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Atualizado às 6h11.

O Estado de S.Paulo

09 Maio 2013 | 02h04

SEGURANÇA PÚBLICA

Violência urbana

As notícias dos jornais amedrontam. Chegamos a um nível de violência nunca antes visto na História deste país. É uma guerra. As autoridades e os especialistas ficam nos discursos vazios e planos de longuíssimo prazo, com resultados questionáveis. Ou o poder público toma ações emergenciais, para ontem, ou a população vai começar a agir por sua própria conta e risco. Pode ficar ainda pior, mas se resolver ficará provada a inutilidade das polícias, do Poder Judiciário e dos governos. Na base da criminalidade, as drogas e o tráfico de armas. Como menores de idade infratores e demais delinquentes têm acesso às armas? Só para lembrar: numa guerra o inimigo tem sua arma apontada para você, e não para discursos.

ANDRÉ LUIS O. COUTINHO
arcouti@uol.com.br
Campinas

Maioridade penal

Essa questão está extrapolando os limites. Os menores cada vez mais aproveitam sua imunidade para praticar toda sorte de delitos. Até o estupro dentro de ônibus no Rio foi cometido por um rapaz de 16 anos! É tema para se discutir com prioridade absoluta. Nada justifica que um assassino menor de 18 anos não possa cumprir pena atrás das grades.

HABIB SAGUIAH NETO
saguiah@mtznet.com.br
Marataízes (ES)

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Por R$ 30

Não é de espantar que os nossos políticos não queiram discutir o problema da redução da maioridade, com certeza nenhum deles tem filhos com apenas R$ 30 na conta bancária.

SILVIO LEIS
silvioleis@hotmail.com
São Paulo

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EDUCAÇÃO

Analfabetismo oculto

Parabéns a João Batista Araujo e Oliveira por seu artigo sobre alfabetização (8/5, A2). Quando a escola pública era melhor, para sair do 1.º ano o exame de leitura era feito pela professora, pelo diretor e pelo inspetor de ensino. Lia-se bem e com entendimento. Mas essa política de educação quer o povo ignorante porque é mais fácil ser manipulado nas eleições. As escolas estão péssimas e o salário dos professores, cada vez menor. O editorial Quem quer ser professor? (A3) é outro texto que mostra a realidade. Urge devolver o orgulho profissional ao magistério.

REGINA MOREIRA JALUKS
jr.jaluks@hotmail.com
São José dos Campos

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Valores

À pergunta Quem quer ser professor? se acrescenta: quem quer pagar pelo professor? Não adianta discutirmos a questão se o salário para os formadores de cidadãos continuar disputando com o mínimo. Um valor de, digamos, R$ 5 mil por mês significaria cerca de R$ 100 mil no ano, considerando os encargos trabalhistas. Contabilizando apenas o déficit de professores de Ciências (170 mil), isso equivaleria a um investimento de R$ 17 bilhões anuais. Se acompanhado de instrumentos adequados de avaliação de desempenho, poderíamos chegar numa fórmula que verdadeiramente modificaria nossa situação educacional.

ADILSON ROBERTO GONÇALVES
prodomoarg@gmail.com
Lorena

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A figura do professor

Tanto o governo federal quanto os estaduais e municipais enaltecem a figura do professor, tecem loas à classe, alertando sobre sua importância no desenvolvimento e no progresso da Nação. Mas nenhum deles olha de fato para a classe, porque todos insistem em baixos salários, em má preparação e em aceitar ambientes horrendos de trabalho, que espantam qualquer criatura humana. Enquanto na Europa os professores são os que melhor se classificam nas universidades, em nosso país, exceto honrosas exceções, não são os melhores nem os talentos escolhidos a dedo, porque outras profissões ofertam mais vantagens financeiras e muito mais segurança no ambiente de trabalho. Assim, os melhores também fogem do magistério abaixo do universitário, restando, para análise, os que se resignam a sofrer e tolerar baixos salários com execráveis condições de trabalho. Neste país o professor é prestigiado "de mentirinha".

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO
carneirojc@ig.com.br
Rio Claro

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SAÚDE 

Médicos cubanos

A nossa espetacular cúpula política estuda meios de trazer 6 mil médicos cubanos - daqueles especialistas que cuidaram de Hugo Chávez - para prestarem os seus serviços no Brasil. Magnífica ideia! Vai aqui a minha sugestão: colocá-los às disposição no Congresso Nacional, nas Assembleias Legislativas, nas Câmaras Municipais e afins. Assim faríamos justiça meritória a esses abnegados, probos e sérios parlamentares brasileiros ao longo destes últimos 20 anos.

JULIO JOSÉ DE MELO
julinho1952@hotmail.com
Sete Lagoas (MG)

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Asilo político

Os médicos "importados" de Cuba, que lá ganham salário de US$ 25 e necessitam, por isso, trabalhar também em outra atividade - de taxista, por exemplo -, poderão solicitar e receber asilo político? Eles vão resolver os problemas de saúde dos brasileiros ou serão usados para fazer apologia do regime cubano?

LUIGI VERCESI
luigiapvercesi@gmail.com
Botucatu

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Medicina ou militância?

Está no site da Escola Latino-Americana de Medicina (Elam): "Forjando um ejército de batas blancas". Exército...?! Aliás, o Conselho Federal de Medicina é o órgão que detém atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica. A ele estão subordinados os conselhos regionais, que acatam a inscrição para o exercício da medicina, o conhecido CRM do médico. Sem a inscrição a prática médica passa a ser exercício ilegal da profissão, considerado crime - artigo 282 do Código Penal -, sujeito a detenção de seis meses a dois anos, fora os eventuais danos causados ao paciente. É isso que o governo federal pretende, infringir a lei, com a "importação" de 6 mil médicos de Cuba, ministro Padilha?

LUIZ NUSBAUM, médico
lnusbaum@uol.com.br
São Paulo 

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Avaliação necessária

Qualquer médico brasileiro que pretenda exercer a medicina num país do Primeiro Mundo precisa passar por longos e rigorosos processos de avaliação teórica e prática antes de obter a devida permissão. É grande a irresponsabilidade do governo federal em permitir a "importação" desses 6 mil médicos sem nenhum tipo de avaliação, o que fatalmente aumentará o risco para a população. O tiro pode sair pela culatra...

LUCIANO HARARY
lharary@hotmail.com
São Paulo

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AFIF, VICE-GOVERNADOR E MINISTRO

O vice-governador de São Paulo, sr. Guilherme Afif Domingos, sem renunciar ao posto no Estado paulista, assumirá hoje o cargo de ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa no governo federal. Esse acúmulo de funções será examinado pela Comissão de Ética da Presidência na próxima reunião do colegiado, mas só depois de Afif “citar as atividades que pretende exercer e continuar exercendo enquanto estiver no cargo”. Que condição absurda! Que imposição sem pé e sem cabeça. O certo e legal é decidir se a criação do ministério e a nomeação do ministro não foram feitas ao arrepio do artigo 88 da Constituição federal, que dispõe sobre o assunto. Não seria mais curial, mais sensato, que o vice-governador Afif, antes de tomar posse no ministério em tela, renunciasse ao seu cargo de vice-governador, evitando esse imbróglio jurídico-constitucional? E a vaidade pessoal, onde fica?

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br 
Assis

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NO FUNDO, NO FUNDO

Qual o real motivo da aceitação pelo sr. Guilherme Afif Domingos em participar do governo da presidente Dilma Rousseff, ideologia ou interesse pessoal?

Carlos Angelo Ferro carlosangelo@uol.com.br 
São Paulo

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MICRO E PEQUENA EMPRESA

Finalmente entregaram um ministério para quem realmente entende do assunto a que se destina, mas não precisava ter o status de ministro, bastava ser um “apêndice” de um ministério do gênero. Por outro lado, penso que o sr. Afif deveria renunciar ao cargo de vice-governador. Não pega bem esse acúmulo de funções.
 
Walter Marcon w.marcon@bol.com.br 
São Paulo

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BEM-VINDO AO TIME

Com oportunismo despudorado, Afif se rende a um cargo governamental sem expressão alguma, jogando-se nos braços de petistas que tanto combateu no passado, mostrando a todos que o seguiram até aqui que por trás da máscara combativa havia alguém pequeno, miúdo e ávido a participar da grande festa patrocinada pelo PT. Mostrou também que não bastava ser vice-governador de São Paulo, era muito pouco, ele queria mais... Que coisa feia. 

Ruy Colamarino ruy-colamarino@hotmail.com 
São Paulo

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VIRA-CASACA

O até agora vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), em 2009, chamava o PAC de “Plano de Abuso da Credulidade” e chegou a afirmar categoricamente em entrevista que a então pré-candidata Dilma Rousseff “não tem biografia política para comandar o País”. Pode-se concordar ou não com suas afirmações, mas parece que a presidente tem uma qualidade que Afif não comentou: ela soube reconhecer muito bem um político vira-casaca e traidor do povo paulista.

Maurício Rodrigues de Souza mauriciorodsouza@globo.com 
São Paulo

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AFIFAR

Sinônimo de malufar. São todos da mesma origem e farinha podre do mesmo saco.

Carlos Alberto Ramos Soares de Queiroz soaresqueiroz@hotmail.com 
São Paulo

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UNIÃO ESPÚRIA

Deixa ver se eu entendi: o vice-governador do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, eleito com uma coligação com o PSDB, agora será “ministro” do governo Dilma, que sempre que deseja comprar um partido cria um ministério. Criado o ministério, toda a cúpula do partido e seus parentes estão com empregos garantidos! Disso todos nós sabemos, porém o que mais nos assusta é saber que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, abençoou esta união espúria, com a maior cara de pau, que já é sua marca registrada. Que ninguém estranhe se, na próxima eleição, tivermos como candidatos Dilma para “presidenta” e Alckmin para vice! Não existe democracia sem oposição, e isso no Brasil não existe mais!

José Milton Galindo galindo52@hotmail.com 
Eldorado

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LULA EM SÃO PAULO

Lula diz que nunca foi tão fácil para o PT ganhar a próxima eleição de governador em São Paulo. O comportamento, a atitude do governador Alckmin na questão Afif Domingos dão fôlego a essa opinião...

Sergio Holl Lara jrmholl.idt@terra.com.br 
Indaiatuba

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AFIF SEM FINS LUCRATIVOS

Por que não deixa do cargo de vice para um cidadão que quer começar uma carreira honesta e cheia de boa vontade de fazer bem feito? Para ele, é como um cachorro escolher a carne e ainda ficar com o osso.
 
Maria José Gandolfo Padula mjgpadula@gmail.com 
Barretos

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PORTA DOS FUNDOS

Parabéns ao “Estadão” pelo editorial sob o título “Chegou lá sem sair daqui”, de 8/5/2013 (página A3). Que decepção ver o próprio vice-governador Afif Domingos abrir a porta dos fundos do Palácio dos Bandeirantes para os predatórios petistas! 

Paulo Cesar Silveira de Toledo pctoledo@interair.com.br 
Santana de Parnaíba

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VEXAME

Vexaminosa a atitude do sr. Guilherme Afif Domingos como vice-governador do Estado de São Paulo. Vexaminosa a atitude do sr. Geraldo Alckmin como governador do Estado de São Paulo. Vexaminosa, diria, mais vexaminosa ainda, a falta de palavra, a falta de comprometimento no discurso político, na posição partidária, no compromisso para com os eleitores que os elegeram, mas que são dispensados rapidinho quando se trata de conluios e conchavos com os quais jamais compactuaremos, uma vez que não têm cara, não têm memória, não têm ética! Vocês podem estar nos esquecendo agora, mas nós, cidadãos vigilantes, exaustos de tanto desaforo, tanta desfaçatez, tanta mentira, não nos esqueceremos jamais! É esperar para ver. Logo!
  
Gloria de Moraes Fernandes glorinhafernandes@uol.com.br 
São Paulo

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MENSALÃO?

A nomeação do vice-governador Afif Domingos para a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, além de representar acúmulo ilegal de cargos – se não por outra razão, ao menos pela incompatibilidade de horários – a prova irrefutável de que a prática do mensalão permanece,  por outros meios, de que a campanha para a Presidência continua de vento em popa e, acima de tudo, de que ambos os cargos são absolutamente descartáveis.

José Hamilton Port port.jose@hotmail.com 
Vinhedo

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EMPREENDEDOR

Guilherme Afif Domingos, uma lição de empreendedorismo. Parabéns! Dá o tiro e não perde a bala.

A.Fernando Ferreira rdseg@terra.com.br 
São Paulo

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DESRESPEITO ABSURDO
 
Sr. Afif Domingos, dos políticos brasileiros atuais, o sr. era dos poucos que me parecia merecer algum respeito. O sr. não respeitou seus eleitores. E, a partir de agora, de mim, particularmente, merece apenas repulsa, desprezo e nojo.
  
Sansão José da Silva sansao@sansaojsilva.com.br
Uberlândia (MG)

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INTERESSE MESQUINHO

Que vergonha que sinto do meu voto no PSDB! Sr. Afif Domingos, não se pode servir a dois senhores ao mesmo tempo! Quanto fisiologismo, quanto interesse mesquinho, e que se dane o Brasil!

Fabio Mello Fontes fmfontes@globo.com 
Santos

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INCOMPATÍVEL

Seduzido pela oferta de emprego do nível de ministro de Estado, Guilherme Afif Domingos pretende assumir o cargo que Dilma Rousseff lhe ofereceu, apesar de ocupar o cargo de vice-governador do Estado de São Paulo. Ora, Afif é servidor público do Estado de São Paulo. O fato de ser eleito juntamente com o governador não lhe confere uma situação funcional especial. Como servidor público, está sujeito às regras da acumulação que, basicamente, tanto para a União como para os Estados, são as mesmas: acumular cargos é possível apenas nos casos previstos na Constituição. Não há, em face das prescrições constitucionais, nenhuma possibilidade de exercer a vice-governança do Estado e ser ministro de Estado da União. Ao revés, o que há, de fato e de direito, é uma flagrante incompatibilidade de funções e, também, de horário na prestação dos serviços obrigatórios para uma e outra entidade pública. E importante, ainda, no caso, é o lado político da questão, visto que há antagonismo entre os respectivos patrões. Assim, de tudo o que se vê e se lê, é inevitável a conclusão de que Afif, se quer servir ao governo da União, necessária e obrigatoriamente tem de renunciar ao cargo de vice-governador. E, por seu lado, o governador dos paulistas deveria ser mais resoluto na postura de não aceitar a dupla subserviência de Afif e apresentar-lhe a alternativa: ou exerce seu cargo no Estado, ou o outro da União: jamais ambos. E, além de questionar essa pretensão de Afif, se necessário, deve mesmo até contrapor-se explicitamente, visto que não se pode esquecer de que o lema da capital de onde capitaneia suas funções e atribuições é “non ducor duco”.

Pedro Luís de Campos Vergueiro pedrover@matrix.com.br
São Paulo

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AS PRIORIDADES DO GOVERNO

Li a reportagem “Governo gasta US$ 3,8 mi com Dilma no exterior” (4/5, A8), que diz que o governo gastou com a presidenta Dilma Rousseff US$ 3.897.412 em viagens nesses dois anos de mandato, e no total ela passou 79 dias fora do País, e que foram feitas 32 viagens sem contar as escalas. Na minha opinião, isso é um absurdo. Os brasileiros trabalham duro o ano inteiro e têm uma grande parcela de seu salário retirada para pagar impostos, para receber saúde de primeira, educação, segurança. E não é isso o que nós recebemos. Temos assaltos em grande escala todo dia, os hospitais públicos não têm estrutura para tamanha demanda de pessoas e temos uma grande parcela de crianças com analfabetismo e adultos com analfabetismo funcional. E como o governo gasta o nosso dinheiro? Com viagens com gastos excessivos, como dito na reportagem. Isso é uma agressão para nós, brasileiros. A sensação que eu tenho de ver o governo gastando rios de dinheiro com algo que mal vai refletir para a população brasileira, ao invés de estar gastando com educação e saúde, é de pura indignação, com uma pitada de vergonha, e isso é deprimente, é algo que nenhum cidadão deveria sentir pelo seu próprio país. Nós pagamos impostos com a esperança de termos um retorno com a saúde e educação, mas isso é a última coisa que nós temos. Um governo deveria impor suas prioridades para seu país, mas o que acontece é que pessoas leigas são altamente manipuláveis, então isso não é uma real prioridade para o governo, e é por isso que o governo do PT está no comando por tanto tempo. E isso é também deprimente, pois governo bom é aquele que ganha na eleição por manipular seus eleitores ou aquele que obtém votos da parcela da população brasileira que teve acesso a boa educação e que não é manipulável, por “mérito próprio”? Infelizmente, a minoria da população teve acesso a educação, e convenhamos, é muito mais fácil e barato fazer promessas sem fundo atingindo a grande parcela da população que não teve acesso a educação do que ganhar votos por “mérito” de pessoas não manipuláveis pois tiveram acesso aos estudos. Mas será que o mais fácil, no longo prazo, é o mais vantajoso? É compreensivo que a Dilma precise fazer viagens, porém elas deveriam ser feitas com moderação de gastos, e a saúde, educação e segurança deveriam de verdade virar prioridades no governo, para que o nosso país vá para a frente. Do que adianta ter uma boa reputação com os países estrangeiros se dentro do nosso país ainda há muito analfabetismo, altas taxas de crime e hospitais com péssimo atendimento?

Lara Machado lara.mcnetto@hotmail.com 
São Paulo

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ELA QUER FAZER MAIS

A leitura da matéria “Em Minas, Dilma diz que pode ‘fazer mais e melhor’” (4/5, A6) me deu calafrios, como deve ter dado em todos os brasileiros pensantes, pela terrível ameaça da nossa delicada e inteligível presidenta: sua disposição em fazer mais do que tem feito... Tomando por base as medidas que têm sido adotadas na economia, na administração da Petrobrás, nos financiamentos do BNDES, são ou não são extremamente preocupantes as suas palavras? Que Deus nos ajude! De qualquer forma, o que me tranquiliza é que sei que a preocupação da nossa “dirigenta” máxima é elevar o nível da nação brasileira até o mais próximo possível de Cuba, Bolívia e, quiçá, ao da Coreia do Norte...
 
Sergio Rodrigues serrod@uol.com.br 
São Paulo

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NOVO DIRETOR-GERAL DA OMC

O brasileiro Roberto Azevêdo, eleito oficialmente para dirigir a Organização Mundial do Comércio (OMC), deve ser um profissional muito conceituado, muito bem relacionado e muito competente para gozar da confiança do grupo formado por oito países emergentes que o elegeu, mesmo sendo oriundo de um país cujo governo não tem praticado economia de mercado. Espero que, durante a sua gestão de quatro anos, não sofra influência ideológica equivocada do Itamaraty.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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O DECADENTE MULTILATERALISMO

Enfim, quando a OMC se torna uma peça de ficção, o brasileiro chega lá. Como a própria ONU, seus fundadores que ainda a sustentam decididamente já abandonaram o barco para que as nações atrasadas assumam o comando de um barco sem motor e sem leme. Nada contra o sr. Roberto Azevêdo, mas vai ser diretor de mais uma instituição esclerosada, sem rumo, sem fins, etc., etc. E parece claro que estará lá trabalhando para a rataiada comunista que ainda impera nas nações atrasadas, como o Brasil, até pelos serviços que lá tem mostrado. É assim também que um dia o Brasil fará parte do Conselho de Segurança da ONU, quando de fato não servirá para mais nada, exceto como honraria pessoal para alguém rechear seu próprio currículo.
 
Ariovaldo Batista arioba06@jhotmail.com
São Bernardo do Campo

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COMO EXPLICAR?

O Planalto em festa toca suas malfadadas caxirolas! Porque, mesmo sem o apoio do EUA e dos países europeus, que preferiam o candidato do México, o brasileiro Roberto Azevêdo foi eleito para o cargo de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Coisa inédita para o País! Nada contra o Roberto Azevêdo, ao contrário, o embaixador é um profundo conhecedor desta área para a qual foi eleito. O problema é que o Brasil é um dos países mais fechados do mundo quando o assunto é comércio exterior. Certamente, Azevêdo terá muito trabalho para explicar por que o governo petista cada vez mais cria barreiras para os produtos importados. E para comprovar esta anomalia é só verificar o quanto o México, a China e a Coreia do Sul são mais abertos que o nosso país. Enquanto o Brasil tem um volume entre exportação e importação na casa dos 20% do PIB, o México tem 43%, a China tem 47% e a Coreia tem 93%. Esses números confirmam por que os nossos grandes parceiros comerciais não apoiaram o candidato brasileiro. Se, para o jovem embaixador, essa é uma grande conquista pessoal, sinceramente não gostaria de estar na pele dele, porque difícil mesmo será explicar ao mundo as barbeiragens praticadas pelos alojados no Planalto. Ou tarefa prá lá de indigesta.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos

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LIDERANÇA BRASILEIRA

A vitória brasileira na OMC, que terá o diplomata brasileiro Roberto Azevêdo no comando, é emblemática. No momento em que o mundo sofre as consequências da crise global da economia dos anos 2007/2008, a postura do representante brasileiro na entidade é mais do que bem-vinda. Sendo um experimentado conciliador, saberá adequar as disputas filosóficas liberais e desenvolvimentistas que envolvem atualmente a entidade de comércio internacional. 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com 
Rio de Janeiro

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O ITAMARATY E O APADRINHAMENTO

A prática do apadrinhamento que no governo petista substituiu a meritocracia para a ocupação de cargos vem dando seus maus resultados em todas as áreas, mas na diplomacia é a primeira vez que se constata em níveis midiáticos o quanto custa indicar gente despreparada – social, moral e profissionalmente – para um posto de tal importância para a preservação da imagem do País. Funcionários da embaixada brasileira em Sydney, Austrália, afirmam ser vítimas de assédio moral e sexual do embaixador Américo Fontenelle e de seu adjunto e conselheiro César Cidade. As queixas de 14 servidores é a de que são vítimas de constrangimento devido a serem chamados aos gritos e palavrões e a de que a embaixada presta um serviço de categoria zero, pois um visto que demorava 10 dias para sair agora leva mais de mês. Em 2007 este mesmo embaixador também foi acusado de assédio moral em Toronto, mas só agora parece que as acusações estão sendo levadas a sério por Patriota, que reconhece que tais atitudes não combinam com a diplomacia. Ora, é o que dá essa prática de só indicar companheiro, meu caro Patriota, e estamos só começando a colher o que os petistas plantaram! 
 
Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com
São Paulo

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DIPLOMACIA CORPORATIVISTA

Diplomacia, conforme o explica o dicionário, é a arte de manter o direito e de promover os interesses de um Estado ou governo perante os Estados e governos estrangeiros. Também significa habilidade, astúcia e finura. Foi habilidade e astúcia que o cônsul-geral Américo Dyott Fontenelle e o cônsul-adjunto do órgão, o conselheiro Cesar de Paula Cidade, usaram para agredir, discriminar e humilhar os funcionários do Consulado Geral do Brasil em Sidney e que também foram acusados por oito funcionários daquele consulado por assédio moral e sexual, homofobia, discriminação e abuso de poder? Reparem só, em 2007, Fontenelle foi investigado quando atuava em Toronto, no Canadá, por assédio moral e sexual, mas a sindicância acabou arquivada pela dificuldade de se obterem provas materiais, apesar dos “elementos testemunhais relevantes”. Diante do escândalo ocorrido, o ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, removeu Fontenelle para a Secretaria de Estado. Que belo prêmio, varreu o lixo para baixo do tapete. E fica por isso mesmo? Pensei que corporativismo existisse somente na política, mas agora vi que a diplomacia também está contaminada. Brasil, um país de tolos!

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com 
São Paulo

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IMIGRAÇÃO

Li com muito interesse a notícia “Europa vive maior êxodo em 50 anos” (5/5), de Jamil Chade. Os números apresentados na notícia são surpreendentes, em vista que Brasil, Alemanha e Suíça cada vez mais estão se fortalecendo no cenário mundial e países como Espanha e Portugal descendo uma ladeira de problemas até o momento infinita. Existe um índice de imigração muito grande entre os países, sobretudo de uma população muito jovem, que saem de seus países de origem pela falta de perspectivas, na qual mais de um milhão saíram em busca de trabalhos, visto que as projeções indicam o fim da crise apenas depois de meados da década e que não haverá recuperações dos postos de trabalho no curto prazo. Hoje em razão da grande competitividade e redução dos níveis de empregos, as pessoas acabam tendo uma menor perspectiva, levando-as a buscar novos caminhos a fim de tentar atingir suas realizações que nem sempre são alcançadas, pois estas pessoas acabam nestas migrações e em função da alta taxa de desemprego na Europa, aceitarem empregos em condições não esperadas e com remunerações que nem sempre atendem suas necessidades e desejos profissionais. Espero que os governantes tomem atitudes positivas para que esse problema não seja levado adiante, pois futuramente pessoas que possuam excelentes qualificações tenham que ter um salário reduzido pelo fato de imigrantes aceitarem uma remuneração mais baixa. Possível fato que terei de enfrentar futuramente.
        
Victor Hugo Magalhães Freires shih@uol.com.br 
São Paulo

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MÉDICOS CUBANOS

Na obsessão populista latino-americana, o governo petista importará 6 mil médicos cubanos. Provavelmente em breve virão outros, bolivianos, equatorianos, venezuelanos, egressos das mesmas faculdades, frequentadas por alguns poucos estudantes brasileiros, não aprovados nas nossas escolas de Medicina. É o petismo mostrando cada vez mais sua competência com saúde pública no Brasil.
 
Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br
São Paulo

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GARANTIA

O Brasil tem praticamente dois médicos para cada mil habitantes. Mais do que Estados Unidos e Canadá. Mais do que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Então não faltam médicos no Brasil. Falta distribuí-los de uma maneira mais justa. Essa história de importar médicos de Cuba é pura demagogia. Tanto com os brasileiros quanto com os comunistas. Esses médicos terão seus diplomas revalidados no Brasil, como acontece com qualquer médico que venha do exterior? Se minha intuição estiver correta, não. Não que diploma aqui, no Brasil, signifique competência profissional, muito pelo contrário, mas pelo menos seria uma medida a mais para garantir que não cairemos nas mãos de carniceiros cubanos. 

Rogério Tófoli Kezerle rogeriokezerle@hotmail.com
São Paulo

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ESCRAVOS

Sabe-se que o governo cubano cobra US$ 11,4 mil por mês por médico cedido ao governo chavista. No entanto, estes médicos recebem apenas US$ 230 mensais na Venezuela, mais uma ajuda de US$ 46 para a família, paga diretamente em Cuba.  São 45 mil médicos que geram uma receita anual para a ditadura dos Castro de cerca de US$ 4,5 bilhões por ano. O esquema cubano deve ser aplicado no Brasil também.  Nenhum cubano pode ganhar salários livres. Dilma vai “contratar” 6 mil escravos, na verdade. E nós vamos permitir isso?

Maria Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com 
Florianópolis

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REVALIDA, SIM!

Estudantes de Medicina de todo o País em conjunto com conselhos regionais de medicina e profissionais já formados se unem através do movimento “Revalida, sim!” para garantir a dignidade da saúde brasileira e do atendimento de qualidade à população. Protestos estão sendo lançados em todos os Estados brasileiros, buscando maior visibilidade do movimento e trazer à tona a crítica situação da abertura para entrada de mais de 6 mil médicos sem a necessidade de revalidação do diploma. Segundo dados publicados do Revalida 2012, apenas 8% dos profissionais que prestaram o exame se adequaram às necessidades mínimas para exercer a medicina no Brasil. O Conselho Federal de Medicina julga a ideia como obra eleitoreira. Em menos de dez horas da fundação do grupo, os números no Facebook já ultrapassam os 14 mil “likes”, foram lançadas campanhas em outras redes sociais com a hashtag #RevalidaSim. O movimento tem encabeçando-o o aluno do 6.º semestre do curso de medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina André Manoel. Junto com ele uma equipe de alunos e outros profissionais está organizando o movimento e colaborando de diversas partes do País por uma luta comum, que há tempos não unia tanto a comunidade médica como agora.

Lucas Guimarães lucas@lucasguimaraes.com 
Bragança Paulista

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INVASÃO CONSENTIDA

Nossa presidente, em visita a Cuba, acertou com o governo dos Castros uma forma de “importar” médicos formados naquele país, para trabalhar em regiões brasileiras onde se apregoa que nossos médicos não querem trabalhar. Até aí, tudo bem, nossos conterrâneos desassistidos terão, bem ou mal, assistência médica preventiva. Mas sobre tudo o que vem do PT, em se tratando de acordos oficiais, com os comuno-socialistas cubanos, nossa vigilância terá de ser redobrada, no que concerne às facilidades que 6 mil cubanos terão em difundir suas ideologias para os pobres assistidos. Será uma lavagem cerebral consentida, numa fatia enorme de nossa população ainda carente de educação e saúde. Desejo ardentemente queimar minha língua nessa minha previsão, mas quem vai levar a melhor é o PT, mais votos para se manterem no poder.  

Aloisio A. De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br 
Limeira

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POPULISTA

Médicos carentes para atender os carentes brasileiros, ganhando pouco, sem recursos técnicos ou infraestrutura básica? Essa é uma medida que nos faz pensar no grande desrespeito que o governo tem pelos pobres. Só concordaremos com essa vinda se os políticos e governantes e ex-governantes aceitarem: consultas, diagnósticos e os medicamentos dados por esses doutores cubanos. Nada de médicos do Albert Einstein, Sírio-Libanês e Incor. Com tantos médicos formados no País, é vergonhoso que tenhamos de aceitar esse contrassenso. Ofereçam condições de trabalho e boa remuneração, que aparecerão milhares de médicos brasileiros se candidatando aos postos de trabalho. Medidas populistas à custa da saúde de brasileiros despossuídos. 

Leila E. Leitão
São Paulo

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FUNDO DO POÇO

Seis mil médicos cubanos virão ao Brasil para dar assistência aos doentes das regiões mais carentes. Se essa notícia se confirmar, a “presidenta” Dilma Rousseff estará juramentando que a saúde pública no Brasil realmente chegou ao fundo do poço.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com 
Jandaia do Sul (PR)

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CARTA ABERTA

Senhora presidente Dilma, é irritante e inaceitável liberar a entrada de médicos cubanos no Brasil. Por acaso a senhora vai pagar os altos custos de quem cursa medicina no Brasil? Claro que não! É uma grande idiotice defender bandidos ditadores que insistem em manter-se no poder subjugando o seu povo (Cuba, Venezuela, Irã, etc.) e querer fazer-lhes favor com chapéu alheio, em detrimento do trabalhador brasileiro, abrindo o mercado de trabalho para estrangeiros, indo na contramão da história. Estamos cansados de saber que nós, brasileiros, sempre tivemos as portas fechadas no mercado externo, só somos acolhidos, e clandestinamente, diga-se de passagem, somente para ser faxineiro, babá, garçom, enfim, para fazer o que é rejeitado pelos trabalhadores nos países aonde vamos. Se a senhora acha que a medicina é cara, acabe com a reserva de mercado das faculdades, determine a ampliação e a criação de novos cursos, barateando e facilitando o seu acesso a quem assim o desejar. Ou então pare de jogar fora o dinheiro do povo com porcarias de estádios, feitos muito caros e na base de muito roubo e desvios. Acabe com os desvios, corrupções, com secretarias e ministérios desnecessários, pague melhor os médicos para atenderem o setor público, ou a senhora acha que o médico vai poder pagar o curso dele, caríssimo no Brasil, com esta porcaria de salário pago pelo SUS? A senhora acha que com este “incentivo” aos trabalhadores estrangeiros vai incentivar os jovens brasileiros a investirem em educação? A estudarem medicina? Aliás, se o mentor desta bela ideia foi o próprio ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, com trocadilho, seria mais apropriado doravante chamá-lo de Antonio Idiota, afinal, vai ser patriota assim lá em Cuba! 
 
Sérgio Ribczuk contacerta@blz.com.br 
Araruna (PR)

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FIZERAM MENOS E PIOR

O SUS não era modelo para o “mundo”? Trazer médicos de Cuba é atestar que nos dez anos do PT no governo federal eles, Lula e Dilma, fizeram menos e pior? E agora, ministro da Saúde, sr. Padilha?
 
Tania Tavares taniatma@hotmail.com 
São Paulo

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CORRUPÇÃO NA ARGENTINA

Miriam Quiroga, ex-assessora de Nestor Kirchner, delatou tremenda corrupção exercida pelo casal Kirchner durante vários anos até a morte de Nestor, quando Miriam foi demitida. Incompetentes! Se o casal Kirchner tivesse pedido aula aos petralhas brasileiros, nada disso viria à tona. Imagine enviar sacolas de dinheiro e ouro para a terra natal do casal? Aqui eles emprestam dinheiro do BNDES para que as empreiteiras sejam financiadas em países estrangeiros e os “agrados” devem ficar por lá mesmo, em dólar ou euros. De vez em quando, um faz uma viagem supostamente a “negócios” nos aviões das próprias empresas, provavelmente para repatriar alguma coisa, já que esses aviões jamais serão vistoriados pela Polícia Federal. Tudo dentro dos conformes! O casal argentino é muito incompetente mesmo e merece punição exemplar!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br 
São Paulo

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LÁ QUASE COMO CÁ

Secretária de Nestor Kirchner denuncia que o ex-presidente argentino recebia do empresariado local e em plena Casa Rosada pesadas sacolas de dinheiro vivo. Diferentemente daqui, onde o dinheiro rola em cuecas, malas e gabinetes adjacentes e os presidentes nunca sabem de nada...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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‘UM VEXAME AMAZÔNICO’

O “Estadão”, em seu editorial sobre o Fundo Amazônia (“Um vexame amazônico”, 6/5, A3), adverte sobre a gravidade da má administração petista sobre aquele fundo, dando margem a que estrangeiros se sintam à vontade para palpitar sobre a administração da Amazônia, tratando-a como se fosse território internacional. Acontece que a Amazônia já é definitivamente território internacional, principalmente depois da aprovação por unanimidade pelos ministros  (que de ingênuos não têm nada) do Supremo Tribunal Federal (STF), da reserva indígena Raposa Serra do Sol.

Edson Baptista de Souza baptistaedson@ig.com.br 
São Paulo

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BEM-VINDOS

O Fundo Amazônia demonstra de forma cabal a incompetência petista, que só usou 11,4% do valor doado. Porém, pergunto: que problema há em receber recursos estrangeiros para a preservação da floresta? Nenhum. São, aliás, muito bem-vindos. A ideia da “megaconspiração” internacional para a internacionalização da Amazônia é ridícula.

José Roberto Pereira da Silva j.roberto1968@hotmail.com 
Campinas

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AGRICULTURA BRASILEIRA

Terra e sol, o verdadeiro binômio que dá a sustentação agroindustrial deste país. “O modelo brasileiro de agricultura de alta escala”, de Marcos Jank e André Pessôa (7/5, A2), dá o tom da situação, apesar de algumas desconsiderações políticas, propositais ou não. Fato é que podemos capitanear uma verdadeira nova revolução do setor, mas os atuantes do campo têm de encontrar uma forma de levar isso a conhecimento e à prática, sem o pedantismo de combate à política social vigente ou desmerecendo a militância ambiental. Como fazer é a grande questão.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com 
Lorena

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SE NÃO FOSSE...

No Brasil, sempre existe um “se não fosse...”. Na agricultura, muito bem demonstrado pelos diretores da Agroconsult, senhores Marcos Jank e André Pessôa, são os riscos regulatórios e a logística. A esses fatores eu acrescentaria: se não fosse nosso governo, tão irresponsável e inconsequente, sem olhar abrangente e futurista, que só pensa no poder e na reeleição, tudo seria diferente e seríamos, sim, imbatíveis. E assim seriam a nossa educação, saúde e segurança, “se não fossem” presididas e administradas por incompetentes, também seríamos imbatíveis.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com 
São Paulo

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