Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

01 Janeiro 2014 | 02h03

Guerra psicológica?!

Quem investe no mercado abrindo novas frentes de trabalho e bem-estar para o consumidor, sendo honesto, bem-intencionado e não contando com apoio do governo, arrisca um patrimônio acumulado com seu sacrifício e de sua família. E precisa de uma certa medida de estabilidade e confiabilidade do governo, isto é, que as regras do jogo permaneçam firmes durante o período de criação e gestação do novo negócio. Infelizmente, o governo atual tem feito tudo para minar essa confiança. Seus gastos excessivos, sua tolerância com a corrupção, a contenção forçada de preços de serviços e bens públicos, enfraquecendo a Petrobrás e geradoras/distribuidoras de eletricidade, a contabilidade criativa, a maquiagem dos números para fechar contas e contornar a Lei de Responsabilidade Fiscal, a promoção inusitada das empresas de Eike Batista, com o resultante rombo no Tesouro e em bancos nacionais, e muitas outras ações deixam preocupado quem quer investir com certo grau de segurança. Todas as medidas desse (des)governo se têm assemelhado a táticas e estratégias de guerra (pode-se dizer psicológica) para iludir o eleitor, ganhar seu voto e a reeleição. Ou seja, o objetivo eleitoreiro do governo tem quase sempre prevalecido sobre o bom senso. Diante dessa situação é de estranhar a relutância de empresários em aumentar investimentos no Brasil?

SILVANO CORRÊA, empresário aposentado

scorrea@uol.com.br

São Paulo

Os pessimistas

A economia tão maravilhosa de Dilma Rousseff foi prejudicada pela queda de 15,5% da Bolsa de Valores em 2013. Será que foi por causa dos pessimistas?

JOÃO MENON

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

Afundando o País

Só os desavisados acreditaram no pronunciamento - com fins eleitoreiros - de fim de ano da presidente. Embora tenha sido divulgada uma situação otimista, este governo está afundando o País, com crescimento pífio, inflação alta, além de investir em obras grandiosas para distrair o povo, enquanto a saúde, a educação e a segurança têm merecido medidas improvisadas e paliativas, como a contratação de médicos cubanos com pagamento ao governo de Cuba, em desrespeito à legislação brasileira e a tratados internacionais. Aos avisados: reagir nas urnas na próxima eleição, para o Brasil voltar à moral e à ética!

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Conversa fiada de sempre

Dilma fez muito mais pronunciamentos que Lula, proporcionalmente, em seus dois mandatos e por uma coincidência de métodos faltou à verdade quanto aos números oficiais da nossa economia, entre outros dados importantes, de forma constante. A culpa por eventuais pontos insatisfatórios na vida dos brasileiros é sempre imputada a algum "sujeito oculto" e as notícias da realidade vivida pelo povo partem de "setores" que fazem guerra psicológica contra seu bom governo. A "presidenta" fala de um Brasil nos moldes de uma Suíça ou Dinamarca, entre outros países organizados, talvez pensando que todos os brasileiros estão no mesmo nível dos tolos que trocam votos por bolsas e se alimentam de ilusões. Essa conversa fiada já esgotou a paciência dos cidadãos pagantes.

LEILA E. LEITÃO

São Paulo

Propaganda enganosa

Que a propaganda - incluída a enganosa - é a alma do negócio todo mundo sabe e o PT, mais do que todo mundo, pois esse partido só chegou ao poder e nele ainda se mantém graças à propaganda vazia de realizações concretas. O que vi no pronunciamento em rede nacional foi mais um capítulo de como o PT burla a lei de todas as formas, fazendo campanha eleitoral antes da época permitida, com anúncios enganosos, sem nenhuma iniciativa relevante de interesse do povo e em meio a catástrofes previamente anunciadas, como as que acontecem no Espírito Santo, que a presidenta viu num tour sobre as enchentes. Dilma já consumiu R$ 1,2 milhão em pronunciamentos na TV. Se esse valor - fruto de uma das mais despudoradas tributações, como nunca antes se viu neste país - fosse investido para recuperar escolas, construir habitações fora das áreas de risco, equipar as unidades de saúde - com remédios, corpo de atendimento com médicos e enfermeiros preparados, vagas, macas e leitos hospitalares -, ampliar e melhorar as redes de água e esgotos, enfim, aplicado no devido lugar, e não para promoção de governos ineptos e corruptos, teríamos a certeza de que, realmente, as lições de junho foram aprendidas.

CARMELA TASSI CHAVES

tassichaves@yahoo.com.br

São Paulo

RENAN CALHEIROS

Pechincha

A Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado informou em nota que o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) recolheu na segunda-feira R$ 27.390,25 referentes ao uso da aeronave da FAB, em 18/12/2013, de Brasília para o Recife e volta à capital federal. Ele está de brincadeira! O custo da viagem numa aeronave dessas, pelo tempo de uso e por conta exclusiva dele, tem de computar, no mínimo, aluguel + hora parada + taxas de aeroporto (ou avião oficial não paga nada?) - por volta de uns R$ 60 mil. Sou agente de viagens há mais de 30 anos e, só para ter uma ideia de valores, aí vai quanto custa o aluguel de um avião. Um jatinho dos mais baratos está em torno de US$ 10 mil por hora para seis a oito passageiros. Um turboélice sai por menos da metade disso. Sem contar que, se o avião não retornar imediatamente, terá de ser paga a viagem de volta (não foi o caso de Renan, a aeronave ficou esperando, não sei se retornou no mesmo dia), ou um terço do preço da hora de voo para cada hora que tiver de esperar, e mais três horas (de voo) por dia de espera. Os valores acima são para nós, mortais. Isso sem contar taxa de embarque + valor de taxiamento e seguro! Se levarmos em conta que o dólar está por volta de R$ 2,40, é só fazer as contas e ver a pechincha que o senador pagou!

PAULO CÉSAR AZEVEDO MEYER

meyertour@hotmail.com

Belo Horizonte

De graça

O "Sansão das Alagoas" devolve R$ 27 mil gastos no turismo capilar. É dinheiro de seu salário como senador. E quem paga o seu salário? Nós. Saiu de graça!

CARLOS ALBERTO ROXO

roxo_7@terra.com.br

São Paulo

ANO-NOVO

Desejos

Ao povo brasileiro desejo um ano-novo com saúde, segurança, boas escolas. E sem pobreza, fome, injustiça, roubalheira, mensaleiros e, se possível, sem o PT. Estarei desejando muito?

CLÁUDIO MOSCHELLA

arquiteto@claudiomoschella..net

São Paulo

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FELIZ 2014

O ano-novo sempre traz promessas. O desejo de realizações marca o simbolismo da passagem. Ou seja, oportunidade de esquecer, de lembrar, de perdoar e de construir. Enfim, de viver e ser feliz. Mas é difícil acreditar que alguém tenha virado o ano sem um pouquinho de ansiedade. A grande sabedoria da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. Não quero me iludir e esperar que em 2014 tudo seja sempre perfeito. O ano de 2013 foi bom, mas também cheio de desilusões. A grana não veio, o amigo sumiu e o amor se escondeu. Em 2014 não será diferente, vamos continuar seguindo com os atropelos. Fazer o quê? Acabar com a alegria, a esperança e o amor? Nada disso. Vamos receber 2014 com alegria. Às vezes a vida fica zangada e nos traz problemas. Nesse caso, eu desejo que você erga a cabeça, dê a volta por cima e vença. Feliz 2014!

Carlos Iunes

carloiunes@gmail.com,

Bauru

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FELIZ ANO-NOVO, BRASIL

Bem-vindo 2014. Deus permita que os ventos da paz e da prosperidade soprem sobre todos os lares do nosso Brasil; que os corações daqueles que têm vocação para o mal sejam abrandados, que nossos políticos exerçam com muito afinco a missão que lhes foi confiada; que o bafo da corrupção seja banido definitivamente. E que o pão nosso de cada dia esteja presente na mesa de todos os brasileiros.

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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UM 2014 PRA LÁ DE BOM

Houve uma época, apesar de ainda existirem, que acompanhávamos o passar dos dias pelos calendários de papel, as folhinhas. Quando terminava o mês, arrancávamos a página e pronto, tinha-se a impressão de que os problemas haviam sido superados. Como seria bom se assim fosse. Pena que não é. No Brasil dos contrastes, não basta "virar a página" que o que é ruim desaparece. Assim é com a seca e as enchentes. Com obesidade de adolescentes e fome de crianças. Com o metro quadrado dos mais caros do mundo e os sem-teto. Do Einstein e do Sírio e da maioria dos hospitais públicos. Das frotas de helicópteros e o transporte público degradante. E assim virão 2014, 2015, 2016, 2017, e o povo manterá viva a esperança de que a cada novo ano sua vida melhorará, bem como a qualidade dos políticos que nos governam, que sua saúde será preservada e que a Justiça não fará distinção entre ricos e pobres e será igual e justa para todos. É o que desejo e espero que possamos realizar. Viva 2014! Viva a vida!

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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COM OTIMISMO E BOM SENSO VAMOS LONGE

Um 2014 iluminado com cultura e adrenalina dosada. Que vençam os desafios aqueles que encararem a vida com otimismo e bom senso. Muita coisa na vida é simplesmente uma questão de bom senso.

Devanir Amâncio

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

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O QUE DESEJO PARA 2014

Menos implante de cabelo, mais decência na cabeça. Menos blá, blá, blá, mais ação concreta na política. Menos guerrinha psicológica, mais seriedade na economia. Menos maquiagem, mais transparência nas contas públicas. Menos desvios de verbas, mais destino correto dos recursos públicos. Menos verbas para estádios, mais creches e hospitais decentes. Menos impostos, mais emprego. Menos impunidade, mais rapidez na Justiça. Menos pão e circo, mais trabalho digno. Menos festas, mais educação profissional. Menos casuísmos, mais atitude. Enfim, desejo que façamos a escolha certa dos nossos políticos. Feliz 2014!

José Luiz Martin

jluizmartin@yahoo.com.br

São Paulo

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CARDÁPIO DE ANO-NOVO PARA O POVO BRASILEIRO

1) Entrada, queima de fogos no primeiro dia do ano. Agrada aos paladares mais exigentes. 2) Em seguida, uma salada variada de carnaval na Sapucaí. Há outras opções para paladares mais conservadores ou mesmo de gosto mais simples. 3) Como prato principal, a Copa do Mundo de Futebol. Opções variadas da cozinha internacional de todo o mundo. 4) Coroando a ceia de ano-novo, uma rica e variada sobremesa de eleições de outubro. O cardápio possibilita aos comensais as mais estranhas combinações. Como sugestão, o chef oferece Pimentécio de Minas (Aécio + Pimentel); Geduardo de São Paulo (Geraldo + Eduardo Campos); Dilmicha do Paraná (Dilma + Beto Richa); Dilmar de Goiás (Dilma + Marconi Pirillo); Delcécio de Mato Grosso do Sul (Aécio + Delcídio Amaral); e Casadilma do Espírito Santo (Dilma + Casagrande). Como podem ver, 2014 deve entrar para a História do País como o ano da maior produtividade nacional. Durante o majestoso cardápio de 2014, o palácio do governo vai oferecer, também, alguns canapés, tira-gosto ou acepipes do tipo ampliação do cartão-miséria, dívidas de assentados perdoadas, reforma agrária em cima da perna, Cartão de Desastre, ajuda para classe média comprar casa, entre outras iguarias desta terra tupiniquim. Enfim, ninguém vai ficar de fora. Vai haver despudor para todos, e em abundância. Plagiando o comediante Paulo Silvino, a nós resta apenas aguentar o top-top no açucareiro do brasileiro.

Augusto Luiz Degani

augustodegani@hotmail.com

São Paulo

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COPA E ELEIÇÕES

Entramos em 2014, ano da Copa do Mundo e das eleições, sem recebermos da classe política os resultados esperados das legítimas manifestações iniciadas em junho de 2013. A única providência tomada não partiu de nossos representantes eleitos: foi do STF, com a prisão dos mensaleiros. A quem interessou a odiosa entrada dos black blocs nesse contexto? Teria sido realmente estimulada pelos exemplos externos? Ou teria sido produzida pelos segmentos internos criticados? Apenas uma coisa é certa: temos de escolher com mais rigor nossos representantes para os próximos quatro anos, sob a ameaça de continuarem o roubo e a ineficiência dos serviços públicos, principalmente para os mais pobres, que os têm colocado no poder. Pagamos impostos dos mais altos do mundo sem o devido retorno. O que tem amenizado este estado de frustração reinante no País são os programas de transferência de renda. Será que o "bolsa tudo", que sustenta os votos desta grande base da pirâmide social iludida e escravizada, vai continuar mantendo esses mesmos corruptos improdutivos poder?

João Coelho Vítola

jvitola@globo.com

Brasília

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PREVISÃO DE 2014 PARA O BRASIL!

"A democracia... É uma constituição agradável, anárquica e variada, distribuidora de igualdade indiferentemente a iguais e a desiguais" Platão

Nada vai mudar, como vem acontecendo nos últimos trinta anos neste país abençoado por terras férteis, minérios em abundância, petróleo até na camada do pré-sal, extensão territorial marítima com farta opção de pescados, além, é claro, de um leque sem igual de lugares para turismo interno e externo. E nada muda porque a classe política que aqui habita efetua um círculo pernicioso em que ao governar nega o acesso à educação de qualidade para aqueles que em geral os elegem, num círculo vicioso e maldito para as esperanças deste próprio povo. Nas duas gestões de FHC a inflação foi domada com a aplicação do Plano Econômico Real, mesmo assim, nada mudou para a grande maioria. Criou a peso de ouro a nefasta reeleição. Lula ficou então mais oito anos e transformou alguns benefícios de FHC em moedas de troca por votos e embarcou na reeleição que os tucanos criaram. Com a utilização de algumas medidas populistas o PT levou as classes C, D e E ao paraíso das compras, dos crediários e das dívidas, que até então somente a classe média tinha, por meios de carnês a perder de vista. Numa economia volátil isso é tão bom quanto perigoso para os que agora são favorecidos. Mas ao mesmo tempo não investiu em educação, saneamento básico, saúde e habitação, ficando, assim como FHC, nos nomes pomposos de planos de ação sem planejamento, sem controle de gastos e, obviamente, sem resultados palpáveis. Hoje o País arrecada em números gerais R$ 1,5 trilhão em impostos de toda natureza nas três esferas de governo. Ao mesmo tempo, somente o governo federal gasta R$ 210 bilhões com uma máquina administrativa inchada e mal distribuída por 39 ministérios. Esse número é um desrespeito à inteligência e à administração moderna. O governo gasta ainda outros R$ 184 bilhões com despesas de custeio. Enquanto dispõe, a título de exemplo, de R$ 32 bilhões com benefícios a idosos e portadores de deficiências físicas. Nada muda na distribuição de renda, que privilegia a classe dominante e o alto empresariado em detrimento de milhões de brasileiros da classe média, que é a que mais paga tributos e sustenta boa parte das demais classes sociais do País e este governo inepto. O novo ano de 2014 muda apenas na numeração milenar, pula um ano mais, porém não altera a perspectiva de termos mais um ano com: 1)Congresso ocioso, votando apenas e tão somente coisas de interesse do governo, ao invés de votar por pautas significativas como as reformas política, fiscal e tributária, por exemplo. 2) Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais continuarão subservientes ao poder estabelecido, formando verdadeiras barreiras facciosas em prol da chamada "base governista", que mais se assemelha de uma base mafiosa. Ano de eleição é ano de ócio e foco apenas nos partidos e seus candidatos. 3) A carga tributária não vai diminuir, assim como não recuarão os gastos públicos com pessoal e mordomias inaceitáveis em viagens e outros gastos nababescos dos governos nas suas três esferas. O primeiro semestre terá gastos nababescos com publicidade nos governos estaduais e no federal também. 4) Nada mudará na saúde pública, educação, segurança, habitação e saneamento básico, que, apesar de terem recursos nos cofres públicos, não vão sair do papel em forma de projetos e ações concretas para tirar o País do lodo em que está na comparação com países menores e mais pobres. 5) Não teremos mudanças no Poder Judiciário, que virou anexo do Poder Executivo no País. Os nossos juristas e legisladores não vão alterar significativamente as leis brandas que favorecem criminosos comuns, corruptos e a impunidade no que chamo de SPA Mundial da Corrupção. 6) Julgamentos como o do mensalão atraem holofotes, mas não valem absolutamente nada se não tiverem continuação com a extensão para outros casos, como a privataria tucana, caso Cachoeira, mensalão mineiro, Operação Porto Seguro e o obsceno crime de Cartel dos Trens em São Paulo, entre tantos que aparecem nos jornais. Ao final de 2014 vamos conferir tudo isso e com certeza reescrevê-lo como se fosse 2015. Acrescentando apenas os gastos obscenos do governo com a realização da Copa do Mundo de Futebol no País. Gostaria de estar errado, mas não creio. O tempo me auxilia na minha convicção.

Rafael Moia Filho

http://falandoummonte.blogspot.com.br

Bauru

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2014

Já estamos no 12.º ano do partido que prometeu mudar tudo que está aí! Será que eles precisam de 120 anos para se livrar da herança "maldita"?

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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ANO NOVO, VÍCIOS VELHOS

Esperemos que neste ano de 2014, que mal se inicia, o governo petista da presidente Dilma, seus 39 ministros e mais um agregado, o da propaganda, sr. João Santana, deixem de repetir a tragédia e a farsa. Tragédia pelos resultados, quaisquer deles, ou mais ou menos todos ruins, o que para o PT não seria novidade, embora surpreendam pela dimensão. Acreditando-se "livres", sem compromissos, tanto quanto a inexperiência lhes permite ser, ipso facto mostrando-se cada vez mais desorientados diante dos grandes desafios internos, assim como na interação com o mundo moderno, democrático e desenvolvido. E a farsa, como pretendem nos iludir, com ações demagógicas, mentiras e mutretas nos números, querendo crer que os fatos se subordinem às suas conveniências nas ações demagógicas eleitoreiras, incluído o nivelar por baixo, do socialismo tropicália bolivariana do século 21, como aceitam seus fanáticos seguidores e aqueles poucos beneficiários privilegiados de negócios especiais, campeões dos financiamentos públicos.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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PRONUNCIAMENTOS DE FIM DE ANO

O governo devia se envergonhar desses pronunciamentos de fim de ano, a começar pelo da presidente Dilma, mostrando um Brasil que está dando certo e com um futuro brilhante pela frente, contrastando com a impressão de analistas brasileiros e do resto do mundo que veem o País descendo a ladeira. Seria muito pedir que houvesse um mínimo de honestidade no que é dito e mostrado ao nosso povo, sem cenários irreais e sem atores que se vendem para endossar aquilo que sabem que, na verdade, não existe?

Ronaldo Gomes Ferraz

ronferraz@globo.com

Rio de Janeiro

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BRASIL COR-DE-ROSA

A presidente Dilma pintou um Brasil cor-de-rosa no seu último pronunciamento do ano, visto apenas por ela e seu partido. O governo Dilma passou o ano de 2013 prometendo o que nunca cumpre, pois seus eleitores cativos estão à espera de um cartão que lhes dê dinheiro na boca do caixa, sem se importarem com as consequências de um governo que brinca com a economia do País. De um lado, o PT sangra o bolso dos trabalhadores com impostos escorchantes e, do outro, distribui dinheiro na certeza da compra de votos. Que em 2014 possamos acordar da letargia e passemos a exigir uma gestão sem máscaras, sem magias, sem maracutaias e falcatruas. Basta de Pinóquios, o Brasil carece de bons gestores comprometidos com a verdade e que estejam a fim de botar a mão na massa para acabar com pilantragem de vez. Sonhar ainda e de graça.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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DISTANTE DA REALIDADE

Fiquei muito triste com a fala da presidente, com essa bizarrice ela demonstrou quão distante está da realidade. Isso é muito ruim, pois temos ainda mais um ano com este governo desgovernado.

Ivan Bertazzo

ivan.bertazzo@gmail.com

São Paulo

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GUERRA PSICOLÓGICA X INVESTIMENTOS

Presidente Dilma, parafraseando um dos maiores e terríveis ditadores que o mundo teve, "quanto maiores forem as mentiras, maior a chance de elas serem acreditadas pelo povo". Essa é a razão de a nossa presidente aparecer em rede nacional, onerando os cofres públicos, ao invés de desejar ao povo brasileiro, paz, saúde e felicidade para 2014.

Maria Carolina da Conceição Garcia

mccgarcia@terra.com.br

São Paulo

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DESCONFIANÇA INJUSTIFICADA

A crítica da presidente à "desconfiança injustificada" de setores, feita em 29/12, nos leva a imaginar o que ela quis dizer e a quem dirigiu sua mensagem. O que ela chama de "guerra psicológica" que pode "inibir investimentos"? Imagino o desespero dos acionistas da Petrobrás, por exemplo, que perderam mais da metade do seu capital. Seriam estes? Ou os investidores na Bolsa que perderam 17% em 2013? A indústria, talvez, que está com queda de produção há anos, tem incapacidade de competir no exterior, produz caro vítima de uma carga fiscal insuportável, uma horrível infraestrutura de transporte e que a obrigou a demitir 200 mil operários. Se não forem esses os que fazem "guerra psicológica", podemos imaginar a dona de casa com um aumento do preço dos alimentos de mais de 10%, e subindo. Talvez Dilma tenha esquecido que, dos atingidos por cheias, enchentes e deslizamentos de "dois anos atrás", apenas 16% receberam as prometidas casas e que os que hoje estão passando pelos mesmos problemas estão insatisfeitos com o fato de que o governo federal repassou menos de 20% das verbas para desastres naturais nos últimos dois anos. Talvez estes estejam fazendo "guerra psicológica", sim, mas a presidente não pode negar-lhes razão. Por último, ocorre que a educação básica fornecida pelo governo exigirá a manutenção do Bolsa Família por mais algumas décadas. Ainda bem que esses não fazem "guerra psicológica", ao contrário, agradecem ao governo as mesadas pelo que continuarão votando. É claro que aqueles que morrem nos corredores dos hospitais por falta de atendimento certamente não estarão fazendo "guerra psicológica". Acho que encontrei, afinal, quem realmente quem faz guerra psicológica, é o "Financial Times", que não dá valor às medidas econômicas do governo e não acredita na "contabilidade criativa".

Fabio Figueiredo

fafig3@terra.com.br

São Paulo

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TIRIRICA

Dona Dilma, guerra psicológica inibe investimentos dos panacas do governo, porque empresário não vai na conversa fiada de políticos, exceto quando é para "correr alguma grana" de corrupção por alguma malandragem mútua. Na hora do mensalão, empresário e político falam a mesma língua, a da roubalheira comum como tiririca no governo petista.

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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ARMAS CONTRA A GUERRA PSICOLÓGICA

Controlar a mídia é um importante instrumento para o governo ganhar a guerra psicológica que observadores fazem sobre a real situação do País. De resto, dá-lhe propaganda e pronunciamentos!

Flávio Cesar Pigari

flavio.pigari@gmail.com

Jales

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ILHA DA FANTASIA

Dona Dilma mais uma vez apareceu na TV para fazer propaganda dela e de seu partido com o dinheiro público. Já são 17 aparições na TV, ao custo de R$ 90 mil cada. Eleitoralmente pode parecer até uma boa estratégia, entretanto, o povo já está sacando que o papo está furado demais . Afinal, quem são os responsáveis pela "guerra psicológica" contra o seu (des)governo? Se ela, que é, ou acha que é, a presidente do País, por que não dá nome aos bois? Acusa objeto oculto, demonstrando pura demagogia eleitoreira em campanha com dinheiro público novamente. Se seu próprio ministro da Fazenda confirma que a economia do País caminha com "duas pernas mancas" e seu chefe do Banco Central confirma que a inflação em 2014 ficará fora do eixo da meta, afinal, quem são os responsáveis pela "guerra psicológica"? Nosso Índice Bovespa teve um resultado pífio em 2013, caindo 15,5% , resultado menor que os de Taiwan, China, Hong Kong, México e Chile. Colaboraram para esse resultado a queda das ações da OGX (Eike Batista), Petrobrás e Vale, que num passado não muito distante foram enaltecidas pelo burgomestre Lulla da Silva como sendo as empresas de maior potencial de crescimento em nossa pujante economia (sic). Portanto, pelo ângulo que dona Dilma vê o que acontece em nosso país, logo estaremos concretamente na Ilha da Fantasia e o anão Tatoo será mais um ministro deste governo bolivariano petralha. Abram os olhos, eleitores brasileiros, antes que seja tarde demais!

Antônio Carelli Filho

palestrino1949@hotmail.com

Taubaté

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ARNALDO JABOR

A crônica de Arnaldo Jabor de despedida de 2013 é um presente para os leitores, pois desnuda o sentimento, crescente entre as pessoas bem informadas, de impotência perante as mazelas da Nação. Pobre rica Nação, à deriva, como uma nau conduzida por piratas bêbados! Como o cronista, muitos de nós não somos pessimistas, mas otimistas bem informados, que sabem, perfeitamente, que 2014 trará o ópio, distribuído por pelo bando que vive na Ilha da Fantasia, através da maciça propaganda política antecipada, veiculada pela mídia detratada e ameaçada! De qualquer forma, esperamos em Deus um feliz ano novo!

Aparecida Dileide Gaziolla

aparecidagaziolla@gmail.com

São Caetano do Sul

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AÉCIO ESTÁ CERTO

Sou obrigado a concordar com Aécio Neves em que Dilma vê o País como Ilha da Fantasia. E diria mais: visão privilegiada de um jato sueco. Mas é quase sempre assim: enquanto os governantes vivem na Ilha da Fantasia, os governados sentem os efeitos de um País mal administrado no seu cotidiano. Infelizmente, a única coisa que muda mesmo no réveillon é a data. Feliz 2014 para todos!

Felipe da Silva Prado

felipeprado39@gmail.com

São Paulo

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TEMAS NÃO ABORDADOS POR DILMA

Em seu último pronunciamento em rede nacional, a nossa "presidenta" Dilma Rousseff esqueceu de informar à população que a Bovespa caiu 15,5% em 2013 e teve o pior desempenho entre as principais bolsas, que os investidores estão receosos de investir no Brasil, que o dólar liderou entre os investimentos, subindo mais de 15%, que a Petrobrás teve a maior perda de valor de mercado, que o IOF cobrado em cartões de débito destinados a cobrir despesas de viagens ao exterior subiu de 0,38% para 6,38%, que mais brasileiros irão contribuir com Imposto de Renda retido na fonte graças à correção da tabela abaixo do índice da inflação, que os analistas esperam ano novo com mais inflação, que a General Motors demitiu dezenas de trabalhadores por telegramas em pleno recesso natalino, que mais de 1.500 funcionários foram demitidos em 2013 pela Record, Band e Cultura, etc. Talvez após tomar um grande porre possamos acreditar que 2013 foi um ano bom, como afirmou Dilma. E ainda curtindo uma tremenda ressaca, desejo um feliz 2014 a todos os brasileiros.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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MUDANÇA...

No discurso de fim de ano da presidente, continuamos a ter uma grande chance de sermos o país do futuro. A única mudança para os discurso de outros finais de ano foi a cor do terninho de dona Dilma...

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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FELIZ 2015

Finalmente podemos começar a brindar à aproximação de 2015, ano em que Aécio Neves ou Eduardo Campos assumirá a Presidência da República, encerrando a hegemonia do PT. Os comentários de ambos a mais uma pirateada de tempo de TV pela presidenta à guisa de mensagem de ano-novo e o destaque na mídia, especialmente a manchete e a cobertura do "Estadão", mostram que agora, de fato, o Brasil terá a chance de desenterrar a herança bendita deixada por FHC e enterrar a maldita do lulopetismo!

Gilberto Dib

www.dib.com.br

São Paulo

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FELIZ ANO VELHO

Que ano novo nos espera! Não bastassem Dilma e Renan, complementando a presidência dos três Poderes teremos Lewandowski no STF. Feliz? Menos infeliz terá sido o ano velho!"

Roberto Twiaschor

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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ANO NOVO OU MESMO ANO?

Todas as previsões são de que em 2014 o pibinho de 2013 se repetirá, o ético governo do PT continuará fazendo falcatruas com as constas para tentar na marra ajustar números e nos enganar como se nos todos fôssemos otários ou retardados. O "Malddad", na calada da noite, diminui o desconto para quem pagar o IPTU à vista. Ou seja, mau-caratismo a toda a prova? Com o PT no poder não sei se podemos dizer ano novo ou mesmo ano, pois tudo é feito para eles mostrarem aos mais necessitados que com o bolsa esmola o governo é o melhor do mundo e a política do toma lá, dá cá, cada vez mais forte e sem vergonha. A única coisa nova em 2014 Sera o cabelo do Sansão Renan, aquele que na TV fala em redução de custos e usa o avião da FAB. "Tamu" na roça.

Mustafa Baruki

mustafa-baruki@bol.com.br

São Paulo

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PETISTAS EM DISSONÂNCIA

Pelo que demonstra o governo do PT no Rio Grande do Sul, não há sintonia com o fracassado governo do partido da presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Tarso Genro, governador gaúcho, está aplicando uma política contrária ao Planalto. Enquanto a equipe de Dilma se vai livrando dos abacaxis das obras de infraestrutura, como estradas, portos e aeroportos, por exemplo, o governador opta por uma saída política de estratégia populista. Nesta semana foram reestatizadas rodovias que estavam privatizadas há 15 anos. As rodovias estaduais voltam à administração do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e as federais, ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). O que de fato importa não é o bom desempenho das empresas, mas a importância política que o governo do Estado vê com essa estatização diante da proximidade das campanhas para as eleições de 2014. Nada há que seja feito ou deixar de ser feito que não seja direcionado para os projetos de aparelhamento do Estado e perpetuação do poder. As retrospectivas de 2013, principalmente na economia, nos dão a certeza de que o modelo PT se esgotou. Onze anos de retrocesso são o bastante para se dizer com convicção: basta de PT.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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RENAN, O ESPERTO

Renan Calheiros pagou as passagens à FAB por ter usado o avião como particular? Na verdade, o pagamento é uma obrigação. A lição que fica desse ato corrupto é: se ninguém falasse, ele ia dar uma de "Gerson" e não pagar nada. E mesmo sendo uma autoridade não teve pudor algum nem vergonha na cara para saber que estava fazendo algo errado. Aliás, já é a segunda vez, tirando os outros imbróglios. Essa é a cara do político brasileiro: acha-se "otoridade" e quer deitar e rolar, claro, em cima do nosso rico dinheiro. Pagamos impostos para esses malacas aproveitarem, achando-se cheio dos direitos? E as obrigações?

Alice Baruk

alicebaruk@bol.com.br

São Paulo

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VAI QUE COLA

Renan Calheiros pagou R$ 27 mil novamente à FAB pelo uso particular do jatinho para fins particulares. Porém não pensem que Renan desistiu da ideia, pois ele é da turma do "vai que cola", para tentar quantas vezes forem necessárias.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PAGOU MESMO?

O presidente do Senado, Renan Calheiros, informa que pagou pelo uso do avião da FAB para fazer implante de cabelos no Recife. O valor de R$ 27.390,25, calculado pela própria FAB, disse ter recolhido por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU). Como são poucos os brasileiros que acreditam no senador, em razão de precedentes desabonadores... Não é mais fácil apresentar, mostrando pela internet, o comprovante do recolhimento, para a mídia divulgar ao povo brasileiro? É o mínimo que deve fazer. A desejada cabeleira está ficando cara demais, há algum "patrocinador" no negócio? Pagou mesmo?

Luiz Dias

lfd.silva@2me.com.br

São Paulo

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OUTRA VEZ DUAS VEZES

Esses R$ 27 mil não foram nada. Pelo preço da arroba do boi atualmente, como da outra vez uns boizinhos pagaram a conta. Qualquer açougue de Murici (AL) comprou e deu tudo certo, a bem da verdade, como da outra vez.

José Piacsek Neto

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

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IMPEACHMENT

Já que os 80 nobres senadores optaram pelo corporativismo e pela omissão, como sempre, a OAB poderia articular e liderar o impeachment de Renan Calheiros, notório e renitente delinquente. Até quando o sofrido povo brasileiro terá de aturá-lo? Até quando? Acorda, Brasil...!

Ari Cesar Portilho

ariportilho@yahoo.com.br

Belo Horizonte

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HEXA

Que 2014 seja padrão Fifa, um ano hexacampeão dentro e fora do campo. Feliz Brasil novo!

J. S. Decol

decoljs@globo.com

São Paulo

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SONHO LINDO

2014, abre as asas sobre este Brasil. Já fomos um sonho tão bonito!

Francisco José Sidoti

fransidoti@gmail.com

São Paulo

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