Fórum dos Leitores

RUY MESQUITA 'Notas & Informações' O editorial deste 22 de maio, na página A3 do Estado, disse tudo sobre a perda do dr. Ruy Mesquita: um enorme vazio, que só a memória poderá preencher. SILVIA CARNEIRO, Assessoria de Assuntos Institucionais do Secovi-SP silvia.carneiro@secovi.com.br São Paulo * Lições Dr. Ruy foi um dos poucos donos de jornal que eram também jornalistas. Fez carreira na profissão, sabia escrever. Um exemplo para as gerações de profissionais da informação, porque nos transmitiu lições de objetividade na notícia, isenção com consciência diante dos conflitos sociais e políticos e, acima de tudo, respeito à ética no alienável compromisso com a verdade dos fatos. Discreto por toda a vida, agora vai brilhar no céu de nossa História. RICARDO VIVEIROS ricardoviveiros@terra.com.br São Paulo * Tristeza A perda do dr. Ruy nos deixa profundamente tristes. Como leitores, como jornalistas, como brasileiros. Um democrata convicto, irredutível na defesa dos valores republicanos e da liberdade de imprensa, tinha a elegância e o rigor ético dos grandes humanistas. Perde o Brasil, perde o jornalismo. LU FERNANDES lufernandes@lufernandes.com.br São Paulo * Grandeza O meio jornalístico tornou-se menor pela irreparável perda de Ruy Mesquita. Estou certa de que a mim se unem todos aqueles que o admiravam e tinham apreço pelo eminente jornalista: ético, defensor intransigente da liberdade de expressão, da autêntica democracia e da dignidade humana. O dr. Ruy Mesquita deixa, sem dúvida alguma, entre nós a marca indelével de grandeza que sempre o distinguiu como ser humano e como homem de imprensa. LODY BRAIS, presidente da Associação Cultural Brasil-Líbano brasil.libano@gmail.com São Paulo * Pluralismo Ruy Mesquita merece as nossas homenagens por ter sido sempre um defensor da democracia, da liberdade, da ética e do bom jornalismo. O Estadão é o mais pluralista e democrático dos jornais brasileiros e nunca deixou de expor opiniões contrárias à linha editorial do jornal. Ruy Mesquita deixou importante legado e deu uma grande contribuição à imprensa e ao Brasil. RENATO KHAIR renatokhair@uol.com.br São Paulo * Herança Nós, os brasileiros que gostam e respeitam opinião, ficamos órfãos com a partida do dr. Ruy. Felizmente, a herança dele, a luta permanente pela liberdade, é inesgotável! CARLOS BARROS DE MOURA carlos@barrosdemoura.com.br São Paulo * Amizade Em 1875, famílias amigas fundaram o que viria ser O Estado de S. Paulo, jornal sem medo, íntegro e feito por jornalistas que se impuseram dar aos leitores a realidade do momento, nem que para isso se expusessem contra regimes muitas vezes totalitários. A família Mesquita "deu a cara para bater", o que ocorre até hoje. Mas, infelizmente, perdemos um homem e verdadeiro jornalista, que, pela sua qualidade, foi "prematuramente". Gostaria de somar o nosso pranto ao pranto do jornalismo, incluindo nossa família, a Paula Souza, cuja amizade perdura até hoje. Aceitem nosso pesar. LUIZ ALBERTO DE PAULA SOUZA alp.souza@terra.com.br São Paulo * Difusão cultural Lamento profundamente a morte do amigo de mais de 60 anos, com quem tive a honra de privar e conviver. Ruy foi, como seu pai, personagem-chave na criação de uma Escola de Artes na Universidade de São Paulo, apoiando a ideia e movendo-se para vê-la implantada. Essa foi, porém, uma das muitas causas que pessoalmente abraçou na área cultural, a meu pedido ou de outros artistas. A mim, seu colega na Faculdade de Filosofia da USP, ele concedeu, mais de uma vez, apoio financeiro para mostrar a música do Brasil no exterior. O Jornal da Tarde, sob sua liderança, foi um dos mais criativos e eficazes veículos de difusão cultural e suas páginas foram generosas na cobertura e crítica de nossa vida musical. Com admiração, OLIVIER TONI ctoni@uol.com.br São Paulo * Gigante Este meu coração já tão machucado se encontra profundamente entristecido. Tomba um Gigante e nos manteremos em reverente silêncio, pois infeliz da nação que necessita de heróis, e "o Brasil não é uma republiqueta de bananas", como tão magistralmente Ruy nos ensinou. Ruy Mesquita descansa na grande e aconchegante sombra que projeta a sua obra, a repercussão de suas ideias. Um defensor do jornalismo, da livre expressão das ideias, um defensor da liberdade. Um grande homem que deixa em nossa memória o quão edificantes foram as ações desse inesquecível herói. Aos seus valorosos familiares juntamos o nosso pranto e palavras de conforto. Descanse em paz profunda! EDUARDO GONSALES DE ÁVILA eduardogavila@ig.com.br Barretos * Solidariedade Envio a todos os companheiros do jornal e à família Mesquita minha solidariedade neste momento difícil da morte do dr. Ruy, com quem convivi nos anos 1959 e 1960, quando fui repórter e redator e ele estava na editoria Internacional. Também desde a volta ao jornal, em 1997, como articulista, com ele mantive uma relação cordial e respeitosa, ainda que à distância. Ele fará muita falta ao Estado. WASHINGTON NOVAES wlrnovaes@uol.com.br Goiânia * Condolências Manifesto meu pesar pelo falecimento do jornalista Ruy Mesquita, a quem só se pode ficar muito grato pela liderança na luta que empreendeu em favor da liberdade de imprensa. Com a minha solidariedade, MIGUEL REALE JÚNIOR miguel@miguelrealejr.adv.br São Paulo * Lembranças Meus sentimentos pela morte de Ruy Mesquita, com quem não tive relações pessoais, mas de quem ouvi excelentes lembranças via Fernando Mitre. FERNANDO GABEIRA fp.gabeira@gmail.com Rio de Janeiro * DR. RUY MESQUITA Foi-se o jornalista Ruy Mesquita. Homem sério, honrado, corajoso e de convicções das quais nunca se afastou. Jamais se submeteu a governos ou ao poder. Dedicou sua vida ao jornalismo admirado, o que se traduziu, junto com outros, na respeitabilidade do "Estadão". Perde a família o ente querido, o jornal, o colega, e entre nós, leitores, deixará saudades. Mario Cobucci Junior maritocobucci@uol.com.br São Paulo * A BANDEIRA DA HONRADEZ Assinante do "Estadão" há mais de 40 anos, envio minhas condolências à família Mesquita, entristecido também pela perda de mais um baluarte das causas democráticas de que tanto o povo brasileiro precisa. Lamento não mais poder ler seus brilhantes editoriais, mais confio em que aquele que o substituirá saberá manter desfraldada a bandeira da honradez no trato da coisa pública. Antonio Carlos Gomes da Silva acarlosgs@uol.com.br São Paulo * ÓRFÃOS Estamos mais pobres hoje, pois, com o falecimento de Ruy Mesquita, nós, apreciadores do bom jornalismo, imparcial e honesto acima de tudo, passaremos por uma estrada agora de turbulência, porque a maioria das redações está infiltrada de jornalista sem senso de controle jornalístico na essência da palavra. Procuram as fantasiosas fábulas de um socialismo velado que está entranhado em nosso Brasil. A família Mesquita foi um baluarte do jornalismo em que a verdade foi e sempre será sinônimo de matérias sérias e imparciais. Ficamos órfãos neste dia, mas tenho certeza de que a chama acessa por Ruy Mesquita jamais se apagará, pois ela é flamejante nos corações e mentes dos verdadeiros democratas deste Brasil. Minhas condolências à família enlutada e a todos os brasileiros que desejam uma democracia plena em nosso país. Descanse em paz, guerreiro da democracia. Walter Francisco Barros walterfbarros@yahoo.com.br Araçatuba * SOLIDARIEDADE Orgulho-me de ter começado muito cedo a ler o "Estadão", graças ao meu pai, que conheceu o dr. Ruy e admirava a coragem e a postura ética em mostrar o quanto era contra a ditadura e os seus desmandos. Meu pai, Josef Levente Miklos, eu e meu marido, Guilherme Dale, que também o conheceu e respeita muito, desejamos à família todo nosso sentimento de compaixão e solidariedade por essa grande perda. Cecilia Dale cecilia54dale@gmail.com São Paulo * PESAR Venho apresentar a toda a família do dr. Ruy Mesquita e a toda a equipe do jornal "O Estado de S. Paulo" meus votos de pesar pelo seu falecimento. Maria Cecilia Parasmo mcparasmo@uol.com.br São Paulo * UM HOMEM RARO Meus sentimentos à família de Ruy Mesquita pelo seu falecimento. Homens de sua estirpe, que defendem abertamente a liberdade sem nenhuma hipocrisia, são raros mesmo em democracias maduras. Para a nossa, contribuiu combatendo ditaduras e governos com viés autoritário. Mesmo sendo agraciado pelo castrismo, jamais deixou de combater este regime com o seu jornalismo ético e republicano. É uma grande perda para o Brasil. José Eduardo Zambon Elias zambonelias@estadao.com.br Marília * CONTINUIDADE Nossas condolências à família Mesquita. Não foi só São Paulo que perdeu um grande guerreiro, que lutou até o fim em prol da democracia, bem como pela ética e os bons costumes, mas também o Brasil. Com certeza irão homenageá-lo com um nome de avenida ou rua, mas acho que ele merecia até nomear um município do Estado. Faço votos de que o "Estadão" dê continuidade à luta dele, pois o Brasil necessita muitíssimo... e como precisa! Rubens Colonezi rubenscolonezi@yahoo.com.br São Paulo * ABRAÇO FRATERNAL Com os mais sinceros sentimentos, enviamos à família e a todos os integrantes do jornal "O Estado de S. Paulo", "Estadão" - empresa a que por quase dez anos consecutivos tive a honra e a felicidade em fazer parte no então "Jornal da Tarde", fundado pelo jornalista que há poucas horas partiu deste mundo para o plano espiritual - aquele abraço fraternal! Candido José de Souza Neto (Candinho Neto) cleusath@terra.com.br São Paulo * PÊSAMES Gostaria de transmitir meus sentimentos de pêsames a toda a família Mesquita pela passagem do dr. Ruy. Luiz Maurício de Andrade da Silva, professor doutor adjunto IV da Academia da Força Aérea, ex-gerente de Projetos de Planejamento Estratégico do Grupo S. A. O Estado de S. Paulo lma28@uol.com.br Pirassununga * UM GRANDE BRASILEIRO Dr. Ruy foi um grande brasileiro; uma vida dedicada à liberdade. Francisco Paes de Barros fpbarros@radiocapital.am.br São Paulo * HOMENAGEM O dr. Ruy Mesquita foi um defensor intransigente da liberdade de imprensa. Entendia que, quando a palavra era cerceada, o poder do Estado se tornava autoritário e, com isso, a democracia deixava de existir. Foi esse o farol que o guiou nos anos de dura censura no regime militar. Foi esse o caminho que ampliou e trabalhou para consolidar esses tempos de democracia nascente. E promissora. Otimista e determinado, seu papel à frente do "Estadão ganhou" dimensão internacional. É respeitado e reconhecido. Faz parte da história da imprensa brasileira e de todos aqueles que fazem política com o livre exercício da palavra. Dr. Ruy Mesquita tornou-se, assim, uma referência maior. Nós, no Instituto Palavra Aberta, nos unimos neste momento de dor, à família Mesquita e aos jornalistas do "Estadão", no particular, e aos jornalistas em seu conjunto, para homenagear sua memória. Sentiremos sua falta. Que seu exemplo de singular profissional da palavra seja sempre lembrado e motivador para as novas gerações. Patricia Blanco, presidente executiva do Instituto Palavra Aberta patriciablanco@palavraaberta.org.br São Paulo * ÉRAMOS LIVRES Aqueles eram anos sinistros, lá fora. Lá dentro, porém, nas redações do "Estadão" e do "Jornal da Tarde", o "JT", respirávamos o ar de ser o que por longos anos deixaríamos de viver: livres. Éramos, nos textos, a resistência contra a tirania das balas e baionetas. A luta contra um dos cruéis abortos da ditadura: a censura. Coturnos e borzeguins não nos calaram entre as paredes onde ganhávamos o pão. Os censores sentavam rente às impressoras. A exceção não nos intimidava. Censuravam páginas para o consumo das ruas. Da porta da Rua Major Quedinho para fora. Dr. Ruy não permitiu a mordaça em nosso habitat. Se discordar dele era possível, respeitá-lo era preciso, pelo que significava para o jornalismo. Significou. Vi. Vivi. Aprendi. Pude refletir - naquelas duas redações - sobre o nexo democracia-liberdade de expressão. Sobre honra, dignidade e coragem, que tornam o jornalismo mais que fascínio profissional: olhos e ouvidos da sociedade viva. Voz dos vivos. Dos mortos, por vezes, também. Os tiranetes do petismo, que insistem na tentativa de sufocar revistas, jornais e jornalistas livres com marcos regulatórios, haverão de comemorar a morte de um combatente da liberdade de imprensa. Ilusão desses déspotas embrutecidos pela corrupção, pelos desmandos do poder. Enquanto, no Brasil, houver única redação livre, lá estará o espírito do dr. Ruy e de sua jovem e inovadora equipe do "JT" dos anos 1970. Anônimo, a ela pertenci. José Maria Leal Paes josemarialealpaes@gmail.com Belém do Pará * MINHAS LEMBRANÇAS Jovem ainda, comecei a trabalhar no "Estadão". Mais exatamente na então Redação do Exterior. Começava o ano de 1964, o da revolução. Ruy chefiava a seção com dedicação exemplar. Com ele aprendi os primeiros passos na longa caminhada que fiz em notícias internacionais. Ruy corrigia nossa seção diariamente e, diariamente, recebíamos o exemplar do jornal com aos textos da nossa editoria sublinhados, apontando os erros e as soluções. Ele ensinava com o exemplo a arte do jornalismo puro, corajoso e exemplar. Plantou na Seção do Exterior uma semente que jamais morrerá. Por isso mesmo, pelo seu exemplo, foi justamente esse setor do jornal que teve em sua chefia os mais brilhantes jornalistas da época: Nicholas Boer, Oliveiros S. Ferreira, Lenildo Tabosa Pessoa, Frederico Branco e tantos outros. Minha caminhada pelo "Estadão" durou quase 30 anos. Ininterruptos. Quando me aposentei, levei comigo a imagem e o exemplo de Ruy Mesquita. E ambos permanecem em meu coração. Waldo Claro waldoclaro@uol.com.br Jaú * MEU COMPANHEIRO DE JUVENTUDE Com emoção li o artigo de Fernão Lara Mesquita ("Haverá sempre moicanos", 22/5, A2). Tributo de amor filial e reafirmação dos valores que acompanharam a vida de Ruy Mesquita. Lembrei-me do Ruy, no entusiasmo de seus 20 anos, companheiro frequentador das masmorras do Estado Novo e das lutas democráticas contra a ditadura getulista. Depois, da tribuna do "Estadão", não esmoreceu e continuou coerente a porfiar pelos ideais da juventude - sempre em defesa da liberdade e dos princípios democráticos. Já nos faz muita falta, mas continuará, através do "Estadão", que tanto amo, e dos filhos, que tão bem criou, a luta que também é nossa e é de São Paulo e do Brasil. Sempre haverá um moicano! Carlos Eduardo Mendes Gonçalves mendes_goncalves@uol.com.br São Paulo * ‘HAVERÁ SEMPRE MOICANOS’ Mais que um texto, belíssima oração. Felizes os filhos que podem escrever assim sobre o seu pai. Fernando Batinga fernandobatinga@gmail.com Brasília * APELO Fernão Lara Mesquita, a poesia, na manifestação de seus sentimentos sobre a perda de seu pai é um presente que todos nós, pais, gostaríamos de poder receber após a morte. O presente será o atendimento ao apelo ao grande arquiteto do universo (o chamemos como quisermos): "Dê-lhe as boas-vindas". "Tranquilize-o". Ele merece. E assim a sua e a nossa solidão serão menos áridas e, com certeza, ele estará em boas mãos. Meus sentidos pêsames pelo passamento de seu pai. Luiz Carlos Cunha luiz.cunha@terra.com.br São Paulo * DE FILHO PARA PAI Comoventes e inspiradoras as palavras de Fernão Mesquita a seu pai. Beatrix Behn beatrixbehn@yahoo.com Curitiba * ALÉM DAS PALAVRAS Comovente a homenagem de Fernão Lara Mesquita a seu pai. Representa em si própria um enaltecimento ao progenitor que vai além das palavras. Leonardo Giannini leogann930@terra.com.br São Paulo * UM EXEMPLO Envio ao "Estadão" os meus sinceros votos de pesar pelo falecimento do dr. Ruy, um exemplo de jornalista e brasileiro que sempre será lembrado pela importância que teve para o Brasil. Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br São Paulo * MAIS UM PALADINO DA LIBERDADE A morte de Ruy Mesquita, após 60 anos de lutas para e pela liberdade de imprensa, no Brasil e em órgãos internacionais, deixa um vácuo imenso no jornalismo deste país. Era um homem de fibra, com ética e moral, que enfrentou duros embates na direção do "Jornal da Tarde" e do "Estadão". Mas soube vencer com galhardia e postura altaneira. Porém, deixa para seus descendentes e sucessores o exemplo marcante de sua passagem pelo jornalismo brasileiro. Os amantes da liberdade e do livre jornalismo - democrático e sem controle de conteúdos - estão de luto e pesarosos. José Carlos de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br Rio Claro * RUY MESQUITA E OS ESTUDANTES Ao ler o artigo de Ruy Mesquita no caderno "1968 - Do sonho ao pesadelo", publicado em 24/4/1998, não poderíamos deixar de acrescer um pequeno detalhe. Em 1964, quando estávamos na presidência do Centro Acadêmico XI de Agosto, recebíamos das mãos de seus colaboradores, obviamente com sua aquiescência, as matérias jornalísticas transformadas em versos camonianos e receitas culinárias. Um ato de coragem, porquanto afixávamos no mural do Centro as notícias autênticas e as garatujas que resultavam do brutal regime de exceção. Era a criatividade do brasileiro a serviço da luta por democracia. O dr. Ruy Mesquita e os jovens estudantes não vergavam a coluna com facilidade. Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br São Paulo * LIÇÃO DE VIDA Adeus, Ruy Mesquita, o senhor se foi, porém seu legado permanecerá nos ideais de todos aqueles que, através da escrita, semeiam palavras e opiniões para a construção de um Brasil melhor. Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com Jandaia do Sul (PR) * UM GRANDE HOMEM O passamento do dr. Ruy Mesquita deixa um enorme vazio no jornalismo, no qual, dentro dos mais rígidos preceitos éticos e morais, lutou diuturnamente pela preservação da liberdade e o aprimoramento dos princípios democráticos. Meus sentimentos à família deste grande homem. Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br São Paulo * GUERREIRO INCANSÁVEL A toda a família Mesquita e ao Grupo Estado, ao qual, por alguns anos, tive a honra de pertencer, associo-me neste momento de dor e me solidarizo. Aceitem esta singela homenagem. Dr Ruy, guerreiro incansável na luta pelas liberdades públicas, a exemplo do apóstolo Paulo, combateu o bom combate! Muito se disse sobre o dr Ruy. Mas muito ainda se poderia dizer. Brilhante e criativo, será sempre uma referência no jornalismo brasileiro! Que na eterna morada descanse em paz! Ricardo Henrique Alves de Oliveira ricardoholiveira@aasp.org.br São Paulo * O BOM COMBATE "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" (2 Tim 4.7). Deixo registrada minha singela homenagem com meus sentimentos aos familiares e amigos do jornalista Ruy Mesquita pelo seu falecimento e compartilho as boas lembranças que sempre estarão presentes para ajudar a superar este momento de tristeza. Assim como parafraseou Bob Marley: "Saudade é um sentimento que, quando não cabe no coração, escorre pelos olhos". "Amigo é pra se guardar no lado esquerdo do peito, dentro do coração". Desejo nestas poucas palavras votos de muita sabedoria, conhecimento, entendimento e, principalmente, discernimento a todos os familiares e amigos. Acabei de depositar na conta de cada um de vocês a importância de muitos dias, semanas, meses e anos de felicidade e prosperidade, saúde, paz, amor e que Deus estenda às mãos sobre vocês e toda sua família e acrescente 100% de juros em cima de tudo isso. Deus, de sua infinita glória, mandará seu espírito santo e consolará a todos. "A maior recompensa pelo trabalho não é o que a pessoa ganha, mas o que ela se torna através dele." Paulinho Solução paulinhosolucao@gmail.com Salto * BRAVO SOLDADO Os meus sinceros sentimentos pela morte do grande jornalista Ruy Mesquita, uma das figuras mais importantes da imprensa brasileira e bravo soldado na luta pela democracia no País. Pedro Sergio Ronco sergioronco@uol.com.br Ribeirão Bonito * CONDOLÊNCIAS Apresentamos nossas condolências pelo passamento do dr. Ruy Mesquita. Aldo Dórea Mattos aldo@aldomattos.com São Paulo * O HOMEM E SUA HISTÓRIA De luto o "Estadão" e nós todos, pois pertenci à família dos empregados do dr. Ruy como "inspetor" do jornal (1968 a 1972). Resta-nos (se assim se pode dizer) o consolo de que: foi-se o homem, mas fica-lhe imortalizado o espírito, o denodo, o exemplo do homem destemido na luta pela liberdade de expressão, legados preciosos e ventos estes todos favoráveis que impulsionarão a grande nave do "Estadão" pelas águas fundas, onde só os nobres, só os grandes ideais, têm assento: "e la nave và". Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br São Paulo * COURO Hoje o País acorda mais triste. Pelo menos o País verdadeiro. A democracia perde um de seus guerreiros que sempre lutou pela liberdade a um preço de que as novas gerações nunca terão noção. Sabe, dr. Ruy, nós, aqui, no Brasil, estamos tão acostumados a desmandos e mazelas que criamos um couro uma carapaça. Mas hoje eu chorei de tristeza. A egregora do universo aguarda com carinho sua chegada. João Camargo democracia.com@estadao.com.br São Paulo * DR. RUY, UM GRANDE PATRIOTA Se a morte de Ruy Mesquita abre uma lacuna dentro do jornalismo brasileiro e uma profunda dor no seio de sua família e amigos, é verdade também que, pela imensa obra que deixa, como um autêntico defensor da democracia, respeito à diversidade de ideias e cúmplice incansável da arte de bem informar, deixa um legado extraordinário para todas as gerações. Agradecidos, formamos a nossa massa crítica, graças aos editoriais precisos por ele escritos ou com a sua sempre presente supervisão, lendo há décadas o "Estadão". Sem revanchismo, enfrentou na letra da Constituição aqueles, diga-se de passagem, que não foram poucos, nada íntimos com a liberdade de imprensa. E com a sua coerência, determinação, e implacável no rigor da ética, formou ao longo desses anos centenas de ótimos jornalistas, que não somente hoje trabalham no Grupo Estado, como também nos diversos e importantes periódicos do País. As nossas homenagens póstumas a Ruy Mesquita! Que honrou a família, o trabalho e a nossa sociedade tão carente de patriotas como o dr. Ruy. E que agora, certamente, será um dos principais redatores de Deus. Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com São Carlos * RUY MESQUITA Nossas sinceras e profundas condolências à família e ao "Estadão" pela perda deste grande homem. Harry Rentel, Citratus Ibertech harry@citratus.com.br Vinhedo * PENA Que pena! Que pena! Que pena! Meu pai (já falecido), Joaquim Baptista Oliveira, eu, Luiz Antônio Baptista Oliveira, meu filho, Renê Eduardo Baptista Oliveira, atual assinante do "Estadão", reconhecemos em Ruy Mesquita, este brasileiro, um grande homem. Que pena! Luiz Antônio Baptista Oliveira luizabo@hotmail.com São Paulo * DEFENSOR DA DEMOCRACIA Ao "O Estado de S. Paulo", as sinceras manifestações de pesar relacionadas à perda do eminente defensor da democracia, o grande jornalista Ruy Mesquita. Fernando Bueno Pereira fernandopleitao@yahoo.com.br São Paulo * UM GRANDE LIBERAL Profundamente consternado, quero manifestar à família Mesquita meu pesar pelo falecimento do inesquecível dr. Ruy. Silvio Natal silvionatal49@yahoo.com.br São Paulo * SOMOS GRATOS O grande impacto que nos causou o espaço em branco de ontem (22/5), que era ocupado pelo dr. Ruy Mesquita com seus editoriais, leitura obrigatória de todas as manhãs, nos fez sentir a sensação de orfandade. Grande perda que esperamos seja amenizada por seus seguidores, para o bem de uma imprensa livre e confiável. Agradecemos por poder ter convivido tanto tempo com tamanha competência. Leila E. Leitão São Paulo * SINCEROS PÊSAMES Infelizmente, a morte do dr. Ruy tira de nosso convívio uma pessoa extremamente útil à Nação e defensora das liberdades individuais, que em nenhum instante se furtou de combater o despotismo e a violação dos direitos do cidadão. Nossos sinceros pêsames à família e ao Grupo Estado. Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br Salto * POR SANTA RITA DE CÁSSIA! O "Estadão" de ontem, 22/5, veio repleto de notícias nada boas para nós, paulistanos, em particular, e para o povo brasileiro, em geral. Já na primeira página o falecimento de Ruy Mesquita, cuja importância para a nossa democracia dispensa comentários. Bastam-nos o seu currículo e o seu caráter. E prossegue em quase todos os assuntos tratados na edição. Até o artigo de José Nêumanne nos apresentou um resumo exato das trapalhadas do PSDB, em particular as de José Serra, que têm proporcionado ao ex-presidente Lula nadar de braçada na política nacional. Para a nossa cidade, o adiamento da licitação para a aquisição de trens para a CPTM, provocada por uma das licitantes que se aproveitou de brecha apontada no respectivo edital para conseguir uma liminar na Justiça. O processo se arrasta desde agosto de 2012, conforme esclarece a reportagem, enquanto a população continua a ser tratada como gado. E o Metrô também sofre com o excesso de passageiros e que se reflete na manutenção das composições e na qualidade de atendimento aos usuários. Bando de jovens, mais uma vez, faz arrastão na Avenida Giovanni Gronchi, já que a PM não acaba com aquela verdadeira festa do caqui. E tal notícia me impressionou em particular, já que no horário em questão eu por ali trafegava. A Polícia Militar também comparece com a proposta absurda de colocar tapumes para cercar a próxima "Virada Cultural", dando a entender que teremos um eventual projeto "vamos nos cercar com paliçadas, particulares e públicas", para que malfeitores fiquem do lado de fora, como se isso fosse uma solução civilizada. E até "Esportes" apresentou uma notícia que põe o paulistano a pensar. Anteontem, desembargadores de São Paulo derrubaram liminar obtida pelo advogado gaúcho e torcedor do Grêmio, na Justiça de Porto Alegre, que impedia a Caixa Econômica Federal de continuar repassando empréstimos ao Corinthians para a conclusão do Estádio de Itaquera, para o qual está prevista a abertura da Copa de 2014. Não sou advogado, e, sim, engenheiro, mas fiquei imaginando se aquele senhor se importaria com a questão. Legalmente, não tenho dúvidas, claro, mas dentro da lógica é que cabe o porquê. Tempo disponível em excesso, falta de processos em sua banca, outras hipóteses similares não justificariam sobrecarregar ainda mais uma Justiça já assoberbada, pois para tanto, promotores públicos federais ou paulistas poderiam muito bem cuidar do assunto, caso houvesse prejuízos comprovados ao erário. Desanimado, resolvi ler o caderno de "Economia & Negócios" mais tarde, uma vez que ali é quase certeza de notícias desanimadoras. Por coincidência, ontem comemorou-se o Dia de Santa Rita de Cássia. Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br São Paulo * A MORTE DE DR. RUY Desde terça-feira o Brasil e o jornalismo brasileiro ficaram mais pobres. Faleceu dr. Ruy, aquele que tinha vergonha na cara e era um democrata e patriota. Vou sentir saudades dos seus editoriais. À família Mesquita, ao jornal "O Estado de S. Paulo" e a todos os seus colaboradores as minhas condolências. Jose Roberto Marforio bobmarforio@gmail.com São Paulo * O BRASIL ACÉFALO Nossos sinceros sentimentos pelo falecimento do ilustre jornalista dr. Ruy Mesquita. "O Brasil está ficando acéfalo." Edinir Antônio Bochete edinirbochete@ig.com.br São Paulo * LIDERANÇA E LIBERDADE O Brasil e a imprensa internacional perdem um grande líder e defensor das liberdades democráticas. Roger Cahen rcahen@uol.com.br São Paulo * OBRIGAÇÃO SOLENE Com o falecimento do sr. Ruy Mesquita, todo mundo sai perdendo: o País, nosso Estado de São Paulo, o "Estadão", baluarte da democracia e da livre expressão e um universo de leitores, assinantes assíduos, acostumados com a coragem e a ética jornalística que Ruy Mesquita impunha em seus editoriais. Seus herdeiros ficarão com o ônus da obrigação solene de dar continuidade à tão nobre arte do jornalismo crítico, investigativo, mas imparcial. Esse é o "Estadão" que faz parte do meu (nosso) cotidiano, sem ele ficamos órfãos dos acontecimentos políticos, sociais, culturais e administrativos do nosso Brasil. Descanse em paz, grande jornalista, que Deus o tenha em seu repouso eterno. Aloisio A. De Lucca aloisiodelucca@yahoo.com.br Limeira * LUTO Queiram aceitar minhas condolências, pelo passamento do Ilustríssimo Diretor dr. Ruy Mesquita. Fidélis Aníbal de Carvalho anibalzozo1@gmail.com São José dos Campos * FARÁ FALTA Com o mais sincero e profundo sentimento de pesar, transmito por intermédio do "Fórum dos Leitores", à ilustre família Mesquita e ao impertérrito jornal "O Estado de S. Paulo" as minhas condolências pelo falecimento do insubstituível jornalista Ruy Mesquita, que foi um dos maiores baluartes, um líder incansável na luta em defesa dos direitos dos cidadãos, postergados por governos corruptos que denigrem econômica e politicamente o regime democrático brasileiro. Mais uma vez, "ab imo pectore", professo do fundo do coração a falta que Ruy Mesquita fará ao autêntico jornalismo brasileiro. Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br Assis * FAROL Em seus momentos obscuros, quando os direitos políticos individuais e coletivos naufragavam sob maremotos ditatoriais, a Pátria sempre contou com um farol e um porto seguro: Ruy Mesquita e seu jornal "O Estado de S. Paulo". A morte de Ruy dói como amputação em nosso organismo nacional. Meus sentimentos à família Mesquita e aos funcionários do jornal, que ajudaram o País a ver imprensa como "trincheira de combate político, não apenas uma correia de transmissão de notícias", como definiu o próprio Ruy Mesquita, citando Camus, no seu memorável artigo "A liberdade, antes de tudo". Eleuses Paiva, deputado federal (PSD-SP) São Paulo * A LUTA CONTINUA Ruy Mesquita sai de cena. O Brasil fica mais pobre, porém o compromisso com a verdade, a luta pela liberdade, pela democracia vai permanecer através dos seus familiares, editores e leitores que continuarão a acreditar nesse veiculo de comunicação forte e comprometido com a função de bem informar. Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com São Paulo * LIBERDADE DE IMPRENSA Lula, Marta, Suplicy, Dilma, Cardozo e muitos outros petistas manifestaram suas opiniões, sempre elogiando a liberdade de imprensa que desde as ditaduras Vargas e militares sempre foi característica dos Mesquita e do "Estadão". Por onde se escafedeu Rui Falcão, o velho e superado defensor da "mordaça"? Flávio Rivero Rodrigues flaviorivero@estadao.com.br São Paulo * GRANDE PERDA Confesso que, ao abrir o "meu" "Estadão" do dia a dia, ontem, fiquei profundamente comovida. O jornalista Ruy Mesquita foi-se, mas deixou a marca indelével daquele que, como disse Fernão Lara Mesquita, em belíssima carta a seu pai, não pensava em si, pois "seu território era dos grandes coletivos: o mundo, a humanidade, o Brasil. O editorial em branco, vazio, "silencioso", na página 3, disse tudo. Apenas o "ex-libris" dá mais peso ao fato. Que esse momento seja respeitado pela dor de uma grande perda, mas que seja também motivo, uma vez mais, para que a luta continue e jamais esmoreça por falta de coragem, marca maior de uma família de caráter que, historicamente, nunca se submeteu às ameaças solertes dos que detêm o poder. Descanse em paz, Ruy Mesquita, e tenha certeza de que sua vida não foi em vão, pois continuaremos juntos, jornalistas e leitores, a lutar por um Brasil melhor, uma democracia plena e, acima de tudo, por uma imprensa livre! Gloria de Moraes Fernandes glorinhafernandes@uol.com.br São Paulo * A HOMENAGEM E A PAUTA DO TJ-DF Ao defensor das liberdades, de expressão, da imprensa, da iniciativa, falecido Ruy Mesquita, mui digno diretor do jornal "O Estado de S. Paulo", consignamos as nossas condolências a seus familiares e a todos da empresa "Estadão". Será que foi preciso ao dr. Ruy deixar o nosso convívio para o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) colocar em pauta o julgamento à "censura" ao jornal, ação promovida por Fernando Sarney, filho do ex-tetra presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que impediu ao jornal de veicular notícias sobre a Operação Faktor (ex-Boi Barrica). Claro que não foi proposital, mas que pelo menos poderia servir como mais uma homenagem póstuma a esse diretor, representante de uma das maiores empresas jornalísticas do País. Rápido, não? A "censura" ocorreu em julho/2009, prestes a completar quatro anos. "Justiça atrasada não faz justiça." Como não fez, mantendo a "censura" prévia ao jornal por unanimidade dos desembargadores, por considerarem "ilícitas" as provas, em razão de as investigações serem "sigilosas". Por que será? Estranho é que o autor da ação havia desistido da mesma, não foi verdade? Deve ter muita sujeira que não pode vir a público, todos sabem que a família Sarney está com a mão na ma$$a e é especializada no a$$unto. Resta ao jornal recorrer... Recorrer "ad eternum", "ad infinitum". Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br São Paulo * DESSERVIÇO Lamentável a decisão - ainda mais por unanimidade - do TJ/DF de manter a censura ao "Estadão" no caso envolvendo Fernando Sarney, censura esta que já ocorre desde 2009. Onde ficam a liberdade de expressão e de imprensa? Como a imprensa livre, independente, crítica e investigativa poderá atuar se a Justiça permite que ela seja censurada? Numa democracia, o papel da imprensa é decisivo e não se admite que ela seja censurada e amordaçada. Decisões como esta prestam um grande desserviço à sociedade brasileira, à democracia e à liberdade no Brasil. Renato Khair renatokhair@uol.com.br São Paulo * DIREITO DE JUSTIÇA Jornalista de prestígio internacional pelo que era e continuará a ser em nossa memória, exemplar patriota, democrático e corajoso como "O Estado de S. Paulo" que ele dirigiu. Sua elevada personalidade imporá justa atuação aos desembargadores do Tribunal de Justiça, no recurso que simultaneamente demonstrará o nível da nossa Justiça, então liberando a atuação da livre imprensa no Brasil. Fausto M. G. Vieira de Campos fvcampos.adm@fvcampos.com Campinas * A CENSURA CONTINUA O TJ do Distrito Federal julgou por "unanimidade" manter a censura ao "Estadão" na divulgação do processo chamado "Boi Barrica", que teve como alvo Fernando Sarney. Isso é ou não censura a informação? Se houve vazamento de informações, essas vieram de dentro da própria Polícia Federal (PF), portanto quem deveria ser punido não deveria ser o jornal, e sim funcionários públicos. Manter a censura mostra que o ex-presidente José Sarney continua mandando e desmandando dentro do País. Passou da esfera quintal para área total. Ganha do "Estadão", ganha R$ 2 milhões de indenização da jornalista Alcinéa Calvacante e ganhará tantos outros que ousarem ir contra a ditadura imposta para divulgação da verdade. A coisa só se reverterá no dia que o Processo Boi Barrica sair do âmbito das investigações da PF, para execução. Isso se sair! Até lá somos o brigados a dizer "que bela famiglia" para não responder processo? É esse tipo de tralha que o Brasil moderno arrasta atrás de si! Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

O Estado de S.Paulo - Atualizado às 5h42

23 Maio 2013 | 02h07

São Paulo

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