Fórum dos Leitores

REFINARIA DE PASADENA

O Estado de S.Paulo

20 Março 2014 | 02h07

Atos falhos

Dilma Rousseff culpa documentos falhos pela compra da refinaria de Pasadena, que causou prejuízo de mais de US$ 1 bilhão à Petrobrás. Eu vejo como "ato falho" sua nomeação para a Casa Civil e para a presidência do Conselho de Administração da Petrobrás, funções para as quais não demonstrou o mínimo de competência necessária para exercê-las. Fico imaginando quantos atos falhos ela cometeu como presidente do Brasil.

FERNANDO FENERICH

ffenerich@gmail.com

São Paulo

Prejuízo bilionário

Dilma apoiou a compra da refinaria. Quanto profissionalismo, quanto amor à Pátria! Será que existe algo feito pelo governo petista que não tenha resultado em prejuízo? Primeiro, um dos mais importantes setores produtivos do País, o agronegócio, é tratado a pontapés por esse governo, dando preferência a grupos como o MST, que há pouco tempo tentou invadir o Supremo Tribunal Federal, espalhando medo e agredindo policiais. Depois, o fraterno empréstimo de quase US$ 2 bilhões ao companheiro Castro para reformar um porto em Cuba. E, agora, a aprovação de um "pequeno" negócio de R$ 1,18 bilhão, a compra de refinaria sucateada em Pasadena, com base num relatório falso. Será que jamais teremos políticos dispostos a submeter seus interesses pessoais aos coletivos? Num país civilizado os autores desse prejuízo bilionário seriam processados e presos. Que a oposição faça bom proveito desse caminhão de ilegalidades oferecido pelo PT, em nome da alternância de poder.

PETER CAZALE

pcazale@uol.com.br

São Paulo

Sinônimo

Dona Dilma disse que só apoiou a transação da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, em 2008, que acabou acarretando um prejuízo bilionário à Petrobrás, porque recebeu informações incompletas. Autorizar alguma coisa com base em informações incompletas é apenas sinônimo de incompetência.

VICTOR GERMANO PEREIRA

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

O cúmulo da inocência

Fique em paz, presidente Dilma, nós, o povo, acreditamos em sua honestidade tanto quanto acreditamos em sua incompetência. Assinar um contrato leonino sem ler as entrelinhas e muito menos entender sua abrangência é o cúmulo da inocência. Por onde andavam os advogados da União, que não leram a minuta do contrato? Pescando, talvez?

ARNALDO DE ALMEIDA DOTOLI

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

Análise de informação

A sra. Dilma, quando presidente do conselho de uma das maiores empresas do mundo, a Petrobrás, não sabia que mais importante que uma informação é a análise dessa informação, para saber de sua procedência e sua qualidade, e acabou tomando uma decisão que ocasiona milhões de dólares de prejuízo para a empresa? Será que as medidas estapafúrdias que ela tomou no setor elétrico, provocando mais de R$ 60 bilhões de prejuízo, não foram em cima de informações não analisadas adequadamente? E o que dizer quanto ao preço da gasolina, que tantos malefícios tem causado ao País, também não foi tomada a decisão em cima de informações não confiáveis? A presidente precisa se assessorar com pessoas de melhor qualidade.

MARCO ANTÔNIO MARTIGNONI

mmartignoni@ig.com.br

São Paulo

Olhos vendados

Após as últimas revelações sobre a negociação da refinaria, a Nação encontra-se nocauteada! Tida como técnica, a então gerente embarcou de olhos vendados na aventura. Hoje dirigida por um leigo, sabe-se lá em que nau navega o sr. Edison Lobão.

CAIO AUGUSTO BASTOS LUCCHESI

cblucchesi@yahoo.com.br

São Paulo

Só agora?

Quer dizer que a então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, e os ministros da Fazenda, Antônio Palocci, e de Relações Institucionais, Jaques Wagner, como conselheiros da Petrobrás na época, compraram uma usina no Texas por US$ 1,18 bilhão e só agora, oito anos depois, informam aos brasileiros que assinaram o contrato sem ler? Achavam estar comprando um sobradinho de subúrbio? O pior é que mentiram esse tempo todo, esconderam a trapalhada. E fica tudo por isso mesmo? Infelizmente, é nas mãos desses incomPeTentes que o Brasil padece.

ELIANA PACE

pacecon@uol.com.br

São Paulo

Inércia inexplicada

Ao declarar que só votou a favor da aquisição da refinaria de Pasadena, quando era ministra e presidia o Conselho de Administração da Petrobrás, porque recebeu "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho", conforme revelado pelo Estado de ontem, a presidente Dilma Rousseff não explicou o seu silêncio até agora sobre as suspeitas de irregularidades em tal aquisição, trazidas a público pelo mesmo jornal em julho de 2012. A leniência ou negligência da presidente impõem, pela relevância do cargo que ocupa, a necessidade de explicar seu comportamento, o qual, se não é passível de tipificar conduta criminosa, é, no entanto, moralmente censurável.

SERGIO SARAIVA RIDEL

sergiosridel@ig.com.br

São Paulo

Os outros

Impressionante a cara de pau dos petistas, sempre a dizer que não sabiam ou foram enganados. Assim foi com Lula sobre o mensalão. Seguindo o exemplo do chefe, vem Dilma dizer que o parecer sobre a compra da refinaria em Pasadena era "técnica e juridicamente falho". De desconhecimento em desconhecimento, os prejuízos se acumulam e o Brasil segue ladeira abaixo. Ter a dignidade de reconhecer a própria incompetência e a responsabilidade pela tomada da decisão em razão do cargo que ocupam é pedir demais. Sempre a culpa é dos outros. Agora, deixar de receber os jetons por fazer parte do Conselho da Petrobrás e por participar de reuniões desse conselho, isso ninguém faz. E o prejuízo vai sempre para a "viúva".

CLÁUDIO E. DUARTE

claudio_duarte@hotmail.com

Belo Horizonte

Só pensa naquilo

Embora tardiamente, descobri o porquê de a lojinha de 1,99 ter ido à falência. Vejam Petrobrás, Eletrobrás e a falta de comprometimento com a coisa pública (vide a compra da refinaria). Puxou ao comandante: não vi, não sei. Ela só pensa naquilo.

JOSÉ ROBERTO PALMA

palmapai@ig.com.br

São Paulo

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O ERRO DE DILMA ROUSSEFF

A aquisição da Refinaria de Pasadena, Texas (EUA), pela Petrobrás, pela vultosa soma de US$ 1,18 bilhão, teve como suporte o aval da atual presidente, Dilma Rousseff. Hoje ela alega que apoiou a compra com base em "informações incompletas" de um laudo "técnica e juridicamente falho". À época, ela era chefe da Casa Civil de Lula. Eis que estamos diante de um imperdoável erro, cujo desenlace custou ao País a não produção de dezenas de escolas/hospitais de que a Nação tanto necessita. Partindo desse raciocínio, quantos erros ou deslizes foram cometidos em seu governo, prejudiciais ao País? Muitos deles os brasileiros já sentem na pele, mas outros ainda não. Realmente, chegou a hora de mudar de governo, porque o País não pode conviver com o despreparo para governar e a sua população não merece sofrer por erros ou atitudes inaceitáveis.

José C. de Carvalho Carneiro

carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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PREJUÍZO DA PETROBRÁS

Em 2006, a Petrobrás comprou a Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), após a aprovação de Dilma Rousseff, que era ministra da Casa Civil do governo Lula e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. Hoje, é de conhecimento geral que essa aquisição foi uma furada e que a Petrobrás teve um grande prejuízo com a compra. E, para justiçar a besteira, Dilma Rousseff alegou "que foi induzida ao erro em razão de documentos falhos". É, para quem não conseguiu sequer administrar uma lojinha de R$ 1,99, a explicação é válida. Com certeza, todos os acionistas da Petrobrás votarão em "Dilma, a gerentona", na próxima eleição.

Maria Carmen Del Bel Tunes

carmen_tunes@yahoo.com.br

Americana

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PASADENA

A boa aluna, tal qual seu mestre guru Ali Babá, não sabia de nada.

Hamilton Penalva

hpenalva@globo.com

São Paulo

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ELA NÃO SABIA...

O tempo passa e o PT e seus dirigentes não mudam. Todos ainda se lembram de o ex-presidente Lula reafirmar, inúmeras vezes, que o mensalão não existia, depois que não sabia de nada e, por fim, ter sido traído pelos companheiros. Agora, no caso da compra da refinaria nos EUA, a presidenta Dilma, do PT, repete a mesma ladainha com a mesma desenvoltura e cara dura. A presidenta se diz enganada, induzida a errar. Você acredita?

Milton Flávio M. Lautenschlager

miltonflaviol@gmail.com

São Paulo

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NÃO É SÉRIO

Se a Petrobrás fosse uma empresa particular séria e seu presidente do Conselho de Administração tomasse a decisão que tomou, gerando enorme prejuízo à empresa, esse executivo seria demitido e, ainda por cima, sofreria um processo dos acionistas por perdas e danos. Pois bem, o presidente a que estamos nos referindo é a "presidenta" Dilma Rousseff, e não vai acontecer nada com ela. Como a Petrobrás é uma empresa estatal de economia mista, seu maior acionista é o povo brasileiro, Dilma Rousseff deveria sofrer um processo de impeachment por improbidade administrativa, isto é, se o Brasil fosse um país sério.

José Carlos Degaspare

degaspare@uol.com.br

São Paulo

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JOÃO SEM BRAÇO

Na minha opinião, sobre transações de compra e venda de refinarias não poderia haver "documentos falhos". Será que nossa mandatária está querendo dar uma de Joana sem braço?

Virgílio Melhado Passoni

mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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RASTRO

Ninguém me tira da cabeça que a escolha de dona Dilma como candidata à sucessão de Lula se deu pela sua incompetência. Lula, com Dilma no Palácio da Alvorada, poderia, como pôde, continuar governando o País pelo terceiro mandato consecutivo, pois o poste número 1 escolhido a dedo por Lula tinha a fama de boa gerente, mas ficou caracterizada durante o seu mandato como uma fama falsa, que foi baseada mais na cara feia e na gritaria que produzia do que nos resultados que alcançava. Lula sabia que dona Dilma, incompetente desde a profissão de terrorista, sempre dependeria, como dependeu, do padrinho para governar. Se conseguir a reeleição em 2014, Dilma fará com que o molusco enrolador permaneça nas decisões do poder brasileiro por 16 intermináveis anos. A recente revelação, depois de oito anos do acontecido, de que Dilma, como ministra da Casa Civil e presidente do Conselho da Petrobrás, autorizou a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, causando um prejuízo à estatal de R$ 2,76 bilhões, vem corroborar ainda mais a minha tese inicial. O rastro da incompetência de dona Dilma, que pleiteia mais quatro mais anos na Presidência do País, não é de hoje, vem de longa data e é simplesmente o oposto de como Lula nos vendeu o seu primeiro poste. E olha que não falei da lojinha de R$ 1,99...

Victor Germano Pereira

victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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IMPEACHMENT

Malversação do patrimônio público não é causa para impeachment num regime democrático normal? Somam-se o contrato secreto de construção de um porto em Cuba, a compra de uma refinaria nos Estados Unidos, o subsídio ao preço da energia elétrica, tudo por conta do Tesouro Nacional, além dos financiamentos a obras economicamente insustentáveis, como a Usina de Belo Monte.

Harald Hellmuth

hhellmuth@uol.com.br

São Paulo

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À MODA GENOINO

Dona Dilma assinou aquisição da Refinaria de Pasadena e não leu? O pau comeu. Deu uma de Genoino, que assinou sem ler (sic)?

Tania Tavares

taniatma@hotmail.com

São Paulo

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JUSTIFICATIVA ESFARRAPADA

Dilma Rousseff diz ter recebido "informações incompletas" de um parecer técnico e jurídico falho. Isso é a mesma coisa que justificar alegando: "Chefe não erra, se equivoca; não dorme, medita; não se atrasa, está retido no trânsito". Ou seja, chefe tem sempre razão, né não?

Angelo Tonelli

angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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PURA INDECÊNCIA

Passaram-se oito anos, desde 2006, para que a presidente Dilma reconhecesse agora o que sabia e denomina ato "falho", falando em parecer incompleto. Posteriormente, também por ato falho, desta vez jurídico, obrigou-se à compra de mais 50% da refinaria, ficando com 100% do abacaxi. Entre os envolvidos no escândalo estão Lula, que nunca sabe de nada, e seu "cumpanheiro" Sergio Gabrielli, o incompetente ex-presidente da petrolífera, que quebrou a empresa e foi premiado com a Secretaria de Planejamento do governo petista da Bahia, cujo atual governador, Jaques Wagner, também fora integrante daquele mórbido Conselho. Indecência pura a ser apurada punindo os responsáveis. Todavia, atendido ao padrão PT junto com seus obedientes pavlovianos, escravos de outros partidos, de tudo farão para que a investigação não dê em nada e, se der, sabem que têm no Supremo Tribunal Federal (STF) seus próprios ministros, que descaracterizam seus crimes por meio da semântica. É esperar para ver.

Mario Cobucci Junior

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

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A PETROBRÁS NO LIMITE

Como uma presidente pode afirmar que apoiou a compra de refinaria em 2006 e agora culpa "documentos falhos"? Que absurdo! A Presidência da República não tem assessoria e o que vai ser assinado pelo presidente não é previamente verificado pela Advocacia-Geral da União (AGU)? Pois a Petrobrás também tem. Se a própria ministra e atual presidente achou que os "documentos" eram falhos, deveria ter recusado que fossem assinados. Ou é desculpa? Ou tudo já era previsto pelas a$$e$$orias, só é de ser... É por isso que agora essa negociação (oito anos depois) está sendo investigada pela Polícia Federal, pelo Tribunal de Contas da União, o Ministério Público e até o Congresso (este não referendou a compra?), por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. Estamos relatando a aquisição da Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), que já havia sido adquirida pela empresa belga Astra Oil, que pagou US$ 42 milhões, e a bem assessorada Petrobrás pagou US$ 360 milhões pela compra de 50% (a metade!). Parece piada... Muito pior, em razão da cláusula "Put Option", que manda uma das partes da sociedade comprar da outra em caso de desacordo entre sócios, a Petrobrás desembolsou o valor de US$ 1,18 bilhão - cerca de R$ 2,76 bilhões - pela refinaria. Que "mandracaria", uma clara falcatrua engenhosa para transparecer aos menos avisados um negócio lícito, que com certeza não foi! O orgulho brasileiro, a nossa Petrobrás, depois de 60 anos, chegou ao limite. Será que vai ficar por isso mesmo? Apurados todos os envolvidos nessa "negociata", será que o STF ("sistema temporário de favores") também os vai absolver? Se for rápido, ainda está em vigor a "promoção" de vantagens para petistas. É assim que se vão os anéis (dos brasileiros) e ficam os dedos (dos picaretas).

Luiz Dias

lfd.silva@22me.com.br

São Paulo

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RUMO

Pois é, parece que o Brasil e a Petrobrás estão indo pelo mesmo caminho da lojinha de R$ 1,99. Pior ainda, estamos sendo levados para sermos dirigidos por Cuba. Não antes de perdemos parte de nosso território para nações independentes que os vermelhos estão criando por aqui.

Nelson Pereira Bizerra

nepebizerra@hotmail.com

São Paulo

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DILMA NÃO CONFIÁVEL

Um dos exemplos de como nosso dinheiro suado é desprezado pelos atuais "donos" do poder. Em 2013, o então senador Álvaro Dias, do PSDB, levantou a lebre de que a Petrobrás havia comprado uma refinaria com prejuízos de mais de um bilhão, cuja compra havia sido autorizada pela então ministra Dilma Rousseff. Somente agora, após intensas investigações e noticiado pela mídia, é que Dilma, de forma espantosa, tenta dar suas versões para a total falta de responsabilidade com o dinheiro público, afirmando que "só apoiou a medida porque recebeu informações incompletas" de um parecer "técnico e juridicamente falho". É inacreditável que aquela que subiu ao poder com a fama de "gerentona", e enquanto chefe da Casa Civil e Conselheira da Petrobrás, assinasse a compra de uma refinaria velha e arcaica com prejuízo bilionário. Quantos mais documentos podemos imaginar que Dilma tem assinado com pareceres "técnicos e juridicamente falhos"? Quem irá pagar por esses prejuízos?

Leila E. Leitão

São Paulo

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A QUEM QUEREM ENGANAR?

Coitadinha da presidente Dilma, tanto ela como Antonio Palocci e Jaques Wagner. Em 2006, ela era ministra da Casa Civil e presidente do Conselho da Petrobrás, e eles, ministro da Fazenda e das Relações Institucionais, respectivamente. Os dois permitiram que ela, pobre e indefesa, assinasse um contrato leonino referente à compra de 50% da polêmica Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), que mais tarde a obrigaria a comprar 100% da unidade. É, raposas velhas, a quem querem enganar? De bobos e inocentes os três nunca tiveram, não têm e nunca terão absolutamente nada.

Arnaldo de Almeida Dotoli

arnaldodotoli@hotmail.com

São Paulo

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NO VAI DA VALSA

Dona Dilma votou a favor da aquisição da metade das ações da Refinaria de Pasadena sobre informações incompletas, com base num documento "técnica e juridicamente falho"? É assim que administra suas responsabilidades, no vai da valsa, sem planejamento, sem preocupação em relação às consequências futuras? E em seu barco sem rumo embarcaram Antonio Palocci e Jacques Wagner, conselheiros da Petrobrás, conselho presidido por Dilma Rousseff então. Agora entendemos por que perdemos posições no ranking da economia mundial, pois Dilma e sua equipe trabalham sob "tentativas", no "se der certo, deu", fechando os olhos e cruzando os dedos, rezando para dar! Mas não está dando! É hora de abdicar do trono! Muita incompetência e irresponsabilidade com o dinheiro dos brasileiros... Isso está nos prejudicando, ela não percebe?

Myrian Macedo

myrian.macedo@uol.com.br

São Paulo

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INCOMPETÊNCIA

Com atestado de incompetência aferido pelo Inmetro, nos EUA a tal lulorefinaria é dita como "Pasadilma"...

A.Fernandes

standyball@hotmail.com

São Paulo

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O COMETA PETROBRÁS

Está cada vez mais difícil para o cidadão brasileiro conviver com as podridões deste governo, que, após contaminar todos os ministérios, finalmente chegou ao Palácio do Planalto. Dona Dilma acaba de tentar justificar o injustificável, ao se referir às falcatruas praticadas na Petrobrás com o aval dela durante o período em que era ministra da Casa Civil (sempre os porões da Casa Civil) e comandava o Conselho de Administração da empresa, para efetivar a compra de uma sucata nos EUA, que valia apenas US$ 42,5 milhões e foi adquirida por nada menos que US$ 1,18 bilhão (R$ 2,76 bilhões). Não quero pensar em mau-caratismo ou numa cumplicidade para roubar o patrimônio público e também privado, afinal, a Petrobrás é uma empresa de economia mista. Prefiro pensar em incompetência, aliás, a marca registrada do petismo. A "presidenta" alegou que o material que embasou sua decisão não trazia justamente a cláusula que obrigaria a Petrobrás a ficar com toda a refinaria - a cláusula Put Option, que manda uma das partes da sociedade comprar a outra em caso de desavença entre os sócios. Uma outra não vista por dona Dilma foi a cláusula Marlim, que garante à ex-sócia (a belga Astra Oil) a participação de 6,9% ao ano, mesmo que as condições de mercado fossem adversas. Espero que as investigações da Polícia Federal (PF), do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Congresso mostrem, além da cláusula Marlim, as cláusulas Enchova, Badejo, Camorim, Robalo, enfim que o investidor privado foi roubado. Vamos depositar nossas esperanças nas investigações da PF e do TCU. Desse Congresso imundo composto, salvo raríssimas exceções, por bandidos da pior espécie não podemos esperar nenhum ato de brasilidade. O Palácio do Planalto já atravessou a Praça dos Três Poderes e meteu as sujas patas na comissão externa da Câmara dos Deputados que irá investigará as denúncias de corrupção na estatal. Conseguiu emplacar cinco picaretas da quadrilha e a oposição, apenas três. Se são oito membros, por que não quatro e quatro? Estão preparando o circo para mais um espetáculo deprimente, desmoralizante e que agride a inteligência de qualquer brasileiro que não faz parte do sistema, que não é Bolsa-Família e que não tem preguiça de ler. Para que se tenha ideia do que é o "cometa" Petrobrás, analisem a lama na cauda: Dilma Rousseff, na época ministra-chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração, hoje, infelizmente, presidente desta pobre Republiqueta; Antônio Palocci, então ministro da Fazenda, alijado da política por ultrapassar as raias da corrupção institucionalizada; Jaques Wagner, ministro das Relações Institucionais e hoje governador da Bahia; Sérgio Gabrielli, presidente da empresa, hoje secretário de imprensa de Jaques Wagner; Nestor Cerveró, diretor internacional da Petrobrás e indicado para o cargo pelo bandido José Dirceu, na época já envolvido no mensalão. Não precisa mais nada para explicar por que a maior empresa brasileira, que valia no mercado internacional US$ 200 bilhões, hoje vale US$ 100 bilhões e deve US$ 100 bilhões.

Humberto de Luna Freire Filho

hlffilho@gmail.com

São Paulo

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QUADRILHA

A quadrilha formada em 2006 para a compra da refinaria é infinitamente maior do que a do mensalão. E Zé Dirceu estava lá, junto com a nossa "presidenta". Viva o Brasil!

Ariovaldo Jorge Geraissate

ari.bebidas@terra.com.br

São Paulo

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A CAPACIDADE DA PETROBRÁS

Embora o gerente de Imprensa da Comunicação Institucional da Petrobrás, Lucio Mena Pimentel, afirme que não se trata de expectativas otimistas da Petrobrás a previsão de produção de 5,2 milhões de barris de petróleo por dia de 2020 a 2030 ("Fórum dos Leitores", 19/3, A3), sendo tal previsão corroborada pela Agência Internacional de Energia, meu oráculo preferido, o Pai Getúlio de Aruanda, quando perguntado sobre isso, entre uma cachimbada e outra disse: "Hi, mi fio, si oceis num conseguí limpá o casuá do Brasi dessa cambada qui tá aí, periga inté o povo tê qui usá carroça di novo".

Nestor R. Pereira Filho

rodriguesnestor@ig.com.br

São Paulo

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PRÉ-SAL

Realmente este governo continua tentando nos tratar como idiotas. A resposta do gerente de imprensa da Comunicação Institucional da Petrobrás no "Fórum dos Leitores" de 20/3 é mais uma mentira. Todos sabemos, ao menos os que leem jornal, que o pré-sal foi descoberto ainda no governo Geisel, na década de 1970, não há menos de oito anos, como disse. Eles simplesmente pegaram descobertas, como muitas outras, e, na maior cara de pau, tomaram para si.

Laert Pinto Barbosa

laert_barbosa@globo.com

São Paulo

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‘O GOSTO AMARGO DO MENSALÃO’

Ler o editorial do jornal "O Estado de S. Paulo" de domingo ("O gosto amargo do mensalão", 16/3, A3) nos faz concluir aquilo que a maioria daqueles que são bem informados ou já sabia ou desconfiava: que o abrandamento das penas dos mensaleiros presos foi, sim, uma decisão claramente corporativista por parte do Supremo Tribunal Federal (STF). Não pela totalidade dos senhores ministros, evidentemente. Só para dizer o mínimo.

José Marques

seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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O DESTINO DO BRASIL

O editorial "O gosto amargo do mensalão" me confirma que o PT está em ritmo acelerado para instalar no Brasil a anarquia venezuelana ou a podridão cubana com o "aparelhamento" do STF. Os ministros do PT não podem ser acusados de "quadrilheiros", porque não combinam seus votos, como definiu um deles, apenas atendem aos pedidos que lhes são feitos pelo chefe dos mensaleiros. Mera gentileza e reciprocidade. Após mais duas substituições de ministros, teremos leis "habilitantes" para instaurar a ditadura socialista.

João Cesar Ribeiro

cesar.ribeiro8@hotmail.com

São Paulo

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A JUSTIÇA BRASILEIRA

Não entendi a indignação deste prestigioso diário com o pífio resultado do julgamento do mensalão. Será que o "Estadão" ingenuamente pensava que seria de outra forma, ou seja, que a Justiça brasileira não funciona apenas contra pobres, pretos e prostitutas?

Gilberto Leme Romeiro

gilromeiro@gmail.com

São Paulo

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VERDADE E MENTIRA

À parte da posição declarada do "Estadão" em relação ao PT e seus governos, é importante a análise do conteúdo do editorial "O gosto amargo do mensalão" (16/3, A3). O destempero de Joaquim Barbosa ali mencionado não apenas consolidou seu despotismo, como também foi um dos principais fatores para colocar em dúvida todo o julgamento da Ação Penal 470. Ao descaradamente declarar que a majoração das penas por formação de quadrilha foi com o ilícito pressuposto de evitar que os crimes prescrevessem, contrariou tudo o que está doutrinado no Direito Penal. E houve, sim, decisões monocráticas, como as de encarcerar os apenados - antes do final do julgamento - no meio de um feriado e com direito ao show midiático. Precisamos estar atentos para não chegarmos à conclusão de que a verdade é uma grande mentira.

Adilson Roberto Gonçalves

prodomoarg@gmail.com

Lorena

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DESCONFIANÇA

A sigla STF, após "o gosto amargo do mensalão", passou a ter o seguinte significado: Suspeito Tribunal Federal.

Elias Katudjian

eliaskatudjian@hotmail.com

São Paulo

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CELSO DE MELLO

O ministro Celso de Mello fez alguns comentários demonstrando o seu descontentamento com o julgamento final da Ação Penal 470. Entretanto, ao admitir os absurdos "embargos infringentes", tornou-se o grande responsável pelo "gosto amargo do mensalão".

Pedro de Jesus Juliotti

pjj@ig.com.br

São Paulo

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CULPADO

Celso de Mello é, sem nenhuma dúvida, o responsável pela absolvição de José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino da acusação de formação de quadrilha, o que livrou os dois primeiros de prisão em regime fechado. Foi o ministro decano que propiciou novo julgamento dos réus quanto a esse crime ao votar a favor da aceitação dos embargos infringentes. Era sabido que os ministros Luís Roberto Barroso e Teori Zavascki votariam pela absolvição dos réus.

Flávio José Rodrigues de Aguiar

flavio.daguiar@gmail.com

Resende (RJ)

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SÓ DEUS!

Como pode, até o poder supremo da Justiça deste país já estar corrompido pela classe de ratazanas políticas que, graças à ignorância do povo, dele se apoderou? E agora, apelar para quem? Só nos resta a Deus!

Lourival G. Moreira

Logmoreira@yahoo.com.br

Botucatu

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SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

O Brasil ocupa a 112.ª posição no ranking do saneamento básico. Mas espera aí. O ex-presidente Lula, quando fazia campanha País afora, não mostrava aquelas comunidades sem saneamento e dizia que, quando eleito, olharia para eles? Então, ficou cego de uma hora para a outra? Não olhou mais. Pasmem, o Brasil está atrás de um país chamado Tuvalu e de alguns países que enfrentam guerras ou outros conflitos, como Irã, Iraque e Egito. No continente sul-americano, está atrás do Equador, do Chile, da Argentina e do Uruguai. Até Honduras está na frente do Brasil. Desculpem-me, mas cada povo tem o governo que merece. Se estão vivendo no esgoto, é porque fizeram por onde.

Panayotis Poulis

ppoulis46@gmail.com

Rio de Janeiro

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TEMO PELO FUTURO

O Brasil pouco progrediu nos últimos 12 anos no quesito de proporcionar a todos os patrícios o saneamento básico de suas residências, situação muito crítica, em especial para os patrícios que residem na Região Norte e nos Estados do Maranhão e do Piauí. A nossa gerente máxima foi incapaz de fazer essa melhoria num ritmo adequado e satisfatório, bem como prover as casas de água encanada, melhorias que em muito beneficiariam a população como um todo, com qualidade de vida e saúde, por exemplo. A meta a alcançar estabelecida por organismos internacionais é um atendimento de 93% até 2033. Temo pelo futuro, haja vista que não somos lá muito bons em cumprir prazos - e a Copa do Mundo não me deixa mentir.

Marco Antonio Esteves Balbi

mbalbi69@globo.com

Rio de Janeiro

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CASA DE TAIPA COM PERSIANA

Sete anos passados, desde que o governo lançou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com vistas ao saneamento básico, um dos principais fornecedores de clientes para o SUS, o resultado não poderia ser pior. O governo se arvora na autoafirmação de sétima economia do mundo. Lula e Dilma se lambuzaram de petróleo do pré-sal e já se sentiam membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Entretanto, nos últimos 12 anos de desgoverno do PT, o que conseguimos foi uma 112.ª posição entre 200 países no quesito saneamento básico, muito longe de Argentina, Uruguai e Chile, na América Latina. Países árabes como Omã, Síria e Arábia Saudita e Egito, na África, estão bem posicionados em relação ao Brasil. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), R$ 1,00 gasto em saneamento poupa R$ 4,00 em despesas com saúde. Em alguns Estados do Brasil, essa proporção chega a 1 por 40. A recente pesquisa coloca o gigante da economia mundial ao lado de Tuvalu, na 111.ª posição, e na 113ª Samoa, pequenas ilhas da Polinésia formadas por atóis. É vergonhoso esse quadro quando se constata que um país que desdenha suas valas negras, a falta de água encanada e privada sanitária e vai gastar mais de R$ 30 bilhões para realizar a Copa do Mundo de futebol este ano, e que há sete anos quase nada fez para mudar esse cenário. O Brasil do PT é igual a uma casa de taipa, coberta com sapé, mas com persiana nas janelas.

Jair Gomes Coelho

jairgcoelho@gmail.com

Vassouras (RJ)

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ESCASSEZ DE ÁGUA EM SP

O governador de São Paulo foi a Brasília pedir ajuda à presidente Dilma para resolver o problema da seca no Estado. Essa senhora não consegue resolver os mínimos problemas do País e, pelo que se sabe, não opera milagres como fazer chover. Ora, governador, os institutos meteorológicos já previam desde novembro passado que as chuvas de verão seriam escassas e, se houvesse responsabilidade política, uma intensa campanha preventiva já teria sido desencadeada para economizar água. Mas, infelizmente, todos os que estão no poder são populistas e nunca dizem a verdade à população, por isso e por outras a expressão "farinha do mesmo saco" cabe a todos. E agora? Vão dizer o que à população que vai ver as torneiras secas?

Ademar Monteiro de Moraes

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

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O QUE FARÁ DILMA?

O problema da falta d’água na cidade de São Paulo apresentou-se como um nó difícil de desatar tanto para o PSDB quanto para o PT. A interposição da natureza sobre a politicalha, e sobreposição de leis que não respeitam e não compreendem o mundo físico, colocou-se como uma "sinuca de bico" aos dois partidos representados, por um lado, pelo governador Alckmin e, por outro, pela a presidente Dilma. O governador quer desviar as águas do Rio Paraíba do Sul, que nasce no Estado de São Paulo, percorre todo o Estado do Rio de Janeiro e recebe afluentes de Minas Gerais. O desvio de água de um rio que é federal porque atende a três Estados não pode ser justo. Evidentemente, o Estado do Rio de Janeiro ficará prejudicado pela escassez que evidentemente ocorrerá. Qual será a decisão da presidente diante deste impasse e com a oposição vinda dos céus e da Copa do Mundo?

Mário Negrão Borgonovi

marionegrao.borgonovi@gmail.com

Rio de Janeiro

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NOTÍCIA ALVISSAREIRA

Dilma e Alckmin reuniram-se em Brasília para resolver o problema de falta d’água. Esses dois juntos serão capazes de tudo, inclusive fazer chover. Isso é fácil para quem resolveu o problema da violência e da criminalidade em São Paulo, da economia no Brasil e da submissão do Congresso Nacional ao Executivo.

Paulo Maia Costa Júnior

paulomaiacjr@hotmail.com

São José dos Campos

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RACIONAMENTO DE ÁGUA

Alckmin, pelo amor de Deus, ajuda de Dilma não! Pior do que está vai ficar. Não se esqueça de que ela já foi ministra e hoje colhemos o que ela plantou em termos de energia.

José Roberto Palma

palmapai@ig.com.br

São Paulo

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COMO RESOLVER

Vamos retroceder no tempo. Modo de fazer: "fura-se" (esse era o termo usado) um poço em cada quintal de cada residência, lembrando que isso já foi muito usado. Sem nenhuma sombra de dúvida, haverá água em abundância em todas as casas. Faríamos uma enorme economia e, consequentemente, resolveríamos o grande problema dessas empresas "incompetentes" que se dizem responsáveis pelo abastecimento de água. Sem contar que isso geraria uma economia substancial para o País. Eu, particularmente, estou na tratativa para abertura de um. Sem esquecer, ainda, da tecnologia dos poços artesianos. É ou não é uma grande ideia?

Benedito Raimundo Moreira

br_moreira@terra.com.br

Guarulhos

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GUARANI

Já que São Pedro não quer colaborar com a Sabesp, a única solução viável para o desabastecimento de água nas áreas servidas pelo Sistema Cantareira é o aquífero Guarani. Afinal, estamos em cima de um mar de águas doces subterrâneo.

Ronald Martins da Cunha

ronaldcunha@hotmail.com

Monte Santo de Minas (MG)

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A LÓGICA DO CONSUMO

Adotar mudanças para gestão de água, energia e resíduos é uma questão unicamente política/financeira. Temos um modelo de economia que dá pequenos sinais de interesse em adaptações no horizonte, visto que a lógica do mercado é o consumo (sem esquecer que para soluções sustentáveis precisamos ir ao mercado consumir, comprar). Consumir está na lógica do pensamento coletivo. A maioria está estudando mais, está melhorando sua qualificação para ser mais bem remunerado, o professor, o policial e demais profissionais buscam melhores condições de trabalho e melhores salários (o termo salário vem da época em que o trabalhador era pago com sal), para poderem comprar uma casa nova, um carro novo (ou talvez dois). A grande maioria quer ser feliz comprando e, no caminho, dependendo do tipo de comunicação sobre ser sustentável, caso o deixe encantado, ele queira conciliar aos poucos o seu sentimento de bem-estar e passe a fazer parte das soluções, sem nunca abrir mão de sua insaciável insatisfação e conflito com ele mesmo. Afinal, por que somos assim? Porque sim!

Sergio Nascimento

amape@oi.com.br

Recife

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BOM SENSO FUTEBOL CLUBE

Fiquei entristecido com a matéria do "Estadão" (19/3) sobre o calendário proposto pelos representantes do Bom Senso Futebol Clube, Rogerio Ceni, Alex & Cia. Querem fazer uma simples Copa com duração de um mês para os campeonatos estaduais. Ridículo. Os atletas do Bom Senso deviam perguntar aos atletas que viveram os campeonatos estaduais da década de 1950/1960/1970 como eram valorizados. Duravam quase cinco ou seis meses envolvendo diversas equipes do interior dos Estados. Ser campeão paulista, por exemplo, era um feito maior que o Brasileiro hoje. Mas o que não entendo é que os do Bom Senso querem aumentar a série E do Campeonato Brasileiro, quando deveriam aumentar os dias de preparação e treinamentos. Fica aqui a sugestão de quem já viveu os estaduais como treinador e preparador físico e como era antigamente: 1) Mês de janeiro: sem jogos de campeonatos, só preparação física, técnica e amistosos; 2) Fevereiro a maio: campeonatos estaduais com o maior número de participantes; 3) Junho a novembro: Campeonato Brasileiro séries A, B, C e D. Assim, os estaduais seriam com maior número de equipes de acordo com o ranking feito pelas federações, levando em conta títulos, anos de disputa dos times, população da cidade a que o time pertence, capacidade dos estaduais, etc. Por exemplo, em São Paulo, reergueremos equipe como Inter de Limeira, Ferroviária de Araraquara, América de São José do Rio Preto e outras. Que tal, por exemplo, um estadual em São Paulo com 60 equipes divididas em chaves de 10 com um grande em cada chave jogando cada um na sua chave com apenas 10 jogos e indo duas, três ou quatro equipes para as semifinais? E tem um fator importante: cada Estado aumentaria, assim, o número de participantes, de acordo com esses critérios. E nos estaduais se classificariam para o Brasileiro desta forma: São Paulo, no Brasileiro série A, os 5 primeiros classificados; na série B, os 3 classificados; em seguida e assim até as séries C e D. Os outros Estados teriam os escolhidos para o Brasileiro da mesma forma, só que com menos participantes. Por exemplo, no Rio, o número de participantes seria 5; no Rio Grande do Sul, 3; Paraná, 2; Bahia, 2; Pernambuco, 2; ate os Estados menores com pelo menos um participante. Como pode o Amazonas, com um estádio que abriga jogos da Copa do Mundo, não tem um representante na série A, pelo menos? Repito: tudo tem de ser estudado, mas esta é a fórmula para uma reforma urgente de que estamos precisando.

Cosme Damião, preparador físico do São Paulo Futebol Club 70/73

prof.cosminho@gmail.com

São Paulo

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