Fórum dos Leitores

REFORMA ELEITORAL

O Estado de S.Paulo

29 Dezembro 2013 | 02h06

Voto obrigatório

Promete o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, que em 2014 porá em discussão o voto obrigatório, restando saber se para vigorar já nas eleições de 2014 ou nas posteriores, caso aprovado. A prestação do voto facultativo é opção das grandes democracias e o Brasil já se encontra num estágio político que merece ter o sufrágio facultativo. Entretanto, os políticos que pertencem a agremiações que sempre homenageiam o populismo e as benesses em favor das classes mais necessitadas, por certo, serão contrários ao voto livre e facultativo, obviamente com medo de perder o controle dos eleitores beneficiários das "bolsas" do atual governo. Na verdade, seria um avanço democrático para o País.

JOSÉ CARLOS DE C. CARNEIRO

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

GOVERNO DILMA

Aumento do IOF

Mais uma vez o instinto maquiavélico do ministro da Fazenda veio à tona. Como num passe de mágica, o IOF para saques em moeda estrangeira no exterior, utilização de cartão de viagem e cartão de débito passou de 0,38% para 6,38%. Para alcançar seu objetivo principal, que é o de sugar ao máximo o povo brasileiro, Guido Mantega não mede esforços, nem ele nem sua equipe econômica. Há quem diga que certa vez um colega de Ministério o chamou para tomar alguma coisa e ele, de imediato, teria perguntado: "De quem?".

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@hotmail.com

Guarulhos

Mais imposto...

Os brasileiros já pagam uma fortuna de impostos sobre os produtos nacionais e importados e os que podem viajar evitam comprar muita coisa no Brasil, preferindo pagar até 50% de imposto para entrar no País com determinado produto adquirido no exterior. O governo deveria reduzir os impostos nacionais onde pudesse, e não aumentá-los de quem consegue "livrar-se" do roubo tributário. Do jeito que as coisas andam, o nosso Impostômetro, localizado no centro de São Paulo, talvez tenha de sofrer uma reforma, aumentando o número de casas no painel.

FELIPE DA SILVA PRADO

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

Tabela do IR

O governo continua a extorquir o contribuinte, como vem fazendo nos últimos 18 anos, ao corrigir em apenas 4,5% a Tabela do Imposto de Renda (IR), óbvia e usualmente aquém dos índices de inflação aferidos a cada ano que passa, fazendo a própria inflação servir como fator de aumento da carga tributária em geral. Curioso é que o povo não protesta, não reclama e, ao que parece, concorda em ser passivamente assaltado. E as autoridades, em especial o Ministério Público, permanecem silentes.

GERALDO C. MEIRELLES

gmeirelles.adv@gmail.com

São Paulo

CALAMIDADE PÚBLICA

Verba para prevenção

Matéria do Estadão de sexta-feira nos lembra o que acontece com as verbas para evitar as mortes por deslizamentos de encostas, drenagem e manejo de águas pluviais. Este ano a União (que é uma desunião) autorizou a aplicação de menos R$ 1 bilhão que em 2012. O estudo aponta que até quinta-feira apenas 15,56% dos R$ 2,47 bilhões previstos haviam sido usados. O Espírito Santo, onde a chuva já matou 23 pessoas, recebeu 0,41% da verba prevista. A presidente Dilma Rousseff reconheceu que o excesso de burocracia atrasa a liberação de recursos. Eu chamo isso de outra coisa: falta de respeito pelo povo que elege os governantes para trabalharem pela população, e não para empresas quebradas. Pobre povo brasileiro.

TANAY JIM BACELLAR

tanay.jim@gmail.com

São Caetano do Sul

Quem se beneficia?

A verba para prevenção de desastres é reduzida. Não bastasse, governos e prefeituras usaram apenas uma pequena parte dos recursos para esse fim. A pergunta que não quer calar: quem se estaria beneficiando dessa barbárie, desse crime, desses verdadeiros assassinatos? Por favor, presidente, responda-nos.

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

Bur(r)ocracia

As chuvas voltaram e com elas, as tragédias de sempre: enchentes, deslizamentos, mortes. Reconhecendo que as verbas federais para a prevenção de desastres diminuíram, a presidente admite, candidamente, que isso se deve à bur(r)ocracia! Ora, dona Dilma, não adianta só sobrevoar as regiões afetadas sem mexer um dedo para minimizar a dor da população flagelada. Seu governo bem que poderia apresentar projeto para, se não eliminar, ao menos diminuir o entrave. Ou não interessa, porque as dificuldades burocráticas servem para vender facilidades, prática tão ao gosto de elementos deste governo?!

APARECIDA DILEIDE GAZIOLLA

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

Cara lavada

Chega a ser constrangedor ver a presidente Dilma Rousseff se inteirando das habituais e trágicas enchentes. Todos sabem que as chuvas sempre vêm nesta época do ano, mas ninguém toma providências para minimizar os estragos. Do alto de seu helicóptero, sequinha da silva, Dilma faz bem o estilo do típico político brasileiro, que se resume ao significativo bordão "tô nem aí". Mais tarde a presidente irá à missa pelas vítimas, com a cara mais lavada do mundo.

GERALDO SIFFERT JUNIOR

siffert18140@uol.com.br

Rio de Janeiro

ADEUS, ANO VELHO

Feliz ano-novo

Meus melhores votos de ano-novo a todos os brasileiros, esperando que Dilma deixe de brincar de estadista e Lula vá finalmente assar seus coelhinhos.

ULYSSES FERNANDES NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e feliz ano-novo de 2M CCTV Team, Abilio Martins - Telecom.pt, Alex Manente (deputado estadual), André Marques, Angelo Tonelli, Argeu de Almeida Ferraz Filho, Bruno Covas e família, CBV do Brasil, Cesar Maluf, Daniel Américo Garbi, Disk Mil Milhas, Domínio Tecnologia, Erika Breno, Giraldello Advogados, Gilberto Natalini, Jair Assafe, Goulart e Police Neto (vereadores), Gustavo Lima, Hotéis Heritage-Lisboa, Instituto Eckart, Invepar, José Eduardo Zambon Elias e equipe do Centrocor-Clínica do Coração de Marília, José Ruy Veloso Campos, Julio Blanck - Clarín, Julio Jose de Melo, Luiz Carvalho Alves, Mario S. Viana - Allcomm Partners Comunicação Estratégica, Moisés Suslik - Diseg Corretora de Seguros, Mr. Man Wines, Wiliam Cook - Slice TI e World Bike Tour SP.

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GARFADOS

 A tabela do Imposto de Renda (IR) na fonte foi corrigida em 4,5%, portanto, abaixo da inflação, que deverá fechar o ano em torno de 6%, e do índice do salário mínimo aprovado para janeiro de 2014, de 6,78%. Assim, vamos começar o ano muito mal e com prejuízos, nosso poder aquisitivo será reduzido ainda mais. Pelo 18.º ano consecutivo fomos garfados. A discrepância entre a correção da tabela progressiva do IR e a inflação deverá fechar este ano em 66%. Procurados pela imprensa, a Secretaria da Receita Federal e o Ministério da Fazenda, segundo o “Jornal Nacional” de 26/12, não quiseram opinar sobre o assunto. Para que tocar em matéria delicada e sorrateira, se a eleição presidencial se aproxima? A gastança deverá aumentar muito e, quanto maior o número de desavisados, melhor. Quem ainda não ouviu a frase “nossa, estou ganhando bem, até Imposto de Renda estou pagando!”? Pois é, é justamente essa parte descuidada da população que tem mantido esse governo de aparências no poder.

Sérgio Dafré sergio_dafre@hotmail.com

Jundiaí

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GOVERNO DA ‘INCLUSÃO’

 

Segundo noticiou o “Estado” (26/12, B4), pelo 18.º ano seguido (!) a tabela do IR será corrigida abaixo do índice oficial de inflação - o IPCA. A defasagem já alcança 66%, abrangendo até mesmo quem recebe modestos 2,47 mínimos. Em dólar, rendimentos de US$ 712. Pouco a pouco o governo da “inclusão” do  Partido dos Trabalhadores vai cumprindo sua promessa de ampliar a democracia, começando por reservar a um número significativo de brasileiros que mal ganham para se manter em pé a grande honra de integrar a nova “classe média” criada por Lula, aptos a dar sua cota para o sustento da formidável e perdulária máquina de torrar dinheiro que é a administração pública federal.

 

Silvio Natal silvionatal49@gmail.com

São Paulo

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FELIZ 2014?

As alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as indústrias automobilísticas e para as indústrias de móveis começam a subir a partir de janeiro de 2014, o que irá deixar o preço dos produtos mais caro para o consumidor e irá ajudar o governo federal a arrecadar mais impostos. Pelo 18.º ano seguido, a tabela do imposto de renda (IR) será corrigida abaixo da inflação em 2014, aumentando a tributação sobre o assalariado e gerando mais receita para o governo federal. Talvez com esse reforço no caixa os estádios fiquem prontos para a Copa do Mundo, mas a educação, saúde, segurança e transporte público continuarão na mesma. Enfim, com esses presentes de Natal que Dilma Rousseff nos deu neste final de ano, seria muita falsidade da minha parte desejar um feliz 2014 aos brasileiros.

Maria Carmen Del Bel Tunes carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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TABELA DO IR

Defasada em 66%, o governo aplica esse “passa moleque” na população há 18 anos, chega a ser apropriação indébita, que vergonha!  

Gustavo Guimarães da Veiga  ggveiga@outlook.com 

São Paulo

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ABERRAÇÃO OFICIALIZADA

Não é novidade, porém, oportuna a denúncia da carta do leitor Ronaldo Gomes Ferraz (27/12) quando comenta essa injusta garfada nos bolsos dos brasileiros com que a Receita vem praticando todos os anos com uma correção fictícia da tabela do IR bem abaixo da inflação. Com essa aberração oficializada, brevemente o salário mínimo estará nas garras do leão. O governo vem massacrando o povo com arrecadação astronômica de trilhões em tributos. Enquanto o povo tolerar, nada vai mudar. Acorda Brasil!

Newton Faro newtonfaro@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

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REVOLTA

Mais uma vez a Receita Federal corrige a tabela do Imposto de Renda abaixo do índice oficial da inflação, fazendo com que brasileiros que antes eram isentos ingressem na condição de contribuintes, e aumente o valor da contribuição daqueles que já eram cobrados. Aparentemente essa injusta garfada no bolso dos brasileiros não é considerado um problema sério para a maioria desses contribuintes, pois eles continuam elegendo a cada eleição os mesmos governantes, responsáveis por aberrações como essa. Esse é o maior problema do Brasil: enquanto o povo não se revoltar, nada vai mudar.

Ronaldo Gomes Ferraz ronferraz@globo.com 

Rio de Janeiro 

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O VALOR DO TRABALHO

O governo aumentou o salário mínimo. Isso tem dois efeitos: um benéfico, maior salário; outro maléfico, o imposto é sobre renda, e trabalho não é renda, logo deveria ser isento. Comparando com o “bolsa presidiário” (em que o preso tem comida e dormida pago pelos não criminosos), o salário mínimo perde de lavada.

Mário A. Dente dente28@gmail.com

São Paulo

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O PAÍS DO FAZ DE CONTA

Não fosse a esperteza indigerível, e mais a falta de transparência na administração publica brasileira certamente a nossa produtividade seria maior, o nosso PIB cresceria mais, e a Nação já estaria próxima de ser desenvolvida. Por quê?! Porque, o governo faz de conta que é sério, e nós que acreditamos na sua demagogia... Vejam como exemplo, a correção do Imposto de Renda. A inflação para este ano deverá ficar em torno de 5,84%, e a gestão Dilma anuncia que vai corrigir a tabela do IR apenas 4,5%! Desviando assim para os cofres públicos, lógico, sempre do bolso do trabalhador brasileiro 1,34%, que como otários indevidamente seremos obrigados a pagar mais imposto para orgia do governo. E essa forma excrescente de corrigir a tabela do IR, por um índice menor do que o da inflação infelizmente ocorre     desde 1996! Ou seja, se governo federal agisse com seriedade nestes últimos 18 anos, o salário teto mensal para ser isento da cobrança de imposto em 2014, teria de ser corrigido para R$ 2.840,00, e não o anunciado pelo Palácio do Planalto de R$ 1.787.77. Porque a defasagem gerada na tabela por este longo período citado, e que deveria ser devolvida com dignidade ao contribuinte é de 66%, sobre o atual teto de R$ 1.701,78.  E é com essas malandragens institucionais, de largos e indevidos desvios de recursos dos trabalhadores é que os governos financiam seus programas populistas, com o único objetivo eleitoral, como o deste ano com a Dilma, que na canetada diminuiu o preço da energia elétrica. Ou seja, o governo faz de conta que governa, e nós infelizmente silenciamos!

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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CARGA TRIBUTÁRIA

No país dos impostos a carga tributária, já pelo terceiro ano seguido é bem superior a um terço, está em 35,85% do PIB. Daí a “piadinha” verdadeira de que em tudo que o PT põe a mão sempre leva um terço, é a religiosidade! Como suportar e$$a extorsão “oficial”? Será que é por i$$o que a corrupção não para de crescer? A arrecadação de tributos continua crescendo e os direitos do povo continuam os piores. Até quando? Mas nas propagandas de TV e rádio nos mostram como sendo os melhores. Então são mentiras? Será que há quem acredite?

 

Luiz Dias lfd.silva@2me.com.br

São Paulo  

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ANALFABETISMO FUNCIONAL

O Brasil só cresce 4% ao ano se a produtividade do trabalho subir 3%? Não vai dar, ainda nessa década, se considerarmos os últimos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Quem não entende parte do que lê e não domina plenamente o cálculo das quatro operações matemáticas não será capaz, no curto prazo, de operar maquinas sofisticadas de mecatrônica.

 

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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BAIXA PRODUTIVIDADE

O tema de hoje na mídia é a baixa produtividade no Brasil. As boas (sic) medidas de dona Dilma incentivaram e muito, esta perda de produtividade. Nada melhor do que proteger a indústria local da concorrência externa. O resultado aparece muito rápido. Difícil é recuperar depois.

 

Ulysses Fernandes Nunes Jr. Ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

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ECONOMIA PÍFIA

As vendas deste Natal tiveram o pior desempenho em 11 anos, segundo o conceituado Serasa Experian. Sim, isso mesmo: os balanços preliminares indicam o pior desempenho em 11 anos. Ou seja, a economia brasileira retrocedeu uma década! E tem políticos lá em Brasília que falam que as coisas estão bem... Parece que estão pedindo para o povo ir pras ruas de novo. Que o fraco desempenho do Natal seja um alerta para o ilustríssimo sr. ministro da Fazenda, Guido Mantega que, na minha opinião, é o mais fraco ocupante desse cargo nos últimos 20 anos. Desempenho pífio. Sai já daí, Mantega!

Sérgio Ricardo Tannuri sergio@tannuri.com.br

São Caetano do Sul

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PELO FIM DOS PRIVILÉGIOS NO JUDICIÁRIO

São decepcionantes as declarações do novo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), José Renato Nalini, defendendo o pagamento de verbas “extras” aos magistrados paulistas. Já passou da hora de acabarem com os privilégios e benesses do Judiciário e do Ministério Público. O povo já paga altos salários a juízes e promotores de justiça e ainda tem de arcar com uma série de regalias como férias de 60 dias, auxílio alimentação retroativo, licença prêmio e mais o pagamento de “verbas extraordinárias” que inflam os rendimentos de forma impressionante, tudo isso pago com o dinheiro público. Todos são iguais perante a lei, vivemos sob o regime republicano e não se admite que privilégios sejam mantidos para alguns poucos em detrimento de toda a sociedade, que é quem paga a conta. Como se isso não bastasse, pior ainda é a dura constatação de como o Judiciário funciona mal no País: é caro, lento e ineficiente, num serviço de prestação jurisdicional de baixa qualidade à população.

 

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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PERGUNTAS

Lendo a entrevista com o Exmo. Sr. Dr. José Renato Nalini, futuro presidente do TJ do Estado de São Paulo, gostaria de saber a opinião do mesmo a respeito do que segue: tenho um crédito alimentício com número de ordem 195/99, isto é, tenho um crédito de uma ação movida contra a Fazenda de São Paulo que deveria ter sido paga em 1999. Este ano, 2013, o depósito foi efetuado na conta do TJ conforme lista publicada no site daquele tribunal em 30/07, em 15/12, segundo o advogado que me representa na causa, ele não poderia fazer nada pois ainda não foi intimado pelo Tribunal. Então, as perguntas são duas, ambas graves: o Tribunal é tão incompetente que não consegue expedir uma simples intimação em mais de cinco meses? A outra pergunta é: a atual administração do TJ esta aplicando o dinheiro dos depósitos judiciais e se apropriando indebitamente dos rendimentos para uso do tribunal, se rendimentos existem, estes não seriam dos credores? Com a palavra, Sua Excelência o desembargador José Renato Nalini.

José Renato Nascimento jrnasc@gmail.com

São Paulo

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COMISSÃO DA MEIA VERDADE

Dona Dilma Rousseff prorrogou o prazo para apresentação do relatório da Comissão da Verdade. A entrega do documento foi marcada para dia 16 de dezembro de 2014, logo após as eleições presidenciais de 2014. O motivo, obviamente, é para que o fato não seja usado pela oposição para colocar o povo a par do revanchismo rasteiro que esse documento representará por parte do governo petista. Bom seria se o prazo tivesse sido prorrogado para que a verdade sobre a vida pregressa de uma tal de Vanda ou Patrícia ou Luiza, todas Rousseff  e seus “cumpanheiros”  terroristas, fosse incluída no documento...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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A REDENÇÃO DA COMISSÃO

A presidenta Dilma concedeu mais sete meses de prazo para o término dos trabalhos da Comissão da Verdade. Entretanto, não veremos, com certeza, a apreciação de fatos relacionados com a esquerda, especialmente os ligados a assaltos a bancos, coações e mortes efetuadas pelos integrantes das forças de oposição ao regime militar de 1964. Porque até agora as verdades apuradas têm um só alvo, as forças armadas do país, dispensando-se de verificações as forças oposicionistas de esquerda, donde se concluir que a verdade para a Comissão é capenga e omissa. Entretanto, com mais sete meses de trabalho, quem sabe poderão seus membros voltar olhares para os resultados das ações da Presidenta Dilma, Capitão Lamarca e tantos outros que morreram matando, e matando muitos. Quem sabe o outro lado da verdade aparecerá? Seria a redenção da Comissão.

José C. de Carvalho Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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MAIS DOIS NOMES

Com a recente decisão da presidenta Dilma, através da Medida Provisória 632, em prorrogar até dezembro de 2014 a conclusão dos trabalhos de investigação das violações dos direitos humanos, “comissão da verdade”, dois novos personagens, em virtude de recentes denúncias pelo delegado Tuma Junior, devem ser ouvidos: um de codinome “Barba” e o outro de “Geraldo”, ou seja, Lula e Genoino, o primeiro informante da ditadura, dedo-duro, e o segundo, já condenado no processo do mensalão, irmão daquele preso, com os dólares na cueca, por traição e principal delator da cumpanheirada na guerrilha do Araguaia.

 

Arnaldo Luiz de O. Filho arluolf@hotmail.com

Itapeva

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PROBLEMAS NA CABEÇA

Como já é tradição, a presidenta Dilma Rousseff embarcou para a Base Naval de Aratu, em Salvador, onde vai passar o réveillon. Levou a filha e o neto e, certamente, muitas preocupações na cabeça. Uma delas é a reforma ministerial que pretende fazer objetivando contemplar aliados e, claro, fortalecer o PT, seu partido. E, mais claro ainda, os palanques para vencer as eleições logo no primeiro turno. Mas existem outras aflições em rota de colisão com a nada calma “gerentona”, como as pressões do Congresso Nacional, a inflação, a alta dos juros, o estado de emergência e de alerta em decorrência das fortes chuvas, os movimentos populares (com ou sem black blocs), o caos provocado pela Copa do Mundo nos transportes e hospitais - sem falar na ladroagem, desta vez nas ruas -, os petardos da oposição, que sempre incomodam, e os desdobramentos do mensalão provocados pelo ministro Joaquim Barbosa e sua turma.

 

João Direnna joao_direnna@hotmail.com

Quissamã (RJ)

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O RETIRO DA PRESIDENTE

Bem que o retiro de Dilma poderia ser eterno, dez dias são muito pouco, praticamente nada. Não dará nem para perceber que ela não faz falta nenhuma.

Arnaldo de Almeida Dotoli arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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EM 2014

A presidente Dilma Rousseff “andar de vaqueiro” planeja usar a reforma ministerial em estudos no governo para ampliar sua exposição no rádio e na televisão na campanha do ano que vem, quando disputará a reeleição. Esse é o jeito PT de ser: comprar tudo e todos. E ainda tem falcão dito pardal que quer negar o mensalão? Por favor, se enxerguem e se toquem.

Asdrubal Gobenati asdrubal.gobenati@bol.com.br 

Rio de Janeiro

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DILMA QUER MAIS EXPOSIÇÃO

Não bastasse o que já dispõe em exposição, a presidente Criatura quer mais e, para isso, oferece generosos cargos em seu “governo”, entre aspas mesmo porque o dono do País e dela própria é o Lula. Mais do que tem? Não sei como aumentar mais ainda, pois ela não faz outra coisa a não ser rodar País adentro e aparecer diariamente na mídia, até mesmo inaugurando uma pinguela num buraco qualquer. Desconheço algum dia desde que “recebeu” o cargo que ela não tenha aparecido em qualquer meio de comunicação do País, mesmo que fosse no diário “Abobrinhas de Pindorama”. 

Laércio Zanini  arsene@uol.com.br

Garça

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‘AS ENTRANHAS DO BOLSISMO’

Ao ler o artigo “As entranhas do bolsismo”, publicado na edição do dia de Natal pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, refleti sobre o assunto. Não podemos ignorar os pontos positivos das bolsas. No entanto duas questões me afligem imensamente. Por parte do governo, ele deixou de fazê-lo pelo bem comum, em prol dos mais necessitados, para tornar os beneficiados dependentes, visando somente a um projeto de poder. Por parte da população e talvez o que mais me preocupa é a distorção moral. A mentira passou a ser a moeda de troca das benesses oferecidas. Infelizmente, a boa intenção inicial nos deixará um legado bastante complicado. Um feliz 2014 a todos.

José Pacheco e Silva josepacheco@later.com.br

São Paulo

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BRASIL MACUNAÍMICO

Realmente, somos um povo macunaímico. Acomodado, encostado, vivendo de favores, e gerando bandidos a nos comandar. Aí, volta à minha cabeça um mote que se disseminou na década de 70: tenho vergonha de ser brasileiro. Será que esta é a maneira mais fácil de fugir à luta? Vamos ter vergonha de ser brasileiros? Só isso? Porque não lutamos para tirar esta camarilha de políticos corruptos do poder - independente de qual partido sejam - através do voto. Afinal esta é a melhor “arma” que temos - sem precisar usar as verdadeiras, para acabar com esta bandidagem. Renan Calheiros é só um deles. Mas eles são muitos. E tomaram conta da política brasileira. Eles comandam o País. Vamos à luta: o voto vai nos ajudar a derrubar todos eles. É preciso disseminar esta ideia.

Geraldo Roberto Banaskiwitz geraldo.banas@gmail.com

São Paulo

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MUDA BRASIL!

Numa democracia, nada deveria ser obrigatório, salvo o exercício pleno da liberdade de seus cidadãos. Reforma política, voto facultativo e o fim do financiamento de campanhas políticas por empresas, entre outras igualmente importantes, são as medidas que o País aguarda serem implantadas em 2014 para a consolidação e amadurecimento de sua jovem democracia. Muda Brasil!

J. S. Decol decoljs@globo.com

São Paulo

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TROCA DE REGIME

 

O regime de governo atual no Brasil é o parlamentarismo: o primeiro-ministro despacha na Papuda, o presidente não fala nada, pois não sabe de nada, a porta-voz e secretária geral do governo entrou em férias, tivemos dois maravilhosos pronunciamentos dos presidentes do Senado e da Câmara que levaram a população às lágrimas. O carnaval vem aí, depois a Copa, depois a ressaca até as eleições de 2014. Sinto muito, mas não tenho condições de desejar feliz ano novo. Desejo apenas que o Brasil ainda continue uma democracia em 2014.

 

Luiz Ress Erdei gzero@zipmail.com.br

Osasco

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DESCARAMENTO SEM LIMITES

 

Em boa hora, um sopro de moralidade instaurou-se no País com a condenação dos mensaleiros. O processo de higienização da administração pública brasileira deve seguir seu curso com toda eficácia e rapidez na punição de corruptos. A desfaçatez de alguns nos estarrece pela audácia e pelo cinismo. Segundo notícia, o auditor fiscal Ronilson Bezerra Rodrigues, integrante da máfia do Imposto sobre Serviços (ISS), teve a ousadia de receber R$ 52 mil de propina do próprio condomínio em que reside, parte de um total de R$ 252 mil pagos pela construtora. Não deve haver mais a  mínima tolerância do Poder Público com essas falcatruas sórdidas. Espera-se que a Justiça coloque um basta na ação maléfica desses usurpadores do erário com toda urgência, colocando-os no único lugar que merecem estar: na cadeia e com todos os seus  bens confiscados.

 

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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MÁFIA DO ISS

A pergunta que não quer calar: até quando ficaram soltos os membros do bando que roubou centenas de milhões de reais dos cofres da Prefeitura de São Paulo - vale dizer, roubou centenas de milhões de reais das crianças e dos enfermos dessa cidade?

Eduardo Britto britto@znnalinha.com.br

São Paulo

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SEGURANÇA PÚBLICA

Como delegado de Polícia paulista aposentado, sinto-me à vontade para dizer que a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo não tem motivo nenhum para comemorar a queda nos índices de homicídios, no mês de novembro, como noticiado na edição de 25/12/2013. Caem os homicídios, mas sobem os latrocínios, os assaltos, os furtos, etc. Pare de enganar a população, sr. secretário. A violência no Brasil começou a sair do controle, pasmem, com o restabelecimento da democracia, na esteira do sucessivo amolecimento das leis penais. A própria Lei de Execuções Penais, aquela que escancarou as portas dos presídios brasileiros, colocando qualquer preso em liberdade, para que possa matar, assaltar, sequestrar, de novo, foi posta em vigência em 1984. Ou seja, a cada flexibilização das normais penais, mais ousados e violentos ficaram os bandidos. O Brasil contou aproximadamente 50 mil mortos por armas de fogo no ano passado. Com uma população de 100 milhões de habitantes a mais do que o Brasil, com 88% dos domicílios abrigando armas letais (contra 4% no Brasil), a taxa de homicídios nos Estados Unidos é quatro vezes menor do que no Brasil. Onde está a diferença no trato com a bandidagem, então? Lá, ao contrário daqui, os bandidos temem a lei, respeitam a lei, porque lá a lei é dura, enquanto que aqui as leis penais são dignas de piada, ou melhor, são ótimas, mas para somente os bandidos. Nesses últimos trinta anos já foram experimentadas todas as medidas que não funcionam no combate à criminalidade. Só não foram experimentadas aquelas que resolveriam, que é, basicamente, endurecer para valer as leis penais. Enquanto o Brasil tratar os bandidos como vítimas, ao invés tratá-los como facínoras, como deveria ser, eles vão continuar matando, sequestrando, estuprando à vontade, pouco lixando-se para os poucos anos que permanecerão presos. Para confirmar o que estou dizendo, que no Brasil não querem dificultar a vida dos bandidos, é só esperar pelo novo Código Penal, onde as leis continuarão a ser uma moleza para a bandidagem...   

 

Abel Leopoldo Martin de Oliveira abelleopoldo@bol.com.br

Sorocaba

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AMIGO ‘ESTADÃO’

Veja bem. Conversei, durante todo este ano que se finda, sobre os mais variáveis assuntos, dos mais distantes lugares aos assuntos corriqueiros do nosso dia a dia, com este amigo chamado “Estadão”. Como um verdadeiro amigo, nós conversamos nos rimos dos acontecimentos, da nossa condição humana, com suas falhas, mas também, sujeitos a grandes atos, inusitadas reviravoltas, as quais transformam as nossas vidas e das pessoas que nos rodeiam. Mesmo sendo aquele amigo em que podemos confiar, principalmente nas horas difíceis, temos as nossas diferenças. Mas, em nossas discussões, diálogos produtivos são construídos, levando assim, a convergência de ideias, fazendo assim, o caminho, do tempo, mais belo e mais cheio de vida. Nesta conversa diária com este amigo, sinto a presença dos outros camaradas de bate papo. Os milhares de pessoas que compartilham, com a mesma satisfação, de conversar com este amigo “Estadão”. Mesmo não estando na mesma mesa com essas outras pessoas, tomando aquele café e deixando rolar aquele bate papo, sinto como se estivesse, compartilhando as mais variáveis visões, opiniões, interpretações dos acontecimentos em que envolve nosso pequeno, grande, mundo. Quando criança, ter amigos é o começo para interagirmos com o mundo ao nosso redor. Quando adolescente, com os questionamentos, as inseguranças, os amigos são suportes para o crescimento. Quando adultos são os amigos para dividir, tocar experiências sobre a vida tanto profissional como social. Mas quem consegue chegar a tal da terceira idade, quando a vida desacelera, os amigos de conversa do dia a dia, ficam mais raros, podemos sempre ficar tranquilo que, este amigo, “Estadão”, estará logo de manhã pronto para bater aquele papo que faz a vida, não se tornar mais fácil ou difícil, mas sim traz aquele sabor de uma vida ser vivida. Forte abraço e um excelente ano-novo, caro amigo “Estadão”.

Moacir de Vasconcelos Buffo moacirbuffo@gmail.com

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