Fórum dos Leitores

GOVERNO DILMA

O Estado de S.Paulo

16 Janeiro 2014 | 02h08

Que desmoralização!

PMDB recorre a Lula para melhorar relação com Dilma (15/1, A1) por estar insatisfeito com a reforma ministerial e sem acordo para disputa nos Estados. Essa é a comprovação indubitável de que atualmente não há nos partidos, quer da situação e muito menos da oposição, um líder que conduza e dirija os caminhos partidários, as diretrizes a serem obedecidas, a não ser o próprio Lula? Assim agindo, o principal partido aliado do governo não está desmoralizando e reduzindo a um papel meramente decorativo o vice-presidente da República, Michel Temer, que foi até presidente do PMDB? Será que vice-presidente não tem a menor força política para fazer a presidente Dilma Rousseff atender às reivindicações do seu partido? Isso vem provar que para ter força política o cargo de vice-presidente, em campanha eleitoral, deveria ser separado do de presidente, e não ser seu apêndice. Que falta faz um Ulysses Guimarães!

ANTONIO BRANDILEONE

abrandileone@uol.com.br

Assis

PT-PMDB nunca mais

O PMDB - que produziu personagens como Ulysses Guimarães e Tancredo Neves -, com o rumo que tomou, tornou-se um partido fisiológico por excelência e sem ideologia. Uniu-se ao PT, que se corrompeu para se manter no poder, seguindo a linha dos companheiros mensaleiros, no intuito de roubar e mentir para os incautos eleitores. O PMDB de hoje reúne em seus quadros figuras indesejáveis da política nacional, traidoras do povo, envolvidas em todo o tipo de negociatas, troca de favores e desvio de dinheiro público. Em outubro temos de decidir o futuro do Brasil. PT-PMDB nunca mais, para o bem da Nação!

JOSÉ WILSON DE LIMA COSTA

jwlcosta@bol.com.br

São Paulo

Desgoverno

Afinal, que espaço sobrou para dona Dilma atuar? Qualquer movimento e o pessoal vai reclamar com o Lula. Parece que deixaram para ela somente brincar com economia e política externa. Justamente as áreas em que ocorreram os maiores desastres!

ULYSSES F. NUNES JR.

ulyssesfn@terra.com.br

São Paulo

Índios parecis

Em Campo Novo do Parecis (MT), índios cobram pedágio dos veículos que circulam pela reserva Utiariti. Também executam reparos nos buracos do asfalto e falam com conhecimento de causa de problemas como compactação do solo e outras terminologias próprias de engenharia civil. Pelo andar da carruagem, ou melhor, de carretas e caminhões, é bom que o ministro dos Transportes, César Borges, se cuide, pois logo, logo, a presidente Dilma aproveita um desses parecis na próxima reforma ministerial. Quem avisa amigo é.

JOSÉ PIACSEK NETO

bubanetopiacsek@gmail.com

Avanhandava

ELEIÇÕES

Alianças e rompimento

Aécio Neves, provável candidato tucano à Presidência, disse que, se o PSB romper com o PSDB em São Paulo, o PSB poderá sair prejudicado. Esse rompimento é uma das exigências de Marina Silva para ser vice na chapa de Eduardo Campos (PSB). Mas quem realmente ficaria no prejuízo caso Marina decida ser vice de Campos? Parece que não é apenas o PT que está preocupado com a aliança Campos-Marina. Daqui a pouco, PT e PSDB vão-se unir para impedir o crescimento do PSB.

MARIA CARMEN DEL BEL TUNES

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

Na moita

Apesar da atitude politicamente correta sempre adotada, no fundo, no fundo, ainda pulsa no peito de Marina Silva um machucado coração petista. Por isso ela disfarça o fato de que, não permitindo que seus parceiros apoiem Geraldo Alckmin, está, na verdade, dando uma forcinha ao candidato Alexandre Padilha. Ou seja, o caminho pode ser torto, mas o objetivo é inequívoco.

DOCA RAMOS MELLO

ddramosmello@uol.com.br

São Sebastião

Rede x PSB

Num gesto impulsivo e raivoso (até compreensível), Marina Silva uniu-se ao PSB. E o PSB, de afogadilho, aceitou. Mas agora, para gáudio dos petistas, autofagicamente discordando de seu novo partido, perdeu de vista sua meta, que seria mudar tudo o que está aí. Só que nem sempre as coisas acontecem como imaginamos e, a continuar não aceitando isto e aquilo, a Rede e o PSB darão um abraço de afogados. Lembrem-se de que o bambu se adapta aos ventos e o carvalho é arrancado com sua raiz.

RUTH MOREIRA

ruthmoreira@uol.com.br

São Paulo

Idiossincrasias

As movimentações políticas de Eduardo Campos mostram tanto puerilidade na traição ao PT como uma repaginação do velho toma lá dá cá das alianças partidárias. Há dois anos era nome de consenso dos petistas para suceder a Dilma em 2018, mas deixou a vaidade política falar mais alto. E as idiossincrasias com a Rede de Marina Silva estão criando situações polêmicas. Em Campinas, por exemplo, o discurso eleitoreiro do prefeito Jonas Donizette (PSB) cai por terra, pois sustentou sua campanha em 2012 no discurso do bom moço cujo partido era aliado tanto do governo federal como do estadual. Agora o PSB é oposição no plano federal e está prestes a abandonar os tucanos paulistas, em nome dos marineiros. Quem diria que esses nomes, ditos fortes, para enfrentar o PT são de ex-ministros do Lula?!

ADILSON ROBERTO GONÇALVES

prodomoarg@gmail.com

Lorena

COPA DO MUNDO

Itaquerão

Diz o editorial O verdadeiro legado da Copa (15/1, A3) que "o Itaquerão está sendo construído pela iniciativa privada, com financiamento de R$ 400 milhões do BNDES". Mas a Prefeitura de São Paulo doou R$ 420 milhões e deu o terreno municipal para a mesma obra (qual seria o valor desse terreno?). É legal o Município doar dinheiro público e terreno para uma obra particular?

JOSÉ GERALDO

jgguara@hotmail.com

Guararema

PAPA FRANCISCO

Banco do Vaticano

O papa Francisco substituiu parte da comissão de cardeais que supervisiona o Instituto para as Obras de Religião, o Banco do Vaticano, incluindo o cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer. O papa disse que sua intenção é transformar o banco numa instituição "honesta e transparente". Pelo menos nesse aspecto, ele me representa.

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

jatiacy@estadao.com.br

Guarulhos

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REFORMA MINISTERIAL

A reforma ministerial em curso, em ano de eleições, expõe o quanto as nomeações políticas para cargos técnicos está atrasando o desenvolvimento do Brasil. Nomear uma pessoa para ser ministro de Estado sem nenhuma vocação, histórico ou capacidade para o cargo constitui um crime de lesa-pátria. Os tantos ministérios políticos existentes, que não apresentam resultados satisfatórios, estão aí para provar que essa política não funciona e não funcionará nunca. Os partidos precisam encontrar outra maneira de abastecer o caixa 2 antes das eleições, porque esta já custa caro demais para o Brasil e paralisa o crescimento do País.

Mário Barilá Filho

mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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OU DÁ OU DEÇO

O PMDB ameaça desembarcar do governo Dilma se não levar mais um ministério. A notícia demonstra a fragilidade do atual governo petista e o vergonhoso toma lá, dá cá dessa paupérrima e interesseira rede de aliados montada na campanha para o primeiro mandato de Lula e que já dura inimagináveis 11 anos. Onze anos de conchavos e maracutaias políticas, em que nada foi acrescentado ao País e a única verdadeira proeza de Lula e sua turma nesse tempo todo foi a manutenção de uma ineficiência administrativa generalizada, que começa a ser visível e palpável pela maioria dos brasileiros. Depois da condenação da maioria dos participantes do esquema do mensalão, o maior esquema de corrupção da história política brasileira, comandado pelo estadista de Garanhuns e um de seus inventores, o ex-ministro José Dirceu, e depois da recente divulgação dos desastrosos índices econômicos do ano de 2013, a reeleição de Dilma deixou de ser garantida. Com isso, as ratazanas aliadas se apressam em abandonar o barco antes que o naufrágio petista possa comprometer os conchavos e as maracutaias de 2014.

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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NO REINO DA DINAMARCA

Muito bom o texto e bem preocupantes os fatos citados por José Nêumanne no artigo "O reino da Dinamarca está podre, mas fica longe" ("Estadão", 15/1, A2). Nele, o jornalista faz uma superficial análise do que foi escrito no livro "Assassinato de Reputações", de Romeu Tuma Júnior, que foi secretário nacional da Justiça durante o governo Lula. Além de ocupar uma alta função em cargo de confiança, era muito ligado ao PT e ao governo petista. Pelo que se conhece de seu pai, Romeu Tuma, homem íntegro, honesto e sério desde os tempos do governo militar, depois como diretor da Polícia Federal e senador, queremos crer que seu filho, Tuminha, deve ter herdado as qualidades de seu pai e, portanto, ter sido fiel aos fatos que narrou no seu livro. Visto dessa maneira, há de se procurar investigar o que ali está sendo denunciado. Desde a "fábrica de dossiês" petista, passando pela apuração dos fatos ligados à morte do Celso Daniel (prefeito petista assassinado); o dinheiro do mensalão depositado no exterior; Gilberto Carvalho; a possível chantagem de Luiz Fernando Corrêa (diretor da PF) contra Lula; etc. Tudo citado nesse livro de Tuma Jr. Mas, como disse Nêumanne no artigo, "quem dá a mínima para o agente Barba, a morte de Celso Daniel ou os dossiês fajutos do PT?".

Éllis A. Oliveira

elliscnh@hotmail.com

Cunha

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TUMINHA

O livro de Romeu Tuma Jr. sofre, principalmente, de algo que uma obra deste porte jamais pode sofrer: credibilidade do autor, o mesmo que já foi flagrado em conversas bem íntimas com o maior contrabandista do País.

Marcos Barbosa

micabarbosa@gmail.com

Casa Branca

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POIS É, JOSÉ

Jose Nêumanne ("Estado", 15/1, A2) estranha que o governo tucano não tenha atacado Lula e o PT em casos como o de Celso Daniel. Talvez convenha a ele considerar que, durante o governo militar, elementos hoje formadores de opiniões do PSDB foram aliados de elemento hoje condutor da cúpula do PT, eles todos, no conjunto, liderando movimentos de estudantes, de "intelectuais" e de trabalhadores. A impressão que se tem é de que esses líderes mais cultos têm vergonha de puxar as orelhas do líder menos estudado. Ele já pensou nisso? Daria uma bela crônica.

Wilson Scarpelli

wiscar@estadao.com.br

Cotia

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SERÁ O FIM DA ERA SARNEY?

O mar não está prá peixe para os lados da governadora do Maranhão, Roseana Sarney. Não somente porque o Estado que ela governa carrega o triste título de o mais miserável, menos culto, devido ao alto índice de analfabetismo, e também o mais violento do Brasil, quiçá do mundo. Mas por que Roseana vai ter de prestar contas agora aos deputados da Assembleia Legislativa de seu Estado, que acabam de receber de um grupo de advogados documentos já protocolados exigindo o impeachment da governadora? Ela, que jamais deu a mínima para a situação calamitosa em que se encontra o Presídio de Pedrinhas - que inclusive contabiliza também 62 brutais assassinatos, além de estupros dentro da cadeia contra as mulheres que visitam os presos ameaçados de morte pela quadrilha lá dominante -, vai ter de convencer, ou implorar de joelhos aos parlamentares, para evitar esse provável vexame de um impeachment. O que certamente não será uma tarefa fácil, porque também os deputados serão regiamente pressionados pela população local, hoje enojada, humilhada e abandonada pela falta de compostura pública na administração da filha do manjado coronel da política brasileira, José Sarney. Pensando bem, apesar dos pesares, parece que uma boa brisa civilizatória sopra sobre o Brasil. Porque se, em 2013, comemoramos a condenação implacável da quadrilha do mensalão do PT pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por que não também poder festejar em 2014 o impeachment mais do que justo de Roseana Sarney? E o povo do Maranhão poderá até cantar pelas ruas e avenidas de São Luís a canção "Geni", de Chico Buarque... Não é uma boa?

Paulo Panossian

paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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RENÚNCIA

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão terá de marcar o julgamento de cassação do mandato da governadora Roseana Sarney. A Assembleia Legislativa do Maranhão terá de decidir se inicia a tramitação do pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney. Diante dessa situação, resta apenas ela decidir quando renunciará para encerrar a grave crise política. Renunciar muito cedo será considerado fraqueza política e renunciar muito tarde para disputar o Senado será considerado uma provocação eleitoral.

Luiz Roberto Da Costa Jr.

lrcostajr@uol.com.br

Campinas

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MARACUTAIA NA MARMITA

Estou perplexa com as notícias sobre o tratamento dispensado aos presos no Maranhão: a governadora Roseana Sarney deu-se ao luxo de contratar uma empresa de seu marido para fazer a guarda e as refeições dos presos, segundo li, pela bagatela de R$ 170 milhões anuais. E só descobriram o caso por causa das rixas entre presos fazendo vítimas. Onde estão o Ministério Público e outros órgão que controlam inclusive a comissão de direitos humanos no Congresso? Esta mulher tem de pôr seu cargo à disposição.

Maria José da Fonseca

fonsecamj@ig.com.br

São Paulo

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‘ROLEZINHO’ NO SHOPPING

Os "rolezinhos’, surgidos por causa da repressão aos "bailes" de jovens nas ruas, podem, agora, ser apossados pelos desordeiros que, meses atrás, tomaram de assalto as manifestações populares pacíficas. Tanto que a presidente Dilma Rousseff já se interessou pelo tema. Não pode deixar que, pela ausência da autoridade, a ordem pública seja rompida. A proibição do uso da via pública não justifica a "transferência" ao shopping, que é um empreendimento particular, destinado à comercialização de bens e serviços e coloca seus produtos à disposição da clientela disposta a pagar. Tudo o que se pretender ali fazer de diferente é impróprio ou, pelo menos, depende da concordância e da autorização dos administradores e, ainda, da comunicação às autoridades para que se cumpram as formalidades de segurança. As autoridades deveriam, por meio dos serviços de inteligência, identificar os autores dos convites a esses eventos e aplicar-lhes os rigores da lei (a eles próprios ou a seus responsáveis, se menores), por assumirem o risco de levar grande público a um local não preparado. O poder público, que licencia e cobra imposto pelo funcionamento dos negócios, tem o dever de garantir suas condições de operação. Os cínicos especialistas em sociedade, defensores dos "menos favorecidos", que fazem seu discurso debaixo do ar-condicionado e recebem polpudos salários pagos por instituições públicas, precisam se conter. Eles já deformaram muito a consciência do povo, impingindo-lhe a cultura dos direitos sem deveres. Deveriam, agora, como reparação, utilizar sua cultura e inteligência para disseminar princípios de cidadania e respeito, antes que seja tarde demais...

Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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SEM LIMITES

O problema dos tais "rolezinhos" em shoppings só mostra a falta de educação e de limites da juventude de hoje. Tudo bem, faltam opções de lazer e de cultura na periferia, então por que esses jovens não se unem para reivindicar os seus direitos, ao invés de invadir os shoppings, causando transtornos aos frequentadores e aos lojistas? É o mesmo problema dos bailes funk nas ruas, gente que ouve música sem fone no transporte público, que bebe e até consome drogas nos parques, etc. O melhor exemplo é o que vejo nos Parques da Juventude e da Independência, que, apesar de terem áreas para skate e da proibição da prática fora dessas áreas, o pessoal não quer nem saber, anda de skate em qualquer lugar, é só a segurança virar as costas e lá estão eles, andando onde bem entendem, sem se importar com as regras e os demais usuários - a estes só resta se conformar com a situação e tomar cuidado ou se retirar. E reclamar com eles, nem pensar, é ofensa ou até agressão na certa (vide o que aconteceu com o guarda civil metropolitano no parque em Guarulhos). Enfim, é uma juventude que se acha no direito de fazer o que quer, quando quer e onde quer, que acha que tem todos os direitos e nenhum dever e que não admite se submeter a nenhuma regra nem a ninguém.

Alexandre Fontana

alexfontana70@yahoo.com.br

São Paulo

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RESPONSABILIDADE PATERNA

Com relação aos recentes incêndios de ônibus em São Paulo e os tais "rolezinhos", só posso atribuir a ocorrência desses eventos como filhos bastardos da mais pura ignorância e da ausência das responsabilidades paternas. No caso dos incêndios, trata-se da "revolta" dos ignorantes, pois os autores, ou a comunidade onde vivem, serão os maiores prejudicados pela falta que os ônibus farão. A frota já é por si deficiente. Quanto aos ditos "rolezinhos", é preciso perguntar onde estão os pais destes bocós que inventaram essa idiotice. Uns bons tabefes paternos seriam a solução. É a revolta dos que fazem xixi na cama...

Godofredo Soares

caetano.godofredo@terra.com.br

São Paulo

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APRENDIZADO

No país da impunidade, até a molecada já aprendeu que tudo termina em pizza. E até os "direitos humanos" vão defendê-los alegando "apartheid".

Ariovaldo Batista

arioba06@hotmail.com

São Bernardo do Campo

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ILHA DA FANTASIA

O preconceito que norteia a sociedade capitalista - insuflado pelo Poder Judiciário, como se vê na proibição liminar, com dura repressão policial, do acesso da população de baixa renda, especialmente negra, aos shoppings centers - é abjeto e desumano. Pelo visto, indivíduo rico frequentando shopping center é consumidor; se for pobre é maloqueiro vadio. Os juízes fomentadores de segregação social e racial parecem se esquecer de que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, de acordo com o art. 1.º da Constituição federal, é "a dignidade da pessoa humana". E tal dignidade não deixa de prevalecer nessa "ilha" fantasiosa, asséptica e excludente chamada shopping center.

Túllio M. Soares Carvalho

tulliocarvalho.advocacia@gmail.com

Belo Horizonte

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A DEFESA DO INDEFENSÁVEL

A maior prova que uma pessoa pode dar nos dias de hoje de que é um alienado cultural é comparar, ou aceitar qualquer argumento que compare, o apartheid da África do Sul com a proibição do "rolezinho" nos shoppings. Quem faz isso não tem a mínima ideia do que é apartheid e nunca leu nada sério a respeito do assunto para aceitar uma comparação absurda dessas! Por outro lado, qualquer advogado que defenda a cultura do "rolezinho" deveria devolver a carteira da OAB e voltar aos bancos da faculdade, para aprender melhor algumas noções de Constituição federal, licenças administrativas, alvarás, propriedade privada, entre outras coisas. Advogado que defende "rolezinho" passa vergonha gratuitamente.

Miguel da Costa Carvalho Vidigal

Miguelvidigal@aol.com

São Paulo

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APERTEM OS CINTOS

A polêmica dos "rolezinhos" está sendo tratada com um amadorismo estupefaciente tanto pelas autoridades como por setores da imprensa interessados em brincar de guerra de classes, da mesma forma que quiseram brincar de Primavera Árabe brasileira em junho passado. Como ignorar o perigo de autorizar aglomerações de milhares de pessoas para realizar brincadeiras ou manifestações - que podem, sim, acabar em violência pela infiltração de marginais - em espaços físicos fechados destinados ao lazer e às compras e já normalmente ocupados por outros milhares de pessoas? Isso é de uma irresponsabilidade evidente, óbvia, cristalina. Ou melhor, não é irresponsabilidade: é insanidade mesmo. Brasil, aperte os cintos, os pilotos endoidaram de vez!

Henrique Brigatte

hbrigatte@yahoo.com.br

Pindamonhangaba

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ESPAÇO PRIVADO

Os inocentes úteis deveriam ser responsabilizados, solidariamente, pelas ações dos "anarquistas, baderneiros, ladrões" que aproveitam as aglomerações para praticar atos criminosos. Não esquecer que shopping center é um ambiente privado, não é rua ou praça pública.

Minoru Takahashi

minorutakahashi@Hotmail.com

Maringá

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MSS

O "rolezinho" é o cartão prá saque usado pelo MSS, Movimento dos Sem-Shopping.

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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POLÍTICA PARA OS JOVENS

Quando os jovens da periferia invadem shoppings, começam a incomodar a elite, a burguesia e o Estado que costumam mantê-los invisíveis sob seu domínio. Agora o Estado os enxerga, mas para direcionar políticas públicas (direito constitucional desses jovens) o Estado mantém os olhos fechados e os cassetetes em punho. Vergonhoso para o Estado.

Eliel Queiroz Barros

elipetshopboys@hotmail.com

Santo André

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SEGURANÇA

Essa história de "rolezinho" em shoppings, se não for tratada como deve, ou seja, exigindo respeito e educação em lugares frequentados pela população, o caos está definitivamente implantado no Brasil. Não é verdade que haja preconceito, não é verdade que haja discriminação por parte de ninguém. O que existe, sim, é um lugar bonito, organizado, onde pessoas de todas as classes sociais lá trabalham e ganham honestamente sua vida. Oferecem seus serviços a um público eclético, diversificado, que lá está com amigos e família para desfrutar de momentos tranquilos e prazerosos com segurança. Eu disse segurança! Coisa que o Estado, há muito tempo, não garante mais ao cidadão que a deveria ter por direito, sem correr risco de vida. Portanto, senhores, "autoridades" de plantão, não apostem no caos, na baderna. Logo irão provar do próprio veneno. Quando há falta de respeito, ausência de cidadania e o vale-tudo por nada toma conta, por que não invadir casas, fazendas e até por fogo no Parlamento em Brasília, tudo em nome dos excluídos, dos abandonados, dos assaltados pela corrupção? Se continuarem agindo assim, escondidos nas sombras da covardia, interpretando as leis sob dúbias conveniências, a democracia perde, o povo perde, todos perdemos. Sim, essa é a era do PT: de perda total.

Gloria de Moraes Fernandes

glorinhafernandes@uol.com.br

São Paulo

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ROLO X ‘ROLEZINHO’

Dicionário da Língua Portuguesa: definição da palavra "rolo": 1) "Aglomeração de gente; multidão" (até aqui, tudo bem, observação do leitor). 2) "Tumulto em que se envolvem muitas pessoas; briga, barulho, conflito, desordem". Ainda não temos a definição para a palavra "rolezinho". O que entendo é que é muito bonito para os srs. governantes, professores e especialistas falarem em mais espaço público e direitos constitucionais. Porém onde fica o direito de propriedade após o quebra-quebra que temos visto? Quem será o responsável? A quem o prejudicado irá recorrer para ser ressarcido dos prejuízos no caso de o "rolezinho" inofensivo - de acordo com os especialistas - terminar em furtos, brigas, quebra do patrimônio alheio? Nada contra os chamados "rolezinhos", porém na minha opinião se trata de falta de cultura e educação moral e cívica destes jovens.

Nelson do Nascimento Cepeda

fazoka@terra.com.br

São Paulo

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PARA COMPRAR

A colunista do jornal "O Estado de S. Paulo" Cristina Padiglione deu uma ideia genial para a galera do "rolezinho": "Invadam os shoppings para comprar". É, cá entre nós, os estabelecimentos iriam fazer altas promoções, tipo "rolezinhos acima de mil participantes, 90% off". Todos sairiam ganhando, né não?

José Marques

marilisa.amaral@bol.com.br

São Paulo

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SUGESTÃO

Por que as prefeituras não fazem "rolezódromos", evitando, assim, que os "rolezófilos" virem delinquentes? Aliás, isso evitaria uma discussão estéril sobre direito de ir e vir tanto de "rolezófilos" como dos outros cidadãos.

Filipe Ferreira

farsf@uol.com.br

São Paulo

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MAIS NOBRE

Estão faltando valores éticos e morais. Por que não se organizam "rolezinhos" para ajudar instituições de caridade ou obras sociais?

Alexandre Pontieri

alexandrepontieri@gmail.com

Brasília

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FUTURO

Os integrantes dos "rolezinhos", dos arrastões e dos black blocs são os jovens que estamos educando para dirigir o País no futuro. Socorro!

Luiz Antonio D’Arace Vergueiro

luiz-vergueiro@hotmail.com

São Paulo

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PODE PIORAR

Hoje esses bandidinhos dão "rolezinho" no shopping. Amanhã darão no carro da PM.

Rogério Proença Ribeiro

roger_fani@hotmail.com

Araras

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LEI

Nem gás nem bombas. A pergunta que não quer calar é a seguinte: Não está mais do que na hora de aplicar a lei contra essas pessoas que promovem os ditos "rolezinhos’, que na verdade não passam de verdadeiras arruaças em lugares privados que colocam em risco centenas de pacíficos cidadãos? Aplique-se a lei e ponto!

Eleonora Samara

eleonorsamara@bol.com.br

São Paulo

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PÉSSIMO

Será verdade? Estamos discutindo sobre "rolezinhos"? Barbaridade!

J. Perin Garcia

jperin@uol.com.br

São Paulo

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BOLSA CRACK

O prefeito Fernando Haddad, de São Paulo, acabou de instituir o Bolsa Crack. Agora os usuários poderão fumar suas pedras num hotel, longe das vistas daqueles que ficam olhando e fazendo críticas ao prefeito. Os 300 dependentes químicos cadastrados terão emprego como zeladores na cidade, cursos de capacitação, seguro de vida, alimentação e R$ 15,00 por dia, que serão pagos semanalmente. Interessante observar que o custo para a prefeitura por pessoa será de R$ 1.07,00, um salário mínimo e meio, dinheiro esse que sai do bolso do trabalhador, pagador da maior taxa de impostos do mundo. Fazer caridade com dinheiro público sempre foi fácil, resta saber se o dinheiro gasto vai produzir algum efeito. Tomara que sim! Toda pessoa merece uma nova chance na vida, mas não pode ser usada como massa de manobra por espertalhões.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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INCONSEQUÊNCIA

Estamos assistindo a uma das maiores aberrações da cidade de São Paulo para tratar problemas sociais. Nunca antes na história desta cidade houve algo similar. Vamos por parte: 1) Nunca os drogados fizeram barracos ou algo parecido, simplesmente ficavam na rua, ao relento, cachimbando suas drogas. 2) Agora temos cerca de 300 "drogados" que fizeram uma favelinha em plena rua. 3) A Prefeitura anuncia que o programa oferece acomodações em hotéis, justamente para os 300. São mais de 2 mil, o que será dos demais? 4) Não é exigida nenhuma contrapartida. Farão atualização profissional, se quiserem. Deixarão de se drogar, se quiserem. Se trabalharem, receberão R$ 15 por dia, se não trabalharem, não recebem, mas continuam a morar nos hotéis, só os 400, enquanto quiserem, podendo mesmo se drogar em seus aposentos, que ninguém vai interferir. Está criada a Bolsa Crack, e a vida dos drogados se tornará muito mais fácil, numa demonstração de dignidade ímpar: agora se drogam fora das vistas da população. A cidade é governada por pessoas ineptas, inaptas, inconsequentes e incompetentes.

João Menon

joaomenon42@gmail.com

São Paulo

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OPERAÇÃO-COPA

A Cracolândia entrou de vez no círculo da Copa do Mundo. Os próprios viciados sabem que, por trás das boas intenções da Prefeitura ou da "sacada" de Haddad - em tirá-los da rua com a oferta de R$ 15 -, está a Copa do Mundo, que bate à porta. Querem saber como vai ficar depois da Copa (além dos mendigos viciados, aos mendigos chamados de sabidos e doidinhos também será oferecido dinheiro e hotel? É o que se comenta na Subprefeitura da Sé). Comenta-se, ainda, sobre uma reunião tensa que aconteceu no final de ano, do prefeito com enviados do homem forte da Fifa e empresários do turismo, cobrando da Prefeitura uma solução para o assunto crack na cidade. Cracolândia não é exclusividade de São Paulo. Nas cidades-sede da Copa a exigência foi a mesma, disse um servidor. Na Subprefeitura de Itaquera, o comentário é outro: sobre um "hotel/galpão", em Sorocaba, interior de São Paulo, para fins humanitários durante o mundial.

Devanir Amâncio

devaniramancio@ig.com.br

São Paulo

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A CRIATIVIDADE DO PREFEITO

Quer dizer que os "condôminos" da Cracolândia vão receber casa, comida e R$ 450,00 por mês, sem nenhuma contrapartida? Está criada a Bolsa Crack. Vai ter gente se viciando só para participar do programa. Viva a criatividade do nosso prefeito. Alguém precisa salvar a cidade...

Luiz Frid

luiz.frid@globomail.com

São Paulo

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TRISTE ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO

Como sempre ocorre com as administrações petistas, perdulárias, inconsequentes e incompetentes, fica impossível comemorarmos mais um aniversário da maior capital do País, tão tristemente abandonada e entregue em mãos do talvez, pior prefeito da história dessa imensa cidade. Suja, escura, remendada, ocupada em suas vias com barracas de sem teto, drogados, marginais e toda espécie de gente desassistida, empobrece e afunda o conceito de uma extraordinária cidade. Sr. Haddad e seus comandados prestam um desserviço e realiza uma gestão para ser esquecida e lamentada para sempre, fruto de seu criador de postes, chamado Lula que é mestre no tema. A cidade de São Paulo precisa e merece gente muito melhor. Salvem São Paulo, pois sua história está sendo jogada no lamaçal de gente, no mínimo, despreparada. E ainda querem nos empurrar mais um petista que não é do ramo para o Estado? Socorro!

João Batista Pazinato Neto

pazinato512@hotmail.com

Barueri

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CHACINA EM CAMPINAS

É inaceitável que a Polícia Militar tenha matado 12 pessoas numa chacina, em Campinas (SP). Os fatos são gravíssimos, devem ser apurados a fundo e os responsáveis, punidos de forma exemplar. Num Estado Democrático de Direito, a Polícia existe para proteger e dar segurança os cidadãos, e não para matar e executar suspeitos ao seu bel prazer. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e seu secretário de Segurança Pública devem explicações à sociedade. Aqui não é e não pode ser o Velho Oeste, uma terra sem lei onde a Polícia mata a torto e a direito na maior impunidade.

Renato Khair

renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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EM CAMPANHA

Mais um que mal começou sua caminhada após indicação do "cara" para candidatar-se a governador do Estado de São Paulo, Alexandre Padilha, inicia seu turismo indo a Cuba junto com a presidente Dilma para explorar o programa Mais Médicos. Ou seja, já está em plena campanha eleitoral.

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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EMERGÊNCIA

Um programa emergencial como o Mais Médicos foi criticado sob o argumento de ter sido mal organizado, mal discutido e mal idealizado e, por sinal, conseguiu apenas 14% de preenchimento das vagas nas mais diferentes regiões brasileiras. Inclusive numa cidade como São Paulo, onde faltam esses profissionais em várias especialidades. E o mais grave é que continuamos sem saber a posição das entidades médicas, que têm o direito de fazer críticas, mas por outro lado precisa mostrar como está encaminhando suas propostas. Criticar apenas é comodismo e não resolve a questão. Que venham, portanto, os médicos estrangeiros numa situação emergencial.

Uriel Villas Boas

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

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MÉDICOS CUBANOS

O problema não é só de mais médicos, mas de melhores médicos. Como afirma o editorial de "O Estado" (11/1, A3), o programa é de mais médicos cubanos. Formados com livros desatualizados, sem equipamentos simples como o de raixo-x, receitando sucos (hipotéticos para muitos) no lugar de aspirina. "Curadeiros ideológicos", como certa vez um médico cubano denunciou à revista "Veja". Se há dúvidas, vamos tirá-las ou condenar à morte os brasileiros pobres? E desfazer a polêmica é simples: basta ao governo disponibilizar as condições para que os Conselhos Regionais e Federal de Medicina avaliem os resultados que estão sendo obtidos pelos cubanos já trabalhando no Brasil. Ou vamos aguardar os índices de mortalidade nesses grotões? O jogo da verdade ou estéreis debates ideológicos?

Amadeu R. Garrido de Paula

amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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MAIS MÉDICOS E MÃES CUBANAS

Em sua próxima visita aos Castro, Dilma Rousseff deve também agradecer às mães cubanas que, docemente constrangidas, deixaram seus maridos médicos seguirem para terras distantes para ajudar os necessitados, esquecendo solenemente seus dependentes e suas obrigações familiares.

Geraldo de Paula e Silva

geraldodepaula@ibest.com.br

Teresópolis (RJ)

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SUS DE QUALIDADE, UTOPIA OU REALIDADE?

Um sistema público de saúde que seja realmente universal, equânime e integral só será possível quando sair do papel e fizer parte integrante do viver social de toda a sociedade, onde democracia não é um jargão usado por conveniência, mas praticado no cotidiano de todos nós. Quando o nível dos políticos e de todos os envolvidos na gestão de saúde for da demanda de um viver moral, ético e com valores que transcendem a ideia capitalista do lucro pelo lucro, onde fazer saúde não deve pressupor ganho monetário, e sim bem comum, aí poderemos dizer que em nosso país as leis em seus deveres e direitos são para todos. O dia em que o maior servidor público, a presidência da República, até o mais simples, pessoal de serviços gerais, passando pelos políticos e Judiciário, todos sem exceção usarem, exclusivamente, o SUS e, por que não, a educação pública, aí teremos tudo funcionando a contento e sem ambiguidades e muito menos desigualdades. Quando eu desejar para o outro o que quero para mim, todos seremos tratados com o devido respeito que a Carta Maior do País deseja que tenhamos. Olhar o outro como se estivesse olhando para um espelho. Só que tudo isso que é possível e não é utópico não se aprende nos bancos escolares, vem do berço familiar e de uma prática assumida pela matriz de raiz cristã, já que a maioria diz ser de tal confissão, pois o resumo da lei escriturística é: "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". Mas será que os materialistas, capitalistas e todos os reducionistas descomprometidos com o bem comum quererão tais mudanças? Realidade possível ou utopia?

Dercio de Souza Bezerra

prdercio@gmail.com

São Paulo

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FALTA DE LUZ

E os problemas de falta de luz continuam. Em pleno verão, quando a demanda aumenta, em razão do uso de aparelhos de ar-condicionado, geladeira trabalhando no máximo para manter os alimentos, ventiladores, etc., vemos localidades com falta de luz há 15, 20 horas sem maiores explicações das concessionárias. Em Cabo Frio (RJ) e na região serrana do Estado, atendida pela Ampla, comerciantes estão perdendo clientes e tendo prejuízo. Os turistas vêm e não se sentem satisfeitos. Além da falta de estrutura nas cidades, que também não oferecem nada ao turista, trânsito caótico, engarrafamentos, abuso nos preços, temos a falta de luz. Esse problema nos remete a privatização. Quais empresas, que detêm a concessão de energia elétrica e telefonia também, têm conhecimento ou know-how no setor? Nenhuma. Esses setores estão na mão de empresas que não têm nenhum conhecimento do assunto, logo, o que está acontecendo não deveria ser nenhuma novidade. Licitaram sem nenhum critério. Não procuraram ver se os participantes entendiam do assunto. Licitaram de qualquer maneira A resposta está aí.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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SURPRESA NA PROVA DA FUVEST

Semana passada, surpreendi-me com uma questão na prova da 2.ª fase da Fuvest que mencionava um texto do Mestre João, participante da expedição de Pedro Álvares Cabral em 1500. Minha surpresa é derivada do fato de que acreditar haver uma incongruência (algo raríssimo nas provas da Fuvest) ou a exigência da linguagem técnica de um astrolábio, algo surpreendente. Dizia o texto: "Ontem, segunda-feira, que foram 27 de abril, descemos em terra, eu e o piloto do capitão-mor e o piloto de Sancho de Tovar; tomamos a altura do sol ao meio-dia e achamos 56 graus, e a sombra era setentrional, pelo que, segundo as regras do astrolábio, julgamos estar afastados da equinocial por 17°". O que me chamou a atenção foi citar que a sombra seria "setentrional", ou seja, "norte". Mas, em 27 de abril de qualquer ano, o sol encontra-se ao norte da linha do Equador e Mestre João estava no Hemisfério Sul (na Bahia, pelos registros históricos). Como o sol em norte poderia produzir uma sombra setentrional (norte) em um objeto do Hemisfério Sul? Seria isso uma incongruência ou sombra setentrional é um termo técnico que não significa o que suas palavras indicam?

Marcos Pinheiro

mfpinheirojr@gmail.com

São Paulo

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