Fórum dos Leitores

O PAPA NO BRASIL

O Estado de S.Paulo

25 Julho 2013 | 02h10

Vaticano e política

Elogiável a atitude do Vaticano manifestando-se contra o uso político da vinda do papa Francisco para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). De repente, aquela que era agnóstica vem a público fazer discurso com marcas de campanha eleitoral - até relacionando feitos dela, de Lula e do PT - e em meio à salada política de sua fala se lembra de Deus...?! Obviamente, porém, a lembrança não brota do fundo de seu coração de "gerentona" dura. O povo que grita nas ruas não aceita mais tais manifestações interesseiras e que nada traduzem de bom e de realizações objetivas para os seus reclamos. Não estranhem os políticos, que estão bem quietinhos e acomodados, se outras manifestações de rua ocorrerem brevemente!

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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Ainda o discurso

No discurso que fez na chegada do papa, a presidenta Dilma Rousseff repetiu várias vezes que nos últimos dez anos o Brasil saiu da miséria, atribuindo essa mudança ao Bolsa Família e outras obras de assistência social. Essas obras assistenciais, porém, foram criadas pelo PSDB, e não pelo PT, que apenas lhes mudou o nome. O que ela não diz é que nos últimos dez anos o Brasil perdeu em educação e saúde, as estradas estão abandonadas de norte a sul, os aeroportos enfrentam sérios problemas, o País não pode aumentar o plantio de suas safras porque não tem armazéns para estocar os grãos, enfim, que o Brasil parou no tempo nesse período. A presidenta imaginou que, financiando estádios e aumentando os valores das bolsas de assistência social, o povo não precisaria de mais nada. Como dizia Maquiavel, quer ter o povo do seu lado, dê-lhe pão e circo, e foi isso que fez o PT, dando cesta básica e futebol.

DANIEL DE JESUS GONÇALVES

al_amachado@yahoo.com.br

Paranavaí (PR)

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Lição de humildade

A personalidade da presidente da República não lhe permite absorver a lição do papa Francisco: simplicidade e humildade. No reverso, se a aceitasse, teria de reconhecer a incompetência de seu paquidérmico governo e desistir da reeleição.

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

anchar.fro@hotmail.com

São Paulo

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Decepção na periferia

Argentinos na JMJ se impressionaram com a pobreza na periferia das cidades brasileiras, tal como ocorreu com os estrangeiros que vieram para a Copa das Confederações. Os médicos estrangeiros que vierem trabalhar aqui também se impressionarão. E assim o mundo vai ficar sabendo que é pura fantasia aquele Brasil economicamente maravilhoso que, pelo mundo afora, Lula andou dizendo ter construído.

JORGE MANO

jrmano@yahoo.com

São Bernardo do Campo

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GOVERNO DILMA

Falta de sintonia

O ex-presidente Lula não parece disposto a entrar em sintonia com a voz das ruas nas manifestações de junho, que cobraram do governo mais responsabilidade e menos corrupção, entre outras coisas. Na esteira do que se viu nos protestos, o PMDB passou a sugerir abertamente à presidente Dilma, num incrível rasgo de sensatez (e oportunismo), a redução do número de ministérios. Proposta muito bem-vinda, pois nela reside a correta lógica de que um governo mais enxuto é um passo importante para que se estabeleça uma administração pública mais transparente, menos fisiológica e, assim, mais infensa à corrupção. Pois não é que Lula, visivelmente contrariado com o delicado momento político que sua pupila atravessa - chegou a acusar os "conservadores" de preconceito contra a presidente -, atacou, diante de uma plateia comportada, a boa sugestão do PMDB? Ele deitou e rolou, abusando de suas típicas bravatas demagógicas e insinuando que, se a ideia fosse adiante, ninguém mexeria no Ministério da Fazenda, mas sim no dos Direitos Humanos. Parece que a visita do papa Francisco, que a tanta gente cativa por sua vontade genuína de se aproximar do povo, não comoveu o ex-presidente, tampouco o governo Dilma: ambos só esposam teses diametralmente opostas às defendidas por largas parcelas da sociedade.

HENRIQUE BRIGATTE

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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UNHAS AFIADAS

Agora sabe?

Lula diz que vai defender Dilma com 'unhas afiadas' (24/7, A1). Interessante. Nos episódios do mensalão, dos aloprados, dos dólares na cueca e muitos outros "malfeitos", Lulla não sabia de nada, nunca viu coisa alguma. E agora diz que vai iluminar o poste, digo, Dilma, com unhas afiadas? O que elle sabe agora?

EDUARDO SANTALUCIA JUNIOR

santaluc@uol.com.br

São Paulo

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As garras da Justiça

Lulla pode vir com as suas unhas afiadas. Após dez anos disfarçado de "paz e amor", finalmente elle as exibe! Mas que esteja bem preparado para as garras da Justiça, que já pegaram gente que lhe é bem próxima.

JULIUS BOROS

Cotia

O Brasil mudou!

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Lula ameaça afiar as unhas contra os adversários, mas continua se referindo às mesmas coisas de sempre: as elites, a imprensa, o preconceito... Vai se dar mal. Não percebeu que nos últimos dez anos o Brasil mudou. Não a falsa mudança que seus correligionários apregoam. O que mudou foi a consciência popular de que o País encareceu, de que é explorado, de que está endividado, de que o governo dá com uma mão e tira com a outra, de que continua faltando tudo, de que nas últimas eleições comprou gato por lebre! Onde estava Lula em junho? Percebeu que o estopim dos protestos foi o alto custo? E ainda mistura as coisas quando diz que a inflação é um mal a ser extirpado da "política econômica"... Volta, Lula, mas volta para Garanhuns!

GILBERTO DIB

gilberto@dib.com.br

São Paulo

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'Preço alto'

Celso Ming escreveu em 24/7 (B2): "Se uma boa administração das contas públicas já era essencial para o bom desempenho de toda economia, muito mais passa a ser exigido agora. No entanto, falta credibilidade nessa função. O governo se mostra incapaz de entregar o que promete"... E vem o ex declarando que as elites são preconceituosas com a nossa"presidenta"!

JOSÉ SERGIO TRABBOLD

jsergiotrabbold@hotmail.com

São Paulo

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'Lulla' e as elites

Lulla sabe o que é elite? Essa ladainha já cansou. E a imprensa continua a dar espaço ao ex-sindicalista pelego que, infelizmente, brincou de ser presidente.

JOSE ROBERTO IGLESIAS

rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

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ADEUS A DOIS MESTRES

Nesta terça-feira, o Brasil perdeu o mestre da bola e o mestre do acordeom. Com o passamento de Djalma Santos e Dominguinhos, com certeza muitos se entristeceram; afinal, na bola e no acordeom, os dois foram verdadeiros mestres.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com  

Jandaia do Sul (PR)

    

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HOMENAGEM E AGRADECIMENTO

O Brasil perdeu Djalma Santos e Dominguinhos, que tantas alegrias deram ao povo brasileiro com enorme talento no esporte e na arte musical. Djalma Santos, que se chamava Dejalma Santos, iniciou a carreira na Lusa, como zagueiro central, foi para o meio-campo e só depois é que se fixou na lateral-direita, onde se consagraria. Brilhou por dez anos no Palmeiras (1959-1969) e na seleção brasileira, disputando quatro Copas do Mundo (50, 54, 58 e 62) e foi bicampeão mundial em 1958 e 1962. Em 1958, na Suécia, jogou apenas o jogo final contra a seleção da casa e foi eleito o melhor lateral-direito da Copa. Foi técnico no Brasil e no exterior. Um gigante. Dominguinhos foi uma espécie de sucessor de Luiz Gonzaga e manteve a tradição de grandes músicos populares do Nordeste no baião, com sua sanfona. No futebol e na música, Djalma Santos e Dominguinhos fizeram bonito e merecem as nossas homenagens e nosso agradecimento.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br  

São Paulo

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BONS EXEMPLOS

O Brasil ganharia muito se tivesse talentos (cada qual em sua área) do porte desses dois brasileiros que acabam de nos deixar, Djalma Santos e Dominguinhos. Que a semente de seus bons exemplos possa gerar outros brasileiros do quilate deles.

Hélio A. Ferreira hafstruct@hotmail.com

São Paulo

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MITOS

Infelizmente o Brasil perde dois mitos: um da música, Dominguinhos, e um do futebol, Djalma Santos. Que Deus lhes proporcione o devido e merecido descanso.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br  

São Paulo

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PERDA LAMENTÁVEL

Do povo para o povo. Lamentável a perda de músico tão profissional.

Mustafa Baruki mustafa-baruki@bol.com.br    

São Paulo

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ETERNA LEMBRANÇA

Dominguinhos, a exemplo de Luiz Gonzaga e outros que partiram desta vida, não se foi, pois continuará a existir em nosso pensamento. Nunca me esquecerei de seu show no maior teatro ao ar livre do mundo, em Nova Jerusalém – Fazenda Nova (PE) –, que originou o seu DVD. Sob a luz da lua e das estrelas, ar-condicionado da natureza, público seleto sendo servido por garçons em mesas forradas com linho branco e ouvindo músicas de excelente qualidade, num momento mágico.

Cláudio de Melo Silva melo_riodoce@hotmail.com  

Olinda (PE)

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TIME DO CÉU

Como bem colocou Dadá Maravilha, o time do céu está reforçado. Faleceu um dos maiores laterais direitos do mundo, Djalma Santos. Foi como reserva para a Copa de 1958, entrou na partida final contra a Suécia e não saiu mais. Obrigado, Djalma, por tudo O que proporcionaste ao torcedor brasileiro.

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com  

Rio de Janeiro

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O MELHOR DE 1958

 

O infausto acontecimento da morte de Djalma Santos justifica um pensamento crítico sobre a evolução do futebol no Brasil e no mundo. Dez atletas trocando a bola em posições arquitetonicamente distribuídas num campo de inteligente previsão geométrica, e um, encarregado de impedir o êxito das construções do adversário, caiu no gosto do povo. Aos poucos se transformou no esporte das multidões. No início, arrastava homens engravatados aos estádios que foram sendo edificados para abrigar o xadrez do gol, não do cheque. Tornou-se o nobre lazer das tardes de domingo, especialmente no estádio do Pacaembu, construído com engenho e arte num dos pontos mais agradáveis da capital paulista, com um entorno de tocante estética, na Praça Charles Müller, homenagem ao inglês criador desse esporte capaz de movimentar as cordas do coração até mesmo de sisudos intelectuais, literatos e filósofos. Percebeu-se que, naquela tela de competição, uma profunda criatividade, individual e coletiva, poderia dar azo a uma arte que faria o comentário da semana nos botecos, restaurantes, barbearias (lembram-se da barba a navalha?) e até mesmo nas faculdades e nos ambientes dos negócios sérios. Djalma Santos veio de Minas Gerais com a finalidade de demonstrar que os defensores também poderiam ser artistas na marcação de pontas extremas, como Canhoteiro e Garrincha. Jamais adotou o lema da bola para o mato, que o jogo é de campeonato. Tal como Newton Santos na outra extremidade, não se desfazia da bola à toa, fazia da defesa não só a contenção, mas também a simultânea armação de um bem construído ataque contrário. Por vezes, fazia o equilíbrio da bola na cabeça, o que hoje não seria considerado talento, mas provocação aos adversários, longe, na época, de serem profissionais endinheirados que não podem permitir arranhaduras na sua imagem. Seus arremessos laterais eram fortes como escanteios lançados com os pés e punham em polvorosa a defesa adversária. O futebol foi o esporte que mais se materializou e comercializou. Hoje é uma indústria impressionantemente próspera, feita de intermediários milionários e dirigentes institucionais no mundo em que vivem, em ilhas sustentadas por bilhões. Gera poder econômico e político. O atletismo contundente tomou o lugar da arte e o máximo de toques dados pela maioria são dois, enquanto naqueles idos a bola era tratada como uma dama. Os atletas que se ativaram até o terceiro quartel do século passado não enriqueceram. Pelé, o rei do futebol, ao sentir a viola em cacos, correu para o Cosmos, encerrou a carreira e tratou de garantir a sobrevivência fora dos campos. Depois disso, a riqueza e o glamour fizeram inúmeros novos-ricos, que, não raro, seu povo de origem, como o brasileiro, nem sequer conhece, até que um dia são convocados, com pé-de-meia formado, para a seleção. Djalma Santos jogou uma única partida em 1958 e foi considerado o melhor jogador daquela Copa. Sua contribuição maior, todavia, foi a de descontrair o grupo com Garrincha. Suas brincadeiras fizeram do campeonato um passeio pela Suécia. E não deu outra, com a virada para 5 x 2. O Brasil entrava na era do futebol. Djalma, depois de nova conquista, foi terminar seus dias modestos em Uberaba, onde também alegrava diariamente seus habitantes com sua vida marcada pelo “savoir faire”.

Amadeu Garrido amadeugarridoadv@uol.com.br  

São Paulo

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JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Metrô paralisado, turistas estrangeiros perdidos, obras inacabadas e filas intermináveis para tudo. Dá para imaginar na Copa?  

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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VERGONHA

Um planejamento mal feito para um simples percurso do papa, que já era do conhecimento da prefeitura do Rio, colocou o pontífice em situação vulnerável ao ataque de algum louco ou extremista, que, felizmente, não aconteceu. Mais uma vez passamos vergonha perante o resto do mundo por incompetência e falta de seriedade. Não dá para não ressuscitar o já surrado “imagina na Copa!”.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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SÓ DEUS...

É, meu velho papa Francisco, o que nos tem guardado, protegido e alimentado é Deus mesmo. Fora Ele, nosso peixe está vendido e o dinheiro, alimentando um punhado de políticos porcos e gordos.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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DISTINÇÕES VALIOSAS

Nesta visita do papa ficou provado de forma clara que o povo sabe distinguir bem os fatos. Pelo menos até o presente momento. Sua Santidade desfilou em carro comum, com os vidros abertos, dando as mãos ao povo (multidão) e não houve nenhuma ameaça à sua integridade nem protestos, embora estivesse percorrendo uma região não muito calma, não muito tranquila (Rio de Janeiro). Moral da história: parece que o povo em geral sabe muito bem quando deve se manifestar de forma diferente (protestos, vaias e até ações não muito recomendáveis). Será que o povo se comportaria da mesma forma com a maioria de nossos políticos? Será que eles teriam a coragem de desfilar em carro aberto? Bem, isso eu não sei, mas uma coisa é certa: o povo, em sua maioria, sabe distinguir quem merece e quem não merece apreço, quem quer o bem da sociedade, dos pobres, sem egoísmo, sem visar o lucro, com humildade, caráter e honestidade.  Parabéns, povo carioca.

Cynthia Libutti e Ney M. Brabo cynthia.brabo@ig.com.br

Santos

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QUANTA DIFERENÇA

Ao rever  as cenas do trajeto percorrido pelo papa Francisco e o longo tempo que o carro ficou imóvel no meio da multidão, fico pensado o que teria ocorrido se,  em vez de transportar o papa,  o veículo levasse a bordo o governador Sérgio Cabral ou mesmo a presidente Dilma.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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QUEM É QUEM

O papa Francisco não ficou nem um pouco temeroso quando ficou preso no trânsito, com aquela multidão próxima de seu simples veículo, pois nada tem a temer. O que não é o caso daquela maioria que estava sofisticadamente trajada para a recepção no Palácio Guanabara. Saberia ele que alguns corruptos de alto calibre estavam presentes ali, naquela noite? Francisco, do alto da sua sabedoria e sensibilidade, deve ter percebido quanta falsidade existia naquele ambiente, mas, como estadista e líder mundial, teria de aturar, muito embora as lideranças do catolicismo no Brasil devam ter-lhe informado com antecedência quem era quem naquele meio.

Ademar Monteiro de Moraes ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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RECADO DADO

Enquanto discursava para um grupo de ilustres autoridades em sua chegada ao Brasil, o papa Francisco destacou: “Nós lutamos contra um inimigo comum, a desigualdade em todas as suas formas”. A presidenta Dilma olhava fixamente para Sua Santidade e aparentemente assimilou bem o “golpe”, posto que não moveu um músculo. É claro, o recado não estava sendo endereçado a ela!

 

José Marques euqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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COMPARAÇÃO DEPRIMENTE

Foi decepcionante ver nossa presidente receber o Santo Padre com um discurso político. Foi deprimente a comparação entre uma pessoa que se dedica a causas caridosas e é esperada por milhares de jovens ansiosos por suas palavras de fé com outra que se dedica à baixa política, mantendo, por motivos eleitorais, 50 milhões de brasileiros recebendo esmolas mensais do Bolsa Família, em vez de dar-lhes a oportunidade de prosperar por meio de educação e cursos profissionalizantes. Igualmente triste foi ver a fila de políticos mal qualificados e suspeitos beijando a mão do papa. Infelizmente, a qualidade das lideranças em nosso país deixa muito a desejar, o que fez com que uma parte da imprensa criticasse a recepção e as redes sociais se enchessem de piadas sobre a cerimônia.

 

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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DEVANEIOS ELEITOREIROS

Não é sem motivo que a “presidente criatura” é chamada “mamulenga” do ex-presidente Lula, pois sempre mostra essa condição, como agora, quando deve ter ouvido sugestão de seu criador para tirar proveito da recepção ao papa. Obediente, em vez de usar uma fala simples para saudar o pontífice e fazer menção à jornada católica dos jovens no Rio, com a maior cara de pau e como que já em campanha eleitoral, usou de um discurso com elogios a seu governo, a Lula e ao seu partido, num papel de oportunista, por saber que esse evento, somado à visita papal, ajuda a arrefecer as manifestações que, não acredito, voltarão ao ímpeto anterior.  Além do mais, ela sabe que o eleitorado brasileiro é composto em sua maior parte de analfabetos ou quase, que nem sabem o que é o escândalo do mensalão e toda a corrupção que marca o governo petista, tido como o mais corrupto da História do País. Ao menos por educação, deveria ter poupado os ouvidos do papa de seus devaneios, até porque, mesmo sendo uma autoridade religiosa, o papa também é um chefe de Estado, do Vaticano.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

Garça

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CERCO AO PONTÍFICE

A presidente Dilma Rousseff, após um discurso inoportuno ao receber o papa Francisco no Palácio Guanabara, articula nos bastidores uma aliança para o combate à pobreza com o Vaticano, já rejeitada pela Santa Sé. O papa deve ter pensado: “Já está difícil me livrar dos corruptos do banco do Vaticano, das mordomias da Cúria Romana, da ala clerical gay, e agora vem essa mulher querer que me associe a mensaleiros, políticos que desviam merenda escolar e verbas para educação e saúde. E também uma presidente que defende o aborto”. O cerco ao pontífice é a prova do desespero de Dilma, o poste que Lula colocou no Palácio do Planalto em 2010.  

José Francisco Peres França josefranciscof@uol.com.br

Espírito Santo do Pinhal

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SUPREMA GROSSERIA

Foi extremamente decepcionante (e vexatório) assistir a um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) curvar-se e derreter-se diante do religioso representante máximo do Vaticano e desdenhar a sra. presidente da República que, protocolarmente, se encontrava ao lado. Não há nenhuma infinitésima justificativa para tão vil demonstração de deselegância.

José Rubens Medeiros jrubensmedeiros@oi.com.br

Conselheiro Lafaiete (MG)

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PELO EM OVO

A imprensa está deturpando o fato de Barbosa não haver cumprimentado Dilma. Bem que ela merecia isso. O cumprimento, contudo, ficou em apenas um gesto rápido porque já haviam feito isso nos bastidores. Estão criando pelo em ovos.

João Menon joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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PROTOCOLO QUEBRADO

Estão fazendo um auê pelo fato de o presidente do STF não ter cumprimentado a presidenta Dilma, logo após ter cumprimentado o papa Francisco. Pela televisão pudemos observar que o protocolo deixou de ser observado não pelo ministro, mas pelos demais convidados, que insistiram em cumprimentá-la, subservientes.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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RELEVADO

Ao beijar Dilma, o papa relevou a acolhida do governo PT ao assassino Cesare Battisti.

 

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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BÊNÇÃO NECESSÁRIA

Que a presença do sucessor de Pedro, bispo de Roma, o papa Francisco, o pastor dos pobres, seja uma bênção ao povo brasileiro. Em especial aos políticos e governantes, para que aproveitem esses momentos para reflexão espiritual, material e social de como estão “administrando” nossas cidades, nos Estados e o País!

Célio Borba celioborba@ovi.com

Curitiba

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O PAPA DO FIM DO MUNDO

A personalidade do papa Francisco encanta pelas atitudes de simplicidade e franqueza com que está enfrentando gradativamente os grandes desafios da igreja que representa. Num mundo cada vez mais antenado pelas comunicações instantâneas, exige das lideranças contemporâneas procedimentos que se coadunem com os anseios das massas. Essa é a grande missão que tem pela frente esse papa do fim do mundo. Oremos.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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REDENÇÃO

Bem-vindo seja Francisco, o papa redentor!

 

J. S. Decol devoljs@uol.com.br

São Paulo

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A IGREJA E O PT

“O casamento é indissolúvel” - o papa renunciou. “Sexo somente para reprodução” - a Igreja Católica já gastou milhões de dólares com indenizações por ações pedófilas de padres, no mundo. “Todos somos iguais perante Deus” - nenhuma mulher jamais ocupou cargos estratégicos na classe clerical. Ideologicamente, temos uma simbiose entre a Igreja Católica e o Partido dos Trabalhadores: faça o que eu mando, não o que eu faço.

    

Rodolfo Jesus Fuciji fucijirepresentacao@ig.com.br

São Paulo

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SACI-PERERÊ E MULA-SEM-CABEÇA

O papa veio participar da Jornada Mundial da Juventude e muitos querem que ele modifique os dogmas da Igreja Católica. Pessoas que precisam de aprovação para fazer o que querem é sinal de que nem elas sabem o que querem fazer. Pensar que o papa vai concordar com aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo e outros temas polêmicos é acreditar em saci-pererê e mula-sem-cabeça. Que o papa ajude os jovens a enxergar uma luz no fim do túnel deste Brasil tão escuro para a juventude. Que o ser humano tenha mais fé e amor, porque um dia Deus vai recolher ou o diabo vai carregar. A culpa de tudo será nossa, porque temos o livre-arbítrio.

 

Manoel José Rodrigues manoel.poeta@hotmail.com

Alvorada do Sul (PR)

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IGREJA SEMPRE RENOVADA

Quem frequenta regularmente a Igreja Católica sabe bem que a sua proposta constante é de mudança, de conversão. Que uma pessoa, para ser boa cristã, precisa abandonar, na maioria dos casos sem deixar o mundo, as práticas mundanas e passar a viver junto a seus semelhantes, obedecendo aos princípios e à doutrina ensinados por Jesus Cristo. Mas os que não querem ou não conseguem essa mudança fundamental, geralmente por orgulho, acabam tentando virar o jogo e passam a pregar que a Igreja é que deve mudar, adaptar-se às mazelas do mundo como se elas fossem normais, muitas vezes por se terem tornado comuns. É o rabo tentando abanar o cachorro! E como a Igreja não é o Programa do Faustão, não está atrás de audiência a qualquer custo. É fundamental que todos saibam que a Igreja Católica nunca envelhecerá justamente porque ela sempre busca a verdade, Jesus Cristo, sem a qual ela, a Igreja, simplesmente não mais existiria.

 

Luiz Antônio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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ENSINAMENTO PAPAL

Em sua viagem rumo ao Brasil, o papa Francisco nos ensinou que “um povo só tem futuro se considerar igualmente os dois extremos da vida: os jovens, que têm a força, e os idosos, que possuem a sabedoria da vida, da História, da pátria e da família. Penso que fazemos uma injustiça com os velhos porque os deixamos de lado”.

 

Artur Larangeira Filho artur_larangeira@uol.com.br  

Rio de Janeiro

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UM ACHADO DE DEUS

Em tenra idade fui levado pelos meus pais para a Igreja Católica e lá aprendi noções cristãs. Cresci, deixei de lado a Igreja, não me tornei ateu, pois não sou culto suficiente para tal empreitada. Porém a eleição do papa Francisco, que não era o candidato preferido pela Cúria Romana nem tinha ambição, pode ter sido um grande achado, quem sabe de Deus, para pôr nos trilhos a combalida Igreja Católica.

 

Marcos Barbosa micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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O QUE REALMENTE IMPORTA

O carisma, a simpatia, as emanações de santidade irradiadas pelo papa Francisco dão-nos a certeza de que, depois do papado de João Paulo II, o “João de Deus”, havia um vácuo de santidade no trono de São Pedro, enquanto era ocupado por Joseph Ratzinger, entronizado papa Bento XVI. Na verdade, ainda é prematuro qualquer julgamento de ações futuras do papa, mas sente-se que seu despojamento de pompas e circunstância o fazem se aproximar do povo e de onde se sente credenciado para apascentar esse imenso rebanho, ultimamente em tanto desgarrado. Jamais um papa mostrou tamanha identificação com o povo como Francisco. Jamais o papamóvel teve seus vidros arriados. Em cenas comoventes, acariciou e beijou as criancinhas que foram levadas a ele, num despojamento que mexia com os nervos dos seguranças. Jamais o colégio de cardeais esteve tão inspirado pelo Divino Espírito Santo. Na sua recepção no Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro, seu discurso, próprio de um estadista, tratando exclusivamente do evento, foi atropelado pelos impropérios da presidente Dilma, que ignorou a jornada para tricotar falsas loas e osanas aos dez anos de desconstrução do Brasil. É provável que ela não tenha religião, que seja ateia, mas está em suas mãos a aprovação ou revogação de uma lei que insiste em legalizar a prática do aborto no Brasil, tendo como capa o argumento de defesa das mulheres vítimas de estupro. Não importam os milhões que forem gastos no evento. O que importa é a renovação da Igreja Católica, a purificação da fé cristã, que será pesada e medida “antes e depois da presença do papa Francisco na 28ª Jornada Mundial da Juventude Rio 2013”.

Jair Gomes Coelho jairgcoelho@gmail.com  

Vassouras (RJ)

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‘MARKETING DA BONDADE’

O que não é o marketing da bondade! Quer seja a conquista de público, consumidores, seguidores, votos ou fiéis, todos os protagonistas da vida em sociedade buscam alguma forma de ampliar a importância e a esfera de influência que justifique a sua própria existência. Com o papa não é diferente: inusitados podem ser seus métodos. Se são eficientes na (re)conquista de fiéis, apenas o tempo dirá.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Lorena

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JORNADA DO AMOR

Em número de jovens, esta Jornada já promete superar a Jornada de Madri, na Espanha. Muita alegria e esperança para uma nova civilização de amor. O papa Francisco tem a missão de facilitar a passagem desta era para a regeneração da Igreja.

 

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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COM QUE ROUPA?

Na página A18 do “Estado” de ontem aparecem padres nos confessionários trajando roupas não apropriadas ao sacerdócio. Eles não deveriam sempre, inclusive em suas paróquias, se apresentar com pelo menos camisas de clerigman?

Rodrigo Cruz rodrigocruz1980@gmail.com   

São Paulo

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PADRES PRECISAM-SE

O Nordeste do Brasil, além de sofrer com secas e falta de médicos, ainda tem falta de padres? Quem sabe o papa consegue fazer com que alguns padres – que, assim como os médicos, gostam do que é bom e de ser “bon-vivants” – se candidatem a ir para o Nordeste, pois é a região do Brasil que tem mais católicos. A Igreja, se não quiser mais perder devotos, deve investir nisso urgentemente, pois os evangélicos têm grana para dar e vender e comprar todos, inclusive fazer mais milagres do que Cristo fez durante toda a sua vida.

Kaled Baruche kbaruche@bol.com.br

São Paulo

 

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O PAPA E OS ADVOGADOS

Seja bem-vindo ao Brasil, Jorge Mario Bergoglio, papa Francisco. Que em sua passagem pelo Brasil estimule todos os jovens cristãos a se tornarem discípulos e missionários do Evangelho e que Sua Santidade incorpore em seus discursos, falas e homilias o tema de fundamental importância para os operadores do Direito do nosso país, ou seja, pelo fim da escravidão contemporânea da Organização dos Advogados do Brasil (OAB), fim do caça-níqueis que é o exame da OAB, que há 16 anos vem se aproveitando dos governantes fracos para impor essa excrescência, que só não foi banida do nosso ordenamento jurídico graças a dois braços direitos da organização, os ex-senadores Demóstenes  Torres e Marconi Perillo – acusados pelo envolvimento com Carlinhos Cachoeira –, que rejeitaram a PEC 01/2010 e o PLS 186/2006, de autoria dos nobres ex-senadores Giovane Borges e Gilvan Borges, do PMDB. Santo papa Francisco, os jornais censuram as verdades. Não é da competência de nenhum sindicato avaliar ninguém. Está na Constituição federal, artigo 5.º, inciso XIII: “É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Santo papa Francisco, ensina-nos Martin Luther King: “Há um desejo interno por liberdade na alma de cada humano. Os homens percebem que a liberdade é fundamental e que roubar a liberdade de um homem é tirar-lhe a essência da humanidade”. Na nossa sociedade, privar um homem de emprego ou de meios de vida equivale, psicologicamente, a assassiná-lo.

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

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AS UNHAS AFIADAS DE LULA

Falando para plateias geralmente incultas, Lula se acha no direito de agredir os brasileiros que trabalham e sustentam o Brasil. Agora, ele vem ameaçando com patas, digo, “garras afiadas”, a oposição, que, por sinal, está quieta demais. E a população indignada com os desmandos do seu governo. Diz ainda o apedeuta que “eles estão com preconceito contra Dilma... É a maior falta de respeito com uma mulher. Será que eles têm falta de respeito com a mãe deles, com a mulher deles, como têm com a Dilma?”. Acho que quem incluiu o adultério no rol de escândalos no trato da coisa pública não tem o direito de falar em falta de respeito para com a mulher. Lula está cada vez mais repugnante.

Carlos Eduardo Stamato dadostamato@hotmail.com

Bebedouro

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SEM PRECONCEITOS

Como certa candidata petista à Prefeitura paulistana, obviamente derrotada, disse em 2008, o ex-presidente acerta quando diz que a atual presidente é "vítima de preconceito". Erra quando diz que ela sofre "falta de respeito" por ser mulher. Nosso "preconceito", expresso pela brutal queda de popularidade,  é contra a ineficácia da sua gestão e o conjunto da medíocre obra dos seus 39 subalternos. Diz um ditado que quem não pode morder não mostra os dentes, muito menos lutar com "unhas afiadas" se as está roendo de preocupação. Diante de dez anos e meio de papo furado, o povo espera, sentado, aparecer um homem ou uma mulher que saiba fazer e faça. Sem preconceitos!

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

Santos

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DISCURSO ANTIGO

Lula afirma ter de “afiar as unhas” para defender sua protegida, com o mesmo discurso envelhecido e batido da mania de perseguição das “elites” e dos “conservadores” contra a ele próprio e, agora, a Dilma. Até agora ele se manteve recolhido, afastando-se totalmente da mídia em momentos de grande bulício das ruas. Reaparece falando de uma pessoa que de ingênua e despossuída nada aparenta. Dilma não necessita das garras de ninguém para se defender, na verdade, ela necessita se defender de sua pouca aptidão para a governança e de sua pouca habilidade para lidar com o contraditório.

Leila E. Leitão

São Paulo

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ECTOPLASMA VOLTA A ASSOMBRAR

O fantasma da ópera ressurgiu: “vamos defender a Dilma com as unhas afiadas”, “ela é uma continuação do nosso governo” (??). Esse senhor não engana mais, diante dos movimentos e manifestações, some no mundo e volta pondo a culpa na oposição (eventual); fala em assumir responsabilidades, mas sempre se esquiva, não dá entrevistas, diante de fatos desastrosos do governo e pessoais. Os protestos foram contra o lulopetismo, o gasto do dinheiro público, o desgoverno, a compra de votos dos aliados, o uso de aviões da FAB, as construtoras, o sr. Eike Batista. Desapareça, sr. Lulla, esqueça 2014 e 2018 - o Brasil acordou!

Celso de Carvalho Mello celsosaopauloadv@uol.com.br

São Paulo

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PODOLOGIA, URGENTE!

Precavenha-se a Nação. Incomodado com a queda nos índices de popularidade da sua pupila, o senhor reitor, até agora considerado meramente um Rasputin tropical, assumindo ser o governo dela uma extensão sua, ameaça defendê-lo com unhas e dentes, cabendo-nos, portanto, buscar um podólogo para refreá-lo...

Caio Augusto Bastos Lucchesi cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

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CARA DE PAU

Será que é difícil para o apedeuta entender que a voz das ruas é decorrência da “herança maldita” – essa, sim – que ele plantou para o nosso futuro e Dilma começa a colher? Mas não esquenta, vai ficar muito pior. Dilma caiu 30 pontos nas pesquisas? Mentira. Ela nunca teve aquela “aprovação” que as pesquisas compradas mostravam. Eu não conheço uma única pessoa que já tenha sido entrevistada por qualquer pesquisa. As de Lula (antes) e as de Dilma (agora) devem ser feitas nos grotões do Nordeste e entre os beneficiários das bolsas-votos que consomem bilhões sem retorno. Espero viver ainda para ver o Brasil voltar a ser livre da República sindicalista – todos vagabundos.

Jairo Silvestre dos Santos jairo-silvestre@uol.com.br

Jundiaí

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REELEIÇÃO

Longe de mim defender a atual inquilina da Presidência da República, mas a notícia veiculada sobre as malfadadas pesquisas de opinião, apontando que ela não seria reeleita no primeiro turno, não me surpreendem. Afinal, seu midiático mentor e padroeiro também não foi. Façanha só conseguida por FHC. O já combalido fígado de Lulla deve ferver até hoje com isso.

Marly N. Peres lexis@uol.com.br

São Paulo

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FALSO MERCADOR, ATÉ QUANDO?

Lula vende mentiras aos desinformados e, por outro lado, faz jogadas comerciais para os grandes empresários mundo afora, onde fatura alto sem ter de comprovar nada. De volta ao País, acusa as elites como responsáveis pelas críticas a esse governo imcomPeTente, que não consegue aceitar e acertar o caminho certo do desenvolvimento  sustentável,  conduzido pela oposição, com coragem de tomar medidas impopulares, porém com a economia nos trilhos. Infeliz o país que tem falso e mentiroso mercador.

 

Luiz Antonio Lopes Fagundes luiz.fagundes@hotmail.com

Piracicaba

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O PIOR DO BRASIL

Com os artigos mensais do Lula, o “New York Times” confirma que só mostra mesmo aquilo que temos de pior!

Murilo Luciano Filho muarilou@uol.com.br

São Paulo

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D DE DILMA                                 

 

Dileta discípula de “deus” desalmado, deseducado, dominante! Domada, dobrada, desorientada, descrente de Deus! (O Deus da doçura...) De diretórios descontentes, desprezada! Diuturnamente desafiada em diabruras de distintos, degradados deputados e diabólicos donos do dinheiro! Diárias, denúncias de dilapidações decorrentes de descaso, de desídia, de dolo... Desviando de dolorosas diatribes...  Desalentada, desassistida, diante de danças demoníacas de depredações, destruições dantescas em doideiras desenfreadas... Ditando desacreditada desforra à dolorida ditadura distante... Dolorosos dilemas... Duelos, derrotas deprimentes, desarticulados discursos... A desistência é difícil? Desastroso é o declínio, é a decadência. Oh, dó! Desce desse domo, Dilma. Descansa docemente, deleita-te em Deus, teu divino dono... Duvidas? Não devias... Dividida em dolorosos deveres, por degraus derrapantes, descuidar-te não deves... Desencantada, desiludida, deveras te digo: decola e descola do “deus”, ó Dilma... Ou desiste!                                                     

 

Edméa Ramos da Silva paulameia@terra.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA À BRASILEIRA

Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram. Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do STF podem ser mudadas por condenados. Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o Judiciário. Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que condenados façam seus habeas corpus ou legislem para mudar lei e serem libertos.

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

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PLANOS DE SAÚDE EM ALTA

Nem uma semana após a presidente Dilma declarar que a inflação não ultrapassará a meta de 6%, o governo autoriza aumento de mais de 9% aos planos de saúde individuais, mesmo sabendo que afetará quase 10 milhões de usuários. Será que é porque o governo já está prevendo que a inflação fechará bem acima da meta? Ou é porque, como sempre, o que interessa ao governo mesmo são as empresas de planos de saúde, que têm, juntas, fortunas avaliadas em bilhões?! Nem se toda a população de usuários ficasse doente de um dia para a noite conseguiriam gastar toda essa fortuna para justificar tal aumento! E os petralhas continuam dizendo que governam para o bem do povo. Dá para perceber!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br  

São Paulo

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ACIMA DA INFLAÇÃO

Gostaria de saber em que de basearam para conceder esse aumento de 9,04%, pois a inflação é inferior a esse percentual. Neste país acontecem coisas que ninguém entende.

Agostinho Locci legustan@gmail.com

São Paulo

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DESLIGA O TUBO!

Já não chegam os protestos que marcaram junho pelo Brasil todo, principalmente na área da saúde, agora vem um aumento absurdo de 9,04% nas costas da população. Desliga o tubo!

 

José Candido da Silveira Lienert Jr. jclienert@gmail.com

São Paulo

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PLANOS COLETIVOS

Li a matéria da página A21 de 23/7 do “Estadão” e mais uma vez notei que nem a ANS nem a mídia tomam conhecimento do reajuste abusivo dos planos de saúde coletivos. Se um reajuste de 9,04% dos planos comuns é considerado alto, o que dizer dos planos coletivos, que com a inteira aprovação da ANS (que não cumpre sua função de agência reguladora) estão aumentando  de 15% a 20%? Aqueles que têm planos de saúde coletivos (e não são poucos) são enganados com uma proposta de preço inicial bem menor que o de mercado, mas logo percebem que com o passar dos anos e os reajustes abusivos (que não são informados na ocasião da venda), os seus planos ficarão muito mais caros que o preço do mercado. Qual seria o motivo de esses planos permanecerem à margem da lei, inclusive cobrando multa por atraso no pagamento de 10%, o que é proibido? Alguma coisa está muito errada nessa falta de regulamentação com relação aos planos coletivos e a mídia deveria explorar mais o assunto, cumprindo o seu papel de identificar e divulgar situações como essa que estão prejudicando uma parcela expressiva da população.

Nadia Lopes luan_madeiras@hotmail.com

São Paulo

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ATAQUES DE TUBARÕES

A construção do Porto de Suape (PE) fez com que os tubarões se deslocassem de um ponto para outro. Antes havia equilíbrio e alimento abundante, agora há uma estrutura enorme para receber navios de grande porte. Os ribeirinhos daquela região foram muito afetados, pois a oferta de peixes diminuiu muito, prejudicando a atividade econômica. Depois de 59 ataques, sendo 24 fatais, entrar no mar na praia de Boa Viagem deveria ser proibido, mas há interesses políticos (imagem do Estado) e interesses econômicos (turismo) que impedem o que deveria ser feito para preservar a vida das pessoas. Além, é claro, da cumplicidade da imprensa em culpar as vítimas, ao dizer que é tudo um acaso ou uma fatalidade.

Luiz Roberto Da Costa Jr. lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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VIOLÊNCIA EM SÃO PAULO

Prezado governador Geraldo Alckmin (o "prezado" é em razão, exclusiva, em que pese minha indignação no momento, de manter neste uma linguagem escorreita): sempre fui eleitor do PSDB, desde a sua fundação até a última eleição municipal, a de 2012. Entretanto, no decorrer deste longo tempo sempre me questionei quanto à competência e, principalmente, Coragem (sim, com C maiúsculo) de seus membros. Após ter minha residência furtada, o que me deixou um prejuízo em valor aproximado de um apartamento de dois dormitórios, meu filho ter o seu carro furtado, diga-se, na porta de minha residência e de dia, e de na terça-feira, às 18 horas, ter meu filho sido mais uma das inúmeras vítimas de assalto (roubo) num dos principais cruzamentos de São Paulo, Paulista com Pamplona, não tenho mais dúvida: não há mais necessidade de ficar me questionando, os membros do PSDB, dos quais o destaco, pelo menos em São Paulo, como seu expoente maior, não são só incompetentes e desprovidos de coragem, são exatamente um conjunto de fiammíferos, ou seja, não valem mais que um palito de fósforo queimado. Assim sendo, o que passo, agora a me questionar é se, diante dos espúrios partidos políticos que compõem a "grade eleitoral" de nosso país, tendo também concluído que o partido de V. Exa. é formado por um bando de fiammíferos, não está na hora de nós, paulistas e principalmente paulistanos, nos armarmos contra a violência que campeia em nossa querida capital e em nosso igualmente querido, Estado, com as armas que melhor nos aprouvermos, até, com a "manifestação".

 

Luiz Roberto Souza Noronha www.souzanoronha.com.br

São Paulo

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PRESERVAR O TRABALHO

A Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado precisam aprender com os acertos e erros de outros países e parar de pôr a cidade em risco com seus planos urbanísticos mirabolantes, que possam eliminar nem que seja um único posto de trabalho. Agora temos a ilegal PPP da Casa Paulista prestes a ser licitada sem que nenhum cadastro dos moradores e trabalhadores atingidos tenha sido efetuado. Eis a necessária análise comparada: Detroit está indo à bancarrota. “Menos de um quarto dos empregos em oferta na região metropolitana está num raio de 16 quilômetros do distrito de negócios tradicional; na grande Pittsburgh, outra antiga gigante industrial cujos dias de glória passaram, a cifra correspondente é mais de 50%; e a vitalidade do núcleo de Pittsburgh pode explicar por que a antiga capital do aço mostra sinais de renascimento, enquanto Detroit continua afundando” (“Estado”, 23/7, B6). Só os nossos governantes e administradores públicos acreditam que as áreas de onde os negócios foram afugentados por reformas mal feitas voltarão com seus comércios e serviços ao mesmo local dez anos depois - sem indenizar e sem explicar o que todos farão durante o empreendimento. A preservação dos postos de trabalho deve passar a ser respeitada, a fim de evitar criar uma cidade dormitório no centro que pode transformar São Paulo numa Detroit.

Suely Mandelbaum, urbanista suely.m@terra.com.br

São Paulo

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DESTRUIDORES CRIATIVOS

Quantos anos o Brasil levará para chegar ao estágio da Grécia e de Detroit? O novo grupo de 40 (Dilma mais seus 39 ministérios), liderados pelo sr. Mantega e sua “contabilidade criativa”, está criando uma cortina de fumaça em volta dos números principais da nossa economia. Nem os economistas conseguem decifrar o efeito de todas as  manobras de contabilidade criativa  que o sr. Mantega desenvolve a cada crise. Enquanto isso, a dívida brasileira cresce espantosamente. Nossa indústria está perdendo vitalidade e o governo só ajuda os fabricantes de automóveis, pensando que estes representam a mola-mestra da indústria ou talvez por causa da pressão dos sindicalistas que o sr. Lula levou para o Planalto. Com todas essas manobras o novo grupo dos 40 está se  tornando o destruidor criativo da nossa economia.

Renzo Orlando renzoorlando@netpartners.com.br

São Paulo

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MEDIAÇÃO

Colhi num grande jornal carioca a seguinte notícia: "Estivadores e a Embraport vão ao Planalto em busca de acordo". Será que é nesse escalão governamental que deveria ocorrer tal debate?

Maria Coelho maricotinha63@gmail.com

Salvador

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MARCA HISTÓRICA DO PT

Epa! Outra  marca histórica é superada na era petista. Na última década o Brasil apresentou o pior semestre em mais de 60 anos nas transações comerciais com o exterior. Desde 1947 o desempenho nunca foi tão ruim. Essa turma é insuperável!

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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PRÍNCIPE GEORGE

E o bebê mais comentado do mundo já tem nome, George. Seu tratamento oficial se dará por "Sua Alteza, príncipe George de Cambridge". Seja bem-vindo!

 

Sérgio Eckermann Passos sepassos@yahoo.com.br

Porto Feliz

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