Fórum dos Leitores

MANIFESTAÇÕES

O Estado de S.Paulo

29 Julho 2013 | 02h11

Rejeição nacional

Até em São Paulo, durante protesto na Avenida Paulista, estenderam uma faixa "Vaza Cabral". Que coisa, hein? Sérgio Cabral está virando unanimidade nacional de rejeição. E a culpa é de organizações dos EUA e da Irlanda, não é, governador?

PANAYOTIS POULIS

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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E a baderna continua

Um grupo de anarquistas vestidos de preto depredou agências bancárias da Avenida Paulista para protestar contra Sérgio Cabral. Se o sr. Sérgio Cabral é governador do Estado do Rio de Janeiro e a Avenida Paulista é na cidade de São Paulo, esse quebra-quebra é uma demonstração de que para baderneiros qualquer lugar é lugar.

VIRGÍLIO MELHADO PASSONI

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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Incoerência

Fiquei pasmo ao tomar conhecimento do motivo da passeata na noite de sexta-feira na Paulista. Segundo seus integrantes, foi em apoio aos cariocas contra o governador do Estado do Rio. E eu pergunto: os cariocas fariam também uma passeada no Rio de Janeiro, com direito a baderna, contra o governador de São Paulo? Duvido. Creio na existência de um grupo já formado e com comando destinado a passeatas, escolhendo aleatoriamente um foco com a intenção de chamar a atenção da mídia, e não do povo trabalhador, que já está cansado de ser prejudicado no direito de ir e vir. Aliás, se a mídia não divulgasse, duvido que eles fossem para a rua. Está na hora de o Congresso propor a inserção no Código Penal de um artigo sobre ação dolosa, sem direito a fiança, contra os baderneiros que destroem patrimônio público e privado.

ROBERTO JOÃO JULIÃO

rjjuliao@uol.com.br

São Paulo

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Violência e depredação

Até quando vamos assistir passivamente às depredações que vêm ocorrendo em São Paulo e no Rio de Janeiro, perpetradas por bandidos travestidos de manifestantes? Já passou da hora de as autoridades tomarem as providências cabíveis!

MAURO ROBERTO ZIGIO

mrziglio@hotmail.com

Ourinhos

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Basta de impunidade!

E até quando suportaremos impunemente os constantes malfeitos? A Justiça e a polícia têm de agir exemplarmente para desestimular a crescente impunidade. É preciso dar um basta. Pelo que aconteceu na Avenida Paulista, que tal um contingente maior da polícia ficar de sobreaviso para fazer um arrastão circundando os quarteirões vizinhos e vir fechando a roda, pegar todos os malfeitores, aprisioná-los, dificultar a soltura, fichá-los e fazê-los indenizar por todos os danos? Tornar padrão tal procedimento na cidade ou no campo, em propriedades públicas ou particulares, será um desestímulo à impunidade. Do jeito que está não pode continuar.

HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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Noite de caos

Lamentável e patética a alegação da Polícia Militar (PM) de que só age após sinais de violência nas manifestações de rua em São Paulo. Com um pouco de bom senso, bastaria postar-se ao longo das calçadas, impedindo, assim, saques e depredações.

ROBERTO CASTRO

roberto458@gmail.com

São Paulo

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Black Blocks e a polícia

Não se compreende uma atuação tão pífia e inoperante da polícia contra a manifestação dos chamados Black Blocks, facilmente identificáveis pelo uso de máscaras e capuzes. Como pode um pequeno bando de anarquistas agir com tanta liberdade, depredando e destruindo tudo o que vê pela frente? A polícia, de início, só acompanhou esses baderneiros, sem nenhum tipo de intervenção, para em seguida lançar algumas bombas e prender alguns manifestantes, que foram soltos 20 minutos depois. Na realidade, não estava nada difícil prender todos os vândalos, deixá-los na cadeia por pelo menos uma semana e somente libertá-los depois de ressarcirem os prejuízos causados. Sr. governador, manifestação pacífica, sim, vandalismo, não!

JORGE ONODA

jorge@onoda.com.br

São Paulo

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Protestos x vandalismo

Protestos e vandalismo são ocorrências separadas. O vandalismo prejudica as manifestações. Por que os vândalos conseguem estar presentes nos locais onde se realizam protestos e a polícia, não? É mera determinação de prevenir vandalismos e proteger os cidadãos manifestantes agir com rigor - e, caso necessário, com força - contra os vândalos.

HARALD HELLMUTH

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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Bando de terroristas

O "protesto" dos vândalos, que devem ser classificados como terroristas, acabou em depredação de bancos na Avenida Paulista, enquanto eles portavam faixas contra o governador Geraldo Alckmin. Na verdade, eles estão a fim de "queimar" o governador para 2014. Cabe à polícia paulista agir com mais eficiência e rapidez para descobrir quem eles são, a mando de quem agem e prender esse bando de terroristas. E, uma vez detidos, que peguem cadeia dura.

LAÉRCIO ZANNINI

arsene@uol.com.br

São Paulo

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Grupo ideológico

Vândalos que só avançam sobre bancos privados?! A palavra está mal colocada, porque o que transparece é um grupo ideologizado e cuidadosamente treinado. Se erramos na avaliação, vamos errar na solução.

GETULIO P. DIAS

getulio@ponceassociados.com.br

São Paulo

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Propaganda pela ação

Os protestos anarquistas dos Black Blocks utilizam a chamada propaganda pela ação, muito em voga no final do século 19 e início do século 20, que consiste basicamente na realização de uma ação de grande visibilidade a fim de que se torne referência e inspiração para que ações semelhantes sejam levadas a efeito por outros grupos e indivíduos. Os atuais protestos utilizam a destruição da propriedade para chamar a atenção para sua oposição contra bancos e corporações multinacionais. Para evitar uma escalada ainda maior de violência e de aumento desses protestos, a sociedade deve pressionar o poder público para que suas políticas deem prioridade às melhorias na saúde, na educação, no transporte e na segurança em todo o País.

LUIZ ROBERTO DA COSTA JR.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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RESCALDO DA JORNADA

Reavivando a meditação da 6.ª Estação da Via-Sacra encenada pela Jornada Mundial da Juventude (JMJ) na praia de Copacabana: “Não posso me calar quando encontro nas vias-sacras da vida tantas vítimas de uma ‘cultura de morte’, mulheres prostituídas, famílias na miséria, enfermos sem atendimento, idosos desprezados, migrantes sem terra e jovens desempregados”.

 

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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OBRIGADO, FRANCISCO

A visita do papa Francisco sem sombra de dúvida, fez e vai continuar fazendo muito bem não só ao Brasil católico, mas a todos nós. Que vigor admirável tem esse homem de 76 anos! Que disposição, que humildade e que belas cenas de dedicação e abnegação em que mantém a mão em saudação e o sorriso franco e alegre. Só temos a pedir que desculpe as falhas.

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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O SEMEADOR

Avistar um horizonte é lindo,

Enxergar todos os horizontes,

É enfeixar toda a juventude,

Pela esperança, alegria e a surpresa,

De encontrar Deus, plantando em cada,

Criança uma semente de Fé e Amor.

Este é o papa Francisco entre nós.

Hildeberto Rubin Alessio hralessio@yahoo.com.br

Campo Grande

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JESUÍTAS

Li algures que os jesuítas, a mesma ordem de José de Anchieta, Manuel da Nóbrega, Aspicuelta Navarro e outros, foram expulsos de nossa terra, a terra das andorinhas, pelo marquês de Pombal. Com rara satisfação e regozijo, sinto o retorno das andorinhas e de outro magnífico jesuíta. O papa Francisco vi entrar em  solo  de povo ordeiro e hospitaleiro. O excelso jesuíta Francisco abençoou a terra “sob cujos céus exibe a constelação de nossa cruz”, como quis Rui Barbosa.

                             

Fernando Averbach

São Paulo

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GRANDE EXEMPLO

Que grande exemplo o papa Francisco deu ao político brasileiro (o de humildade, confiança, respeito, comportamento...).

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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MENSAGEM AOS JOVENS

Por que será que o papa falou várias vezes em anticorrupção?

Silvio Leis silvioleis@hotmail.com

São Paulo

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JUVENTUDE E PAPA REVOLUCIONÁRIOS

A presença do papa Francisco, com sua pregação ética de simplicidade e moralidade, veio engrossar os protestos de rua no Brasil. Essa realidade certamente se refletirá daqui em diante e certamente terá repercussões nas eleições de 2014, para desespero dos políticos não afinados com essas novas atitudes ético-morais que a população brasileira passará a exigir. Salve o papa, salve a juventude brasileira, que estão exigindo uma revolução de alguns costumes pecaminosos da gestão pública entre nós.

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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NOVA ERA

Comparado com nossos ofuscados "postes", as palavras corajosas e transparentes e a presença sincera e franca do papa Francisco brilharam como um farol dos mais fortes em nossa terra.  Creio que estamos vendo o início de uma nova era.  A partir de hoje devemos contar o primeiro ano d. F. (depois de Francisco).  E os anos anteriores, a serem esquecidos, seriam a. F., antes dele.  Que Deus continue iluminando nossos jovens (e, quem sabe, nossos governantes e políticos) com as palavras candentes e o exemplo deste admirável papa Francisco!

 

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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UM MOMENTO HISTÓRICO NUMINOSO

 

É certo, na historiografia e na sociologia, que os fatos não permitem interpretações imediatas. É preciso que o tempo forneça a necessária perspectiva da verdadeira exegese. Todavia nos arriscamos a afirmar que nosso país passa por um momento especialíssimo, sob o aspecto político e social. Primeiro, as jornadas juvenis de junho, completamente destacáveis em nossa evolução histórica como uma construção civilizatória atípica. Segundo, a visita de um papa obviamente predisposto a cobrir a sociedade de uma candura que se assemelha ao momento mágico do recolhimento do sol ao final do dia e ao despojamento, pregado pela Igreja, de nossa ira (por vezes justificada), antes de dormir. Nosso horizonte é preocupante, mas é conjuntura, como tantas que atravessamos.  Na história ficará gravado o momento de um símbolo numinoso de fertilidade.

 

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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À SEMELHANÇA DO MESTRE

Belo exemplo de solidariedade nos deu Francisco no hospital de dependentes químicos. Cercado de multidões por onde passava, impossível não se associar essa imagem à do Nazareno, passando pelos vilarejos da Palestina e da Galileia, cercado de multidões, pregando o “amai-vos uns aos outros”. A fala é a mesma. A mansidão, idem. E a ansiedade e aspiração do povo também é tal qual, mudados os nomes das doenças, lá, a lepra, agora, as drogas; no fundo os mesmo males antigos e modernos, a atribular o povo. Então dizia Ele: “Deixai vir a mim os pequeninos”; agora, deixai vir a mim a mocidade e os idosos; a mocidade, pois é a força que impulsiona; e os anciãos a sabedoria que orienta e apara os excessos.  Assim fecha-se o ciclo de todas as idades embarcadas na barca de Pedro. “Deixar-se surpreender por Deus”, um dos três pontos fortes da prédica de Francisco. Já é, de si, a própria surpresa. Lá, entrava Jesus em Jerusalém, montado numa jumenta (gesto de humildade), cercado pela multidão que gritava “hosanas ao Filho de David”; aqui, entrou Francisco na Jerusalém das Américas, JMJ-Rio 2013, e dispensou carros de luxo, blindados e, se lhe houvesse à mão um Fiat 147  (pangaré de hoje), seria esse o escolhido por ele. As semelhanças são tão surpreendentes que nos espantam. Tal qual o Mestre, doa-se à Igreja e a seu povo, como a vela que a si se consome, para iluminar os que estão nas trevas. Essa boa semente, espargida à farta e regada com a chuva copiosa que não cessa de cair, anuncia-nos messe farta e venturosa para nossa Pátria.

Antonio Bonival Camargo bonival@camargoecamargo.adv.br

São Paulo

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ENTRE O CÉU E A TERRA

O papa Francisco, na qualidade de mais alto dignitário eclesiástico da Igreja Católica, também chamado de Sumo Pontífice pelos romanos desde o século 5.º, lato sensu, e religiosamente falando, é uma ponte entre a Terra (nações, povo) e o Céu, por onde transitam somente os justos que não se deixam dominar por “poder, dinheiro, sucesso e prazer”, segundo suas próprias palavras. O Brasil se orgulha de ser o primeiro país a ter recebido sua peregrinação pastoral pelo mundo, a sua primeira visita, que nos encantou por sua humildade, pela simpatia ao dialogar com os religiosos cristãos e de outras crenças. E, principalmente, pela sua maior demonstração de invejável simplicidade, ao pedir que rezemos por ele, quando quem necessita de orações somos nós e o nosso sofrido Brasil. Este papa é tão modesto que, ao ser eleito pelos cardeais, disse-lhes, em agradecimento, que ia pedir a Deus que lhes perdoasse por terem votado nele. E aqui, no Santuário de Aparecida, pediu a bênção de Nossa Senhora. Que exemplo para nós! Que grandeza de alma e espírito!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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IDOLATRIA E CONLUIO

O papa criticou a idolatria de “poder, dinheiro, sucesso e prazer", mas se esquece de que é o representante-mor da maior instituição idólatra do mundo, a saber, a Igreja Católica. O jornal “O Estado de S. Paulo”, com seu conluio de interesse político, entre outros interesses, também acena com a mesma bandeira da idolatria, referindo-se à Igreja Católica apenas com a palavra Igreja. É errado escrever assim, pois essa mesma igreja não é a verdadeira representante da Igreja de Cristo aqui na Terra; muito pelo contrário, esquece-se de que em foto de primeira página no jornal do dia 25/7, Francisco está em adoração a uma estátua esculpida em madeira, que nada mais é do que um delírio espiritual do catolicismo. “Estadão”, pare de se referir a essa instituição apenas com a palavra Igreja em caixa alta, escreva sempre Igreja Católica.

Andre Siqueira drumpads5@gmail.com

Mococa  

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EXPECTATIVA DE MUDANÇAS NA IGREJA CATÓLICA.

Muito se fala da simpatia e do carisma do atual bispo de Roma. Realmente essas virtudes impressionam a todos e a mim também. Mudanças de paradigmas, aproximação física com os fiéis, gestos e atos de simplicidade não usuais para um sucessor de São Pedro, entre outros, são de importante simbolismo para os católicos e o têm diferenciado de seu  antecessor, o papa Bento XVI. Existe expectativa nos católicos “pensantes” ao redor do mundo referente a mudanças estruturais na Igreja, em sua administração e em seus valores, digo, seus  dogmas. Em relação à parte administrativa, já foi dado o início com as comissões de cardeais para reformar a Cúria Romana e de expertises de mercado para reformar o chamado Banco do Vaticano ainda neste ano. Em relação aos dogmas, isso só será possível convocando um novo concílio, como fez o papa João XXIII na década de 1960, sendo este tão admirado pelo papa Francisco, que, aliás, o canonizará ainda este ano. O desafio de convocar e liderar um concílio é bem grande, necessitando não só da liderança de um papa de vanguarda, como da motivação de um jesuíta de formação, características que parecem ser pertinentes ao nosso Sumo Pontífice. Neste momento em que o Concílio Vaticano II completa 50 anos de elaboração e com as mudanças em ritmo sem precedentes históricos em várias áreas da vida cotidiana e da sociedade, que foram observadas no mundo nas últimas décadas, torna-se de suma importância um novo concílio. Por exemplo, um Concílio Vaticano III, trazendo novas diretrizes para a Igreja Católica Apostólica Romana ajudaria a tentar reverter o afastamento e perda sistemática de fiéis observadas no Brasil (o maior país católico do mundo), na Europa (importante fonte de doações financeiras, dízimo, entre outros) e no mundo. Rejuvenesceria e atualizaria a Igreja aos " novos tempos" e iria aproximá-la de seu rebanho, ou melhor, da realidade do mundo atual.

Alexandre Rizzo Pipolo arpipolo@yahoo.com.br

São Paulo

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CELIBATO

Considerando que o celibato eclesiástico foi instituído alguns séculos depois de Jesus Cristo, por motivos financeiros, a meu ver, podia ser anulado por Sua Santidade. Para que a nossa Igreja não fosse prejudicada, a herança do sacerdote poderia ser dividida entre a família e a Igreja.

José Alves de Vasconcellos javc1925@terra.com.br

Rio de Janeiro                                         

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MODERNIDADE

Quem frequenta regularmente a Igreja Católica sabe bem que a sua proposta constante é de mudança, de conversão. Que para ser bom cristão é preciso deixar as práticas mundanas e passar a viver as práticas dos princípios ensinados por Jesus Cristo. Mas os que não querem essa mudança fundamental, geralmente por orgulho, acabam tentando virar o jogo e passam a pregar a mudança na Igreja, que ela precisa se adaptar à modernidade. É o rabo tentando abanar o cachorro! E nada é tão moderno como a verdade que a Igreja sempre pregou. A Igreja não é o Programa do Faustão, não está atrás de audiência a qualquer custo, assim ela, a Igreja Católica, jamais abrirá mãos dos verdadeiros  valores cristãos, para não perder quantidade. Mesmo porque esses infiéis só querem se infiltrar na Igreja Católica para semear a discórdia que eles já vivem em sua própria vida.

Luiz Antônio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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A IGREJA E SEU ‘CEO’

O papa Francisco visitou um país “rico”, a sexta economia do mundo, mas também um dos primeiros nos índices de pobreza (miséria), vide programas sociais como o Bolsa Família, aposentadoria para os que nunca contribuíram com um real para o INSS, etc. Pelo jeito, a Igreja continua a mesma desde quando fui a ela pela primeira vez e ouvi uma pergunta feita à minha pobre mãe (que era lavadeira de roupas para o quartel): “A senhora já contribuiu este mês com o dízimo?" Voltando para casa eu quis saber o que era o tal de dízimo e minha mãe me explicou que era a décima parte do que ela recebia todo mês. Fiquei pensando com os meus botões: como ela poderia dar 100 cruzeiros todo mês para a igreja?" Ela ganhava em torno de mil cruzeiros por mês lavando roupas o dia todo no tanque e tirando água do poço com um balde. Eu achava muito estranho, porque toda vez que ia ao armazém do sr. Joaquim (era eu que ia comprar os mantimentos), ele mandava um recado por meu intermédio: "Faça a gentileza de pedir para a sua mãe liquidar o saldo devedor, caso contrário não venderei mais fiado". Isso foi durante a década de 50. Faz um tempinho já, mas a pobrezinha da Igreja continua a mesma (tira o que pode de todo mundo). Hoje ela já não é tão pobre (que eu saiba, parece que é até uma das maiores acionistas da Pirelli, mas a política não mudou nada). Por que será que o Vaticano não pagou as despesas de seu principal "garoto-propaganda", pois, afinal de contas, ele veio para cá divulgar sua Igreja, e nosso grande Brasil gastou, no mínimo, a módica quantia de R$ 350 milhões para custear sua permanência aqui. Eu sou católico e creio em Deus e Jesus, mas também acho que só se Cristo voltar à Terra para botar um pouco de bom senso na cabeça de nossos governantes, pois é cada uma que a gente vê que é difícil de acreditar. O papa Francisco me perdoe, mas eu tinha de escrever isso. Aguardo só a excomunhão. Sua bênção.

Palmerino Talarico palmer.talarico@hotmail.com

Embu das Artes

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SINCERIDADE

Um fim de semana prolongado (três dias) de papa,já estaria bom demais.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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ROUBA E NÃO FAZ!

 Depois da tempestade vem a bonança. E depois da bonança... Após as cobranças populares, os jovens se acalmaram com a empatia do papa trazendo a religião. Vamos ver agora como ficam as mudanças prometidas, pós-retorno do Congresso às suas atividades normais, com força total. Corrupção, saúde, educação, segurança e os demais serviços públicos ainda estão no mesmo ponto de partida. Apenas continuam os políticos com os cofres cheios de propinas e os mensaleiros, fora da prisão. Toda a sociedade aguarda ansiosamente pela concretização das promessas desses nossos corruptos e ineficientes políticos de plantão.

João Coelho Vítola jvitola@globo.com

Brasília

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FESTAS QUE CUSTAM CARO    

Encerrados o encontro da juventude católica e a visita do papa, as “autoridades” vão se vangloriar  de um sucesso que não houve,  porque se o povo adorou ver o pontífice de perto, a ponto de quase o sufocarem num congestionamento. A cidade do Rio de Janeiro terá de conviver com inúmeras falhas no atendimento aos visitantes,  mesmo com gastos  absurdos para tal recepção, mas sem retorno,   como o atolado no lamaçal de  Guaratiba, que  serviu apenas para alegrar empreiteiras que fizeram aquela porcaria, enquanto falta verba para melhorar um atendimento médico que  a população carioca cobra desde sempre, mas esquecida com a ilusão do clima desse evento e dos futuros. Amanhã, porém, sentirá na carne se algum parente morrer jogado em corredores de hospitais imundos, por falta de pessoal médico e infraestrutura mínima. Então engrossará protestos por sentir-se  enganado com as festas agora encerradas. Depois virá o circo formado por Copa do Mundo e Olimpíada,  que diziam financiado com dinheiro privado, mas como sempre será custeado pelo governo e poderá  ultrapassar os R$ 30 bilhões dos cálculos iniciais das obras necessárias,  verbas das quais boa parte será desviada para políticos e empreiteiras. Tais custeios revelam  que o governo  tem dinheiro “sobrando”  para  usar  nesses eventos  e continuará com gastos tanto na manutenção de obras várias como nos  estádios. Daí  a pergunta: se há dinheiro para esse circo, por que  não há para construir hospitais?

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo   

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VAIA OCULTA E AUSÊNCIA SUSPEITA

Dona Dilma achou que aproveitou bem o seu discurso na recepção ao papa Francisco no Palácio Guanabara, quando fez apologia da política social do seu governo e propôs uma aliança com o Vaticano para desenvolver uma política internacional de combate à pobreza. Não foi vaiada no ato porque a plateia era composta exclusivamente de políticos aliados, puxa-sacos e religiosos. Estes últimos, além de educados, são providos de infinita paciência. No dia seguinte, porém, a Santa Sé deixou claro nos bastidores que não seria usada politicamente pelo governo petista durante sua estada no País. Fica, portanto, computada mais uma vaia, dessa vez oculta, a um governo interesseiro e inconveniente. A propósito, Lula declarou recentemente que sua terrível doença não voltou. O que, então, causou sua ausência na recepção ao papa? O estadista de Garanhuns não perderia uma oportunidade dessas por nada neste mundo! Até dona Marta foi...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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O GRITO ENSURDECEDOR

Em vez de perguntar, com a jactância habitual, “o que seria do Brasil sem o PT?”, melhor seria que Lula ouvisse bem e compreendesse o grito ensurdecedor das manifestações juninas das ruas para saber a resposta.

 

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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SOMAR OU DIMINUIR

O governador da Bahia veio com esta: “Não é reduzindo ministérios que se dá eficiência à máquina pública”. Cabe a pergunta: criando-os, como foi feito, deu eficiência? Sr. Jaques Wagner, por que não se cala?

J. Perin Garcia jperin@uol.com.br

São Paulo

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PADRÃO FIFA

Tenho visto e ouvido falar muito em padrão Fifa. Estádios, hospitais, escolas, estradas. Ah, quem dera... Até os políticos falam, porém muito discretamente. Sabem por quê? Existe o padrão Fifa também em honestidade e moralidade. E pune direitinho. E sabem quem foi punido? Dois brasileiros.

 

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira ph.coimbraoliveira@gmail.com

Rio de Janeiro

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AGORA OU NUNCA

Se a oposição ainda tiver alguma pretensão presidencial, agora é a hora, ou perderá para sempre o trem do futuro.

 

José Marques euqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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SISTEMA VULNERÁVEL

 

O Bolsa Família, que já é maior compra de voto deslavada do País, será também forma de lavagem de dinheiro e crime eleitoral do PT? Será que vão aparecer muitas vulneráveis Sebastianas doadoras?

 

Alessandro Lucchesi timtim.lucchesi@hotmail.com

Casa Branca

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VOLTA A INFLAÇÃO, CAI A PRODUÇÃO

A indústria nacional está vivendo um momento crítico. As encomendas de produtos – principalmente máquinas – vêm caindo e os investimentos estrangeiros fogem, a ponto de empresas fecharem linhas de produção. O governo, acossado pelas manifestações populares e de olho grande nas próximas eleições, ocupa-se da produção de uma reforma política. O discurso oficial é a perfeita obra de marketing de um país que vai às mil maravilhas. Ao ouvi-lo temos a impressão de que se fala de outro país, que não conhecemos. A presidente e seus ministros prestariam um grande serviço ao Brasil se, em vez de fórmulas de gabinete, procurassem levantar os problemas e as propostas de solução dos órgãos representativos da indústria, do comércio, da agricultura, do mercado financeiro e de outras áreas nevrálgicas da economia. São eles que, bem ou mal, construíram e operam o parque econômico nacional.

Dirceu Cardoso Gonçalves aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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O PIB DESEJADO

Está o País a enfrentar um PIB bastante aquém do projetado, almejado e festejado, porque não se poderia esperá-lo em nível mais alto com um desenvolvimento industrial negativo, uma inflação acelerada e um nível de emprego desestimulado. Além do mais, com os gastos governamentais não cortados adequadamente, estamos com uma inflação renitente que desestimula investimentos internos e alienígenas. Estagflação a enfrentar. As autoridades financeiras obedeceram cegamente à presidenta, o que não deveria ter acontecido. Agora, para colocar o trem nos trilhos novamente será um árduo trabalho, especialmente porque a presidenta está acuada e amargando os seus procedimentos, em desacordo com o que a Nação esperava.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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GOVERNO BUMERANGUE

Temos no Brasil o mais inteligente economista do mundo, Guido Mantega. Vamos aos fatos. em 2010 disse que teríamos 6% de crescimento do PIB, tivemos 2%. Em 2011 garantiu 5%, tivemos 0,9%. O problema era a enxurrada de dólares que aqui chegava. Então elevou o IOF para 6%, a fim de estancar a enxurrada, dizendo que em 2013 teríamos de 5% a 6% de crescimento. Agora já se fala em 3%, porque não entram mais dólares no Brasil. Então o IOF foi zerado e estamos esperando um crescimento de, no máximo, 2%. Este é realmente um governo bumerangue.

Delcio da Silva delcio796@terra.com.br

Taubaté

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ECONOMISTA?

Começo a desconfiar de que Guido Mantega seja economista, pois a toda hora chuta o PIB e em geral só para baixo. Ou seja, apesar de tanta desoneração, até o PIB ficou com vergonha e se desonerou por conta própria? Isso, sim, é economia forte. Um cara desses deveria ser cartomante, pois não acertaria uma. Além disso, é meio difícil entendê-lo. Esse Mantega é a cara do PT, mais perdido do que cego em tiroteio e tentando acertar a qualquer custo, algo que na economia é meio difícil de fazer. Ou se faz certo desde o começo ou fica difícil, mesmo o PT sendo “master” e Ph.D em gambiarra. O melhor seria pedir para ir no migué e se mandar, pois já mostrou toda a sua incompetência. A coisa está a passo de lesma. Ou seja, com o Mantega é sempre a lesma lerda.

 

Antonio Jose G. Marques a.jose@uol.com.br

São Paulo

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DESCANSO MERECIDO

Tenho convicção que o presidente do Banco Central – dr. Alexandre Tombini – mandou à presidente Dilma um recado claro: é preciso restaurar a confiança na economia! E, ainda sobre as contas públicas, disse que o governo não pode deixar dúvidas sobre suas intenções e assumir um compromisso! Presidente Dilma, o (ainda) ministro Guido Mantega já merece descanso!

Edivelton Tadeu Mendes etm_mblm@ig.com.br

Penha

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CORTE DE GASTOS

 

Sejamos francos. Dá pra acreditar no corte de gastos do governo? Prometeu cortar R$ 10 bilhões em passagens, energia elétrica, papel, aluguel de carros... Em 2011 e 2012 também foi assim, mas nada de concreto foi feito, os dispêndios até cresceram, ao invés de se reduzirem. A manutenção da base de sustentação política sai cara. São 39 ministérios, quando uma dúzia seria o ideal, mas a tendência é até de aumentar... Daí a pesada carga tributária, equivalente a 37% do PIB, ser insuficiente e caótica para as contrapartidas nos serviços mais elementares. Tenho pena do Mantega: fala, fala, mas a chefona Dilma não está nem aí e, na prática, nada de novo acontece...

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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CENTAVOS E MORDOMIAS

O governo brasileiro diz que vai cortar R$ 10 bilhões do Orçamento da União para atingir a meta de superávit de 2,3% do PIB. Será que nos R$ 10 bilhões que serão cortados estarão inclusos alguns centavos que serão cortados das mordomias de nossos políticos?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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ALICERCES DA NAÇÃO

É insuportável o que este desgoverno de incapazes vem extorquindo dos contribuintes em termos de tributos. O pior, esse dinheiro é desperdiçado e roubado, em vez de ser investido em saúde e educação, que são os alicerces de uma nação.

José Wilson de Lima Costa jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

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QUEDA PREOCUPANTE

Longe de ser ainda uma situação dramática, a queda de 21% em ofertas de emprego, que corresponde a 220 mil vagas que deixaram de ser criadas nos primeiros seis meses de 2013, com relação ao mesmo período de 2012, preocupa e muito.  Porque, com exceção da agricultura e do setor de serviços, as outras atividades econômicas, estagnadas como estão, baixa é a oferta de novos postos de trabalho. E juntando-se a essa conjuntura o descrédito do empresariado com relação às ações deste governo, não deixa de ser previsível que existirá dificuldade pela frente para a manutenção de empregos dos trabalhadores.   

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Paulo

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POUCA SORTE

Falta de sorte, presidente Dilma: suas decisões sobre a economia não deram certo, culminando com o temido aumento do desemprego, que atingiu 6% na sua conta, porque, incluindo os “Bolsa Família”, atinge mais de 11%. É muito. Só na indústria, que está soçobrando, de maio para junho houve 120 mil demissões. Fica evidente que o aumento do PIB não atingirá os 3% do Mantega, mas, com um pouco de sorte, atingirá 2%. Os grandes déficits em nossa balança comercial e a falta de investimentos estão prejudicando a economia, assim como a inflação, graças aos muito elevados gastos de seu governo e outras más decisões. Dentre os grandes problemas para o nosso desenvolvimento, a carga fiscal de 36% do PIB é um dos maiores, como reconhece até o jornal “The New York Times”. É verdade que a herança recebida de Lula foi ruim, não houve reformas e muitos problemas foram herdados daquele governo. Entretanto, suas decisões não foram acertadas, teve muita falta de sorte.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br  

São Paulo

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INDIGESTÃO PETISTA

O País tem o pior semestre em transações com o exterior da História em mais de 65 anos (desde 1947). Que lástima, dona Dilma! Mais um recorde negativo de US$ 43,5 bilhões, da (indi)gestão petista. O primeiro semestre deste ano também aponta a pior geração de empregos com carteira assinada desde 2009, deixando ainda mais evidente o momento delicado que o Brasil atravessa. Será que estamos fadados a um atraso sem precedentes? Ou ainda resta algum tempo para terminarem os nossos recursos? Cada dia pior... Quando a presidente, com seus 39 ministros, vai começar a trabalhar? Percebam os estragos que a Petrobrás, que já foi o orgulho brasileiro, e a Copa, aliados à incompetência e à corrupção, estão causando ao nosso país? Até quando suportaremos?

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo       

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INFLAÇÃO À VISTA

Quando me refiro à dona Dilma como nossa “presidenta incompetenta”, que raciocina desprezando variáveis, refiro-me, também, à possibilidade de intercorrências climáticas, como a queda brusca da temperatura no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que certamente prejudicará o suprimento de produtos agropecuários, especialmente hortifrutigranjeiros e leite.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br   

Monte Santo de Minas (MG)

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CONFUSÃO

Acho que dona Dilma se confundiu. Quando ela disse que sabe ouvir, quis dizer que tem ouvidos e escuta. Mas ainda é tempo. Ela pode tentar escutar o clamor das ruas e/ou o Banco Central, e não o ruído do PT.

 

Ulysses Fernandes Nunes Junior ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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PIOR DO QUE ESTÁ...

Do jargão de Tiririca, pior do que está não vai ficar!

 

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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INCÓGNITA

 

Em 2007, primeiro ano do segundo mandato do ex-presidente Lula, o empresário Eike Batista levantou no BNDES R$ 10,4 bilhões, porém as garantias, sua fortuna, suportariam apenas R$ 2,3 bilhões. Isso foge totalmente da boa técnica bancária, que exige garantias de 120% em lastro real para qualquer operação de alto risco. Portanto, não houve critério na avaliação dos riscos. Pesa ainda e constitui fato grave a condenação do então magnata na Justiça do Rio de Janeiro, em julho de 2006, pela falência de dez empresas ligadas à FLX, por má gestão e quebra de contrato (“Revista Consultor Jurídico”), portanto, antes da concessão do financiamento. Ou o banco acreditou que o X, segundo Eike, é sinônimo de multiplicação e prosperidade, ou foi influenciado pelas palavras do ex-presidente, para quem o empresário era um exemplo a ser seguido, um perfeito capitalista. Fico com a segunda hipótese.  

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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EIKE E O BNDES

Embora o presidente do BNDES, sr. Luciano Coutinho, insista em dizer que o banco não terá prejuízo com as empresas de Eike Batista, não me convenço. O que o povo quer e precisa saber é o destino dos empréstimos. As empresas tomadoras dos empréstimos receberam mesmo os investimentos ou tudo não passou ou passará de mera especulação financeira, em que se capta empréstimos a 5% ao ano, enquanto a taxa Selic está na casa dos 8,5%?

Arnaldo De Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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NOVOS MUNICÍPIOS

Sou da opinião de que o município que não tiver arrecadação suficiente para pagar os custos da prefeitura e da Câmara Municipal deveria voltar a ser distrito, e não obrigar milhões de habitantes a contribuir, cada um, com essa despesa.

Daniel Milani milanidf@terra.com.br

São Paulo

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DEMOCRACIA DIRETA JÁ!

 O nosso atual quadro político é, em realidade, uma verdadeira ditadura, que pode ser denominada de “democradura”, democracia imposta como ditadura, ou “ditacracia”, ditadura disfarçada de democracia, como se queira.  Nos países subdesenvolvidos como o nosso, o povo só tem o direito de, nas eleições, “homologar” as patifarias dos poderosos, dando-lhes sempre mais poder.  E tudo muito bem articulado, usando principalmente, o capital, parte da imprensa, famosos, notáveis, e os “bons de discursos”, até metalúrgicos “anarfabéticos”. Por isso necessitamos de uma democracia direta - usando, é claro, os atuais meios de comunicação, principalmente a internet -, na qual o povo participaria mais diretamente do comando do País, o que, claro, nunca terá a aprovação dos poderosos.  As atuais e violentas manifestações farão, no máximo, projetar novos “líderes”, bons de discursos também, mas talvez até piores do que os que já estão aí.

Nilton de Freitas Guimarães nfguimaraeseo@gmail.com

Rio de Janeiro

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CAMPANHA ANTECIPADA

Em 2013 Lula abriu a campanha eleitoral de Dilma para 2014. Com as manifestações, a turma do “Volta Lula” (me poupe) o quer nas eleições. Elle diz que é para não falar de eleições. Mas para não desgastar a imagem da “gerentona” e não prejudicar o partido nas eleições, eles não podem deixar de dizer que é ela a candidata à próxima eleição.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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‘PÕE A COROA EM TUA CABEÇA...’

Dos estudos da História Pátria – assim se chamava na minha meninice – ficou-me a passagem em que dom João deixa o Brasil, onde ficaria seu filho Pedro, e sentencia: “Pedro, muito em breve o Brasil se separará de Portugal, põe a coroa em tua cabeça antes...”. Parafraseando dom João, esse estadista injustiçado, é hora de o PMDB tomar as rédeas e, com sua hegemonia, assumir os destinos desta República. O partido tem uma história que há de ajudá-lo a livrar-se dos maus políticos e tornar-se elemento catalisador do que há de melhor em termos de homens públicos.

Paulo Roberto Santos prsantos1952@bol.com.br

Niterói

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IMPARCIALIDADE MORAL

A constatação de casos de corrupção nos mais variados setores públicos tem sido divulgada com muito destaque, o que não ocorria em anos passados. Mas há situações que exigem coerência no comportamento. Por que acusar as ocorrências ilegais do governo federal e deixar correr situações como a acusação da Siemens de formação de cartel para as construções no metrô de São Paulo? E o caso de um deputado que foi condenado no mensalão sob a acusação de ter praticado uma ilegalidade, a mesma atitude pela qual o atual presidente do STF está sendo acusado de ter praticado na compra de um imóvel nos Estados Unidos? Não se devem acobertar as ilegalidades, mas não se pode acusar apenas por interesses político-partidários.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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REVISÃO DE SALÁRIOS DO FUNCIONALISMO PÚBLICO

O prefeito de São Paulo está firmando contrato  com FGV (cujo valor não foi informado) para revisar os salários de todos os funcionários da administração municipal de São Paulo. Vamos pensar no seguinte:

a) Valor do contrato não informado. b) Por que não rever os salários dos vereadores? c) Por que não reduzir o número de secretários e reduzir os salários dos que ficarem? d) Por que não acabar com os cabides de emprego, que são muitos? Acorda, Brasil!

 

Valdir Pereira Cardoso valdircardoso2012@yahoo.com.br

São Paulo

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TERMINOLOGIA PRECISA

Embora já tivéssemos previsto que isso ocorreria, não deixa de ser impressionante a realidade que vivemos mediante o golpe de estelionato (171) que foi aplicado na população brasileira por políticos, dirigentes e responsáveis em trazer a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 para o País. Só na reforma do Maracanã, seu custo, em pouco mais de dois anos foi reajustado em 69%. Acredito que os melhores termos a ser utilizados, em vez de reajustado, são “roubado”, “desviado” e “superfaturado”.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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CASTIGO PRAZEROSO

Meu sangue ferve toda vez que leio a defesa dos privilégios pelo sr. Nelson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB). Olhem o que ele diz sobre projeto de lei que revoga o direito à aposentadoria integral de juízes corruptos: “Não queremos manter juiz que comete crime na carreira, mas há colegas que cometem falhas, têm 40 anos de trabalho e não podem perder uma aposentadoria”. Ou seja, errou, o castigo é se aposentar com o salário integral!

Cleo Aidar cleoaidar@hotmail.com

São Paulo

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MAIS MÉDICOS

Todos os que já estiveram num consultório dentário notaram o aparato necessário a um atendimento clínico e cirúrgico profissionalmente responsável ao paciente. Levar apenas o cirurgião-dentista ao interior e a regiões remotas do Brasil significa transformá-lo, com seu boticão, no antigo “Tiradentes”. Da mesma forma, o único fator positivo que se vislumbra no programa Mais Médicos para o profissional residente pago pelo governo federal é a medicina preventiva. O resto, como clamam os médicos, é pura demagogia, como irá concluir aquele que, impotente de recursos, verá o doente sofrer e a doença progredir sem nada poder fazer. Creio que é esta falta de clareza em seus propósitos que causa revolta nas pessoas mais esclarecidas que costumam colocar a razão dos fatos acima da emoção das vantagens políticas.

Roberto Castro roberto458@gmail.com

São Paulo

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OBSTINAÇÃO POLÍTICA

O PT não desiste: os Ministérios da Saúde e da Educação definiram que os dois anos a mais para o curso de medicina serão de residência médica para os formandos. A proposta nem foi aprovada, mas a publicidade comercial já está sendo divulgada na mídia. É o que intere$$a. Para a residência, que será obrigatória, o médico deverá passar pela emergência e urgência básica do SUS. Era só o que faltava. E para ser ministro, que requisitos exigem? Só i$$o? Querem prejudicar uma atividade que afirmam estar escassa em nosso país, na tentativa de justificar a péssima saúde pública disponível para os cidadãos brasileiros?

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@2me.com.br    

São Paulo

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CFM X UNIÃO

Qualquer categoria econômica teria a mesma atitude que o Conselho Federal de Medicina (CFM) teve de tomar, movendo uma ação civil pública contra a União pedindo a suspensão do Mais Médicos, diante da exigência do (des)governo federal, obrigando os conselhos regionais a registrar médicos estrangeiros sem que haja a comprovação documental de revalidação dos diplomas emitidos no exterior. Afinal, ainda vivemos num país democrático de direito? A ação não é contra a presença de médicos estrangeiros em nosso país, mas pelo cumprimento da exigência legal para que o médico demonstre efetivamente sua capacidade técnica para o exercício da profissão, nos termos da legislação já existente. O (des)governo petista escolheu a categoria e o momento errado para tomar uma medida inexequível para tentar encobrir os inúmeros desmandos e descasos na saúde pública.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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DILMA E OS APOSENTADOS

Venho mui respeitosamente protestar contra a sra. presidenta deste pais e o sr. ministro da Saúde. Eles não têm um pouco de sensibilidade ou memória para lembrar que o aumento dos aposentados foi de 6% e o dos planos de saúde é de 9%? Será que eles esquecem fácil das coisas? Ou eu, com 75 anos, sou algum idiota como os demais? Depois desse tapa na cara da população, eles ainda querem ser aplaudidos pelo povo, diante de tantas besteiras que cometem. Estão dando uma de Lula, que antes de se eleger presidente foi a um canal de televisão e prometeu mundos e fundos aos aposentados, mas no fim de seu governo vetou um aumento de 16% para eles. Isso é dar uma facada nas costa dos aposentados.

Antônio Benedito Neto antoniobneto@ig.com.br

São Paulo

 

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‘O LIXO, SEUS DRAMAS, CAMINHOS POSSÍVEIS’

A separação do lixo seco para a coleta seletiva é um primeiro passo para o cidadão, mas um grande salto para a sociedade de consumo. Washington Novaes consegue (“Estado”, 26/7, A2), em linguagem direta e muito bem fundamentada, expor as mazelas a que estamos sujeitos em relação aos resíduos que nós mesmos produzimos. O bolso deverá ser cutucado, quer seja por fiscalização rigorosa com multas severas, quer seja por melhor valorização e remuneração do material reciclado. Há locais em que passam no mesmo dia dois ou três coletores de recicláveis não oficiais, mostrando que há espaço para atividade econômica rentável aí também.

Adilson Roberto Gonçalves prodomoarg@gmail.com

Lorena

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UM BEM DE TODOS

A poluição, o consumo crescente, o desperdício, a ocupação das nascentes e a construção de novos reservatórios são sinais de alerta quanto à sustentabilidade do nosso planeta em relação ao uso da água. O crescimento urbano desordenado, a industrialização e a falta de saneamento elevaram o consumo e a poluição das águas. O crescimento econômico tornou-se maior que o cuidado ecológico. O custo do progresso é um desequilíbrio no ambiente e na qualidade da vida. Educação ambiental é fundamental para reaver uma distribuição justa da água e a justiça social. A água é um bem de todos!

 

Paulo Roberto Girão Lessa paulinhogirao@uol.com.br

Fortaleza

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