Fórum dos Leitores

IPTU EM SÃO PAULO

O Estado de S.Paulo

21 Dezembro 2013 | 02h08

STF barra aumento

Está mantida a liminar que suspende o aumento do IPTU de 20% a 35% na cidade de São Paulo. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, negou o pedido da Prefeitura de São Paulo, que tentava reverter decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 2014, já temos a solução: para presidente, Joaquim Barbosa!

JANI BARUKI

janibaruki@bol.com.br

São Paulo

O chororô do prefeito

No mesmo dia em que libera R$ 159 milhões para a construção do Itaquerão, o prefeito Fernando Haddad chora pela rejeição do STF ao aumento que ele pretendia conseguir no IPTU. Diz ele que faltará dinheiro para os gastos sociais. Choro falso, típico de seu partido.

WILSON SCARPELLI

wiscar@estadao.com.br

Cotia

Pão e circo

Sem o escorchante aumento do IPTU, Haddad diz que vai cortar recursos da saúde e da educação, entre outros setores. Mas ontem mesmo ele empenhou R$ 159 milhões em incentivos fiscais para a construção de um estádio de futebol. É o pão e circo do PT.

LEÃO MACHADO NETO

lneto@uol.com.br

São Paulo

Incompetência

Alega o prefeito que, sem o aumento do IPTU, a Prefeitura perderá R$ 800 milhões, o que impedirá a concretização de muitos de seus projetos sociais. Porém, R$ 800 milhões representam apenas 1,6% do orçamento para 2014, que é de R$ 50,5 bilhões. Será que o prefeito não tem mais nada que fazer, além de enfrentar a população? Não chega a sua desastrada atuação à frente do Ministério da Educação, quando nem sequer conseguia levar a bom termo as provas do Enem? Este poste está nos saindo caro demais!

ADILSON LUCCA SABIA

adilsonsabia@gmail.com

São Paulo

Segredinho de campanha

Quando em campanha, Haddad não mencionou seu plano de promover um aumento tão extorsivo do IPTU (de 20%, para imóveis residenciais, e de 35%, para comerciais) nem disse que contava com esse reajuste abusivo para cumprir sua obrigação como prefeito. Mais uma vez, o nobre ministro Joaquim Barbosa, dotado de sensibilidade e senso de justiça, livrou os paulistanos da sanha petista contra os já penalizados contribuintes. Viva o ministro Joaquim Barbosa! Fora Haddad e seu PT!

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

Receitas e despesas

O prefeito de São Paulo usa creches e hospitais como muletas para alcançar o aumento estratosférico pretendido do IPTU. Alega que não terá como construir mais unidades de creches, mas não direciona seu governo para as economias que podem ser feitas, por exemplo, nos gastos excessivos com servidores. Deseja arrecadar, mas não olha para o lado das despesas, no que seu governo pode realizar algumas façanhas. Aliás, governos petistas gostam de tributar, nunca de economizar - lembrando que os servidores do PT são compelidos a contribuir com parte de seu salário para a agremiação. E o povo que sofra, até que a Justiça ponha fim nisso.

JOSÉ C. DE CARVALHO CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

Ponto final

Por que os senhores vereadores e o prefeito não doam parte do seu gordo salário para amenizar a falta do dinheiro do IPTU, e assim não se fala mais nesta imbecilidade de que vai faltar dinheiro para hospitais e creches?

JOSÉ CLAUDIO CANATO

jccanato@yahoo.com.br

Porto Ferreira

Economia

A atitude do prefeito Haddad neste caso do IPTU revela o modo petista de encarar o contribuinte: como uma fonte inesgotável de recursos. Só que nossos governantes costumam gastar esses recursos de forma irresponsável: o hotel de dona Dilma em Roma, as obras paralisadas da transposição do Rio São Francisco, os voos de Renan nos jatinhos da FAB, etc. Que aprendam a fazer economia!

CLODER RIVAS MARTOS

closir@ig.com.br

São Paulo

Meta para 2014

Recado para Haddad e todos os outros políticos acostumados a governarem aumentando a nossa já escorchante carga tributária: iniciem o ano de 2014 cortando gastos e recuperando os bilhões de reais desperdiçados, todos os anos, na corrupção. No nível municipal: Haddad poderia dar o exemplo recuperando os bilhões desviados pela máfia dos fiscais do ISS e os nossos nobres vereadores, cortando mordomias da Câmara. No nível federal, a presidente Dilma poderia começar reduzindo o número de ministérios, de 39 para no máximo 12, assim como recuperar o montante desviado pelos mensaleiros. Infelizmente, cortar gastos e punir corruptos não estão na pauta de nossos governantes. Cabe à população brasileira mudar esse quadro em 2014. Vamos voltar às ruas e exigir, entre outras coisas, as reformas eleitoral, tributária, trabalhista e previdenciária e uma profunda revisão de nossos arcaicos Código Penal e Código de Processo Penal.

FÁBIO ZATZ

fzatz@u.ol.combr

São Paulo

Má escola

Espero que o TJ-SP nos defenda também no caso dos IPTUs das cidades do litoral paulista. O sr. Haddad está fazendo a má escola: há cidades do litoral Norte aumentando em quase 34% o tributo. Com inflação de 6%, alguém tem de dar um basta neste assalto ao bolso dos contribuintes!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de feliz Natal e próspero ano-novo de Agência Dix, Apoio Viagens, Berta e Carlos Brickmann, Casa de David, Chico Damaso - Acontece Comunicação e Notícias, Detran-RS, Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp), Gisele Amaral - Ibmec, Instituto Brasileiro de Filosofia e Ciência Raimundo Lúlio, Leon Araújo - Pensamento Nacional das Bases Empresariais, Luiz Sergio dos Santos Valle, Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas da Universidade de São Paulo, Programa Ipec América Latina e Caribe, Quanta Brasil e Silvia Carneiro - Assessoria de Assuntos Institucionais do Secovi-SP.  

 

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CAÇAS PARA A FAB

O governo diz que na compra de 36 caças levou em conta o custo. Não sei em que guerra dona Dilma e sua turma pretendem nos meter, mas nada mais correto do que gastar o mínimo possível com armamentos. O que não se pode economizar é com os projetos mais relevantes do governo petista, tais como: a transposição do Rio São Francisco, o financiamento de tiranos africanos, o saco sem fundo haitiano, os salários dos partidos aliados, os estádios de futebol e a campanha de dona Dilma para a reeleição.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

 

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GRIPEN NG

No ar, duas perguntas: alguém já viu o avião Gripen NG sueco voar?! Há algum país que comprou esse caça para sua Força Aérea?!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

 

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SORTE NOSSA

Em Português, "engripar" significa não funcionar ou deixar de funcionar (engrenagem, motor, etc.) por falta de lubrificação, de reparos ou por desgaste de peça(s). É o que, enfim, diz o "Aurélio". O governo brasileiro acaba de anunciar – para surpresa de muitos – a escolha de caças suecos para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB). O nome dos jatos - "Gripen" – não tem nada que ver com "engripar", mas quer queira, quer não, lembra o verbo que fala em mau funcionamento e desgaste de peças. "Gripen" parece ser, assim, o nome perfeito para explicitar quão emperradas são as decisões em Brasília. Referido negócio consumiu "apenas" duas décadas (!) para sair e, mesmo assim, as primeiras 48 aeronaves só deverão estar em operação "ao final de 2018", se Deus quiser. Enquanto isso, nossas Forças Armadas seguem sabidamente sucateadas e o Brasil sem aviões de caça e outros aparatos bélicos de defesa minimamente idôneos para atendê-lo, em caso de necessidade. Felizmente a América Latina não tem histórico recente de conflitos armados entre Estados. Sorte nossa.

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

 

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CONSULTA A LULA

A notícia do "Estadão" dando conta de que a presidente Dilma optou pela compra dos caças da Suécia nos traz uma preocupação e uma certeza. A primeira, de que possamos no futuro descobrir que em tal compra houve favorecidos, como ocorre em operações de vulto neste país envolvendo políticos. A segunda, de que a presidente Dilma é figura decorativa no governo, uma vez que em tudo tem de consultar a eminência parda de Lula.

Claudio Mazetto cmazetto@ig.com.br

Salto

 

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LULA PREFERIA O CAÇA FRANCÊS

Após ler a notícia sobre a preferência de Lula, ficou-me a pergunta: alguém ainda tem dúvida sobre quem manda no Brasil?

Maria do C. Zaffalon Leme Cardoso mdokrmo@hotmail.com

Bauru

 

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QUESTÃO DE TEMPO

Ao invés dos aviões de caça franceses, Dassault Rafale, que eram preferência do ex-presidente Lula, Dilma Rousseff optou pelos suecos Gripen NG. Quanto às construções de escolas e hospitais, presumo que irão demorar mais um pouco.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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NADA MAIS URGENTE?

Um certo ar de tristeza e decepção saber que mais um país, no caso o Brasil, de tantas carências, tantas dificuldades, tantas desigualdades, tantas restrições vai gastar alguns bilhões de reais para a compra de aviões de combate. Combater quem ou o quê?

Luiz Nusbaum lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

 

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PRESENTE DE NATAL

Em novembro, dona Dilma enviou uma força-tarefa ao Supremo Tribunal Federal (STF) com a missão de dissuadir os ministros a votarem a favor dos poupadores que foram "tungados" nos planos econômicos pelos banqueiros, inclusive a CEF e o Banco do Brasil, e acatarem a liminar da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). O argumento apresentado é de que uma decisão favorável aos "poucos" poupadores, mais de 300 mil, na avaliação dos próprios banqueiros, iria contra os interesses da "maioria", pois quebraria o sistema financeiro nacional com graves consequências para o País, pois o maior devedor é a CEF (42%), de quem o Tesouro teria de cobrir o rombo. Agora ela gasta só US$ 4,5 bilhões, aproximadamente R$ 10,5 bilhões, na compra de 36 caças, como um presentinho de Natal para acalmar os militares.

José Gilberto Silvestrini jsilvestrini@hotmail.com

Pirassununga

 

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BAIXOU A LUZ

Finalmente baixou a luz no Planalto, para comprarmos os caças suecos Gripen, em vez de sermos simplesmente baixar a cabeça para com os franceses Rafale. Benza Deus!

Conrado de Paulo conrado.paulo@uol.com.br

Bragança Paulista

 

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BRINQUEDINHOS CAROS

20 anos para comprar 30 aeronaves, a grande novela brasileira, e só saiu porque dona Dilma ficou amuada com os americanos. Claro que as "comissões" de Lula e do ex-presidente da França foram para o espaço. Claro também que estes "aviõesinhos" só serão usados para "treinamento de pilotos", porque nem sequer servem para patrulhamento de divisas, guerras, etc., porque atualmente se "usam equipamentos" comandados por joystick. O mundo já está lá na frente, e estamos aqui, jogando dinheiro público no lixo. Teriam sentido há 20 anos, quando a Aeronáutica precisava. É isso aí, brinquedinhos caros para políticos brincarem de governantes.

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

 

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CAÇAS NO BRASIL

Agora vai! Os mosquitos "aedes aegyptis" (invencíveis) que se cuidem. Custou caro, mas, os caças suecos adquiridos pelo governo federal brevemente estarão aqui para combatê-los e, se possível, exterminá-los. Quem "Saab", com essa medida "inteligente", a dengue não será erradicada de nosso país.

Paulo Guida paulo.guida@yahoo.com.br

São Paulo

 

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NADA DE LOBBY

Uma novela de 18 anos, a escolha dos aviões para a nossa Força Aérea, pelo visto, vai chegando ao fim. E são normais as críticas e comentários por parte dos mais diferentes segmentos sociais. Só não concordo com um destaque, ou seja, de "que petistas fizeram lobby pelo modelo escolhido". Qualquer argumento para definir a escolha por certo partiu dos segmentos militares. A quem cabe sempre a responsabilidade da definição quanto ao equipamento mais adequado.

Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

 

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MAIS TRANSPARÊNCIA

US$ 4,5 bilhões por 36 caças suecos, ainda que seja conduta governamental correta, brigou com o princípio constitucional da transparência dos atos públicos, sobretudo em transação de tamanha magnitude. O povo tem o lídimo direito de tomar conhecimento dos aspectos de necessidade, oportunidade, prioridade, métodos de aquisição etc. Nossos produtores rurais baixaram sua capacidade de produção (por exemplo, de soja), face à precária infraestrutura de escoamento. Presidencialismo que, diversamente do parlamentarismo, considera ofensiva a convocação da primeira mandatária para dar explicações ao Parlamento resulta nessas circunstâncias enevoadas, em que todas as suspeitas acabam justificadas.

Amadeu R. Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

 

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VIÉS ‘HEPÁTICO’

Em qualquer lugar civilizado do mundo, uma compra de aviões caças para serem utilizados pelas forças aéreas são escolhidos pelos militares. A eles cabe a tarefa de opinar. Certo? Pois no Brasil está errado, até essa importante tarefa é resolvida por políticos do governo e com um viés extremamente "hepático", e não técnico. Trocaram os aviões americanos da Boeing, já testados e com a proposta mais vantajosa para o Brasil, pelos aviões suecos, que ainda serão desenvolvidos. Coisa dos antiamericanismo idiota de nossos governantes sem cérebro. Mas quem pagará a conta...

Leila E. Leitão

São Paulo

 

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BRASIL MILITARMENTE EQUIPADO

Pagar US$ 4,5 bilhões em 36 caças para serem usados quando e onde?

Cícero Sonsim c-sonsim@bol.com.br

Nova Londrina (PR)

 

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CONCRETUDE

Parece acertada a escolha dos caças suecos. Só preocupa que de concreto haverá só o contrato, mas avião mesmo será tudo promessas: saída do papel, montagem no Brasil, transferência de tecnologia, entrega, pagamento, economia, segurança nacional. As alternativas eram mais concretas e em menor prazo... O Brasil parece continuar sendo o país do futuro, onde vale mais um sonho na mão que dois aviões voando.

Gilberto Dib gilberto@dib.com.br

São Paulo

 

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DECISÃO POLÍTICA

O Planalto (a presidente) decidiu comprar os caças suecos Gripen, modelo escolhido por "consultores cumpanheros", que não entendem nada de tecnologia, defesa da Pátria nem de segurança. Num país sério, a escolha teria sido feita pela Força Aérea, entidade militar. Mas como os militares não "militam na cumpanherada" e, numa eventual guerra, só eles terão sua vida a perigo, não foram consultados.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

 

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DESINFORMADO

Só agora tomei conhecimento da função dos caças no Brasil: proteger a capital federal. Isso é um absurdo, o que o Brasil precisa é que os caças nos protejam da capital federal...

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

 

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SEGURANÇA

As declarações do ministro Celso Amorim sobre as garantias de transferência de tecnologia da Suécia para o Brasil são tão verdadeiras quanto as condenações e prisões dos dois pilotos norte-americanos do avião Legacy que mataram 154 brasileiros no acidente com o avião da Gol no Mato Grosso em 2006.

Ernesto F. Prado de Almeida Guidon guidon2011@gmail.com

São Paulo

 

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PELO BEM

A decisão brasileira pela compra dos 36 caças suecos para a Aeronáutica, para substituir a atual frota francesa que possuímos e envelheceu, envolve razões técnicas e geopolíticas que agora não são possíveis se explicitar. Somente com a "decantação temporal" ocorrendo se poderá, no futuro, avaliar se tal escolha foi a mais acertada ou não. Torçamos para que tal decisão tenha vindo em benefício dos interesses da nação brasileira.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

 

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FUTEBOL CONFUSÃO

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, lamentou a decisão do Suérior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) dizendo que "não poderia se meter nas suas decisões". Estranho? Será que também está a favor da maracutaia para empurrar a Portuguesa para a série B do Campeonato Brasileiro, no lugar do Fluminense? O último documento oficial interno emitido pela entidade, que informa que o jogador Héverton, da Portuguesa, já havia cumprido a suspensão e, portanto, estava liberado para jogar na partida contra o Grêmio na última rodada do Campeonato Brasileiro deve ter elucidado eventuais dúvidas? O clube que permanecerá rebaixado é o Flu, além de Vasco, Ponte Preta e Náutico. Diante de tal prova, o assunto está encerrado. Será que no balaio de gatos ou ratos os ratos vão inverter a ordem natural predatória dos animais? Como perdem tempo com ilicitudes inúteis.

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

 

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BID É A SALVAÇÃO

A Portuguesa do Canindé pode se safar do rebaixamento! Motivo: mancada da CBF... O BID da CBF, recém-criado, que logicamente não significa Banco Interamericano de Desenvolvimento, mas "Boletim Informativo Diário", tem a responsabilidade de divulgar aos clubes federados na entidade registros dos atletas, mas principalmente quais jogadores estão ou não suspensos. E é ai que reside o erro crasso dos comandados de José Maria Marin, que tanto no dia 6 de dezembro, antes da partida contra o Grêmio pelo Brasileirão (realizado no dia 9/12), como também no dia 10, constava no tal BID que o atleta Everton (causador desta polêmica) já havia cumprido sua suspensão. A querida Lusa deve agradecer à imprensa (jornal "Lance") por essa descoberta, que tampouco os experientes advogados no direito esportivo foram capazes de vasculhar esse esclarecedor detalhe. Agora, com a faca e o queijo na mão, a diretoria do clube deve, juntamente com seu advogado, embasar bem esta defesa no STJD, dia 27/12, e fazer justiça aos resultados conquistados dentro de campo de jogo, para manter a Portuguesa na Série A do Brasileirão de 2014. E os aficionados, como os torcedores do clube do Canindé, que se preparem para um charmoso "vira", ou seja, literalmente uma virada de mesa (justa), e dançar com graça esta moda portuguesa. Ora, pois, pois... E o Fluminense? Bem, que monte um time melhor para a Série B, tão merecedor para que possa jogar no novo Maracanã.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

 

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JUSTIÇA NO FUTEBOL

A Fifa pune severamente quem conteste as suas decisões na Justiça própria dos países. Isso faria sentido – já que se ouve falar de países cujo Poder Judiciário é corrupto – se a Justiça da Fifa fosse confiável. Mas, nos tribunais do futebol, só têm assento os poderosos, e contra erros de fato nem cabe recurso. Por que não rever na hora, ao menos, os impedimentos?

Annibal Parracho Sant'Anna annibal.parracho@gmail.com

São Paulo

 

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DECISÃO EM CAMPO

Lamentável vermos a que ponto chegou o futebol brasileiro. Terminou o campeonato nacional 2013 e tivemos os primeiros quatro times colocados na tabela classificados para a Libertadores do ano que vem (Cruzeiro, Grêmio, Atlético-PR e Botafogo) e tivemos também os quatro últimos times colocados rebaixados para a série B (Fluminense, Vasco, Ponte Preta e Náutico). Isso foi resultado dentro de campo. Entretanto, o Fluminense, sempre inconformado em cair, ao invés de montar um time de verdade que vença dentro das quatro linhas, preferiu (mais uma vez) remexer a classificação e o regulamento. Partiu então para o STJD e, infelizmente, ganhou. Daí a Portuguesa foi prejudicada e, apesar de ter conquistado em campo os pontos necessários para sua permanência na séria A de 2014, terminou caindo para dar seu lugar ao tricolor carioca, useiro e vezeiro em armações ilimitadas. Vergonha! Não houve bom senso nem a menor razoabilidade dos julgadores, que, já estando com seus votos prontos antes do julgamento, condenaram a modesta Lusa paulista. Se fosse um clube grande, fariam a mesma coisa? Evidentemente que não. Ocorre que a justiça, mesmo capengando, tarda mas não falha, e um novo julgamento está previsto para o dia 27/12 no STJD, e lá todos esperam que haja a reversão tão esperada desse absurdo. Fluminense tem de se conformar em descer para a série B e lá conquistar em campo a sua volta ao grupo de elite, como fazem todos, enquanto a Portuguesa deve permanecer na séria A. Essa é a verdade.

Fernando Faruk Hamza botafogorio@bol.com.br

Rio de Janeiro

 

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PONTOS NEGATIVOS

Nesta questão do julgamento do STJD que rebaixou a Portuguesa de Desportos para a série B, poderiam os auditores, se tivessem um pouco de respeito pela conquista no gramado, manter as penas com vigência em 2014. A Portuguesa começaria o Campeonato Brasileiro na série A com -4 pontos e o Fluminense também. Será que os auditores do Tribunal Pleno terão essa visão? A pena da 1ª instância seria mantida apenas a aplicação será no campeonato seguinte. A própria Fifa adota isso. Por que não podemos adotar aqui? Porque é a coitadinha da Portuguesa? Merece o Fluminense pelo que apresentou, aliás não apresentou, continuar na série A?

Panayotis Poulis ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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A LETRA FRIA DA LEI

O episódio Fla-Portuguesa está na ordem do dia, pleno de emoções, não fora se tratar de futebol, em que paixões e recalques afloram mais do que a razão e a sensatez. Priorizando a razão, como deve ser em qualquer querela, os verdadeiros culpados pela perda de pontos do Fla e Portuguesa são os seus presidentes, pois suas diretorias jurídicas foram omissas, negligentes e temerárias, o que resultou em grave demonstração de incompetência e prejuízo aos seus clubes. Agora, os presidentes e advogados relapsos, do Fla e da Portuguesa, tentam tumultuar o resultado da Justiça Desportiva – absolutamente em favor da lei –, com bravatas e argumentações levianas e indevidas, indicando outros culpados e insuflando os torcedores, mera tentativa de encobrir as suas próprias culpas. A primeira coisa que Fla e Portuguesa têm de fazer é demitir seus advogados, e, no caso da Portuguesa, acioná-lo por perdas e danos. E os conselhos dos clubes se reunirem e votarem, da mesma forma, punição a seus presidentes. É assim que é na vida empresarial: a incompetência, especialmente a que causa prejuízos, tem consequências. Mas no país da tolerância e da desfaçatez, é provável que nada aconteça com eles, presidentes e advogados. Se assim for, será mais uma afronta à ética e responsabilidade, essas, pelo contrário, muito bem exercidas e demonstradas pelos auditores do STJD, que, por critérios absolutamente legais – como compete a um tribunal –, decidiram, por unanimidade, pela letra fria da lei. Alguém isse que o episódio mancha o futebol brasileiro. Pelo contrário, eleva e dignifica o futebol brasileiro. Mancha, isso, sim, apenas as incompetentes diretorias dos clubes perdedores de pontos. Esse é que é o busílis.

Luiz Sérgio Silveira Costa lsergio22@gmail.com

Rio de Janeiro

 

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ATENÇÃO À LEI

O caso Portuguesa-Fluminense, por sua importância e reflexo junto à opinião pública, está por merecer mais atenção aos seus aspectos jurídicos por parte deste conceituado jornal. Uma simples leitura do Artigo 133, combinado com o Artigo 43, parágrafo 2º do CBJD, mostra que a sentença condenatória que puniu o atleta Heverton, prolatada no dia 6/12/2013 (sexta-feira), só produziria seus efeitos jurídicos na segunda-feira, dia 9/12/2013, concedendo ao atleta, consequentemente, plenas condições de jogo. Qualquer tribunal no planeta acolheria os argumentos acima, com exceção óbvia do STJD, de triste memória.

Ismar Augusto Procópio de Oliveira ismaraugusto@terra.com.br

São Paulo

 

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NO BOLSO

Como diz o ditado popular, só existe uma parte sensível no corpo: o bolso. A salvação do futebol brasileiro não está no governo, nos seus dirigentes ou mesmo na torcida, esta de fanáticos ou não. Está nos empresários. Retirem suas marcas das camisas, como fez a Nissan com o Vasco. Daí todos veremos como os dirigentes encontrarão soluções imediatas que acabarão por evitar campeonatos decididos em "tapetões". O mesmo deve se aplicar ao governo. Saiam os empresários de cena, tirem o dinheiro de campanhas políticas e todos veremos como soluções que contemplem a moralidade surgirão.

Roberto Cursino Benitez benitez.gimenez@hotmail.com

São José dos Campos

 

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MENSALÃO E TAPETÃO

Por favor me expliquem uma coisa: quer dizer que a decisão do STJD em se valer o regulamento, a lei, a regra, a disciplina, a organização foi uma decisão meramente técnica, sem levar em conta a moral, a ética e e emoção? É sério o que ouço de jornalistas, desportistas e até de juristas a defenderem veementemente e ferozmente essa tese? Acho que o mensalão fez um mal terrível aos aspectos cidadãos e à mente do brasileiro. Para que serve, então, o regulamento, a lei? Para ser burlada conforme o caso? O que mais me espanta é que nos dias de hoje, com tanta evolução tecnológica na área das comunicações e das redes sociais, ainda exista gente que acredite que, por trás de um erro crasso da Portuguesa num domingo e, principalmente, do Flamengo, em um dia anterior, o caso seja tratado como um mero e inocente engano de comunicação. Pobre povo brasileiro! Pobre país do mensalão! Será que não existe algo de podre debaixo do "tapetão"? Aliás, salvo maior juízo, o descumprimento na regra no jargão popular dá-se o nome de "tapetão". Parabéns ao STJD por fazer valer a lei em detrimento das paixões. E, por favor, que se investigue se não houve "mensalão" debaixo deste suposto "tapetão".

Francisco Sobreira Netto fsnetto@gmail.com

Franca

 

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TAÇA JULES RIMETT

Há exatos 30 anos atrás, em 19/12/1983, a Taça Jules Rimett, foi furtada no Brasil, e depois derretida pelos ladrões e receptadores, no Rio. O futebol brasileiro conquistou lindamente a posse definitiva da famosa taça no tri campeonato mundial em 1958/62/70. Os incompetentes da CBF deixaram a réplica da taça no cofre e a original, exposta, sem nenhuma segurança ou proteção. Deu no que deu. O desaparecimento da Taça Jules Rimett é uma mácula na história esportiva do país e uma das maiores vergonhas nacionais, mostrando bem como o Brasil não sabe cuidar e nem preservar os seus tesouros e as suas glórias.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

 

 

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LIBERANDO GERAL

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso defende a descriminalização da maconha. Na opinião dele, o uso da maconha não torna ninguém antissocial. Eu até poderia concordar com a opinião do nobre ministro, desde que as despesas com tratamento para os drogados saíssem do bolso dele, e não do bolso dos contribuintes.

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

 

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LIBERALIZAÇÃO

O mistro Luís Roberto Barroso ou é usuário ou na faculdade fumou muito baseado. A maconha é a porta de entrada para outras drogas e para a violência. Quanta hipocrisia!

José Roberto Iglesias rzeiglesias@gmail.com

São Paulo

 

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LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

O Uruguai, com a legalização do uso da maconha – 61% da população uruguaia é contra –, mantém a tradição de dar um passo na frente de todos os países do mundo com medidas liberais, pois em 1865 decidiu que a educação no país seria gratuita e obrigatória a toda a população uruguaia. O presidente José Mujica terá 120 dias para a regulamentação desse projeto, e já deixou claro que o consumo da droga, embora legalizada, faz mal à saúde física e mental do usuário, e o governo irá dar todo amparo para a recuperação dos dependentes. Com essa nova mudança em andamento no país, será que o Uruguai também deixará de ser o paraíso fiscal usado para a lavagem de dinheiro do tráfico internacional? Só o tempo dirá.

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

 

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MODERNIDADE

Baseado na maconha, temos agora o primeiro "governo-nóia" do mundo.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

 

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REGINALDO ROSSI

Com profunda tristeza, lamento o passamento do querido e irreverente cantor e compositor Reginaldo Rossi. Quem não se lembra de "Mon amour, meu bem, ma femme", "Garçom", "O pão", "As raposas e as uvas", "Deixa de banca", "Sai de mim" e tantos outros sucessos, que embalaram gerações? Lembro-me dos idos de 1972, programa do saudoso palhaço Cacareco, TV Brasília, onde nas manhãs de domingo usando o pseudônimo de Ossonolodí, ao contrário (Nosso Ídolo), cantei pela 1.ª vez na tevê, a música "Mon amour, meu bem, ma femme". O Brasil está triste. Descanse em paz, meu ídolo. Que Deus dê força a família enlutada. Adeus, Reginaldo Rossi.

Vasco Vasconcelos vasco.vasconcelos@brturbo.com.br

Brasília

 

 

 

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