014.

BEATRIZ CAMPOS
beatriz.campos@uol.com.br
São Paulo

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Atitude

Vergonhosa nossa posição perante a dos "hermanos" argentinos, que diante do que consideram errado no governo protestam com panelaços, mostrando sua insatisfação com a presidente Cristina Kirchner. Já passou da hora de nos unirmos e fazermos manifestações de protesto contra esse governo incapaz e corrupto que está levando à destruição de tudo o que foi construído para o bem do País no governo de FHC. Os brasileiros da classe média estão cada vez mais desesperados!

LAERT PINTO BARBOSA
laert_barbosa@ig.com.br
São Paulo

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Superávit

É impressionante como este governo da presidente Dilma está rasgando a credibilidade do País, conquistada a duras penas. Querem agora maquiar o superávit fiscal! Mas em superávits este governo dá de goleada é no de ministérios, de apaniguados, de mensaleiros, de partidos políticos fisiológicos, de intervenções nas taxas de juros... Não temos terroristas, mas temos um governinho especialista em armar bombas-relógio.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS
zambonelias@estadao.com.br
Marília

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MENSALÃO

Santo do pau oco

Do alto de sua empáfia e não dando importância à publicação do acórdão, José Dirceu "patrioticamente" acusa o STF de ter cometido erro jurídico, diz que o julgamento do mensalão está longe de ser encerrado e que, se necessário, vai denunciá-lo a organismos internacionais. Esse é o Dirceu que posa de injustiçado, como se fosse um mártir da democracia e da ética, quase um santo, bem diferente do Dirceu que se revela em vídeo no qual, batucando na mesa, diz: "Se você (Gilberto Carvalho) soubesse o que eu tenho das outras campanhas...". 

LUIZ NUSBAUM
lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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MAIS CARGOS NO SENADO

Comissão do Senado aprovou projeto que cria mais 6,8 mil cargos públicos federais. Seria para continuar reduzindo os índices de desemprego do País? Nós, contribuintes, estaremos obrigados a arcar com mais R$ 500 milhões por ano. Nenhuma novidade: no país dos impostos vamos seguir pagando, enquanto os beneficiários dos cargos vão gastando para ativar a economia. Afinal, a despesa com o funcionalismo público em geral é um verdadeiro saco sem fundo. Não chegam os que têm, não há limite?
 
Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br 
São Paulo

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MAIS UM ROUBO

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou projeto de lei complementar que prevê a criação de quase 7 mil cargos públicos federais, sem dúvida totalmente inúteis e desnecessários, pois nada farão como os atuais já existentes, só mamando nas nossas tetas, pois quem deles depende pode esperar sentado tendo de suportar seus maus humores, desrespeitos e indelicadezas, sendo que essa pequena criação terá um custo em torno de meio bilhão de reais anuais. Alguém acha ser necessário tecer comentários a respeito desse fato, a não ser denominá-lo de vergonhoso, absurdo, incoerente e mais um roubo à Nação?

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br 
São Paulo

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NEM É BOM PENSAR

Trata se apenas de uma ilação, mas o que seria dos milhares de cargos e as pessoas que os ocupam, criados nos últimos 12 anos de governo do PT, em caso de vitória nas eleições presidenciais de algum candidato da oposição em 2014? Quais seriam os resultados das mais diversas auditorias feitas em todos os setores do governo? O que será que dirão das contas da Petrobrás? E a conduta das políticas do Itamaraty em relação às políticas adotadas com nossos vizinhos sul-americanos? Bem, por se tratar de um mero caso de ilação, é melhor nem pensar, pois não vale a pena sofrer por antecipação.
 
José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br 
Avanhandava

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DESAFIO AOS PROFESSORES

E lá vai a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) para a sua já tradicional greve anual! Nossas crianças e jovens pagarão, mais uma vez, o custo da paralisação por “melhores salários”, sem a contrapartida de professores que se dediquem ao ensino. Se os professores do ensino público no Brasil apresentassem resultados compatíveis com o que eles acham que valem, este país seria uma maravilha! O problema é que a classe pensa muito em salário e política e pouco em qualidade do seu ofício. Que tal invertermos a equação, para variar? Os professores da Apeoesp façam seu trabalho, de forma que nossas crianças e jovens apresentem melhora considerável no seu aprendizado e desempenho, e aí, então , falaremos e aumento de salário. Alguém topa?

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com
Florianópolis

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A GREVE E A POLÍTICA PARTIDÁRIA

As greves brasileiras, no lugar de reivindicações trabalhistas, têm servido mais a bandeiras políticas, sustentação de interesses eleitorais e até para a nomeação de seus promotores em cargos de governo. Um flagrante desrespeito aos trabalhadores. Vemos greves de professores, pessoal da justiça, da saúde, metalúrgicos, aeronautas e outras. Esses movimentos, embora peçam direitos, têm seu foco principal na política partidária e as próximas eleições. A politização governos e patrões, a dificultarem as negociações. Reagindo à má vontade patronal, os reivindicantes fazem pedidos acima das conhecidas possibilidades econômicas e, com isso, cria-se o impasse. Os serviços – principalmente o público – paralisam-se, em prejuízo do usuário, e o trabalhador não se beneficia. Precisamos reencontrar o ponto de equilíbrio e da razoabilidade. Não misturar as atividades reivindicatórias com a fome política das lideranças e, com isso, construir relações mais verdadeiras. Os trabalhadores ainda não atentaram para um detalhe. Desde que apresentem reivindicações compatíveis, se essas não forem aceitas, terão força para obtê-las via dissídio judicial. Ainda poderão, como instrumento de pressão, realizar campanhas de boicote aos produtos das empresas que não pagam impostos, maltratam ou negligenciam direitos dos seus funcionários. O mesmo poderá se fazer aos governantes que deixam de cumprir suas obrigações patronais, boicotando-os nas próximas eleições. Já, o sindicalista que quiser fazer política partidária, que a faça num partido político, não no sindicato...

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br
São Paulo

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REAJUSTE SALARIAL

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu aumentar o reajuste salarial dos professores e servidores da educação para 8,1%, para compensar a perda da inflação que foi de 5,84%. Mesmo assim, o sindicato da categoria criticou o aumento. Mas eu, funcionária pública federal, tive um reajuste salarial de 5%, abaixo da inflação, aumento este concedido pela Dilma (PT). Estou morrendo de inveja dos professores paulistas. Se os funcionários públicos paulistas não ficarem contentes com este reajuste, ajudem a eleger o Poste n.º 3 (o candidato petista para governador de São Paulo) e aí no futuro, vocês também receberão reajustes salariais abaixo do índice da inflação e saberão o que é perda de poder aquisitivo.
 
Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br 
Americana

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EMPREGO EM QUEDA

O mercado de trabalho, confirmando a cegueira do governo petista segue em baixa. Neste primeiro trimestre de 2013, criamos apenas 264.746 vagas (janeiro, 28.900; fevereiro, 123.446; e março, 112.400). Esses números deste ano são preocupantes porque se comparado com o mesmo período de 2012, ano em que tivemos um PIB medíocre de 0,9%, mesmo assim a queda foi de 40%, quando foram criados 442.608 empregos. Mais dramático ainda se confrontarmos com os números do primeiro trimestre de 2011, porque naquele período foram contratados 583.886 trabalhadores, mais do que o dobro de 2013! Ou seja, nestes primeiros 27 meses analisados de mandato do governo Dilma, a queda que se segue na criação de empregos com carteira assinada chega ser desastroso!  Provando ser esta gestão petista mais preocupada com o consumo, com oferta de crédito abundante e outras baboseiras, do que incentivar a melhoria da nossa caótica infraestrutura, que ajudaria e muito o escoamento da nossa produção e redução dos custos. E também do incompreensível desprezo nas relações comerciais com os EUA, e com a zona do euro, que poderia fomentar a dinâmica das nossas exportações!  Ou seja, está tudo errado.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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TOMATE ‘NELLES’!
 
No começo, era a “marolinha”, que chegaria ao País mitigada pela pujança de nossa economia, sob a tutela do PT. Quando fez esse pronunciamento, Lula sabia que, com US$ 200 bilhões nos cofres do Banco Central, dificilmente teríamos uma crise cambial, eterno calcanhar de Aquiles do Brasil. Todavia, o mundo gira e os fatos vão acontecendo. Já em 2009, nosso PIB foi negativo (-0,6%), indicando que a marolinha não era assim tão desprezível.  Com Dilma, o crescimento médio de seus 2 anos está em 1,8%, muito inferior ao de nossos companheiros emergentes mundo afora – inclusive inferior ao dos 8 anos de FHC.  Mesmo na América Latina, estamos nos últimos lugares com baixo crescimento e inflação furando o teto do limite superior do regime de metas. Agora, Lula – o mesmo que desprezou o impacto da crise global – volta a nos tranquilizar: “Dilma não deixará que um tomatezinho venha a quebrar a força da economia”. Ora, companheiro, que “força”...? Acaso o companheiro se refere àquele zero vírgula nove de crescimento do PIB em 2012, com a indústria indo de morro abaixo, as importações aumentando e as exportações minguando? Isso, acaso, é alguma demonstração  de “força” ? Convido o companheiro a fazer supermercado para constatar que a alta dos preços não se resume ao prosaico “tomatezinho”, indo muito além desse fruto. É bom ficar atento, porque, a continuar a inflação nesse ritmo, o distinto público pode ir aos tomates – caros e tudo – para jogá-los em nossas autoridades responsáveis pela condução de nossa economia.
 
Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br 
São Paulo

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DILMA PERSONA DE LULA

Em Minas, a presidente Dilma em mais um discurso em plena campanha eleitoral completamente fora de hora, afirma entre outras cretinices, que “aqueles que fizeram racionamento em 2001 torcem para o Brasil dar errado” tentando explicar a inflação evidente. A presidente ensaia os mesmos refrãos de seu mistagogo predecessor. Além de ninguém aguentar mais, são quase dez anos, as mesmas baboseiras, ela está parecendo o Nicolás Maduro da Venezuela, que não sabe respirar sem evocar o fenecido Chávez. É decepcionante a falta de criatividade; Dilma é a “persona” piorada de Lula.

Leila E. Leitão
São Paulo 

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O ‘TOMATIZINHO’ DE ‘LULLA’!

“Dilma não deixará que um tomatezinho venha a quebrar a força da economia”. Essa frase só poderia ter saído da boca do ex-presidente Lula, que fala embalado pelo “Brasil da fantasia” que ele ajudou a criar. Só que este tal “tomatezinho” está na boca de toda a população, não como comida, mas como verbalização de uma realidade que está tomando conta de todo o País. Foi através do tal “tomatezinho” que os brasileiros começaram a prestar atenção no resto que coloca na mesa e isso tem acordado os 80% que aprovam esse (des)governo petralha. A volta da inflação devastadora que o brasileiro tão bem conhece está de volta e a máscara de eficiência do governo petralha está caindo tão rápido, como subiu o preço do tal “tomatezinho”!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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LULA E O TOMATE

O ex-presidente Lula, que nunca sabe de nada, afirma de que a presidente Dilma não “deixará que um tomatezinho venha a quebrar a força da economia”. Respeitado o padrão habitual do desconhecimento, onde se pode incluir de que tomate compra quem quer, na feira ou no supermercado, força da economia é outra coisa: depende em muito de ações determinadas e não demagogas, por parte desse governo petista, a permitir que o empresariado encoraje e invista ao desenvolvimento.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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NA PONTA DO LÁPIS

Pelo projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) de 2014 enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional, o salário mínimo deverá passar para R$ 719,48. Como o projeto também prevê crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e a inflação oficial também de 4,5% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), como o salário mínimo terá reajuste de 6,12% e a inflação será de 4,5%, teríamos ganho real de 1,62%. Se em 2014 o preço do tomate, cebola, feijão e batata não subir mais de 100%, como ocorreu em 2013, nós, assalariados, estaremos bonitos na fita...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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INFLAÇÃO CONTROLADA

Com 6,59% de inflação, dizer que ela está controlada só pode ser coisa de quadrúpede. Que Guido Mantega me desculpe! Haja paciência!
 
Humberto Boh hubose@gmail.com 
São Paulo

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TIRO DE CANHÃO

O ministro Guido Mantega, desastrado artilheiro, acha que nossa inflação não precisa de tiro de canhão. Estamos de acordo. Do que precisamos é de competentes ministros e de uma Presidência da República também competente. Estes que aí estão é que precisam de um tiro de canhão, e bem certeiro.

Mario Rubens Costa costamar31@terra.com.br 
Campinas

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MALDITOS TOMATES VERMELHOS

Os tempos e as histórias sempre retornam ou se repetem... Há muito tempo, acho que uns 30 anos atrás, também criou-se quase uma convulsão social tão hilária quanto a que está ocorrendo agora. Mas o culpado, naquele momento, por provocar uma altíssima inflação foi o ridículo chuchu. É a natureza imitando a política. Se há 30 anos tínhamos uma política sem graça e aguada, ao menos era verde e consistente. Hoje, é vermelha, vive de um brilho superficial e não se aproveita nada do que tem dentro.

Piero Pagni piero.pagni@bol.com.br 
São Paulo

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TOMATE X FELICIANO

O preço do tomate disparou, e tomou conta dos noticiários e de brincadeiras em redes sociais. Este fruto depende muito do clima, e a safra sofreu grandes perdas com as chuvas. E por isso os preços disparam, é a lei da oferta e procura! A inflação é uma realidade sem tomate! O pastor e deputado federal Marco Feliciano, ex-desconhecido da maioria, ganhou notoriedade após ser tornar presidente da Comissão de Direitos Humanos. E muitos foram os protestos dizendo que ele é racista e contra os gays. Não existem provas que ele é racista, mas ele se manifesta ser contra os gays, o que é um direito de qualquer cidadão! Conclusão: no meu direito de “liberdade”, sou contra os tomates e a favor dos gays e da união oficial. 

Alex Tanner alextanner.sss@hotmail.com 
Sumaré

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COERÊNCIA
 
“Fora Genoino!”, gritaram na Câmara dos Deputados manifestantes simpatizantes do deputado Marco Feliciano. Para que haja coerência, agora é imprescindível que haja manifestação também para a saída da secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, porque ela é a favor do aborto, prática criminosa e covarde que cerceia o direito fundamental do ser humano que é o direito à vida. A gravidez é um prêmio para o casal que com reta intenção praticou o sexo num clima favorável e amoroso e não pode ser um castigo abominável para uma criança inocente e indefesa que tem todo o direito de nascer e ser acolhida, se não pelos pais irresponsáveis, por algum outro casal ou pela sociedade organizada. Fora Maria do Rosário! Ou a violência só vai aumentar! 
 
Marisa Stucchi marisastucchi@hotmail.com 
Ribeirão Preto

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BRASIL E VENEZUELA

As vantagens de um avião privativo da Presidência da República é que ele pode voltar à origem a qualquer momento ou se dirigir ao destino mais conveniente a seu ilustre passageiro. Na manhã de sexta-feira, quando Dilma Rousseff estava a caminho da Venezuela para cumprimentar Nicolás Maduro pela vitória, teria sido melhor retornar. Ou refazer a fundo seu pronunciamento. Maduro se quedou à recontagem. Primeiro, porquanto a conflagração entre duas metades da população parece incontornável, caso não se faça a recontagem; segundo, porque a pequena diferença de votos a justifica; e, por último, devido a pressões internacionais. O amadorismo apaixonado e apressado do governo brasileiro, no afã de prestigiar o populismo pretensamente esquerdista de seus parceiros do continente, leva a essa circunstância inédita e insólita. 
 
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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O JEITINHO VENEZUELANO DE VOTAR

A imprensa em geral tem noticiado a situação confusa e delicada da Venezuela, após o resultado da eleição presidencial, onde praticamente houve um empate técnico. Aqui, no Brasil, a apuração eleitoral é clara e transparente para o público, que acompanha passo a passo o resultado da eleição, através dos meios de comunicação. Na Venezuela, não há esse acompanhamento através da mídia, e logo após o término da votação, umas 6 pessoas do conselho eleitoral se reúnem numa sala fechada, e horas depois anunciam o resultado final que é irreversível, e ninguém sabe o que aconteceu. E o que dizer da pessoa que acompanha o eleitor venezuelano até a cabine de votação, para instruir a votar no sistema eletrônico? Com todo respeito, eu estou com a oposição venezuelana e não abro mão!

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com
Campinas

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LULA E MARADONA

Depois que o Lula e Maradona foram fazer campanha para o candidato Nicolás Maduro à sucessão de Hugo Chávez como presidente venezuelano, fica explícito o apelo populista desses pobres governos da esquerda sul-americana. Aqui, como lá, o conhecimento, a capacidade e a competência não interessam, vale muito mais a enganação.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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ESCORREGADA DE CAPRILES E AS NOSSAS

Sem querer me meter em assuntos de outros países, mesmo que submetidos a uma indisfarçável ditadura comuno-populista, parece-me que o único meio de se reverter a evidente fraude no resultado das recentes eleições, são as manifestações e protestos nas ruas, a exemplo do que ocorreu no outro lado do globo terrestre, naquilo que se denominou Primavera Árabe. Mas certas coisas me causaram espécie e me fazem trazê-las às nossas eleições: a manipulação evidente das pesquisas anteriores às eleições e a recontagem de votos, uma vez que, apesar destas últimas serem realizadas eletronicamente, como aqui, a comprovação do voto é impressa. Assim eu fico me perguntando, por quE é que esses fatos não podem estar acontecendo em nosso país? As pesquisas, logo, logo, vão apontar uma aprovação da presidente de 102% (considerada a margem de erro); some-se a isso a “infalibilidade” de nossas urnas, que não possibilitam a verificação, visto não haver meios de serem estes conferidos. Outra pergunta que não quer calar: por que, a exemplo do que teriam feito funcionários do Comitê Nacional Eleitoral, as nossas urnas eletrônicas não podem ser devassadas por funcionários ou especialistas em eletrônica de nosso equivalente? São pessoas acima de qualquer suspeita ou a honestidade em nosso país é tão natural que não admite a dúvida? Agora estou entendendo o porquê do nosso Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não autorizar a impressão dos votos; é para que os “golpistas” de direita e os reacionários de sempre não venham com essa chatice de verificar se o resultado publicado, efetivamente retratou a vontade dos cidadãos!

Luiz César Pannain l.pannain@globo.com 
São Paulo

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MANOBRAS CIVIS

Os governos militares na América do Sul não deixaram saudades do cerceamento político e muito menos da censura aos meios de comunicação. Mas o gosto pelo poder contumaz contaminou seus sucessores civis. Cristina Kirchner quer mudar a Constituição argentina para poder reeleger, mais uma vez, um Kirchner. Maduro perpetua o caudilho venezuelano, Chávez, após 14 anos no poder. Aqui, o PT descobriu que governar é bem melhor do que fazer greves programadas, e, que pelo poder perene, a oposição pode, sim, participar ativamente da situação.  Aqui cabe Maquiavel: “O fim justifica os meios”.  

Rodolfo Jesus Fuciji fucijirepresentacao@ig.com.br 
São Paulo

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BLEFE
 
O ditador Kim Jong-Un perdeu uma grande oportunidade de não fazer absolutamente nada e não fazer o papel de marionete dos seus generais prometendo atacar o resto do planeta. A cúpula militar e os poucos privilegiados próximos ao poder sabem que a Coréia do Norte está meio século atrasada com relação à vizinha do sul, e porque não do norte também. Então fica a pergunta, por que deixam que ele faça ameaças que não pode cumprir? É muito mais prático pedir aos EUA, à China e à Rússia comida e combustível, e evita o ensaio do fim do mundo, que não acabou em nada. A próxima ameaça pode ser encarada como algo verdadeiramente sério e os EUA enviarem um míssil como medida preventiva. E o depois? O planeta perde um país? O final foi tão patético que nem sequer houve comunicado oficial de que o planeta inteiro foi vítima da pegadinha de primeiro de abril...
 
Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br
Osasco

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MEDO!

Ninguém aqui, no Brasil, precisa temer aquele ditadorzinho da Coréia do Norte, que está ameaçando seus vizinhos com uma guerra nuclear. Nós temos de temer mesmo são os produtos horti-frutigranjeiros. Esses, sim, são os inimigos públicos número um do nosso país.
 
José Marques seuqram.esoj@bol.com.br 
São Paulo

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IMPOSTOS NA NOTA FISCAL

Finalmente os senhores parlamentares aprovam lei no Congresso Nacional em favor dos contribuintes, obrigando comerciantes e prestadores de serviço a discriminar os impostos na hora de se emitir a nota fiscal/recibo. Ninguém aguenta mais pagar imposto neste país. Trabalhar cinco meses ao ano para pagar impostos nos faz sentir mais como operários da colmeia do que como apreciadores do mel.

Yvette Kfouri Abrão m.abrao@terra.com.br 
São Paulo

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MAIOR PRAZO PARA OS MENSALEIROS

Dizem que o inferno está cheio de boas intenções. A decisão por maioria do pleno do Supremo Tribunal Federal (STF), pela concessão de maior prazo para o manejo dos embargos de declaração, no interesse dos réus da ação do mensalão, receio seja uma delas. Agora mais prazo para recorrer, depois dar provimento aos embargos de declaração, em seguida aos embargos infringentes, onde um 5x5 vale para livrar os réus. Não é o poder do presidente do STF que estão tentando conter, mas pondo em movimento o preparo de uma possível pizza, das mais indigestas para a Nação.
 
Ana Lúcia Amaral anamaral@uol.com.br 
São Paulo

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UM STF MOROSO

No debate que travou recentemente com integrantes da Suprema Corte, o ministro Joaquim Barbosa tem razão especialmente na parte que se refere ao atraso na publicação dos julgamentos do Supremo Tribunal. Agora mesmo o “Diário Oficial” de 18/4 publicou na primeira página o resultado de julgamento realizado em 10 de novembro de 2004. Quase nove anos depois, portanto. O presidente era o ministro Nelson Jobim. Tratava-se de ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público. Inclusive o julgamento deu margem a um embargo declaratório negado em 22 de abril de 2009, decisão divulgada também no “Diário Oficial” de 18 de abril deste ano.

Francisco Pedro do Coutto pedrocoutto7@yahoo.com.br 
Rio de Janeiro

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JUSTIÇA E MENSALÃO
 
Continua a enxurrada de recursos dos réus condenados, por décadas, mesmo na maior Corte brasileira (STF), além de manipularem o prazo legal do término dos processos, pior é continuar com os vícios de alguns ministros, que aceitam tudo, até a absolvição, e continuar inoperante, contra políticos corruptos, e contra a sociedade, que exige justiça, como exemplo para outros tribunais.
 
Antonio de Souza D’Agrella antoniodagrella@yahoo.com.br
São Paulo

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A JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA

“A derrota de Barbosa” (“Estadão”, 19/4, A3) é, na verdade, a vitória da Justiça brasileira. Os poderes constituídos são independentes e harmônicos, sendo que o presidente do STF está se especializando em fazer os demais poderes dependerem cada vez mais do Judiciário e eliminando até traços de harmonia entre eles. Até os que o apoiavam antes veem com cautela os destemperos constantes do ministro. Fiquemos atentos, pois a judicialização da política é tão nociva quanto a falta de liberdade de expressão.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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NÃO TÃO IGUAIS
 
A proteção para juízes e políticos em processos na Suprema Corte consistia na aposição exclusivamente das iniciais dos nomes dos processados, omitindo-se os seus nomes completos. A prática terminou por ingerência do ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, que deve ter-se valido do princípio constitucional da isonomia, em cujo texto consta que todos são iguais perante a lei. A providência salvou o País, mais uma vez, de conviver com odiosos privilégios. De outro lado, apesar de se discordar do tratamento dispensado pelo ministro a jornalistas, o que é deplorável, como ocorreu com repórter do “Estadão”, Joaquim Barbosa foi mencionado na revista americana “Time” como uma das cem pessoas mais influentes do planeta. Mereceu a menção, porque mostrou ao mundo que o Brasil, quando quer, pode fazer justiça e realizar plenamente o Direito. O magistrado vendeu confiança ao planeta.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br 
Rio Claro

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NA ‘TIME’

Joaquim Barbosa incluso, segundo a revista “Time”, entre os 100 homens mais influentes do mundo. Somente os políticos oposicionistas brasileiros não enxergam isso, caso contrário, já teriam pedido e assediado nosso querido ministro para aceitar ser candidato à Presidência em 2014. Ou será que existe outro nome no País capaz de derrotar essa cambada de “bandidos e assassinos” disfarçados de guerrilheiros no comando do Brasil? Acordem, partidos oposicionistas do Brasil! Unam-se! Sozinhos vocês nada representam, como enfrentar uma eleição cujo candidato da situação já larga com mais de 50% dos votos?

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com
São Paulo

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‘O CARA’

Mr. Obama, veja a lista da “Time”: Joaquim Barbosa é que é o “cara”; o outro é o apenas um cara de pau!
 
J. S. Decol decoljs@globo.com 
São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

Certamente, se vivo fosse, Mahatma Gandhi diria hoje para o ministro do STF Joaquim Barbosa: “Primeiro eles ignoram-te, depois riem-se de ti, depois combatem-te e depois  tu vences”. E o povo brasileiro diz: “Que maravilhoso seria se no Brasil tivéssemos pelo menos uma centena de Joaquins Barbosas”.
 
Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br   
Volta Redonda (RJ)

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NELSON MOTTA

Na crônica de 19/4, o articulista Nelson Motta se despede do “Estadão” depois de cinco anos de convivência semanal com os seus leitores assíduos... É pena, mas o tempo passa e a vida muda e continua. Agradecemos pelos seus artigos e crônicas, continue mantendo o seu elevado astral e bom humor sempre muito objetivos e espirituosos. Felicidades e muita saúde!
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo
 
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A VEZ DO CELULAR NO TRÂNSITO

A Lei Seca ajudou e ajudará muito na moralização do trânsito punindo condutores de veículos nas cidades e nas estradas alcoolizados. A multa é alta e faz medo, com certeza, mas estamos observando outra mania que aumenta assustadoramente nos motoristas, o uso de celular ao volante, que visivelmente tem proporcionado confusões e acidentes. Urge o Estado criar normas para coibir de maneira mais rigorosa tais procedimentos, são conversas de todos os tipos e para todos os locais imagináveis, e o que menos importa aos infratores são o local e o perigo que proporcionam. Passou da hora de dar atenção maior e mais responsável neste particular.

Julio Jose de Melo julinho1952@hotmail.com 
Sete Lagoas (MG)

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UM GOVERNO DO TIPO BUMBA

“Só o erro é que precisa apoio do governo. A verdade, essa fica de pé por si própria” (Thomas Jefferson). Em 2010 durante as chuvas que castigaram praticamente todo Estado do Rio de Janeiro, uma tragédia chamou a atenção de todos no país. Três anos depois volta a chamar a atenção, desta vez não pelas chuvas torrenciais, mas sim pelo holocausto que temos e chamamos no Brasil de governo. Para quem não sabe o Morro do Bumba é o local que abrigava uma favela situada no Bairro Viçoso Jardim em Niterói – RJ. Em 2010 um deslizamento de terra matou 267 pessoas e deixou centenas de desabrigadas. Como sempre quando ocorre qualquer tragédia no país, governo municipal desaparece, o Estadual inventa desculpas e o Federal sobrevoa a área de helicóptero e promete duas coisas: a) Liberação de alguns milhões ou bilhões para “resolver” o problema. b) O cidadão poderá retirar o seu FGTS para recuperar sua moradia. Como se àqueles que moram em área de risco tivessem uma fortuna no FGTS ou como se não fosse obrigação do governo brasileiro recuperar áreas atingidas, impedir construção e residências em área de risco, embora na maioria das vezes eles pagassem IPTU e todos os demais perversos impostos aos governos das três esferas. Em 2013 vem abaixo a outra face ainda mais cruel da tragédia do povo daquela região. Uma das muitas promessas feitas por Sérgio Cabral governador do Rio de Janeiro e por Dilma seria que o governo federal através do PAC iria construir apartamentos para as vitimas daquela tragédia. O dinheiro foi disponibilizado, a construção saiu do projeto, entretanto a entrega de apartamentos do programa Minha Casa Minha Vida destinados a sobreviventes da tragédia do morro do Bumba, deve ser adiada pela construtora responsável pelas obras. A inauguração estava prevista para julho deste ano, mas as obras foram parcialmente paralisadas pela empreiteira Imperial Serviços Limitada. Segundo informações da “TV Globo”, dois dos onze edifícios que integram o conjunto habitacional Zilda Arns II, situado no Bairro do Fonseca, apresentam rachaduras, e pelo menos um dos imóveis terá de ser demolido. No dia 20/3/2013, representantes da Caixa e da Empreiteira Imperial participaram de uma reunião a fim de debater sobre os problemas. Na versão da empreiteira, as rachaduras teriam sido causadas por acúmulo de água no solo. Em resumo: No morro do Bumba em Niterói perto da cidade maravilhosa, que será um das sedes da Copa do Mundo em 2014 e sediará a Olimpíada de 2016 o governo Bumba de Dilma do PT dá mais uma amostra de que vivemos de marketing político, com esmolas através de bolsas assistencialistas. Um governo administrado por gente relapsa e incompetente. Um governo Bumba meu boi, que gasta bilhões em desvios de recursos, com desperdícios sem fim e não consegue sequer fiscalizar uma obra desde sua licitação até a sua entrega ao povo.
 
Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br 
Bauru

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