Fórum dos Leitores

RUY MESQUITA

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h42

22 Maio 2013 | 02h05

Defensor das liberdades

É lugar-comum dizer que o Brasil perdeu um dos seus filhos mais ilustres. No caso do dr. Ruy, isso é muito pouco. É do nosso dever reconhecer que perdemos um dos mais expressivos líderes da democracia e um combatente aguerrido contra todo e qualquer tipo de regime ditatorial. Ruy Mesquita foi um defensor enérgico das liberdades individuais. Nunca deixou de criticar quem passasse por cima da lei, da moral e da ética. Para defender seus princípios jamais recuou diante dos fortes. Jamais se deixou amedrontar pelos bem votados e pelos que desfrutavam imunidades, até mesmo do Poder Judiciário. Foi um democrata de corpo inteiro! Deixo à família Mesquita o meu voto de pesar e o registro da minha enorme admiração pelas ideias, pelo talento, pela lucidez e pela combatividade de Ruy Mesquita.

JOSÉ PASTORE, professor da USP
j.pastore@uol.com.br
São Paulo

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Baluarte da democracia

Perdem o País e o jornalismo um baluarte da liberdade de expressão e da democracia. Poucos lutaram como o jornalista Ruy Mesquita contra a ditadura militar. Tinha a coluna dura. Não se envergava, como deve ser um homem e um jornalista.

PANAYOTIS POULIS
ppoulis46@gmail.com
Rio de Janeiro

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Profundo pesar

Recebemos com profundo pesar a notícia do falecimento de Ruy Mesquita, diretor do renomado jornal O Estado de S. Paulo. Aos 88 anos, deixou um legado de defesa intransigente da democracia. O dr. Ruy fez história na imprensa brasileira por sua resistência, correção e seu profissionalismo. Foi dele, por exemplo, a iniciativa de substituir por receitas e poemas as reportagens do Estadão censuradas pelo regime militar, para deixar clara à população a supressão obrigatória de conteúdo jornalístico. Nossos sentimentos aos familiares e amigos do dr. Ruy, ao mesmo tempo que enviamos nossas condolências aos colaboradores do Estado. Sua presença permanecerá sólida em nossa memória e nas páginas do jornal que, ao lado de sua família, transformou num dos maiores do País.

CARLOS SAMPAIO, líder do PSDB na Câmara dos Deputados
ralecio@bol.com.br
Brasília

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Um destemido

Ruy foi embora. Foi descansar. Lutou bravamente, como sempre fez em sua profícua vida. Defendeu a democracia com todas as suas forças e principalmente com as palavras de seus já saudosos editoriais. Nos períodos mais duros da ditadura defendeu seus jornalistas, expondo-se até com riscos pessoais. Revolucionou o mercado jornalístico com o memorável Jornal da Tarde e só isso bastaria para abrilhantar sua biografia. Porém algo a lamentar: morreu sob a censura, patrocinada pela família Sarney, que mais uma vez lhe causou dor e decepção. Suas palavras ficarão para sempre.

LUIZ NUSBAUM
lnusbaum@uol.com.br
São Paulo

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Fiador da imprensa livre

O falecimento do dr. Ruy traz um indescritível pesar para os leitores do Estadão, que tinham nele um verdadeiro fiador de uma imprensa livre e democrática. Temos certeza que seus sucessores manterão a mesma ilibada conduta que há mais de um século a família Mesquita vem imprimindo ao jornal.

MINORU TAKAHASHI
minorutakahashi@hotmail.com
Maringá (PR) 

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Grande democrata

Como leitor e assinante do Estado, venho transmitir a família Mesquita e aos colaboradores do jornal meu sincero voto de pesar pelo falecimento do grande democrata dr. Ruy Mesquita, um exemplo de brasileiro. Com um forte e sentido abraço,

ANTÔNIO SÉRGIO RIBEIRO
asrsp@uol.com.br
São Paulo

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Referência ética

Nossas condolências ao Estado e à família Mesquita pelo passamento do ilustre jornalista e homem público exemplar Ruy Mesquita, referência ética e política para os que, antes de tudo, se interessam pela coisa pública.

AMADEU R. GARRIDO DE PAULA
amadeugarridoadv@uol.com.br
São Paulo

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Legado

Que o seu legado sirva para as novas gerações. Perda enorme para todos.

JOSE ROBERTO PALMA
palmapai@ig.com.br
São Paulo

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Exemplos

Com a morte de Ruy Mesquita, o Brasil e São Paulo perdem um de seus mais valorosos defensores de diferentes épocas e trincheiras e o jornalismo brasileiro se priva de um de seus mais éticos praticantes. Que seus exemplos sejam permanentemente seguidos pelas novas gerações. O nosso pesar e votos de conforto à família.

TENENTE DIRCEU CARDOSO GONÇALVES, dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo
aspomilpm@terra.com.br 
São Paulo

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Sentimentos

Em meu nome e de toda comunidade judaica latino-americana, externamos nossos mais profundos sentimentos pela perda do dr. Ruy, personagem de alto relevo que ao longo de sua jornada soube conduzir com maestria um jornal de tanta expressão e que faz jus ao seu nome tanto no que diz ao nosso cotidiano como ao contexto mundial.

JACK TERPINS, presidente do Congresso Judaico Latino-Americano
www.congresojudio.org.ar
São Paulo

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Condolências

A toda a família Mesquita, e em especial à dona Laura e ao meu amigo de escola João, registro minhas condolências pelo passamento do Ruyzão, colega de meu pai na São Francisco. Desde criança ouvi a família Mesquita ser citada por meu avô e por meu pai. Tive o prazer e a honra de tê-lo conhecido pessoalmente e tenho vívida em minha memória a ocasião de nosso último encontro, numa festa poucos anos atrás, em que o dr. Ruy me concedeu a honra de meia hora de boa prosa. O Brasil perde mais um de seus mais dignos filhos. Que o seu exemplo de vida permaneça como chama de esperança para os dias de hoje.

GUILHERME COSTA NEGRAES JR.
gnegraes@terra.com.br
São Paulo

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DURAS VERDADES 

Joaquim Barbosa nada mais disse do que duras verdades. Afirmou que nossos partidos políticos são de “mentirinha”. Se não fossem, saberíamos distinguir a ideologia de um e do outro e os políticos não trocariam de partido como se troca de roupa. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) disse que o Congresso Nacional é “ineficiente”. Se não fosse, proporia, por exemplo, uma nova legislação para os serviços portuários, dominados há anos por uma máfia de sindicatos, e não esperaria o governo editar a tão falada Medida Provisória (MP) dos Portos. O presidente do STF concluiu dizendo que o Congresso é “inteiramente dominado pelo Poder Executivo”. Além da MP dos Portos, que foi aprovada em uma semana, por ordem da presidenta Dilma, as MPs encaminhadas pelo governo, mais cedo ou mais tarde, acabam sendo aprovadas pelos subservientes parlamentares, que se acomodaram nessa triste função.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br
São Paulo

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JOAQUIM BARBOSA

O ministro está coberto se razão. Não existe no Brasil partido político que tenha princípios definidos, a não ser o poder pelo poder. Pelo voto distrital 100%!

Gileno S. de Paiva Gonçalves Pereira gileno49@icloud.com 
Londrina (PR)

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O ESTADO À MARGEM DA CONSTITUIÇÃO

A notícia de que somente 15 leis tiveram origem no Legislativo brasileiro, fato apontado pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, demonstra que nosso Estado funciona à margem da Constituição, posto que esta define as tarefas que devem ser cumpridas pelos Poderes respectivos: 1) o Executivo legisla às escâncaras, por meio das medidas provisórias; 2) o Legislativo não produz leis, por subserviência àquele e comodismo; e 3) o Judiciário cumpre com morosidade suas tarefas, de modo incompatível com um direito eficaz. E não há que se falar em Estado de Direito democrático que opere à margem do texto normativo fundamental. 
  
Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br 
São Paulo

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UMA VOZ

Gostaria de me solidarizar com o Exmo. ministro Joaquim Barbosa, por ter tido a coragem de falar o que a maioria da sociedade (que não é petista) pensa, e cala, a respeito de nosso sistema político atual, de nosso congressistas (com raras exceções), dos partidos políticos e da dominação do País pelo Executivo. Se mais vozes se levantassem, quem sabe as coisas mudariam e pudéssemos vir a ser uma verdadeira democracia.

Enide Lisbôa do Nascimento Burattini enidelnb@uol.com.br 
São Paulo

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BARBOSA NÃO EXAGEROU

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, não exagerou ao afirmar que o Congresso brasileiro é dominado pelo Executivo. O que temos visto nessa última década é realmente uma pouca vergonha. O Executivo envia os seus desejos pela manhã e, quando chega a tarde, já foi atendido, é só festejar. As funções básicas de um parlamentar, legislar, fiscalizar e propor políticas públicas,  ficaram há muito tempo pelo caminho. Hoje em dia não se fiscaliza o Executivo, essa função foi trocada pela função “votar medida provisória”. O senhor ministro não falou novidade. Há bastante tempo isso ecoa pelos quatro cantos do País. Quanto à consistência ideológica dos partidos, essa também faz tanto tempo que foi trocada pelo toma lá, dá cá.                                                                 
 
Jeovah Ferreira jeovahbf@yahoo.com.br 
Taquari (DF)

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JOAQUIM E O CONGRESSO
 
As suas excelências congressistas ficaram amuadas e reagiram, com deselegância, às palavras do ministro Joaquim Barbosa criticando o Legislativo brasileiro. Disse apenas a verdade, o que todos dizemos nas colunas de leitores nos jornais e revistas ou nas conversas familiares e entre amigos. Congresso e os políticos brasileiros são uma vergonha! A grande maioria está respondendo a algum processo na Justiça; coloca seus interesses muito à frente das necessidades do País; há um abaixo-assinado de milhões de brasileiros para que o notório presidente do Senado saia, e nada acontece. Não passa um dia em que não apareça um escândalo: são os atos secretos, senador suplente sem voto, dinheiro nas cuecas, aloprados, sanguessugas, mensaleiros, funcionários-fantasmas, a farra das passagens aéreas, voto secreto, 20 mil funcionários com salários nababescos, especialmente os garçons, verbas indenizatórias e de gabinete, plano de saúde vitalício para senadores, ex-senadores e seus familiares, mesmo que tenham exercido o cargo por poucos dias; João Paulo Cunha e José Genoino, condenados na Justiça, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara; pagamento de horas extras não trabalhadas a funcionários; partidos de aluguel; uso de verbas de representação em despesas pessoais; trabalho só em meia semana, aposentadorias por invalidez de quem continua a trabalhar, as PECs da discórdia... Houvesse um plebiscito, o Congresso fecharia. É a prova de que o ministro Joaquim está coberto de razões. Mas não disse nada que não se saiba.
 
Luiz Sérgio Silveira Costa lsscosta@superig.com.br 
Rio de Janeiro

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POLITICAGEM
 
Parabéns ao ministro Joaquim Barbosa. O Congresso Nacional não passa de um capacho do Palácio do Planalto. A resistência em não aprovar a redução da maioridade penal é um exemplo gritante do cabresto que a Dilma Rousseff impôs ao Legislativo. Não existe idealismo político. O que existe, em Brasília, é um jogo mesquinho de interesses pelo poder.

Marcelo de Lima Araújo marcelodelimaaraujo@yahoo.com.br 
Mogi das Cruzes

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MAIS E MAIS PARTIDOS

Tinha de ser o grande ministro do STF Joaquim Barbosa a dizer que o Brasil tem partidos me mentirinha. Hoje criam-se partidos e sindicatos sem expressão e com autorização, só para engrossar o horário político do PT e o interesse dos grandes sindicatos. 

Fidélis Aníbal de Carvalho fidelis.anibal36@yahoo.com.br 
São Paulo

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FAZ DE CONTA

No Brasil recente se disseminou verdadeira ojeriza pela palavra certa, na hora e no lugar certos e com seu conteúdo cabal, daí o ataque contra o ministro Joaquim Barbosa, segundo quem os partidos são “de mentirinha” e os eleitos não representam os eleitores, entre outras declarações pertinentes. E não só. Os discursos, a ética, a honestidade, a indignação, a conduta ilibada, a moral, o interesse pelo coletivo e a decência deles também o são. Incluindo a reação de suas excelências ao pronunciamento de Barbosa. Estamos vivendo uma trágica fábula, um faz de conta que nos prejudica a nação, afinal somos reféns de metáforas inócuas.
 
Doca Ramos Mello ddramosmello@uol.com.br
São Sebastião

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CABRA MACHO

Joaquim Barbosa fala o que todos nós, homens de bem, gostaríamos. Cabra macho e comprometido com a verdade, doa a quem doer. Esse, sim, é o cara.

Gattaz Ganem gattaz@globo.com 
Carapicuíba

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TRANSPARÊNCIA E DEMOCRACIA

O ministro e presidente do STF, Joaquim Barbosa, foi rápido e categórico em falar a verdade sobre o Executivo e o Congresso Nacional, lógico, com exceção de alguns políticos éticos. Parabéns!

Antonio de Souza D Agrella antoniodagrella@yahoo.com.br
São Paulo

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LÍNGUA SOLTA

O “exercício intelectual” do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, está causando muita repercussão. E criando mais animosidade com os integrantes do Poder Legislativo. Ele afirma que no Brasil os partidos são de mentirinha e o Congresso é dominado pelo Executivo. E mais, o grosso dos brasileiros não vê consciência ideológica e programática nos partidos. São declarações que por certo contribuem para desgastar a classe política. E se somam, por certo, às suas declarações de que no Judiciário “há muitos juízes que merecem ser colocados para fora”. Afinal, qual a intenção do juiz Joaquim Barbosa com estas atitudes?

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br 
Santos

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O BOATO DO BOLSA-FAMÍLIA

A presidente Dilma disse que foi “desumano e criminoso” o boato sobre o fim do Bolsa-Família, mas não foi, não. Foi, sim, a confirmação da “lavagem cerebral” que o PT faz com os cidadãos brasileiros mais humildes e pobres. Quem assistiu às entrevistas feitas com os beneficiários do Bolsa-Família viu caracterizado o “estelionato eleitoral”, Deu até dó, o maior acinte ao ser humano é o que muitos conhecem por “voto de cabresto”. Que absurdo! E ela inda disse para não acreditar nos pessimistas, saibam por que: os pessimistas conseguiram fazer uma “prova” real do que é abusar da pobreza, pobreza que tanto dizem que “um dia” vai acabar. Na eternidade. Isso que é desumano e criminoso, presidente. Será que é preciso explicar melhor?
 
Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br 
São Paulo

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CRIME

Crime, prezada Dona Dilma, é assaltar bancos para financiar organizações espúrias e exóticas contra o governo federal, ou aleatória e irresponsavelmente resolver metralhar militares nas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro achando que assim estarão contribuindo para transformar o País positivamente. Crime é aceitar passivamente uma certa composição ministerial exclusivamente para agradar aos sobreviventes do caso Celso Daniel. Crime é aceitar a realização da Copa ou da Olimpíada no Brasil, enquanto o povo morre em corredores daquilo que seu governo chama de hospitais; que leva a outro crime, que é o fato de os principais petistas se tratarem no Sírio-Libanês. Crime é essa ridícula propaganda na TV, em horário nobre, sobre avanços sociais inexistentes, que enojam qualquer um que saiba ler e escrever. E alto crime é jogar essa mesma propaganda como esperança para aqueles que não sabem ler e escrever, assim os tornando iludida massa de manobra que inocentemente apoia seu despreparado e caótico (des)governo, sem perceber que agindo dessa maneira assim permanecerão para sempre.

Antonio C. de Souza Queiroz Cardoso acardoso@acardoso.com
São Paulo

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BRINCADEIRA TEM HORA

Ministra afirma que o boato sobre o Bolsa-Família seria sido lançado pela oposição e, depois, desmentiu- se. No dicionário da ministra Maria do Rosário, “singela opinião” significa lançar mão de uma falsa verdade. Até que ponto essa gente irá continuar brincando com coisa séria? Lamentável para uma pessoa que está ministra de governo, paga com o nosso dinheiro.

Leila E. Leitão
São Paulo 

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EM BOCA FECHADA...

Dona Maria do Rosário, ministra da Secretaria de Direitos Humanos que é, deveria é estar apresentando soluções para a situação de menores que matam e roubam como nunca antes na história deste país, trazendo horror à sociedade,  e não ficar levianamente dando suas impressões acerca do boato espalhado sobre o fim do Bolsa-Família. Acusar sem provas é mais leviano ainda em uma ministra, que parece não conhecer seu lugar nem as responsabilidades que tem. Mais trabalho, menos fofoca, ministra!

Myrian Macedo myrian.macedo@uol.com.br 
São Paulo

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FUXICO

Estão à procura do  autor do boato. Mas pode  aparecer a autora do fuxico.
  
Francisco Manzieri Neto manzierineto@uol.com.br 
São Pedro

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ACUSAÇÃO

“Dilma chama boato sobre Bolsa Família de ‘criminoso’” (“Estado”, 21/5, primeira página). Querida presidenta, se há criminoso(s), há crime(s). Na realidade, o crime a que V. Exia. se refere reside no fato de que os supostos atingidos pelo rumor foram os mesmos que tiveram a iniciativa de tê-lo implementado e disseminado “a posteriori”, argumentando que outrem (a oposição, obviamente) é que lançou o genial plano (!) aos quatro ventos. Isso traz com a nova tática (coisa de aloprados, como dizia seu mestre) uma nítida certeza: vocês – do faxineiro lá da sede do PT em Sampa à senhora (aliás não existe a senhora sem “elle”, não é mesmo?) – estão tremendo. O núcleo duro e resoluto do “pudê” do PT não contava com a enorme retração que se constata, agora, na coleta da derrama imposta ao nosso povo. Com isso e mais a gastança generalizada de seu desgoverno, vocês já perceberam que as suas bolsas esmolas estão perigando. E por isso, dileta presidenta, todos vocês tiveram a sensação de que faltou-lhes o solo. Na verdade, de falsificadores de prontuários, o seu PT tenta agora especializar-se na implantação de boatos para culpar a oposição. Já que perguntar não ofende, pergunto: será que está por trás da nova labuta o mesmo ministro que bolou o esquema dos prontuários? Mal feito assim, só pode ser ele porque, nesta altura dos acontecimentos, o Brasil todo já corrobora a assertiva deste escriba. O PSDB, presidenta, todos sabem, não usa esses tipos de ações. E é justamente essa retidão de comportamento que aponta, vigorosamente, o dedo da verdade e da dignidade para o seu partido e suas adjacências como a dizer: “J’accuse” (Émile Zola).

João Guilherme Ortolan guiortolan@hotmail.com 
Bauru
   
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CRIMINOSOS

Calma, presidente! Não fique nervosa! Ninguém vai mexer na sua bolsa...
  
Luciano Harary lharary@hotmail.com 
São Paulo 

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BOLSA ETERNA

Concordo: qualquer boato sobre qualquer coisa é crime. Mas, pergunto, a Bolsa Família é eterna? Nós, contribuintes, temos de pagar por toda a vida para os beneficiados não trabalharem? Não há limite de tempo para uma determinada família ser excluída? Ou isso é bolsa voto mesmo?
 
Vitório F. Massoni suporte@eam.com.br
São Paulo

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PARAÍSO

E não é que a “classe média” foi ao saque?
 
A.Fernandes standyball@hotmail.com 
São Paulo

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A CULPA É DA OPOSIÇÃO

A grande reserva eleitoral do PT, o Bolsa-Família, mostrou seu lado assustador. A enorme massa de beneficiários, tal qual fera mantida na engorda e alimentada sem contrapartida de trabalho, deu mostras do que será capaz se, no futuro, a situação determinar, uma supressão do benefício ou mesmo apontar para uma limitação educativa condicionada à procura de empregos a serem criados pelo poder público, modelo com menos conteúdo eleitoreiro e mais estimulador do crescimento pessoal do cidadão. Como foi imaginado pelo governo, no entanto, com o intuito prioritário de criar um grande açude de votos, embora a bandeira oficial, duvidosa, seja de retirada de milhões da miséria absoluta, o resultado prático é que o programa mostrou-se incentivador da indolência e, conforme demonstrado pelos últimos tumultos, ameaçadoramente irreversível. Os movimentos da fera diante de um hipotético corte no fluxo de alimentos apavoraram seus domadores que reagiram furiosamente à procura de culpados. Nada melhor e mais fácil do que acusar irresponsavelmente, pelos boatos e agitações, a ala que sempre criticou, timidamente é verdade, o programa, e que atende pelo nome de oposição. Mas, pelo que se conhece do caráter dos dirigentes controladores, no momento empenhados na perenização no poder, era exatamente o que se podia esperar.

Paulo Roberto Gotaç prgotac@hotmail.com
Rio de Janeiro

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AÉCIO E O PSDB

Com a presidência do partido agora não mãos do senador mineiro, vamos ver se seus expoentes políticos, Alckmin, Serra, Fernando Henrique, Sergio Guerra, Tasso Jereissati e outros, deixam de se portar como crianças rabugentas, unam-se num só princípio e comecem a praticar uma oposição real e legítima ao governo lulopetista. Se continuarem com ciumeiras e outras picuinhas, continuarão a ser oposição por muito tempo.   

Aloisio A. De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br 
Limeira

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O PSDB E SUA HISTÓRIA

Não devemos tomar partido ou votar em alguém de um ou de qualquer partido político, como se estivéssemos torcendo por uma das equipes que disputam um clássico de futebol. Até porque no Brasil o futebol deixou de ser esporte por excelência e passou a ser disputado só como um show de bola. Uma mágica em que de repente pode dar tudo errado. Ao escolher alguém para votar, além de escolher o partido e o seu programa e as suas ideias, devemos levar em conta que no processo democrático essa decisão é fundamental para a manutenção da organização social da qual fazemos parte. Não basta correr atrás do povo nas disputas eleitorais. Fernando Henrique Cardoso, muito mais brilhante do que como presidente da República, ele foi e é como professor, sociólogo, escritor e ensaísta.  Depois que ele deixou de ser presidente, vem alertando sistematicamente o seu partido político para que se aproxime do povo. As mudanças sociais que estão ocorrendo velozmente no mundo todo e o Brasil não será diferente, vão gerar partos doloridos com as mudanças de comportamento, muito mais surpreendentes do que se pode prever e imaginar. Luiz Sérgio Henriques escreveu “Política a Antipolítica na Itália” (“Estadão”, página A2, 18/5), um artigo que merece ser lido. Na convenção do PSDB, que ocorreu no sábado, não bastou apenas exaltar o “legado de FHC” (“Estadão”, 18/5) e não se preocupar com o povo e com a nação brasileira, apesar das advertências de FHC. Preocuparam-se em reconstruir os feudos de um partido com muitos donos de territórios e abandonaram os outros como se fossem insignificantes. Continuaram divididos pensando apenas na aparência de um novo, para fazer alguma novidade, além daquelas que todo mundo já conhece: um playboyzinho que vive mais nas baladas noturnas no Rio de Janeiro do que em Brasília, como senador por Minas Gerais.  

Sinésio Müzel de Moura sisnesiomdemoura@hotmail.com 
Campinas 

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UNIDOS OU NÃO

O PSDB, unido ou desunido em termos de futura eleição presidencial, é fraco. O único realmente forte e capaz de tirar votos do PT no Nordeste é o próprio Fernando Henrique Cardoso.

Paulo Roberto paulosponquiado@hotmail.com
São Paulo

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CHEIRO DE POVO

Na convenção do PSDB, no sábado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que o PSDB se aproxime da população. Custou, mas reconheceram que sempre estiveram afastados da população. Era notório. Esse partido sempre desprezou a população, só não enxergava quem não queria. Nem apertavam a mão do povo nas falsas caminhadas pelas ruas, e, quando apertavam, limpavam logo. Agora querem se aproximar? Quem ocupou este espaço foi o PT, que também não deu nenhuma atenção. Criou programas demagógicos, eleitoreiros, subsidiou compra de eletrodomésticos, carros, etc., que é o que a população quer, e foi se elegendo. Agora quer correr atrás do prejuízo? Duvido muito. Quando foram governo se afastaram da população, se aproximaram dos empresários e venderam patrimônio público. Eles não têm cheiro de povo. Nem gostam do cheiro. São aristocratas.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com 
Rio de Janeiro

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TODOS QUEREM

Dada as diferenças e vaidades irreconciliáveis entre PSDB de Minas e de São Paulo, para a eleição presidencial de 2014, Aécio deve sair candidato pelo PSDB do Minas e Alckmin, pelo PSDB de São Paulo. Já Serra, capaz de sair pelo PSDb.

Luiz Henrique Penchiari luiz_penchiari@hotmail.com 
Vinhedo

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AÉCIO NEVES

Antes de relevar o discurso pronto enaltecendo FHC e as ofensas ao governo petista, o agora presidente tucano Aécio Neves terá a árdua missão de estabelecer a união do fragmentado e combalido PSDB. A tensão e a resistência da parte paulista da sigla à candidatura de Aécio à Presidência em 2014, mesmo informal e surda, ainda persiste e dá sinais de ainda estar longe de um final. José Serra não pronunciou nenhuma palavra que pudesse soar como um elogio ao novo presidente da legenda em seu discurso nada improvisado no sábado. Preferiu enaltecer a experiência dos demais membros da Executiva – quatro dos quais ligados a ele. Ao ex-governador mineiro sobrou apenas um generoso “boa sorte”. Imagine-se, apenas ao mandato interno do político mineiro. Nada mais.

Filipe Luiz Ribeiro Sousa filipelrsousa@yahoo.com.br 
São Carlos 

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MAÇÃ BICHADA

O senhor José Serra tem prestado um excelente (sic) desserviço ao País. Tem minado de maneira sub-reptícia, todas as iniciativas do PSDB, a não ser as favoráveis a alguma candidatura sua. Priva, assim, o País de uma possível alternância de poder, com uma atitude soberba, sorrateira e egoísta. Haja ego e falta de autocrítica. Uma pitada de humildade seria bem-vinda. Justiça seja feita. Não é o único, mas o mais destrutivo. 
 
Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br
São Paulo

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ORAÇÃO

Tucanos do PSDB, uni-vos e multiplicai-vos! Amém.
 
J. S. Decol  decoljs@globo.com 
São Paulo

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UMA CIDADE PODE MORRER?

Dois textos deste jornal me chamaram a atenção  no último domingo. O primeiro, intitulado “Um país pode ‘morrer?’”, de Joseph Keating,  levanta a possibilidade de “alguns países realmente desaparecerem, no sentido de se tornarem totalmente insustentáveis” por problemas econômicos, êxodo da população jovem, baixos índices de fertilidade, entre outros, e tece perguntas tais como “por que o contribuinte americano ou alemão deve pagar para tais países não naufragarem” ou “que país na verdade gostaria de assumir uma região escassamente povoada e economicamente estagnada?”. O segundo texto, de autoria de Pablo Pereira e Tiago Queiroz – enviados especiais a Santa Cruz dos Remédios, no interior do Piauí – relata como cidades sem autossuficiência, onde reina a precariedade, condições de trabalho  inexistentes, sem planos de cargos e salários, totalmente dependentes de ajuda estadual e/ou federal para sobreviverem localizadas nos rincões do Brasil, esperam por profissionais “importados” como salvação da lavoura para o apagão de médicos e as deficiências na saúde pública. Cruzando os dois textos, cabe perguntarmos se cidades com semelhante perfil, economicamente falidas e sem conseguir “caminhar com as próprias pernas” deveriam ter a própria existência questionada.

João Manuel Faria Simões de C. Maio clinicamaio@terra.com.br
Sao José dos Campos

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SUPERÁVIT DE MENTIRINHA

É uma farra este governo Dilma. Assim como o Lula, a presidente também se gaba que temos US$ 390 bilhões em reservas cambiais, que não devemos mais ao Fundo Monetário Internacional (FMI), distribui benefícios a rodo a setores amigos da economia, esnoba de forma irresponsável não dando aumento para os produtos da Petrobrás, e perdulário que é não tem recursos para sustentar o superávit primário... Pode?! Para tal, recorre de joelhos a Itaipu Binacional solicitando adiantamento de R$ 15 bilhões de receitas, montante esse que só seriam totalmente pagos ao tesouro até 2023, para de “mentirinha” dizer à sociedade que vai conseguir, em 2013, atingir um minúsculo superávit primário.  Aliás, prática essa comuns a muitos clubes do futebol brasileiro, que, mal administrados e semifalidos, se socorrem de adiantamento de receitas de seus patrocinadores. E com o atual governo brasileiro (um mau presságio, diga-se de passagem...) parece que o quadro não é diferente. Que decadência!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com
São Carlos 

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BNDES

Indecente e espúria essa tramóia que o BNDES fez com a Odebrecht e Eike Batista, ambos bilionários, com nosso dinheiro, referente à reforma do estádio do Maracanã, em que o governo investiu á R$ 1 bilhão. Foi concedido a eles o direito de administrar o estádio pela bagatela de R$ 180 milhões pagáveis em 30 anos. Ou seja, esses dois pupilos do BNDES foram agraciados por menos de 20% num investimento que só mesmo de pai para filho. Só que, como sempre, nós pagamos a conta. Agora pergunto: alguém duvida que não rolou propina nessa negociata?

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br 
Bragança Paulista

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CULTURA INÚTIL

Interessante e oportuno o artigo “de Gutenberg à televisão”, do almirante (reformado) Mario Cesar Flores, publicado em 21/5 (“Estadão”, A2).  Abordou desde os insuportáveis reality shows até os telejornais sérios e os que fazem da desgraça alheia motivos para crescer a audiência. No entanto, acrescento aos assuntos abordados, a lamentável programação vespertina na televisão, um verdadeiro acinte e desrespeito aos telespectadores. Discutem-se telenovelas de canais concorrentes, religião, que nunca se chega a um consenso e comentários (fofocas) sobre artistas do rádio e da televisão, enfim, uma cultura totalmente inútil. Essas inutilidades ocupam de quatro a cinco horas diárias, de segunda à sexta, e ainda usurpam nas propagandas, onde são apresentados produtos milagrosos que curam desde unhas encravadas, quedas de cabelos, doenças degenerativas até a mais terrível das doenças, o câncer. Puro engodo, pois esses produtos não têm comprovadamente o poder da cura. Além dessas, a coqueluche do momento, a saúde bucal, que explora a exaustão, principalmente as camadas menos favorecidas da sociedade, com propostas de sorrisos perfeitos. 

Sérgio Dafré Sergio_dafre@hotmail.com
Jundiaí
  
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‘DE GUTENBERG À TELEVISÃO’

Parabéns pela real matéria da reportagem do Sr. Mario Cesar Flores, verdade verdadeira, pois, como a maioria da população não tem acesso aos canais pagos, somos todos obrigados principalmente aos domingos a sofrer com as chanchadas que passam  em todos os canais.

Alvarez Aguiar alvarez.atib@hotmail.com 
São Paulo

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UM POUCO DE CULTURA

Vejo cada vez mais pessoas com escolaridade superior e, especialmente, com mais idade, deixarem de assistir aos chamados canais abertos, nos quais só se vê porcaria, desde os ditos “programas policiais” até as novelas, aos big (não seriam small?) brothers e quejandos... Pouco se salva! E, com isso, só nos resta “garimpar” programas nos canais por assinatura ou desligar a televisão e ler um bom livro (na minha idade, jornais e revistas de informações são devorados logo cedo). Concordo com o almirante Flores em que uma das contrapartidas às concessões deveria ser a obrigatoriedade de programa culturais. Por que não um programa semanal, em horário nobre, de 30 minutos que fosse, oferecendo boa música, literatura, teatro, etc., mas tudo tão pensado e produzido como o são as novelas, séries, programas de auditório, etc.? Acredito que seria uma forma leve e agradável de oferecer um pouco de cultura à população em geral.
 
Sergio Rodrigues serrod@uol.com.br
São Paulo

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GRANDE HIPOCRISIA

O Rio de Janeiro vai “ajeitar” 300m de rua de uma favela por onde passará o papa Francisco. E o resto? Fica pra próxima visita? Tomara que na hora “H”, o papa resolva mudar o trajeto e assim possa ver tamanha hipocrisia e sem tamanho desrespeito com a população. E como esse papa não tem papas na língua, quem sabe ele não dá uma lição de moral nestes políticos sem-vergonha!   

Cristina Hesketh Braun ch.braun@globo.com
São Paulo 

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HOLOFOTE

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, perdeu o senso de ridículo ao tentar uma audiência de políticos com o papa Francisco, durante sua visita ao Brasil. O que essa gente quer é que o Vaticano  reabra o processo do Padre Cícero, suspenso pela Igreja em 1916, por um suposto milagre. Esses petistas não tem limites, pensam que podem tudo. Mais um produto do caldeirão de maldades do Planalto.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com 
Vassouras (RJ)

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RESOLUÇÃO 175 CNJ

Com  relação ao artigo do último domingo no “Estadão”, no caderno “Aliás”, sobre o assunto acima, e outras matérias publicadas anteriormente sobre o tema casamento gay, talvez seja conveniente salientar que a regulamentação feita pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não é para casamento entre gays, mas, sim, para qualquer união entre pessoas. Não é necessário ser gay para ser beneficiado pela medida. Seria bom analisar a abrangência dessa decisão, por enquanto tomada quase individualmente, e não por um colegiado.  

Carlos Otto Berlowitz carlosob@uol.com.br 
São Paulo

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VIRADA CULTURAL
 
Em show na Virada Cultural do fim de semana passado, a cantora Daniela Mercury comentou que a sociedade brasileira é conservadora e tem dificuldade em aceitar a união homossexual. Que bom que a sociedade brasileira ainda procura conservar valores importantes para a dignidade da pessoa humana e da família. Quem não age como pensa inevitavelmente acaba pensando como age, por mais estapafúrdia que seja a sua forma de agir. Infelizmente, é o que acontece com Daniela Mercury. Também, já não basta o Supremo Tribunal Federal (STF) se arvorar no direito de legislar sobre assunto que cabe ao Congresso Nacional decidir, o povo ainda precisaria engolir goela abaixo este alimento espinhoso que nem sequer é palatável e não faz bem à saúde da sociedade?  

Marisa Stucchi marisastucchi@hotmail.com 
Ribeirão Preto

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O PAÍS DAS EXCELÊNCIAS
 
Digno de um  “Febeapa” –  o  Festival de Besteiras que Assola o País – o projeto de lei, de autoria do deputado federal paulista Arnaldo Faria de Sá, que, entre outras sandices, prevê que os delegados de polícia (estaduais e federais)  passem a ser chamados de “Excelência”. É tão ridículo que nem vale a pena comentar. Mas, pensando bem, num país em que são assassinadas dezenas de milhares de pessoas todo ano – e boa parte desses homicídios é rotulada como de “autoria indeterminada”, dada a precariedade das investigações criminais a cargo das atuais senhorias –, caso vingue a nova forma de tratamento, as novas “excelências” ao menos poderão ver seu ego massageado e terem, assim, alguma compensação pelos pífios resultados obtidos no enfrentamento à criminalidade, que, assim como as besteiras, também assola impunemente o País.
 
Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br 
São Paulo

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ALBERTO TAMER

Li um artigo sobre o jornalista Alberto Tamer, com muita tristeza. Servi, em Londres, na representação do Instituto Brasileiro do Café (IBC), como chefe e adido, quando, em  1957, ele foi designado para o cargo de assistente de imprensa pelo ministro  da Indústria e Comércio. Entretanto, já meu conhecido por ter servido ao embaixador Roberto Campos, a quem acompanhava em suas “saídas” sociais e aventurosas, telefonou-me dizendo que deveria  chegar a Londres e perguntou se eu iria aceitá-lo na representação, como se pudesse alterar uma decisão ministerial. Coube a mim perguntar-lhe se havia abandonado o uso abusivo do álcool e ele me respondeu, de pronto, que não mais bebia, o que me  agradou de fato. Tamer, durante todo o tempo na sua função, jamais tocou em um copo de bebida, o que acredito perdurou pelo resto de sua vida.  Lembro que tamanha era sua determinação que recusava até refrigerantes. Tornou-se um auxiliar precioso e um bom amigo. Ao deixar a Inglaterra para viver em Paris, nunca perdemos o contato amigável.   Continuou a servir ao “Estadão” como bom jornalista e admirador dos Mesquita. Foi-me útil, defendendo-me, quando um  ministro da ditadura ameaçou remover-me do cargo. Assim, ao relembrá-lo,  sinto que ele é um dos tipos mais importantes de minha vida funcional.

Silvio de Azevedo Lima silvioalima@uol.com.br 
Rio de Janeiro

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MEMÓRIA

Ainda conservo a lembrança de Alberto Tamer, pois, além de admirá-lo como extraordinário jornalista da área de Economia, tive a satisfação de hospedá-lo em minha casa. Grande perda para o Brasil.

Alberto Isaac eri.cris.2009@hotmail.com 
Itapetininga

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PORQUE EU GOSTAVA DO TAMER

“Ao vencedor... as batatas, diria Machado de Assis. O governo Bush nos seus oito anos, embromou o tempo todo (desculpem, mas às vezes, nada mais expressivo do que uma boa gíria...). Ele entregou o pepino para o coitado do Obama, que recebeu a pior herança desde Roosevelt, em novembro de 1932.” Saudade!

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br 
Monte Santo de Minas (MG)

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