Fórum dos Leitores

MORDOMIA

O Estado de S.Paulo

25 Setembro 2013 | 02h08

Classe executiva

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, criou o benefício da classe executiva em aviões para os colegas de carreira viajarem no País ou ao exterior. Quem paga essas passagens sabemos de cor. O desaforo consiste em termos sidos chamados e/ou classificados de "descamisados" pelo subprocurador Brasilino Santos, como se pagar as nossas próprias viagens, além de sustentar o (des)governo deste país com os impostos escorchantes que pagamos, fosse humilhante. Que tal irmos às ruas, descamisados e descamisadas? Bem que S. Exa. língua frouxa merece!

CANDIDA M. MENEZES BARROS

candy.barr@uol.com.br

São Paulo

Descamisados

Começou mal, muito mal, o sr. procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Uma de suas primeiras atitudes no novo cargo foi criar o benefício de viagens em classe executiva para seus pares. É inacreditável. As gordas tetas do Estado, alimentadas por massacrantes impostos, devem ser inesgotáveis. Quanto a mim, continuo a viajar em classe econômica como um "descamisado", segundo classificação do subprocurador Brasilino Santos... Mas à minha custa!

HELEO POHLMANN BRAGA

heleo.braga@hotmail.com

Ribeirão Preto

Privilégios

Triste e lamentável a declaração do subprocurador Brasilino Santos, que separa os procuradores do restante da população. Nós, mortais e descamisados, continuamos a trabalhar muito e a pagar pesados impostos para que os procuradores possam voar na classe executiva. Cada segmento defendendo os seus interesses. Azar de quem não é privilegiado.

EMERSON LUIZ CURY

emersoncury@gmail.com

Itu

STF

Desserviço

Parabéns! O Supremo acaba de prestar um desserviço à Nação: Fernando Collor, Paulo Maluf, Jader Barbalho e mais 303 personagens agradecem a eternização dos seus processos.

ARMANDO FAVORETTO JUNIOR

afjsrf@ig.com.br

São José do Rio Pardo

Embargos infringentes

Sr. ministro (Celso de Mello), foi lastimável a sua decisão. E atrás dela teremos de volta Maluf, Collor, Jader e mais 303!

ALCIDES FERRARI NETO

a_ferrari@me.com

São Paulo

Juris(im)prudência

Agora Maluf, Jader e outros vão poder entrar com os embargos infringentes e pedir indenização por danos morais. Talvez queiram que as indenizações por esses danos sejam depositadas nas contas que não têm em paraísos fiscais! Nossa Justiça é uma piada... Não é cega, é só indigente.

AIRTON MOREIRA SANCHES

moreira.sanches@uol.com.br

São Paulo

Corrupção x Justiça

Pensando bem, o problema do Brasil não é a corrupção, mas sim a Justiça, que não funciona...

GERALDO MACIAS MARTINS

maciasfilho@hotmail.com

Catanduva

Mensalão

Sinceramente, não consigo entender. Como pôde o eminente ministro Celso de Mello, depois de haver registrado em seu brilhante e empolgante voto proferido na Apelação 470/MG que a "corrupção constitui um gesto de perversão da ética do poder e da ordem jurídica, cuja observância se impõe a todos os cidadãos desta República, que não tolera poder que corrompe nem admite o poder que se deixa corromper", num expresso e instigante estímulo à sociedade de se voltar contra a prática de tais atos e de exigir a condenação dos criminosos em comovente manifestação realizada em todo o País, declarar, em seguida, ao considerar cabível o recurso de embargos infringentes, voto essencialmente técnico, que "o STF não pode se expor a pressões externas, como aquelas resultantes do clamor popular e da pressão das multidões". Um inaceitável paradoxo jurídico. (Grifos apostos.)

PAULO GUIDA

paulo.guida@yahoo.com.br

São Paulo

A faca e a mesa

A justificativa do ministro Celso de Mello me levou à seguinte reflexão: se uma faca está em cima da mesa e alguém resolve pegá-la para cometer um crime, a culpa pelo crime seria dividida entre quem pegou a faca e quem a deixou em cima da mesa?

JORGE MANO

jrmano@yahoo.com

São Bernardo do Campo

Pergunta indiscreta

Mamãe, por que os Black Blocs não se manifestaram até agora contra o julgamento no STF?

ALBERTO B. C. DE CARVALHO

albcc@ig.com.br

São Paulo

SELO VERDE

Bom exemplo

Lemos com grande satisfação a matéria 'Estado' tem selo verde a partir de hoje (22/9, A30). Em nome das empresas representadas pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), nossos cumprimentos pela conquista da certificação FSC da Cadeia de Custódia do jornal. Sabemos que esse "selo verde" é resultado de esforço e investimento das diversas partes envolvidas, que assumiram o compromisso de dar ao jornal, já reconhecido por seus atributos editoriais, mais uma qualidade: a busca da sustentabilidade em todas as etapas do processo produtivo. Além disso, a iniciativa responde aos anseios da sociedade, cada vez mais consciente sobre a atuação dos indivíduos e das organizações na preservação do meio ambiente. Ressaltamos também a importância de divulgar aos leitores, com clareza e transparência, informações sobre a produção de papel no Brasil, que é referência mundial nessa área, uma vez que 100% da celulose e do papel produzidos no País têm origem em florestas plantadas para fins econômicos. Esses plantios são um recurso renovável e ajudam a mitigar os efeitos do aquecimento global. Iniciativas como a de O Estado de S. Paulo nos estimulam a continuar esse trabalho. Que esse bom exemplo conquiste outros seguidores.

JOSÉ LUCIANO PENIDO, presidente do Conselho Deliberativo, e ELIZABETH DE CARVALHAES, presidente executiva da Bracelpa

presidencia@bracelpa.org.b

São Paulo

IRÃ

Exportação de petróleo

O editorial Ofensiva de charme do Irã (22/7, A3) diz que "as exportações iranianas de petróleo caíram de 2,4 bilhões de barris diários em 2011 para menos de 1 milhão, atualmente". O número correto é 2,4 milhões.

HUGO M. MARCATO AFFONSO

hugo.affonso@outlook.com

Rio de Janeiro

Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

OS ABUSOS COSTUMEIROS

O esbanjamento de dinheiro público neste país é prática comum e não tem jeito. O senhor Rodrigo Janot, ao assumir o cargo de procurador-geral da República, em suas primeiras iniciativas no exercício do cargo, confere privilégio aos colegas de carreira, que poderão viajar ao exterior em classe executiva, cobertos por confortáveis mordomias ("Estado", 24/9). E, para nosso espanto, o subprocurador Brasilino Santos elogiou a decisão de Janot com esta expressão chula: "ou é procurador ou é descamisado". E nós? Ora, ora, honremos nossos compromissos com o Fisco e bico calado, pois as multas e os juros são pesados demais.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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DESCAMISADOS

Quer dizer que eu, que não sou procuradora, sou "descamisada" e ainda tenho de pagar o conforto desta laia? É isso mesmo? Quero saber quem paga essa conta. Quem paga este descabido privilégio?

Ana Maria Figueiredo Locatelli 9ana@ibest.com.br

São Paulo

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FRUSTRAÇÃO NO LEILÃO DO PRÉ-SAL

O governo brasileiro esperava a participação de pelo menos 40 empresas no leilão do pré-sal, mas somente 11 irão participar, e apenas cinco são estrangeiras. Conforme os analistas, a ausência das quatro gigantes mundiais no setor, empresas americanas e inglesas, se deve ao excesso de intervenção do Estado no setor de petróleo. Além da participação de 30% da Petrobrás em todos os projetos do pré-sal, deixando os outros 70% para o leilão, a petrolífera brasileira também é a "operadora" dos campos, o que lhe dá mais controle sobre o ritmo de produção. Com o excesso de participação do Estado, o investidor privado acaba se afastando e são atraídos os investidores estatais (duas estatais chinesas), que estão mais preocupados em ter a propriedade de reserva de petróleo do que obter lucro. Pelo visto, o governo atual não aprendeu com a "pisada na bola" (8/2012) na concessão ou privatização dos aeroportos (Viracopos, Guarulhos e Brasília), em que a participação da pública Infraero e dos fundos de pensão chegou a 49% e também não se conseguiu atrair grupos privados com grande experiência na área. Em outras palavras, conviver com os hábitos estatais não é fácil, especialmente com as trapalhadas do Planalto.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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O PRÉ-SAL E O MENSALÃO

Se ministros da Suprema Corte do Brasil deixam-se conduzir pela vontade dos seus nomeadores - deixando perplexo o mundo civilizado -, imagine o que estariam pensando os investidores internacionais, que teriam de confiar em agências, entidades e empresas estatais cujos titulares são nomeados por critérios sabidamente contrários aos empresariais? Como disse o professor Jared Diamond: "Os países só se tornam ricos e poderosos se, além de recursos naturais abundantes, tiverem instituições sólidas e respeitadas". Como está, é uma temeridade investir em infraestrutura no Brasil.

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

Valinhos

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FALTA CONFIANÇA NO BRASIL

Qual seria o motivo que fez com que grandes empresas petroleiras deixassem de concorrer pela exploração do Campo de Libra, que, de acordo com o governo, é o maior do mundo em reservas? Provavelmente, a falta de segurança no governo e nas informações. Das 40 empresas esperadas, apenas 11 se qualificaram para apresentar propostas em 21 de outubro, e as gigantes ficaram fora. Talvez porque as informações do governo não são confiáveis, dado que ele costuma alterar números da economia para se beneficiar politicamente. Outra razão é a falta de confiança na economia do Brasil, assim como está ocorrendo com industriais e também empreiteiros. Na concessão de duas rodovias, só uma delas teve interessados e, ainda assim, nenhuma das principais empreiteiras, apenas pequenas empresas desconhecidas. Na indústria, segundo informações do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), empresários suspenderam projetos de novas indústrias e ampliações. Ou seja, quem está aqui dentro do país percebe que há algo muito errado com o governo e com nossa economia. E esse "algo" é o aparente caminho para o socialismo que estamos trilhando. Empresários em geral também não estão investindo em países como Cuba, Coreia do Norte e Venezuela, pelo mesmo motivo.

Fabio Figueiredo fafig3@terra.com.br

São Paulo

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POR QUE SERÁ?

Estranhei muito o fato de as grandes petroleiras ficarem de fora do leilão do pré-sal do Poço de Libra e também o governo ter de mudar a política da privatização dos aeroportos. Afinal, vivemos num país que tem um governo supercompetente, com a inflação sob controle, onde não existe corrupção e os políticos são honestos, onde leis e regras são claras, o STF é justo, o crescimento econômico é comparável ao da China, em torno de 9% ao ano, e onde há saúde para todos, da melhor qualidade. Além disso, o governo sabe das prioridades do povo e não investe dinheiro em estádios de futebol que depois viram elefantes brancos. Um país que investe maciçamente em educação, enfim, um país em que todo investidor estrangeiro quer colocar o seu dinheiro. Talvez seja porque não estejam bem informados.

Silvio Schaefer excess@netpoint.com.br

São Paulo

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PREJUÍZO

Os petistas pensam que enganam a todos. Mas os EUA são mais espertos e não caíram. Diferentemente de outros países, como o nosso, eles pularam fora do pré-sal. Um golpe sem precedentes no povo brasileiro. Não dá para imaginar a prejuízo que essa balela irá nos causar. Preparem-se para pagar a conta!

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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PRÉ-$AL

O governo federal sonhou muito alto, à OGX, de Eike Batista, e acordou frustrado com o baixo comparecimento, em quantidade e qualidade, de candidatas no primeiro leilão do pré-sal (Campo de Libra, Bacia de Santos). O "forfait" revela que, para as grandes empresas petrolíferas do mundo, o buraco (do poço) é bem mais embaixo! Por ora, em vez de dinheiro e disputa ferrenha, entrou areia no sonho do ouro negro tupiniquim.

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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TEMPERO

Leilão lullopetista é assim, até pré-sal fica insosso...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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SAMBA DO CRIOLO DOIDO

Um auxiliar direto da presidente Dilma Rousseff informou a este jornal que o governo fará "todo o esforço" necessário para garantir a "missão" da Petrobrás no megaleilão do Campo de Libra. A presidente da Petrobrás, Graça Foster, disse que a companhia teria plenas condições técnicas e operacionais para operar 100% do Campo de Libra, mas não teria condições financeiras para arcar sozinha com o leilão. O ministro Lobão disse não haver problema se apenas um grupo disputar o bloco: "Não muda nada". Informou, ainda, que a Petrobrás pode ter participação superior ao mínimo legal de 30% na exploração do campo. Resumindo a algaravia das presidentes e do ministro: 1) A União não tem recursos para investir o mínimo necessário em infraestrutura, em educação, saúde e segurança pública e vai "financiar" a Petrobrás, que está quebrada por incompetência e lambanças do governo. 2) Dona Graça diz que sua empresa tem apetite para comer o banquete sozinha, mas que não tem como pagá-lo! 3) O sr. Lobão, além de inventar a autodisputa (?), desmente dona Graça, dizendo que a Petrobrás tem recursos financeiros que sua presidente desconhece. É o mais legítimo Samba do Criolo Doido. O Brasil não merece tanta insensatez.

Mário Rubens Costa costamar31@terra.com.br

Campinas

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RISCOS

Os grandes riscos do pré-sal são vários: altos investimentos sem tecnologia bem conhecida; preço do barril, que tende a cair, mormente se o pré-sal não for de fato nenhuma "dádiva de Deus" aos brasileiros; ter como sócio o atual governo brasileiro, de que o mundo com certeza já conhece os riscos. Já se "lotearam" os lucros, sem nem sequer conhecê-los. A Petrobrás se tornou um mero aparelho político dos petistas, e vai por aí afora. Por isso a China é a principal candidata e, como todo país comunista, o problema é quanto a matriz vai poder explorar da filial. Já foi assim na URSS, que faliu podre antes sequer de ter amadurecido. O pré-sal brasileiro ainda é "um PACzinho" demagógico de Lula e seu PT.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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AS MENTIRAS DO PRÉ-SAL

As grandes empresas que exploram petróleo no mundo não se manifestaram em dar lance nesse leilão de mentiras, só houve interesse das companhias aventureiras. Isso prova que tudo foi mais umas das armações do PT e de Lula com fins de permanecer no poder com o populismo barato.

Paulo F. Siqueira dos Santos paulof.santos@hotmail.com.br

Santa Rita do Passa Quatro

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PRIVATIZAÇÕES

Lula e Dilma, não obstante a carga tributária beirar 40% do PIB, devido aos elevados gastos, dispõem de ínfimos recursos para investir, daí privatizar aeroportos, portos e rodovias. Bem que, no embalo, poderia privatizar a Petrobrás, que se tornou o patinho feio por causa dos grilhões governamentais no ramo empresarial e as centenas de misteriosas caixas pretas que são as ONGs, sugadoras de vultosos recursos, quando deveriam ser transparentes aos seus acionistas. A Vale, outrora cabide de empregos e tolhida, deslanchou e hoje é uma das maiores pagadores de impostos do País. Já imaginou como será a Petrobrás privatizada, isenta da péssima influência negativa governamental?

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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GOVERNO DILMA

Parece que a "grande administradora" mãe do PAC, segundo seu criador e presidente adjunto, não é lá grande coisa, não. Após resistências iniciais quanto à ideia de fazer as concessões e/ou privatizações necessárias, admitiu com grande atraso a necessidade de utilização de capital privado para tentar resolver os problemas de infraestrutura, já que o governo não tem capacidade administrativa nem dinheiro para tal. Afinal, a gastança desenfreada é demais. O cabide de emprego que o diga. Pois bem. Nem assim consegue grande coisa. Teve de se contentar com empresas sem grande expressão e experiências no caso da privatização de três grandes aeroportos. Na semana passada, não conseguiu nenhuma empresa interessada para a concessão de uma rodovia federal e, para outra, teve como vencedor um consórcio formado por empresas médias sem experiência em grandes obras rodoviárias. Já surgiram desconfianças sobre a capacidade financeira e administrativa para tocar tal obra. E, na quinta-feira, parece que problema semelhante aconteceu quanto ao primeiro leilão para as ditas "áreas do pré-sal". Embora gente do governo queira negar, o caso é que as grandes companhias de petróleo desistiram de participar do leilão. Praticamente sobraram os chineses. Não adianta festejar valores baixos de pedágios para a rodovia privatizada, já que nem existe a certeza de que a obra será realizada de acordo; nem enormes lucros a serem gerados pelo pré-sal, que ninguém sabe se e quando terão plena exploração competitiva. A verdade é uma só: este governo, que está gastando milhões de reais dos contribuintes com propagandas eleitoreiras, está mais perdido que nunca. É só esperar o futuro. A conta que já está chegando a todos os contribuintes virá muito maior. A incapacidade de governar e o endividamento público, que já ultrapassa os R$ 2 trilhões, sobrarão para quase todos os brasileiros.

Éllis A. Oliveira elliscnh@hotmail.com

Cunha

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MAQUINISTA

Dona Dilma, quando da inauguração do projeto de expansão da Malha Norte executado pela América Latina Logística (ALL), na foto do "Estadão" (23/9, B3) aparece como "maquinista" da locomotiva da ALL. Ainda bem que foi só para a foto. Na oportunidade, como sempre, fazendo a sua média, disse que vê "pessimismo" nas notícias. Só ela acha, por que será? Tudo está às mil maravilhas, há algum tempo deixamos de ser um país de Terceiro Mundo e passamos a ser "emergentes". Só ela não enxerga que estamos caminhando a passos largos para sermos um país de terceira ou quinta categoria em credibilidade para os investidores internacionais, tanto é que até os gigantes do petróleo desistiram de participar do primeiro leilão do pré-sal. Tudo bem, tudo bem! Para a presidente, mensaleiros e corruptos estão tudo nos conformes, o dinheiro ainda não acabou, o dela e o deles estão garantidos. Mas para os brasileiros... Uma dificuldade. Quem contesta?

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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PESSIMISMO

Há algo de podre no reino do Brasil. Nem o governo federal nem o estadual conseguem atrair interessados nos leilões. Nas rodovias federais, poderemos ter um repeteco dos malfadados contratos do governo Lula. No Campo de Hidra, a decepção de falta de interesse. Corremos o risco de ter apenas empresas de segunda linha. Em São Paulo fracassa o leilão da linha 6 do Metrô. Delfim Netto critica a fixação da taxa de retorno, que sempre foi o risco saudável do negócio. Uma espécie de revogação da lei da oferta e da procura. Será que o propalado pessimismo, tão combatido por dona Dilma, está pegando?

Ulysses Fernandes Nunes Junior Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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ATRASOS NAS CONCESSÕES

Alguém se lembra de como eram as empresas Embraer, CSN, Vale, Telefonia, Banespa, etc., antes de serem privatizadas pelo governo FHC? Eram como é atualmente a Petrobrás, empresas deficitárias, que não possuíam caixa para investir e usadas pelos políticos como cabides de emprego. O PT, durante as privatizações realizadas pelo governo de FHC e Serra, sempre criticou e votou contra as privatizações, e mesmo após elas serem privatizadas continuaram as criticando, alegando que o PSDB estava "vendendo" o Brasil. Mas, analisando essas empresas atualmente, são empresas que cresceram, se modernizaram por meio de investimentos de capital privado, geraram empregos e o governo arrecada mais impostos, ficando provado que as privatizações foram um sucesso. Agora, o PT também tenta privatizar as rodovias, ferrovias e aeroportos, mas, para disfarçar, utilizam o vocábulo "concessão". Infelizmente, porém, os governantes do partido não têm competência para realizar essas privatizações de que o País necessita urgentemente, para destravar a circulação das pessoas, da produção industrial e agrícola e melhorar a economia nacional. Os leilões realizados pelo governo PT ou são infrutíferos e não aparece nenhum grupo interessado ou são adiados, para não passarem mais vergonha ou ainda estão dependendo de alguma medida judicial para dar validade. Enfim, nada acontece, ficamos apenas nas promessas de campanha. Mesmo com tanta incompetência, o ex-presidente Lula deve estar com muito ciúme do ex-presidente FHC e achando que a falta de sucesso de seus leilões (afinal de contas, ele é o titular de fato da Presidência da República) é praga do PSDB. Na minha opinião, é apenas uma herança maldita do governo petista.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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PRIVATIZAÇÃO DE RODOVIAS FEDERAIS

Li no "Estadão" de 22/9 sobre o fracasso da privatização da rodovia BR-262, no trecho entre Viana (ES) e João Monlevade (MG), do repórter Marcelo Portela, com o título "Investidor rejeita estrada perigosa", aliás, muito bem escrita. Agora o "Estadão" prestaria um grande serviço à Nação em mostrar a precariedade e o abandono da rodovia BR-040 no sentido ao Rio de Janeiro entre Belo Horizonte e Lafaiete, que atravessa uma região de grande atividade econômica baseada na mineração e onde o perigo de tráfego é constante, pondo em riscos os motoristas e usuários deste trecho.

Paulo R. S. Barbosa paulorsb@uol.com.br

São Paulo

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ESPÍRITO ANIMAL

O insucesso que marcou o leilão de concessão da BR-262 não permite concluir que o espírito animal dos empresários esteja adormecido. Simplesmente, escasseiam os masoquistas. Ou querer regras claras seria sinônimo de pusilanimidade? O tom triunfalista, característico dos pronunciamentos oficiais, clama por um bemol. A propósito, e os 800 aeroportos prometidos? E o Trembalabrás? E...

Alexandru Solomon Alex101243@gmail.com

São Paulo

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FATIANDO O PAÍS

O fracasso na oferta da BR-262 e a intenção do governo de fatiar os trechos demonstram o total descaso em relação ao povo brasileiro e o despreparo de nossos governantes na administração deste país. O que se nota é o interesse cada vez maior de privatizar bens públicos e aqueles necessários a população. Aliás, devemos verificar que o valor previsto de gasto em recursos federais para duplicação da BR-262 no Espírito Santo é de R$ 1,2 bilhão. E depois vão privatizar? Vemos hoje que tudo aquilo que a oposição da época (entenda-se os partidos de esquerda da época, dentre os quais o PT) combatia está se tornando realidade sob nova roupagem, agora dizendo que é do interesse da população, quando, na verdade, representa mais um cerceamento de direitos e mais um escorchante ataque ao bolso do cidadão. É sabido que a montanha de impostos já cobrados em todos os bens e serviços deveria cobrir todas as despesas e necessidades da população, quer na área de transportes, quer na de saúde, quer na de segurança, etc., porém não é isso o que ocorre. O governo continua cobrando os impostos e taxas e repassa para o campo privado bens públicos, permitindo que novamente sejam cobrados por seu uso. No caso das estradas, embora paguemos IPVA, impostos na gasolina, taxas de conservação de rodovias e outras roubalheiras mais, ainda temos de pagar pedágio para transitar pelas estradas, evidenciando claramente o cerceamento do direito de ir e vir. Tudo é feito objetivando lucros, quer do particular quer do governo. Voltamos ao tempo feudal, quando, como vassalos, pagávamos por todas as "benesses" que o senhor feudal permitia. Está na hora de revermos o destino de todos os impostos e taxas pagos neste país; o destino espúrio de nosso suado dinheiro, pelo qual temos de trabalhar cinco meses do ano para bancar políticos corruptos, usos indevidos de bens públicos, gastos vergonhosos em cartões corporativos, viagens indevidas em veículos e aviões que pertencem ao povo brasileiro e que os governantes têm obrigação de zelar. Está na hora de os governantes e representantes dos poderes deste país prestarem contas de nosso dinheiro, já que se dizem governar pelo povo e para o povo.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

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SUGESTÃO

Quando jovem, ouvia dizer que, para a exibição de um bom filme, a empresa cinematográfica era obrigada a adquirir outros de baixa bilheteria. Assim, o mesmo raciocínio serviria como sugestão à presidente Dilma, no que diz respeito à privatização das rodovias federais, a exemplo do ocorrido com a BR-050, cuja concorrência contou com oito participantes, enquanto a da BR-262 não teve interessados.

Lenine Ennes Brandão ana.zandonaide@hotmail.com

Uberaba (MG)

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BR-262, A DÚVIDA

O fracasso da licitação da BR-262 deixa o brasileiro comum com a pulga atrás da orelha. É sabido que o Partido dos Trabalhadores (PT) é contra qualquer privatização, mesmo sem verba e competência, sendo o lema a criação de estatais para segurar o processo, algumas caindo no ridículo, como a Balabrás, mas gastando o nosso dinheiro como gente grande. Assim, cabe perguntar se o edital da BR-262 não teria sido propositadamente elaborado para não atrair a empresa privada, sempre acusada de querer lucros, ao contrário das estatais, que querem empregos para o partido e verbas a serem desviadas. Mesmo porque a rodovia está na área da dita - e incapaz - oposição. E vamos matando gente nas rodovias federais...

Nelson Carvalho nscarv@gmail.com

São Paulo

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GARGALO NACIONAL

Já que o governo está como barata tonta nos leilões de rodovias, devia resolver, primeiro, uma praga que pode estar comprometendo todo o "setor". Mandar benzer a obra de duplicação dos 31,5 quilômetros da Serra dos Cafezal, na BR-116, Regis Bittencourt, vergonha nacional, atestado de incompetência do governo petista.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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PORCOS GORDOS

Presidente Dilma, não se faça de rogada, a senhora sabe muito bem os motivos do desinteresse nas concessões... Falta de competência e credibilidade, vocês, governistas, só financiam "porcos gordos", tanto BNDES como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão a serviço do péssimo empresário, aquele que toma empréstimos à vontade, não produz absolutamente nada e depois parcela os empréstimos, como diziam em minha terra, a prazo de égua e vocês, calados, porque são cúmplices, nem sequer se preocupam com o destino de tanto dinheiro. Hoje, senhora presidente, quem confia em seu governo são somente os bolsistas, acho bom cuidar bem deles, se não.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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DEMISSÃO

Se me tivessem dado três anos para preparar um leilão de rodovias e o resultado fosse o que vimos, eu teria pedido demissão de imediato. Mas nem todos pensam da mesma forma...

Aldo Bertolucci accpbertolucci@terra.com.br

São Paulo

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COINCIDÊNCIA?

Justo ontem, que Dilma Rousseff abriu a sessão na ONU fazendo crítica à espionagem supostamente levada a cabo pelos Estados Unidos contra políticos brasileiros (leia-se Dilma) e contra a Petrobrás, eu não consegui acessar - no Google - matérias de Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, ambas por meio do site da revista "Veja" nas quais eles fazem crítica ferrenha ao controle social da mídia, entenda-se censura à mídia escrita, televisiva e falada. O recado que se abre na tela: "Não é possível abrir esta página". Se isso não é censura, é uma baita coincidência, não? Outro site, que trata de maneira favorável o mesmo assunto, eu abri sem problemas e, não por acaso, também notei que em muitos jornais, principalmente os do interior, houve o cancelamento das colunas de leitores, por meio das quais expúnhamos nossa opinião ou nossa crítica contra os desmandos em geral. É evidente que por trás disso existem pressões de patrocinadores, leia-se empresas estatais. E os jornais sobrevivem de patrocínios. Portanto, Dilma Rousseff achar ruim a intromissão dos Estados Unidos seria correto e defensável, se ela não usasse dos mesmos métodos para cercear nossa liberdade de expressão. Prova de que ela tem duas caras, uma para uso externo e outra para nós, cidadãos brasileiros com espírito crítico.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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SOBERANIA

A presidente Dilma pediu no seu discurso na ONU respeito à soberania dos países. Respeito é bom e todos gostam, mas a presidente está lembrada da forma como o seu governo comportou-se no caso do Paraguai? Respeitou a soberania daquele país? Pois é, nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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ESPIONAGEM AMERICANA

A velha esquerda está sempre atenta, luta contra qualquer abuso do imperialismo ianque, mas deixa os hermanos bolivarianos passarem a mão na nossa bunda quando quiserem.

Jorge Mano jrmano@yahoo.com

São Bernardo do Campo

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ARROGÂNCIA

Ao cancelar a visita aos EUA, a presidente Dilma Rousseff dá-se o direito de considerar o Brasil uma superpotência capaz de desafiar os donos do mundo. O presidente do PT, Rui Falcão, por sua vez, dá-se ao luxo de continuar considerando as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o mensalão eminentemente políticas, apesar da aceitação dos tais embargos infringentes. A esses dois fenômenos, provenientes de pessoas do mesmo partido, PT, dá-se o nome de arrogância.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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EMBARGOS INFRINGENTES

A propósito da admissão pelo STF dos embargos infringentes para os réus do mensalão, constata-se que, na véspera do aniversário de 11 anos do crime - 2003 a 2014! -, 11 julgadores estão mantendo em liberdade 11 condenados. Um outro condenado (Ave Cesare!), amparado em nosso país fora da prisão, afirma: "Essa quadrilha dos 11 é o máximo! Sejam bem-vindos! O Brasil é um país maravilhoso! Viva o Brasil!".

Aléssio Ribeiro Souto souto49@yahoo.com

Brasília

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MENSALÃO - NOVO JULGAMENTO

Não é preciso fazer advocacia para entender como funciona a Justiça no Brasil. Basta ser pizzaiolo! Os juízes, em vez de toga, deveriam usar aventais brancos.

Carmela Tassi Chaves tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

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COMEMORAÇÃO

Uma dúvida começa a pairar sobre a capital federal: Onde será saboreada a pizza? No Piantella ou nas dependências do STF? Pobre Justiça rica a do Brasil!

Gilberto Martins Costa Filho marcophil@uol.com.br

Santos

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MENSALEIROS ALIVIADOS

Como era de esperar, a Pizzaria STF está reabrindo brevemente em Brasília.

Jorge Zaven Kurkdjian zavida@uol.com.br

São Paulo

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DE HERÓI A COVEIRO

Melancólico o voto decisivo do ministro Celso de Mello em 18/9. Um show de tecnicismo jurídico. A vaidade plenamente satisfeita, pela demorada e cansativa exibição de seus conhecimentos. Mas indaga-se: tudo isso a serviço e em benefício de quem? Da impunidade. Lamentavelmente, o ministro não teve a sensibilidade de entender o papel histórico que a vida lhe reservou. Deixou de lado a figura do herói, que engrandecia e elevava a imagem da Justiça, trocada pelo triste papel de coveiro da democracia!

Uma pena.

Edmilson Narchi egnarchi@terra.com.br

São Paulo

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PRIMEIRO EMPREGO

Aprecio muito os artigos de José Pastore, um especialista em assuntos trabalhistas. São pessoas deste naipe que deveriam ocupar os ministérios, e não aventureiros nomeados apenas para satisfazer quotas e acordos partidários. Como pequeno empresário há mais de 30 anos, peço licença para acrescentar algumas ponderações sobre o primeiro emprego dos jovens ("A instabilidade de trabalho dos jovens", 24/9, B2). Tenho saudade do tempo em que a garotada entrava nas empresas como office-boy. Justo na fase mais rebelde e instável, o adolescente amadurecia moldado num ambiente de trabalho. Nessa fase ele aprendia um pouco de tudo, praticando relacionamento, agilidade e responsabilidade profissional e familiar. Muitos executivos iniciaram suas carreiras assim. Infelizmente a tecnologia da informação praticamente aniquilou essa profissão. Para incentivar as empresas a empregar menores e contribuir para a boa formação deles, a legislação precisaria ser modificada, contemplando de início, áreas de menor risco operacional. O emprego do jovem deveria ser encarado como uma atividade de formação temporária. Sendo assim, as obrigações trabalhistas deveriam ser amenizadas, extinguindo-se recolhimento de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), multas, pisos de categoria e aviso prévio, por exemplo. No caso de incorporação militar, as obrigações da empresa deveriam ser assumidas pelo Estado. Do jeito que está, as empresas preferem empregar adultos, e as quadrilhas agradecem por haver tanto menor à disposição.

João Carlos A. Melo jca.melo@yahoo.com.br

São Paulo

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ESBULHO COM O FGTS

O governo Dilma desvia indevidamente R$ 8,4 bilhões de recursos do FGTS, para alimentar sua orgia orçamentária, quando na realidade essa verba que provém da multa adicional de 10% em demissões sem justa causa, criada um 2001 por FHC, era exclusivamente para quitar as diferenças de correção monetária dos Planos Verão e Collor 1. Não satisfeita, a presidente, quebrando promessa do governo tucano, não quer ficar sem essa dinheirama porque sua vigência se findaria em junho de 2012, e dá a desculpa esfarrapada de que vai usar esses recursos para o programa "Minha Casa, Minha Vida". E, para que o leitor tenha uma ideia, de 2001 a maio de 2012 os empresários desembolsaram R$ 45,3 bilhões para cobrir o rombo do FGTS. E de junho de 2012 a abril deste ano, outros R$ 2,7 bilhões. E a presidente insiste com o Congresso para que essa multa não seja eliminada, e continue irresponsavelmente entrando no caixa do tesouro! Ou seja, um grande golpe contra os empresários, porque esses não têm uma Casa da Moeda para imprimir dinheiro e tampouco o colhem em árvore... Lógico que o trabalhador e a sociedade pagam por boa parte dessa conta salgada, porque encarece os produtos que consomem. Mas o governo, relapso que é, não se preocupa em continuar sugando os empresários, realizando uma verdadeira ação de quebra de contrato e ainda, na maior cara de pau, manda a tudo e a todos às favas.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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EMPRESAS NO LIMBO

O governo Dilma está parecendo aquele casal de pedintes que fica estatelado nas calçadas enquanto seus filhos pedem esmolas. No final do dia, recolhem tudo e saem comprando pinga, droga e para os filhos mesmo desculpa da esmola, nada. É a mesma coisa com os 10% pagos pelas empresas em caso de demissão no FGTS. O governo envolveu o Congresso afirmando aplicação no "Minha Casa, Minha Vida", e agora paga "contas extras", digo festança nos gastos públicos. Quando será que, a exemplo da CPMF, o Congresso terminará com mais essa tramoia governamental que só encarece despesas das empresas e não ensina o governo a gastar dinheiro público com parcimônia? Assim não estão ensinando a fazer economia corretamente, dando preferência às pingas e drogas governamentais. O governo Dilma precisa parar de pensar que nunca o poço vai secar. As empresas já estão no limbo!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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CORRUPÇÃO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO

Mais uma vez, o Ministério do Trabalho e Emprego, ainda sob a batuta do ministro Manoel Dias, esposo de Dalva Dias, ambos do PDT-SC, estará na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), a pedido do governo de Santa Catarina, em decorrência de benefícios endereçados a ONGs do Estado. Dalva Dias declarou à imprensa que não há gestor público sem processos, expressão que confirma o seu modo de nivelar por baixo as pessoas. Após a demissão de três servidores do relatado ministério, mais denúncias de corrupção. E o ministro Manoel Dias continua no posto, auxiliado por sua esposa, servindo de apontamento para todo o Brasil. Assim, a politicalha passou muito à frente da ética e da moralidade que devem reinar na coisa pública. E que saudades de Itamar Franco: afastava o ministro e, depois, se inocente, retornava pisando em tapete vermelho.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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AVANÇANDO SOBRE O ERÁRIO

Até o nome é anedótico: Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania (IMDC). Se não houvesse a intenção de avançar no dinheiro público, o tal instituto não passaria nem pelos recepcionistas do Ministério do Trabalho.

Fausto Ferraz Filho faustofefi@ig.com.br

São Paulo

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EXCESSO DE AZAR

Já ouvi dizer que cada povo tem os políticos que merece. Eu pergunto: Será que somos tão ruins assim?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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IDENTIFICAÇÃO

Assessor do Planalto era lobista em esquema de corrupção, diz a Polícia Federal. Qual é a novidade? Onde está o PT, está a corrupção.

Rubens Tarcisio da Luz Stelmachuk rtls@bol.com.br

Curitiba

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EM CAMPANHA

Os "passarinhos de voo curto e bico grande", como disse o ex-presidente Lula, referindo-se aos tucanos em eleitoreiro discurso, deveriam piar grosso e alto, entrando com processo contra a flagrante antecipação da campanha eleitoral de Alexandre Padilha para o governo de São Paulo. Quem cala consente, quem fica quieto e não toma iniciativa acaba vendo a banda passar e ganhar a eleição. Parece que os tucanos ainda não acordaram para as espertezas dos petistas liderados por Lula e sob orientação do 40.º ministro, João Santana, do MMO (Ministério do Marketing Oportunista). Quando despertarem, não vai adiantar mais piar, a vaca já estará a caminho do brejo.

Silvano Corrêa scorrea@uol.com.br

São Paulo

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DIA DO RÁDIO

Dia 25 de setembro, data do nascimento de Edgar Roquete Pinto, o pai do rádio brasileiro, comemora-se o Dia do Rádio. Parabéns às rádios brasileiras e, em especial, à Rádio Estadão, a "rádio de quem quer saber". Na minha opinião, o rádio é o meio de comunicação mais rápido que existe.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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